O saneamento básico que queremos nos próximos 37 anos
Na última semana a Administração Pública convocou a comunidade para uma Audiência Pública que tratou da minuta de um novo termo aditivo junto à empresa de tratamento de água e saneamento, Corsan/Ageea.
Em virtude deste movimento, os vereadores iniciaram essa semana um grupo de trabalho (GT) o qual busca tratar o tema com prudência, transparência e participação da comunidade, através de reuniões e novas audiências públicas; uma vez que realizado o novo termo aditivo, o contrato com a Companhia se entenderia até 2062.
Liderando o GT, está o vereador Davi de Almeida. O vereador Roque Severgnini foi designado vice-presidente e Joel Corrêa relator dos trabalhos a serem realizados. A metodologia definida será de reuniões semanais, inicialmente ouvindo os anseios da população, para posteriormente tratá-las com as representações técnicas.
A primeira reunião ocorreu na terça-feira, a qual destacou questões jurídico/administrativas como rompimento de contratos, tarifas e reajustes. Também foi citado responsabilidades à Companhia como a revitalização da barragem do Burati, serviços de atendimento ao cidadão e prestações de contas.
O marco Regulatório do Saneamento Básico define que até 2033 99% da população receba água tratada; 90% tenha tratamento e coleta de esgoto e desde 2024 não pode haver mais lixões.
Cronograma de trabalho
Reunião com outros Legislativos Municipais;
Reunião com a UAB e Associações de Bairro;
Reunião com AFEA, Comam e Afapan;
Reunião com as Entidades de Classe e Associações farroupilhenses;
Reunião com as comunidades do interior;
Audiência Pública para tratar do saneamento no perímetro urbano;
Audiência Pública para tratar do saneamento no perímetro rural.