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03/04/2025 05:52:05 - Farroupilha / RS
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Ata 4438 – 13/01/2025

SESSÃO ORDINÁRIA

 

Presidência: Sr. Jorge Cenci.

Às 18h o senhor presidente vereador Jorge Cenci assume a direção dos trabalhos. Presentes os seguintes vereadores: Argídio André Schmitz, Calebe Coelho, Cilonei Monteiro, Clemente Valandro, Cleonir Roque Severgnini, Eleonora Peters Broilo, Darlan de Jesus, Davi André de Almeida, Fernanda Martins Correa, Francyelle Bonaci de Matos, Glaci Weirich Silvestrin, Joel Antonio Correa, Juliano Luiz Baumgarten e Mauricio Bellaver.

 

PRES. JORGE CENCI: Boa noite a todos. Declaro aberto os trabalhos da presente sessão ordinária. Dada a verificação do quórum, informo presença de 15 vereadores, na data do dia 13 de janeiro de 2025. Em aprovação as atas 4.432 de 16/12/2024, 4.433 de 17/12/2024, 4.434 de 19/12/2024. Os vereadores que estiverem de acordo permaneçam como estão. Aprovado por todos os senhores vereadores. Solicito ao vereador Davi André de Almeida, 1º secretário, para que proceda a leitura do expediente da secretária.

 

EXPEDIENTE

 

SEC. DAVI ANDRÉ DE ALMEIDA: Boa noite senhor Presidente, senhores vereadores, senhoras vereadoras; cumprimentar as pessoas que já estão na casa nessa noite, as autoridades aqui presentes. Pedidos de Providências Vereador Juliano Baumgarten: Nº 005/2025 – conserto no calçamento da Avenida Veneza próximo a Ernesto Fetter; Nº 006/2025 – conserto de buraco na entrada Bairro São Francisco, na Rua Papa João XXIII; Nº 007/2025 – conserto de pontilhão na Linha Sertorina, buraco na cabeceira e pedras soltas na pista; Nº 008/2025 – Estudo e implantação de redutor de velocidade na Rua Ernesto Fetter; Nº 009/2025 – Redutor de velocidade entre as Ruas Domenico Fin e São Vicente; Nº 010/2025 – remoções de canos nas lombofaixas da Rua São Vicente; Nº 011/2025 – Redutor de velocidade na Rua São Vicente, próximo ao numeral 92; Nº 012/2025 – Limpeza de terreno Rua Vitório Dalmonte, em frente ao Salão da Igreja no Bairro São Luiz. Nº 016/2025 – rebaixamento na pista na estrada municipal FR 96, próximo a olaria Secco; Nº 017/2025 – manutenção das ruas da cooperativa vitória; Da vereadora Francyelle Bonaci de MatosNº 013/2025 – recapeamento da estrada municipal FR 2; Nº 014/2025 – Limpeza de restos de lixo na Rua Filisbino Francischini; Nº 015/2025 – Limpeza de entulhos e restos de lixo na Rua Muçum; Pedidos de informação ao Executivo nº 01, 02 e 03/2025. Seria isso para hoje a noite senhor presidente.

PRES. JORGE CENCI: Obrigado vereador Davi. Também eu quero agradecer a presença de todos que nos acompanham. Faço uma saudação em nome do diretor Leandro Lumbieri, Diretor Geral do Instituto Federal de Farroupilha, em teu nome saúdo a todos que nos acompanham. Passamos ao espaço destinado ao grande expediente.

 

GRANDE EXPEDIENTE

 

PRES. JORGE CENCI: Convido o partido do democrático brasileiro – MDB, para que faça uso da Tribuna. Fará o uso da tribuna a vereadora Eleonora Peters Broilo.

VER. ELEONRA BROILO: Boa noite a todos, Boa noite aos meus colegas vereadores, as colegas vereadoras, ao meu presidente Jorge Cenci, a imprensa que se encontra, Ao Verona e a Emília, a Adriana, aqueles que eu não recordo o nome, mas estão citados aqui também; sejam todos muito bem-vindos. Eu queria agradecer também na minha bancada composta pelo nosso presidente Jorge Cenci, o Cilo, o Joel e o Argídio que me cederam esse espaço. Então eu agradeço a presença de todos tanto os que estão aqui presencialmente como aqueles que nos acompanham do conforto de suas casas. Não posso deixar também de dar boa noite as nossas funcionárias, nossas assistentes né que estão sempre nos ajudando. Não posso deixar de cumprimentar a sempre vereadora Glória que tem estado conosco nas últimas sessões; seja bem-vinda. Eu hoje o que me traz aqui são dois assuntos. O primeiro assunto é que hoje foi dado início a obra da nova UBS Central na Rua Treze de Maio 533. Essa nova UBS será uma UBS de porte 5. O que quer dizer uma UBS de porte 5? para aqueles que não sabem é uma UBS que tem uma maior capacidade de atendimento, uma infraestrutura aprimorada e diversidade de serviços. Na atual conjuntura apenas Farroupilha e Porto Alegre foram privilegiadas com uma UBS desse porte; somente Farroupilha e Porto Alegre. Essa UBS de porte 5, ela vai estar pronta para atender até 500.000 atendimentos por mês o que é um monte, um monte de atendimentos, e sem contar que essas unidades terão o que há de mais moderno desde a questão da reutilização da água até a questão da iluminação. Com tudo isso o bom acolhimento daqueles que necessitam do serviço é o que importa para todos nós. Os gastos com essa obra chegarão a mais de 6 milhões; mais de 6 milhões! esse é um aporte Federal. não podemos deixar aqui de explicar que os serviços da antiga UBS Central se manterão funcionando. Consultas médicas na Avenida Armando Antonello 522; vacinação Centro de Atenção psicossocial infanto social, infanto juvenil Caps 1 na Rua Luiz Buzetti no bairro São Luiz; Odontologia no posto de saúde do bairro Primeiro de Maio, cito a Rua Antônio Sachet nº17. acredito que essa obra com o devido tempo para a sua conclusão, hoje apenas foi dada a ordem de início, ela vai trazer aos munícipes uma maior resolutividade e isso é o que importa para nós. Um outro assunto que me traz aqui é um projeto, na realidade é uma sugestão de projeto, não pode ser um projeto que envolve gastos; então é uma sugestão de projeto. Ele deve estar entrando nessa casa em mais alguns dias. Eu venho estudando e acompanhando esse projeto que lá da cidade da Paraíba, João Pessoa, o início há 8 anos, faz 8 anos que eu venho acompanhando, já tive inclusive 8 anos atrás a oportunidade de ver como funcionava. Esse projeto que lá se chama “cidade madura”, certamente não é esse o nome que nós vamos dar, mas se chama cidade madura, ele tem por objetivo; ele é um é um projeto de política pública e ele tem por objetivo desenvolver para as pessoas idosas um lugar para que eles possam chamar de seu. Então é um projeto com uma área determinada, uma área social e ali foram desenvolvidas casinhas, essas casinhas tem em torno de 40 unidades, 40 casas com mais ou menos 54 metros quadrados cada uma; elas têm um quarto, uma sala, uma cozinha, um banheiro adaptado e uma área de serviço. seguindo todas as normas de acessibilidade contendo rampas, piso antiderrapante, espaços adaptados. Então em 2014 nós tivemos o primeiro condomínio que foi na cidade de João Pessoa depois vieram outros até que por fim em 2024, ano passado. Eu acho que esse seria um grande projeto se pudéssemos fazê-lo, claro que não conta com fundos municipais é necessário fundos estaduais e talvez federais e por isso a gente não pode prometer que ele se realizará, mas certamente nós vamos fazer o possível para que este projeto tome corpo e tenha uma data de validade. Muito obrigado.

PRES. JORGE CENCI: Obrigado Vereador Eleonora. Convido o partido progressista PP para que faça uso da tribuna. Abre mão. Convido o partido democrático trabalhista PDT para que faça uso da tribuna. Fara o uso da tribuna a vereadora Francyelle Bonaci.

VER. FRANCYELLE DE MATOS: Boa noite senhor presidente, colegas vereadoras, vereadores, funcionários da casa, imprensa as pessoas que nos prestigiam essa noite, a Rejane que eu vejo aqui, seja bem-vinda; também ao Gabriel e a Tere, ao Leandro ali do Instituto Federal e a nossa sempre Vereadora e Presidente desta Casa, a Glória. Boa noite. Eu hoje vou fazer o uso da tribuna aqui porque eu quero falar sobre a retirada da parada de ônibus de 1400 alunos ali do Instituto Federal e essa retirada foi feita ainda no ano passado e foi recolocado esse ano, mas aí vocês podem perguntar o porquê, se foi recolocado o porquê que eu estou usando a tribuna para falar sobre isso. Rose, bota a foto 1 por favor: aqui então eu quero falar que faltou na verdade foi a falta de diálogo de respeito com a instituição porque a parada simplesmente foi retirada e jogada metros de distância de onde ela estava e nem sequer foi conversado com Instituto Federal sobre isso antes de fazerem isso. A segunda coisa também. Rose pode botar a foto 2.1: é a questão da falta de segurança pois está fora do campo de visão da guarita, então o guardinha na verdade ele não consegue mais acompanhar os alunos e a gente tá falando de muitos alunos menores de idade. Bota a foto 2.2 também, Rose por favor. Agora a nova parada. Hoje eu e o Vereador Juliano fomos lá na frente então para ver aonde foi recolocada e a parada tá mais ou menos uns 60 metros de distância então de onde fica a guarita, bem mais afastado então, fora do alcance da visão da guarita ali do campus. A faixa amarela também que havia no local foi apagada o que agora possibilita que os carros estacionem nos dois lados da via, então onde era a parada no caso e isso faz com que atrapalha então a trafegabilidade dos ônibus no local muitas vezes não havendo espaço para que seja feita a rota ali porque ficam os carros então estacionados nos dois locais. Rose, bota por favor a foto 3. Ali um micro trafegando. Bota a foto 4 agora. Como ficam com os carros estacionados dos dois lados agora. Então senhor presidente eu deixei com cada um de vocês aqui uma cópia do ofício que o Instituto Federal nos enviou apontando essas e outras questões também e o que eles estão solicitando ali para que todos possam se inteirar do assunto. O Leandro hoje também tá aqui na plateia, então quem tiver alguma dúvida e quiser conversar com ele também ele tá à disposição aí para depois fazer essa fala com os nobres vereadores. O porquê que eu venho fazer essa defesa hoje né! porque quem conhece o Instituto Federal de perto, quem acompanha o trabalho que é feito nessa instituição sabe da importância que tem para o nosso município, e tem que ter, a gente tem que defender o Instituto Federal. Também um assunto já tá no ministério público né Leandro, a direção já teve que enviar na verdade para o Ministério Público poder apurar os fatos, como que procedeu, porque foi sem aviso ao Campus, sem diálogo e sem retorno da parte então da prefeitura no momento. Por isso eu peço aqui hoje então nessa tribuna que o poder público tem um pouco mais de empatia e previsibilidade com quem será impactado por melhorias ou mudanças na cidade. O que aconteceu com o I.F. no final do mandato passado Leandro é um alerta para que seja feito de forma diferente daqui para frente, que outras instituições não precisam passar então pelo que vocês passaram ali; que o tratamento com as instituições de ensino na nossa cidade deve ser feito com outra postura, de forma respeitosa e com retornos diretos. Por hoje era isso senhor presidente. Obrigada.

