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01/03/2024 02:12:40 - Farroupilha / RS
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Ata 4328 – 30/12/2023

SESSÃO ORDINÁRIA

 

Presidência: Sr. Maurício Bellaver.

 

Às 18h o senhor presidente vereador Mauricio Bellaver assume a direção dos trabalhos. Presentes os seguintes vereadores: Calebe Coelho, Clarice Baú, Cleonir Roque Severgnini, Davi André de Almeida, Edson Luiz Paesi, Eleonora Peters Broilo, Eurides Sutilli, Felipe Maioli, Gilberto do Amarante, Juliano Luiz Baumgarten, Marcelo Cislaghi Broilo, Thiago Pintos Brunet e Tiago Diord Ilha.

 

 

PRES. MAURÍCIO BELLAVER: Boa noite a todos. Declaro aberto os trabalhos da presente sessão ordinária. Dada a verificação do quórum informo a presença de 14 vereadores nesta sessão do dia 30 de outubro de 2023; ausente e com falta justificada o vereador Sandro Trevisan. Em aprovação as atas nº 4.314 de 11/9/23 e nº 4.315 de 12/9/23; aprovado por todos os vereadores. Solicitamos ao vereador Calebe Coelho, 1º secretário, para que proceda à leitura do expediente da secretaria.

 

EXPEDIENTE

 

1º SEC. CALEBE COELHO: Expediente de 30 de outubro de 2023. Ofícios – SMGG (Secretaria Municipal de Gestão e Governo): nº 218/2023 assunto: reposta ao pedido de informação nº 84/2023; nº 219/2023 assunto: reposta ao pedido de informação nº 85/2023; nº 220/2023 assunto: reposta ao pedido de informação nº 87/2023; nº 221/2023 assunto: reposta ao pedido de informação nº 88/2023; nº 222/2023 assunto: reposta ao pedido de informação nº 90/2023; nº 223/2023 assunto: reposta ao pedido de informação nº 91/2023; e nº 225/2023 assunto: Projetos de Lei. Comunicado – Administração Municipal de Farroupilha convida para a abertura da 32ª Feira do Livro de Farroupilha, que ocorrerá no dia 07/11/2023, às 19h15min, na Praça da Emancipação. Pedido de Informação nº 99/2023 de autoria do vereador Juliano Baumgarten – assunto: Solicita informações a respeito do espaço onde era a sede da ARFA. Pedidos de Providência de autoria do vereador Gilberto do Amarante: nº 233/2023 – assunto: recolhimento de entulhos; e nº 234/2023 – assunto: manutenção Estrada Linha Amizade.  Pedidos de Providência de autoria do vereador Juliano Baumgarten: nº 235/2023 – assunto: reforço de pintura de faixas de segurança; nº 238/2023 – assunto: manutenção na entrada Cooperativa Vitória e Milanês; nº 239/2023 – assunto: diversas ações no loteamento Vida Nova; e nº 240/2023 – assunto: conserto da rótula. Pedido de Providência nº 236/2023 de autoria do vereador Sandro Trevisan – assunto: demanda da vereadora por um dia Maria Terezinha Costa Slomp.  Pedido de Providência nº 237/2023 de autoria do vereador Marcelo Broilo – assunto: demanda do vereador por um dia Arthur Henrique Strassburguer. Indicação nº 75/2023 de autoria do vereador Juliano Baumgarten – assunto: demanda do vereador por um dia Felipe Weber Borino Antunes. Indicação nº 76/2023 de autoria do vereador Calebe Coelho – assunto: demanda do vereador por um dia João Vítor Moreira dos Santos. Indicação nº 77/2023 de autoria da vereadora Clarice Baú – assunto: demanda da vereadora por um dia Clara Ribeiro Dão Quimaia. Indicação nº 78/2023 de autoria do vereador Tiago Ilha – assunto: demanda da vereadora por um dia Pâmela da Cruz. Indicação nº 79/2023 de autoria do vereador Juliano Baumgarten – assunto: placas de identificação das árvores na Praça do Bairro Nova Vicenza. Obrigado.

PRES. MAURÍCIO BELLAVER: Obrigado vereador Calebe Coelho. Convido para fazerem parte da Mesa os senhores Gelson Leonardo Rech – reitor da UCS, Fernanda Francischini Schmitz – diretora do campus Farroupilha, para subir nas cadeiras aqui e o Paulo Dalzochio – ex-prefeito e Nelson Neumann – ex-presidente da CICS, que ficam sentados nas cadeiras aqui que logo chamaremos se precisar, para explanar sobre os 30 anos do campus da cidade e também do processo de regionalização da UCS.  A palavra está com os nossos convidados pelo tempo de até 30 minutos; 15 para cada um. Som na tribuna.

SRA. FERNANDA FRANCISCHINI SCHMITZ: Boa noite a todos. Ilustríssimo presidente da Câmara de Vereadores de Farroupilha senhor Maurício Bellaver na pessoa de quem cumprimento os demais vereadores da Casa, magnífico reitor professor doutor Gelson Leonardo Rech, nosso vice-reitor doutor Asdrubal Falavigna, o ex-prefeito Paulo Dalzochio, ao senhor Nelson Neumann – ex-presidente da CICS de Farroupilha, em seus nomes saúdo a todos as demais autoridades já mencionadas no protocolo, a imprensa e a todas as senhoras e senhores. Inicialmente agradeço aos senhores pela consideração que sempre demonstraram com a universidade, em especial ao campus de Farroupilha; faço uma menção especial aos vereadores Juliano Baumgartner e Roque Severgnini autores do requerimento para que se estivéssemos aqui essa noite e que foi aprovado pelas demais bancadas, nosso muito obrigado por essa deferência. Explanarei um pouco da nossa instituição, a Universidade de Caxias do Sul, em especial campus de Farroupilha. A UCS é uma instituição comunitária e regional que reinveste todos os seus recursos na pesquisa, inovação, ensino e extensão; tendo sido criada em 1967 e respeitando a sua vocação regional criou em 1993, entre outras, a unidade de Farroupilha que inicialmente era um núcleo universitário e que em 2015 passou à campus. Para que a UCS fosse instalada em Farroupilha houve a união das forças vivas do município em especial a prefeitura municipal da época com o seu prefeito, senhor Paulo Dalsóquio, e a Câmara de Indústria Comércio, Serviços e Agronegócios de Farroupilha, hoje representada pelo seu ex-presidente senhor Nelson Neumann. O campus de farroupilha, época núcleo, iniciou suas atividades em agosto de 1993, na rua 13 de maio, em tímidas 3 salas, um laboratório de informática e uma secretaria; sendo o seu primeiro diretor o saudoso professor Raul Bampi. Em agosto de 93 o então o núcleo de Farroupilha inicia suas atividades com a turma de administração e comércio exterior que teve como primeiro coordenador e professor o senhor Gilberto Galafassi. Em 97 o campus passou as suas instalações para o prédio próprio onde está até hoje em um terreno de 12.000 m2 e de área construída de cerca de 5.000 m2; este o prédio possui 21 salas de aula, três laboratórios educacionais e dois auditórios e um coworking. o antigo núcleo se transforma em 2015 em um campus universitário quando da direção do professor Celso Ferrarini, passando assim a ter mais autonomia e podendo ampliar suas atividades e cursos ofertados. aqui existe uma linha do tempo do que das ações principais das ações que marcaram né o campus nesses 30 anos. Durante esses 30 anos então formamos mais de 1.700 alunos em Farroupilha em diversos cursos de graduação, especialização e mestrado. Atuando em diferentes áreas do conhecimento desenvolve pesquisa, inovação, ensino e extensão; abriga projetos, estabelece convênios e, principalmente, acolhe e é acolhida pela comunidade. Atualmente o nosso campus conta com mais de 500 alunos e oferta de cursos de graduação, especializações e mestrado tanto profissional quanto acadêmico. Em Farroupilha são ofertados os cursos de graduação em administração, ciências contábeis, direito, gestão comercial, gestão em recursos humanos, marketing, gestão da produção industrial e gestão financeira, além de mais 18 cursos na modalidade a distância. Em se tratando de especializações atualmente o campus tem, em andamento, como presenciais tanto na área jurídica como na área contábil e diversas especializações a distância bem como tem disponibilizadas novas ofertas para o início do próximo ano. Então nós teremos várias ofertas de especialização a iniciarem no março/abril de 2024. No mestrado, além da turma já formada em ciências e matemática, temos em andamento engenharia de produção e outra em direito; sendo que prevista para mais uma turma em 2024 primeira turma na área de administração. O campus de Farroupilha oferta diversos cursos na modalidade de extensão, em convênio com as entidades como CICS e CDL e diretamente com empresas dos municípios e da região como Flores da Cunha, São Marcos e Antônio Prado; então não estamos somente em Farroupilha, mas também atuamos em outros municípios da região. O campus está presente em muitas ações do município também como a tradicional romaria de Caravaggio, a Fenakiwi, business to business, espetáculos gratuitos com a nossa orquestra sinfônica, startup weekend, entre outras ações do município. Com o poder público a parceria constante, hoje temos projetos entre prefeitura e o Instituto de Memória Histórica e Cultural – IMHC – na catalogação e guarda dos documentos do arquivo municipal; e diversos projetos entre o nosso Instituto de Saneamento Ambiental – ISAM – e a secretaria de urbanismo e meio ambiente como, por exemplo, o desenvolvimento do projeto com vistas a identificação da viabilidade técnica e financeira para o gerenciamento de resíduos sólidos urbanos. Ainda com o poder público temos diversas ações com a secretaria de saúde como aconteceu o ‘drive-thru’ das vacinas, atendimento, via instituto veterinário IHVET, de animais de grande porte ou silvestres, atendimento que somente a UCS na regão tem autorização para fazer. Bem como a secretaria de desenvolvimento econômico, turismo e inovação com ações voltadas a capacitação para profissionalização do turismo e a discussão de metas para inovação. No seu atendimento jurídico o campus, através dos alunos e professores do curso de direito, atende a comunidade hipossuficiente socialmente desde 2009 com ações judiciais e extrajudiciais que somam, em média atendimento contínuo de cerca de 200 processos ano e 500 atendimentos. o campus de farroupilha se vincula aos mais diversos conselhos e comitês da comunidade como o conselho municipal de educação, COMCIDADE, comitê municipal de acessibilidade, transforma Farroupilha, integra Farroupilha, grupo de trabalho educação CICS, COMAM, entre outros, o que demonstra o quanto a UCS respeita o sua vocação regional e o seu valor de senso comunitário e propósito de levar o desenvolvimento para as comunidades que está inserida. Enfim, cabe falar um pouco do futuro do nosso campus né e dizer que estamos lançando novas propostas educacionais como o UCS/digital, tivemos o lançamento esse ano né de dois cursos, mas temos a previsão de outros tantos no próximo; com o lançamento vários cursos na modalidade hibrida; o HUB da saúde, que isso está sendo desenvolvido para 2024; o desenvolvimento de projetos de inovação; a ampliação da pesquisa através dos novos cursos de mestrado e de especialização; com o lançamento de diversos cursos de graduação presencial e com o aumento das atividades de extensão. E assim, convidá-los para fazer parte deste novo ciclo da Universidade de Caxias do Sul em farroupilha. Muito obrigada. era essa apresentação que eu queria fazer, uma apresentação breve do campus de farroupilha. Temos outras tantas atividades, mas a gente pelo tempo que temos fizemos um resumo né das principais atividades e o que pretendemos então nos próximos não digo 30 anos, mas num futuro que quiçá seja bem produtivo e que ajude muito que colabore muito com Farroupilha como sempre tem colaborado. Muito obrigada.

  1. GELSON LEONARDO RECH: Boa tarde a todos. Uma honra estar aqui conversando com a comunidade de Farroupilha a qual os senhores e senhoras muito bem representam. Minha saudação ao presidente Maurício Bellaver aos vereadores proponentes deste momento Juliano Baumgarten, nosso egresso, e Roque Severgnini, também egresso, maravilha; quero saudar a professora Fernanda, nossa diretora, o nosso vice-reitor professor Asdrubal, médico, que inclusive atua aqui em Farroupilha, saudar cada vereador aqui cada vereadora pelo trabalho de vocês e pela oportunidade presidente de conversarmos. a professora, e as senhoras e senhores que estão aqui presentes e os que estão talvez nos assistindo, a professora Fernanda fez uma apresentação muito bem feita sobre a trajetória da nossa instituição aqui e eu quero fazer uma outra uma outra análise que o senhores me permitam vou usar talvez dois ou três minutinhos ainda da Fernanda. então primeiro agradecer a oportunidade de estarmos aqui, não é sempre que a academia vai ao legislativo para conversar. a nossa vinda caro ex-prefeito Paulo Dalsóchio e caro presidente da CICS, à época, Nelson Neumann, a nossa vinda ela não foi sem disputas ela não foi sem disputas. quem lê a história sabe que o município teve prós e contras, mas isso é a vida das comunidades onde nós fomos. a nossa universidade ela não veio para nenhum lugar não foi para nenhum lugar, dos 8 campi que ela tem, ela não foi nenhum lugar desses com o espírito expansionista de uma empresa comercial. quando nós temos uma empresa comercial cria-se uma estratégia para alargar as vendas, potencializar as vendas e ganhar mercado. A UCS não fez isso. Há 30 anos atrás quando se criou o projeto de regionalização da universidade o intuito era atender as necessidades das comunidades e as comunidades demandaram a participação da universidade. então nós fomos para as comunidades sem esse espírito expansionista, mas com o espírito de ajudar e aí fizemos essa história de 30 anos que dá para ver com algumas coisas apresentadas que de fato nós servimos a comunidade. Este foi o mote, não expansionismo. A segunda coisa que gostaria de deixar claro é que no Brasil existem quantas universidades senhoras e senhores, quantas universidades? Quantas? 300/500/1.000/2.000? Não. Só existem 203 universidades; as outras são instituições isoladas de ensino. Mas universidades só existem 203. E aqui é bem importante a gente falar nesse local sobre universidades. Universidades, 203, em três modalidades: as públicas, as privadas e as comunitárias. São três tipos que existem. As públicas são 53; de 203 menos 53 sobram 150. 150 distribuídas em 72 privadas com fins comerciais/privadas com fins lucrativos e 68 privadas sem fins lucrativos chamadas de comunitárias, como a UCS, reconhecida por lei federal em vai fazer 10 anos agora dia 12 de novembro; a lei das universidades comunitárias. E qual é o espírito dessas instituições espalhadas no Brasil; no Rio Grande do Sul tem 14, Santa Catarina tem 14, no Brasil tem 68. Estou dando alguns dados para entendermos aonde estamos. O espírito dessas instituições nascidas há 50/60/70 anos caro presidente caro vereadores era porque o Estado não se fez presente naquele local e as comunidades se organizaram. Foi assim que nasceu a UCS. como também não esteve presente muitos anos depois, nos anos 90, e as comunidades se organizaram e expandiram as suas universidades comunitárias como foi feito aqui em Farroupilha, como foi feito em Guaporé, Bento Gonçalves, Vacaria, e assim vai. Todo Estado sofreu esse mesmo fenômeno, as 14 universidades comunitárias do Estado nasceram das suas comunidades, sem fins lucrativos, para atender uma demanda de formação, de pesquisa e de desenvolvimento que elas de fato conseguiram com isto com a implantação dessas universidades e depois os municípios ao redor abraçaram também, criaram seus núcleos e depois viraram campi. Esse é um fenômeno do Estado inteiro, as universidades comunitárias são um patrimônio do povo gaúcho como são do povo catarinense, algumas universidades no Paraná e algumas poucas em Minas Gerais e São Paulo, alguma pequena lá em Pernambuco, Ceará e acabou. São patrimônios da comunidade. Para que que elas vieram? Para desenvolver as suas comunidades. Esse é um é um elemento muito importante. o reitor de uma universidade comunitária não leva nem a caneta para casa quando deixa de ser reitor, por quê? Porque também não divide nada de resultados com a sua equipe gestora, todos os recursos por lei devem ser reinvestidos na sua missão; e a missão a gente já conversou: é desenvolver. Esse é o espírito da universidade comunitária que veio que nasceu em Caxias que depois a gente pode dizer que nasceu aqui também a sua extensão gerada pela ausência, mas sobretudo pela vontade dessa comunidade de se desenvolver, e ela se desenvolveu muito bem. Portanto a Universidade de Caxias do Sul é uma universidade pública não estatal. Quando nos perguntam vocês são contras universidades federais? absolutamente não, absolutamente não por quê? Porque somos também pública não estatal, temos uma finalidade semelhante de desenvolvimento, não distribuímos os resultados e contrariamente somos né ou pelo menos questionamos a qualidade duvidosa de empresas meramente comerciais que emitem boletos e certificados. não sei quanto participam das suas comunidades, nós temos portas abertas aqui foi uma descrição da professora Fernanda, portas abertas para a comunidade, os professores são normalmente locais vão ao mercado fazem compra pagam os impostos vão na missa participam das comunidades são pessoas normalmente da localidade que vivem aqui. outras instituições são tão virtuais que tem pouca aderência a vida da comunidade. eu falo isso num tom de crítica? Talvez, mas muito mais para demarcar as diferenças senhores e talvez para nós pensarmos em perpetuar instituições deste perfil. Instituições comunitárias devem ter o apreço dos gestores por quê? Pelas entregas que fazem. Agora nós estamos em 2023 indo para o final do ano caros vereadores e o problema é que foi estabelecido ou que levou essa comunidade a ser organizar há 30 anos atrás não está resolvido; continuamos no Brasil e aqui na região nordeste do Estado com carências de formação. quanto por cento da população hoje 18 a 24 anos está estudando ensino superior para ajudar a desenvolver a sua comunidade. ensino superior é uma outra categoria de ensino; ensino superior trabalha com elementos dedutivos da racionalidade muito mais avançados que ensino médio, é um elemento o ensino superior o aspecto do empreendedorismo, da inovação e da pesquisa científica são trabalhados de forma muito mais aprofundada do que um simples exercício do ensino médio de ciências e isso o Brasil ainda está carente. dos 18 aos 24 anos só 17.7% da população estuda. Ainda há um espaço para formação do ensino superior que leva ao desenvolvimento. Claro, o empreendedorismo nato do ensaio e erro é fantástico a maioria das empresas são assim, mas a tecnologia de ponta, a informática, a nanotecnologia não é espontaneísmo é estudo profundo que precisa uma base do ensino superior para alavancar parques de ciência e tecnologia como, por exemplo, a UCS tem e disponibiliza. O país ainda está carente essa região está carente. Havia e há o plano governamental de 10 anos até 2024 colocar 30% da população dessa idade no ensino superior; estamos a 17.7 não chegamos aos 30; ou seja, por essas e por outras ensino superior ainda necessário. podemos dizer mais: 157% uma pessoa que tem ensino superior recebe a mais do que pessoas que não têm a oportunidade se a giganta; no Brasil é um caso muito específico de que quem tem ensino superior tem mais possibilidade de deslocamento social. ainda no Brasil é assim. Mas nós estamos longe é um país só com 21% da população com ensino superior. ainda estamos longe. Se vamos comparar a Rússia, Estados Unidos, Japão, esses países, Alemanha, nós estamos muito aquém; e se nós formos olhar o Rio Grande do Sul a gente sempre pensa que é um Estado pungente/forte nós somos trabalhadores, mas perdemos, por exemplo, por Pernambuco/Ceará. Perdemos. Senhores, precisamos ainda valorizar o ensino superior para sermos uma grande nação, nós estamos distantes sim, temos uma economia até pujante comparando os 200 e poucos países que existem; somos uma grande economia, mas não somos uma potência de inovação, não somos uma potência de pesquisa, não temos uma população letrada e aí a importância das universidades que vocês trouxeram que a comunidade trouxe. A importância das universidades comunitárias que foram criadas por quem vislumbrou que sem educação superior não há desenvolvimento a altura da necessidade. Para onde nós vamos? Para onde as comunidades quiserem por que nós não viemos fazer expropriação; sempre normalmente as terras são doadas os prédios são doados aonde em todos os locais onde nós estamos. Estamos muito abertos as demandas da comunidade, a solicitações, ao desenho estrutural e de processos da a nossa instituição. A nossa instituição no todo já formou mais de 125 mil pessoas. praticamente todos os professores da nossa região nordeste passaram pela nossa universidade; professores, formamos 25.000 professores, 25.000 professores. vocês ou os filhos de vocês foram alunos de algum professor que passou ou passou por uma escola normal que cria que gerava os professores de magistério, antigo magistério, ou os professores que fizeram ensino superior passaram formados há 10 anos atrás praticamente todos e a UCS é a uma das poucas universidades no Estado que mantém todas as licenciaturas abertas ainda para formação de professores. Eu agradeço novamente essa escuta qualificada de vocês e desejo que tenhamos uma sempre uma boa relação, estamos de portas abertas para conversar sobre as necessidades e fazer as melhores entregas porque nascemos para desenvolver as comunidades onde estamos é o nosso propósito. Muitíssimo obrigado a todos.

