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28/01/2023 19:16:51 - Farroupilha / RS
Acessibilidade

Ata 4248 – 28/11/2022

SESSÃO ORDINÁRIA

 

Presidência: Sra. Eleonora Peters Broilo.

 

Às 18h a senhora presidente vereadora Eleonora Peters Broilo assume a direção dos trabalhos. Presentes os seguintes vereadores: Calebe Coelho, Clarice Baú, Cleonir Roque Severgnini, Davi André de Almeida, Eurides Sutilli, Felipe Maioli, Gilberto do Amarante, Juliano Luiz Baumgarten, Marcelo Cislaghi Broilo, Mauricio Bellaver, Sandro Trevisan, Tadeu Salib dos Santos, Thiago Pintos Brunet e Tiago Diord Ilha.

 

PRES. ELEONORA BROILO: Boa noite a todos. Às 18h do dia 28 de novembro declaramos aberto os trabalhos da presente sessão ordinária. Dada a verificação do quórum informo a presença de 15 vereadores. Em aprovação as atas nº 4.240 de 24/10/2022, nº 4.241 de 25/10/2022, nº 4.242 de 31/10/2022 e nº 4.243 de 1º/11/2022. Os vereadores que estiverem de acordo permaneçam como estão; aprovado por todos os senhores vereadores. Convidamos para fazer parte da… Antes de mais nada, eu quero cumprimentar o Guilherme que está aqui, com 16 anos, está aqui está vendo a nossa assistindo a nossa sessão e sempre assistir pela TV Serra, muito bem-vindo, Guilherme. Convidamos para fazer parte da Mesa a senhora Lurdes Guaragni Zardo.  A senhora pode sentar, a senhora tem 30 minutos para falar pode falar pausadamente com calma, descansar, não há problema nenhum tá. A palavra está a sua disposição.

SRA. LURDES GUARAGNI ZARDO: Boa noite a todos. Me chamo Lurdes Guaragni Zardo, estou a convite aqui do Calebe Coelho que faz um trabalho maravilhoso junto à comunidade e fui convidada para contar um pouquinho da minha história. Eu sou viúva de um casamento de 28 anos, fui casada com Fernando Luiz Zardo com quem tive dois filhos: a Barbara Cristina e o Enzo; já moro aqui há 35 anos, sempre trabalhei no comércio. E em 2010 eu tive uma pneumonia grave onde fiquei internada na UTI por 14 dias, fiquei entubada e sedada, e depois fiquei mais nove dias no quarto para me recuperar. Desde ali eu passei a ter as minhas primeiras sequelas pulmonares, todos os anos pelo menos duas vezes ao ano eu tinha internação hospitalar com problemas respiratórios. Em 2013 eu fui diagnosticada com enfisema pulmonar e também passei a usar oxigênio durante a noite e ainda assim eu conseguia trabalhar; trabalhava durante o dia e à noite eu ia para a minha máquina. Conforme o tempo foi passando, a doença foi evoluindo, foi se agravando e em 2015 em mais uma internação na UTI no hospital eu saí de lá para os cuidados paliativos. Cuidados paliativos para quem não sabe vai para casa para morrer juntos aos seus. Com oxigênio 24 horas por dia e aí já começou uma fase mais difícil da minha vida que era tudo muito complicado e a gente chega quando chega nesse estágio né nessa época eu trabalhava na Farmácia São João quando eu saí do hospital eu recebi alta do INSS e pediram que a empresa me realocasse que eu poderia trabalhar sentada com o oxigênio. Aí eu entrei na justiça em 2016 para ver se conseguia me aposentar por invalidez, porque eu continuava direto no oxigênio e estava bem difícil para poder sair e trabalhar com o oxigênio. E nesse mesmo ano em maio, para minha surpresa, o meu marido me deixou ele teve um infarto fulminante e acabou falecendo. Sozinha, com dois filhos, morando de aluguel eu não tinha muita opção de escolha e foi quando eu entrei na justiça ali para poder pelo menos me aposentar, foi quando eu fui avaliada por um perito federal, doutor Luciano Bauer, de Caxias, que foi quem me mostrou o caminho para um possível transplante pulmonar. Foi quando foram encaminhados os documentos e exames primeiramente para o Hospital Geral, mas os exames retornaram para a secretaria da saúde do município, porque o meu estado era muito grave e não tinha como eu fazer essa cirurgia em Caxias. Então com isso eu fui encaminhada para a Santa Casa de Porto Alegre. Em maio de 2017 eu comecei uma outra etapa da minha vida, eu fiquei internada na Santa Casa durante 8 dias, lá foram feitos muitos exames e realmente eu fui encaminhada para transplante. Em 2018 eu entrei em lista e sigo até hoje. A Santa Casa tem um protocolo para quem está no pré-transplante e no pós, principalmente no pré, que chamam de reabilitação pulmonar onde a gente participar duas vezes por semana, uma hora por semana, para poder manter o corpo em, como é que eu posso dizer, para poder aguentar a cirurgia, porque é uma cirurgia de grande porte então tem que estar a gente tem que ter uma certa resistência, isso aí, para poder aguentar o transplante. Hoje no Brasil tem aproximadamente 60 mil pessoas a espera por um transplante e eu sigo o protocolo de pré-transplante à risca, eu faço a reabilitação desde aquela época eu nunca desisti, eu nunca parei e tenho consultas a cada dois meses, exames e uma série de outras coisas dentro da Santa Casa. Eu me desloco com o pessoal da secretaria da saúde daqui que faz o meu transporte e hoje no Rio Grande do Sul somamos 3.100 pessoas que esperam por um transplante de órgãos. São 1.305 pessoas que aguardam por um transplante de rins, 1.705 pessoas que aguardam por um transplante de córneas, 162 pessoas para fígado, 101 pessoas à espera de um transplante de medula, 76 pessoas que aguardam por um transplante de pulmão, 12 pessoas para um transplante de coração e 3 pessoas para pâncreas. Pode variar um pouquinho esse número, porque não está 100% atualizado. Hoje a negativa das famílias para doação é de 40%, é um número muito grande, e a gente está lutando agora para formar uma associação, a ANPPT que é a Associação Nacional de Pré e Pós Transplantes, e estamos elaborando um estatuto que vai fortalecer as leis e nossos direitos e deveres enquanto pacientes. Eu vejo que a gente tá invisível aos olhos dos nossos governantes, se vê pouquíssimas campanhas/pouquíssimas palestras em prol da doação de órgãos no Rio Grande do Sul e no Brasil. E era isso. Eu estou aqui para tentar buscar um pouco mais de apoio do município em campanhas, em divulgação e eu preciso viver e tem muita gente a espera que também quer viver assim como eu. E era isso. Se alguém tiver alguma pergunta para me fazer eu fico à disposição de vocês.

PRES. ELEONORA BROILO: Muito bem, senhora Lurdes. Eu coloco de imediato, passo a palavra para os nossos vereadores pelo tempo de até 3 minutos para que sejam feitas perguntas e a senhora terá o mesmo tempo para a resposta. Calebe.

VER. CALEBE COELHO: Então muito obrigado que a senhora veio para nos esclarecer algumas coisas né. E nós sabemos que diariamente existem pessoas que partem né, essas pessoas eu digo pessoas que não precisam de transplante né, essas pessoas muitas vezes elas partem com condição de que alguma coisa, alguma parte do corpo pudesse ter sido usada. Como eu comentei outro dia uma senhora faleceu e a filha doou as córneas da mãe e com certeza agora já tem alguma pessoa que tem uma condição de vida muito melhor, porque essa moça muito jovem teve a coragem né de fazer essa doação. Para a gente que não está sabendo exatamente do problema tão a fundo quanto a senhora né é uma coisa que passa batido, mas todas essas pessoas que partem seriam doadores em potencial. Então a senhora falou sobre campanhas que seriam importantes para que a família se conscientizasse né e é claro que não é obrigado, mas é uma questão que se as pessoas soubessem realmente do que pode mudar a vida de uma pessoa que precisa, como no seu caso de um pulmão né, talvez a decisão seria diferente. Então a sua sugestão seria para que houvesse mais campanhas né do poder público para que as pessoas tomassem conhecimento disso; essas pessoas poderiam, essas campanhas poderiam ser em empresas, escolas, enfim, todos os lugares né, na mídia, para mudar esse conceito, porque é uma coisa que a gente fica um pouco preocupado né. Nossa, mas doar a gente nem pensa muito em doar até que tenha alguém na família.

SRA. LURDES GUARAGNI ZARDO: Exatamente.

VER. CALEBE COELHO: Aí a gente se dá conta.

SRA. LURDES GUARAGNI ZARDO: Foi o que realmente aconteceu comigo.

VER. CALEBE COELHO: Então a pergunta é: dentro dessas campanhas a senhora acredita que tudo poderia ser diferente se fosse mais divulgado né?

SRA. LURDES GUARAGNI ZARDO: Com certeza. Muito menos pessoas estariam em fila de espera esperando. Olha quantos gastos inclusive o município tem de deslocamento, de sofrimento, porque é muito cansativo, porque eu faço isso desde 2017 Porto Alegre/Farroupilha três vezes por semana/duas vezes por semana; é desgastante, é cansativo, é bem complicado. Só quem passa pela situação para saber. E se houvessem mais campanhas, mais divulgação eu acho que essa fila estaria bem menor hoje.

PRES. ELEONORA BROILO: Vereador Amarante.

VER. GILBERTO DO AMARANTE: Boa noite. Acho que a senhora trouxe uma explanação aqui bem clara da questão de transplante. Eu sei que hoje há uma condição né que muitas vezes não precisa a família doar, porque aquele/aquela pessoa que de repente teve um problema tragicamente ou não, veio falecer e ela deixou determinado que ela possa doar seus órgãos. Hoje há um regimento bem conclusivo em relação a essa organização como geral, onde buscar essas informações; os órgãos competentes/hospitais têm esse relato para de repente? Não é porque esse momento ele é rápido né a pessoa veio a falecer, faleceu, momento delicado, a família, enfim. Tem esse controle essa condução?

SRA. LURDES GUARAGNI ZARDO: Existem equipes especializadas para chegar até a família no caso para abordar no caso de uma morte encefálica que é onde poderão ser doados todos os órgãos, mas tem que ser morte encefálica. Pós morte, o que pode ser utilizado seria as córneas, a pele e os ossos, mas órgãos vitais tem que ser feita a doação com morte cerebral.