PRES. JORGE CENCI: Obrigado vereadora Fran Bonaci. Convido o partido socialista brasileiro -PSB para que faça uso da tribuna. Fara o uso da tribuna o vereador Juliano Baumgarten.

VER. JULIANO BAUMGARTEN: Senhor presidente, colega vereadoras, vereadores, cumprimentar todos cidadãos que se fazem presente essa noite, funcionários da casa, em especial a Tere e o Gabriel, nossa ex-vereadora Glória, Leandro Lumbieri diretor do Instituto Federal, Zé Teodoro da imprensa, enfim, sintam-se todos e todas as convidados. Bom, hoje vou falar de alguns assuntos, mas o primeiro vou falar sobre empreendedorismo, mas não falarei do instituto Manager e nem das suas sócias. Eu quero falar sobre o MEI, o microempreendedor individual ele foi criado em dezembro de 2008 no governo do presidente Lula que ele tinha como objetivo organizar, simplificar e formalizar a contratação dos empreendedores individuais com benefícios como: o acesso a um CNPJ podendo assim então fazer a emissão de notas fiscais com uma contribuição módica, simplificada, para a Previdência Social juntamente uma questão de isenção de impostos como IRPJ, PIS, CONFINS, IPI e a contribuição social sobre o lucro líquido e outros benefícios previdenciários como: aposentadoria por idade ou invalidez, auxílio-doença, salário-maternidade e pensão por morte. O MEI atualmente ele funciona da seguinte forma: o empreendedor na qual possui o CNPJ ele pode contratar um trabalhador para lhe auxiliar pagando apenas 3% sobre o salário do empregado e 8% para o FGTS, ou seja, 3 para o INSS e 8 para o FGTS. Tudo certo, muito bem. Só que nós temos um problema, o faturamento ele tá muito limitado, ele tá atrelado um valor desproporcional e desatualizado, tendo a sua última atualização lá em 2018 no governo do então Presidente Michel Temer. Hoje o faturamento anual que um MEI pode exercer é de 81 mil reais, se a gente fizer a divisão pelos 12 meses: 6.750 por mês, valor muito baixo que não corresponde com a realidade. Eu tenho aqui exemplos que despesas que um MEI pode ter que não estão dedutíveis no limite do faturamento; a compra das mercadorias para revenda, as matérias-primas para os insumos de produção, aluguel do local de trabalho muito caro. Vamos pegar o exemplo de Farroupilha onde que o mercado imobiliário custa muito. Depois a gente tem também a questão da internet, o telefone, a energia elétrica, a água, os materiais de escritório, despesas com transporte e logística, o combustível, salário e encargos do funcionário caso o MEI tenha um contratado, reparos e manutenção das máquinas ou equipamentos e compra de ferramentas ou imobiliário, ou seja, tudo isso que eu listei nenhum deles pode se abater do valor que é investido; ou seja, o valor acaba se tornando muito baixo para esses pequenos e microempreendedores. Mas nós precisamos cobrar que isso seja atualizado. No Brasil hoje nós temos 14,5 milhões de MEIs, dados atualizados em 2022, sendo 883 mil no Rio Grande do Sul e em Farroupilha 5.082,00, dados estes de novembro de 2024, que eu solicitei a sala do empreendedor e obtive retorno. Há no Congresso Federal a tramitação de um PLP 108/21, que amplia o limite de faturamento para 130.000, ou seja, aumentando 49 mil reais ecoam a este MEI poder arrecadar a mais, desenvolver e além disso ele permite contratar mais funcionário; hoje é um e aprovado esse projeto ele pode contratar dois. A Proposta é de autoria do Senador Jaime Campos do União Brasil de Mato Grosso e está parada lá na Presidência da câmara dos deputados, o Senhor Arthur Lira, que é um ditador lá no congresso Federal, a gente sabe e acompanha os noticiários. Eu quero aqui convocar os meus colegas vereadores para nós aprovarmos uma Moção de apoio que será pautada e debatida na sessão de amanhã para que seja dado força, dado apoio sendo bem relevante a aprovação desta matéria porque ela fará a diferença na vida dos nossos empreendedores, cito mais de 5.000 em Farroupilha sem olhar ao nosso entorno. Já houve diversos pedidos para se colocar na pauta de votação como por exemplo: O PP pediu, o MDB, o PSB, o PT, o União Brasil, Cidadania, PL, Podemos e o Novo, mas ele está parado desde 2021, ou seja, é um atraso para quem precisaria estar produzindo mais, gerando mais trabalho, gerando mais oportunidade, desenvolvendo melhor normalmente está localidade. Então peço que nós aprovamos amanhã essa moção de apoio e se possível com todas as subscrições dos vereadores para encaminhar. Vai mudar o desfecho, mas é uma forma que nós estamos tentando fazer a nossa parte. O povo de Farroupilha é um povo empreendedor, um povo criativo, um povo batalhador e nós precisamos dar mais ferramentas e condições. Eu volto a frisar, o valor imobiliário é muito caro, isso impede que muitas pessoas que têm na sua veia a corrente empreendedora, o que tem interesse em empreender optem por não ingressar nesse mercado. Então é importante aprovação desse projeto para dar fôlego e também desenvolver mais tendo em vista que eu falei que pode contratar mais uma pessoa. Então amanhã a gente vai debater esse tema que é muito importante. Como eu disse lá em primeiro de janeiro, o empreendedorismo estaria na minha pauta nesse mandato e assim a gente está fazendo no meu primeiro grande expediente. Outro assunto que eu quero falar é um assunto que me traz muita preocupação que a gente tendo aqui em Farroupilha. É uma preocupação e cabe um alerta a secretaria de gestão para tomar providências. Nós temos aqui na prefeitura hoje 211 profissionais que são terceirizados. Eu recebi uma denúncia na sexta-feira que tem uma empresa chamada DS fornecedora de serviços e produtos LTDA que não está pagando em dia os funcionários, inclusive o pagamento de dezembro, hoje nós estamos no dia 13 de janeiro e não creditou na conta dos trabalhadores; isso é uma vergonha, a empresa devia ter vergonha na cara e pagar e não ser caloteira, por que a prefeitura paga em dia, a prefeitura faz sua parte nesse sentido de pagar, mas não está sendo repassado aos trabalhadores. A gente sabe que conforme a CLT o trabalhador poderá receber o seu subsídio, sua renda até o quinto dia útil e não está acontecendo. É necessário que os fiscais da prefeitura, destes contratos façam cobranças e façam valer os contratos pois existem cláusulas nas quais dão o direito da cobrança, da fiscalização e até atos administrativos como notificação, multa e até mesmo uma possível rescisão de contratos; é inadmissível que o trabalhador e trabalhadora vá para seu posto de trabalho e não receba em dia a sua renda que é para sustentar a sua família, vejam que são pais, mães que precisam do dinheiro, mas que estão fazendo o que? Trabalhando. Legalmente também a gente foi buscar e a prefeitura solidariamente presente nisso que é o que? Ela também pode responder caso não seja pago. Então é necessário fazer esse apontamento e cuidar, cobrar. Também na próxima nota fiscal entre os outros diversos documentos a serem apresentados devem constar cópias do contracheque assinados e datados para comprovar porque podem ter outras irregularidades ou também propriamente a empresa pode dizer para o servidor alterar a data, ou seja, frauda.  Vejam só, além do funcionário não receber ele pode ser vítima de uma fraude por parte da empresa. Então eu peço encarecidamente que a gestão através da secretaria principal que cuida dessa parte dos contratos oriente as pessoas que estão nas pastas a fazerem esse serviço, é necessário. O relato dos servidores que me contataram foi o seguinte: não, mas a gente contrata o fiscal e ele diz: a prefeitura tá pagando. Gente, não dá para dizer só que a prefeitura tá pagando, a gente precisa fazer com que sejam pagos, afinal o que tá sendo debatido é um direito não é um favor. Então fica esse comentário a respeito desse assunto que muito me preocupa. Ninguém trabalha de graça, as pessoas precisam comer, as pessoas precisam pagar aluguel, as pessoas precisam sustentar suas filhas, seus filhos. Então fica aqui o meu pedido com extrema preocupação sobre o fato ocorrido. Bom, eu quero falar de uma notícia que foi falado pela minha colega Eleonora sobre o novo posto de saúde central. Que bom, importante a gente ver um investimento de mais de 6 milhões de reais na saúde, investimento com recurso oriundo do governo federal, do governo Lula, agradecer o governo federal que está mandando recurso para Farroupilha; o novo PAC já vem 17 milhões, e podem gostar ou não gostar, mas tá vindo recurso, não é um favor porque nós pagamos o imposto; se viesse do caixa da prefeitura, se viesse do caixa do estado ou caixa da união, não é um favor, mas que bom que vem esse recurso e está sendo investido. Ao total a gente está vendo o novo PAC e Farroupilha vai receber 17 milhões de reais, é dinheiro, é investimento, que bom que a gente tá tendo isso; poxa faz tempo que a gente não via tanto dinheiro assim depositado para investimento na cidade e que bom que é isso que a gente quer, se aumentar 10%, 30, 40/50, dos serviços é isso que importa, que a gente sabe que as vezes não se tem condições de dá o suporte e a própria estrutura da unidade Central estava bem defasada né, a gente sabe, fazia muito tempo que não havia uma grande reforma e agora claro vai mudar de patamar e que bom que Farroupilha foi olhada pelo governo federal. Eu acho que é importante também citar que quando é mandado a nota para imprensa eu acho que pode se citar a origem do recurso, porque é feio, vai lá pedir e quando recebe não fala, se fosse do governo passado também teria que citar eu acho que isso é cordialidade. Então eu acho que fica uma dica. Por fim eu quero falar também do assunto do Instituto Federal que muitas vezes as coisas acontecem a gente não tem uma explicação, a gente não consegue compreender. Nós temos mais de 1.300 estudantes e é uma coisa extremamente simples, uma parada de ônibus e é uma preocupação porque ali tem estudantes com percentual, são estudantes do ensino médio que são menores de idade. Então é uma forma que a instituição prega pela segurança e como foi alocada aquela parada um pouco mais para baixo não havia necessidade. Então tem algumas medidas que talvez elas são tomadas por pressão do A ou do B e que elas não refletem no interesse coletivo. Aí nós poderíamos pegar uma balança, qual que é o interesse que se pensa? a segurança de 1.300 alunos ou o que está posto ali. Todo o negócio, todo empreendimento é importante, mas ali manter a parada onde que estava não ia mudar nada, não ia atrapalhar, muito pelo contrário, é um abrigo. Então é justa essa pauta, é válido de estar aqui e dizer: Não, mudem a parada de lugar. Quantas vezes precisa se despi um pouquinho das vaidades ou até o próprio Prefeito Jonas disse que ele vai fazer um mandato menos autoridade e mais serviço, mais prestação de serviço, alguma coisa nesse sentido. Então que bom, eu acho que que poderia agora o governo olhar, tirar aquela parada daquele lugar, botar de volta no lugar e tentar conversar, dialogar com o Instituto Federal, o Instituto é um parceiro de muito tempo do município inclusive todos os anos são feitas as formações pedagógicas lá no Instituto. Além disso o Instituto é parceiro do Mão Amiga, o DNA da Alma, outras instituições. Tem que sempre lembrar que ele é público, é gratuito e tem ensino de qualidade, tem ampliado, tem desenvolvido. Eu tenho sempre dito: nós precisamos estar mais próximos e o Instituto tem que estar mais próximo de nós. Uma mudança de uma parada causa um certo descontentamento assim com direito, nós estamos falando de mais de mil pessoas. Então dá para rever? Da, mas eu acho que às vezes tem que ser mais razão e menos emoção. Obrigado senhor Presidente.