PRES. MAURÍCIO BELLAVER: Obrigado aos convidados. A palavra está à disposição dos vereadores pelo tempo de até três minutos para perguntas e questionamento e os convidados terão o mesmo tempo para respostas. A palavra está com o vereador Juliano Baumgarten.

VER. JULIANO BAUMGARTEN: Senhor presidente, colegas vereadoras e vereadores. um cumprimento especial nosso reitor Gelson Rech, a diretora do campus Fernanda Francischini; cumprimentar os cidadãos/cidadãs que se fazem presentes aqui nessa noite. Um cumprimento especial a imprensa – Leandro Adamatti, Zé Theodoro, Jorge Bruxel, Muller -, enfim, nosso vice-reitor também professor Asdrubal seja bem-vindo. quero primeiro fazer um lembrete né Adamatti, nós conversávamos na comemoração dos 30 anos junto ao campus e o Leandro disse ‘seria importante a Câmara o poder legislativo reconhecer o que que esta universidade construiu ao longo de três décadas e o que modificou e desenvolveu nas cidades’. por bem e de pronto nós fizemos o requerimento, o vereador Roque junto comigo, foi aprovado pelos meus colegas vereadores ao qual agradeço pela aprovação. E dizer que é importante sim, não existe uma sociedade desenvolvida sem educação e a gente sabe que ela vai muito além do básico, do ensino fundamental/do ensino médio e sim acima de tudo na questão que envolve o ensino superior que qualifica que abre o horizonte que dá nova possibilidades tranquilamente posso falar por ter sido acadêmico, egresso da Universidade de Caxias do Sul onde que passei um bom período ali, aprendi muito e hoje parte do desenvolvimento sem sombra de dúvidas da minha pessoa profissional é oriundo da universidade. Também referendar a luta repasse previsto na constituição estadual, se não me falha a memória agora é o artigo 201 da constituição estadual do Rio Grande do Sul, que lá fala que 0,5% do recurso que entra dos impostos devem ser destinados a universidades comunitárias; aquelas que o professor muito bem explicou que não é o fito o lucro, mas acima de tudo propriamente dito atender/prestar/devolver um trabalho para comunidade. Nós apoiamos fizemos duas moções sobre essa temática, também há o programa do governo do estado que não é suficiente, mas vai alçar vai possibilitar. E principalmente quando se fala na questão de educação a gente sabe que a curto, médio e longo prazo nós teremos uma escassez, falta de professores, por uma série de fatores. E uma das pautas é uma das bandeiras que nós defendemos aqui, e a necessidade. então eu quero primeiro parabenizar a instituição pelos 30 anos por todo o acolhimento por tudo que desenvolveu pela nossa cidade, agradecer por vocês estarem aqui isso faz a diferença. Por fim o meu questionamento é quais que são os próximos passos do campus aqui. E contem conosco. Muito obrigado.

PRES. MAURÍCIO BELLAVER: Obrigado vereador Juliano Baumgarten. A palavra está com nossos convidados por 3 minutos.

  1. GELSON LEONARDO RECH: Obrigado pelas palavras vereador Juliano. Sim, o senhor falou sobre o 0.5% que está previsto na Constituição. o governador do Estado está bastante ciente desta pleito e esse 0,5 reverterá em 400 a 500 bolsas integralmente para os alunos da região, inclusive para Farroupilha, 100% gratuitas; ensino superior para o curso inteiro se isso for cumprido. nós teremos reunião semana que vem com o governador ou com o vice-governador, segunda ou terça-feira, para fechar essa questão para ver se vai para o orçamento que será votado dia 9. 400 a 500 bolsas para nossa universidade e para outras 13 universidades também. Então isso vai dar uma modificação substancial a cada ano aumentando a possibilidade de acesso. O futuro da nossa instituição como eu disse depende também das necessidades da comunidade; se a comunidade apresenta demandas a gente se organiza, mas basicamente novos cursos, pelo menos mais 10 cursos chamados híbridos, pelo menos, mais cursos de mestrado que somos uma das poucas instituições no Rio Grande do Sul que oferece mestrado; na região praticamente agora tem o instituto federal e nós só que oferecemos mestrados. então aumento de mestrados que qualifica professores para as outras instituições inclusive de ensino superior. a ideia da inovação com o ‘coworking’ que foi criado com a prefeitura em convênio conosco; nós estamos trazendo cada vez mais, isso vale para todas as unidades da universidade cada vez mais a ideia da inovação e conectar os pesquisadores nossos com os problemas reais da comunidade, e ideias novas que possam levar ao desenvolvimento de produtos. a parte de ensino razoavelmente bem resolvida falta a ideia de produtos e de tecnologia que nós estamos trabalhando.

PRES. MAURÍCIO BELLAVER: Obrigado senhor Gelson. A palavra está com a vereadora Clarice Baú.

VER. CLARICE BAÚ: Boa noite Presidente. Boa noite colegas vereadores. Um boa noite especial para o nosso convidado aqui da UCS, que representam a UCS. E dizer que sim é com muito orgulho que a gente recebe vocês na nossa Casa até porque também né cursei dois – bacharel em Direito e também licenciatura plena em educação física -, minha filha também né bacharel em Direito inclusive uma das fotos ali era apareceu. Então na verdade é sim prioridade lá em casa a questão da educação; concordo que essa questão de que o ensino superior abre muitas portas/muitos caminhos né e qualifica até mesmo para a questão da inserção do mercado mais qualificado. porém eu entendo que e tem já pesquisas que 70% de alunos que saem de escola pública não ingressam no ensino superior por ‘n’ motivos né; porque precisam trabalhar cedo, precisam ajudar as famílias, não tem condições financeiras né para fazer um curso superior e acabam depois no mercado de trabalho não tão qualificados. a ideia então como profissional da área de educação nessa questão qual seria então aqui a possibilidade de chegarmos a um consenso de como fazer nas escolas públicas o que que está faltando para que se possa também dar a mesma oportunidade para esses alunos estar cursando o ensino superior, se qualificando, ou seria cursos técnicos ou cursos profissionalizantes; qual seria o melhor caminho já que nós temos porcentagem alta de alunos que não chegam a ingressar no ensino superior.

PRES. MAURÍCIO BELLAVER: Obrigado vereadora Clarice Baú. A palavra está com nossos convidados.

  1. GELSON LEONARDO RECH: Obrigado vereadora Clarice. Que bom que você estudou conosco e acho que um pouco do que eu falei talvez você tenha percebido nos teus anos o empenho da nossa instituição para o desenvolvimento. importante saber que 70% dos alunos que cursam a escola pública não entram na universidade, ou seja, só 30, é importante saber que 25% dos que entram no ensino médio não terminam o ensino médio. Isso é bem grave também. E também é importante saber que os que entram no ensino superior 46 a 60% conforme a região não termina o ensino superior também. por isso que eu dizia que é um é um problema sério ainda o ensino superior. e a sua pergunta é: qual é o caminho. Bom, é uma pergunta que vale um bilhão de dólares no mínimo a resposta a esta pergunta. talvez a gente possa ir para um caminho mediano não é a resposta plena. observando esses dados o MEC criou já há quase 20 anos cursos tecnológicos de 2 anos/2 anos e meio para que? para colocação rápida da pessoa no mercado de trabalho. então aqueles cursos de bacharelado de quatro/cinco anos que eram longos e tem essa desistência tão elevada de 46 a 60 foi pensado uma estratégia de que se ele for um curso menor e der empregabilidade talvez as pessoas concluam e depois descubra que é mais importante fazer uma pós-graduação ou retornar aos bancos. foi uma estratégia. em alguns países da Europa o ensino superior não é uma opção que as pessoas fazem, certo, é uma as pessoas também optam por cursos técnicos; Alemanha é um exemplo clássico, Suíça é um exemplo clássico, que optam por cursos técnicos e tem uma boa profissão e são felizes e tem uma renda também. É que lá a diferença da renda de um técnico para um superior é quase nada, aqui sim a diferença é grande até 157% então. Mas a política de base sempre vai ser essa da importância de estudar, mas não basta só dizer que é importante estudar que a educação é importante; é importante termos políticas de acesso e permanência por isso que a gente disse que nós não somos contra universidades federais. nós temos que dar mais oportunidades e não só ao acesso, a permanência; tem a dificuldade da alimentação, do transporte, dos livros. Então acho que o país deve fazer uma opção radical para o ensino superior como, por exemplo Finlândia, e companhia.

PRES. MAURÍCIO BELLAVER: Obrigado nosso convidado Gelson Rech. A palavra está com a vereador Kiko Paesi.

VER. EDSON PAESI: Boa noite senhor presidente, colegas de legislativo, imprensa, público que nos acompanha, servidores da Casa, especial aos nossos convidados dessa noite reitor Gelson, vice-reitor Asdrubal e diretora Fernanda. também sou egresso da UCS, professor formado pela UCS, minha primeira licenciatura filosofia, e numa outra oportunidade a professora Fernanda esteve aqui e eu lembrei com saudades de grandes mestres que tive o prazer de ter Aldo Migot, Décio Bombassaro, saudoso Lino Casagrande, o ex-reitor Evaldo, professor Hidalgo, meu orientador também Vanderlei Carbonara, orientador de monografia. E eu tenho muito carinho para UCS, depois fiz uma segunda licenciatura por uma outra instituição, e realmente temos aqui professores formados pela UCS; o vereador Juliano, professor, também a pouco falou sobre a preocupação com as licenciaturas e o senhor disse que a UCS ainda faz um esforço em manter todas as suas licenciaturas em aberto. Eu quero citar, corrija-me se estou errado, acho que a frase é de Kant ‘que o conhecimento enquanto indivíduo ele é finito porque o indivíduo é perecível, mas enquanto sociedade/humanidade ele é infinito’. e Augusto Comte também deve ter dito que ‘cada vez mais somos governados pelos mortos né’. Minha preocupação é a mesa do professor Juliano: qual é o futuro das licenciaturas? Obrigado.

PRES. MAURÍCIO BELLAVER: Obrigado vereador Kiko Paesi. Com a palavra nossos convidados.

  1. GELSON LEONARDO RECH: Obrigado Vereador Kiko Paesi. Lhe conheci esses dias, fiquei bem feliz de conhecê-lo, o senhor fez um dos cursos mais importantes na nossa instituição. A medicina é um curso importantíssimo, mas o senhor fez filosofia que é um curso que ajuda a pensar; e não é fazer uma defesa da filosofia absolutamente porque talvez as pessoas até sejam avessas, mas é bem importante que a nossa matriz cultural senhores, senhor presidente, a nossa matriz cultural nosso pensamento ocidental ele tem base filosófica greco-romana, muito greco-romana, e que é uma base de pensamento e que é o pensamento crítico. Nós nos descolamos do mito e nos descolamos de sincretismos quando elevamos o pensamento crítico que é a dedução lógica das coisas a partir de evidências e argumentos. pois bem, então primeiro essa referência de que nós mantemos ainda uma licenciatura em filosofia, que é uma disciplina obrigatória na educação básica, então nós temos isso. O futuro das licenciaturas professor eu diria assim, eu não serei derrotista, ele é promissor. eu estou observando um movimento que vem não talvez pelo agrado que a licenciatura ou a mesma, ensino superior nos causa, mas pelo medo do apagão; há um medo da sociedade inteira ficar ignorante, não ter mais professores para os seus filhos. Eu mesmo tenho um filho de 11 anos e uma filha de 3 e preocupo com os professores que fazem pedagogia totalmente a distância, por exemplo, e nunca pisaram numa sala para fazer um estágio. se vou colocar meu filho lá? Não, eu não colocarei. Então este medo do apagão não só pela péssima qualidade, mas pela ausência de candidatos tá fazendo com que os governos se organizem e oferecem bolsas; está ali o ‘professor do amanhã’, está aí o 0,5%, outras políticas que os estados e municípios estão desenvolvendo né para que aconteça a procura. 30 segundos. Meu raciocínio ficou prejudicado, mas tudo certo. Então eu vejo com otimismo que o país senão por entendimento, mas por medo e por pela ausência depois dos professores está se reorganizando. e nós mantemos então aberta porque a gente observa que vai acontecer essa procura. e se tem uma coisa que transforma a gente é o conhecimento.

PRES. MAURÍCIO BELLAVER: Obrigado ao nosso convidado Gelson Rech. A palavra está com a vereadora Eleonora Broilo.

VER. ELEONORA BROILO: Boa noite a todos, em especial a doutora Fernanda e ao senhor Gelson e de modo muito especial eu quero cumprimentar o doutor Falavigna, a quem eu tenho um especial respeito e muito orgulho de ser sua amiga. durante 18 anos, míseros 18 anos, trabalhei no Hospital Geral através da UCS/Caxias do Sul com alunos né, alunos, doutorandos e residentes. Nós, eu tinha as três classes estudando comigo né trabalhava na porta da emergência onde a gente aceitava os pacientes, determinava para onde eles iam é isso que nós fazíamos. aprendi muito, muito, muito, muito. Às vezes as pessoas me perguntam ‘ah, a senhora tem esse tino, essa, isso é pela experiência de 30 anos?’ eu digo: ‘não, isso não é pela experiência de 30 anos isso é pelo que eu aprendi onde eu trabalhei’. Bem, isso foi apenas para entrada no que eu queria falar: considerando que a UCS de uma maneira geral sempre teve os pés no presente os olhos no futuro eu gostaria muito de saber se a UCS/Farroupilha tem intenção de abrir outros cursos que vá abranger outras as áreas como as biológicas, por exemplo. Obrigado.

PRES. MAURÍCIO BELLAVER: Obrigado vereadora Eleonora Broilo. A palavra está com os nossos convidados.

  1. GELSON LEONARDO RECH: Muito obrigado vereadora Eleonora. Eu trabalhei no Hospital Geral 7 anos, fui um dos primeiros funcionários a ser contratado pela universidade para inaugurar o hospital, inclusive comecei dia 16/12/1997 e o hospital foi inaugurado dia 19/3/98 e organizamos as equipes lá e bem me lembro da senhora. sendo bem rápido a resposta é sim; a professora deu um destaque rapidamente né, falaste Fernanda que nós estamos criando em vários, várias cidades onde nós estamos o que a gente chama de ‘hubs’. É um conjunto de cursos que a gente leva para aquela comunidade onde os primeiros dois anos se faz na comunidade e os outros dois anos ou um ano ou três anos se complementa na sede. E é o que nós vamos fazer aqui. os primeiros dois anos dos cursos da área biológicas serão feitos aqui e depois como tem uma proximidade e precisamos laboratórios e os laboratórios não são baratos então a gente vai fazer esse deslocamento. Essa é a estratégia e agora estamos vendo o momento certo de iniciar; se é o ano que vem, se é na metade, se é no 2025. precisamos reorganizar as matrizes curriculares. Mas sim os cursos da área da saúde né, especialmente, e biológicas estão no nosso radar. sobre o Hospital Geral que sempre a UCS cuidou até hoje né, 25 anos de Hospital Geral, ele está entre os 10 melhores hospitais do país, isso é bem importante, gestão da universidade. como nós temos a maior escola de ensino médio da região Nordeste e a maior rede de rádios educativas do Estado. Esses são os patrimônios da comunidade que são vocês. se hoje é UCS é primeira em inovação entre as 150 universidades entre as privadas e comunitárias primeiro lugar em inovação no Brasil, a 8ª melhor em pesquisa, a 6ª melhor em ensino, e entre todas as 203 cidades é a 2ª melhor em empreendedorismo isso é um patrimônio de quem passou por lá e das comunidades que ainda acolhem a universidade.

PRES. MAURÍCIO BELLAVER: Obrigado nosso convidado Gelson Rech. A palavra está com a palavra a vereador Marcelo Broilo.

VER. MARCELO BROILO: Obrigado senhor presidente. Boa noite colegas vereadores. Agradecer a presença dos nossos convidados, a imprensa através dos nossos amigos Leandro, Jorge, Zé Theodoro, vi o Muller antes por aí também e em nome do senhor Renato quero cumprimentar a todos que se fazem presente nesta Casa e também nas mídias sociais. Bom, antes de mais nada também quero dizer lá no ano de 2.000 também me formei com grande privilégio na UCS em administração de empresas, minha filha Marcela em educação física, fez pós também, e agora a Milena faz fisioterapia na UCS também. Então gratidão mesmo. e aonde eu vejo que a UCS está inserida em qualquer projeto na cidade, enfim, nossa região, é sinônimo de respeito e qualidade então parabéns, vida longa e muito obrigado. se me permitam então gostaria de fazer para a diretora Fernanda uma pergunta: se já tem estipulado ou definido quais cursos de especialização para o início de 2024; e para o senhor Gelson então, reitor, duas perguntinhas rápidas: o que a pandemia trouxe de aprendizado e não só isso, mas de adaptação da universidade e na questão o senhor comentou que perdemos em relação aos estados de Pernambuco e Ceará, eu gostaria de entender um pouquinho mais haja vista que na minha avaliação o Rio Grande do Sul juntamente com Santa Catarina detém mais de 40% das universidades comunitárias. Então qual o quesito que faz toda essa diferença pensando na pujança de somente esses dois estados da região sul; com certeza os estados não têm essa quantidade de universidade. só para entender a qual fica o grato aí pela atenção. muito obrigado.

PRES. MAURÍCIO BELLAVER: Obrigado vereador Marcelo Broilo. A palavra com nossos convidados.

