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03/12/2022 18:44:30 - Farroupilha / RS
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Ata 4238 – 17/10/2022

SESSÃO ORDINÁRIA

 

Presidência em exercício: Sr. Calebe Coelho.

 

Às 18 horas o senhor presidente em exercício vereador Calebe Coelho assume a direção dos trabalhos. Presentes os seguintes vereadores: Clarice Baú, Cleonir Roque Severgnini, Davi André de Almeida, Eurides Sutilli, Felipe Maioli, Gilberto do Amarante, Joel Antônio Correa, Juliano Luiz Baumgarten, Marcelo Cislaghi Broilo, Mauricio Bellaver, Paulo Vitório Telles de Oliveira, Sandro Trevisan, Tadeu Salib dos Santos e Thiago Pintos Brunet.

 

PRES. EM EXERCÍCIO CALEBE COELHO: Boa noite a todos. Declaro aberto os trabalhos da presente sessão ordinária. Convido a todos para de pé ouvirmos a prestação de compromisso e posse do vereador Joel Antônio Correa. “Prometo cumprir a constituição da república federativa do Brasil, a lei orgânica, as leis federais do estado e do município e exercer o meu mandato sobre a inspiração do patriotismo, da lealdade, da honra e do bem comum”. Vereador Joel Correa.

VER. JOEL CORREA: Assim eu prometo.

PRES. EM EXERCÍCIO CALEBE COELHO: Declaro empossado o vereador que prestou compromisso. Dada a verificação do quórum informo a presença de 13 vereadores nessa sessão do grande e pequeno expediente do dia 17 de outubro de 2022; ausentes os vereadores Thiago Brunet e Chico Sutilli. Em aprovação as atas nº 4.230 de 12/09/2022 e nº 4.231 de 13/09/2022. Os vereadores que estiverem de acordo permaneçam como estão. Solicito ao vereador Sandro Trevisan, 1º secretário, para que proceda à leitura do expediente da secretaria.

1º SEC. SANDRO TREVISAN: Boa noite presidente, senhores vereadores e público presente. Expediente de 17 de outubro de 2022. Ofício nº 196/2022 – SMGG (Secretaria Municipal de Gestão e Governo); assunto: Mensagem retificativa ao Projeto de Lei nº 57/2022. Ofício nº 197/2022 – SMGG (Secretaria Municipal de Gestão e Governo); assunto: Projetos de Lei. Ofício nº 781/2022 – Mesa Diretora da Câmara de Vereadores; assunto: Comunicado o pedido de renuncia do Vereador Eurides Sutilli ao cargo de 1º vice-presidente. Desta forma a composição da mesa passa a ser: Presidente: Eleonora Peters Broilo; Vice-Presidente: Calebe Coelho; 2º Vice-Presidente: Tadeu Salib dos Santos; 1º Secretário: Sandro Trevisan; 2º Secretário: a ser eleito. Comunicado: A escritora Dolores Maggioni e a Editora Alcance convidam para o lançamento da obra ‘Verão de Outonos’, que ocorrerá no dia 27/10/2022, às 19h30min, na Casa de Cultura de Farroupilha. Comunicado: O Instituto Cultural dos Pequenos Cantores de Farroupilha e o Coral Infantojuvenil Canarinhos de Farroupilha convidam para o 10º Festival de Coros Em Canto de Farroupilha, que ocorrerá no dia 22/10/2022 às 20h, no Clube do Comércio. Pedido de Informação nº 113/2022 de autoria do vereador Juliano Baumgarten; solicita informações a respeito da decoração natalina de 2022. Pedido de Providência nº 181/2022 de autoria da vereadora Clarice Baú – assunto: Estudo de viabilidade da continuação da pavimentação da Rua Roque Victor Barbieri, em Nova Milano. Pedido de Providência nº 182/2022 de autoria do vereador Calebe Coelho – assunto: manutenção do ginásio da EMEF Medianeira e um estudo de viabilidade para que sejam construídas paredes laterais no mesmo. Indicação nº 61/2022 – autor: Juliano Baumgarten; assunto: Material escolar solidário. Senhor presidente, era isso que tínhamos na noite de hoje.

PRES. EM EXERCÍCIO CALEBE COELHO: Obrigado, vereador Sandro. Convidamos então para fazer parte da mesa a senhora Luciana Bortolanza para explanar sobre o projeto movimente. A senhora pode escolher onde quer usar aqui ou na tribuna onde achar melhor, tá. Por favor, microfone na tribuna então. Muito bem, a senhora tem 30 minutos então para explanar sobre o seu projeto.