VER. GILBERTO DO AMARANTE: Sim. Mas tem esse controle, por exemplo, a família não quer doar naquele momento, mas a pessoa deixou em vida um parecer que ela quer doar, que ela tem o desejo ou teria o desejo; existe esse…

SRA. LURDES GUARAGNI ZARDO: Hoje o que vale é a família.

VER. GILBERTO DO AMARANTE: Ah, a família.

SRA. LURDES GUARAGNI ZARDO: É só a família, a família que vai autorizar ou não. Hoje já existe um órgão que a gente está, meio que recente, que a pessoa pode fazer a doação em vida registrando; tem um órgão que a pessoa põe nome/cpf/endereço e no momento da morte eles puxam pelo nome e veem se a pessoa é doadora ou não. Já existe no Rio Grande do Sul isso. É uma campanha que foi feito recentemente, é um projeto na verdade.

VER. GILBERTO DO AMARANTE: Ok, obrigado.

PRES. ELEONORA BROILO: Vereador Tadeu

VER. TADEU SALIB DOS SANTOS: Dona Lurdes, boa noite, senhora presidente e também os cumprimentos à vereadora Clarice e aos colegas vereadores. A doação de órgãos é algo que ninguém aborda a não ser no momento em que acontece, essa informação ela passa a ser divulgada exatamente no momento do falecimento. A doação de córneas que é algo até mais simples, não tão demorado, enfim, mas eu acho que Farroupilha teria que começar uma campanha até de esclarecimento de uma forma aonde que as pessoas tivessem as informações precisas, porque em vida nós não sabemos nem como proceder para ser um doador e os familiares boa parte não sabem o desejo do familiar; não sabem. E a própria doação de córneas por se tornar até alguma coisa simples eu vejo que o mecanismo ele é demorado, ele depende de horas né para um procedimento até relativamente fácil em termos de coleta né. A coleta é até ela é bem simples diferente de um pulmão, de um fígado, de pâncreas que é alguma coisa muito aonde o cuidado é muito maior e também mais demorado. A senhora tem atendimento psicológico também quando começa essa caminhada, quando começou essa caminhada ou não?

SRA. LURDES GUARAGNI ZARDO: Sim. Atendimento psiquiátrico, psicológico, palestras; a gente tem um uma gama de que nos deixam a par de tudo isso. A gente tem na Santa Casa a gente tem essa gama de serviços.

VER. TADEU SALIB DOS SANTOS: Mas é só na Santa Casa?

SRA. LURDES GUARAGNI ZARDO: Pois é. Eu acho que Caxias não perde nada para Porto Alegre, Farroupilha é uma potência, não existem campanhas de doação. Na verdade, a gente só passa a ter conhecimento desse tipo de situação no momento que a gente precisa quando na verdade a gente tem milhares de pessoas que esperam por um transplante de órgãos no Brasil todo; Rio Grande do Sul são 3.100 pessoas que aguardam por um transplante de rins/de pulmão/de córneas/fígado/coração. Então quer dizer não é um caso isolado são muitas pessoas.

VER. TADEU SALIB DOS SANTOS: Perfeito. Obrigado.

PRES. ELEONORA BROILO: Se mais nenhum vereador quiser fazer uso da palavra eu coloco o tempo final para a senhora Lourdes Guaragni Zardo para as suas considerações finais. O tempo está à sua disposição.

SRA. LURDES GUARAGNI ZARDO: Bem, é como a gente fez o comentário aqui, eu acho que eu gostaria muito que no município tivessem muito mais campanhas de incentivo para a doação de órgãos. Isso também deveria todas as famílias deveriam conversar em casa sobre esse tema que é muito importante, porque a doação hoje no Brasil ela só é permitida se a família autorizar, caso contrário não e eu acho que tem muito órgão sendo enterrado e muita gente morrendo por conta de não ter esse tipo de poder receber uma doação em vida. E conheço muita gente transplantada que hoje tem uma qualidade de vida muito boa e tem assim, como que eu vou dizer, consegue ter uma vida muito boa pós-transplante de órgão. Gostaria que fosse nas escolas e eu até me colocaria à disposição de poder fazer a divulgação em empresa, em escolas, palestras, slides, acho que a gente tem muita coisa para mostrar para as pessoas que não tem conhecimento do que é a doação. A gente tem que falar o ano todo e não só no mês de setembro que setembro é o mês da doação dos órgãos; e acho que a gente está muito longe de ser um local de divulgação e de conhecimento. Precisa muito, falta muito isso. E eu quero viver e eu quero transplantar e eu preciso de um par de pulmões novos para mim poder viver. Por mim e pelos meus filhos.

PRES. ELEONORA BROILO: Bem, agradecemos a senhora Lourdes Guaragni Zardo pelos seus esclarecimentos, porque sei que muitos de nós aqui não temos essa proficiência relacionada ao transplante de órgãos. Mesmo que nós tenhamos terminado, eu ainda assim vou lhe fazer uma pergunta: a senhora tem ideia de quantas pessoas aqui em Farroupilha aguardam um transplante de órgão?

SRA. LURDES GUARAGNI ZARDO: De pulmão acho que sou só eu, mas de rins/córneas tem muita gente. Tem muita gente. Seria bom rever as planilhas de vez em quando, o pessoal da saúde, dar uma olhadinha para ver o que pode ser feito por essas pessoas além de fazer o transporte.

PRES. ELEONORA BROILO: Nós vamos rever.

SRA. LURDES GUARAGNI ZARDO: É bem interessante isso.

PRES. ELEONORA BROILO: Bom, muito obrigado, senhora Lurdes, e sucesso nessa sua jornada/na sua caminhada.

SRA. LURDES GUARAGNI ZARDO: Muito obrigada.

PRES. ELEONORA BROILO: Após esse choque de realidade eu solicito ao vereador Sandro Trevisan, 1º secretário, para que proceda à leitura do expediente da secretaria.

 

EXPEDIENTE

 

1º SEC. SANDRO TREVISAN: Boa noite presidente, senhores vereadores, público presente. Expediente de 28/11/2022: Ofício nº 211/2022 – SMGG (Secretaria Municipal de Gestão e Governo); assunto: Resposta ao Pedido de Informação nº 114/2022. Ofício nº 214/2022 – SMGG (Secretaria Municipal de Gestão e Governo); assunto: Projetos de Lei.

Pedido de Providência nº 195/2022 de autoria do vereador Juliano Baumgarten – assunto: instalação de luminárias e fotocélulas nas novas paradas de ônibus. Pedido de Providência nº 196/2022 de autoria do vereador Juliano Baumgarten – assunto: colocação de calçamento na Rua Carlos Rovatti, Bairro 1º de Maio. Pedido de Providência nº 197/2022 de autoria do vereador Gilberto do Amarante – assunto: inclusão da Rua Valdir Varisco, Bairro Nova Vicenza, no Google Maps. Pedido de Providência nº 198/2022 de autoria do vereador Gilberto do Amarante – assunto: manutenção das Ruas Minas Gerais e Condor, no Bairro Bela Vista. Indicação nº 76/2022 – autor: Juliano Baumgarten; assunto: dispõe sobre a política municipal de agroecologia e produção orgânica de Farroupilha, e dá outras providências. Era isso que nós tínhamos hoje de expediente, senhora presidente.

PRES. ELEONORA BROILO: Muito obrigado, vereador Sandro Trevisan, 1º secretário, pela leitura do expediente de hoje. Passamos agora ao espaço destinado ao grande expediente.

 

GRANDE EXPEDIENTE

 

PRES. ELEONORA BROILO: Convido a Rede Sustentabilidade. Certo, então a Rede Sustentabilidade abre mão. Republicanos; Republicanos abre mão. PDT; fará uso o vereador Amarante.