PRES. JORGE CENCI: Obrigado vereador Juliano. Convido o partido do União Brasil para que faça uso da tribuna. Fara o uso da tribuna a vereadora Fernanda Correa.

VER. FERNANDA CORREA: Boa noite senhor presidente, colegas vereadoras, colegas vereadores, eu quero cumprimentar a todos que estão presentes aqui na nossa casa, a imprensa, os servidores dessa casa, a Rejane, a Mônica que eu vejo aqui, minhas amigas, o Bruno vou cumprimentar que já vem em todas as sessões que o nosso suplente a vereador do União Brasil e todos que estão nos acompanhando. Hoje eu me proponho a falar de tema que tem me chamado muita atenção que é a saúde mental. Hoje não só em Farroupilha, mas em todo o país a gente tem observado nas redes sociais e por meio da comunicação a quantidade de pessoas que estão tendo surtos é de toda a natureza, mental, emocional, psicótico, psicológico, a gente precisa falar urgentemente das doenças mentais, o que que tá acontecendo que tá causando tanto mal a nossa sociedade. O Dia Mundial da Saúde Mental é celebrado no dia 10 de outubro, mas a gente não pode deixar para falar nesse assunto só lá em outubro. No Brasil, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 12 milhões de pessoas sofrem de depressão, sendo a maior taxa da América Latina. E no mundo, uma em cada oito pessoas vive com algum tipo de transtorno mental, dados esses que segundo a OMS, cresceram desde a pandemia da covid-19. A Lei nº 10.216, de 6 de abril de 2001. Dispõe sobre a proteção e os direitos das pessoas portadoras de transtornos mentais e redireciona o modelo assistencial em saúde mental. E a Constituição Federal prevê que a saúde é um direito de todos e um dever do Estado. No entanto, grande parte dos pacientes não têm acesso ao tratamento adequado e a programas de acolhimento. O que pode levar ao agravamento do quadro. Nós temos também a Lei 14.819, de 16 de janeiro de 2024, institui a Política Nacional de Atenção Psicossocial nas comunidades escolares. Essa política tem como objetivo promover a saúde mental de todos os integrantes da comunidade escolar, incluindo: Alunos, Professores, e demais profissionais que atuam na escola, pais e responsáveis. Então a gente pode ver que por essa lei ser recente, eu volto no tema lá encima e pergunto: o que está acontecendo com a saúde mental das pessoas? Essa lei que entrou em vigor vai fazer um ano que ela está ativa. Eu trago uma reflexão aqui para vocês: Se aparecer uma “onça ou um tigre” no centro urbano, aqui na frente da Câmara colocando em risco as pessoas é feito um trabalho todo especial e cuidadoso para que? para sua captura e imobilização, mas preservando-o de maus tratos e evitando seu abate. E concordamos que está certo. Porque temos que preservar toda a espécie e inclusive a natureza. Minha pergunta é, porque quando um ser humano está em surto isto não acontece? Cabe-se ressaltar que não vale querer contrapor a ação da Brigada Militar, que certamente eu acredito que deve estar seguindo a orientação recebida, mas sim, chamar a atenção para a criação de uma equipe multidisciplinar treinada para essas ações, de modo que o ser em surto seja contido preservando sua integridade corporal e evitando o risco para familiares e pessoas que estejam próximas. Sabemos que os transtornos psiquiátricos melhoram quando existe um acompanhamento especializado, há vários estudos comprovando isso. Precisamos nos perguntar: Como está sendo trabalhado dentro do nosso município a Saúde Mental? Os nossos munícipes estão tendo atendimento adequado? E nas escolas municipais, está em prática a Lei 14.819? Eu acho que nós precisamos repensar as nossas atitudes e ter empatia com a dor do outro. Diante da minha preocupação eu protocolei um pedido de informação, para a administração municipal questionando algumas coisas e eu acho muito importante trazer esse assunto para câmara porque tem tantas notícias que está tendo na imprensa da abordagem das pessoas quando estão em surto e eu acho que a gente precisa debater isso e não esperar só lá em outubro para falar. Eu quero falar também aqui referente o assunto que a Fran trouxe, eu li aqui meio rápido, mas mediante essa análise aqui do pedido de intervenção para os vereadores referente a parada de ônibus parece ser uma bobagem, mas não é. A gente passou lá né Helber, meu assessor, a gente passou lá para ver o local desse dessa parada e realmente eu não concordo com a mudança que teve da parada, eu não entendi o porquê que foi trocado, se a remoção da parada foi para ajudar no estacionamento de uma empresa. Aqui a gente vê no ofício do diretor que a parada estava lá durante 15 anos e nunca deu um problema essa parada lá, por que que agora removeram a parada de lá. Eu penso que se é para beneficiar uma empresa eu quero me manifestar aqui que eu estou do lado da segurança dos alunos, dos professores, e demais pessoas que utilizam o transporte. Eu espero que a administração pública realmente tem um diálogo e dê um retorno, porque aqui no ofício foi tentado duas vezes né procurado explicações e o Instituto não teve. Então eu me manifesto aqui que eu estou do lado de vocês tá diretor. Obrigada senhor presidente, boa noite a todos.

PRES. JORGE CENCI: Obrigado vereadora Fernanda. Convido o partido Liberal PL para que faça uso da tribuna. Fara o uso da tribuna a vereadora Glaci Silvestrin.