SRA. FERNANDA FRANCISCHINI SCHMITZ: Bom, vereador Marcelo então a universidade tem previsão de iniciar o campus de Farroupilha no início de 2.024 cursos de especialização na área de direito do trabalho, na área de nutrição e envelhecimento também já está programado, nós temos um outro curso na área de gestão de projetos; esses três nos primeiros três meses/quatro meses de 2024 né. então os que já estão prontos, enfim, né já sendo já disponibilizados inclusive já estão no site da universidade. na área da saúde – nutrição e envelhecimento, na área de gestão de projetos e na área de direito isso até abril. A partir de maio nós temos então outros que nós vamos programar, mas ainda estão sendo discutidos em razão das demandas porque a gente sempre oferta esses cursos de especialização pelas demandas que a gente recebe do próprio município né, então esses três. E nós temos também a ideia de abril, a partir de abril, o curso de mestrado em administração; a primeira turma em Farroupilha na área de mestrado em administração.

  1. GELSON LEONARDO RECH: Vereador Marcelo, obrigado pelas suas colocações. Que bom saber também que o senhor é um egresso da nossa instituição; todos os ingressos da UCS nós chamamos ‘alumini’, são egressos, é uma expressão latina alumini. vocês podem acessar o site existem benefícios específicos para os alumini e que pena eu me esqueci de trazer um botão específico alumini, mas a gente vai mandar para a professora Fernanda para entregar para vocês tá. muito obrigado. sobre aprendizados da pandemia como as instituições em geral todos aprendemos que devemos acelerar a transformação digital, que é inclusive uma das sete diretrizes da nossa instituição: transformação digital. Fomos a segunda universidade no Brasil, perdão, no Rio Grande do Sul a retomar as aulas uma semana depois porque estávamos preparados para isso; é um caso emblemático. sobre a pesquisa das universidades comunitárias em comparação talvez tenha me expressado mal, mas vou lhe dizer aqui então de forma correta. 51% das pesquisas de Santa Catarina são desenvolvidas pelas 14 universidades comunitárias; as pesquisas no Rio Grande do Sul ainda nós não fechamos os dados, mas estima-se que 55% de toda a pesquisa do Rio Grande do Sul vem das universidades comunitárias, as 14 que temos também, e a nossa é a maior universidade de todas as 14 em número de alunos e assim vai. é uma novamente é um patrimônio dessa comunidade né, ela tem aqueles rankings que eu falei antes e ainda é a maior de todas as comunitárias. outra coisa sobre a diferença eu me expressava sobre o IDEB. O IDEB que é o Índice de Desenvolvimento Educacional do Brasil aponta 5.8 para o Rio Grande do Sul enquanto para alguns estados do Nordeste, agora exatamente eu não sei se é o Ceará ou Pernambuco, acima de 6: 6.2/6.8 ou qualquer coisa assim. isso. então nós estamos no ensino básico muito aquém de outros Estados, perdemos para Santa Catarina, por exemplo, né; agora o ensino superior no Rio Grande do Sul tem essa característica de termos a pesquisa também muito forte e ser a responsável pela por boa parte da inovação. praticamente todas as universidades comunitárias tem parques tecnológicos, por exemplo, né e isso faz toda a diferença; como todas as universidades de Santa Catarina tem seus parques tecnológicos também.

PRES. MAURÍCIO BELLAVER: Obrigado nossos convidados. A palavra está com o vereador Gilberto do Amarante.

VER. GILBERTO DO AMARANTE: Obrigado presidente. Obrigado vereadores e vereadoras, aos nossos convidados aqui em especial da UCS, a nossa imprensa, os que estão aqui nessa Casa. Quero, quero, eu estava escutando aqui o Gelson falar da evolução da educação e da falta né em momentos da ausência do poder público; me faz pensar na questão dos empresários ou pessoas que estão na ativa hoje que muitos vieram há 50/60 anos atrás dos seminários né que era mais ausente ainda o Estado né. inclusive aí depois que surgiu as universidades públicas e também de forma sem fins lucrativos que é o caso da UCS. claro que nós ainda temos somos de um país aonde nós cidadãos somos imediatistas né e queremos tudo muito rápido inclusive ganhar dinheiro muito rápido, que as coisas aconteçam muito rápido, que a educação seja muito rápido, mas entendemos sim que a educação ela precisa de tempo, tempo para aprender para captar o ensino. como aqui foi citado a região Nordeste que em Sobral recentemente nós estávamos numa reunião do parlamento onde um grupo de aqui da região professores e secretários de municípios foram para lá para tentar entender por que que o IDEB o ensino lá é diferenciado do restante do país. Mas por outro lado nós temos as nossas universidades e os alunos que estudam né muitos aqui da Serra principalmente eles têm que trabalhar, trabalhar durante o dia e estudar à noite e aí eles também perdem o espaço na competitividade de mestrados/doutorados. como fazermos entender de uma forma geral aos nossos governantes também de entender a necessidade de ter mais bolsas né de repente para que esses alunos possam a fazer o ensino de forma contemplada né sem ter o segundo turno que é o trabalho. e uma outra questão: é como nós também fazermos com essas poucas pessoas que conseguem doutorado/mestrado no ápice da educação permanecer aqui no país né porque muitos desses alunos se formam com muito além de ser poucos e ainda vão morar fora do país por falta até de incentivo ou oportunidades aqui no nosso país. muito obrigado.

PRES. MAURÍCIO BELLAVER: Obrigado vereador Amarante. A palavra está com nossas convidados.

  1. GELSON LEONARDO RECH: Vereador Gilberto, muito obrigado pelas colocações. a ausência do poder público há 50/60/70 anos, que é um pouco a nossa história, ela não foi em todas as cidades do Estado obviamente né; existiam instituições aqui e acolá, mas as distâncias eram muito grandes, por exemplo, Santa Maria/Porto Alegre/Pelotas eram os 3 núcleos de universidades federais. e depois nessas ausências nesses espaços livres foram se alastrando e de fato nos anos 90, final dos anos 90 início dos anos 2000, houve uma explosão do ensino privado por autorização federal – legislações federais permitiram. Porque todo ensino superior no Brasil é uma concessão do governo e o governo nos anos 2000 liberou deixou menos regulado/menos exigente a abertura de ensino de curso superior por isso que nós vemos essa vimos/vemos essa explosão; a partir dos anos 2000 o governo liberou um conjunto de regramentos. é bem importante dizer que a nossa instituição tem 28 cursos de mestrado e doutorado vereador e forma muitos mestres e doutores. isso é um percentual do Brasil que não chega a 1% da população com mestrado e doutorado; e de fato o mestrado/doutorado te abre para ser professor universitário ou te alavanca para a empresa onde você está, mas também é o destino internacional por que? porque os mestrados e doutorados eles já tem conexões internacionais durante o período de estudos e os outros países valorizam realmente as boas cabeças. Eu me recordo aqui 1970 nós importamos professores da Rússia para a UCS, vários professores, porque ainda nós não tínhamos mestres e doutores; nós tivemos que qualificar os professores que só tinham graduação que estavam dando aula e a gente concedeu horários/tempos para eles e bolsas para os nossos próprios professores, computadores, para serem mestres e doutores. hoje está mais ou menos equilibrado isso. a sua pergunta vai: o que fazer para reter essas mentes como incentivar mais a questão dos alunos que são trabalhadores. Sim, nossos alunos são alunos trabalhadores: trabalham para estudar não estudam para trabalhar; trabalham para poder estudar. Isso é uma realidade no país inteiro não é aqui só. Mas para ser breve, respeitando o tempo, o FIES é uma política que deveria ser reestudada reapresentada porque foi um período de aplicação do FIES nos últimos 10 anos que permitiu uma grande massa de pessoas poderem concluir ensino superior. então novamente voltamos para a ideia de políticas de Estado certo, políticas de estado como bons países europeus cito de novo Finlândia porque conheço né onde lá um professor, por exemplo, recebe praticamente o que recebe um médico por que valorizam né profundamente, sem falar Coreia e assim vai. Então políticas de fixação e de acesso como FIES né para nossos alunos. E PORUNI também é uma outra política governamental que também deve continuar a existir.

PRES. MAURÍCIO BELLAVER: Obrigado nosso convidado Gelson Rech. E a palavra está com o vereador Roque Severgnini.

VER. ROQUE SEVERGNINI: Magnifico reitor Gelson Rech, diretora Fernanda Francischini é um prazer recebê-los aqui nessa Casa. Senhores e senhoras vereadores, demais presentes, a nossa imprensa. Eu tenho uma opinião e acho que a prática é a realidades fática da Universidade de Caxias do Sul, eu fiz dois cursos um de gestão pública e um de direito na UCS, mas em todos o que se percebe?  A UCS tem uma grande estrutura e todas as aulas todas as vezes tu entras numa sala de aula existem uma sala enorme sobrando um monte de espaço e o professor dando aula. Então o que que eu entendo na minha opinião o estudo, sim, a regulamentação da educação deve vir do ente público né deve ser o setor público que regulamenta, enfim, de certa forma a questão da educação; agora veja bem eu não acho que o governo tanto federal, estadual ou municipal tem que construir prédios, não acho que tem que construir universidades, subir prédios, paredes, estruturas físicas. Eu acho que o governo deveria de comprar vagas nas universidades. por exemplo, você imagina se o governo federal resolvesse comprar vagas da Universidade de Caxias do Sul, da UCS, e ofertar ao invés de estar se preocupando em construir uma universidade/construir um prédio compra vagas. olha quanta vaga você consegue comprar com o dinheiro que você vai investir num prédio. então a minha opinião eu acho que nós poderemos possibilitar muito mais né vagas públicas para pessoas que precisam dessas oportunidades porque eu acho que é uma questão de oportunidade né; todos nós nascemos iguais, mas as oportunidades são diferentes. Então acho que aquela camada social que não consegue chegar a uma faculdade/uma universidade, cursar um curso superior por dificuldade financeira o Estado tem complementar obviamente, mas ele pode comprar vagas nas universidades comunitárias/universidade privada também e daí você poder ofertar e melhorar inclusive o acesso a um ensino superior. porque ao meu ver o governo não tem que dar incentivos, por exemplo, para comprar automóvel, o governo tem que dar incentivo para fazer boas estradas; o governo não tem que dar incentivo para construir prédios universitários o governo tem que dar incentivo para ter acesso à universidade. Porque a educação, a saúde, etc. são bens comuns e são esses bens que têm que ter a presença do Estado. Então eu tenho essa opinião que nós deveríamos de propiciar que fosse comprado vagas nas universidades porque você pode aproveitar a estrutura física e a estrutura de material humano também presente hoje nos nas universidades, enfim, que estão aí na nossa região e etc. E também eu gostaria só de frisar, para concluir, que a universidade de Caxias do Sul, a nossa UCS, temo nosso núcleo aqui de Farroupilha muito bem dirigido pela professora Fernanda Francischini e que sem dúvida nenhuma marcou um divisor de águas para nossa cidade; ela ter vindo para Farroupilha ainda que tenha causado algumas polemicas a época, mas também ela essa polêmica essa discussão toda alicerçou ainda mais a presença da UCS aqui e se fez valer ainda mais essa necessidade de termos a universidade aqui. era isso senhor presidente, senhores vereadores e convidados.

PRES. MAURÍCIO BELLAVER: Obrigado vereador Roque Severino. A palavra com nossas convidados.

  1. GELSON LEONARDO RECH: Obrigado vereador Roque, e bom saber que o senhor também é egresso da nossa instituição. Obrigado também por usar a expressão ‘a nossa UCS’ isso só nos engrandece e faz com que trabalhemos com mais ardor para o desenvolvimento de Farroupilha e região. De fato, nós marcamos diferença com 1.700 pessoas formadas aqui com a professora Fernanda falou, isso modifica bastante. Sobre a regulação as políticas de educação devem ser discutidas com a sociedade não feitas em gabinetes; tem que ouvir as comunidades, isso talvez nós teríamos outras estratégias e outras estruturas. e quanto à questão de comprar vagas a UCS já escreveu para o governo federal/para o governo estadual que nós estamos dispostos porque é mais barato comprar vagas né, estamos dispostos com a nossa estrutura; hoje nós temos 50% de ociosidade das salas de aula, 50% das salas estão ansiosas. então nós já oferecemos e escrevemos, oficializamos o governo federal, e todas as universidades comunitárias praticamente fizeram isso; e ao governo estadual o grupo dos 14 reitores nos reunimos com o governador em algum momento do ano passado e apresentamos também essa ideia de ofertarmos as nossas estruturas. então eu concordo sim que as estruturas estão ociosas e devemos ocupá-las. E aí volto a ideia de que temos que discutir com a sociedade civil organizada o que que é melhor onde é melhor investir os nossos recursos sempre.

PRES. MAURÍCIO BELLAVER: Obrigado nosso convidado Gerson Rech. Com a palavra o vereador Thiago Brunet.

VER. THIAGO BRUNET: Boa noite senhor presidente, colegas vereadores, imprensa, doutor Asdrubal obrigado pela sua presença aí meu colega médico aí que tá sempre também a sua presença ali no Hospital São Carlos e isso engrandece o nosso hospital essa parceria com a UCS, já gostaria de agradecer. Eu não sou da região da Serra sou natural de Livramento e acabei fazendo né o meu curso de medicina lá em Pelotas; como bem o professor falava antes o reitor falava antes a questão Santa Maria, Porto Alegre e Pelotas. E de uns anos para cá a UCS tem-se ‘adonado’ desse nicho né com muita tecnologia com muito trabalho com muito incentivo; importante estar presente na comunidade como bem o senhor nos comentou aqui. Agradecer a Fernanda e agradecer o tempo que vocês hoje estão nos dando tá porque trouxeram para nós o que há de melhor não é verdade senhores vereadores; muitas vezes a gente convida as empresas aqui e não vem o que dê melhor a empresa tem. aqui nós temos aqui o reitor, o vice-reitor, nossa diretora que fomos parceiro em 2018 quando fui presidente dessa Casa de fazer as comunidades escutar, essa Casa escutar as comunidades e aí nós levamos a Câmara até as comunidades e a UCS foi nossa parceira sendo lá dentro da UCS fazendo também algumas sessões ordinárias lá dentro. então foi bem importante isso e queria aproveitar esse tempo para agradecer. E tem algumas coisas que eu tenho certeza que nós não vamos melhorar enquanto não melhorar aquela pergunta de um bilhão, que é verdade né vale um bilhão, mas enquanto nós tiver 16 milhões de analfabetos puros e mais 36 milhões de analfabetos funcionais nós estamos lá na origem fazendo com que 50 milhões de brasileiros não tenham sequer condições de entrar numa universidade. Então essa não é a resposta é claro porque a resposta é muito mais complexa, mas isso é igualdade de oportunidades não de resultados Roque, também concordo, mas nós temos que dar igualdade de oportunidade para as pessoas e essa é uma questão social que vai muito além. Mas eu fico chateado eu fico triste muitas vezes no nosso país quando, por exemplo, a gente tem aí médicos cubanos; nada contra os nossos colegas cubanos, mas infelizmente vem de lá muitas vezes os piores médicos. enquanto vem os piores de outros países e outras profissões nós, os melhores nossos, muitas vezes saem. Os melhores nossos muitas vezes estão lá na Europa, muitas vezes estão na China, muitas vezes estão nas indústrias de ponta; brasileiros formados aqui e que hoje fazem sucesso no Brasil. Cara o brasileiro é muito inteligente o brasileiro é ele tem algo a ser estudado inclusive porque com todas as condições com toda o problema de saneamento básico que eu tenho certeza que está diretamente envolvido com educação nós conseguimos nos destacar em todas as áreas no mundo todo. mas eu não vejo o contrário, eu não vejo, nós as nossas universidades chamando o que o senhor falou, Gelson Rech, que fez na década de 90 chamando russos muitas vezes para dar aula e a minha pergunta é isso aí. tem hoje né, eu sei que vocês hoje estão assim a frente do grafeno fazendo parceria e sinergismo com os chineses inclusive, tem um escritório ali na UCS, que é importante que é importante esse sinergismo essas parcerias, mas minha pergunta é: hoje quantos professores são de outros países? são alemães, são italianos e que vem aqui nos importar conhecimento para nos trazer conhecimento para os nossos alunos; e se existe dentro da universidade uma forma assim de daqui a pouco ter mais professores de outros lugares do mundo para que a gente possa ter mais acesso ao conhecimento. Muito obrigado e desculpa pelo tempo senhor presidente.

PRES. MAURÍCIO BELLAVER: Obrigado vereador Thiago Brunet. Com a palavra nossos convidados.

  1. GELSON LEONARDO RECH: Eu tô gostando dessa conversa; não sei se as pessoas estão cansando, mas é uma oportunidade muito ímpar de nós nos explicarmos. Obrigado doutor Thiago, vereador Thiago pelas colocações. São tantas coisas. nós temos sete diretrizes: uma diretriz eu falei antes transformação digital, outra diretriz é internacionalização. Internacionalização é a vinda de professores e a ida de nossos professores para outros países como de alunos, mobilidade acadêmica. Hoje nós temos cerca de 60 alunos de várias partes do mundo estudando conosco certo; hoje nós temos cerca de 30 professores estrangeiros trabalhando conosco e hoje a nossa mobilidade no Estado do Rio Grande do Sul é uma das maiores entre as universidades comunitárias. hoje nós temos cerca de 100 professores nossos que vão e vem em vários países fruto das pesquisas e dos programas de mestrado e doutorado. tô arredondando os números aqui é um pouquinho mais um pouquinho menos é isso daí. 60 em 67 países estão os nossos egressos, os nossos alumini, nós já mapeamos; quem se formou na UCS nós localizamos por um processo que estão em 67 países fazendo a diferença, bem formados. falando de medicina nosso curso agora recebeu mais uma um incentivo do nosso conselho diretor nós estamos investindo ainda mais o curso de medicina para deixá-lo de fato na posição que ele já está que é um dos melhores do país; nosso curso de medicina é um dos melhores do país. tem um ranking de 50/60 cursos nós estamos lá dentro e de muitos que existem. O senhor também falou do grafeno eu já vou deixar aqui o convite, são tantas frentes hoje nós temos 270 linhas de pesquisa e 70 grupos de pesquisa; linhas de pesquisa 270 e 70 grupos de pesquisa. são 300 professores conectados com a pesquisa dos 850 que nós temos. isso não é pouca coisa é muito significativo. e nós temos a feira do grafeno do senhor presidente dia 13 e 14 de novembro, agora daqui uns dias, várias autoridades, o governador, deputados, foram convidados, presidentes de Câmara também foram convidados, os senhores estão convidados, empresários. a expectativa são 12.000 pessoas para ver 28 estandes diferentes onde se usa nanotecnologia. Então estão convidados e obrigado pelas colocações.

PRES. MAURÍCIO BELLAVER: Obrigado ao nosso convidado Gelson. A palavra está com o vereador Tiago Ilha.