SRA. LUCIANA BORTOLANZA: Obrigada. Boa noite a todos. Primeiramente, gostaria de me apresentar, meu nome é Luciana Bortolanza, sou professora de Educação Física, trabalho na área há 20 anos, e hoje atuando junto ao Departamento Municipal de Esporte e Juventude. Cada dia é uma dádiva, é uma oportunidade de transformação e realidade. Agradeço a Deus e a Câmara Vereadores de Farroupilha por esta oportunidade; além de podermos prestar a homenagem pelo Dia do Idoso, esse espaço representa também a valorização dos nossos antecedentes frente à sociedade. Dizer obrigado pelo carinho que todos têm por nós, vereadores, às vezes não é o suficiente, porém o nosso sentimento é de gratidão. Saudamos o excelentíssimo senhor vereador presidente Calebe Coelho representando a senhora vereadora presidente Eleonora Peters Broilo. Saudamos as alunas e os alunos do Projeto Movimente e os demais presentes senhores vereadores. Agradeço a Secretária Municipal de Educação, Cultura, Esporte e Juventude Luciana Zanfeliz pela confiança no meu trabalho.  Agradeço ao senhor Cilo Monteiro – Diretor do Departamento de Esporte e Juventude, idealizador do Projeto Movimente juntamente comigo, pela oportunidade de conduzir um projeto tão importante no município e por todo empenho que ele vem desenvolvendo junto ao esporte em geral. Não poderia deixar de agradecer também ao Secretário Municipal de Habitação e Assistência Social, o senhor Jorge Cenci, pela parceria e apoio ao Projeto Movimente. Senhoras e senhores aqui presentes. A Constituição Brasileira, em seu artigo 230, preconiza que: ‘a família, a sociedade e o Estado têm o dever de amparar as pessoas idosas, assegurando sua participação na comunidade, defendendo sua dignidade e bem-estar e garantindo-lhes o direito à vida’. No parágrafo primeiro desse artigo, encontramos a dicção: ‘os programas de amparo aos idosos serão executados preferencialmente em seus lares’. No artigo 10º do Estatuto do Idoso, parágrafo 1º, encontramos: ‘O direito à liberdade compreende, os seguintes aspectos (entre outros) prática de esportes e de diversões’.  O Dia Internacional do Idoso é comemorado, anualmente, a 1º de outubro. Esse dia foi instituído em 1991, pela ONU, e tem como objetivo sensibilizar a sociedade para as questões do envelhecimento e das necessidades de proteger e cuidar da população mais idosa. Assim, o Dia Internacional do Idoso serve para, primeiro, homenagear as pessoas idosas e comemorar as suas conquistas; segundo, conscientizar todas as populações sobre a importância da mudança de atitudes para com os idosos; terceiro, instituir reflexões acerca das necessidades dos idosos e buscar/formular estratégias políticas e práticas em todos os setores, buscando concretizar as enormes potencialidades do envelhecimento no século XXI; quarto, que os idosos se realizem plenamente em seus direitos e consigam envelhecer com segurança e dignidade. Temos que valorizar e considerar todos, pois, se nós desfrutamos das coisas hoje, é porque pessoas antes de nós se dedicaram para construir, portanto dignificá-las, exaltá-las, pois elas merecem. Os idosos representam a história da nossa cidade. É uma satisfação estar aqui reverenciando a vida dessas pessoas que hoje representam a história do município, fico grata pela oportunidade. O Departamento de Esporte e Juventude tem trabalhado para que possamos melhorar a qualidade de vida dessas pessoas através do Projeto movimente, voltado específico para o trabalho da atividade física e bem estar. O Movimente é o único projeto voltado à atividade física com intuito de trabalhar o desenvolvimento global, estimulando corretamente as capacidades, integrando os aspectos motores e cognitivos dos idosos, juntamente com os aspectos emocionais. Cabe ao profissional englobar esse tipo de atividade a fim de estimular adequadamente cada área, possibilitando com que o idoso tenha domínio sobre o próprio corpo, não só dos movimentos, porém trabalhar a saúde mental durante as aulas. Envelhecer com saúde e com qualidade de vida é o que todos almejamos, e hoje em dia as pessoas estão se cuidando mais! O idoso moderno, o ‘novo velho’, não e mais aquele que se aposenta e fica em casa numa cadeira de balanço e que vivia com a mesma roupa bege todos os dias, o idoso de hoje tem um perfil ativo, consumidor e conectado. Àquela ideia de incapacidade para algumas tarefas já está sendo desconstruída, a busca par uma melhor qualidade de vida tem sido, para muitos, uma busca diária. O número de idosos que moram sozinhos triplicou nos últimos 20 anos, o que demonstra claramente que estão cada vez mais independentes e, o fato de se preocuparem mais com a saúde é determinante para esta autonomia. É um fato, são outros que dizem quem eu sou então o convívio social adequado garante um bem-estar muito maior. O organismo motivado libera endorfina, o hormônio responsável pela felicidade. Quando falamos em saúde, todos querem estar bem, e chegar na terceira idade tranquilo, sem dependência, sem doenças, autoestima elevada e convívio social é uma dádiva. O não depender de ninguém para realizar as atividades da vida diária já e um bom começo quando se trata de assuntos relacionados a terceira idade, onde na maioria das vezes, a locomoção já está comprometida. O envelhecimento é mais uma etapa da vida e nós, como professores, temos duas missões: uma como indivíduos e outra como profissionais; nos prepararmos para viver essa velhice da melhor forma possível e sermos uma ponte para essas pessoas envelhecerem com uma melhor qualidade de vida. Nós seres humanos não nascemos para vivermos isolados, precisamos do convívio social cada um sabe a sua medida, mas precisamos em qualquer época das nossas vidas estar com outras pessoas; o bem-estar e a saúde mental estão diretamente relacionadas às relações interpessoais. Melhor seria se essas interações nunca faltassem no contexto familiar. Hoje as redes sociais se mostram muito eficiente nestes novos tempos, surgiram novos tipos de relacionamento, atividades, e se estreitou as amizades virtuais. Essa solenidade é para honrar e validar os serviços que vocês prestaram e continuam prestando para nossa sociedade. O envelhecimento é um processo natural que se inicia no momento em que nascemos. Não há, porém, limites estabelecidos para o término de nossa caminhada nesse mundo. Temos é que manter sempre acesa a chama do entusiasmo, pois a vida tem encantos incríveis para aqueles que gostam dela. Então neste momento, com estas palavras, eu gostaria de apresentar o Projeto movimente que é um projeto, como citei aqui, que trabalha a atividade física, trabalha as relações sociais e é um projeto que tenho o maior amor e o maior carinho por estar à frente. Este projeto acontece diariamente. O Projeto Movimente acontece a exatamente um ano, nós iniciamos as atividades no dia 06/09/2021, após, na verdade ainda no período de pandemia. O objetivo do projeto é a promoção e a prevenção da saúde para uma melhor qualidade de vida, com propósito de melhorar as atividades diárias contribuindo para uma vida mais saudável e promovendo o bem-estar físico, social e mental. Então o projeto acontece diariamente uma vez por semana em cinco bairro diferentes, hoje nós atendemos cinco bairros. Os benefícios da atividade física para a pessoa idosa: melhora do condicionamento físico e disposição, melhora da qualidade do sono, diminuição da ansiedade e do estresse, ampliação do contato social, controle do peso, melhora na mobilidade e no equilíbrio, melhora do controle da pressão arterial, preservação dos ossos e articulações, melhora dos quadros de dor em geral e promoção, principalmente, da independência e autonomia dos idosos. Então aqui a gente trouxe algumas fotos, tô tentando, algumas fotos do projeto tá. Então são cinco bairros: na segunda-feira nós atendemos o bairro Cinquentenário; na terça feira nós temos o bairro Primeiro de Maio; na quarta-feira a gente tem o bairro Industrial; na quinta-feira nós temos o bairro São Roque; e há exatamente um mês nós começamos com as atividades atendendo também a comunidade de Caravaggio. As atividades são diárias né, são voltadas para atividades de exercício físico, trabalhamos a dança, trabalhamos vários movimentos reforçando as articulações/os músculos e principalmente também a questão da saúde mental. Tem mais, tem mais fotos, vamos ver se eu consigo fazer funcionar aqui; aqui. O grupo também tem atividades extras né, esse mês a gente participou de uma viagem trabalhando essa questão social, conhecendo o Cristo em Encantado, o grupo também fez uma viagem com o Trem dos Vales, temos também atividades de festa junina e esse ano com a questão da liberação de todas atividades teremos também a festa de natal que o ano passado a gente não conseguiu realizar ainda em função da pandemia; nós fizemos um café da manhã mais restrito, dividimos o grupo, porém esse ano nós vamos poder estar com os cinco grupos realizando a festa de natal do Movimente. Aqui são fotos da missa alusiva ao primeiro ano do projeto, em Caravaggio, nós nos reunimos e realizamos a missa para poder celebrar as atividades de um ano desse projeto. Hoje o projeto atende mais ou menos 230 a 250 pessoas; e eu gostaria de ressaltar a importância desse projeto perante a sociedade nas questões de atividades diárias que quanto mais pessoas a gente puder atender mais pessoas vão estar trabalhando essas questões de reforço muscular para melhorar o quê? Melhorar a qualidade de vida, poder se deslocar a um mercado, poder fazer suas atividades diária, fazer viagens, o convívio social; tudo isso não é somente importante para os idosos, mas também para os seus familiares né. Então o projeto ele só tende a crescer e a gente, aproveitando esse espaço, gostaria de agradecer mais uma vez aos vereadores, mas pedir também solicitar que esse público seja também atendido né para os próximos anos, porque a gente sabe que daqui a um pulinho nós estaremos lá também né. Então daqui a pouco eu estarei passando as minhas os meus conhecimentos enquanto professora para outros colegas, mas estaremos também atendendo os colegas que estão conosco hoje no departamento né e toda a população de Farroupilha. Por fim, senhor presidente, depois dessa nossa singela homenagem ao Dia dos Idosos, que ocorreu no dia 1º de outubro, eu gostaria de homenagear a todos na pessoa da Dona Zenaide Miola Zuanazi. A dona Zenaide, eu convido ela a subir aqui comigo, por gentileza, a dona Zenaide está conosco desde o início do projeto, ela participa no bairro São Roque todas às quintas-feiras, ela tem 84 anos; então ela vai representar todos vocês que estão aqui para receber essa homenagem hoje. Todos as pessoas que participam – os meus alunos e alunas – do Projeto Movimente. Na presença da dona Zenaide eu já agradeço o Adilson que é filho dela e também meu aluno deste projeto. A dona Zenaide então tem 84 anos ela tem 6 filhos, criou seus filhos por intermédio do trabalho na colônia, e em conversa com seu filho Adilson eu soube que ela ainda continua com suas atividades diárias trabalhando/realizando seus afazeres domésticos e cuidando da horta com grande satisfação e entusiasmo. Eu gostaria também de agradecer ao diretor Cilo Monteiro e a secretária Luciana Zanfeliz por me tornarem essa oportunidade  de trabalhar junto aos idosos, de a gente poder  ter criado esse projeto, porque eu sempre falo no departamento e sempre falo para os meus alunos quando eu trabalhava na escola, sempre falo para meus filhos em casa, para a minha família, nós não somos uma ilha e nós não fizemos nada sozinhos; se a gente não tiver pessoas do nosso lado que acreditam e confiam no nosso trabalho né, que nos deem uma oportunidade, a gente não consegue fazer as coisas. Então esse projeto é maravilhoso é um sonho que eu tinha e o Cilo, meu diretor, acreditou confiou no meu trabalho, a secretária, nos ajuda muito diante deste projeto então, os meus colegas do departamento todos os professores né, as pessoas que trabalham nestes bairros onde o projeto é atendido, todos eles desde as pessoas que estão lá que limpam as quadras né, que atendem e estão lá conosco e cedem seus espaços, todos eles, funcionários, todas as equipes eu agradeço de coração. E mais uma vez agradeço ao presidente da Câmara, a todos os vereadores, por esta oportunidade de poder prestar essa homenagem aos meus alunos e alunas que moram no meu coração. Muito obrigada.

PRES. EM EXERCÍCIO CALEBE COELHO: Senhora Luciana, muito obrigado pela sua explanação. Agora nós teremos um espaço onde os vereadores podem te fazer perguntas né; então a senhora, por favor, pode sentar-se aqui. E agora vamos ouvir então o que os nossos vereadores têm a dizer sobre esse assunto. Quem gostaria de se inscrever para fazer uma pergunta? Por favor, microfone para o vereador Juliano então.