VER. GLACI SILVESTRIN: Boa tarde senhor presidente, colegas vereadores e vereadoras, ao público aqui presente né, as pessoas que estão nos prestigiando nessa noite, aos funcionários da casa e a imprensa que aqui se encontram. Eu vou abordar um assunto que a Fernanda também abordou hoje. O assunto da Saúde Mental e emocional é um assunto que se aborda muito no mês de janeiro por ser o janeiro branco que a gente aborda a questão da Saúde Mental e emocional. Já que desde 2014 foi criado uma campanha. Escolhido o mês de janeiro por quê? Por ser o início do ano, uma nova página, que a gente possa escrever novas histórias durante o ano que se inicia associado ao recomeço e a uma folha em branco. Esse movimento tem como objetivo alertar para os cuidados com atenção que temos que ter com a saúde mental da população a partir da prevenção das doenças decorrentes do estresse incluindo transtornos como a depressão, ansiedade, pânico e outras tantas mais tem nesse problema que vem assolando a saúde mental. Esse movimento pretende conscientizar a respeito da importância que temos que ter com estratégias voltadas a políticas públicas voltadas a promoção da Saúde Mental emocional na sociedade, nas vidas das pessoas e nas instituições. A vida pede equilíbrio e pede mesmo, já que vivemos num mundo onde as mudanças são cada vez mais desafiadoras e aceleradas exigindo de nós novas habilidades, novos comportamentos, novos entendimentos, novas atitudes e muito equilíbrio para darmos conta de tudo isso. A vida moderna tem trazido inúmeras conquistas e também benefícios, mas ao mesmo tempo tem cobrado um preço muito alto de todos nós. A tecnologia vem sim para ajudar e muito, em muitas coisas, hoje se a gente quiser ter uma informação rápida basta a gente consultá-la no Google que a resposta vem bem rapidinho, é possível a gente conversar com pessoas de outros estados e país, fazendo uma vídeo chamada a gente consegue conversar com pessoas de muito longe, mas ao mesmo tempo distancia as de perto; porque se a gente for analisar na casa da gente nas famílias da gente muitas vezes na mesma casa o filho está no andar de cima, a mãe está no andar debaixo e estão lá se conversando por celular, está se extinguindo aquela roda do chimarrão. Não sei se tem alguém aqui que lembra, mas eu lembro por que venho de uma família grande onde os meus pais chamavam a gente para roda do Chimarrão, para gente falar sim dos problemas que tinha na família, para dividir as alegrias e as tristezas também, quando tinha alguma angústia a gente decidia isso na roda do chimarrão coisa que hoje já não tem muito nas famílias né. Eu sei que a pandemia veio e depois da pandemia a gente acabou ficando um pouco isolado, afastado, não se podia visitar uns com os outros né, então isso acabou criando certo isolamento entre as famílias, entre as amizades, acabou aquele ligar; vamos fazer um jogo de futebol na família, ou vamos se reunir, até tem, mas não é mais como anos atras. Nós seres humanos nós precisamos do contato físico, muitas vezes a gente pensa que ficar só no celular conversando, no celular escutando, assistindo algum vídeo, alguma coisa isso nos completa. Eu não sei vocês, mas eu preciso do contato físico, eu preciso conversar, olhar no olho das pessoas e sentir se a pessoa tá com algum problema e às vezes cabe a nós muitas vezes se a pessoa que tá com depressão não tem a liberdade de chegar e falar: eu estou precisando de ajuda. Eu trabalho na rede municipal, numa escola, então cabe a nós também seres humanos olhar mais para o próximo, senti o que o próximo tá sentindo; muitas vezes a gente vê uma pessoa triste se colocar à disposição e perguntar, hoje por que você está triste? O que aconteceu que hoje você tá diferente. Nós temos que ter um olhar também de olhar mais para o próximo, ter mais empatia, se colocar no lugar do outro, estender a mão para buscar ajuda e isso é um trabalho que não se faz singular é no coletivo, abraçar a causa todo mundo junto e achar uma alternativa. Saber ouvir, compreender quem sofre de algum transtorno, se sensibilizar, principalmente saber como ajudar. Esta campanha se espalhou pelo mundo e conseguiu envolver não só os profissionais da saúde, mas os profissionais da mídia, os cidadãos, as pessoas né e os demais profissionais, com esforço, sendo espontâneo, solidário e trabalhar o coletivo com o intuito que temos que ter de conscientizar as pessoas e a sociedade a respeito dos cuidados que todos devem ter com a saúde mental e emocional de cada um de nós e de cada cidadão que vive ao nosso meio. Mas daí nós perguntamos: como saber que alguém tá com algum problema? né eu diria olhar mais para o próximo, olhar mais o nosso redor, eu sei que a gente vivi no mundo onde a gente vive no mundo bastante acelerado né, é correr atrás da máquina, “Se correr o bicho pega e se ficar o bicho come”, falando bem curto e simples, mas a gente tem que olhar mais ao redor, as vezes a gente tem o nosso meio na nossa família pessoas que estão com depressão, normalmente a pessoa que tem depressão, ela tem um sorriso no rosto, ela nem demonstra que tá depressiva, mas às vezes a gente olha lá no fundo lá de vez em quando ela vai mostrar algum sinal de que ela tá com algum problema e que a gente tem que estender a mão e buscar a alternativa de como ajudar. É bem fácil as pessoas que tem depressão e que estão com algum distúrbio, algum transtorno elas tem mudança de humor repentinamente, ela se irrita facilmente, com qualquer coisa ela já tá irritada, ela tem dificuldade de se focar em tarefas bem simples de rotina do dia a dia, sono irregular, insônia, falta de concentração, tristeza, são coisas que a gente, que às vezes não sofre desse problema a gente pode observar no outro e estender a mão e buscar ajuda de profissionais especializados. Se a pessoa está sofrendo de algum tipo de transtorno pedir ajuda, se a pessoa não pede ajuda, oferecer ajuda, mostrar os caminhos porque hoje temos caminhos. Existem encaminhamentos através da Secretaria da Saúde, nos postos de saúde através do SUS que não tem custo nenhum, também existe através de convênio, através da medicina preventiva tem alguns convênios que que tem essa ajuda também. Eu estive falando com o secretário da saúde o Thiago Brambilla para que me informasse quais os dados de atendimento que Farroupilha teve nesse último ano e ele informou que no ano de 2024 tivemos 7.329 atendimentos, em psiquiatria, em média 610 munícipes atendidos mensalmente; e na psicologia com psicólogo tivemos 5.286 atendimentos, em média 440 pacientes por mês. Então sabemos que Farroupilha já avançou muito nessa questão e agora acredito que temos que avançar ainda mais, mas para quem viveu na minha época de adolescência eu lembro que naquela época já existia só que muitas vezes: “Há, tá só dormindo porque é preguiçoso”, ou “porque tem falta de vontade”, e não é, hoje a gente sabe que muitas vezes tudo isso são sintomas de pessoas que estão sofrendo de alguma forma, de algum transtorno. Então eu sei que Farroupilha tem muito avançar assim, mas também sei que Farroupilha já avançou muito nessa questão, a sociedade já tá entendendo que a depressão, ansiedade, o pânico, e outras tantas mais que tem que ficar citando um monte de transtornos né, mas que isso é uma doença sim e que tem que ser vista de perto, tem que ser levado a sério porque tá assolando não só o município, estado e o mundo inteiro. Que possamos então, deixo a mensagem final dizendo, que possamos nos engajar mais nesta campanha tendo mais empatia e nos colocando à disposição para ajudar, reforçando a importância de iniciativas como essa para construir uma sociedade mais consciente e resiliente. Era isso senhor presidente. Muito obrigada.

PRES. JORGE CENCI: Obrigado Vereadora Glaci. encerrado o espaço destinado ao grande expediente. Quero aproveitar aqui agradecer a presença da Emília, Verona, Jorge Werner, Guilden suplente de vereador, o Gabriel que nos visita também, o presidente do observatório social de Farroupilha o José Henrique Maganin, a Adriana e as nossas sempre vereadora e presidente dessa casa Maria da Glória Menegotto. Saúdo a todos vocês. Passamos ao espaço destinado ao pequeno expediente. A palavra está à disposição dos senhores vereadores. Com a palavra o Vereador Roque Severgnini.

VER. ROQUE SEVERGNINI: Senhor presidente, senhores vereadores, demais pessoas presentes, obrigado aí pela presença de todos. Eu quero começar pela questão da parada lá do IF, Leandro. No dia 11 de dezembro o Leandro me contactou sobre esse abrigo na parada de ônibus, no dia 13 eu comentei com o Gabrielli, no gabinete e no dia 17 a parada já estava recolocada; Detalhe que foi recolocado no lugar que não satisfez, não satisfez ali os usuários né por uma série de questões, por questões de segurança, por distância, enfim. Eu até comentei com o Leandro: bom, pelo menos alguma coisa se fez se recolocando novamente. conversei também com o gabinete do prefeito, pelo Gabrielli que a ideia era recolocá-la no local onde que ela foi retirada. Eu acho que aqui o vereador Joel é professor nosso nessa área, acho que ele pode dar uma explicação porque que isso aconteceu, enfim, o que isso pode ser feito, enfim, me parece que foi feito um estacionamento ali e aí suprimiu o abrigo da parada de ônibus. Eu acho que se tivesse tido uma conversa talvez com o instituto federal porque a parada não é do Instituto Federal, a parada é do cidadão, o Instituto Federal tá reivindicando porque está atingindo os alunos, mas ela é do bairro Cinquentenário, ela é das pessoas que por ali transita, as pessoas que vão no IF, as pessoas que vão nas empresas, trabalham nas industrias por aí enfim, utilizam desse espaço para tomar o ônibus ali, esperar a van, enfim, e principalmente dos alunos do Instituto Federal. Então acho que faltou dialogar por que ali se estabeleceu um empreendimento e naquele empreendimento tinha o abrigo de parada de ônibus no passeio e foi feito uma calçada e foi tirado o abrigo dali. Então acho que tem que ter uma explicação Argídio, tu que era secretário o porquê que foi feito isso, talvez essa explicação até possa nos convencer, mas eu acho que tem que ter uma explicação e acho que não é impossível de recolocá-lo no local adequadamente. Sinceramente acho por causa de um abrigo de ônibus chegar ao Ministério Público por causa de uma parada de ônibus, é realmente porque o diálogo estremeceu, porque não dá para ir lá no ministério público discutir a questão de um abrigo de ônibus, uma parada de ônibus né, isso aí numa canetada do secretário resolve o problema né vamos envolver o Ministério Público por uma parada de ônibus né, eu acho que tem que ter mais atitude e resolver. Senhor presidente eu queria levantar um assunto aqui que é em relação à saúde. Veja bem, nós temos uma lei nº 4.535/2019 aqui da câmara de vereadores que obriga a prefeitura para divulgar a lista espera das pessoas estão esperando ali para uma questão da Saúde, fisioterapia, consulta, cirurgias, exames do sistema público e tem pedido de pessoas querendo saber como está a situação da minha fisioterapia por exemplo. Tem uma menina de uns 7 meses que está há meses esperando, ela foi diagnosticada com autismo e ela tá esperando há meses fisioterapia, marcar a fisioterapia para ela, e a gente liga na Secretaria da Saúde e a Secretaria da Saúde diz que não dá para Informar dados por conta da lei geral de proteção de dados, a gente não tem como repassar a informação e tem uma lei que diz que tem que publicar lá a lista de espera. nós procuramos aqui através do Gelson nosso assessor, procuramos pelo pró-saúde, pelo portal de transparência da prefeitura em nenhum local está publicado absolutamente nada, nada, nada. por que que eu estou fazendo essa fala! por que eu acho que até no sentido de auxiliar a prefeitura, a secretaria municipal da saúde porque daqui a pouco tá tendo que dar muita explicação quando que só cumprir a lei que é aqui da câmara de vereadores, de uma vereadora da situação que fez a lei que é a vereadora Eleonora, a lei dela é de 2019, ela é do governo, é médica inclusive e a lei não tá funcionando, não tá sendo feito nada, não encontra em nenhum lugar; aliás encontra uma notícia lá de 2019 dizendo que a prefeitura ia publicar e não tem essa lista publicada da lista de espera. Então sugestão minha aqui como vereador de oposição, mas que quer o governo dê certo, quer que a população tenha acesso às informações, quer que haja transparência e porque é uma lei, é uma lei que está sendo desrespeitadas. Então pedir ao líder do governo aqui o vereador Davi que sempre tem demonstrado boa iniciativa ao diálogo pedir para que a secretaria de saúde, a Prefeitura Municipal, enfim, publique essa lista de espera. Tem aqui municípios como por exemplo, Santa Cruz do Sul, Canoas e Novo Hamburgo já publicam essas listas e é possível publicá-las mesmo preservando os dados das pessoas que a lei geral de proteção de dados permite divulgar com determinados critérios. Então que isso pudesse ser feito. Era isso senhor presidente. Obrigado.