VER. TIAGO ILHA: Senhor presidente, nossos convidados, nosso querido reitor, as pessoas que aqui estão presentes também e nas suas casas vejam só como a importância da nossa universidade né. se fizéssemos uma pesquisa aqui boa parte dos vereadores inclusive este né também são egressos da universidade. Inclusive a Universidade de Caxias do Sul ela mudou a história da minha vida né através da minha primeira formação no momento totalmente improvável e difícil daquele momento da minha vida foi a universidade que abriu os horizontes para o mercado de trabalho e através desses horizontes pude fazer a minha pós-graduação depois fiz mais uma outra pós-graduação no Rio de Janeiro e voltei fazer um mestrado na universidade. Não terminei meu mestrado, mas oriundo da forma de pensar do meu mestrado na universidade, estava indo para o segundo ano, nasceu a minha empresa; que há 2 anos e 8 meses atrás reitor era um projeto do meu mestrado e hoje 2 anos e 8 meses depois ela emprega 50 funcionários na nossa cidade, ela já vende em três países diferentes e se tornou uma das principais marcas de facas artesanais/luxo do Brasil. E nasceu onde? Numa forma de pensar minha através da oportunidade que a instituição me deu naquele momento de começar a minha tese três vezes; na terceira a professora doutora Janaína disse para mim assim “Tiago, então por que você não faça algo real”. A doutora Janaína inclusive é aqui de Farroupilha ela disse então faça uma coisa real. Aí eu falei: não, mas se eu fazer real eu quero fazer um e-commerce então e testar o comportamento do consumidor na internet. Pois bem, criei o e-commerce ‘bolicho virtual’ na época e desse e-commerce que virou a Facas BV, hoje a nossa empresa que já é um ‘case’ de sucesso né na nossa cidade e na nossa região. E foi não terminei meu mestrado que pretendo terminar, mas foi lá e quem sabe agora aqui em Farroupilha né professora, mas que sem dúvida nenhuma eu percebo e cada cantinho da universidade marcou essa história que é de vida né quando fiz a minha primeira formação quanto essa história do meu mestrado; então cada canto daquela universidade né daquela cidade universitária faz parte da minha vida. então eu quero deixar aqui como questionamento, primeiro fazer esse reconhecimento instituição na condição sua do nosso reitor atual, qual é o grande projeto da universidade para área ambiental da Serra Gaúcha; sustentabilidade reitor.

PRES. MAURÍCIO BELLAVER: Obrigado vereador Tiago Ilha. A palavra está com o nosso convidado.

  1. GELSON LEONARDO RECH: Obrigado vereador Tiago, mais um egresso. eu dizia antes que nossos os professores eles são das comunidades, a Janaína Macke ela vai ao mercado ela existe na cidade não é virtual então gera a economia e são também talentos da comunidade. A UCS emprega hoje no seu conjunto 3400 pessoas, por exemplo. Mas vamos lá eu gostaria de frisar aqui a importância do ensino superior e o exemplo do vereador Tiago aqui ele avança um pouquinho. eu preciso falar de um ponto de vista de que eu vivo, quem faz o ensino superior avança nas qualidades mentais e na capacidade de entendimento do mundo e na capacidade inclusive de intervenção no mundo. Diferente de quando nós somos do ensino fundamental a nossa capacidade de intervenção no mundo é muito limitada. Nós aprendemos a nos comunicar, comer, aprendemos as regras sociais, noções de ciência certo. Quando nós vamos para o ensino superior nós temos a capacidade e o aprendizado para desenvolver uma habilidade/uma competência para intervir no mundo, mas quando nós vamos para o mestrado e doutorado e são acadêmicos que falam, eu não vou falar de facas seu Tiago, vou falar da academia; quando nós entramos nesse limiar do mestrado entramos no doutorado nós desenvolvemos uma capacidade de observação, de análise e de desenvolvimento até de produtos como o senhor mesmo sem terminar já conseguiu avançar. Isto é uma universidade. Universidade faz ensino que muitas instituições que não são universidade fazem, faz pesquisa que só universidades e grandes centros do mundo fazem, faz inovação e faz a extensão que é a ação com a comunidade; só universidades fazem isso. Os senhores veem que eu sou um defensor de um modelo de universidade que beneficia o mundo e não só enriquece a si. Mas a sua pergunta é para onde vamos né, qual o grande projeto da UCS? Aqui nós passaríamos horas, mas vou dizer só um projeto que espero que Farroupilha assine inclusive; não sei se já chegou aos senhores, mas foi enviado as autoridades, é um projeto de resíduos urbanos que a UCS desenvolveu. Desenvolveu um processo que transforma o resíduo urbano e transforma o resíduo urbano em 5 produtos um deles é o hidrogênio certo. Os 32 municípios do CISGA, se não estou enganado são 32, nós entregamos documentações fizemos a primeira fase já. A primeira fase foi tida como perfeita, cientificamente resolveu o problema gerou em ambiente laboratorial… Me permita mais dois minutos? Ok. Em nível laboratorial os resultados foram espetaculares e os municípios participaram, Farroupilha participou. A segunda fase nós estamos começando agora e aí ainda só 6 municípios responderam para nós. E o Estado do Rio Grande do Sul já concedeu uma licença prévia de utilização, coisa raríssima porque o cuidado com os dejetos o lixo urbano isso é um problema mundial e nós conseguimos criar esse processo e agora precisamos criar uma máquina que não é mais de tamanho laboratorial já é tamanho industrial para 70 toneladas/dia. Então nós temos um grandioso projeto de resíduos urbanos, esse é o nome do projeto, que se os municípios não vierem nós iremos procurar indústrias e empresas que ficarão bilionárias e serão vendidas essas licenças para os municípios. Esse é um grandioso projeto as sete chaves, nós não apresentamos os detalhes, mas apresentamos todos os resultados para todos os prefeitos do CISGA e agora queremos ver se vão para a segunda etapa. é um é uma é um como é que a gente diz isso é uma é um furo de reportagem, um ‘spoiler’.

PRES. MAURÍCIO BELLAVER: Muito obrigado Gelson Rech. Mais alguém quer fazer uso da palavra. Se nenhum vereador quiser mais fazer uso da palavra passo a palavra aos nossos convidados com suas considerações finais.

SRA. FERNANDA FRANCISCHINI SCHMITZ: Então eu gostaria de agradecer novamente né essa oportunidade de conversarmos de apresentarmos um pouco daquilo que o campus de Farroupilha faz e fez durante esses 30 anos, um pouco da nossa história, e também a oportunidade do nosso reitor falar dos nossos projetos e do nosso futuro. esse acolhimento que a Câmara de Vereadores sempre teve com o campus de Farroupilha muito nos honra, já havia comentado isso com alguns dos vereadores, e nos colocamos então à disposição para sempre que quiserem conversar com a gente e tiverem alguma demanda a porta do campus de Farroupilha está sempre aberta. E quero desejar então uma boa noite a todos e passo a palavra então ao professor Gelson.

  1. GELSON LEONARDO RECH: Senhor presidente, senhores vereadores, comunidade que aqui está e os que estão à distância muito obrigado pela oportunidade de nos expressarmos e mostrarmos o que que é a universidade comunitária que é de todos. Se uma frase que eu gostaria que ficasse é que essa universidade é um patrimônio da comunidade tá; não pode nem ser vendida por quê? Porque ela tem que continuar com a sua missão. se um dia nós cessarmos as atividades deve voltar para um ente que continue essa atividade de desenvolvimento social a partir do conhecimento, isso é bem importante. Agradeço as pessoas que fizeram a história: ao presidente da CIC, ex-presidente da CIC, ao ex-prefeito e a todos da comunidade que abraçam nossa universidade. Eu quero fazer uma entrega aqui senhor presidente, eu vou pedir para o Asdrubal trazer para nós aqui, Asdrúbal, nós temos um vinho de 55 anos da UCS; nós vamos fazer 57. Esse vinho foi e aqui vai dar inveja para os vereadores agora, é bom ser presidente né, esse vinho foi feito eu vou entregar e a gente fala do vinho depois pode ser tá. Vamos entregar juntos né. Então esse vinho aí agora o presidente vai ter um baita problema, é uma garrafa italiana e o principal é que são três uvas: cabernet franc, merlot e petit verdot; são três uvas de castas plantadas e pasmem 1927 foram plantadas as primeiras uvas viníferas do Brasil em Flores da Cunha. As primeiras uvas viníferas cabernet franc e merlot foram plantadas em Flores da Cunha. Nós pegamos e produzimos um vinho que tem essa origem da colonização italiana dessas cepas bem antigas para comemorar a nossa história, e na vinícola rio-grandense exatamente que hoje é aonde tem a vinícola argenta muito bem doutora Eleonora. Mas mais uma vez muitíssimo obrigado pela escuta qualificada de todos vocês e pela oportunidade vereadores de aqui estarmos. Muito obrigado.

PRES. MAURÍCIO BELLAVER: Muito obrigado convidados pela pelo vinho e pela aula que deu deram para os nossos vereadores e nós a plateia. agradecemos aos nossos convidados e suspendemos sessão por 2 minutos para tirar uma foto. (SESSÃO SUSPENSA). Passamos ao espaço destinado ao grande expediente.

 

GRANDE EXPEDIENTE

 

PRES. MAURÍCIO BELLAVER: Convido o partido democrático trabalhista – PDT para que faça uso da tribuna; fará uso da tribuna o vereador Amarante.

VER. GILBERTO DO AMARANTE: Boa noite senhoras e senhores. quero aproveitar o espaço nessa noite e dizer que a nossa gestão ela tem feito sim obras importantes em nosso município obras de visibilidade, por exemplo,  quero citar algumas: a Pedro Grendene, a Domenico Fin a Domenico Fin não a Rua Veneto deste que foi até inaugurado recentemente, a praça do Nova Vicenza que é até emenda parlamentar também do Heitor Schuch trazido aí pelos vereadores Roque e Juliano Baumgarten que são obras importantes em nosso município; mas quero dizer que são obras que tem visibilidade. mas tem muitas obras que não tem visibilidade e é tão importante quanto a estas que foram feitas. por que que eu digo isso? Porque cada governo trabalha de uma forma. Às vezes trabalhamos mais com iluminação pública, por exemplo, não tem como perceber como não perceber que melhorou com a iluminação pública, mas são visibilidade também. Então eu quero pedir para o Rose aqui mostrar agora algumas situações de drenagem, por exemplo, em nosso município da qual eu participei da última reunião da UAB que aconteceu lá no bairro Industrial na última sexta-feira do qual houve muitas reclamações a pedido de nossos presidentes de bairro. alguns bairros alguns poucos bairros estão sendo contemplados e que bom que aqueles poucos estão sendo contemplados, um é o Santa Rita outro é o Monte Verde; mas fora esses dois bairros há um descontentamento muito grande dos bairros como um todo em nosso município. Rose, tu podes me mostrar aquelas fotos. eu quero também falar, por exemplo, de uma outra coisa que foi citada lá na nossa reunião lá na reunião do qual estava presente na questão da escola de educação infantil do Monte Pasqual que eu e o vereador Juliano estivemos lá em início de 2021, ou seja, vai fazer 3 anos já. E essa escola ela não foi inaugurada ainda, se diz que faltava 70/80/90% eu não sei quanto faltava, mas o fato é que se passou três anos e se faltava 30% não terminou 30%; vamos dizer que tinha 70% que estava pronto da escola não terminou-se os 30% da qual faltava. por que que eu falo isso? Porque hoje a escola ela está sim uma escola nova que na época já estava pintada, eu não sei se foi refeito a pintura ou não, mas hoje tá virado em mato completamente abandonada; abandonada no sentido que está cercado de repente ninguém entrou lá dentro, mas é isso aqui que está lá quando que teria que ter alunos lá dentro como todas as demais escolas do nosso município. eu sei que é burocrático algumas questões para fazer tratativas porque isso aqui veio verbas federais. Sim, é burocrata, mas se não for atrás não verificar não se empenhar em querer resolver não vai sair papel e nem vai ser inaugurado. de repente quero pensar que o ano que vem é ano de eleição é ano até mesmo de campanha eleitoral que se começa de repente vai entrar em funcionamento. Por que vou citar um outro exemplo, por exemplo: o posto de saúde do bairro Industrial era necessário? Era necessário sim; era valores federais era emenda parlamentar era sim, mas era um projeto desse governo aqui tanto é que já tá funcionando. então gente vamos parar com isso vamos dar continuidade, aquilo que começa no governo anterior ter meio, começo e fim independente do governo. então quero mais uma vez ressaltar vamos iniciar as aulas naquela escola tá bom; o ano que vem será que inicia? Pois é, tem a campanha tem a questão que vai se iniciar aí um pleito eleitoral provavelmente vai ser dado início e fazer o uso daquela escola. que pena tá naquele estado que tá ali hoje. Cedo sim vereador Juliano.

PRES. MAURÍCIO BELLAVER: Um aparte para o vereador Juliano Baumgarten.

VER. JULIANO BAUMGARTEN: Obrigado pelo aparte vereador Amarante. Não, importante frisar também que o passeio público ele já foi refeito; deu problemas no meio do andar da carruagem. então o que que acaba acontecendo é um fato que chama atenção porque sim a escola tá praticamente pronta, praticamente quase 100% quitada lá no FNDE, nós estivemos lá a obra sim avançou, mas é necessário ser concluído, entregue e colocar para funcionar porque ali pode atender mais de 100 crianças. então é necessário que se faça isso o quanto antes. me parece que tem algo de se fazer o ano que vem para chamar mais atenção por causa do pleito eleitoral. não quero interpretar dessa forma e nem quero acreditar, mas o mínimo que já de antemão eu assino contigo vamos fazer um pedido de providência para roçarem ali, para limpar, pelo menos isso. obrigado pelo aparte vereador. VER. GILBERTO DO AMARANTE: obrigado pelo aparte vereador Juliano. Zildo, vamos dar uma olhadinha agora nas fotos de drenagem de nossa cidade. por que que eu falo de drenagem? aqui são obras que não tem visibilidade são obras que ficam embaixo da terra, são obras que 2019 a gente colocou 5400 tubo embaixo da terra e que se resolveu em muitos bairros; um dos bairros que resolvemos foi no bairro São Francisco, no bairro Centenário, no bairro Monte Pasqual se colocou 800 metros, mas continua alguns pontos de redes antigos que tem que ser trocado, Primeiro de Maio, bairro Imigrante. Então são foram vários bairros que foram trocados drenagem. esse buraco aqui ó ali na escola Zelinda Pessin está para fazer aniversário e já saiu várias vezes na imprensa; eu não sei por que que não arruma uma coisa tão simples, uma coisa tão simples não arrumam. Inclusive os moradores me falaram que o prefeito esteve lá, esteve lá olhou para o buraco e aí foi embora e deixou o buraco e o buraco não foi consertado. Gente é uma coisa assim muito séria e são vários. Eu tirei um tempo hoje de manhã e passei em vários pontos da nossa cidade está assim. eu quero dizer o seguinte que o Zildo do qual cuidava desse setor que era drenagem de nossa cidade talvez se decepcionou porque não foi destinado verba para eles porque ele era muito esforçado, cada vez que a gente falava com ele ele tinha vontade de resolver ele tinha vontade, mas de repente não se destinava valor para ele. e vou citar um exemplo que tá muito bem: a iluminação pública. a iluminação pública vai muito bem em nossa cidade, mas por quê? Porque daqui a pouco se investe na iluminação pública porque dá visibilidade. agora gente o morador que sofre que tá lá no dia a dia sofrendo isso ele com certeza percebe, ele percebe porque ele não vê solução e aquilo chama atenção porque na reunião da UAB eu vou dizer assim ó precisava vocês vereadores está lá porque lá estava os presidentes de bairro de todos os bairros, de repente um ou dois bairro que não estava lá, para ouvir os presidentes de bairro. houve uma reclamação muito grande eu trago aqui para externar sobre a ausência do secretário de obras; tô falando que lá foi citado por várias vezes. Gosto do Schmitz, meu amigo meu colega de Grendene, mas cobraram muito a ausência. E uma outra coisa o poder público ele não atende o telefone por WhatsApp, a gente liga para qualquer secretário e eles não te atendem com exceção do secretário de saúde que me dá retorno, com exceção da Luciana que me dá retorno, outros secretários não atendem e até mesmo funcionários CCs da prefeitura; eu não sei se tem que tá gravado que tu manda lá por WhatsApp que eles não te atendem. eu não sei se é essa a estratégia do governo. então eu quero dizer assim ó vamos olhar sim para os nossos bairros. Como eu disse tem está sendo feito obras, está, mas obras de visibilidade obras de marketing que dá para fazer uma amplitude no marketing e que legal que isso tá bom também; mas vamos olhar para esse recanto do qual o morador lá no bairro está sentindo na pele no dia a dia. nem vou falar dos buracos do qual foi muito citado lá. Rose, vamos dar uma tocadinha aqui que agora eu quero falar de um outro assunto aqui que, por exemplo, foi muito falado da Barão do Rio Branco do tapa-buraco que foi feito. Essa rua ela tá degradada e não faz muito tempo que foi feito não, foi feito aqui no governo Baretta; essa rua aqui ela é ela é uma obra não é uma obra de 30 anos, não é uma obra recente. mas eu quero dizer que é uma obra com muita trafegabilidade talvez por isso também que que degradou. não quero dizer que aqui não houve provavelmente não houve erro nenhum, há uma degradação pela pelo uso constante que é feito nessa rua. Então tem que ser repensado tem que ser revisto e daqui a pouco recondicionado essa rua também. Tem uma outra rua tem uma questão que este loteamento esse aqui é um loteamento que é lá no bairro Santa Catarina, para identificar paralelo a Domênico Fin ali que sobe chamado grupo dos Lopes. É um loteamento novo/recente que foi feito, nem tem construção ainda, e ele tá se degradando todo. então eu quero dizer/pedir aqui para o executivo municipal dar uma fiscalizada dar uma olhada porque eu acho que há tempo ainda de rever junto com o executor do loteamento que repare; que repare porque provavelmente vai ter que refazer grande parte das ruas porque até porque está tudo solto esse calçamento. aqueles que não estão já fora do local que até tem uma foto aí que tá bem mais degradada, ele não apareceu não sei se tem aí Rose, uma outra foto. Aqui já é a Rua Vacaria no Industrial. Mas no caso do loteamento vamos dar uma fiscalizada vamos ver o que que é possível. Próxima foto é na Rua Vacaria que é uma rua estreita lá no bairro Industrial e precisa fazer reparos. Essa rua é aquela rua que fica paralela aos prédios últimos construídos da do empreendimento, Empreendimento Arcari, que é uma rua estreita e lá o caminhão ele para retirar os lixos do prédio, tranca parte da rua, então a rua do jeito que está temos que resolver isso aí o mais rápido possível porque não tem condições de transitar por lá. Passei lá hoje de manhã tu tem que desviar dos buracos. eu quero dizer que volto dizer está sendo feito obras, está, mas por outro lado volto a dizer nunca num governo na história de Farroupilha se teve tanto recurso livre e líquido para gastar. Porque recebeu do governo anterior R$ 23.600.000,00 que estava lá no caixa da prefeitura, não tinha comprometimento com isso; foi feito um financiamento para fazer obras de infraestrutura no interior de 20 milhões dos quais algumas obras só estão começando agora, nós votamos esse projeto aqui já faz um ano e meio. Depois foi feito mais um projeto foi feito um pedido aqui para esta Casa de um financiamento de 20 milhões que até eu pedi ‘vista’ naquele momento  porque a gente queria as obras que seria feito com este valor, mas não veio para esta Casa do qual depois foi votado e tudo bem então esse dinheiro foi pedido e provavelmente não está na caixa nos caixas da prefeitura está entrando nesse momento, e mais os 12 milhões da Pedro Grendene que já estava empenhado para fazer a obra com escavações profundas que custaria em torno de 15 milhões do qual era 12 milhões e seiscentos para fazer a obra como um todo e mais dois milhões e pouco para ressarcimento de dos passeios públicos de contrapartida do município para os moradores. então somado 75 milhões. e claro nós tivemos o ano de 2012 que teve juros, juros altos de 12% a inflação passou aí de 12% e isso junto dinheiro também nos caixas do governo e mais os 414 milhões que é do orçamento. se o governo juntou dinheiro como ele diz gente nós temos aí no mínimo 150 milhões no caixa da prefeitura porque 75 mais o juro mais algum dinheiro que, mais as emendas parlamentares que eu não vou falar de emenda parlamentar porque emenda parlamentar também veio de outros governos. mas nós temos muito dinheiro com certeza agora o ano que vem o governo vai resolver todos esses problemas de nossa cidade. Muito obrigado senhor presidente.