VER. JULIANO BAUMGARTEN: Senhor presidente Calebe, cumprimento os demais colegas vereadores, cumprimento em especial então a senhora Luciana Bortolanza, a imprensa, os cidadãos e as cidadãs que se fazem presente aqui nessa noite, secretários municipais aqui também. Bom, eu acho que parabenizar né. Todo ato que ele for que ele vier em benefício da comunidade seja de qualquer faixa etária ele é importante. E quando a gente fala de saúde principalmente numa faixa etária que muitas vezes tem muitas dificuldades a gente vê que é importante, e isso um programa bom é um programa que tem que dar continuidade. E eu quero fazer uma pergunta e antes de fazer essa pergunta quero fazer um cumprimento ao meu colega vereador Joel seja bem-vindo a esta Casa, ótimo trabalho e ótimo aprendizado. Eu quero saber, profe, de que forma que nós podemos auxiliar, a Câmara de Vereadores/o poder legislativo, na continuidade do programa? De que forma que a gente pode estar auxiliando no sentido de ampliar para outros bairros/para outras comunidades e se hoje os recursos utilizados são suficientes, tanto os recursos financeiros quantos os recursos humanos, e de que forma que nós podemos fazer/ajudar. Por quê? Por que que eu pergunto isso? Porque na sequência acredito que no mais tardar novembro entrará na Casa o orçamento e todo ano a Câmara de Vereadores vota e nós temos a prerrogativa de poder fazer emendas, ou seja, alterações ao orçamento e inclusive destinar algum recurso. Claro, não são emendas impositivas nas quais obrigam o Executivo a executar, mas sim nós podemos direcionar e aí cabe depois levar a adiante. Então meu questionamento é esse. Muito obrigado e parabéns mais uma vez a ti e todos os nossos cidadãos presentes aqui participantes do programa. Obrigado.

SRA. LUCIANA BORTOLANZA: Obrigado, vereador Juliano, pela sua pergunta. Ela vem de encontro ao meu propósito de trazer essa homenagem aqui ao Projeto Movimente. Hoje nós estamos como departamento atrelados à Secretaria Municipal de Educação e como eu falei antes né a secretária acreditou no projeto e nos deu todo o apoio para que a gente pudesse colocar esse projeto em prática né; mas acredito eu que essas políticas públicas elas devem ser realizadas justamente pela questão do financeiro e eu não tenho informações de valores, mas, enfim, nós precisamos de ter mais pessoal para trabalhar juntamente para poder atender mais bairros, porque nós temos demanda. Os bairros mais distantes bairros né a gente atende como eu falei o bairro Industrial que é um bairro que nós temos uma população bem significativa né, poderíamos estar abrindo em outros pontos dentro do próprio bairro Industrial e tantos outros né, mas a gente precisa de material, nós precisamos, nada, nada de valores exorbitante né, porque hoje eu trabalho com um equipamento de som, com colchonetes e materiais alternativos que a gente providencia; na verdade eles providenciam que são cabinhos de vassoura, pesinhos com garrafa pet. Então esses materiais são tranquilos, mas os colchonetes, por exemplo, a gente precisa adquirir, a gente precisa ter os espaços cedidos que nem sempre a gente consegue né, o espaço no bairro, então a população, alguns bairros o Primeiro de Maio se mobilizou não era um bairro que tinha a princípio, no início, para ser atendido no projeto, porém a população se mobilizou e hoje nós estamos atendendo um grupo de quase 70 pessoas no bairro Primeiro de Maio. É muito gratificante ver assim a adesão, e todas as terças-feiras que eu chego lá o pessoal tá aí, a Vera tá aí que me traz sempre mais alunos o pessoal tá chegando e o projeto está crescendo e daqui a pouco a quadra não vai dar conta de todo mundo graças a Deus. Mas eu acredito que sim que a gente através disso consiga, vereador Juliano.

PRES. EM EXERCÍCIO CALEBE COELHO: Obrigado. Vamos ouvir então o vereador Amarante na sua pergunta.

VER. GILBERTO AMARANTE: Boa noite, presidente Calebe, boa noite vereadora Clarice, nosso vereador Joel e todas as autoridades aqui presentes, a brigada militar, os secretários, o Dilço – presidente da UAB e, claro, todos as nossas pessoas experientes que estão aqui hoje, porque eu acho que cada pessoa aqui carrega consigo uma história né que para algumas pessoas é algumas palavras outros é uma frase uma e outra são páginas inteiras durante a sua vida que vai descrevendo e vai deixando para outras pessoas o seu conhecimento. E agora sim é a hora daqueles que foram retribuído retribuir para aqueles que hoje precisam desse olhar, tanto do poder público, quanto dos seus familiares, dos jovens, e de nós vereadores dos quais representamos. Quero dizer que foi uma das últimas atividades que vocês voltaram até eu fiz um requerimento tempos atrás aí pedindo para seu Arlindo, que até não está aqui o Arlindo Zan, e outros representantes, Luciana Bortolanza, que queriam ansiosamente voltar. Nós tivemos um período muito duro muito difícil para todos vocês ter que ficar em casa e muitas vezes sofrendo com medo/com insegurança/com a instabilidade que a covid-19 trouxe para todos nós. Quero dizer que estamos aqui à disposição e o que for possível de nós vereadores dessa Casa poder auxiliar com emenda até mesmo discutindo com o Executivo com os demais vereadores para alcançar o que for necessário para assim dar, ter o cuidado das pessoas das quais hoje precisam. E uma coisa me chamou atenção Luciana nesses últimos 30/40 dias de algumas pessoas que não tem o cuidado que no caso ou acompanhamento né que vocês através desse trabalho desse exercício fazem com os nossos experientes. Pessoas de idade alcoolizada e deu a coincidência que duas pessoas foram atropelada uma lá na no Bela Vista, na entrada do bairro Bela Vista, e outra aqui na frente do IMEC no qual eu fiz as providências chamei o corpo de bombeiro. Então para nós também estender o maior conhecimento possível para aquelas pessoas que não estão sendo assistida que a gente sabe que sim que esse trabalho prolonga a vida, dá mais qualidade de vida, alcança e muitas pessoas, de repente, não tem esse tratamento e vamos buscar de que forma nós podemos contribuir para que outros possam ter esse mesmo acolhimento. E ao mesmo tempo também se falou numa creche dos idosos, eu sei que não é o momento, mas vamos tratar do teu assunto aí que eu acho que é específico. Muito obrigado.

SRA. LUCIANA BORTOLANZA: Obrigada, vereador. A gente acredita que quando a gente atinge né o poder público, que é o nosso objetivo de estarmos aqui hoje além do principal que seria homenagem, é para que eles sejam assistidos né com demandas maiores e a gente possa trabalhar o exercício/a atividade física né que é tão importante não somente para esse grupo, mas para todos nós né que de uma forma ou de outra ressaltar a importância como próprio vereador falou que foi um público que foi na questão da pandemia né ficaram reclusos, enfim. E hoje a gente percebe com o andamento do projeto a melhora né dessas capacidades físicas do convívio social tudo isso dignifica a todos eles né e a todos nós também. Obrigada.

PRES. EM EXERCÍCIO CALEBE COELHO:  Vereador Maioli, o senhor que é professor de educação física né, vamos à sua pergunta.

VER FELIPE MAIOLI: Boa noite a todos, em especial ao meu amigo Joel, seja bem-vindo, Joel, é um prazer estar no teu lado, colegas vereadores público presente. Saudar secretária de educação Luciana, em nome seu saudar todas as autoridades presentes. É um momento muito, muito, emblemático, primeiro de outubro, para comemorar então né o dia mundial do idoso; é uma satisfação muito grande estar aqui acompanhando esse momento. Quero parabenizar a Luciana Bortolanza pelo trabalho, Cilo Monteiro – diretor do departamento municipal de desportos – é visível o teu esforço na condução dos trabalhos não só nesse ramo de atuação com as pessoas da terceira idade, com essas atividades, se vê a pista de atletismo sendo novamente quase pronta que vai ajudar as crianças, as escolinhas, quadras pintadas, a preocupação que tu está tendo com o esporte da nossa cidade; o Farroupilhão voltando à ativa, o futsal, os campeonatos, enfim, tudo isso está ocorrendo e de uma maneira muito gratificante para todos nós. Então nesse dia como professor de educação física também que sou, só tenho que elogiar ao trabalho de vocês. O elogio ele é fundamental ele faz bem para que nós possamos para que vocês possam ter um combustível a mais para deixar cair a peteca e continuar com força total. E a minha pergunta então objetiva: o interior existe algo planejado para dar uma sequência e abrir um pouco mais o leque com relação ao público que vive no interior; que acho que é bastante interessante também para aqueles agricultores que estão todo dia na lida, trabalhando bastante, se empenhando, então esse momento de lazer é muito importante. Parabéns a todos vocês. Parabéns, Luciana Bortolanza, pelo trabalho.