PRES. JORGE CENCI: Obrigado Vereador Roque. Com a palavra o vereador Davi André de Almeida.

VER. DAVI DE ALMEIDA: Boa noite senhor presidente, senhores vereadores, senhoras vereadoras, todas as pessoas que já foram nominadas aqui no protocolo essa noite em especial ao nosso amigo polícia que está aqui hoje à noite também. Senhor presidente, eu fiquei aqui também de trazer um retorno para esta casa diante dos pedidos dos colegas em virtude de algumas solicitações aqui o retorno para vereadora Fran Bonaci sobre a questões das escolas né e também dos monitores para os alunos então no início desse ano. Eu já entreguei este retorno que a secretaria me forneceu para vereadora, mas só queria lembrar aqui que na sua fala ela pediu para lembrar de como está a questão dos monitores para as crianças especiais, vão ter os monitores, quantas crianças precisam de monitores e quantas terão. Então a resposta para até formalizar aqui nessa casa né, então é que não sabia precisar o quantitativo ainda de monitores haja vista que estava em um processo de licitação dos cuidadores especializados que são aqueles cuidadores que auxiliam os alunos é que não tem autonomia, precisam troca de fralda e outros cuidados né, mas que até o início das aulas então teria o quantitativo necessário e também passariam por treinamentos então e que esse pedido já estava sendo analisado aí pela secretaria de educação. Também traga o retorno aí ao Vereador Juliano Baumgarten sobre o pedido para então ir até o clube Santa Rita ver como é que estão as obras, enfim ali já solicitei ao secretário estão para me dar retorno. também já essa questão da parada né que traz esse assunto hoje aqui, bem frisou o colega Roque aqui, nós precisamos dialogar, então Leandro já coloquei para o nosso secretário de obras pedindo para ele que nos trouxesse alguma informação para essa casa; então com certeza assim que tiver o retorno, ele já me retornou dizendo que está à disposição a conversar aqui, mas diante do nosso trabalho aqui nesse momento eu não posso ouvi-lo, mas depois a gente vai estar entrando em contato. Com certeza vereador Roque, vamos ver com o secretário sobre essa lei o porque que não está sendo aplicado. Mas também senhor presidente quero aqui trazer a importância da data de hoje né em que nós damos o início a esta obra é tão grandiosa para Farroupilha que é a UBS de porte 5 aqui na nossa cidade, haja vista os avanços que nós fizemos aqui como saúde: o Caps-I foi uma entrega importantíssimo né, eu acho que a vereadora Fernanda traz uma temática muito importante para nós hoje aqui que a preocupação da Saúde Mental com as pessoas e eu vejo que então o CAPS I vem trazer uma boa resolutividade no tratamento para todas as pessoas. Haja vista dificuldade não só hoje nos adultos, mas as crianças também o quanto os professores têm tido essa dificuldade, também às vezes enfrentado fila para o tratamento ali no CAPS. Então vem essa solução de CAPS I. A unidade do industrial, a unidade do Primeiro de Maio, telemedicina, ou seja, fizemos vários avanços e agora com essa UBS de porte 5 vem trazer uma grande capacidade de atendimento para o nosso município haja vista que ela pode, Vereador Roque, atender até 500.000 pessoas, ou seja, é muita gente né e ali poderá se ter cinco equipes de estratégia de saúde da família, cinco equipes de odontologia, assim por diante, ou seja, é uma grande obra para nossa cidade haja vista que Farroupilha também é uma referência para 34 municípios né que também se direcionam para cá para ter o seu atendimento. Então eu vejo que é importante, eu acho que é importante esse recurso que vem do novo PAC, eu acho que independente do governo que esteja ali em Brasília precisam vir os recursos para nossa cidade é por causa desses recursos que nós podemos avançar, ou seja, uma obra de 6 milhões é o recurso que vem e precisamos aplicar e tenho a convicção que outros recursos virão. Só quero destacar aqui que é um projeto para Farroupilha e que Farroupilha e Porto Alegre são contemplados nesse momento todavia é um projeto e que são para 38 unidades dessas em todo o Brasil. Então aquilo que é bom eu acho que a gente tem que falar né e continuar cobrando, fiscalizando para que essa obra ela possa avançar; uma obra que se projeta senhor presidente em torno de 12 meses por aí então acredito que em pouco tempo nós já teremos o retorno e poderemos estar com uma grande unidade que é referência para o nosso interior, para os bairros de proximidade, eu acho que a gente avança muito na saúde nesse momento aqui na nossa Farroupilha. Quem ganha com certeza são todos os nossos munícipes então. Muito obrigado senhor presidente.

PRES. JORGE CENCI: Obrigado vereador Davi. Com a palavra o Vereador Calebe Coelho.

VER. CALEBE COELHO: Boa noite a todos. Gostaria de começar minha fala enviando meus pêsames a diretora Wanderléia pelo passamento do seu esposo seu Izidoro, acontecido agora à tarde, lamentamos demais por esse momento. Uma outra coisa que eu gostaria de falar é sobre o poder da rede social em todas as situações, em específico num caso de um rapaz que ele é Uber e ele transportou uma jovem na saída de um baile, essa jovem estava totalmente alcoolizada e ela pegou a foto dele colocou na rede social dizendo que ele havia estuprado e o rapaz começou a receber ameaça da facção, o rapaz foi até ela fez um vídeo em que ela explicou que ela estava bêbada, que ele não fez nada, e segundo consta ele ainda assim foi morto. Então nós temos que ter muito cuidado com a rede social. Outro detalhe importante que inclusive acontece na nossa cidade também, tem um vídeo que mostra um rapaz se filmando um senhor que tá na frente de uma farmácia pedindo doação, Ah eu preciso de fralda, e a pessoa dinheiro não dá, mas dá fralda, ele vai para algumas quadras dali e vende a fralda. O rapaz pergunta: mas eu preciso de mais! vem aqui, eu consigo, quantas tu quer? Eu consigo quantos tu quiser, ele consegue quantas fraldas ele quiser. O rapaz disse que ele ia então passar no outro dia conversar com ele para comprar mais fraldas. Tem o vídeo mostrando toda a cena. Não sei onde é, deve ser lá para cima e a gente pensa que não acontece. aqui Farroupilha perto da igreja tem uma loja que vende frutas e tem dois senhores que ficam na porta pedindo doação; As pessoas, algumas dão dinheiro, algumas não dão dinheiro, as que dão alimentos quando tem uma certa quantidade esses senhores vão até uma loja e vendem esse arroz, esse feijão, e a pessoa compra por um preço mais acessível. Então assim: acontece aqui, já foi feito a denúncia, o caso está com Delegado. Então a gente quer ajudar, Farroupilha e a solidária, mas a gente não quer ser tratado como trouxa, com aquela situação que eu já falei na rádio que uma pessoa me disse que tava passando fome, sábado tem que comer e domingo de manhã antes de ir para Bento nos parentes eu fui levar lá o ranchinho que eu tinha em casa, separamos umas coisas e ao chegar lá tinha churrasco, estava fazendo churrasco e tomando cervejinha na frente de casa. Então assim: ajudem, mas vamos procurar saber quem que a gente tá ajudando, se realmente a pessoa precisa, porque, quem que não se compadece; há não tem fralda para mim, ah não tem o que comer e aí tu vai lá. Não, dinheiro eu não dou. então assim, eu trabalho já bastante tempo com essa coisa de ajudar e a gente percebe que tem muita gente que abusa. Hoje de manhã de novo ali perto do Andreazza aquele rapaz que poderia tá trabalhando passa pela gente: senhor pode me ajudar com um real! Não, não posso, quer trabalhar? Deus abençoe o senhor. Sabe, faz aquele Deus abençoe como uma coisa assim. Não quer ajudar? Deus te abençoe. Sabe aquele olhar, Sabe. Sim, Deus abençoa quem trabalha, levanta cedo e procura né, não só ficando buscando as doações né. Outra coisa que eu gostaria de comentar, o pessoal também já sabe que eu estou nisso a quatro anos a nível de recolher o material reciclável que é vidro, tampinha, caixa de leite blister que é a embalagem do remédio, a cartela, aliás, eu vou tentar não falar mais blister, eu quero falar mais palavras em português né que a cartela de remédio, blister é lá para cima. Temos agora um novo local semanal também semanal que recolhe aqui em frente a Trombini passa ali do ladinho da Tramontina já pega a Rua Direita e já deixa então seus vidros, a cartela de remédios, pode deixar esponja, óleo parece que eles recolhem também e esse material vai ser encaminhado para a cooperativa PAZ e BEM de Caxias do Sul. Pilhas eles recolhem também, eletrônicos de pequeno porte; que que é eletrônico pequeno porte? não é geladeira, pode ser uma TV, pode ser um rádio, a pilha que sempre pergunta lá onde que a gente leva, a gente estava indicando o Sicredi e no dia do recolhimento eletrônico sim. Então muito importante essa atitude da Trombini e tomara que aconteça em mais empresas né porque nosso papel como cidadão cada um fazendo o que pode a gente consegue fazer uma vida melhor em todos os aspectos né. Então assim, fica o recado: que o nosso coração não endureça, não vire uma pedra, a gente continue ajudando, mas prestar atenção em quem a gente ajuda. Obrigado.