VER. GILBERTO DO AMARANTE: Boa noite, senhora presidente, vereadora Clarice, demais vereadores, as pessoas que nos assistem aqui esta noite em plenário e as pessoas que assistem através das redes sociais, a nossa imprensa através do Adamatti, o Jorge do jornal O Farroupilha, Isaías – presidente do PSB e as demais pessoas que nos assistem aqui presente esta noite. Quero falar um pouquinho da inauguração do asfalto da Linha Palmeiro aqui no São José/2º distrito que participei ontem junto com diversas pessoas tanto da antiga administração quanto da atual administração; que sim é esta obra eu fiz vários questionamentos na execução, o prazo, o período, enfim, ela atrasou aí em torno de um ano para sua entrega, um pouco mais de um ano, com alguns reparos que foram feitos e o que coloca, de repente, os moradores até pedir uma algumas questões de ser feito ali na própria frente da Capela/da Igreja São José para junto com a comunidade providenciar o acesso daquela comunidade. Porque hoje, de certa forma, tanto para as pessoas que sai ou as pessoas que chegam, com o asfalto traz muitas coisas, todos contente, acabou a poeira acabou tantas dificuldades que aquela comunidade sofreu no período de tantos anos e que sim com a conclusão dessa obra iniciada lá no governo anterior por encaminhamento do PRODETUR+Turismo, Francis Casali – secretário da época, lá o governo Claiton/Pedrozo e que então foi terminado por esta gestão com êxito sim. A comunidade cobrou algumas questões de uma parte antiga do asfalto que tem lá os buracos que não foram consertados e que toma-se a providência que logo, logo faça aquele conserto até para dar um uma dinâmica em todo o percurso que se trata de Farroupilha até Caxias do Sul pela aquela rota alternativa da Via dos Romeiros que claro esta estrada muito almejada por muitas pessoas há muito tempo. E até eu na minha opinião, como finalizador, como vereador, na minha interpretação faltou um pouquinho de fiscalização no período para que não acontecesse os problemas que aconteceram, se estivesse acompanhando ali no dia a dia com as pessoas responsáveis e os fiscais com certeza não tinha dado os transtornos que se deu. E claro que é uma questão muito, muito prática, porque quando nós falamos de dinheiro público na medida quanto antes as pessoas começam fazer o uso daquela obra eles já estão usando; a mesma coisa nós compramos um carro nós compramos um apartamento a gente quer fazer o uso à medida que a gente pagou, na medida foi prometido, na medida que foi estabelecida através de um contrato e o contribuinte a mesma forma. Até o prefeito citou lá que não faltou transparência, que sempre foi transparente e eu concordo com ele tem que ser assim mesmo, tem que ter transparência em tudo o que é feito pelo poder público até porque é pago por tantos contribuintes. E até estarei fazendo um pedido de informação agora de um outro assunto na próxima semana que ouvindo daquela comunidade, senhores vereadores e demais pessoas de nossa cidade, a questão do novo conceito que foi feito depois da entrega do CEAC. As pessoas estão muito incomodada, principalmente na secretaria de obras e agricultura, porque não tem estacionamento, o espaço ali dá, tanto da garagem, enfim, não pode e eu concordo lá é equipamentos da prefeitura e no espaço ali onde está as secretarias também não tem espaço para estacionar. As pessoas circulam, se incomodam, querem chegar e se distanciou também as secretarias. E claro tem as questões do aluguel, como é que ficou esses valores de aluguel do que se pagava com o CEAC que era em torno de R$ 50.000,00 e do que está se gastando hoje. Porque inclusive o CEAC com aquele espaço que tinha lá no hall de entrada, na entrada do CEAC, dava para instalar talvez mais a Farmácia do Pró-Saúde ou Farmácia Solidária tudo junto. E foi entregue esse prédio claro que foi feita a manutenção do prédio se gastou e até de uma olhada no contrato que foi feito em torno de R$ 450.000,00 mais alguns aluguéis que foram pagos, chegou em que valor? Eu acho que até sim o CEAC poderia ser entregue. De repente o prefeito diz que vai fazer um novo prédio de repente na condição com esse prédio com todas as instalações do poder público nesse prédio aí se entregaria o CEAC. Porque sim aí era uma forma de consolidar para o contribuinte a sua praticidade de se deslocar até um local e encontrar todos os serviços públicos em um único espaço que está ali. Na verdade, nós fomos prestadores de serviço para nossa comunidade. E são essas questões que até algumas pessoas lentaram lá que uma pessoa de 87 anos às vezes precisa tirar um xerox numa determinada secretaria e não consegue e tem que se deslocar fora da prefeitura ou que ficou totalmente deslocada para depois retornar a este local. A questão do aluguel também se questiona né que economizou aluguel. Muito bem, pensando nesses quatro anos, se pagamos quatrocentos e cinquenta para o conserto do prédio que lá estava o CEAC, estava todos os setores da prefeitura, se pensa que entregou-se esse prédio e pagou-se esse conserto, é de norma tá no contrato todo aluguel que tu aluga no caso o imóvel tu vai ter que devolver próximo do que estava ali, só ali, acho que já foi quase um ano de aluguel e quanto tempo se pagou de aluguel em duplicidade no sentido de que já tinha alugado outras salas e outros prédios. Quanto vai dar isso no final dos quatro anos de aluguel? Será que vamos ter economia? Será que nós vamos ter deságio no aluguel ou vamos ter aí um acréscimo volumoso que depois vamos discutir, porque as pessoas dizer ah não fizemos conta ou o propósito era baixar o aluguel. Será que baixamos? É este pedido de informação que vai estar provavelmente claro nestas questões de vários locais, por exemplo, nós tinha lá aonde se fazia as fraldas, nós tinha lá a Junta Militar, nós tínhamos lá o PROCON, nós tínhamos lá o Conselho Tutelar, tudo estava num local; hoje está tudo individualizado. Mas se o propósito era baixar o aluguel, era essa a questão; se nós baixamos o aluguel muito bem colocamos para aquele que usa e o contribuinte alguma dificuldade sim nos acesso, nos reconhecimento; até hoje as pessoas continuam indo no CEAC acho que a gente temos que continuar fazendo aí uma divulgação da mudança que houve. Como que está a acomodação das pessoas nos atuais setores? Então são estes questionamentos que às vezes nós falamos em transparência sim, vamos trazer a transparência total desse desses valores daquilo que nós estamos gastando. Tem uma questão também agora há pouco os carros do Pró-saúde aonde estão lá não poderão mais ficar, vamos ficar aonde? Vão ficar no tempo? Então antes tinha-se um local onde acomodava, tinha todo aquele espaço no CEAC onde tinha lá várias e várias box de garagem né, então hoje nós espalhamos todos esses setores. Há uma reclamação que isso vem se ascendendo; tínhamos alguns problemas lá no CEAC de entrar água de vez em quando? Tínhamos. Porque as plantas que cobriam o CEAC caiam folhas/galhos e isso de vez em quando entupia as calhas, mas aí essa manutenção é o próprio poder público que tinha que fazer; fazer as podas direitinho para eliminar esse problema. Volto a dizer, eu acho nós temos que sim ter planejamento e antes de fazer uma mudança tão ampla e não só porque eu prometi na campanha que eu ia mudar. Será que nós mudamos realmente para ganhar? Tivemos lucro com isso e realmente estamos, os usuários que são nossos pagadores de nossos salários, estão confortável com essa mudança? Então… Cedo sim, vereador Roque.

PRES. ELEONORA BROILO: Aparte ao vereador Roque.

VER. ROQUE SEVERGNINI: No meu entendimento essa questão do CEAC caro ou barato é relativo; é muito relativo, porque pode ser caro o que se tá pagando hoje pela qualidade e quantidade e facilidade de serviço que você oferece para o cidadão. Se você tem um serviço oferecido para o cidadão que ele não consegue estacionar, que ele tem que se dirigir a 4 ou 5 prédios para resolver um problema dele, que ele tem que ficar circulando/girando perdendo meio-dia ou às vezes até um dia, pode estar sendo muito caro. E pode estar sendo barato se o cidadão vai no local, tem estacionamento e encontra lá todos os serviços que ele precisa, ou seja, a prefeitura deve oferecer serviço ao cidadão. E o caro ou barato depende do que você vai oferecer no almoço. Se você oferecer um almoço mais barato e colocar poucos ingredientes no prato ele pode estar sendo muito caro. Obrigado.

VER. GILBERTO DO AMARANTE: Cedo, cedo sim para o vereador Juliano.

PRES. ELEONORA BROILO: Aparte ao vereador Juliano.

VER. JULIANO BAUMGARTEN: Obrigado pelo aparte, vereador Amarante. Cumprimento todos os colegas vereadores, presidente, cidadãos que se fazem aqui, Leandro Adamatti. Bom, para contribuir com o debate eu acho que foi uma decisão administrativa sim, mas a divulgação da localização tá muito ruim; seguido as pessoas perguntam. Por exemplo, sexta-feira me contatou alguém me pedindo sobre o conselho tutelar. Ah, falaram que é tal. Tem que tentar melhorar, tem que fazer um guia de informações; são coisas simples tem que facilitar né. Mas eu já havia dito que algumas acomodações elas vieram paralelo, mas ficou muito espalhado, ficou confuso; eu acredito que poderia ter mantido o CEAC e feito algumas coisas melhores. Mas é aquilo, é ruptura por ser ruptura e não é por melhorar. Mas vamos fazer o pedido eu assino contigo esse pedido de informações para saber sobre esses aluguéis que eu acho que é de suma importância. Obrigado pelo aparte, vereador

VER. GILBERTO DO AMARANTE: Obrigado pelas contribuições vereadores Roque e Juliano. E claro que tem uma questão o barato sim é o conforto para o cidadão para o pagador de imposto, mas o problema é quando se nós fizemos algo que é caro caro; Estamos pagando mais caro, que pode estar acontecendo isso, e no final do frigir dos ovos pode estar acontecendo isso, porque se nós colocarmos a manutenção e tudo mais e caro também por que causamos dificuldade para os usuários no seu dia a dia de estar indo nesses locais ou vir para ou ele ter que ir em duas ou três secretarias e ter que passar o dia ou meio-dia, porque o tempo hoje é dinheiro. Todo o nosso tempo todo o nosso tempo que nós possamos ganhar é dinheiro, porque um dia de trabalho de um agricultor ou de qualquer cidadão ou uma hora ou duas isto custa dinheiro, é dinheiro, então se nós pensarmos em dinheiro, vamos pensar num todo. Quero deixar esta, dessa forma, vamos estar aí na frente discutindo um pouquinho mais sobre esse assunto e muito obrigado senhores vereadores e demais.

PRES. ELEONORA BROILO: Com a palavra o Movimento Democrático Brasileiro – MDB; abre mão. Progressistas para que faça uso; abre mão. PL falará o vereador Maurício.

VER. MAURÍCIO BELLAVER: Boa noite, doutora presidente. Boa noite, colega Clarice Baú, colegas vereadores, imprensa e um boa noite aos Canarinhos da Serra que ontem superaram lá na Vila Jansen; tinham 120 crianças cantando junto o melhor coral do Sul do Brasil. Estão de parabéns a equipe, os pais, os organizadores; muito fantástico, 120 crianças cantando junto, o maestro Celso, o tenor Pastori, Caroline Gobbato, pianista César, cantando a música Aleluia. Rebombava o interior de Farroupilha, aquela criançada lá dava orgulho. Eu estava com a minha noiva no lado botei a mão na barriga dela e disse “esse menino vai estar aí aqui de 5 anos”. Parabéns para quem organizou quem que criou esse Coral aí; aí vai sair um cantor eu falei para o, me esqueci o, não, aquele lá da prefeitura me esqueci agora foi depois me lembro, mas era muito bom. Incrível. Aquelas crianças muito parabéns, animadas, elas olhavam para a folha e olhavam para o maestro, olhava para a folha, o maestro baixava aqui e levantava a voz lá. Impressionou todo mundo. As pessoas lagrimavam olhando para ele lá. Vocês perderam o maior coral cantando junto lá Farroupilha estava em festa domingo inauguração da Linha Palmeiro depois de tanto tempo, 3 governos acho que teve aí, dois, eita lá nós. Falei que isso aí sempre foi uma obra de sociedade, mas agora acabou, agora acabou e nós vamos fazer mais obra aí. Então muito obrigado aí os Canarinhos aí.

PRES. ELEONORA BROILO: Agora com a palavra o Partido Socialista Brasileiro – PSB; fará uso o vereador Juliano.