SRA. LUCIANA BORTOLANZA: Obrigada, vereador Felipe e meu colega também né. Então respondendo à pergunta nós desde o início do projeto nós já tínhamos essa visão essa preocupação em também atingir esse público né do interior. Existe um planejamento também dentro do departamento né e esse planejamento como em todos os espaços, enfim, a gente vai se reunir no final do ano, agora mais para novembro/dezembro, a gente tem uma organização para sentarmos e avaliarmos todo esse ano do projeto né. Aonde a gente deve melhorar, aonde a gente deve tá tentando melhorar a questão dos materiais, dos atendimentos, fazendo as avaliações dentro de cada perfil das pessoas atendidas. E também esse planejamento juntamente com a secretária para termos/vermos de que forma a gente vai poder também estar atendendo e assistindo esse público, vereador. Obrigada.

PRES. EM EXERCÍCIO CALEBE COELHO: Obrigado. Vereadora Clarice, a senhora que também é professora de educação física né, quais as suas considerações.

VER. CLARICE BAÚ: Boa noite, presidente. Boa noite, colegas vereadores, a todos que estão aqui hoje nos prestigiando presencialmente, aqueles que estão nos estamos assistindo de forma remota, em nome da secretária de educação Luciana Zanfeliz quero cumprimentar todas as autoridades que hoje aqui estão presentes e os demais convidados sempre o nosso carinho. A questão do Projeto MoviMente, parabéns. Como professora de educação física, já aposentada, e me falta só dois anos para mim me transformar como uma pessoa idosa também então é uma preocupação de todos nós né. então como professora de educação física, 25 anos trabalhando nessa questão, indispensável aqui qualquer malabarismo para provar a importância do movimento para melhor qualidade de vida de todos nós. Essa questão também da longevidade. Nós seremos um país de pessoas idosas, será que nós estamos preparados para um pais de pessoas idosas? Temos muito a fazer, temos muito, políticas públicas ainda a instituir para atender essa demanda das pessoas idosas, suas necessidades sempre em prol da qualidade de vida e do bem-estar dessa pessoa idosa. Me preocupa muito quando eu estou em algum lugar e vejo os jovens estão sentados e a pessoa idosa de pé aguardando, às vezes, para ser atendido e os jovens se quer se dão conta que poderiam oferecer aquela cadeira onde estão. Então eu acho que falta muito ainda para nós fazermos para essa questão de qualidade de vida para pessoa idosa. Eu acho que sim nós teríamos que ter também além de toda essa questão de educação física um trabalho junto as escolas, porque as nossas crianças/os jovens são os protagonistas de mudanças e transformações, começam sempre com os jovens, e ter mais matérias. Aqui eu peço para a secretária Zanfeliz, eu sei que faz um excelente trabalho nas escolas, mas trabalhar mais disciplinas de humanização, de carinho, de ter o cuidado e o olhar para pessoa idosa diferente do que até então; tinham poucas pessoas idosas, graças a Deus a expectativa de vida aumentou nós vamos viver mais, nós vamos incomodar muito ainda. Então nós temos que sim ter essa visão né de cuidado, e que bom que já iniciamos né com esse projeto está de parabéns. Então agora tenho que fazer minha pergunta porque o sinal parece que já… (FALHA NO ÁUDIO) inclusive eu quero só complementar aqui a fala do colega de educação física, inclusive colega vereador o Maioli, Felipe Maioli, que já passou por essa Casa onde eu fui autora de um projeto sugestão de lei em que fosse instituída uma equipe multidisciplinar para trabalhamos o interior. Já está no Executivo quem sabe né dá uma mexida lá vê se realmente transforma em lei porque tudo que é lei é cumprido. Quando é assim vamos fazer/vamos ter iniciativas um ano se faz outro não se faz, acho que tem que ser por projeto de lei, isso já está encaminhado, para que se trabalhe inclusive no interior com uma equipe multidisciplinar. Então queria saber, eu tenho que fazer uma pergunta isso é regimento, então assim qual a possibilidade de estender dentro desse projeto essa questão das escolas né, de conversar, e que eles tenham realmente um olhar mais carinhoso e preocupado com a pessoa idosa.

SRA. LUCIANA BORTOLANZA: Obrigada, vereadora. Eu acho perfeito a tua colocação e eu acredito que a secretária, nossa secretária, está hoje aqui presente e vamos acredito conversarmos para levar daqui a pouco fazer como eu citei antes, por exemplo, o bairro Primeiro de Maio é um bairro onde a gente trabalha na quadra do CAI do Primeiro de Maio e a gente já realiza esse trabalho junto ao CAI, porque as crianças que estão lá hoje elas participam das aulas do Movimente; no dia da criança inclusive nós fizemos uma homenagem a turma eu trouxe, convidei, os alunos para participarem da aula conosco. A gente já faz indiretamente esse trabalho então a sementinha já foi plantada, já está plantada. E acredito que não vai ter problema da gente estar levando isso para as outras escolas, porque como tu falastes né as crianças elas são tudo né e elas precisam entender que daqui a pouco são os seus pais/os seus avós né que estão ali no projeto trabalhando essas questões né da saúde né da qualidade de vida. Então eu acredito que tudo é questão de planejamento né. Então como eu falei para o vereador Felipe a gente vai sentar e vai planejar e tenho certeza que estará no nosso planejamento para 2023. Obrigada.

PRES. EM EXERCÍCIO CALEBE COELHO: Obrigado. Vamos ouvir então o primeiro pronunciamento do nosso vereador Joel, recém-empossado; o que o senhor tem a dizer sobre esse assunto.

VER. JOEL CORREA: Boa noite, presidente. Boa noite, colegas vereadores. Boa noite a todos aqui presentes também. Vamos lá na nossa primeira fala aqui. Gostaria de parabenizar primeiramente a Luciana também a secretária Luciana também que vem desempenhando um ótimo trabalho, ao Cilo que vem fazendo um excelente trabalho à frente do departamento municipal de esporte e juventude. E falar aqui que esse projeto é muito importante né o projeto movimente. Eu tenho aqui hoje com grande alegria o meu pai que tá perto dos 70 anos aí e é uma pessoa muito ativa aqui na comunidade, um empreendedor, uma pessoa muito influente na comunidade então que me espelha muito, eu tenho muito orgulho. Então eu gostaria de parabenizar novamente aqui por esse projeto maravilhoso. Gostaria de falar aqui então que a expectativa de vida aqui na serra é de 80 anos né; então, Luciana, minha pergunta seria no seguinte sentido o que fazer para melhorar a saúde física e mental, uma qualidade de vida, após os 60 anos? Qual seria a dica aí para uma qualidade de vida melhor. Obrigado

SRA. LUCIANA BORTOLANZA: Obrigado, vereador. Obrigada. No primeiro momento assim eu acredito que nós temos que ter mais ações né então cuidar da saúde isso não temos o que discutir né; em todas as idades né começando desde as nossas crianças nas escolas até atingirmos o público da pessoa idosa. Então mais ações como o Projeto Movimente trabalharmos essas questões da atividade física. Mas eu sou uma caixinha de ideias assim na minha cabeça né então eu tenho muitas questões ainda dentro do próprio Movimente, muitas ideias para serem desenvolvidas. E como eu falei antes a gente precisa das pessoas a gente não consegue fazer nada sozinho. Então, por exemplo, acredito que mais núcleos, vereador, né, termos núcleos de atendimento aos idosos com trabalhos artesanais para as pessoas desenvolverem, nós temos, eu sei que tem no município também, um projeto que atende que é o bailinho que eles gostam muito que é toda terça-feira né. Então ações nesse sentido do convívio social. Além da importância da atividade física que a gente né é essencial essas questões sociais aonde eles possam se encontrar, onde eles possam fazer passeios né, trabalhar essas questões emocionais. Porque quando a gente conversa, quando a gente interage desde criança isso é muito bom é prazeroso então em todas as idades né desde as crianças; e quando eles se encontram eu acabo a aula assim eu procuro sempre dar uma atenção e conversar e as pessoas querem isso hoje. Com toda essa questão da tecnologia, com todas essas questões do mundo moderno, às vezes basta o quê? Sentar e conversar né. Então a gente tem que ter ações nesse sentido da gente ficar mais próximos uns aos outros e se enxergar, poder ouvir e poder falar bastante né. Obrigada, vereador.

PRES. EM EXERCÍCIO CALEBE COELHO: Obrigado. Vereador, Marcelo, nós que também estamos nos encaminhando né para um dia chegarmos na terceira idade o que o senhor tem a falar sobre esse assunto.