PRES. JORGE CENCI: Obrigado vereador Calebe. Com a palavra Vereador Cilonei Monteiro.

VER. CILONEI MONTEIRO: Boa noite Presidente, boa noite nobres vereadores, boa noite a casa, meu amigo Leandro que está na plateia, meu amigo, colega Jorge, polícia, Emília, Ivanir, nossa ex-vereadora Glória Menegotto sempre presente. Nosso município continua avançando então né amigos. Na área da saúde hoje a gente teve ali o início de obras o maior investimento e um prédio público da história de Farroupilha, mais de 6 milhões que serão investidos neste local, um total de mais ou menos em torno, mais de 1.200 metros quadrados de área construída com design inovador saindo daquela linha de caixa de fósforo, agora uma linha mais com vidros espelhados. Então parabéns aí a secretaria de planejamento pelo trabalho que está desenvolvendo até porque hoje o nosso município ele consta, com os maiores são o Burati e a Vila Esperança com 350 metros quadrados, então imagina esse posto que vai vir aí com 1.200 metros quadrados. Esse posto na área Central, vejam nobres vereadores, faz parte de dois, só Farroupilha e Porto Alegre que vai receber isso. Como disse o nobre Vereador Juliano, uma verba do presidente. Vai ser denominado porte 5. Eu pergunto para vocês aí o porquê Farroupilha foi escolhida? entre os municípios aí com maiores poderes ou por ser um município que está mais organizado aos demais? Acredito que seja isso né, ou que tenha projetos prontos também. Não há o que negar, a administração hoje para administração passada 2021/2024 sobre empregar os recursos do município, que vieram para o município de Farroupilha e do mesmo modo a gestão Jonas agora pela organização que está conseguindo fazer aí empregando esse dinheiro nos farroupilhenses né por isso que estamos recebendo esses recursos. Como isso mostra a constante evolução né que o nosso sistema de saúde está proporcionando aos farroupilhense; já nos últimos anos foi entregue o posto novo do bairro Primeiro de Maio, um novo posto no industrial com a gestão 2021/2024, e agora essa gestão 2025 com essa obra no novo posto. Então acho que podemos sim comemorar é uma grande obra que beneficiara nós farroupilhenses e daqui mais ou menos aí em torno de 12 meses está sendo entregue aí para comunidade. Era isso senhor presidente muito obrigado.

PRES. JORGE CENCI: Obrigado vereador Cilonei. Com a palavra Vereador Eleonora Broilo.

VER. ELEONORA BROILO: Boa noite novamente a todos. Eu não vou repetir o protocolo, já falei. Então eu quero apenas dizer que eu usei esse espaço em função do projeto que eu fiz sobre a transparência espera, esse é o nome inclusive do projeto, transparência na fila de espera. Eu agradeço vereador Roque por ter citado e falado no meu projeto. Na realidade ele deveria funcionar da seguinte maneira: eu não sei se ele se está acontecendo isso, mas o certo é a pessoa vai, vai para solicitar uma consulta, enfim, ela recebe protocolo, através desse número Vereador Roque ela teria acesso a todas as informações. Isso é o que consta no projeto, através do protocolo que deve consta o nome dela e o número do documento, ela tem acesso a tudo que ela precisar, ela tem acesso através desse protocolo. Eu não sei se está sendo feito isso ou não, realmente eu não sei, mas vou me informar e prometo que trago isso para vocês, mas de uma forma geral esse projeto sensibilidade de transformar tudo mais fácil, de facilitar as coisas para todos. Então eu prometo que eu trago isso para vocês. Obrigada.

PRES. JORGE CENCI:  Obrigado Vereador Eleonora. Com a palavra a vereadora Francyelle Bonaci.

VER. FRANCYELLE BONACI: Senhor presidente, obrigado. Eu queria na verdade só usar esse espaço para parabenizar a Fer pelo tema que ela abordou na tribuna e me solidarizar também, eu acho que é muito importante a gente falar sobre saúde mental porque é um tema sério precisa ser tratado urgentemente e como prioridade aqui na nossa cidade. Eu vi os dados que tu apresentou e também pesquisado sobre isso aqui no relatório do estado mental do mundo de 2023, então apontou que o Brasil está entre os cinco piores países e é o pior da América Latina para saúde mental. Eu lembrei Glória de quando a gente tava na campanha que a gente ouvia muitas pessoas falando sobre isso e também muitos servidores públicos né nos relatando da questão da sobrecarga, do cansaço extremo, muitas vezes também de assédio, de perseguição política no ambiente de trabalho. Então dito isso eu quero dizer que esse assunto deve ser abordado sim nessa casa e conte com o nosso mandato para isso. Obrigado senhor presidente.

PRES. JORGE CENCI:  Obrigado vereadora Francyelle. Com a palavra o Vereador Joel.

VER. JOEL CORREIA: Boa noite senhor presidente, boa noite colegas e a todos que nos acompanham. Falar aqui um pouquinho sobre a parada, não sobre a remoção, mas sobre a recolocação dela assim como citado vereador Roque, trabalhei neste departamento de trânsito que é responsável pela questão das paradas lá durante quatro anos, quase quatro anos né, sai na metade do ano passado. estive falando com o Leandro aí o diretor do Instituto, acredito que foi no início do ano né Leandro se não me falha a memória aqui sobre esta parada também. Falar um pouquinho aqui que as paradas de ônibus aqui no município, vereador Roque, tem muitas pessoas que reclamam delas né, mas o poder público sempre tenta achar um bom senso aí para que onde fique melhor para as pessoas que utilizam e também para as pessoas que têm elas de frente a seu estabelecimento, em sua casa. A gente já fez algumas mudanças aonde por exemplo um bairro aí o pessoal estava utilizando como ponto de drogas à noite, então a gente teve que tirar essa parada dali e colocar em outro local, falar com as pessoas e fazer a recolocação. Já tivemos lugares também que era um terreno baldio que a parada se encontrava bem onde ia ser a entrada do terreno, então tivemos que refazer a recolocação dela. Eu estava fora quando foi recolocado essa parada, estive lá falando com Leandro porque já havia uma solicitação do empreendedor ali que existe um empresário em frente ao Instituto e ele já havia feito a solicitação para retirar dessa parada e a recolocação em outro lugar porque ele queria fazer o passeio público e também ele solicitou os rebates do Cordão para fazer as entradas né, ele tem quatro portões lá então ele gostaria de fazer as entradas. Perante a lei é permitido que eles respeitem né as normas que é de 5 metros respeitando mais 5 metros e fazendo outro rebaixo; então era para isso que ele fez a solicitação lá, agora quando eu saí foi feita a recolocação. Enquanto eu estava lá eu sei que essa parada ela poderia ir para dois lugares porque ficar na frente da entrada ali do rebaixo não é não é viável porque ele colocou ali que poderia entrar caminhões, pode entrar veículos nessas entradas então não tem como deixar a parada de ônibus ali e é direito do comerciante, do estabelecimento de fazer esses rebates. mas que nem eu digo não foi da minha parte que estava lá já tinha saído então tem que conversar ali hoje com o secretário Matheus Paim também para entender como é que foi essa colocação, mas eu acredito que tenha sido muito dessa forma né. Então havia dois lugares na época que eu estava para ser colocado essa parada; uma que é onde ela está hoje e a outra então ela teria que ir pro outro lado que seria a Avenida dos Romeiros. Então acho que foi e acabou que se decidiu de colocar ali. Então eu acredito que a parada foi parar ali por este motivo tá Leandro. Enfim, a gente pode como o pastor Davi falou, estar conversando com o Matheus sobre o caso ter mais a informações, mas eu acredito como foi citada aqui o meu nome para falar sobre a parada mesmo eu não estando lá Vereador Roque, mas aí a gente. O que eu tenho de informações sobre isso é essa informação. Quando eu tava lá falei com o Leandro sobre a recolocação da parada, mas eu acho que a gente não chegou a fazer nada naquele tempo lá enquanto eu estava à frente, foi feito posterior. Mas, então o que eu tinha para falar era isso sobre a recolocação na parada. Gostaria de aproveitar o resto do espaço aqui para falar sobre uma lei sancionada hoje pelo Deputado Alceu que regulamenta, proíbe na verdade né o uso de aparelhos celulares nas escolas. Eu como pai acho isso muito importante porque as crianças de hoje em dia elas estão muito presa aos telefones e tem uma provação aí feita pelo uma pesquisa do gabinete Alceu que 86% dos Pais aprovam essa medida; eu como pai já proíbo meus filhos de levaram celular para escola né a não ser que tenha alguma atividade que os professores solicitam, mas acredito que essa lei vai dar um aporte aos professores tomarem medidas que acham necessário para que os alunos prestem mais atenção. E outra coisa também acho que vai coibir bastante seria o bullying nas escolas né que muito é utilizado o celular para fazer isso também. Então acredito que essa lei tem muita a somar, uma lei muito boa para todos. Eu acho que era isso Vereador, vereadores, colegas, todo mundo, falar só isso aí. Obrigado Presidente. Obrigado a todos.