VER. JULIANO BAUMGARTEN: Senhora presidente e colegas vereadores. Rose, depois no pequeno expediente tá, as imagens, vou falar lá. Quero cumprimentar mais uma vez a todos Antes de iniciar a pauta na qual vim tratar eu quero falar primeiro sobre a inauguração, foi muito bonito e dizer que nós estivemos presentes, porque nós recebemos o convite, ficamos sabendo, nós agradecemos a comunidade de São José da Linha Palmeiro pelo convite bem como pelo almoço que foi proporcionado. Quem bom né que se concluiu a obra nós acompanhamos fui uma obra que passou/que perdurou que teve emenda de asfalto que teve recorte de canto de asfalto que teve embargo que teve que andou e foi lento né; em dois anos praticamente poderia ter feito em 5 ou 6, mas tudo certo. Que bom que acabou, uma hora tem que entregar as obras chega de desculpa né. Mas a principal fala de hoje eu quero falar sobre uma temática que vai predominar as minhas manifestações/as minhas ações no ano de 2023 que é a UFRGS em Farroupilha. No ano de 2019 essa casa legislativa aprovou um projeto cedendo/destinando uma área de terra instituída pela lei 4.520 de 7/6/2019 para a Universidade Federal do Rio Grande do Sul para a construção do Parque Tecnológico Zenit/UFRGS. Um complexo que busca um escritório de inovação bem como algumas coisas de cursos de curta duração e incubação de negócios/de empreendedorismo. Pois bem, está lá o terreno foi aprovado foi sancionado, infelizmente 2020 foi um ano atípico, tivemos a pandemia, tivemos o impeachment, teve uma série de fatores, inclusive diversos cortes proporcionados pelo Governo Federal tanto no ministério da educação quanto no ministério de ciência e tecnologia, o FNDE, enfim, não teve dinheiro para investir, para ampliar, inclusive teve até pastor que estava negociando propina com prefeitos/com autoridades para o quê? Tu entregava uma pepita de ouro/uma barra de ouro e era destinado o recurso. Pois bem, e nunca foi objeto, nunca foi o interesse de ser dado sequência pelo Governo Federal. Agora vai trocar a gestão e agora nós voltamos a discutir isso, porque sim acreditamos e já conversei com dois ou três deputados federais eleitos para tratar sobre essa questão inclusive com emenda bem como abertura de porta junto aos ministérios para tratar um assunto que é importante para o desenvolvimento não só da cidade de Farroupilha, mas de toda a região. Mas além de todo esse contexto, todo esse preâmbulo que eu fiz, é importante ressaltar que a Universidade Federal do Rio Grande do Sul na época o então reitor Rui Oppermann que foi o que celebrou o convênio logo após teve eleições e o reitor que foi escolhido pela maioria dos estudantes, do corpo docente, dos funcionários, não foi efetuado ao cargo de reitor, ou seja, foi uma indicação política vindo do MEC; não respeitou o resultado das urnas, não respeitou a comunidade da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, foi nomeado do senhor Carlos Bulhões. Pois bem, o ano passado eu tive algumas reuniões primeiro com o que era o coordenador do Parque Tecnológico ZENIT professor doutor Marcelo Lubaszewski e que me contou que havia sido feito algumas mudanças/algumas trocas e que tinha assumido outra professora. Pois bem, contatei e ela nem sabia do que se tratava o Parque Tecnológico Zenit, me pediu alguns documentos, por isso que eu fiz aqueles pedidos de informações, me reuni com ela e depois tive duas vezes reunido de forma virtual com o pró-reitor de inovação Geraldo Jotz que me disse: “ah, não sei do que se passa, vereador, não sei o que está acontecendo, pois é está ali o terreno não sei a gente tem que avaliar, não tem recurso, foi cortado, isso, aquilo, nós temos que pensar”. Da última vez que conversei com ele ele me disse: “ah, vereador eu acho que a gente tem que mudar esse assunto eu acho que se tu quiser eu te ajudo a fazer uma ponte com o Instituto Federal e nós repassarmos esse terreno, mas nós temos que discutir”. Pois bem, disse e não disse. Desde agosto eu solicitei uma reunião com o senhor Carlos Bulhões, o reitor, e ele não teve a capacidade – nem ele nem as pessoas próximas – de responder um telefonema/um e-mail e de falar comigo. Meu Deus do céu será que eu sou o bicho papão? Será que não pode conversar? Ou está fazendo o quê lá? Quando a gente ocupa um cargo institucional tem que ser institucional, ou seja, tem que conversar. Pois bem, então eu conversando com o pessoal da imprensa da capital gaúcha inclusive saiu na coluna de uma colunista famosa de política do Rio Grande do Sul, a Rosane de Oliveira, que foi dito que a UFRGS havia desistido. Que tentaram conversar com a reitoria e o reitor não falou com eles, passou para o pró-reitor e o pró-reitor disse ‘papo, papo, papo, pouca ação’. Mas ao conversar com algumas pessoas relacionadas/contatos que eu tenho dentro da Universidade Federal, me foi passado que no ano passado ainda o conselho superior/o conselho dos professores pediu o impeachment do então reitor por quê? Porque não há nada democrático nas suas decisões, não aberto ao diálogo nem com o próprio corpo docente, que dirá que o corpo discente; e o quê que acabou acontecendo? Pois bem, foi formulado esse pedido impeachment, foi levado ao MEC e o MEC engavetou. E agora nos bastidores chega até mim que aguardam também no ano que vem a troca do novo reitor, do novo ministro da educação, para novamente fazer o pedido de impeachment por quê? Se um reitor de uma universidade federal não consegue atender os anseios da sua comunidade, que dirá levar adiante a expansão de um polo. Então, já lhe cedo um aparte. Pois bem, então por que fiz essa fala agora se tu diz que vai tratar em 2023? Pelo simples fato de que sim é importante a gente começar a discutir agora, não dá mais para perder tempo, a gente sabe importância que tem isso e a luta de anos e de cidades; Garibaldi tinha interesse, Bento Gonçalves tinha interesse, Caxias do Sul, a região da Serra Gaúcha tinha interesse. Farroupilha conseguiu dar um passo maior graças a iniciativa da nossa gestão – prefeito Claiton/prefeito Pedrozo, Roque esteve na linha de frente desde o começo – e claro a cidade abraçou. Porque a ideia em si da implantação do Parque Tecnológico não é só botar uma edificação lá e pronto tá resolvido. A ideia é o quê? Trabalhar com conceitos, discutir as possibilidades de inovação e esse é um dos caminhos. Cedo um aparte ao vereador Roque.

PRES. ELEONORA BROILO: Aparte ao vereador Roque

VER. ROQUE SEVERGNINI: Vereador Juliano, eu gostaria de lhe sugerir o seguinte: este projeto sempre foi tratado com uma um tripé, mas num apoio na Câmara de Vereadores, mas o forte sempre foi o Executivo o setor de secretaria de desenvolvimento econômico e inovação do qual eu era secretário e nós tratamos esse assunto sempre com o reitor; sempre a prefeitura puxou esse assunto. Então eu te sugiro que tu te alinhe ou convide o prefeito para se aliar nisso, porque um vereador discutindo com o reitor ele não vai te responder. Então tem que buscar o apoio da prefeitura municipal via setor de inovação, porque essa extensão da UFRGS não é para vir para cá para criar cursos superiores é para atuar na área de inovação, tecnologia e desenvolvimento. É para isso. Então são esses aperfeiçoamentos que viriam para cá. Então tem que discutir isso aí com a prefeitura municipal, porque se a prefeitura municipal não se movimentar o reitor não vai dialogar, com todo o respeito, com todo o teu entendimento; através do vereador tem que buscar o Executivo e envolver o Executivo para que ver o quê que o Executivo tá fazendo. Porque há uma bilateralidade nesse tratamento e é o Executivo e a UFRGS. E acho tenho empenho muito válido, mas acho que tem que trilhar por aí.

VER. JULIANO BAUMGARTEN:  Obrigado pelo aparte. Não, com certeza no ano que vem tentarei ir buscar esse diálogo, essa tentativa. Porque eu tô cansado, vereador Roque, a verdade é essa, a gente tenta, é enxugar gelo; muitas vezes é mais fácil eu ir lá bater na porta lá, fazer um ato lá na frente da Universidade do que ter um retorno do Executivo a verdade é essa. Inclusive eu estive numa missão, nós fizemos uma ida a Porto Alegre, vereador, só para ti saber, com a secretaria de turismo para nós discutir a economia criativa para nós fazer uma ação. Já passou 2 meses eu tô até agora aguardando a data, acho que o ano que vem me passam. Então não adianta, têm coisas que sim devem passar, mas eu acredito que sim tem que ter e também o parlamento tem que buscar seu espaço e tem que buscar a liderança, tem que buscar, sem sombra de dúvidas, o protagonismo, porque só esperar só esperar já dizia o Gerado Vandré “vem vamos embora que esperar não é saber quem sabe faz a hora não espera acontecer”. Então tem que usar um pouco dessa filosofia em torno disso, porque senão não anda. Então já para manifestar esse assunto. O segundo assunto que eu quero falar e diz respeito a uma fala da Suzana, uma fala na tribuna popular, inclusive foi discussão proposta também pelo vereador Roque e eu já quero fazer um pedido para o vereador Marcelo Broilo que é o líder de governo, uma agenda com o prefeito Fabiano Feltrin, com o prefeito Fabiano Feltrin para nós conversarmos sobre isso. Nós estivemos a semana passada eu, o ex-prefeito Pedro Pedrozo, o Roque infelizmente não pode ir, e mais também cinco moradores da comunidade para tratar sobre as divisas entre Alto Feliz/Farroupilha/Vale Real. Conversamos então com prefeito Robes Schneider e ele está super disposto a conversar, inclusive, Suzana, ele nos relatou que o ano passado ele teve uma conversa com o prefeito, em abril, e está até agora aguardando o retorno. Então já se passou um ano e sete meses. Por isso que muitas vezes é moroso, por isso que muitas vezes o vereador vai atrás, porque tem que ter boa vontade, boa vontade política; não só boa vontade para foto, para discursinho fácil. Então tem o quê? Tem que se mostrar que está aberto ao diálogo, a construção. E nós ouvimos por que? Porque tá uma confusão. Dentre aqueles cidadãos que estavam tinha metade da terra em Farroupilha e outra metade em Alto Feliz; um tinha uma parte em Feliz, outro na divisa; estava tudo misturado por que?  Imaginem na década de 50 quando foram construídos/desenvolvidos os mapas. Quais que eram as questões que eram utilizadas como métrica, como organização? Era uma corda, uma trena, sei lá. Não, era extremamente precário, porque a tecnologia da época não condizia com a realidade. Mas hoje é muito mais fácil hoje nós temos a questão de satélite, o Google Maps, nós temos ferramentas como por exemplo, o georreferenciamento que pode ser um fator determinante. Então o que eu pude perceber dessa visita/dessa conversa? Sim, o prefeito de Alto Feliz está à disposição de construir para tentar resolver, mas claro é um processo lento, porque pode-se tentar buscar alterar nas legislações que compreendem a constituição dos municípios descrevendo as suas divisas ou propriamente dito alguns pontos vai ter que desmembrar; e para desmembrar o que precisa fazer? Precisa fazer um plebiscito, tem que fazer um referendo, tem que fazer legislações nas câmaras municipais; aprovar/virar lei e depois bater lá na porta do governador e se o governador tiver boa vontade, porque também depende da boa vontade, o governador abraçou a ideia manda para a Assembleia Legislativa aprova/sanciona e assim vai. Então não é algo simples, mas precisa ser dado o passo. Então o quê que se pode perceber? Se pode perceber, enfaticamente, dá para fazer? Dá. Porque precisa sim resolver. E tem áreas né que muitas vezes não estão sendo prestados os serviços de manutenção, porque afinal quem é o responsável? É Alto Feliz é Feliz é Vale Real é Farroupilha. E aí o que acontece? Se eu sou o secretário de obras ou secretário da agricultura eu vou seguir a lógica eu vou patrolar eu vou fazer a manutenção no território que compreende a Farroupilha, não vou patrolar o território vizinho. Por que? Porque é uma questão de divisa, uma questão de legalidade. Então a gente precisa resolver isso; dá, mas basta querer. Obrigado, era isso minha manifestação, senhora do presidente.