PRES. MAURÍCIO BELLAVER: Obrigado vereador Amarante. passarei a presidência para o vice-presidente por uns minutos aí.

VICE-PRES. DAVI DE ALMEIDA: Obrigado senhor presidente. Convido o partido progressista – PP para que faça uso da tribuna; fará uso da tribuna a vereadora Clarice Baú.

VER. CLARICE BAÚ: Então boa noite presidente, colegas vereadores, minha colega vereadora doutora Eleonora, a todos que estão aqui nos prestigiando presencialmente, aqueles que nos acompanham de suas casas, através das mídias sociais, imprensa, funcionários da Casa. Bom, estamos encerrando então o mês de outubro e este mês é marcado pela campanha do outubro rosa; campanha para tratarmos do câncer de mama principalmente. Sim, mas apesar de termos campanhas de outubro rosa – o envolvimento de entidades, setores, a sociedade num todo – é necessário que possamos refletirmos o que mais é necessário ser feito no sentido de diminuir o câncer de mama e consequentemente muitas vezes os óbitos. Então penso que precisamos de forma urgente uma mudança de pensamento porque sabemos que é preciso que a nossa mente comece a pensar de forma mais saudável, é preciso inserir algumas intervenções, novos hábitos, novas atitudes. Isto é fato. Transformar um estilo de vida não acontece da noite para o dia, não ocorre como uma mágica. Sendo assim, é comum que as pessoas coloquem muitas barreiras. Mas como fizemos ao longo do tempo economia/poupança para termos sempre uma reserva financeira por que não fazermos uma poupança da nossa saúde? e devemos começar desde já. Quanto mais cedo poupamos mais rendimento vamos ter, como em qualquer investimento. Mas é preciso mudança de pensamento. O autocuidado é o que nós fazemos por nós mesmos para manter nossa saúde em dia, para prevenir doenças, para ter bem-estar e para nos sentirmos felizes. Assim, a própria palavra já bem define, de uma forma bem simples e direta significa: cuidar de si. Mas os índices nos casos de câncer de mama não são muito confortantes. Necessário sim uma mudança de pensamento. O INCA – instituto nacional do câncer – afirma que nas mulheres o câncer de mama é o mais incidente e com 704 mil casos novos previstos por ano até 2025. e destes 704 mil casos 70% dos casos serão na região sul e sudeste. Então o que a região sul e sudeste estão deixando de fazer, estão deixando de investir neste sentido para termos esta porcentagem 70% do total de novos casos? Será que a medicina preventiva mais especificamente o rastreamento preventivo está sendo praticado de forma eficaz? Hoje sabemos que a melhor forma de garantir boas chances de cura do câncer de mama é diagnosticando a doença precocemente, isso é fato, ou seja, no seu início; o que vai de encontro ao objetivo maior da campanha outubro rosa. Conforme estudiosos na área da medicina eles afirmam que: a medicina preventiva é uma abordagem fundamental na promoção da saúde e prevenção de doenças, que busca detectar precocemente e reduzir os riscos à saúde dos pacientes. Ela se baseia em três pilares: a detecção precoce, a redução do risco e a manutenção do baixo risco. Por fim, é importante destacar que a tecnologia também pode ser uma grande aliada na promoção da saúde, na prevenção de doenças, por isso importante também investimentos neste sentido. O rastreamento preventivo consiste em um conjunto de exames e testes que visam detectar a presença de doenças em estágios iniciais, antes que os sintomas apareçam. Essa abordagem tem como objetivo identificar a presença de doenças em estágios iniciais, quando o tratamento, com certeza, é mais efetivo e a prevenção de complicações é possível. Alguns exemplos de rastreamento preventivo são: a mamografia para o câncer de mama, o toque retal para câncer de próstata, a colonoscopia para o câncer colorretal, o exame de sangue para o diabetes e o teste de papanicolau para o câncer de colo de útero. Será que é difícil maior investimento nestes testes para que possamos realmente ter o rastreamento e a diminuição de câncer de mama. O câncer de mama possui altos índices de mortalidade e isso é relacionado ao diagnóstico em fases avançadas da doença, o diagnóstico tardio. Nenhuma novidade todo mundo sabe disso, mas é questão de podermos refletir o que ainda falta nós fazermos para diminuirmos esses índices. A procura por possíveis resistências das mulheres em aderir ao rastreamento do câncer deve ser incentivada; existe uma resistência sim. Será que se deveria quem sabe termos um rastreamento obrigatório, um controle efetivo e uma obrigação compulsória de todo ano a prevenção, claro, considerando sempre a faixa etária das mulheres e os fatores de risco. Por certo o serviço público de saúde teria menos gastos lá na frente. Mas é necessário a mudança de pensamento. Assim os índices, os resultados e as projeções do aumento do câncer de mama são preocupantes e demonstra a importância de promover uma expansão do programa de rastreamento no câncer de mama no sistema público de saúde do nosso país como uma estratégia para aumentar a detecção precoce da doença e, por consequência, inclusive, reduzir os custos com a doença avançada. Por isso, o diagnóstico precoce do câncer de mama é fundamental tanto para o controle da doença quanto para a redução de seu impacto. Sabemos que ações com essa temática são realizadas pela secretaria da saúde, pelas entidades, pelos setores, pela sociedade em geral; inclusive aqui a nossa frente parlamentar de apoio e promoção dos direitos e políticas públicas para as mulheres desta Casa o ano passado realizou com muito brilho e êxito a mostra fotográfica lá na Casa da Cultura com a parceria aqui né do diretor, o Kiko na época, com mulheres que deixaram seu recado, seu incentivo para prevenção, e com inclusive teve até agendamento das escolas com visitação e lá teve palestra na questão da promoção da saúde. Este ano elaboramos um material informativo e distribuímos em escolas, fórum, OAB, na sala das margaridas, igrejas e em outros locais de muita circulação como agências bancária e outros lugares no sentido de colaborar com está mudança de pensamento que tanto se faz necessária nesta luta de prevenção. Aqui temos que agradecer em particular o doutor Thiago Brunet que com a sua experiencia e o seu conhecimento profissional nos ajudou a elaborar então esse ‘folder’ que é simples, mas bastante informativo para termos realmente essa mudança de pensamento. E também agradecer aqui a todos os componentes da frente parlamentar pela sensibilidade de entender a importância deste trabalho. Quero citar também que foi aprovado nesta Casa o PL de minha autoria que agora é lei nº 4.801/2023 que se chama ‘campanha além do laço rosa’ – que é o que nós falamos até agora trabalhar todo o ano e não somente no outubro rosa – com políticas públicas muito definidas no sentido da prevenção e da mudança de pensamento no sentido de diminuirmos os índices do câncer de mama no nosso município. Apesar de todos os esforços sabemos que temos ainda muitos desafios pela frente, mas continuemos fazendo a nossa parte. Mas o importante é a mudança de pensamento/a mudança de atitude, de mais esforços, no sentido da prevenção para termos no sistema público de saúde um direcionamento para a medicina preventiva mais eficaz, e nossas mulheres uma mudança de pensamento no sentido de se conscientizar da importância da prevenção. Obrigado presidente

VICE-PRES. DAVI DE ALMEIDA: Obrigado vereadora Clarice Baú. Ah, já encerrou o tempo agora, já encerrou o tempo. Convido o partido socialista brasileiro – PSB para que faça uso da tribuna; fará uso da tribuna o vereador Juliano.

VER. JULIANO BAUMGARTEN: Boa noite a todos e a todas. vamos lá quero cumprimentar em especial o Marcelo Consorte, nosso vizinho morador do Bairro Nova Vicenza, obrigado pela presença, seu Benacchio e demais cidadãos aqui já referendados. eu quero falar alguns assuntos um deles quero dar ênfase algo bom muito legal e apresentar alguns dados. Rose, coloca no telão por gentileza umas fotos. Então ontem pela manhã ocorreu o ato de inauguração Praça do Nova Vicenza que foi uma obra encaminhada pelo nosso mandato onde que buscamos uma emenda parlamentar de R$ 250.000,00 pelo gabinete do deputado federal Heitor Schuch na qual mais uma vez agradecemos a oportunidade de atender o nosso pedido e fazer a diferença. e a obra teve um custo total de R$ 295.593,83. Pois bem, só para referendar os valores que ontem quando foi citado lá a parte o valor da emenda, não, é quase toda né; só para deixar registrado nos anais dessa Casa a maior parte do recurso sim. e eu quero também fazer um agradecimento público a ex-secretária de urbanismo, a Cristiane Girelli, que dialogamos por inúmeras vezes, conversamos sobre o projeto, o encaminhamento, a assertividade. E é uma praça que sim foi/mudou da água para o vinho usando a expressão; a gente tem uma nova iluminação, acessibilidade, brinquedos novos, academia de terceira idade, quadra nova para jogar vôlei, reformulação, ou seja, um local novo. um espaço fundamental para que as pessoas possam desfrutar dos momentos, tomar um chimarrão, levar as crianças para brincar, fazer atividade. E ontem à noite eu caminhava pelo bairro e era próximo das 21h e tinha pessoas brincando/jogando bola. então esse é o intuito fazer com que a comunidade usufrua daquele espaço, que a comunidade participe e que cuide também né; que nos ajude porque nós sabemos que o espaço público é de todos não é do ‘A’ ou do ‘B’, e isso é para a população de Farroupilha. bem importante, feliz de ver isso acontecer e ficou muito bonito ficou muito agradável num ponto histórico do bairro Nova Vicenza. Para quem não sabe ali começou o processo de emancipação do desenvolvimento do comércio, a história urbana começou ali. O segundo assunto que eu quero tratar eu vou voltar um pouquinho na sessão passada do vereador por um dia onde que dois estudantes do Colégio Carlos Fetter, que escolheram o vereador pastor Davi e o vereador Amarante, falaram sobre o material escolar; sobre campanhas de arrecadar materiais escolares para poder alcançar/levar para quem precisa. e eu tenho que referendar um projeto que foi da minha iniciativa, mas que foi aprovado de forma unânime e virou institucional só que precisamos da ajuda da imprensa – Jorge, Adamatti, o Zé, enfim, todos da imprensa que continuam – para ajudar a divulgar/chegar essas informações, também pedir para o Gabi para dar um reforço na nossa comunicação institucional para as pessoas saberem que sim que existe um projeto institucional para arrecadar materiais escolares tanto novos quanto usados, claro em boas condições, para repassarmos para crianças/estudantes que precisam. e quando eu ouvi as manifestações logo lembrei e é importante porque tem algo que está instituído só falta ampliar a divulgação e inclusive qualquer instituição qualquer comércio que queira se somar também sendo um ponto de coleta estamos à disposição e depois faremos entrega da caixa e buscaremos, enfim, faremos todo o intermédio e também na destinação desse material para as crianças das escolas que precisam. a gente tem que entregar nós temos uma área de vulnerabilidade social posta visual e é lá que nós temos que atender. É lá que estão os problemas, um dos tantos das mazelas sociais da nossa sociedade e é lá que tem que estar os olhares. Uma outra coisa, hoje eu estive participando da etapa da CONAE a etapa municipal da conferência nacional de educação que foi feito o esboço vai para o Estado depois e vai para o governo federal e depois que fora feito vai para o congresso e etc. etc.; e lá num dos eixos que eu participei debatemos discutimos o texto e muitas das coisas que a gente conversou me chamaram atenção. uma delas a questão do número migrantes que o nosso município tem recebido, ou seja, crianças/adolescentes que têm vindo não somente de outras regiões do país – região norte/nordeste, mas também que era sabido Venezuela, Haiti e entre outros locais, mas sim chegou aqui são acolhidos, mas há um problema: muitos deles vêm com as suas vestimentas que elas não condizem com a realidade climática que o nosso município tem que é o quê? é o frio, que é a chuva, que é essa instabilidade climática. não tem como dizer que o nosso tempo aqui o nosso tempo é firme que é muito quente, claro, em alguns momentos faz, mas na grande maioria a gente sabe que muitas vezes a população até brinca que Farroupilha faz as quatro estações. E nós temos um programa que foi implementado ainda na administração passada pela ex-secretária de habitação, Glória Menegotto, e assistência social também que foi o ‘banco social’ que é um programa legal que perdura que tá lá atrás do CTG Ronda Charrua que lá distribui roupas, alimentos, móveis, etc. e etc., mas tá muito distante da realidade. e o que eu tô falando não é para tecer críticas ao secretário ou a secretária, o grupo, não, e sim trazer uma ideia e colocar na prática para atender essas crianças. Muitas delas se elas não tem roupa logo elas não têm condições de deslocamento e o deslocamento é sair da escola ou sair da sua casa e ir até o banco social. Então a minha proposta já protocolei hoje uma indicação para o banco social ir até as escolas, para ir até lá e verificar in loco as demandas, quem precisa. como é feito nesses casos que chegam? A própria comunidade escolar faz a arrecadação de roupas, enfim, e acaba doando, mas elas não são elas não conseguem atender aquela demanda, elas são provisórias elas não são aquilo não consegue ajudar. então nós temos um projeto bom e a gente sabe que a comunidade farroupilhense é solidária e doa, e doa muitas roupas, muitas coisas. Então porque não descentralizar né pastor Davi o ‘banco social’ e ir até as escolas. E claro tem que olhar para a realidade, tem que ir e nós já sabemos alguns pontos onde que tem mais vulnerabilidade, fazer um trabalho a campo, um trabalho que atinja essas crianças certo. então é uma é uma indicação uma sugestão e ela vem muito a somar por essa questão pontual. quero falar também dois problemas pontuais da nossa área urbana que carece e merece uma atenção: um deles é no loteamento vida nova que fica entre o bairro América e o bairro Industrial nas proximidades de onde que possui a sede da ARFA que era então a Associação de Recicladores de Farroupilha. eu recebi vários contatos, fotos, fui in loco ver, as ruas estão com muitos problemas condições básicas. Ainda o que o vereador Amarante apresentou os calçamentos com defeitos ainda é cafezinho perto do que lá está por que? Lá, na sua grande maioria, não possuem pavimentação seja ela de paralelepípedos, PAVS ou asfalto; é a estrada de chão e ele quer e exige urgentemente um patrolamento, britagem, abertura de valetas também, há problemas também de falta de boca de lobo, entupimento, iluminação pública, precisa dar um geral, limpeza. Ou seja, é uma área que sim precisa eu sei que o senhor vereador Marcelo anotou espero que leve ao poder público junto também com o pedido de providência que eu fiz para tentar atender aquela comunidade que carece de serviços básicos. outro pedido que a comunidade também me fez foi a construção de um espaço de lazer, uma praça com brinquedos coisas do gênero. o que que foi feito? Fiz um pedido de informações e vamos verificar se já não existe um projeto naquela área de onde ficava a ARFA para podermos também depois buscarmos recursos para trabalhar/implementar um equipamento público que contemple aquelas crianças para elas poderem ter lazer e ter segurança e poder brincar que isso é muito importante. Outro ponto também: Rua Antônio Grendene no bairro Primeiro de Maio. Aquela que eu mostrei a foto que tinha sido feita a pintura com o buraco aberto em vez de consertar né Polícia, tu que é lá do Primeiro de Maio sei que tu já ouviu várias vezes essa história, mas vai ouvir mais uma de mim né. então o que que acontece, mas nós vamos cobrar porque as coisas precisam acontecer a vida está nos bares está no centro e lá é algo simplório, tem que botar uma camada de terra e botar uma pavimentação asfáltica e resolver. só que o problema faz mais de um mês que está assim. outro dia foram foi uma equipe da prefeitura só para largar o asfalto frio e não iam nem complementar o que tinha sido retirado da base; não, se é para fazer é para fazer um serviço bem feito que atenda a demanda e a qualidade. Lá foi recentemente feito um asfalto ficou bom foi uma das pautas que nós trouxemos mostramos fotos, mostramos vídeos avançou, mas não dá para deixar aquele buraco e a pintura se sobressaindo. Outro ponto também ontem né vereador Kiko uma atividade desenvolvida no Parque dos Pinheiros: o resgate cultural. quero parabenizar o comitê jovem da biblioteca pública que é um grupo de jovens voluntários imbuídos na literatura, na cultura e na arte que promoveram uma tarde encantadora onde que oportunizaram espaço para diversos artistas de diversos segmentos, escritores, cantores, enfim, quem quisesse participar. Foi bem importante isso de frisar teve sim o apoio da prefeitura, mas tem que ter mais. e é aquilo que eu vinha falando e repito: nosso município precisa mais investimento em cultura, mas é investimento na continuidade, na formulação de uma política pública que assista que acompanhe e que nós precisamos a cidade mais viva. e é atividades mais presentes não uma vez a cada seis meses/uma vez por ano por que? porque a cidade precisa viver. nós temos muito forte a cultura do trabalho, mas nós temos que ter também a cultura da vida da vivência e isso é importante, referenda e fundamenta também sempre aquilo que eu defendi a economia criativa como nos pilares sustentáveis e desenvolvimento da nossa cidade. também Kiko que vamos conversar e vamos encaminhar uma sugestão para acrescer no calendário oficial de eventos para que depois torçamos que o Executivo mande de volta o projeto para a Casa para que sim seja reconhecido por lei e possa atender e ser realizadas as outras edições. nós precisamos mais ações culturais que sejam de qualquer grupo, qualquer etnia, qualquer tribo urbana, por isso que eu falava em outro momento se faz sim é necessária a separação e a criação do órgão específico para a cultura que assim a gente vai começar a fomentar in loco para atender todas as questões pontuais da cultura que fazem a diferença no dia a dia e fazem com que a cidade desenvolva. nós precisamos de asfalto? Precisamos. precisamos de saneamento básico? Precisamos. Precisamos de mais infraestrutura? Precisamos, mas nós precisamos do alimento para a alma que é a cultura. Muito obrigado senhor presidente.