VER. MARCELO BROILO: E eu não sou professor de educação física, preciso da educação física. Obrigado, senhor presidente, nobres colegas vereadores. Luciana, parabéns pela explanação. Quero aqui agradecer a nossa imprensa – o Leandro Adamatti/o Zé Theodoro/o Jorge do jornal Farroupilha, o nosso sempre vereador Arielson Arsego, nossos secretários o Schmitz/a Luciana/a Cris, Coronel Becker do 36º batalhão seja sempre bem-vindo, as pessoas que nos assistem de casa, as pessoas presenciais do grupo do Movimente, Cilo parabéns também. Quero aqui nesse pouco espaço enaltecer a sensibilidade do nosso executivo municipal e na pessoa da Luciana, nossa secretária de educação, parabéns Luciana pelo brilhante trabalho que você está fazendo a frente da secretaria e a você, Cilo, você é um visionário, parabéns pelo incansável trabalho na busca incessante desta qualidade de vida, Luciana, do esporte, do lazer, enfim. Então vida longa e quero antes de mais nada que bom no momento que nós começamos também mudar as atitudes em relação a melhor idade, como você falou, Calebe, todos chegam né, mas mais do que isso sabendo das potencialidades. E parabéns a vocês que estão aí nada acomodados e buscando a melhora de qualidade e mais do que isso aquele nosso propósito de vida e qual é? Ser feliz. Então parabéns a vocês em especial nessa noite. Eu quero aqui, Luciana, então fazer uma pequena pergunta em relação propriamente a ginástica que você falou e as questões de alguma atividade mental; com a estrutura que você tem hoje existe no cenário a priori nos próximos passos, enfim, em relação ao movimento outra atividade que possa colocar nessa grade assim dizendo além da ginástica além da questão ambiental que é de suma importância? Alguma atividade que você já está pensando juntamente a secretaria também. Obrigado

SRA. LUCIANA BORTOLANZA: Obrigada, vereador. As atividades, quando nós iniciamos o projeto como eu citei antes nós iniciamos no período pandemia; nós tínhamos que ter 25 alunos que era o máximo que nós podíamos trabalhar naquele momento né; hoje como eu comentei no Primeiro de Maio tenho quase 70 alunos né. Então a nossa ideia era trabalhar com atividade física né naquele momento, conforme o projeto foi andando e dando sequência e as pessoas foram aderindo a gente também esse ano começou com outras atividades né. Nós tivemos a festa junina né esse ano que foi um momento muito bacana também e como eu falei aí a gente deixa um pouquinho a atividade física de lado, porém não, porque eles já trabalharam a questão da dança da interação social, nós tivemos o passeio e vamos ter a festa de Natal. Então atrelado ao projeto a gente tem essas outras atividades que aí que nem eu comentei antes são de suma importância para esse trabalho da saúde mental, porque é onde as pessoas elas podem interagir elas levam as famílias não só o aluno do projeto, mas elas interagem juntamente com seus familiares e com toda a comunidade né. Então eles além de levarem os esposos/as esposas, os filhos participam os netos também então é uma forma da gente trabalhar junto com a comunidade. Obrigada.

PRES. EM EXERCÍCIO CALEBE COELHO: Obrigado. Vereador Paulo, o senhor que já venha há muitos e muitos anos ajudando tanto as pessoas inclusive as pessoas de mais idade né o que o senhor pode contribuir nesse assunto.

VER. PAULO TELLES: Obrigado, presidente. Senhores vereadores, doutora Clarice, nossa imprensa, servidores da Casa e eu quero saudar aqui a nossa secretaria de educação a senhora Lucina e em nome da nossa secretária saudar todas as nossas autoridades, os nossos visitantes, todos bem-vindos. Eu estou muito feliz viu da gente estar diante de um projeto viu. Saudar a Luciana, um projeto tão lindo desse aqui. Isso aqui olha, gente, isso aqui faz uma diferença na vida do ser humano. Eu tenho as raízes do interior da agricultura né e hoje nós na cidade, eu tenho o meu sogro e a minha sogra com 85 anos então eles fazem uma ginástica no interior, e eu tô com meus 52 anos eu tenho que fazer um esforço danado para não passar vergonha quando eu vou para lavoura com eles, porque eles fazem uma ginástica. Então parabéns eu estou muito feliz. Como é que faz eu quero anunciar lá no bairro América, nas cooperativas lá, esse projeto bonito do espaço e eu tô a caminho já também. Tá bom, obrigado, Deus abençoe vocês e parabéns viu, gente. Isso vai dar uma guinada, vai influenciar muita gente. Eu quero dizer que quem vai sair ganhando com isso aí vai ser as clínicas ou hospitais, os postos de saúde, vai diminuir o fluxo lá com certeza não é. Então obrigado, presidente.

PRES. EM EXERCÍCIO CALEBE COELHO: O senhor precisa fazer uma pergunta.

VER. PAULO TELLES: A pergunta. Como é que faz eu quero me escrever e levar lá para o nosso bairro lá. E eu quero saudar também bem-vindo vereador Joel, bem-vindo Joel. Então como é que faz, dona Luciana, levar lá; eu posso anunciar amanhã lá esse projeto bonito né então como é que faz para mim me escrever hoje.

SRA. LUCIANA BORTOLANZA: Obrigada, vereador. Bom como eu comentei antes eu atendo cinco bairros né então todas as manhas o projeto acontece das 8:30 às 9:30; é uma hora de aula. Então essa aula é dividida em três partes né, então eu chamei a dona Zenaide aqui, eu vou citar ela novamente se o vereador me permite, porque eu brinco com a dona Zenaide que quando eu crescer eu quero ser igual a ela, vereador. Porque ela tem 84 anos e ela faz aeróbica junto comigo e junto com os outros alunos e ela faz uma aeróbica ‘puxadinha’ não é uma dancinha; eu faço. Eu puxo eles e ela acompanha, gente. A gente tem vídeos né numa outra oportunidade eu posso mostrar é muito gratificante, vereador. Então assim é um trabalho maravilhoso. E na questão de atendimento como a gente tá hoje no nosso limite, como eu comentei antes com vereador Juliano, a gente precisa de pessoal né então a gente precisa ampliar o projeto para ser atendido em outros bairros em outras comunidades;  tendo um espaço um ginásio um espaço que a gente possa trabalhar, mas a gente precisa ter mais pessoas também para me ajudar nesse sentido. Aí a gente vai poder atender mais bairros, se Deus quiser.

PRES. EM EXERCÍCIO CALEBE COELHO: Obrigado. Vereador Roque, o senhor também já tem uma vida pública bem extensa né já passou muita gente pela sua o senhor já ajudou muita gente também né o que o senhor pode contribuir nesse assunto.

VER. ROQUE SEVERGNINI: Vereador Calebe, parabéns aí por estar conduzindo os trabalhos nessa noite. Saudar também o vereador Joel por estrear, no parlamento farroupilhense, seja bem-vindo. Cumprimentar a senhora Luciana Bortolanza pelos seus trabalhos na frente desse Projeto Movimente e principalmente cumprimentar a todos os que frequentam e dão vida a esse projeto né. Pessoas com mais experiências, pessoas com mais conhecimento, pessoas que merecem ser reconhecidas pelo trabalho/pelo empenho por tudo aquilo que fizeram até agora. Então esse momento é um momento em que nós queremos celebrar com vocês juntos aqui essa atitude de sair de casa depois de nós termos passado aí por um período terrível que foi a pandemia e que nós experimentamos um vírus do qual todos nós nos amedrontamos, porque dele nós não tínhamos conhecimento, não tínhamos a sabedoria, mesmo os mais velhos que são na verdade uma biblioteca em cada pessoa, em cada ser humano, de conhecimentos, sabiam dizer alguma coisa sobre esse vírus. E nós enfrentamos ele corajosamente, cada um fez a sua parte e agora é o momento de nós poderemos voltar às nossas atividades; voltar às atividades, se exercitar, brincar, se encontrar, se relacionar, se exercitar e praticar a saúde, praticar a saúde; a gente nasceu para se movimentar, a gente nasceu para se relacionar, ninguém consegue viver sozinho mesmo aqueles que acham que é difícil a vida a dois, a três, em família, em grupo, em comunidade, lá no seu eu sabe que precisa de um outro alguém. A pessoa quando vai ficando mais velha vai ficando mais culta, mas precisa ter com ela alguém para ela repartir essa cultura, repartir essa sabedoria. Há um ditado que dizem que é indiano, mas pode ser de outro país também: que quando um idoso morre é como se uma biblioteca desaparecesse de conhecimento. Então vamos aproveitar os conhecimentos de todos e aqueles que vão ficando mais experiente podem e podem ensinar muito. O que estamos vivendo talvez hoje é uma gurizadinha que não ouve mais só querem ficar aqui né e nós precisamos, para concluir, ensinar para que o conhecimento nosso, o conhecimento de vocês, possam ir ao encontro daqueles que precisam ouvir e terem conhecimento. Então parabéns a vocês que saem de casa, que se exercitam, que participam e que fazem a vida ser diferente a cada dia. Minha pergunta é: de que idade a que idade esse projeto se relaciona?

SRA. LUCIANA BORTOLANZA: Obrigada, vereador. Nós o nosso projeto ele atende a partir dos 60 anos de idade, mas eu tenho eu tenho alunos mais jovens um pouquinho as vezes estão com 58, 56, e, como eu comentei antes, depois que as atividades foram liberadas né a gente quando tem vaga né a gente libera dependendo do grupo a gente vai liberando né. Mas é a partir de 60 anos.