PRES. ELEONORA BROILO: Encerramos espaço destinado ao grande expediente. E passamos agora ao espaço destinado ao pequeno expediente.

 

PEQUENO EXPEDIENTE

 

PRES. ELEONORA BROILO: A palavra está à disposição dos senhores vereadores. Se nenhum vereador… Com a palavra o vereador Juliano.

VER. JULIANO BAUMGARTEN: Rose, coloca a primeira foto, pode ser a do aniversário; pode ser essa aí fixa. Bom, na nossa cultura na nossa formação a gente tem algumas comemorações uma delas é os aniversários seja eles de nascimento/de casamento, muitas vezes se faz as reflexões nos aniversários de morte, mas é lembrado, porque o nosso calendário, o nosso cronograma, a nossa organização cíclica é posta através disso. Por que que eu trago esse, essa imagem no sentido metafórico, no sentido irônico? Porque faz um ano, um ano, pena que não deu para trazer um bolo para comemorar a incompetência de não conseguirem pintar uma faixa de segurança. Um ano. Pode passar o requerimento ali para mostrar. Então nós vamos ilustrar dessa forma. Hoje de manhã o cidadão lá, morador do Bairro Industrial, me  chamou “vereador, mas cadê a faixa de segurança?” Aí eu fiquei boiando literalmente não tinha outra expressão; aí eu procurei no histórico da conversa novembro de 2021. Aí eu fiquei pensando o seguinte é sério isso? “Sim, vereador, está insustentável, as pessoas passam em alta velocidade, há um fluxo gigante, têm muitas crianças, têm em idosos”. E aí então pedi: “me manda o documento” porque não tinha mais na memória: então é o pedido de providência nº 60 datado de 23/11; hoje é dia 28 se passaram mais de 365 dias e não se conseguiram pintar uma faixa de segurança. Garanto que se fosse para fazer uma foto, garanto que se fosse para fazer um show de luzes, algumas coisas, com certeza não estariam descobertos, nem despercebidas. Isso é extremamente revoltante. Gente não conseguem pintar uma faixa de segurança. Isso aqui tem que olhar para dentro e tem que tentar amanhã o responsável, pelo diretor do departamento de trânsito, tem que ir lá pintar. Vocês não tem nem que me rebater, porque não tem o que rebater, é uma faixa de segurança. E se uma criança tivesse sido atropelada e morta?  E se tivesse dado algo mais grave ali no local? É essas coisas que a população está cansada, coisas simples; ou senão me dá autorização que eu vou pegar um balde de tinta um rolo vou eu lá pintar se não conseguem fazer isso. Aí depois diz: “ah, mas tu tá sempre reclamando”. Não, eu vou aplaudir eu vou sorrir, vou dizer que lindo que maravilhoso parabéns, executivo municipal. Não dá mais para tolerar esse tipo de coisa. Eu vou começar a partir de hoje marcar todas as datas dos requerimentos/pedidos de providência que é uma o pessoal tem feito o ‘mêsversário’ – vou começar a celebrar o aniversário e os ‘mêsversário’; opa passou um mês dois, porque não pode. A gente não pode tratar a população com um descaso desses. Se fosse algo complexo tudo bem. Passou um mês acontece, dois; gente, um ano. Pastor Davi, um ano. E se fosse uma pessoa que estava no leito já tinha morrido umas cinco vezes. Então não dá mais, as pessoas não podem ser tratadas em última questão. Eu tô na rua direto, eu converso com as pessoas mês que vem a gente completa 20 bairros que nós vamos fazer com gabinete móvel em dois anos de mandato e as pessoas não querem obras faraônicas, as pessoas querem o feijão com arroz; é o mato cortado, é a lâmpada na frente de casa acesa, é o buraco tapado, é a faixa de segurança, é isso que a gente precisa; a gente precisa olhar com seriedade. Eu não quero mais ter que voltar aqui e usar de um tom de deboche e ironia, porque talvez assim vai ser resolvido isso. Certo. Obrigado, senhora presidente.

PRES. ELEONORA BROILO: A palavra continua à disposição dos senhores vereadores Vereador Marcelo.

VER. MARCELO BROILO: Obrigado, senhora presidente. Boa noite colegas vereadores, colega Clarice, imprensa com nosso amigo Leandro Adamatti e Jorge do jornal O Farroupilha; obrigado, Guilherme, pela vossa presença bem referenciada pela nossa presidente já a par com pouco idade né participando conosco aí; Suzana, prazer em tê-la em nossa Casa e demais pessoas que nos assistem; seu Renato, pessoal de casa muito obrigado. Bom, em relação, Juliano, sobre esse episódio da faixa de segurança e agora sou sabedor eu fico só um pouco sentido o colega Joel estava a Casa e poderia ter ido ali e conversado com ele, mas não justifica um ano é bastante, mas tenha certeza que vai ser resolvido a exemplo daqueles 5 outros pedidos que estou à disposição como falei; pode mandar para mim, encaminhar e retorno a essa Casa em relação a esse episódio dessa faixa de segurança do Bairro Industrial e hoje à noite mesmo já darei prosseguimento. Então algo aconteceu, realmente não justifica esse prazo tão elevado assim e concordo, mas pode passar para mim também esses assuntos que OK. Então tenha certeza que darei retorno a essa Casa e ao colega em relação a isso. E usando a mesma fala, colega Juliano, em relação ao retorno do Executivo eu sou testemunha do meu esforço e o retorno do Executivo em relação a várias secretarias até em face de projetos do nobre colega sempre teve retorno. Então eu quero dizer que em relação ao episódio com a secretária Regina, 2 meses, num caráter público você sabe que as vezes a velocidade não é assim, mas mesmo, independente, vou verificar com ela a questão da economia criativa, certo, a exemplo de outros secretários que já fiz menção de colocá-los com conversa com o colega também. A gente avançou/alinhou e ajustamos muita coisa boa e não vai ser diferente com a secretária Regina; então dois meses eu considero, pelo conteúdo, pela forma, que é um tempo até plausível, mas mesmo assim vou verificar com ela. Aproveito até a presença da Suzana, fiquei feliz, Suzana, com desfecho em relação a secretaria de desenvolvimento econômico nesse assunto né da localidade também e as divisas com Alto Feliz, no cadastro/ encaminhamento da associação pró-asfalto. Então que bom numa situação um pouquinho mais complicada de endereço conseguimos avançar e deu tudo certo. É já um degrau em relação ao que o colega falou para avançar naquele outro assunto que já vem de 70 anos atrás e digo mais, esse assunto não parou e avancei com o procurador do município e com o Cláudio, da secretaria do planejamento, e com o prefeito Fabiano. Então acho que a gente tem como alinhar esse fato é importante, colega Roque também me referenciou outro dia e a gente vai alinhando. Então não se parou é um assunto extremamente delicado, ele não é fácil de realizar de pronto, mas avançamos. E aquele episódio já foi um fato assim né, Suzana, conseguimos esclarecer né junto ao contador, conseguimos deixar bem apto o futuro em relação ao asfalto da comunidade. Em relação ao asfalto que inauguramos ontem estive lá e realmente fomos muito bem recebidos, eu quero aproveitar em relação talvez a demora, colega Amarante, e houve, mas eu quero usar as palavras do prefeito Fabiano em que pese começar com os colegas na outra administração isso ficou muito bem claro, acho que é uma soma de esforços, um projeto de várias mãos; mas este capricho e a notificação da empresa posso dizer que foi mérito nosso. Por isso que esse atraso na questão de funcionários que positivaram com a doença do covid, já estou terminando, senhora presidente, e também a notificação à empresa com dinamitar vários pontos não é fácil. Realmente atrasou, mas ficou belíssimo, gostei do que vi, ficou algo fantástico, pastor Davi. E para finalizar a questão do pedido de informação sim o faça e ali vai ter todas as informações em relação ao que o nobre colega vereador queira. E acho que sim, senhora presidente, depois uso outro espaço para avançar com outros assuntos. Muito obrigado.

PRES. ELEONORA BROILO: A palavra continua à disposição. Vereador Amarante.