VICE-PRES. DAVI DE ALMEIDA: (FALHA NO AUDIO)

PRES. MAURICIO BELLAVER: Obrigado vereador Davi. Convidamos o partido republicano para que faça uso da tribuna; fará uso o vereador Tiago Ilha.

VER. TIAGO ILHA: Senhor presidente, colegas vereadores e vereadoras. Quero cumprimentar a todos que estão aqui na Câmara e também estão nas suas casas nessa nossa sessão. Primeiramente eu queria na condição de presidente do partido republicano aqui na nossa cidade de trazer uma posição bem clara do partido quanto ao pleito eleitoral de 2024. Na última eleição o partido republicano decidiu né com a sua executiva de não estar em nenhuma das chapas que concorreram a prefeito na última eleição na nossa cidade e decidiu sim estar no último pleito somente na condição de cargo de vereadores, pois assim passamos o período eleitoral nesta independência. Assumimos aqui a Câmara Municipal de Vereadores nessa mesma condição que inclusive estamos atualmente, porém, entretanto no caminhar o pessoal começa a trazer esse ambiente, estamos aqui já adentrando novembro né vem dezembro vira e estamos em qual? no ano das eleições. então uma decisão que o partido republicano já tomou e é certa e não volta atrás é que hoje nós temos estamos construindo um caminho também de trazer um projeto de cidade, porém temos só uma decisão já bem clara e nítida dentro do nosso partido; nós não acreditamos neste projeto de continuidade que hoje é liderado pelo prefeito Fabiano Feltrin. respeitamos a sua administração procuramos colocar aqui muitas vezes a nossa posição cobrando inclusive incentivando em vários momentos no andamento do seu governo, mas o governo que aí está esse projeto administrativo para o futuro da cidade não nos representa. então nós tomamos uma decisão que era a qual neste momento. de dizer então que nós estaremos colocando sim buscando também junto aos demais partidos apresentar um projeto de cidade né; um projeto de cidade pensada como eu tenho defendido muito. não vou estar no período eleitoral do ano que vem se não seja para defender um projeto que pense a nossa cidade para os próximos 50 anos. Nós precisamos retirar esse imediatismo que a gente tem de só ficar segurando, segurando, segurando, segurando, passa um ano, passa dois, passa três e aí começamos a apresentar umas obras porque tá chegando o quê? As eleições. E aí temos que incentivar o dinheiro que é público em obras que estão começando dar um ar da graça para que? Só para que eu possa me perpetuar no poder. Nós precisamos separar essas versões e pensar numa versão de planejamento futuro que tenha início, meio e fim e que possa ser planejado muito mais além do que os quatro anos propostos a partir do pleito eleitoral do próximo ano. Mas não é um projeto que se busca perpetuar em 50 anos no poder, muito pelo contrário, é um projeto que precisa apresentar uma cidade, olhar uma cidade para os próximos 50 anos de forma muito urgente, planejada e contundente que aonde que os interesses políticos e partidários não estarão em primeiro plano e sim o interesse da comunidade. Então nós tomamos essa decisão até para que fique claro a posição política do Republicano. e sim o nosso partido também está se colocando na condição para liderar um pleito eleitoral no próximo ano junto com os demais partidos que pensem nesse projeto de cidade. já estamos começando a fazer muitas conversas nesse sentido e a gente e até pedido da nossa executiva que a gente aproveitasse esse espaço que também é público e político e que tem toda a imprensa aqui e pudesse deixar essa posição firme do partido republicano para o pleito eleitoral do ano que vem. Este vereador tem defendido internamente no nosso partido e até mesmo com alguns partidos que a gente já tem conversado que nós precisamos apresentar um projeto de cidade. Bom, eu tenho intitulado esse projeto carinhosamente pelo menos dentro do nosso escopo de trabalho que estamos consolidando em projeto ‘Farroupilha merece mais’. E hoje eu quero trazer a nossa versão que temos estudado na área de sustentabilidade trazendo um olhar para a questão de resíduos; então como eu falei anteriormente nós precisamos não só trazer aqui muitas vezes cobranças/críticas do que não funciona, é o papel do vereador também mostrar o caminho. muito muitas vezes de forma impotente a gente se sente que a gente não tenha condição e as ferramentas necessárias nem a prerrogativa do nosso cargo de executar nada, o vereador tem a prerrogativa de fiscalizador, de propor projetos então nós decidimos também nessa rodada de conversa com Farroupilha de estar apresentando alguns caminhos possíveis. um deles que eu trago hoje então, a cada segunda-feira a partir da segunda-feira que nós estamos aqui falando, vou estar apresentando toda semana uma partezinha desse escopo maior de cidade que realmente olha a nossa cidade para os próximos 50 anos. E hoje o escopo principal é resíduos. Nossa cidade hoje gasta em média R$ 1.000.000,00 todos os meses, em média, para conseguir dar destino aos resíduos sejam eles orgânico sejam eles seletivos. então nós estamos falando gente vamos lá de novo em torno de R$ 1.000.000,00 todos os meses que é o nosso gasto só com resíduo. Nós temos hoje inclusive aqui foi até levantado na presença do reitor da universidade de Caxias do Sul projetos que caminham não só no ponto de vista acadêmico, mas também no ponto de vista prático já funcionando em algumas cidades que podem fazer esse número; gente não sei a vocês, mas me espanta a gente saber que é a realidade desse em torno de R$ 1.000.000,00 por mês. então nós estamos aqui trazendo uma sugestão de transformar esse resíduo tanto orgânico quanto seletivo em reaproveitável novamente. Hoje o brasil inteiro infelizmente só trabalha 3% da sua reciclagem; no resíduo orgânico então esse número é menor ainda. Mas por quê? Porque é muito mais fácil para todo e qualquer administrador pagar para se livrar do problema, é muito mais fácil, paga resolve do problema alguém enterra né. só que a gente precisa ir além disso porque o mundo clama essa agenda. não é uma agenda que a gente está olhando somente a situação de Farroupilha. Não, a gente tá vivendo a maiores mudanças climáticas da história dessa humanidade e tudo tem andado muito rápido. E esse andaram muito rápido nos torna e nos traz uma preocupação tremenda porque esse resíduo ele continua estando lá na sociedade. Pois bem, quando ainda estávamos na condição de secretário municipal nós com o apoio dos técnicos da secretaria, da extinta secretaria do meio ambiente que foi extinta porque hoje ela tá dentro de outra secretaria, formataram um grande projeto de resíduos sólidos que era transformar uma área pública municipal ao lado do atual aterro sanitário num lugar de compostagem orgânica. Bom, esse projeto foi desenhado foi todo ele orçado e inclusive nos últimos dias na condição de secretária assinei a licença já inicial para poder operar esse terreno que é de posse da prefeitura, que fica ao lado do atual aterro. só nesse primeiro impacto desse modulo um aproximadamente era possível a gente compostar e transformar resíduos orgânicos que hoje estão em torno de 30/25 a 30 toneladas dia e colocar isso para virar adubo orgânico e criar uma nova marca de Farroupilha para que esse resíduo orgânico pudesse se auto sustentar dentro do solo da própria cidade de Farroupilha que hoje tem uma das maiores produções agro familiar presidente Maurício. E que toda pequena e grande propriedade precisa de insumos orgânicos para o solo que cada vez mais tem essa necessidade. Porque as mudanças climáticas também acabam colocando hoje se você vai falar com um produtor ou um pequeno produtor o quanto ele já dispõe de valor de investimento em adubos para deixar aquele solo melhor a cada safra. e esse mesmo resíduo que é gerado todos os dias por toda a cidade de Farroupilha pode ser transformado em resíduo orgânico em adubo orgânico para retroalimentar as produções da nossa cidade. isso é um investimento meus amigos de aproximadamente R$ 5.000.000,00 na época em que foi orçado, há mais ou menos dois anos/três anos atrás. R$ 5.000.000,00 para deixar a operação funcionando. nós estamos falando que cinco meses do que a gente gasta hoje, cinco meses do que a gente gasta hoje nós conseguiríamos investir em algo perene algo autossustentável e que seria um exemplo da região e para o Brasil. Então nós temos a área nós temos a expertise para transformar isso na realidade, nós temos um braço até mesmo jurídico que é a empresa ECOFAR para dar asas a esse projeto; o projeto foi deixado inclusive área licenciada no município. Obviamente que se nada foi feito daquele momento até então pode ser ter se perdido algumas coisas nesse momento nesse contexto, mas é possível ser feito. como do outro lado também é possível para o resíduo que não é orgânico, esse muito mais fácil de ser de colocado de forma de volta na sociedade que é o resíduo seletivo. Quem esteve junto comigo aqui vereador Chico vereador Felipe Maioli estivemos juntos recentemente lá na cooperativa da Vila Esperança. sabe qual o maior pleito? era que o município investisse em torno de R$ 10.000,00 por mês aproximadamente para que o município deixasse de gastar mais ou menos R$ R$ 100.000,00 naquele resíduo que ainda não consegue ser reciclável. Então vejam bem, o município deveria investir R$ 10.000,00 para ajudar os recicladores, que hoje não investe, quanto que ele já vai pegar esse mesmo gasto e transformar em R$ 100.000,00 porque é mais fácil o que que eu falei anteriormente: pagar para enterrar e não se incomodar. para fazer o óbvio não precisa de grandes administradores, para fazer o óbvio não precisa pensar diferente, para fazer o óbvio é aquela coisa que sempre se enraíza e não sai do lugar. Nós precisamos pensar diferente, precisamos encontrar soluções que já existam e aqui eu não tô aqui defendendo o que às vezes a gente fala até uma fala meio utópica e que não é mais tão utópica assim uma usina de lixo para gerar energia outras ações sustentáveis como muita gente falava que era utopia alguns anos atrás; porém a gente sabe que para botar uma usina nós estamos falando aqui em colocar pelo menos R$ 50.000.000,00 para iniciar um projeto. eu estou falando de um projeto que hoje para ter uma noção em números o resíduo orgânico só é despesa para Farroupilha, só é despesa porque a gente paga para coletar é paga para enterrar; é só despesa. Então o município transformaria esse resíduo orgânico que hoje não é nada colocado de volta de forma sustentável à natureza, nada, absolutamente zero, a gente só tem custo, e transformar ele em um resíduo orgânico que pode ser retroalimentado na cadeia, por exemplo, da agricultura familiar que é a vocação principal dessa cidade. Então eu deixo aqui essa sugestão. Como eu falei é a impotência da nossa do nosso cargo muitas vezes eu tenho certeza que muitos de vocês são perguntados na rua: “porque vocês lá não fazem não arrumam? Ah, porque não vão lá e conserta? Por que você falou lá e não faz?”. Como a gente gostaria de poder presidente da Câmara fazer aqui um decreto e mandar fazer esse composto orgânico com o lixo que é com o resíduo que é colocado todos os dias na nossa cidade; como a gente poderia ter esse poder, mas a gente não tem. essa é a prerrogativa do executivo municipal liderada eleita democraticamente por todos nós, pela maioria dos cidadãos, pelo senhor prefeito municipal. Então é dele que a gente sugere e que vamos estar cobrando. Agora para finalizar todo mundo na vida tem oportunidades todo mundo tem oportunidade e a oportunidade mais preciosa que nós todos podemos ter recebido na vida hoje a condição do Fabiano Feltrin tem na nossa cidade: a caneta nº 1; a que pode fazer e deixar de fazer tá na mão do senhor prefeito. O senhor faça enquanto haja tempo porque o senhor não fizer logo alguém vai fazer no seu lugar.

VICE-PRES. DAVI DE ALMEIDA: Obrigado vereador Tiago Ilha. Convidamos o partido liberal – PL para que faça uso da tribuna; abre mão. Convidamos o partido do movimento democrático brasileiro – MDB para que faça uso da tribuna; fará uso da tribuna a vereadora Eleonora Broilo.

VER. ELEONORA BROILO: Boa noite a todos noite. Boa noite presidente, colegas vereadores, minha lesionada colega vereadora doutora Clarice, o Gabriel Venzon, todas as pessoas que nos acompanham, o Adamatti, nossas assessoras e todas as pessoas que nos acompanham do conforto de suas casas. Hoje 30 de outubro falta apenas um dia para encerrarmos este mês. Em primeiro lugar eu agradeço a minha bancada, aos vereadores Felipe Maioli e Marcelo Broilo por me cederem esse espaço. Enfim, encerra-se então o mês de outubro o mês da conscientização do outubro rosa que é o mês da prevenção do câncer de mama, mas apenas é um mês pró-forma não é vereador Thiago, é um mês pró-forma porque na realidade nós sabemos que tanto a prevenção do câncer de mama como de todos os outros tipos de câncer ela deve ser feita todos os dias. Então o que nós temos no mês de outubro assim como em novembro que é o novembro azul – que é a prevenção do câncer de próstata. É apenas políticas públicas relacionadas mais políticas públicas relacionadas então a prevenção do câncer de mama que é um dos mais prevalentes da mulher assim como o câncer de próstata que é um dos mais prevalentes do homem. Mas hoje eu quero dizer do orgulho que eu tenho de pertencer a este governo municipal. Praticamente todas as semanas nós temos o anúncio do início de alguma obra assim como inauguramos outras; temos eventos sendo realizados, eventos em prol das dos segmentos da comunidade, em prol da alegria das nossas crianças e isso senhores não tem preço; alegria uma criança não tem preço. Mas eu vou me ater a algumas obras. nós temos aqui três praças inclusivas: a praça da bandeira, a praça da prefeitura e a praça do parque dos pinheiros. pode passar Rose, pode passar as outras. são três locais lúdicos, educacionais, inclusivos que necessitou quatro licitações. A licitação para o piso de concreto, para os brinquedos, para o cercamento e para o piso emborrachado. são locais onde nossas crianças podem brincar em segurança sob olhar confiante dos seus pais. Parabéns ao nosso Executivo. houve também, pode passar a outra, essa aí, pode deixar, houve também a inauguração praça do bairro América que era uma solicitação das senhoras idosas que queriam muito essa praça. Então essa praça conta com novos aparelhos e etc. Agora eu gostaria de chamar atenção dos senhores para a alegria dessas senhoras ao descobrir a praça; quando elas chegaram elas me mandaram em seguida a foto, quando elas chegaram na praça no dia seguinte a inauguração dela elas eram pessoas modificadas. Quão importante é o local para idosos se exercitarem, mas se não quiserem se exercitar pelo menos para encontrar amigos tomar um chimarrão com amigos; para idoso essa estratégia é de suma importância até mesmo para reduzir os riscos de doenças neurológicas senis. Isso é muito importante, que pena que o doutor Falavigna não se encontra mais aqui que ele poderia nos dizer isso. quanto ao bairro Primeiro de Maio vejam que não sou eu que estou falando que vou falar isso, não, não sou eu; segundo a entrevista de hoje em rádio local a presidente da associação do bairro Primeiro de Maio, a senhora Rosane Piccolo, ah, desculpe, não sei onde eu estava com Rosane na cabeça é a senhora Sandra Piccolo: “o nosso executivo está de parabéns pelo complexo que está em vias de finalização no bairro Primeiro de Maio – uma UBS, CRAS e a creche – quase uma cidade dentro de outra”. Parabéns ao Executivo embora o senhor esteja achando graça, parabéns ao Executivo. um outro assunto que muito chamou a minha atenção nos últimos dias foi um posto de gasolina de Caxias do Sul que resolveu colocar duas bandeiras que supostamente seriam bandeiras do Brasil, o nosso pavilhão, em vermelho, tudo em vermelho e amarelo; sem qualquer explicação que justificasse o ato/o fato aos seus clientes que então indignados passaram a abastecer seus veículos no seu concorrente ao lado e em frente. assim fica o posto com suas bandeiras vermelhas, mas sem clientes afinal nosso amado pavilhão jamais será vermelho. Um outro assunto minha bancada está protocolando um requerimento congratulando as duplas vencedoras do torneio nacional de tênis, o ITF Master Caxias do Sul, que é um campeonato nacional. As duplas que representam o Campo Clube Giovana foram a dupla masculina Cristian Gomes e Jonathan Pessin e a dupla mista Cristian Gomes e Alexandra Bernardi que ficaram com o primeiro lugar em ambas categorias. Antecipamos os parabéns as equipes farroupilhenses. Um outro assunto de extrema relevância, pode passar, por favor, muito bem, então outro assunto de extrema relevância, para um pouquinho aí para um pouquinho: essa pessoa que vocês viram no vídeo se chama vereador Bruno Dias tá. O vídeo está sem som porque não pode ter som, todos sabem disso, então eu vou eu resumi um pouquinho para dizer aquilo que ele falou. ele é de Pouso Alegre, interior de São Paulo, ele apresentou esse vídeo extremamente inteligente no dia 6 de outubro na sua Câmara legislativa. Eu vou resumir então o que ele falou: “em primeiro lugar está flor que vocês vêm aí é uma cattleya nativa da floresta amazônica, se nós colhermos uma dessa nós teremos cometido um crime inafiançável”; pode passar, “este é um ninho de Siriema se nós colhermos se nós, desculpe, se nós roubarmos um destes ovos ou quebrarmos algum deles também é um crime inafiançável”. Pode passar, pode passar, “este é um bebê de 12 semanas, pode passar o vídeo, o vídeo, este é um bebê de 12 semanas e na sequência o bebê de 12 semanas se mexendo no útero materno, mas segundo o STF esse bebê que se mexe não é um indivíduo, ele não é um indivíduo que mereça respeito pela vida; miserável é o país que considera uma planta com vida irracional e ovos de aves com mais respeito e dignidade do que a vida humana, e miseráveis de alma são aqueles que acham que o aborto desse inocente é uma medida contraceptiva”. Ele termina falando do STF, mas isto eu não vou poder transmitir a vocês. passa a foto: essa bebê de 4 meses que a sua mãe e seu pai permitiram que eu colocasse aqui, tem 4 meses, e sua mãe não a queria; essa bebê é maravilhosa a mamãe dela não a queria. a mamãe chegou a ter em suas mãos um medicamento abortivo, mas conversando com sua família com médicos ela resolveu trazer esse bebê ao mundo e ela está aí linda, maravilhosa, saudável, é a alegria da sua família é a alegrai da sua mamãe, mas essa evolução podia ter sido interrompida pelo ato terrível do aborto. por favor senhoras e senhores, juntem-se a nossa luta juntem-se a nossa campanha pela vida, digam não ao aborto e sim a vida. pode passar a foto. Bem, eu vou finalizar com duas frases uma delas é do nosso prefeito Fabiano Feltrin “enquanto alguns exalam ódio outros trabalham pelo bem comum levando amor ao próximo”; e e eu finalizo com a frase de um autor desconhecido que já foi usado pelo vereador Marcelo “nem tudo que a Terra faz o céu aplaude”. Muito obrigado.

PRES. MAURÍCIO BELLAVER: Obrigado vereadora Eleonora Broilo. Encerrado o espaço destinado ao grande expediente. Passamos ao espaço destinado ao pequeno expediente.

 

PEQUENO EXPEDIENTE

 

PRES. MAURÍCIO BELLAVER: A palavra está à disposição dos senhores vereadores. Com a palavra o vereador Juliano Baumgarten.