PRES. JORGE CENCI: Obrigado Vereador Joel. Com a palavra vereador Clemente Valandro.

VER. CLEMENTE VALANDRO: Senhor presidente da Câmara, vereadores e vereadoras, funcionários da casa, imprensa, todos aqui presentes já mencionados, todos os que nos acompanham pelas redes sociais, o meu muito boa noite. O que eu quero falar hoje de noite vereadores, tanto a nossa região como Farroupilha a uns dois meses para cá começaram a safras; tanto pêssego, ameixa, mas o que mais predomina ainda nossa região tanto a Serra Gaúcha aqui a nossa região é uva. Praticamente semana passada e essa semana, praticamente toda a região começam a safra da uva. São mais ou menos esperados ali 700.000 toneladas de uva para este ano. A tecnologia chegou, mudou muito a nossa agricultura, começamos com aquela maquininha das costas e depois veio as máquinas motorizadas e depois os tratores e agora muito agricultores até com drones pulverizando as uvas e fruteiras. Mas o assunto que eu mais quero debater aqui hoje de noite é sobre os acidentes das máquinas agrícolas, não só com os tratores, tobatas e não só com as máquinas, com os equipamentos agrícolas; muitos acidentes ainda acontecendo. Nos anos anteriores já foram feitos muitos encontros com agricultores e várias entidades aqui do município alertando os perigos, mas os acidentes continuam e a maioria deles com graves consequências e sequelas às vezes para toda a vida, e muitos óbitos. Eu não quero aqui fazer um alarme, mais recentemente tivemos óbitos em Garibaldi, Alto Feliz, Caxias do Sul, inclusive muito amigo da nossa família esse óbito que teve agora em Caxias, um grande produtor de frutas e uvas. E aqui no nosso município também foi registrado num espaço curto, eu digo um espaço curto, mas questão de poucos anos, eu vou até mencionar ficar um alerta muito grande por que as coisas acontecem e logo assim na semana seguinte e fica esquecido. Olhem bem pessoal: nós tivemos óbitos em São Roque, Nossa Senhora da Salete, Monte Bérico, Vila Jansen, Caravaggio, Desvio Machado, Bohemia, linha Somacal, eu não vou aqui mencionar todas porque eu não tenho um registro, mas eu sei que teve mais localidades que teve óbitos com máquinas e equipamentos agrícolas. Então eu peço aqui como agricultor também um cuidado maior porque às vezes. A gente perdeu amigos que quem sabe uma horinha só de um mecânico teria salvado uma vida, uma fábrica de freio, sabe. Então imploro aos agricultores, agora nessa época de safra que tomem cuidado principalmente aqueles dias molhados. Eu sei que quando a gente quer colher a uva Argídio e agricultor que tá aqui do meu lado também, a gente tem aquela pressa, quer colher, o tempo atrapalhou e é nesse minuto, nesse segundo que às vezes acontece um acidente com as máquinas e a maioria desses acidentes são graves, deixam sequelas, a gente tem muitos amigos com sequelas aqui no nosso município; e como eu já falei! com muitos óbitos. Então eu diria assim: revisem sua máquina agora que estamos em safra, um pouquinho mais de paciência, cuidado, um segundo de cuidado pode salvar uma vida; eu diria que hoje um trator, uma máquina é praticamente um carro em alta velocidade. Por favor meus amigos agricultores, vamos ter mais cuidado nessa safra que passamos sem ter nenhum óbito e nenhum acidente. Muito obrigado.

PRES. JORGE CENCI: Obrigado Vereador Clemente. Passo a palavra ao Vereador Roque Severgnini como líder de bancada do PSB.

VER. ROQUE SEVERGNINI: Senhor presidente, eu quero parabenizar o vereador Valandro aí pela fala, eu acho que é muito importante essa recomendação, tem acontecido muitos acidentes com máquinas agrícolas. A gente teve participando de várias palestras aí inclusive que o Sintrafar promoveu no interior no ano passado em outros anos também e cada vez mais esse tema tem vindo a baila aí, e cada vez mais essa preocupação tem aumentado; Porque como tu disse: uma vez era com a máquina nas costas né, agora não tem mais ninguém todo mundo usa trator, todo mundo usa o Bug para tratar, os tanques e isso tem causado muito avanço na agricultura, mas por outro lado também tem ceifado algumas vidas. Então todo cuidado é pouco. Para ficar no tema da agricultura eu gostaria de reforçar aquilo que eu já conversei hoje à tarde com o secretário de agricultura Renan, sobre a questão das roçadas do interior, nós estamos agora no período de início da safra da Uva e a nossa uva ela é retirada dos seus pomares, enfim, dos seus parreirais e transportada com caminhões e agora vai começar a safra as estradas precisam ser roçadas também para facilitar o transporte dessa fruta. Eu peço aqui mais especificamente também para o morro do Ferri ali da linha Jacinto que tá difícil de passar ali inclusive, asfalto ali, mas o mato tomou conta aí da beira da estrada. Eu quero falar ainda sobre o projeto anti-granizo um projeto tá sendo discutido em nível Regional, nós debatemos aqui no ano passado alguma coisa e pouco andou, mas agora esse tema volta a ser pautado novamente na região; eu vejo aí o empenho dos secretários municipais, das prefeituras da região, o empenho também de Sindicatos patronais e de trabalhadores também pautando esse tema. É um tema que nesse período do ano ele vem muito a tona por quê? Porque é a época da colheita, a gente teve diversos problemas já com temporais e inclusive com granizo e tem-se notado que algumas empresas por iniciativa própria acabaram implantando esse sistema. A gente tem conhecimento por exemplo desses equipamentos anti-granizo que estão instalados em Santa Catarina, ali no Vale do Vinho na região de Videira e é um equipamento que foi instalado exatamente em consórcio regional, não é exclusivo de um município por que o custo é alto e teriam que ter vários, só que ali foi instalado pelo Estado de Santa Catarina, não foi pelo Município, me parece uma coisa até estranho o estado instalar alguma coisa, lá instala aqui ainda não, mas eu acho que o Estado do Rio Grande do Sul tá melhorando também, vai chegar lá também um dia. Eu acho que os municípios aqui fazendo a sua parte e principalmente tendo interesse de ir atrás e buscar informações e participar. Já falei com o secretário que eu gostaria de participar da próxima reunião que tiver em nome da frente parlamentar em defesa da agricultura porque eu creio que é o poder público municipal quem tem que buscar essas tecnologias de preço mais alto porque o agricultor hoje não tem condições de instalar um equipamento desses e esse equipamento eles têm capacidade de solucionar o problema de um raio de até 500 metros a partir da sua implantação. Agora veja bem; se você tem um equipamento desse implantado que por satélite ele dispara um sistema que é capaz de dissipar o granizo é obviamente que o efeito dele vai para mais do que 500 metros, não vai ficar num raio só de 500 metros e isso pode ajudar muito a agricultura, a agricultura nossa já é muito boa. Como eu disse aí antes sobre a questão do trânsito, Joel é o professor, aqui nós temos professores que são agricultores né, tem o Maurício, tem o Valandro que trabalha especificamente na agricultura, mas a todos os vereadores é dado a oportunidade e o interesse de buscar informações acerca dos temas.  A gente quer contribuir com isso, acho que é um projeto bom, espero que nós do município de Farroupilha possamos traçar um plano de investimento na nossa agricultura; investimento que eu digo não é a gente simplesmente fazer manutenção de estrada, isso é obrigação, a gente fazer investimento, por exemplo: esse anti-granizo é um investimento de curto, médio e longo prazo e os agricultores estão precisando de investimento. Era isso presidente. Muito obrigado.

PRES. JORGE CENCI: Obrigado Roque Severgnini. A palavra continua à disposição senhores vereadores. Com a palavra o vereador Argídio Schmitz.

VER. ARGÍDIO SCHMITZ: Boa noite Presidente, boa noite colegas vereadores, vereadoras, todos que estão presentes na casa citados no protocolo. Eu queria falar de um colega que faleceu sábado, Pedro Carlos Bergamo, filho de Ardelo Bergamo e Clarinda Brambilla Bergamo, de Nova Milano quarto distrito. Pedro Carlos Bergamo residia em Brasília já há vários anos. Representante comercial da Grendene. Deixou quatro filhos e a esposa. Tinha suas debilitações de saúde, teve implantes, transplantes de rins duas vezes e no sábado com uma pneumonia faleceu. Carlos Bergamo na época que esteve em Farroupilha ele representava muito bem o esporte na nossa cidade, jogou em vários clubes municipal, campeonatos municipais, Vasco da Gama que era da região dele. Então a família os meus sentimentos pela passagem de nosso amigo Pedro Carlos Bergamo. O pai dele foi vereador desta casa e ele chegou ser Vereador suplente também na década de 70; então os sentimentos a família. Eu queria falar também um pouco sobre os acidentes de tratores né Clemente; e eu me lembro muito bem uns dois anos atrás quando faleceu Wilson Broilo. Wilson Broilo foi lá no momento. Então um alerta aos agricultores para terem mais cuidado, mais cautela com as máquinas porque hoje tá complicado, todo mundo quer fazer nas pressas, o volume da produção é grande e tem dias que o tempo não ajuda; então um alerta a população a dos agricultores. Também na linha Amadeus eu estive presente no acidente lá eu vim logo após o acidente, então é terrível para família, qualquer perca é terrível para todos nós. Sobre roçadas de estrada Vereador Roque, eu estive a região do Caravagetto/São Roque e vi que fizeram; tem muito ainda para fazer sim, tem muito. Estive falando com o secretário Renan hoje de manhã também, então ele já tá partindo também a região do patrolamento na região do Caravagetto, eu vi que ele fez os trechos mais ruins ali na região de São Roque. Então as coisas estão acontecendo, temos 560/600 km de estrada de chão, mas vai ser feito sim nas ruas principais do nosso município. É isso senhor presidente.