VER. GILBERTO DO AMARANTE: Até falando, Marcelo Broilo, até pela questão de pedir tua ajuda também, lá no bairro Monte Verde até eu estive com Joel no Burati, aqui no Burati, tem uma parada obsoleta lá. Essa parada está em desuso, a própria comunidade pediu para retirar aquela parada lá que na verdade não está sendo usado e de certa forma atrapalha, porque as pessoas às vezes acabam ficando lá e a comunidade não quer aquilo. E trazer essa parada no bairro Monte Verde que é um local aonde necessita urgente de uma parada; então nós estivemos nos dois locais com o Joel. E também colocar alguns tachões na avenida principal ali da entrada do Monte Verde que agora até não lembro da rua, mas o Joel tem o requerimento, foi feito, foi aprovado nessa Casa, depois até foi pedido foi feito um pedido informação para ver quando ficaria pronto; faz uns oito meses mais ou menos. Então vamos terminar esse serviço, porque é uma coisa simples. E tratando de parada que eu observei na matriz está sendo feita aquela reforma na parada e que foi pedido, foi feito um pedido de foi feito um pedido através desse vereador, acho que assinatura do vereador Juliano e de outros vereadores nessa Casa e depois foi pedido feito um pedido informação, está sendo feita a reforma. Parabéns, acho que é bom. E também tem uma observação que eu queria que tu observasse junto ao Executivo na questão dos fundo da parada que quando chove a água corre por baixo e as pessoas às vezes para não se molhar ou elas têm que sair do banco né e se afastar e mesmo assim a água corre nos pés e às vezes tem que subir em cima do banco. Então dá uma olhadinha para nós criar e até nesse pedido de providência está lá essa anotação tá de criar uma barreira por trás da parada para dar mais conforto para aquelas pessoas ali. E também teve alguma solicitação nós fizemos umas paradas essas paradas de ônibus de vidro que tem pela cidade, que é muito confortável para as pessoas, quem sabe nós fazer mais umas 10. 10/15 fazer um projeto não sei quanto custa isso, mas não é um custo expressivo, até eu fiz um pedido de providência para isso também; fazer um estudo de impacto financeiro que é uma coisa simples, mas dá muito conforto para as pessoas; até peço para os senhores vereadores de repente até conversar com essas pessoas que fazem uso dessas paradas. Primeiro que nós temos um local na nossa região muito frio e até eu vi lá no bairro Bela Vista uma parada com propaganda em cima, de um mercado novo que se instalou na cidade, e até vamos, de repente, tentar vender essas paradas para essas para essas empresas; até não entendi como é que apareceu aquela parada com uma grande propaganda em cima, de um mercado, porque uma vez existia isso, depois não existe mais, e vender esses espaços. De repente essas próprias empresas podem fazer e utilizar esse espaço como propaganda como comercial, definir lá um local que elas possam colocar em alguns pontos de bairros, de praças onde é muito grande é mais movimentado. Agora estamos no verão, mas nós soubemos o longo que é o inverno em nossa cidade. E mais uma vez eu tenho ouvido do pessoal aí do interior à questão que ele se queixam muito vereadores da questão da brita graduada que está cara. Primeiro que o quê que acontece em relação até da forma que era feito antes dessa brita graduada; então quando a gente fala em valores que aumentou o valor não foi só o valor que aumentou, aumentou a quantidade da brita graduada também. Que aumentou em torno de 30% do que era colocada uma vez e hoje e é feito hoje. Se é necessário isso ou não, não sei. Porque uma vez era 20 cm agora se não me engano passou para 25 ou 30 cm e se aumentou mais em torno de 1 m na sua largura né, obedecendo os dois lados. Então são essas questões, porque me chamou a atenção na 386 que eu fui nesse final de semana e no asfalto dessa 386 e vou trazer foto da próxima vez não tem nada de espaço de brita graduada de recuo, no caso. Tá a camada de CAP asfáltico e já a camada de brita quase que reta. E nós estamos deixando aí se fala em deixar 60 cm. Então esses 60 cm de cada lado quem vai pagar é o contribuinte. Então isso também está onerando. Se é necessário tecnicamente eu não sei, mas nós fizemos um pedido aqui com o vereador Roque para o Executivo então contribuir com 50%. Então tem comunidade que está desistindo e é ruim isso, é ruim porque é um programa que começa a andar para trás. Muito obrigado, senhora presidente.

PRES. ELEONORA BROILO: A palavra continua à disposição dos senhores vereadores; Vereador Roque.

VER. ROQUE SEVERGNINI: Senhora presidente e senhores vereadores, demais pessoas presentes. Quero fazer uma saudação aqui ao presidente do PSB colega doutor Isaías Girardi, também cumprimentar a Suzana Maggioni lá do Caravaggeto e demais pessoas presentes, a imprensa aqui o Leandro. Eu queria pedir, Marcelo, voltou o verão e o mato voltou na cidade, muitas reclamações de falta de limpeza na cidade; meio que isso é natural né, voltou o verão, voltou a chuva, voltou o calor; então pedir para a ECOFAR, não sei mais quem que é o presidente agora não sei se tem ou não, que pudesse dar uma atenção para isso né. Eu acho que é o Paulo Castro o presidente. E nós tivemos… Como? Ah, Breda tá, obrigado. E nós tivemos agora na reunião de comissão de finanças, orçamentos e contas públicas uma decisão unânime que tinha o projeto de nº 70 que destina recursos para o Hospital São Carlos e eu conversei inclusive anteriormente à reunião com o vereador Tadeu para que a gente pudesse dar o parecer, distribuir ele para o relator hoje, dar o parecer e aprovar o parecer para ele estar pronto para votação de amanhã apesar de não ter tido nenhum pedido de nenhum vereador da base e nem da Mesa; mas a diretora do Hospital São Carlos, a Janete, me ligou através do vereador Thiago Brunet e a gente fez esse esforço. No entanto, a gente percebeu que tem mais dois projetos que vão tratar de repasses para o Hospital São Carlos o nº 74 e o nº 75 e por maioria da comissão de finanças se aprovou, doutora Eleonora, e aí fica a critério do plenário da Câmara, porque se formalmente e regimentalmente, mas o plenário é soberano inclusive para mudar isso né agora, entenderem, nós gostaríamos de convidar para vir nesta Casa o secretário de saúde e a diretora do hospital para falar sobre o projeto nº 70 que já vamos votar amanhã eu imagino se a Mesa assim entender e sobre o projeto nº 74 e o nº 75 que poderá ser votado inclusive na semana que vem. Então esse é um requerimento que não precisa decidir agora, podemos decidir no final da sessão se há possibilidade de nós abrirmos porque aí pode vir até amanhã se quiser né conversamos sobre isso, entendemos quais são as agruras do Hospital São Carlos, para onde irão esses recursos, o que eles irão suportar, embora o projeto nº 74 e nº 75 tenham um pouco mais informações que em partes é compra de serviços de modo especial a questão de cirurgias, mas acho que o momento é oportuno e pelo que eu entendi o hospital está disposto a vir conversar.

PRES. ELEONORA BROILO: Sim, a Janete está disposta.

VER. ROQUE SEVERGNINI: Isso. Então fica a sugestão. A gente pode até vir no dia de amanhã no plenário obviamente. O outro assunto é o que o vereador Juliano comentava sobre a questão das divisas lá né, Suzana. É importante, Marcelo. Por que que foi ido ao prefeito de Alto Feliz? Porque o de Farroupilha não atendeu. O de Farroupilha não fez um movimento embora o Marcelo assumiu o compromisso, eu não tô botando a culpa em você, tá, pelo contrário, reconheço a sua boa vontade. Mas o prefeito essa dinâmica de atender as pessoas não é do metiê dele de fazer propor ser proativo e tal, vou reunir, vou chamar e no outro dia as coisas acontecem; não é assim. Ele diz que vai fazer e tal e coisa, mas depois não acontece. Então por isso que o vereador Juliano, foi iniciativa dele, e ele convidou e no dia surgiu uma questão do meu escritório lá de advocacia e não consegui me desvencilhar de uma situação judicial e o vereador o ex-prefeito Pedrozo, ex-vereador também desta Casa, e mais uns moradores foram até o prefeito de Alto Feliz. Mas, Marcelo, é nós que temos que pontear isso aí, Farroupilha é um município mãe aqui de tudo isso, então vai ficar chato para prefeito de Farroupilha não tomar essa iniciativa que é coisa fácil, basta mandar os técnicos fazer e eu acho que ele tem condições de fazer isso. Então, Marcelo, encarecidamente pede novamente para ele estamos junto nesse processo e vamos se ajudar naquilo que for possível, acho que todos nós temos experiências a compartilhar.

PRES. ELEONORA BROILO: A palavra está à disposição dos senhores vereadores; Vereador Maurício.

VER. MAURÍCIO BELLAVER: Boa noite, doutora presidente. Aí em questão ao prefeito, os meus pedido que eu fiz aí, não sei se sou mais bonito ou mais feio, mas sempre fui beneficiado aí; levei até os agricultores, até na última reunião que nós tivemos ali em São Valentim que tem que eu disse não tem que arrumar tem que arrumar o morro de São Valentim: asfaltar e alargar para escoação dos produtos aí frutas e alimentos e coisarada aí.  O prefeito com a agricultura comprou maquinário; está de parabéns. O prefeito tem diálogo com os agricultores. Estamos iniciando o pavilhão do agricultor. Uma coisa que sempre cobrei dele: resgatar o kiwi, porque é importante e tem que resgatar, porque é o nosso à nossa fruta que vai para o Brasil afora e leva a marca de Farroupilha. Então o prefeito tá construindo. Sobre as estradas tá demorando? Tá, mas tá sendo bem feita. Sobre o alargamento da brita graduada acho que é 60 cm eu acho necessário ter ela, porque quando da erosão é um refúgio ali para a brita né. Se não tem um refúgio ali nem para caminhar não é bom. Então tem que ter sim essa esse refúgio da brita aí. Isso aí é um investimento para o asfalto durar bem mais, porque daí não entra erosão aí. E ele está seguindo os asfaltamento sim e nós vamos ter bastante asfaltamento aí no ano que vem aí. Isso aí estou batendo na tecla para ele e cobrando bastante e ele está à disposição lá para dialogar com todos aí, não só com os vereadores, mas com a população. Muito obrigado aí, doutora.

PRES. ELEONORA BROILO: A palavra continua à disposição dos senhores vereadores. pode usar teu espaço de líder.

VER. MARCELO BROILO: Obrigado. Obrigado. Obrigado, senhora presidente, também. Bom, em relação até vou usar esse espaço em relação ao projeto nº 70, colega Roque, as informações chegaram primeiro que eu pudesse falar com o vereador presidente da comissão de finanças justamente nesse esforço que você já demonstrou aí para a gente alinharmos em relação ao PL nº 70 haja vista que a comissão que eu presido já fez isso às 17h. Comentava justamente da urgência pelo assunto envolvido, por tudo que os colegas vereadores sabem e que a gente pudesse fazer esforço coletivo sabendo que ainda não tinha sido distribuído na vossa comissão, mas prontamente além de distribuir já com o parecer. Não falei antes até porque eu quero aproveitar, senhora presidente, e como líder de governo solicitar em relação aos pareceres jurídicos né a doutora Viviane que pudesse inverter a pauta e colocar justamente esse projeto na prioridade em relação ao próprio nº 69 que tem audiência pública para o dia 7, mas em outros que possam estar na frente. Então na linha da nossa comissão e de finanças a gente somar esforços que a gente consiga então pedir esse apoio e como líder de governo então solicitar essa inversão de pauta e a prioridade total do parecer jurídico em relação ao projeto nº 70. Quanto à votação não saberia dizer no próximo dia de amanhã e quem sabe para a próxima semana em relação a isso. Então vamos deixamos assim então, senhora presidente, esse este pedido. Sim.