PRES. EM EXERCÍCIO CALEBE COELHO: Obrigado então. Vereador Davi, o senhor que apesar dos cabelos brancos é um jovem né, o que o senhor tem a colaborar com esse assunto.

VER. DAVI DE ALMEIDA: Boa noite, presidente Calebe, quero também te dar aqui as boas-vindas à presidência dessa Casa e dizer que são poucos os cabelos que ainda me restam né, mas já estão brancos. Quero cumprimentar aqui também o tenente-coronel Becker, o major Giovani que estão aqui também conosco; dar as boas-vindas ao vereador Joel, nosso amigo, que hoje vem a essa Casa seja bem-vindo a gente está à disposição para contribuir. Também quero cumprimentar a secretária Luciana que está aqui conosco, cumprimentar também a secretária Cris Girelli também que estava aqui há pouco conosco também. E dizer que todos são muito bem-vindos aqui nessa noite. E cumprimentar a Luciana também que traz essa turma maravilhosa que hoje a gente se alegra muito em recebê-los aqui, porque a gente vê aqui a vida, a gente vê a continuidade, a gente vê a celebração da vida hoje à noite aqui. E eu estive à frente da secretaria da saúde quando nós tivemos que tomar algumas decisões de terminar/fechar o bailinho por um tempo indeterminado né e a gente sabe que a frequência, alegria deles estarem lá era muito grande; mas o que me alegra é ver todos vocês aqui com muita saúde e isso nos traz muita esperança de que a gente pode, Luciana, chegar com saúde também nessa idade se a gente começar a nos cuidar nessa idade que estamos. Então me alegro muito de vê-los todos aqui e tenho a certeza que vendo aqui a gente vê a geração de vocês, filhos/netos né, que também se alegram por ter essa alegria de vocês terem vencido essa pandemia e chegar aqui com muita alegria. A minha pergunta é de que dia estão acontecendo os bailinhos né que retornaram e quais são as transformações mais visíveis que a gente vê antes de frequentar as atividades e depois já de estarem frequentando, qual é a notória mudança que a gente vê nas pessoas?

SRA. LUCIANA BORTOLANZA: Obrigada, vereador. Então nós trabalhamos todas as manhãs, cada manhã a gente atende um bairro né cada dia da semana é um bairro. Então as atividades eu tenho uma avaliação mais visível, essa avaliação é mais visível; esse grupo que iniciamos agora que é o grupo da sexta-feira de Caravaggio a gente vê a melhora significativa em um mês de aula né. Então assim eu faço todo uma avaliação, uma anamnese, uma conversa com os alunos né, então quando eles iniciam o projeto, e aí conforme as atividades e as aulas vão dando sequência a observação é a minha maior avaliação né. Então é notório a melhora do tônus muscular, da coordenação motora, do equilíbrio, da flexibilidade né. Esse grupo que é o último grupo que começou, por exemplo, a gente faz 30 minutos de aeróbico no início da aula né todos os dias, então no primeiro dia de aula eles fizeram duas músicas então nós temos de 2 minutos a 3 minutos uma música; hoje eles já estão no mesmo ritmo do pessoal que está há um ano, meia hora de aeróbico, de atividade intensa. Então isso tudo é progressivo né conforme vai passando o tempo a gente vai percebendo o quanto eles vão evoluindo dentro desses aspectos. Obrigada.

PRES. EM EXERCÍCIO CALEBE COELHO: Obrigado. Vereador Tadeu o senhor também tem uma vida dedicada em prol de ajudar os outros principalmente também pessoas de mais idade né, o que o senhor a dizer sobre isso?

VER. TADEU SALIB DOS SANTOS: Calebe, muito obrigado. Quero primeiro te cumprimentar, está no lugar certo, na hora certa. Parabéns. Joel, te desejo toda experiência, olha eu não preciso ir muito longe, soma essas idades que tem aqui é o tempo que eu te desejo que tu adquira como experiência na tua vida. Luciana, aliás, as duas Lucianas né, vocês são iluminadas. Olha, eu lembro de não muito tempo atrás, avô servia para cuidar dos netos, porque não tinha nada para fazer. Conseguimos desvincular um pouquinho os vô por causa do celulares, mas aí os avós criaram uma preocupação a mais, porque ali os netos não tem ouvidos para aquele papo gostoso, para aquela experiência, por tudo aquilo que eles nos passam de uma forma que talvez a Luciana Bortolanza e a nossa querida Lu, secretária, consigam a definir. Nós temos muito mais tempo do que vida, é apenas a gente dedicar o nosso tempo para as coisas que são importantes para nós. A dona Zenaide Zuanazi tem algo que demonstra a tua gratidão pelo que ela representa e a minha gratidão vai para o filho dela que a acompanha; isto é a maior riqueza que nós temos chamado família. Então parabéns ao filho da dona Zenaide e a todos que acompanham os mais experientes neste momento de muita importância do amanhã. O hoje nós sabemos, temos mais tempo do que vida, aproveitem a vida. Pergunta: o interior normalmente as pessoas são convidadas para festa da comunidade, por isso que a gente tinha que pensar também de uma forma de dar um presente para eles, porque no dia da festa todos trabalham incansavelmente e nós nos divertimos. Então, por favor, não esqueça do interior.

SRA. LUCIANA BORTOLANZA: Obrigada vereador. Com certeza vamos trabalhar e estamos trabalhando para atender também o interior né que merece dignamente como todos os outros bairros dentro do perímetro urbano. A gente também quer muito chegar e atender o pessoal mais do interior e como eu comentei antes né isso está na nossa pauta está no nosso planejamento, e lógico se dependesse de mim eu já estaria lá, vereador, mas a gente vai planejar e com certeza vamos ter ações para o ano que vem ou para os próximos anos né. Obrigada.

PRES. EM EXERCÍCIO CALEBE COELHO: Obrigado. Então para finalizar vamos ouvir então o vereador de Sandro nas suas considerações.

VER. SANDRO TREVISAN: Obrigado, presidente, desejo de imediato um bom trabalho à frente da presidência dessa Casa. Joel, vereador Joel, um ótimo trabalho pra ti também. Cumprimentar rapidamente a secretária Luciana, os secretários que estavam aqui presente, o sempre vereador Arielson, público presente, de forma especial esse público que está aqui hoje – comandante Becker e sua equipe já faz parte dessa Casa né, comandante. E dizer que sim vejo a Lúcia né, Lúcia tá fazendo exercício que bom. E posso dizer que não é muito a minha área, mas a gente já vê um monte de notícia fazendo a relação do exercício físico com a vida da pessoa, a importância do exercício físico. E eu vejo muitas vezes até a minha mãe ou a minha sogra dizendo assim, “mas eu caminho todo dia na cozinha”. Mas é diferente. E a gente precisa fazer esse exercício físico, cuidar da nossa saúde, eu acho que muitas vezes a gente não presta tanto atenção em alguns momentos na vida e não tem um cuidado com aquilo que realmente conduz a gente; o quê que é estar vivo? É poder caminhar, poder se locomover, poder ter consciência, e o exercício físico com certeza ajuda. Parabenizar vocês, porque nem todos têm essa determinação, nem todos tem essa consciência e os que estão aqui tem essa consciência e tanto tem essa consciência que ainda vieram hoje para essa Casa. Parabéns mesmo a vocês todos; o que vocês estão fazendo é algo que beneficia a vocês próprios, isso é importante essa consciência. Muita gente, tinha uma amiga minha que trabalhava na área de massagem e coisa assim e ela dizia “algumas vezes vejo pessoas que estão caminhando, estão curvas e o que resolveria para essas pessoas seria massagens, exercícios físicos e elas limitam todo movimento dela”. Parabéns. Às vezes é difícil fazer um exercício assim, mas a gente sai de casa faz exercício volta mais bem disposto né; vai lá conversa como diz o ditado dá uma “chiaccholada” com um e isso faz muito bem, faz bem para o corpo e para a alma com certeza. Se a gente vai ficando em casa, em casa, em casa, em casa como diz o italiano “sol en drio” daí né. Parabéns, parabéns mesmo. A minha pergunta é, nos segundos que me restam, é a seguinte: claro que você já explanou aqui que a quantidade de pessoas vem aumentando o projeto é maravilhoso e tende a aumentar sim, mas eu queria saber tem muitas pessoas que desistem; é obvio que não em função de algum problema que vem ocorrendo, em função da saúde, mas tem muita pessoa que vai lá faz e desiste ou a grande maioria que vai permanece?

SRA. LUCIANA BORTOLANZA: Obrigada, vereador. Então a desistência ela é muito pouca e geralmente ela acontece, é quase imperceptível, ela acontece por motivos particulares né, às vezes, por exemplo, trocou de cidade, as vezes tem que cuidar de um ente querido e não pode participar. Então, por exemplo, o grupo ele é composto por alunos do sexo feminino e masculino então geralmente as mulheres, às vezes, tem que cuidar dos filhos ou dos esposos né ou dos netos nesse sentido, mas geralmente as pessoas que participam elas permanecem graças a Deus.