PRES. JORGE CENCI: Obrigado vereador Argídio Schmitz. Com a palavra o Vereador Maurício Bellaver.

VER. MAURÍCIO BELLAVER: Boa noite senhor presidente, boa noite colegas vereadores, imprensa, assessoras. Falaram sobre o granizo, nosso problema maior dos agricultores, nós temos uma terra bem farta, boa, só que a porta de entrada dos temporais é o Rio Grande do Sul e isso é fato; então nós sempre estamos batendo que esse tal de temporal. Sim, seria uma coisa muito importante investir nesses anti-granizo, mas isso vai ser um mega projeto; então vai demorar muitos e muitos anos, eu acho. Desde que eu me conheço por agricultor esse granizo sempre tá incomodando. Teve as bombas que tinha que pedir licença para o exército, vinha o temporal, ligava para o Exército e mandava para cima que era perigoso de derrubar avião; essas foi proibido, mas tem papel, tem coisas que o município sim pode fazer para o anti-granizo, o produtor que quer fazer telamento, ajudar por construção dos telamento, botar Âncora, isso é fácil, botar uma máquina; tem muito muito agricultor que faz telamento, mas é um investimento muito alto, mas ele te dura 20/25 anos e o município pode te ajudar com as elétrons com a ancora, é coisas simples, mas que ajuda. As coberturas das parreiras que tem muita gente fazendo, botando lona também e município pode ajudar. Então ser produtor não é fácil, sempre tem uma ronha né. E os tais dos tratores, acidente que acontece com trator eu acho que tem que se cuidar o ano inteiro, mas o mais perigoso para mim como eu sou produtor é a época de tratamento, quando tu vai fazer tratamento; tu enche um tanque de 1.000 litros e tu tá andando com trator e a água fica balançando, uma hora tu vai se tu não cuidar, água impura, pode reparar que os acidentes mais graves é na saída do inverno. Quando que foi? foi em meados de outubro/novembro, e isso aí é a parte mais perigosa é o tratamento, o cara tá ali todo equipado, tem capa, tem capacete aí perde um pouco a visão; e o ponto mais que eu também cometo erro, mais erro que existe aí; o trator ele vem que nem um alto, tem a sua segurança o tal do Santo Antônio e o que que o cara faz? Eu, chegou o trator eu tiro o Santo Antônio. Então a gente também tem que olhar né. Mas cuidado tem que ter, acidente é acidente, acidente pode acontecer em qualquer lugar. Então é complicado o tal do acidente. Saúde mental: apoio a todos que falaram aí, todos que pensaram, eu já passei por isso, eu sou um estopim, eu tenho que me cuidar 24 horas que pode acontecer, sofro com bipolaridade. A minha família não nota, quem nota é os fora da minha família, a minha família convive comigo, se hoje eu amanheci com dor de barriga, a dor de barriga vai e vem né, mas em si a quem tá de fora. Também teria que treinar as pessoas nossa, o Jorge tá com uma depressão aí, deu depressão no Jorge sem dinheiro, exemplo, há, tu tá quebrado Jorge! Ai quebrou com o cara né, isso acontecia também.  Então as pessoas que convivem com quem que tem esses distúrbios aí tem que saber o que fala, as vezes deixa o cara falar, não fala nada, já fez uma grande coisa; deixa o cara que tá com problema de distúrbio aí deixa ele falar, às vezes se tu falares duas palavras tu quebrou com ele. Então eu apoio, mas eu só escuto que é o que eu sei fazer né e aprendi. Muito obrigado aí.

PRES. JORGE CENCI: Obrigado Vereador Maurício. A palavra continua à disposição de senhores vereadores. Com a palavra Vereador Juliano.

VER. JULIANO BAUMGARTEN: Senhor presidente, só quero registrar que nós vamos fazer uma reunião amanhã às 16:30 na sala de reuniões para formalizar o legislativo em ação, então é uma reunião bem breve, bem objetiva para depois a gente projetar e planejar as ações do 2025. Então os colegas que quiserem fazer parte! Eu conversei com alguns, já temos a representatividade e assim faremos amanhã seguindo o rito legislativo. Eu quero falar também sobre a questão que o meu colega vereador advogado Roque falou da legislação. Eu tenho um exemplo de uma legislação de minha autoria que é a lei 4.725 de 2022, que dispõe sobre a divulgação e obrigatoriedade da lista de espera de crianças por vagas nas EMEIS, ou seja, vaga de creche e educação infantil que é uma lei que está sendo colocado na prática basta acessar o site da prefeitura lá na aba da educação vai direcionar e lá o cidadão, munícipe que fez o cadastro vai colocar alguns dados, organizados de acordo com a LGPD e terá informação de como é que tá o processo da fila, ou seja, dá para colocar em prática, tem que querer. Então é uma pena né porque a gente vê que às vezes quanto é complexo a falta de uma informação, liga para um, liga para outro, passa para cá, chama o vereador, chama Fulano, ciclano, vai para rádio, vai para isso, vai para aquilo, quando uma mera informação bem direcionada faria diferença na vida dessas pessoas. Então é importante, e lei não se discute, se cumpre, porque quando seria o projeto que era a parte de debater teria que ter sido feito o Parlamento e o projeto ele foi aprovado de forma unânime, foi sancionado e é isso aí, agora tem que executar ou se o Prefeito não quer ele vai ter que mandar um outro projeto para câmara extinguindo, revogando aquela lei, mas fica claro então que é importante que seja colocada na prática, assim como por exemplo tem uma outra lei da minha autoria sobre a lista dos medicamentos em falta na rede básica não tá sendo colocada em prática, não lembro o número aqui mas fica uma indagação. Muitas vezes as pessoas vão até a farmácia popular e chega lá tá em falta o medicamento ou que acabou o lote, ou que tá vindo, mas enfim poderia se facilitar a gente tem a tecnologia e tem que lidar com ela e por que não fazer uma lista! Há, muitos vão dizer: mas tem pessoas que têm dificuldade no processo de inclusão digital! Tem, mas tem um vizinho, tem um avô, um neto, um parente, uma pessoa próxima que pode auxiliar. Por fim, o Joel comentou a sanção da lei de autoria do deputado Alceu Moreira, legal, bem bacana. Eu falava na legislatura passada e reitero: não importa a cor do gato desde que ele casse o rato, isso ai, não importa se é o deputado A, B ou C, o que importa que é uma lei útil e eu na condição de professor vivenciando sala de aula dá para se dizer enfaticamente com propriedade e causa que o maior problema da aprendizagem atual é o uso excessivo da tecnologia, uso excessivo; se fosse utilizado com a finalidade e o caráter pedagógico para fazer pesquisas, para acompanhamentos, ótimo, seria bom, só que não foi feito uma, não consegue condensa e saber o limite, o modo de parar, e muitas vezes o professor chama a atenção do aluno e o aluno não executa e falta o quê! falta o suporte para o docente que  é o que? a retaguarda, é a lei. Beleza, toda a lei ao mesmo tempo ela tem um benefício e um malefício, o malefício é a execução e a prática dela. Então por isso que a gente também tem um projeto nosso que tá tramitando e eu acho que o debate ele é salutar porque muitas vezes se nós fôssemos evoluídos em questão de educação como sociedade talvez não caberia um projeto, mas o assunto é tão complexo que países europeus como por exemplo: Holanda, que altos índices educacionais, autos índices de desenvolvimento humano que tiveram que puxar o freio de mão em relação ao uso do celular, que viram e isso eles mostraram que mais atrapalha do que ajuda. Então fica aqui o meu registro. Que bom que foi aprovado com mais de 5/6 anos tramitando e às vezes fica uma negação para o congresso Federal, tanto para o Senado como da Câmara dos Deputados; quando eles querem eles dão um jeito e quando eles não querem eles enrolam. E ai foi rápido antes tarde do que mais tarde, mas tá na hora dos deputados e senadores trabalharem mais para o nosso país que é uma vergonha.

PRES. JORGE CENCI: Obrigado Vereador Juliano. A palavra continua a disposição dos senhores vereadores. Encerrado o espaço do pequeno Expediente. Espaço do presidente pelo tempo 5 minutos. Quero novamente agradecer a presença de todos vocês, esqueci de citar o Zé Teodoro da Rádio Miriam que aqui também nos acompanha, parabenizar os vereadores pelos temas que trouxeram. Encaminhamento de proposições: as comissões de legislação justiça e redação orçamento e contas públicas os projetos de lei do executivo nº 01 e 03 de 2025, as comissões de legislação Justiça infraestrutura desenvolvimento e bem-estar o projeto de lei do executivo nº 02/2025. Nada mais a ser tratado nesta noite declaro encerrados os trabalhos da presente sessão ordinária. Obrigado a todos.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

JORGE CENCI

Vereador Presidente

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

DAVI ANDRÉ DE ALMEIDA

Vereador 1º Secretário

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

OBS: Gravação, digitação e revisão de atas: Assessoria Legislativa e Apoio Administrativo