PRES. ELEONORA BROILO: Aparte ao vereador Roque.

VER. ROQUE SEVERGNINI: O projeto nº 70 não estaria pronto para votar amanhã?

VER. MARCELO BROILO: Mas falta parecer.

VER. ROQUE SEVERGNINI: Mas de quem que falta?

VER. MARCELO BROILO: O parecer jurídico da Casa, que eu pedi urgência; para inverter e colocar o parecer para a gente conseguir e com o parecer jurídico mais o da comissão de finanças e o ….

VER. ROQUE SEVERGNINI: É importante o Hospital São Carlos. É importante o Hospital São Carlos. Essa é a articulação de governo que tem aqui na Casa. A oposição se desdobrou para dar um parecer para votar amanhã e o governo não conseguiu o parecer jurídico para estar apto o projeto amanhã. Então hospital… é isso aí.

VER. MARCELO BROILO:  Discordo, colega Roque, pelo contrário, essa comissão que eu presido prontamente distribuiu o projeto e deu parecer hoje. Ele está em regime de urgência. O que eu ia pedir de modo pela Casa para essa sessão pedir então que a procuradora pudesse então fazer o seu parecer para a gente conseguir, porque está dentro do prazo. E como disse lhe agradecer também esse esforço da vossa comissão. E agora pedir então como líder de governo que pudesse então a gente fazer esse esforço o parecer jurídico também para colocar em votação; uma velocidade bastante rápido em relação a tão importante projeto ao nosso Hospital São Carlos. Como já foi falado recurso excepcional temporário de dois milhões cento e dois para fazer frente a compromissos, causa trabalhistas já transitada em julgado, e que já foi bem falado do episódio em questão.

VER. ROQUE SEVERGNINI: Gostaria que mandasse a causa trabalhista já que você levanta o assunto dessa causa trabalhista.

VER. MARCELO BROILO:  Mas o objeto do projeto é essem vereador.

VER. ROQUE SEVERGNINI: Mas gostaria de conhecer. Me envie, por favor.

VER. MARCELO BROILO:  Ok.

PRES. ELEONORA BROILO: Vereadora Clarice.

VER. CLARICE BAÚ: Obrigada, presidente. Boa noite, colegas, a imprensa, as pessoas que estão aqui nos assistindo presencialmente e aqueles que estão em seus lares. Não, só para aqui, não entendo, só para corroborar nessa questão dessa discussão do projeto de lei nº 70 que eu não entendo a estranheza em função de que muitas vezes já aconteceu de vir o projeto do Executivo e em questão de urgência e sempre quando eu fui líder de governo eu solicitava a inversão de pauta, porque está no prazo regimental ainda; então só é um esforço aqui do nosso líder de governo junto à Casa para que se possa realmente votar né, porque sempre aconteceu e sempre deu essa inversão. É nesse sentido só que o colega colocou que está fazendo essa articulação então eu estranho a reação que isso sempre aconteceu na Casa; obrigado, presidente.

PRES. ELEONORA BROILO: A palavra continua à disposição dos senhores vereadores. Vereador Amarante.

VER. GILBERTO DO AMARANTE: Queria saudar aqui a nossa Suzana aqui do Caravaggeto, do sindicato, e Guilherme. Também, vereador Maurício, pedir já que de repente tem uma relação boa com nosso governo, pedir aí para que de repente nós nos unimos e consigamos os 50% do valor da brita graduada para o interior da qual é uma bandeira sua né e muitos agricultores, aliás, aonde eles me veem eles falam sobre esse assunto. Então é uma causa boa de ser debatido/discutido e podemos trabalhar junto nessa bandeira né. Sim, cedo um aparte.

PRES. ELEONORA BROILO: Aparte ao vereador Maurício. Ah, não pode espaço de líder. Depois tá.

VER. GILBERTO DO AMARANTE:  E uma outra questão. A questão do projeto que nós temos os projetos que nós temos na Casa, vereador Marcelo, em nenhum momento fala que esses valores são para pagar indenização; fala sim nas cirurgias no que tem que fazer.

PRES. ELEONORA BROILO: Não o nº 70.

VER. GILBERTO DO AMARANTE: Tá, tudo bem tudo bem, mas depois de 7 ou 8 anos, sei lá, 6 anos. Eu ouvi ontem no parlamento, aliás, na sexta-feira na reunião do parlamento né, vereador Juliano, de inclusive o governo falando em intervir em alguns hospital quando eles não dão resultado, quando não dão resultado para o poder público necessário. Então às vezes a intervenção ela é necessário em alguns momentos. Ah foi feito de modo errado talvez foi equivocado, mas de repente o Hospital naquele momento não estava, não estava andando da forma que teria que ter andado ou que teria que andar. Ah, se errou-se outros gestores assumiu então na época quando foi assumido lá em 2012/2011 até eu pedi um relatório, porque eu era o presidente da defesa civil e não sei porque razão a gente pediu um pedido de informação. Quando o prefeito Claiton assumiu lá em 2011/2012 o hospital devia 16 milhões, essa era a dívida lá atrás, se fosse botar correções e tudo mais esses valores se aumentaria muito então claro depois se aumentou-se a dívida e agora tempos atrás a gente ouviu falar que se pagou-se a dívida. Então pela imprensa e se devia pouco e de fato eu entro no hospital foi feito muitas obras, tá bonito, tá legal, mas entrou-se muito dinheiro de emendas parlamentares também. Inclusive nós pedimos uma emenda parlamentar do Marlon Santos que era para fazer uma obra, esta obra não foi feito, provavelmente como era de recurso livre foi utilizado em outras situações e estamos sim como vereador, nesse ano não se consegue mais, no próximo ano em buscar mais verbas para o nosso hospital e vamos fazer isso. Mas eu acho que essa jogada, às vezes que é feito é buscar o passado para criticar o presente muitas vezes, porque é o que se faz. Então quando se fala em algo que se passou-se há 8 anos valores, contas e dívidas quando a gente assume um negócio se tinha algo para pagar em despesa e principalmente em situações trabalhista e que deve ser pago, é um direito, eu acho que traz junto com essa causa, traz junto este esta bandeira de quem assume e assumiu. Então era isso, senhora presidente.

PRES. ELEONORA BROILO: Vereador Maurício pediu primeiro. Vereador Maurício, seu espaço de líder.

VER. MAURÍCIO BELLAVER: Obrigado, meu companheiro Chico, aí. O vereador Amarante eu umas leis/obras que fizeram na administração passada foi a parceria de que o município entrava com a cancha e a camada asfáltica e a comunidade entrava com a brita graduada; concorda? Acho que era isso aí, mas segunda-feira, nós temos tempo para falar. Então tem que seguir essa norma aí. Eu acho que foi essa ali foi uma bela uma bela obra que fizeram, continuaram fazendo e está dando certo e vai continuar assim. Se o vizinho lá no fundo pagou a brita graduada e esse vizinho aqui vai pagar meia brita graduada como é que vai ficar? O ano passado ou a gestão passada era brita graduada isso eu tenho certeza que isso aí sempre aconteceu. Muito obrigado, doutora.

PRES. ELEONORA BROILO: Questão de ordem ao vereador Juliano.

VER. JULIANO BAUMGARTEN: Eu acho que pelo bom funcionamento da sessão tá quase parecendo um bar aqui, um grito aqui de um lado; então acho que tem que seguir. Não, tem que fazer a regra para todos eu não tô dizendo que o ‘A’ tá certo e o ‘B’ tá errado; mas acho que quando cada um vai falar, porque senão fica difícil, fogo cruzado. Só por uma questão de ordem da sessão mesmo.

PRES. ELEONORA BROILO: Acabei de dizer isso. Acabei de dizer isso, vereador Juliano, tá. Vereador Roque, espaço de líder.

VER. ROQUE SEVERGNINI: Não, eu gostaria de, vereador Maurício, tranquilamente no que tu puder ajudar aí nessa questão de reduzir o custo da brita graduada vem a bom termo. Porque normalmente o vereador de situação tem mais acesso ao prefeito, isso é natural né tanto assim que vocês fazem reunião uma vez por semana, pelo menos faziam não sei se ainda fazem, e tem o gabinete aberto; nós não temos esse acesso, nunca fomos convidados para nenhuma reunião. Então eu não vejo assim que que nós vamos ter as mesmas facilidades que tu tens lá, mas tu sabe que ter essas facilidades também aumenta a tua responsabilidade. Converse com o prefeito lá, faz essa intervenção para que os agricultores paguem só 50% da brita graduada no asfalto, vai ser de bom grado. Outra questão, vereador Marcelo, acho que o vereador, mas ele ouve, ele saiu daqui, mas ele tá ouvindo é importante dizer o seguinte: não há no projeto nº 70 nenhuma reclamatória trabalhista em anexo, não veio acompanhado de reclamatória trabalhista ou de um alvará judicial que tenha pago, ou melhor, condenado o prefeito ou melhor o Hospital ao pagamento. Eu desconheço, mas o Marcelo tem dito aqui que tem então seria bom a gente conhecer essa reclamatória trabalhista para que a gente possa saber qual é o valor. São R$ 2.100.000,00? Saber isso. Por que que eu digo isso? Porque está se atribuindo esses valores para pagar uma condenação que o hospital tomou por conta de uma intervenção que foi feita ao Hospital Beneficente São Carlos. Eu não, sinceramente não vejo relação com isso. Eu acho que isso não ajuda e não só não ajuda como também estrategicamente não é o melhor caminho adotado, vereador Marcelo; o melhor caminho adotado é aquele que nós fizemos na comissão de finanças que paramos a comissão, encaminhamos para parecer, paramos, ouvimos o relator vereador Tadeu que deu parecer favorável e por unanimidade nós aprovamos o parecer na expectativa de que votemos amanhã. Então esse eu acho que é o melhor caminho a percorrer né, não é duelar aqui até porque quem tá no governo precisa governar e o município é grande e digno de receber as melhorias necessárias e inclusive o hospital. E quando se fala aqui que foi feito uma sugestão de inversão de pauta por parte do líder do governo, concordo, mas o hospital não é do governo eu também posso pedir, eu também posso pedir, também posso pedir que o hospital São Carlos tenha prioridade na votação aqui. Eu atendi hoje uma ligação do vereador Thiago Brunet, que é médico, e ele me disse: “Roque, eu sei que tu é o presidente da comissão de finanças intervenha junto à comissão de finanças para que nós tenhamos o parecer. Eu falei me passa com a diretora doutora Janete e ele me passou, conversamos/acertamos expliquei para ela o rito de tramitação da Câmara ela entendeu e assumimos esse compromisso de conversar na comissão de finanças; não assumi que nós vamos fazer, assumi de conversar, porque não depende de mim e os todos os vereadores integrantes da comissão aceitaram e demos o parecer e está apto a votar no dia de amanhã. Causou-me espécie/surpresa quando o vereador diz que eles ainda precisam acertar com o jurídico; mas o jurídico não é meu, o jurídico é da Casa e quem administra a Casa é a Mesa. Então a Mesa vai tomar as providências para amanhã a gente votar, simples assim. Obrigado.