PRES. EM EXERCÍCIO CALEBE COELHO: Senhora Luciana, então antes dos 3 minutos dá suas considerações finais eu gostaria de me dirigir a vocês e dizer que já por 6 ou 7 anos eu venho fazendo trabalho voluntário – cantando e tocando gaita – em lares de idosos, hospitais e eu vejo sempre muitas pessoas em situação de saúde muito delicadas, e vocês são pais, mães, tios, tias, vôs e avós que estão aí firmes e fortes. Então meu incentivo é para que não desanimem, não desistam e continuem firmes nessa determinação de ter uma vida mais saudável. Porque a gente é como um carro né, se deixa o carro parado daqui a pouco começa a ranger aqui, ranger ali; então é muito importante que vocês estão fazendo. E parabéns. Agora a senhora tem três minutos para suas considerações finais. Obrigado.

SRA. LUCIANA BORTOLANZA: Obrigada, presidente. Eu só tenho a agradecer a todos os vereadores, ao presidente, as autoridades presentes, a todas as pessoas que estão aqui conosco hoje. E agradecer a Deus por poder conduzir esse projeto né e que Deus nos dê muita saúde a todos né para que a gente possa continuar nossa trajetória dentro do esporte, dentro da saúde, elevando a autoestima dessas pessoas né. Então o meu muito obrigada como eu falei no início é pouco, mas muito obrigada, muito obrigada mesmo.

PRES. EM EXERCÍCIO CALEBE COELHO: Muito obrigado a todos. Então para encerramos este espaço e passarmos ao espaço destinado do grande expediente eu vou pedir os colegas uma salva de palmas para vocês. Muito bem, seguindo então aqui na nossa meta aqui vamos passar então ao espaço destinado ao grande expediente onde cada vereador terá o tempo de 15 minutos para explanar os assuntos de seu interesse.

 

GRANDE EXPEDIENTE

 

PRES. EM EXERCÍCIO CALEBE COELHO: Vamos convidar então o Progressista para que faça uso da tribuna; abre mão. Vamos convidar então o Partido Liberal para que faça uso da tribuna; que também abre mão. O convido o Partido Socialista Brasileiro – PSB para que faz o uso da tribuna; e o vereador Roque estará usando esse espaço.

VER. ROQUE SEVERGNINI: Boa noite então novamente a todos e a todas. Saudar mais uma vez aí o vereador Joel, parabenizar aí o vereador Calebe que assume ai a presidência da Casa. Dizer que tivermos a notícia que o vereador Chico Sutilli renunciou o mandato que lhe foi concedido na presidência, também relatar que é o segundo integrante da mesa que renuncia e isso nos deixa de certa forma um pouco preocupado, porque algo não vai bem, é um reflexo, é um sinal. Quero cumprimentar aqui o seu Severino Lusa, meu amigo aí de muitos anos, e a todos os demais integrantes dessa belíssima comitiva que nos visitou nessa noite. Saudar aqui tenente-coronel Becker e também demais integrantes da brigada militar, os integrantes aqui também da guarda municipal, o pai do Joel aqui, o seu ‘Beijo frio’ popularmente conhecido né do sorvete, do gelo. E voltando então ao assunto aqui da nossa Farroupilha, da política, nós recebemos agora essa semana a informação do valor que será gasto, ou pelo menos o valor estimado que será gasto, para fazer a repavimentação da Avenida Pedro Grendene. Não há uma casa, não há um lar, não há um cidadão que já não ouviu falar da Avenida Pedro Grendene, está no top das buscas aí do nome Pedro Grendene. Para fazer um comparativo, para fazer um comparativo, nós fizemos 12 km de asfalto que pega da Sardenha vai a Linha Muller/Salto Ventoso/Linha Ely; 12 km com 7 milhões de reais. A gente vai fazer 900 metros e vai gastar R$ 11.300.000,00. Previsão. 900 metros, 900 metros de asfaltamento vamos gastar quase R$ 12.000.000,00. É muito dinheiro. Eu andei olhando o edital e são mais de cem páginas e precisa um olhar clínico sobre o assunto. Existe muitas planilhas, existem muitos dados, existem dados surpreendentes como, por exemplo, o custo do caminhão que vai puxar os paralelepípedos que dali da via serão retirados; como, por exemplo, a fresagem do asfalto que vai ser fresado e depois vai ser retirado os paralelepípedos e transportado. Isso gera um custo eu vi aí, mas talvez eu os números vão me trair aqui, mas geram em aproximadamente R$ 1.000.000,00. Isso aí daria para fazer toda via, pavimentá-la. Tem custos de toda ordem, de toda grandeza. Eu não vou ser leviano aqui de dizer que há algum tipo de interesse na pavimentação dessa via que não seja necessariamente o interesse dos moradores da Rua Pedro Grendene. Não é possível, não é possível a teimosia de um prefeito que queira gastar mais de 11 milhões para asfaltar 900 metros. Não é possível. Não pode tá certo. R$ 11.000.000,00 para fazer o asfalto de 900 metros. É muito dinheiro. Nós fizemos 50 km de asfalto na colônia e gastamos 20 milhões, Maurício. É menos de 1 km, é menos de 1 km de asfalto por onze milhões e trezentos mil. Não tenho comigo todas as informações, mas buscarei e quero fazer um desafio aqui: atenção, Observatório Social. Atenção, Observatório Social. É hora de vocês se porem em prontidão e analisar a planilha, e analisar se há necessidade de se gastar mais de 11 milhões em 900 metros. Caçaram o prefeito Claiton, porque comprou… Foram dois terrenos? Três? Comprou três terrenos, compra abaixo do preço de mercado, terrenos escriturados em nome da prefeitura, está lá, porque é propriedade do município. Cometeu erro? Cometeu. Sabe qual foi o erro? Não passou pela Câmara de Vereadores. Agora nós estamos autorizando a fazer uma obra que vai custar mais de R$ 11.000.000,00 por 900 metros sendo que todos os moradores da via, todos os empresários, inclusive a maior empresa do município – uma das maiores se não é maior – ninguém dá uma palma ninguém dá um aplauso para esse projeto. Quanto mais se fala, mais dúvidas aparecem. Quanto mais explicam, mais inexplicável fica. Nós pedimos para vir para essa Casa o projeto até agora não veio. Agora vamos saber, porque está no portal da transparência publicado o edital que inclusive já sofreu uma alteração, porque tinha um erro; e outras quem sabe poderão vir a acontecer. Já informo que já teve reunião com o ministério público para falar sobre esse assunto e não foi de vereadores, não foi de vereadores antes que alguém diga que teve algum vereador que denunciou; não foi reunião de vereadores com o ministério público. Há uma falta de vontade por parte do Executivo de explicar esse projeto. Por que que vão gastar R$ 11.300.000,00 para asfaltar 900 metros? Vão alargar uma via que não vai servir o alagamento, porque não tem como passar porque onde é que tem habitação continua igual onde não tem alarga onde tem permanece como está; vão arrancar inclusive uma praça que tem ali, vão tirar os estacionamentos do comércio. Se fosse gastar todo esse recurso e ter uma mobilização de agrado de querer, mas as pessoas não querem, as pessoas não querem. Tem posicionamento da AFEA que questiona. Eu sei que o Observatório Social pediu até para o engenheiro fazer os cálculos do que tá sendo o gasto aí. Então, Observatório Social, vamos lá e vamos ver se isso está certo. Eu cedo um aparte por ordem ao vereador Amarante.

PRES. EM EXERCÍCIO CALEBE COELHO: Vereador Amarante, aparte, por favor.

VER. GILBERTO DO AMARANTE: Obrigado pelo aparte, vereador Roque. Quero só lembrar que essa obra de 800 metros que custará então mais de 11 milhões terá a calçada com menos de 3 metros em uma avenida, numa rua de velocidade, com maior velocidade, maior fluxo, indo na contramão do que todas as cidades brasileiras e o mundo diz né; vamos dar mais espaço para andar a pé e não para os carros, vamos distribuir esses espaços, e aqui nós estamos indo na contramão. E uma outra situação também que essa informação até inclusive veio do Executivo, também não quero ser leviano aqui, mas este edital ele é prerrogativa sim para o ministério público intervir a qualquer momento inclusive por outras empresas que tem aqui situações das quais não contempla o que deve ser correto como num edital. Muito obrigado, vereador.

VER. ROQUE SEVERGNINI: Cedo uma parte ao vereador Juliano, senhor presidente.

PRES. EM EXERCÍCIO CALEBE COELHO: Aparte ao vereador Juliano.