VER. JULIANO BAUMGARTEN: Bom, vamos fazer um retorno né. Doutora Eleonora não estava rindo da senhora, mas vamos lá Pouso Alegre é Minas Gerais não São Paulo. Reproduzindo fake News tem que aprender a estudar né, se não vem aí.

PRES. MAURÍCIO BELLAVER: Vamos se comportar, vamos se comportar.

VER. JULIANO BAUMGARTEN: Chama atenção dela não a minha. Senhor presidente, por gentileza chame a atenção o orador no momento sou eu que está ocupando seu espaço regimental. Retoma ali no mínimo uns 15 segundos que a senhora me tirou me atrapalhou. Por gentileza, comporte-se como parlamentar ou vai fazer fiasco e ficar de ‘mimimi’. Bom, vamos lá, primeiro algumas questões tudo que é feito seja qualquer governo que for não é um favor para a população é obrigação. o governo do Claiton fez porque era obrigação não porque ele é um Deus na terra, o Feltrin é a mesma coisa, o João, a Maria, quem for, é obrigação. Segundo a gente vê um problema com algumas cores ali então tem partido político que vai até trocar sua sigla ali trocar a cor né; já que não pode então presidente daqui a pouco vamos trocar até a cor das cadeiras vermelhas ali, vai que implante o comunismo a partir dali; a Câmara está doutrinada. Sabe assim, é uma quantidade estarrecedora de bobagens que não contribui com o debate público, que não contribui com o interesse.  o que nós precisamos? achar soluções e eu falava antes vereador Kiko do parque, muito bonito o evento, duas coisas que eu constatei vamos lá, primeiro, e eu falo toda a temporada aqui, a entrada do parque dos Pinheiros é suja não cortam o mato; eu me esqueci de colocar no ‘pen drive’ a imagem para postar. essa imagem que nós queremos de uma cidade turística a entrada do parque com mato com lixo espalhado? é isso que nós queremos? fica a reflexão. Segundo, até alertei o vereador Kiko ontem, tem que ter segurança nas dependências da piscina pública. Tinha mais de 10 pessoas lá dentro que haviam pulado o muro; se der algum problema quem vai responder vai ser o prefeito vai ser o município. Ah, mas pularam porque quiseram. Sim, mas é espaço público tem que ter segurança. então muitas coisas a gente perde literalmente tempo a gente poderia resolver, discutir temas que são condizentes que tenha um início, meio e fim. Mas essa idolatria porque o fez ou deixou de fazer é obrigação, não dá. Escola do Monte Pasqual/creche do Monte Pasqual, vamos cobrar isso aí vereador Amarante. Precisa acontecer. As crianças precisam ter a escola as crianças precisam ser alocadas lá por seus pais poderem trabalhar; as pessoas precisam trabalhar, é preciso, para isso que fora desenvolvido entre outras tantas coisas. quero cumprimentar/parabenizar a Escola Vivian Maggioni que no sábado fez uma atividade muito bacana uma espécie de feira de ciências/uma feira de inovação onde que simplesmente mostrou o envolvimento da comunidade, dos pais, dos professores, da direção, dos alunos, mostrando que lá a escola é um espaço de diálogo permanente tem os problemas tem algumas coisas que sempre vão estar lá e precisam dar atenção. E que bom, parabéns. Outro ponto também de muito interesse público e já falei inúmeras vezes e vou repetir: essa semana teve mais um atentado em escolas, mais um atentado, teve uma vítima fatal. quando que nós teremos um programa de segurança nas escolas do município de Farroupilha? vamos esperar acontecer um atentado, vamos esperar uma vida ser ceifada para depois virar estatística. o que que nós vamos fazer. precisamos de respostas, precisamos de ações nessa área e é para ontem. tem que ter um mecanismo de segurança que venha atender que venha cuidar das nossas crianças/dos nossos adolescentes. não é possível que cada mês que passa tem e a gente não vê nenhum movimento. as pessoas procuram as pessoas pedem e daí vamos dizer: não nós já fizemos reunião com a secretária já fizemos reunião com a brigada com polícia civil com não sei o que e não sei o quê. Tá e aí? Mas nada de prático aconteceu. é importante, vou usar mais uns segundos porque fora tolhido minha palavra, e há uma necessidade para ontem disso que inclusive está o orçamento e se não consta nenhum programa que seja acrescido por uma emenda do governo ou de algum vereador da base porque se o vereador Juliano fizer alguma emenda vai ser reprovado então eu não vou fazer para perder tempo; mas há uma necessidade de se debater esse tema. Nós precisamos de uma resposta. é chato…

PRES. MAURÍCIO BELLAVER: Seu tempo vereador.

VER. JULIANO BAUMGARTEN: Só um pouquinho, calma, deixa eu concluir que fui tolhido nos segundos presidente. Obrigado. Então mais uma vez reitero aqui precisamos de um programa de segurança nas escolas para ontem. Obrigado senhor presidente.

PRES. MAURÍCIO BELLAVER: Obrigado vereador Juliano Baumgarten. Com a palavra a vereadora Eleonora Broilo.

VER. ELEONORA BROILO: Bem, recebi vários contatos aqui e eu queria dizer o seguinte: se o vereador Bruno Dias é de Minas Gerais ou de São Paulo foi um erro eu digo que eu errei, aliás, se eu não me engano se eu não me engano foi Napoleão Bonaparte que disse “eu sou humilde suficiente para reconhecer os meus erros só que eu nunca erro”. O Napoleão Bonaparte disse isso eu já não digo que eu nunca erro eu erro sim, mas eu reconheço é comum. Eu não conhecia esse vereador e eu olhei ali e, enfim, não importa o que importa é o conteúdo do que ele falou o que importa é o que ele disse. E isso não é fake News está em tudo todas as mídias, está na página desse vereador, isso não é fake News. eu acho que não sou eu que tenho que estudar, o que, aliás, eu faço muito; estudar é algo que não podem me mandar não podem chamar minha atenção quanto a isso porque estudar é uma coisa que eu faço muito e não é só de medicina eu estudo todos os assuntos. Então e realmente o respeito é bom e todo mundo gosta. Mas voltando ao assunto do vereador Bruno o que importa é o que ele disse e o que ele disse foi inteligente e de uma seriedade. Se ele é de Minas Gerais ou de São Paulo ou sei lá da onde não importa; importa o que ele falou, importa seriedade do que ele disse, importa o assunto que nós estamos debatendo aqui, a campanha que nós estamos fazendo. e não sou só eu tem milhares de pessoas fazendo essa mesma campanha ora bolas. se tem algo a me dizer algo pessoal que me seja dito fora daqui, aqui para tratar outros assuntos e não assuntos pessoais. Muito obrigado.

PRES. MAURÍCIO BELLAVER: Obrigado vereadora Eleonora Broilo. A palavra está com o vereador Kiko Paesi.

VER. EDSON PAESI: Obrigado senhor presidente. Eu acho que o meu amigo e colega suplente de vereador, o Polícia, já saiu, queria dar uma saudação a ele, mas, enfim eu gostaria de fazer algumas observações aqui. Doutora Clarice é muito oportuno a sua fala no grande expediente e eu queria trazer também que numa rádio local, no seu perfil virtual, no sábado saiu notícia de atualização dos dados estatísticos do censo do IBGE e a notícia, o título da notícia, é que Farroupilha são cerca de 2.000 mulheres a mais do que homens. Então muitos comentários lá de ouvintes que não leram a matéria e não tem a noção da importância de um censo demográfico que ele é feito com critérios científicos e não é por mera curiosidade de quanto a gente tem ou deixa de ter, quantas mulheres têm a mais ou homens a mais; não é essa a questão. A questão que ela é importante e fundamental para políticas públicas. quando temos no município duas mil mulheres a mais isso nos diz que uma atenção especial as políticas afirmativas para as mulheres, falamos aqui sobre a violência da mulher, na política de saúde pública voltada as mulheres vai precisar de investimento maior de uma atenção maior doutor Thiago na questão de patologias ginecológicas tanto no quesito preventivo quanto no quesito clinico para tratamento se for o caso. e piadas gente, piadas sobre esse comentário inclusive um cidadão lá escreveu que o assunto era irrelevante nada de importante na cidade, só besteira. Gente, nós estamos diante de uma do resultado de um censo demográfico e pegar o fato de 2.000 mulheres a mais o que homens na cidade como piada “ah, tá sobrando mulher em Farroupilha então partiu Farroupilha”; outro então “ah, mas isso não é relevante não tem importância alguma”. Gente é consenso que se vai dinamizar as políticas públicas. quantas crianças temos? Bom, quanto investimento vamos precisar na saúde pediátrica, na idade escolar. Quantos homens tem/temos? E a faixa etária de cada um deles? Bom, aqui sabemos tem uma parcela bem vulnerável da faixa etária de acordo com a estatística levantada com incidência com iminência de patologias de próstata como foi falado aqui. então que as pessoas, por favor, antes de comentar que leiam a matéria. sobre lapso/equívocos de fala ninguém é livre e às vezes podemos fazer uma correção de forma humilde, tudo bem, passou.  sobre obras eu não sei que às vezes que régua utilizam para medir as ações desse governo, mas não é a nossa régua. Por que são obras necessárias para a comunidade e elas são frutos do planejamento, planejamento esse com projeto e com análise das reais dificuldades. Há de se fazer ainda? Sim, há de se fazer. foi mostrado ali alguns problemas pontuais com pavimentação, com drenagem, com esgotamento, e sim a devida secretaria, o poder público, o prefeito tem ciência dessas questões pontuais? Sim, tem ciência irá tomar ou já está tomando as medidas cabíveis sim; mas a de se reforçar também que nós estamos a praticamente três meses com chuvas intensas. tem obras para fazer na minha casa e na casa da minha mãe; minha mãe é uma mulher idosa e mora sozinha, todo dia tô lá dando uma assistência para ela, mas sei lá um relatório de melhorias que eu preciso eu tomar providência para fazer e na minha casa também e por que que não se concluiu? pelas questões climáticas. Então a medida do possível se irá fazer sim. E sobre visibilidade querido amigo e vereador Amarante permita concordar com o senhor que realmente a iluminação pública trouxe muita visibilidade sim tanto é que a gente sai da penumbra para uma noite… Espaço de liderança se meus colegas concordam. Realmente a luz traz muita visibilidade a gente saiu de uma penumbra para uma luz de quase dia a noite trazendo muita visibilidade para as vias; nem precisaria usar o farol do carro, mas a gente usa porque é obrigação né, é lei de trânsito. Mas realmente a iluminação trouxe muita visibilidade, eu abro a janela e olho na frente da minha casa praticamente a luz do dia. Da penumbra que saímos para uma luz de qualidade que trouxe muita visibilidade.

PRES. MAURÍCIO BELLAVER: A palavra está com o vereador Kiko Paesi.

VER. EDSON PAESI: Mas vereador Amarante concordo dá-se continuidade ao que é bom e se incrementa ainda mais né, enfim. Mas o senhor quer um aparte vereador Amarante. Ah, espaço de liderança sim, espaço de liderança não posso. mas como eu sou humilde né então, mas tudo bem, enfim. as obras que estão sendo realizadas na cidade ontem eu estava caminhando pelas ruas do centro, eu e minha esposa, ela quis conhecer os novos parquinhos. O domingo foi muito favorável climaticamente, um sol lindo um clima agradável e as praças cheias; as crianças brincando alegres e os pais satisfeitos com a qualidade dos parques e com a segurança e com a integração. então que obras maravilhosas no quesito de lazer, no quesito de inclusão, no quesito tecnologia, sustentabilidade e são pedagógicas também. e no evento Juliano, que presenciamos juntos no Parque dos Pinheiros, também aqui parabenizar os organizadores também; a casa de cultura também foi parceira nisso. E sim Juliano que bom que possamos pensar em tornar essas ações mais frequentes. O próprio prefeito na sua fala disse vocês têm aqui dois representantes da cultura, professor Juliano, te citou, e vereador professor Kiko também. Então meus caros de minha parte é isso, agradeço a atenção dos senhores.

PRES. MAURÍCIO BELLAVER: Obrigado vereador Kiko Paesi. Mais alguém quer fazer uso da palavra. Com a palavra o vereador Gilberto do Amarante.

VER. GILBERTO DO AMARANTE: Vereador Kiko, eu concordo contigo que tem obras como já citei tá as praças muito legais tá. Antes também foi feito praças as questões da modernidade elas modernizam né e o tempo e hoje de um tempo muito mais rápido; no passado acho que foi feito 7 ou 12 ou 10 praças. Mas eu quero dizer assim ó que nós temos 75 milhões líquidos e livre para gastar. Que o governo Claiton e Pedrozo na gestão anterior em 8 anos pegou de financiamento 35 milhões para fazer obra, comprar equipamentos, retroescavadeiras, caminhões, e que esse tem já fez esse ano não chegou três anos ainda e já fez 40 milhões de empréstimo para fazer obra, obras, tanto que 20 milhões não soubemos que obras vão ser feita. então é muito dinheiro. tu já imaginou 75 milhões de líquido fora todo o orçamento de 414 milhões. Então veja bem é muito dinheiro. Já pensou se esse dinheiro tivesse na mão do Avelino Maggioni? Cara, o que que ele fazia, o que que ele fazia se fez na época com tão pouco. então tu imaginas o que que ele fazia tchê. quero te dizer assim ó tem feitos obras, sim, e que tem obras que tem deixado tem deixado a desejar principalmente na drenagem. quero utilizar aqui a Veneto, senhores vereadores a Rua Veneto as bocas de lobo nenhuma capta água e posso trazer as filmagens aqui. A obra que foi feito lá na descendo lá a antiga Júlio de Castilho para baixo do Farrapos é a mesma coisa. todas as obras as bocas de lobo estão mais altas que a rua tanto é que o morador aqui na Veneto me disse “olha se uma boca de lobo dependesse de beber água ela morria de sede porque ela não recebe água”. Então veja como que é a situação. então falta sim acompanhamento técnico naquela coisa que eu vou dizer assim sinceramente eu me preocupava muito com isso, mas mesmo, mesmo, me preocupava por que? porque é uma obra que fica aí pra vida toda. Te cedo sim um aparte vereador.

PRES. MAURÍCIO BELLAVER:  Um aparte para o vereador Kiko Paesi.

VER. EDSON PAESI: Obrigado vereador Amarante. Aa questão da drenagem na Via Veneto na Rua Veneto/Avenida Veneto eu busquei informação e o que me passaram é que sim foi detectado o problema e a empresa havia solucionado sem custo adicional.

VER. GILBERTO DO AMARANTE: mas olha vereador tudo bem ela solucionou o problema é que estava voltando água, não de captação que até outro morador me disse que a boca de lobo estava passando mal. então assim e é uma obra nova e já faz quantos meses? faz uns três/quatro meses. então lá entupiu uma, a segunda. e outra vou falar então lá da Veneto já que tu trouxe a Veneto.  tem uma passagem de água de tubulação mais antiga que passa por meio de meios de casas/terreno, eu até pedi para retirar e colocar no leito da rua; era só voltar 20 metros e tu colocava no leito da rua pronto resolvia o problema para sempre. coisas que a gente fez e a gente teve esses cuidados porque no passado porque no passado volto a dizer bairro São Francisco/bairro Imigrante/bairro Centenário por questões parecida casas caíram, carros caiu dentro da sua garagem levou móveis, captou porque causa uma corrosão entre as emendas dos tubos suga a terra e lá pelas tantas leva tudo embora. então são essas questões que a gente faz uma vez só e resolve, acabou, resolveu. então não está tendo esses cuidados. parabéns porque as praças de repente vendem pronto o prefeito não tem que executar nada, realmente vendem um pacote. agora obra de infraestrutura vou citar aquela obra que foi feito lá na frente da igreja evangélica no bairro São Luiz: não tem boca de lobo. Então são essas coisas; drenagem está embaixo da terra, eu volto a dizer, não aparece. a questão da iluminação pública é claro que é importantíssima a iluminação pública, é uma questão de segurança também, e que bom; e as lâmpadas LEDs elas baratearam muito de um tempo para cá porque é a questão da evolução. no passado que custava e não tinha regulamentação também pela RGE, as companhias de energia não aceitava você botar lâmpada LED; tinha que fazer todo um contrato e tudo isso mudou e na medida que mudou até no governo anterior já foi trocado até porque são muito mais duradouras. então isso é muito bom, parabéns. e volto a dizer, só para terminar senhor presidente, era bom investir também no Zildo que estava antes fazendo a tubulação como está se investindo na iluminação pública; que as duas coisas poderiam andar junto, mas uma da visibilidade e a outra não. é isso que eu quis dizer. muito obrigado presidente.

PRES. MAURÍCIO BELLAVER: Obrigado vereador Amarante. A palavra está com o vereador Felipe Maioli.

VER. FELIPE MAIOLI: Boa noite presidente, obrigado pela oportunidade. Boa noite a todos que estão nos assistindo presencialmente e de suas casas. então falar sobre algumas ações que tivemos durante o dia de hoje e talvez acho que é um vai enriquecer muito as nossas as nossas discussões de hoje e vai dar uma sequência na fala do vereador Roque Severgnini sobre pautas uma das pautas também importante né que é o plano diretor. Passei uma hora hoje de manhã sentado com Claudiomar Pegoraro tratando sobre essa temática, essa reivindicação que nós todos tivemos aqui nesta Casa; depois me encontrei com Alex Gobatto da AFEA, também conversamos sobre isso e acredito que nada está definido. acredito que nós possamos sim conversar/dialogar e esta questão de trazer para esta Casa alguém da prefeitura também foi colocado hoje de manhã durante as nossas falas e o Executivo, pelas palavras do Claudiomar, me disse que fizeram muitas reuniões durante todo esse todo esse processo e se algo tem que ser alterado ou modificado para que hoje possa atingir a demanda do colega que nos apresentou o projeto, que me fugiu o nome dele agora, mas é um empreendedor né alguém que queira investir na questão do turismo da nossa cidade, seu Minosso, o que nós temos que ter cuidado é só para não resolver o problema, como é que eu posso dizer, o problema específico da pessoa Minosso. Mas se nós pudermos fazer algo em prol da cidade em prol das pessoas que queiram fazer investimentos e que a AFEA esteja envolvida e que a prefeitura esteja envolvida; que nós vereadores estejamos envolvidos, porque nós somos procurados sim né, inclusive até o presidente Maurício me procurou para ir buscar algumas informações e trazer para esta Casa. então acho que nada está fechado Roque. conversamos muito, uma conversa muito proveitosa, muito importante, dá para fazer algumas alterações sim desde que haja uma boa vontade de várias partes então eu não vejo como a porta extremamente fechada. com relação ao plano diretor o Claudiomar Pegoraro explicou muito bem tudo o que aconteceu todo o processo, está lá as atas todas tudo que foi debatido, as alterações feitas, e acho que pode ser feita mais algumas alterações sim e estamos aqui prontos para buscar o melhor para Farroupilha independente de quem está liderando nesse momento ou que liderou no passado ou quem vier a liderar no futuro. importante é nós tentarmos resolver os problemas e as demandas da população. se eu pude ajudar agradeço e em breve traremos mais notícias. e só para resumir então Roque tem chance sim nós temos como mudar sim sem problema nenhum que possa agraciar a esse pedido e agraciar a tantos outros investidores que possam vir para Farroupilha. Obrigado. Com certeza.