PRES. ELEONORA BROILO: O espaço continua à disposição dos senhores vereadores. Se mais nenhum vereador quiser fazer uso da palavra, encerramos o espaço do pequeno expediente. Passamos ao espaço de comunicação importante, dois minutos.

 

ESPAÇO DE COMUNICAÇÃO IMPORTANTE

 

PRES. ELEONORA BROILO: Vereador Juliano.

VER. JULIANO BAUMGARTEN: Senhora presidente e colegas vereadores, bom, nesse meu espaço de comunicação quero falar sobre dois assuntos. Então hoje discutindo na comissão de infraestrutura, desenvolvimento e bem-estar social na qual eu estou como presidente discutimos o projeto nº 65 onde que aprovamos a o convite a algumas pessoas para discutir o referido projeto dentre eles: organizações da sociedade civil como AFAPAM, COMAM, o chefe/cacique da comunidade Caingangue de Farroupilha e três servidores de carreira; para quê? Para discutir/saber como estavam as questões as tratativas relacionadas ao Balneário Santa Rita e no seu entorno. Pois bem, eu queria ver com os demais membros Felipe, Calebe, Amarante e Tiago Ilha que a princípio nós temos que foi aprovado inclusive de fazermos uma sessão extra uma reunião extraordinária e eu gostaria de ver para fazermos então semana que vem, às 16:30, na terça-feira porque o quê que acontece? 16h tem o código de posturas e será algo rápido. Então acredito que não dá mais para postergar. Tudo certo, mas então depois, doutora presidente, nós encaminharemos um ofício da comissão para convocar uma reunião extraordinária da comissão de infraestrutura, desenvolvimento e bem-estar social terça-feira que vem, às 16:30, para tratar do projeto nº 65. Então que eu inclusive eu faço questão de ir e ajudar entregar os convites e fazer os chamados para agilizar. Por fim também eu acredito que alguns projetos como, por exemplo, esse do Hospital São Carlos e vem no regime de urgência eu na condição de líder de bancada do PSB voto favorável para incluirmos na pauta de amanhã e votarmos para atender, para concluir, para atender as demandas do hospital. Obrigado.

PRES. ELEONORA BROILO:  O espaço de comunicação continua à disposição dos senhores vereadores. Marcelo.

VER. MARCELO BROILO: Obrigado, senhora presidente. Quero aqui agradecer a presença do Mateus Paim muito obrigado pela presença. Então só continuando o assunto, quero aproveitar então esse espaço de comunicação e o que eu fiz justamente é o que é o certo. Pedi com esforço de todos e não diferente com o ordenamento jurídico com a procuradora. Então essa inversão de pauta é justamente o esforço coletivo de fazer. Senhora presidente, quero aqui aproveitar o ensejo e retirar da pauta, retirar da Casa o projeto nº 68 do executivo municipal que previa autorização para liberação de condição em doações de imóveis realizados no âmbito da política municipal de desenvolvimento econômico e social. Então gostaria de ter esta atendida como líder de governo e ele vai retornar a Casa nos próximos dias e em último caso no início do próximo ano com o mesmo teor. Muito obrigado.

PRES. ELEONORA BROILO:  Vereadora Clarice.

VER. CLARICE BAÚ: Obrigada, presidente. Só fazer um convite que amanhã das 12h às 12:30 estaremos lá com a Amostra Itinerante que vai sair do SICREDI e vai para o fórum; amostra itinerante dos trabalhos dos alunos do Colégio Estadual Farroupilha que lá representam todo um trabalho que foi feito da questão da campanha do laço branco – que é a mobilização dos homens pelo fim da violência contra as mulheres. E nesse horário das 12h às 12:30 o juiz diretor do fórum doutor Enzo Carlo di Gesu estará lá então nos recepcionando né então gostaria de convidar a todos, é bem importante que o legislativo se faça presente também, porque o judiciário está sensível a causa e estará lá nos recepcionando. Obrigado.

PRES. ELEONORA BROILO: Mais algum vereador gostaria de fazer o uso desse espaço? Vereador Davi, pastor Davi, desculpe.

VER. DAVI DE ALMEIDA: Boa noite, senhora presidente e boa noite senhores vereadores. Senhora presidente, eu quero fazer um convite aqui a todos os vereadores para o mês de dezembro, dia 10 de dezembro, nós vamos ter a marcha para Jesus e a Mateada Cristã. Um projeto que foi aprovado por esta Casa por unanimidade e então aqui no Largo Carlos Fetter a partir das 13h até às 17h nós estaremos ali com uma programação com todas as igrejas aqui de Farroupilha. Então quero estender o convite formalizando a todos os vereadores, todos são bem-vindos a estar conosco ali, nós vamos estar com o Conselho Municipal de Pastores. Hoje tivemos várias reuniões articulando com outros pastores aqui da cidade e não é estendido só a denominação evangélica, a todas as pessoas da comunidade farroupilhense. Ecumênico; então todos podem participar serão todos bem-vindos. Nós vamos ter apresentações culturais nesse dia e as 15h então nós vamos fazer uma grande caminhada nas ruas principais da cidade declarando benção sobre a cidade né, declarando vida, declarando então que a gente possa ter uma Farroupilha abençoada por Deus. Então todos vereadores estão convidados, trazer suas famílias, nós vamos ter ali brinquedos para as crianças, vamos ter toda uma estrutura que o município está colocando que essa Casa aprovou então nada mais justo do que nós todos participarmos desse grande momento para nossa cidade que marca um tempo né. Marca então nesse calendário deste ano a Marcha para Jesus e a Mateada Cristã. Muito obrigado.

PRES. ELEONORA BROILO:  Vereador Calebe.

VER. CALEBE COELHO: Só queria falar sobre um assunto que é muito importante para todos nós né sobre a pista de caminhada lá de Caravaggio e o vereador Amarante falou na rádio né que o projeto sobre a pista estava pronto e foi deixado no Executivo. Daí eu fui lá para ver e a gente não encontrou esse projeto. Então se está pronto já facilita muito a vida né, então se o senhor tivesse uma cópia talvez daí para a gente poder dar encaminhamento ali tá. Obrigado.

PRES. ELEONORA BROILO: Desculpe. Vereador Amarante.

VER. GILBERTO DO AMARANTE: Primeiro até respondendo ali, vereador Maurício, a questão da brita graduada 50% ou até um pouquinho menos foi 12 km aqui na Linha Ely até a Linha Muller e teve outros locais também até pela quantidade de famílias. E claro que naquela época o preço da brita estava mais…

PRES. ELEONORA BROILO: Isso é um espaço de comunicação importante né…

VER. GILBERTO DO AMARANTE: É espaço de comunicação, doutora.

PRES. ELEONORA BROILO:  Comunicação pessoal né.

VER. GILBERTO DO AMARANTE: Mas doutora, por favor, deixa eu falar. E eu vou responder o Maurício e o vereador Calebe também.

PRES. ELEONORA BROILO: Como tu falou e eu deixei, eu vou deixar ele falar também. Tem que ser justo.

VER. GILBERTO DO AMARANTE: E aí, vereador Maurício, é em relação a isso. E aumentou a brita e aumentou a quantidade. É mais em relação a isso e até pela tua proximidade ao governo podemos sim tratar. A questão do da colocação do vereador Calebe e aí agora é uma informação o que eu falei na rádio Spaço e confirmo é que o projeto que ficou pronto é aqueles espaço, aqueles 200 m, depois mais 200 que foram feitos de asfalto né. Então esses 200 metros + 200 metros que até então estava sendo feito de PAVS assim como todo o Rio Grande do Sul e o país começou com esse dessa forma né. Depois observando até a minha pessoa e o João Silvestrin junto com o Executivo foi lá e provocou o planejamento na época, o prefeito, e foi feito elaborado o projeto deixado pronto esta etapa do projeto; demais não existe projeto tá, não existe projeto. Estamos sim cobrando a finalização para que seja feito, porque lá a gente sabe que passa de centena de milhar, aliás dezenas de milhares de pessoas por ano para que conclua aquela obra lá sim. Muito obrigado.

PRES. ELEONORA BROILO:  Mais alguém quer fazer uso desse espaço; se não encerra-se o espaço de comunicação importante. Espaço do presidente.

 

ESPAÇO DO PRESIDENTE

 

PRES. ELEONORA BROILO: Apenas para avisar então que amanhã será feita a reunião secreta relativa ao nome de ruas. Encaminhamento de proposições: encaminhamos às comissões de Legislação, Justiça e Redação Final, e Infraestrutura, Desenvolvimento e Bem-estar o projeto de lei do executivo nº 72/2022 em regime de urgência e o nº 73; e o projeto de lei do legislativo nº 30. Às comissões de Legislação, Justiça e Redação e Orçamentos, Finanças e Contas Públicas, em regime de urgência, os projetos de lei do executivo número nº 74/2022 e nº 75/2022. Nada mais a ser tratado nessa noite declaro encerrados os trabalhos da presente sessão ordinária.

 

 

Eleonora Peters Broilo

Vereadora Presidente

 

 

 

Sandro Trevisan

Vereador 1º Secretário

 

 

OBS: Gravação, digitação e revisão de atas: Assessoria Legislativa e Apoio Administrativo.