PRES. MAURÍCIO BELLAVER:  Um aparte para o vereador Roque Severgnini.

VER. ROQUE SEVERGNINI: Boa abordagem vereador Felipe, obrigado corroborar com a iniciativa da gente debater essa situação do plano. E sim é perfeitamente compreensível a gente não pode definir as questões em função de uma demanda, mas se definir para essa vai definir para todos vai valer para todos. Então eu creio sim que a prefeitura precisa ter um olhar e com todo o respeito pelo Pegoraro que é um excelente profissional, mas com certeza ele fica no campo fica no campo das sugestões, mas a decisão é do prefeito. E eu acho que a decisão de quem quer investir em Farroupilha porque em Gramado a gente sabe que ele tem investimento forte lá, ele tem que olhar que os outros também precisam investir em Farroupilha, a nossa cidade precisa dos investidores; não pode ser os investidores os vereadores e o prefeito ou secretários tem que ser investidor o povo de Farroupilha ou quem quer vir investir aqui. aí nós precisamos criar um plano de desenvolvimento para área rural com especificidade para cada área que pretende investir né. Obrigado.

PRES. MAURÍCIO BELLAVER: Obrigado vereador Felipe Maioli. Mais alguém quer fazer uso da palavra. Com a palavra a vereador Marcelo Broilo.

VER. MARCELO BROILO: Obrigado senhor presidente. Doutora Eleonora, parabéns pela sua fala pelos assuntos abordados. por tópicos aqui vereador Ilha com relação a Vila Esperança, um aporte financeiro que o senhor comentaste, temos que ver se é possível dentro da legalidade. esse assunto está com o Nestor Filho, eu mesmo falei com ele, a gente avançou na questão dos EPIS, lembra um tempo atrás, então tenha certeza o que puder ser feito será; mas temos que ter muito cuidado com essa parte aqui financeira. Vereador Juliano na questão Antônio Grendene/Vila Nova já anotei, como o senhor mesmo disse tá comentar com a secretaria em relação a isso. Gostaria também de dar um retorno a essa Casa como eu prometi na terça passada em relação a aprovação do projeto do armazenamento de água e eu estava certo em relação a máquina que será utilizada, realmente é a última que chegou foi comprada a pouco tempo, que está na Secretaria da agricultura, aquela máquina maior vocês sabem né 360 graus como se diz. E em relação as horas vereador Roque conversei com um secretário Arsego, até ele estava um certo tempo na Casa, está revendo também aquela questão de horas; então de novo a palavra dita a pouco pelo colega nada tá estático que não possa ser revista ou alterado. então isso eu me comprometi a Casa em relação ao maquinário e as horas de máquinas. Com relação ao plano diretor complementando o que o colega Felipe falou realmente ele contempla questões de meio ambiente Tiago, vamos ter uma oportunidade ímpar de mais uma audiência pública nesta Casa onde com certeza considerações podem ser feitas. Eu quero testemunhar também que o prefeito Fabiano participou assiduamente de várias e várias reuniões em relação ao plano diretor e que vamos com certeza, o que aconteceu, continua, desculpa senhor presidente pensei que tinha saído o som, e as entidades também se debruçaram sobre esse plano diretor; então acredito que vindo para essa Casa e digo mais nos próximos dias penso eu se não for nessa semana na próxima chegará o plano diretor para nós vereadores também poder analisar. Vereador Juliano e vereador Amarante vamos falar um pouquinho da creche do Monte Pasqual então: a obra teve início em 22/2/2019 e até a data na época 14/12, ou seja, um ano e dez meses senhores depois encontrava-se com 54.41, se a gente fala tanto em números vamos falar a verdade 54% do total de execução. Nos períodos posteriores a empresa devido a pandemia que assolou a todos protocolou solicitação de reajuste financeiro e reequilíbrio visto aumento de preços extraordinário durante a pandemia principalmente em relação ao preço do aço. Em julho/2021 foi solicitado o desembolso para o FNDE a qual só obtivemos resposta fevereiro/2022, independente na nossa vontade, e mesmo assim em dezembro/2021 a prefeitura solicitou a esse mesmo órgão que permitisse o uso de recurso municipal até vir os recurso federal tanto é a prioridade para dar maior agilidade e a empresa ficou sem receber naquele período. então em dezembro/2020 o que faltava? faltava revestimento de muro, pisos e contrapisos, a parte de solários, roda meio de madeiras nas áreas internas, esquadrias, todas as janelas e portas, piso do pátio coberto, bancadas de granito, não tinha cubas, louças, tomadas, luminárias, quadro de energia, sistema de proteção contra incêndio, instalações de águas pluviais, caixas pluviais de drenagem, desculpa, paisagismo, enfim, imagina se não tinha a outra parte falar em paisagismo, grama e caixa de areia. pegamos com 54%. eu quero espaço de liderança se os colegas permitem. E não tinha acessibilidade senhores, Amarante, é complicado assim. e quando o senhor fala que vai ter algumas obras para janeiro/fevereiro de 2024 e o que foi lá em 2020 na sinaleira. complicado é só voltar um pouquinho né. Outra coisa senhor Amarante eu acho o leviano falar do colega Zildo, eu não sei a inspiração dele o que ele pensa para vida ou o que aconteceu, certo, então deixamos assim. conheço o Zildo há pouco tempo, mas se ele optou em sair, enfim, uma questão dele a gente não sabe o que aconteceu e não dá para dizer que não foi justamente valorizado; um excelente profissional, excelente profissional o Zildo e com certeza faz falta, mas temos que pensar na questão pessoal. Obrigado doutora Eleonora. Outra coisa Amarante eu acho que o senhor sonha com a Pedro Grendene, toda vez o senhor fala da Pedro Grendene; não, é complicado isso. agora vai no contraponto que o colega Ilha falou temos que pensar as obras para 30/40/50 anos e o senhor não pensou na Pedro Grendene, o senhor fala do custo. e por que não vamos falar dos 9 milhões que antes do governo anterior nós deixamos, do MDB, atualiza teria 13/14 e vocês falam de vinte, vinte e poucos milhões. Isso foi só para o hospital. nós pagamos 35 de empréstimo. Só esse ano 8 milhões a mais no fundo de previdência. então que bom e dói para o senhor falar que temos recursos livres porque foi feito gestão Renato foi feita economias temos dinheiro em caixa e agora à medida que vai se pagando as obras vai acontecendo. e pegar empréstimo que bom, olha o juro que foi praticado, perfeito, a gente quer antecipar coisas boas para o munícipe. queremos tirar ele da poeira e do barro tem que pegar empréstimo, sim, com cautela e nós somos A*. Quantas cidades gostariam de ter essa linha senhores e não tem, garantia do governo federal, e nós temos. então sempre fala nesses vinte e poucos milhões. Não foi vontade especifica do prefeito da época tá, não deixaria para o próximo. então só isso aqui que bom foi lá para o hospital, colocamos 11 milhões o ano passado aprovado por essa Casa. então senhores cautela como eu digo sempre. E Amarante o senhor fala do São Francisco, por que o senhor não fala do bairro América? Das tubulações? o senhor não falou. vamos lá, reportagem lá do dia 29 do mês passado, aliás, setembro, 28, desculpa, dizendo aqui ó depois de chuvas lá do início de setembro a secretaria envolta do bairro América com retrabalhos por quê? Os moradores falaram/relataram um erro da administração passada na colocação de tubos que passam pela região; segundo os moradores então a dimensão dos canos é menor e não suporta o excesso de chuvas que foi registrado nas últimas semanas. O secretário de obras, Argídio, então salientou que as equipes trabalhavam no local para colocação de uma nova rede com diâmetro maior. Mas estranho o senhor não fala isso né então vamos lá né, por favor. meu tempo então. Eu quero dizer o seguinte deve ser complicado saber que essa gestão fez um trabalho belíssimo e tem tanto dinheiro no caixa senhores, que bom, que bom Leandro, e as obras não são lá para o ano que vem; quantos estão acontecendo, a doutora falou toda semana começa início de obras ou se inaugura. É difícil admitir né. então senhores e outra coisa e outra coisa quando a UCS esteve aqui falou da questão macro regional e também não cai bem, da impressão, que o presidente do CISGA é o nosso prefeito eleito de forma unânime por todos os prefeitos. Farroupilha tá junto Tiago, que bom, e pensar no todo podendo comprar a preços melhores através do consorcio. 32 cidades, o reitor da UCS referenciou. Então são coisas boas vindo. agora também gestão anterior de novo não queria falar, mas acaba falando muitas coisas também foi anotado Tiago por órgãos ambientais e também não foi feito. não tô dizendo, a gente tá construindo juntos, porém essa conta ela vem de tempo. Olha o tratamento quanto custa; se esse valor é certo eu não tenho essa informação é bastante sim, mas veja bem não veio de 2021 isso. então desculpa falar porque não agrega nesse momento, mas tem que pontuar a questão de justiça. Muito obrigado senhor presidente

PRES. MAURÍCIO BELLAVER: Obrigado vereador Marcelo Broilo. A palavra está com o vereador Roque Severgnini; espaço de liderança.

VER. ROQUE SEVERGNINI: Obrigado senhor presidente. eu ouvia o vereador Marcelo e achei que ele ia trazer alguma solução, mas na verdade só rebateu as críticas; não entendi qual é o papel dele se não é propor soluções já que faz parte do governo, quem está no governo tem que executar. então vereador Marcelo lhe sugiro que traga mais informações com relação a isso que foi levantado não por mim, mas pelos vereadores da oposição o senhor chega e diga olha vai ser resolvido de tal forma porque não espere que nós da oposição vamos resolver né até porque a população escolheu situação e oposição, ela não me quis na situação e pediu para mim vir para a oposição. Então quem está na execução tem que executar. E para lhe lembrar que talvez o senhor nem morava em Farroupilha a época o bairro América eu fui secretário fui eu que executei aquela obra tá, só para o senhor saber e talvez o senhor não quiser acreditar nas minhas palavras pergunte ao secretário ex-secretário Arielson Arsego que ele vai lhe refrescar a memória que quando nós assumimos bairro América tinha um valo aberto tá, aberto por uma escavadeira hidráulica, e a administração anterior não conseguiu terminar a obra. Deixou só o valo aberto. e eu fui procurado pela gestão que estava no governo antes nós assumirmos e me explicaram por que que não deu para terminar e eu compreendi. Não deu porque nem todo governo que sai deixa alguma coisa para outra fazer e o outro tem que pegar e fazer e foi isso que eu fiz por determinação do prefeito Claiton. Mas quando eu cheguei na Câmara na secretaria de obras tinha um ofício vereador Marcelo do ministério público pedindo para que fosse terminada aquela obra porque oferecia perigo aos moradores por conta daquela vala aberta que tinha uma profundidade bem importante. E vereador Marcelo nós executamos a obra e quem fez o projeto foi o governo que nos antecedeu né. tem que se preparar melhor para abordar um tema de qual a gente não conhece. Então não é justa essas palavras suas porque não faz não faz referência ao que realmente aconteceu e obviamente que além daquelas tubulações que precisavam ser feitas no bairro América tinha tantas outras; a do Centenário, a do Primeiro de Maio, a do São Francisco, a cidade tinha um relâmpago no céu já tinha gente falando que tinha alagamento. Então eu acho que todos nós temos o nosso direito a fala e cada um precisa aqui trazer soluções né, trazer soluções para as demandas do nosso município. E é totalmente compreensível, o senhor teve 10 minutos para explicar e o senhor não explicou, era totalmente compreensível que o governo traga solução traga a sua defesa, mas acompanhada sua defesa também traga solução. e eu não é do meu feitio Marcelo fazer isso, mas assim eu preciso repor essa verdade porque o secretário de obras que pouco tem feito por Farroupilha diga-se de passagem, é um secretário que não apresenta projetos para a cidade apresenta eu não sei exatamente o quê porque quando tem uma obra que vai ser inaugurada quem fala é o vice-prefeito ou alguém lá do gabinete de gestão ou próximo do prefeito. Quando tem um buraco na rua o prefeito vai lá e faz uma vídeo para dizer que demarcou o buraco e sabe aonde o buraco está; buraco geolocalizado né. Então tá sendo feito um recenseamento e logo vai se apresentar o resultado de quantos buracos tem na cidade. e eu não vejo o secretário de obras trazendo uma obra para a cidade, dizendo olha criei um programa, criei um plano, vamos reestruturar a cidade. Nós criamos um programa de pavimentação comunitária, nós criamos o programa da da do passeio público juntamente com a prefeitura e a comunidade, nós criamos nós pegamos e hidrojateamos as redes as tubulações da nossa cidade, do centro da cidade principalmente, foi feito uma limpeza geral em todas as redes que eliminou o mau cheiro e recolheu todos os entulhos e resíduos que tinha dentro das redes, criamos um programa de asfaltamento rural, criamos tantos programas. E não se vê o secretário falar de um programa, mas nada, nada, nada, nada, e isso reflete na gestão do governo Feltrin com certeza né. Mas quem escolheu o secretários foi ele.

PRES. MAURÍCIO BELLAVER: Obrigado vereador Roque Severgnini. Com a palavra o vereador Amarante; espaço de liderança.

VER. GILBERTO DO AMARANTE: Marcelo, eu queria primeiro lembrar que esse governo ele tem líquido 75 milhões que não economizou isso não tem nada a ver com economia é empréstimo e superavit. 75 milhões. tem que fazer muita coisa, mas muita obra porque depois tem mais o orçamento que aí sim ele pode investir no orçamento. só para deixar claro isso que parece que não tá claro, é só para clarear para deixar claro isso. a questão do bairro América Marcelo Broilo a obra custou em torno de R$ 600.000,00 que é aquela obra atrás do 785 que, do 585 que eu acho que até vocês terminaram, mas o recurso todo o planejamento todo o trabalho ficou lá. Aquilo que tu tá falando eu passei lá doutora Eleonora, porque quando a senhora tá falando eu também lhe escuto de boa né, a senhora parece uma presidenta naquele lado de lá, viu doutor Marcelo, então a quadra tu tá falando de uma quadra que foi feito recentemente, 50 metros, eu passei lá hoje de manhã; na verdade não foi feito tubulação porque tinha tubulação antiga naquela quadra, não foi botado tubulação lá porque aonde tinha a tubulação você faz o calçamento e tu não repõe você não faz nova, é isso que foi. eu passei lá e vi é 50/60 metros, esse é grande obra do prefeito de tubulação. Gente, passa lá e veja tá aberto ainda, até me chamou atenção, eu vi lá no bairro América. então a grande obra foi feito sim pela administração anterior no bairro América, inclusive que resolveu o problema de alagamento que tinha uma série de problema como o vereador Roque falou, do ministério público e tudo mais, e que os funcionários da prefeitura me citaram que quando foi construído o shopping havia esse valo e o proprietário do imóvel dava retroescavadeira/dava tubulação e a prefeitura só tinha que organizar o serviço para fazer; não fez, por isso que deu todo esse gasto em dinamitar, mudar o percurso do da saída da água que aí teve que fazer tudo novo. então assim lá também foi resolvido. então muitas coisas foram resolvidas. e a questão da creche vereador Marcelo eu e o vereador Juliano vamos procurar porque a gente botou nessa casa em 2021, início de 2021, a gente teve lá no local e fotografou, que bom que a gente fotografou; tinha o cercado já estava pintada já tinha já tinha janela já tinha tudo, estava como estava lá, só não tinha calçada na frente e aí o passei o público, só não tinha isso. então assim ó estava desta forma em 2021. E como tu como vossa excelência mesmo falou se começou lá em 2019 e um ano e pouco fez 51% já se passou três anos e não conseguiram fazer os outros 50%? Vamos pensar que só tinha 50% então o dobro do tempo e não terminou ainda. Então veja bem, nós andamos lento, lento. e até eu queria sugerir aqui, também aproveitar a oportunidade, nós falamos muito de aborto nós tinha que trazer aqui também um programa e já que temos dois médicos para que não tenha gravidez precoce e não tenha problema para fazer o aborto. vamos fazer/trabalhar na prevenção porque pessoas doutrinada organizadas no caso que já são bem estabelecidas elas têm um filho só dois filhos por que? porque se cuidam sabem como se cuidar; agora a grande maioria não sabe se cuidar, mas disso ninguém fala aqui nessa Casa. vamos trabalhar. e tem muita demagogia muito também porque às vezes tem pessoas que de repente em sua família em seu em seu entorno de repente já abortaram e vem aqui defender, defender, ser contra o aborto. eu entendo sim que essa matéria é importante de ser discutido, mas vamos discutir sim na prevenção para não ter o aborto. E digo mais não é o STF que tem que tratar desse assunto e sim a Câmara dos Deputados e eles não tratam porque tem não tem coragem. assim como e dito aqui também que muitos partidos políticos estão hoje tudo que o governo Lula, o MDB que falava de vermelho o MDB o 15 é vermelho, o 15 é vermelho; não sei porque discutir cores agora já passou a eleição tchê. e quando vão pedir lá dinheiro como foi citado tem que vir verbas do governo federal como é que nós Farroupilha hoje com esse governo que está lá vamos pedir verbas; como é que nós vamos pedir. então não queremos dinheiro desse governo? nós precisamos sim. a eleição já passou agora nós temos uma eleição municipal é isso que temos que tratar. Até porque o MDB eu digo faz parte do complexo do governo que está lá, ela é a sala e a cozinha porque sempre esteve junto e agora muito mais e aqui vem usar de demagogia. Porque, só para terminar senhor presidente, recente o presidente da Câmara o deputado Lira ficou 20 dias fora do governo onde trancou todas as pautas para ganhar mais espaço do governo que foi a questão do presidente da Caixa Econômica Federal e é do PP. Então o senhor presidente é isso.

PRES. MAURÍCIO BELLAVER: Obrigado vereador Amarante. Mais alguém quer fazer uso da palavra. Se nenhum vereador quiser fazer mais uso da palavra está encerrado o espaço do pequeno expediente. Espaço de comunicação importante.

 

ESPAÇO DE COMUNICAÇÃO IMPORTANTE

 

PRES. MAURÍCIO BELLAVER: A palavra está à disposição dos senhores vereadores pelo tempo de até dois minutos. Se nenhum vereador quiser fazer mais uso da palavra está encerrado o espaço de comunicação importante. Espaço do presidente.

 

ESPAÇO DO PRESIDENTE

 

PRES. MAURÍCIO BELLAVER: Abre mão. Encaminhamentos de proposições as comissões de legislação justiça e redação e infraestrutura desenvolvimento e bem-estar o projeto de lei do legislativo nº 39/2023 e os projetos de lei do executivo nº 44/2023 e nº 46/2023; as comissões de legislação e justiça e redação, orçamentos, finanças e contas públicas o projeto de lei do executivo nº 45/2023. Nada mais a ser tratado nesta noite declaro encerrado os trabalhos da presente sessão ordinária. Obrigado e boa noite a todos.

 

 

 

Maurício Bellaver

Vereador Presidente

 

 

 

Calebe Coelho

Vereador 1ª Secretário

 

OBS: Gravação, digitação e revisão de atas: Assessoria Legislativa e Apoio Administrativo.