VER. JULIANO BAUMGARTEN: Obrigado pelo aparte, vereador Roque. Bom, é uma obra que é unânime ninguém é a favor, mas a teimosia, a teimosia, que coisa de louco eu nunca vi alguém ser tão teimoso. Me estranha tanto interesse que tem nessa área, por quê? Se quando todo mundo vai lá bater na porta pedir voto se diz não nós vamos representar o povo, nós queremos os interesses do povo ‘pero no mucho’. Há uma contradição. E outro que me chama atenção o silêncio do Observatório Social e das entidades no pacote, nós vamos dar nome aos bois, antes rugiam como leão faminto, agora dorme no berço esplêndido. Que vergonha. Isso só mostra o que? Posicionamento político ao lado do grupo que está governando, e posicionamento que estava contrário quem estava antes, então tem que ter vergonha na cara e assumir. Depois ir lá “não, veja bem, nós aconselhamos”. Balela, história para boi dormir. Obrigado, vereador Roque.

VER. ROQUE SEVERGNINI: Obrigado pelos apartes vieram a contribuir. Veja bem, nós tivemos hoje à noite aqui um grupo de pessoas que fazem parte do MoviMente que é se movimentar. Nós vamos gastar mais de R$ 11.000.000,00 para fazer a calçada, o passeio público para as pessoas passarem e deixar ela mais estreita; nós vamos gastar mais de R$ 11.000.000,00 para não ter estacionamento; nós vamos gastar mais de R$ 11.000.000,00 para tirar uma praça e para dar passagem ao veículo. Será que não está alguma coisa em desacordo, em contradição. O dinheiro público é para ser gasto e é para ser público, não é para ser orçamento secreto; dinheiro público é público orçamento público é público todo cidadão tem que ter conhecimento. O prefeito é eleito para tomar decisões, mas suas decisões podem ser contestadas e este é um projeto que merece ser contestado. Nós somos amplamente a favor que repavimente a Rua Pedro Grendene que começa lá na rodovia 122 e termina aqui no entroncamento da Rua Júlio de Castilho/Borges de Medeiros, antiga madeireira antigo posto do Pool. 900 metros de rua mais de R$ 11.000.000,00 para fazê-la, não pode estar certo algo está errado algo está na contramão. Nós tivemos aqui por parte do Marcelo, vereador Marcelo, um compromisso que teríamos em mãos o projeto da via; pelo jeito a gente vai ter esse projeto através do site transparência, da prefeitura, porque já está publicado lá por conta da licitação que vai acontecer. Então nós vamos agora essa semana/a semana que vem vamos detalhar todo ele, vamos olhar item por item, preço por preço, valor por valor, e que bom, Leandro, que tu estás aqui com a TV que aqui divulga-se tudo não é hora algumas coisas e horas outras coisas. Hora a favor do governo hora contra o governo, relata aquilo que de fato acontece no dia a dia da nossa comunidade é assim que uma imprensa deve ser. E também gostaria de dizer que nós estamos com uma emenda ao projeto nº 41, porque o projeto nº 41 é aquele que autoriza a prefeitura intervir na propriedade privada e nós estamos tirando essa frase de intervenção. Ora você vai intervir numa propriedade vai diminuir o lote da pessoa, vai arrancar o muro, vai arrancar a cerca, vai arrancar a entrada da água, vai arrancar o jardim, vai arrancar a calçada, e diz olha por tudo isso que nós estamos fazendo na tua propriedade nós vamos te isentar da contribuição de melhoria nós não vamos te cobrar nada para fazer isso aí. Gente, alguma coisa tá errada né. Se está intervindo na propriedade o que cabe é indenização. Vou lá vou derrubar o teu muro, a tua cerca, tua entrada de água e de luz, vou diminuir o tamanho do teu lote e o quê que eu preciso fazer? Indenizar né, obviamente, porque se o teu terreno ficou menor ele não agregou valor ele diminuiu. Então nós estamos com essa emenda, se não me falhe a memória, assinado pelo vereador Juliano, vereador Amarante, vereador Paulo e vereador Thiago Brunet. É uma emenda que foi distribuído hoje na comissão de finanças e ela segue o rito para parecer que o relator é o vereador Gilberto do Amarante. Muito obrigado.

PRES. EM EXERCÍCIO CALEBE COELHO: Convido agora a Rede Sustentabilidade para que faça uso da tribuna. Vereador Davi.

VER. DAVI DE ALMEIDA: Mais uma vez cumprimento, senhor presidente, cumprimentando vossa excelência cumprimento todos os colegas aqui nessa noite. Cumprimento também aqui a imprensa aqui presente e quero fazer menção do Silveira que está conosco, da guarda municipal, quero te dar as boas-vindas essa noite também. Eu quero trazer um assunto nessa noite um tanto quanto polêmico, mas não de uma polêmica de governo, não de uma polêmica de situações partidárias, mas realmente de um projeto de governo. Eu fui convidado por alguns moradores da área invadida aqui da nossa cidade, ali no bairro Alvorada, e eu estive presente na semana passada e dispensei um tempo de uma manhã para estar ali com eles, para ouvir as demandas, para ouvir as suas necessidades, as dificuldades que eles têm de água, de luz, de assistência, de coleta de lixo, enfim. É claro que é uma área federal né que foi invadida realmente, mas há muitas famílias ali e eu trago a essa casa de vereadores hoje para que a gente possa ver o que realmente podemos fazer por essas pessoas. Não é 10 famílias, são muitas famílias; famílias que estão vivendo numa vulnerabilidade social indescritível. E quando a gente olha o vídeo a gente pensa não, não é Farroupilha. é Farroupilha, infelizmente é a nossa Farroupilha. Quando a gente circula pelo município pujante a gente fala do nosso interior, a gente fala de turismo, a gente fala de tantas coisas que é bom para nossa cidade e eu creio que a gente precisa fazer essas evoluções; eu não venho aqui falar do governo atual ou do anterior eu venho falar que está na hora de nós fazermos alguma coisa; de nós realmente trazermos, sabe, um projeto que seja atenção e de atendimento a essas famílias. Escola, saúde, acesso é o que nós precisamos dar. E eu queria que vocês vereadores assistissem comigo dois videozinhos né, são bem pequenos de 1 minuto e 37 cada um, e eu tenho outros registros, mas eu quero que vocês assistam; eu fui com o morador, o seu Antônio, e a gente foi filmando algumas coisas. Eu quero que vocês observem a fiação uma fiação toda fora de regramento, com acesso as crianças, sabe, coisas que a qualquer momento, vereadora Clarice, tomara que não né e eu espero que não, mas pode dar uma tragédia tamanha, porque ali as condições são extremamente precárias e eu vejo que a gente precisa discutir alguma coisa sobre a área invadida. Então eu gostaria que vocês acompanhassem é um minutinho e pouquinho; Rose, por favor, se tu conseguir colocar o áudio melhor ainda. (APRESENTAÇÃO DE VÍDEO). Então a gente vê quantas coisas nós podemos trabalhar para trazer dignidade para nossa Farroupilha. Gente, tem pessoas que não têm acesso à água, à saúde, à educação, pessoas que estão morando numa área e eu vou dizer aqui quem sabe invadiram não é a área deles e tal, mas eles não então lá por que querem não é essa a realidade são pessoas trabalhadoras. quem me chamou lá, vereador Roque, é um ex-funcionário do SAMU, trabalhou 8 anos no SAMU, uma pessoa sabe de uma de um caráter fenomenal, pessoas que estão lá trabalham saem cedo para trabalhar no seu dia, estão tentando de uma maneira ou de outra melhorar sua vida, de uma maneira de outra melhorar a sua luz. Agora vocês imaginem essa fiação ela está a um metro/um metro e quinze de altura, vereador Paulo, você imagina se uma criança brincando correndo com bola sei lá alguma coisa acontece, você já imaginou se dá um incêndio é uma casa e outra que vai indo, é papelão, gente. No Alvorada essa situação, no Alvorada. e eu quero convidar daqui a pouco criar uma comissão aqui dos vereadores para que a gente vai até lá olhar e daqui a pouco montar uma proposta para que a gente possa levar ao Executivo para que tenha a atenção. Eu vou conversar com o secretário Cenci para ver qual é o projeto, qual é a viabilidade da gente poder ajudar essas pessoas, o que nós podemos fazer. Teve um projeto que foi aprovado nesse ano em que o Estado iria investir um recurso para moradias, depois acredito que esse recurso não vira né e a gente vê que vai passando o ano, vai passando meses e as pessoas vão vivendo essa mesmice. Agora o quê que eu trago aqui essa noite, queridos? eu quero que você pense o seguinte vai terminar a sessão você vai pegar seu carro e você vai para casa; você vai ter lá água quente, você vai ter lá a sua casa né, o seu conforto. Agora esses trabalhadores aqui eles pagam impostos eles têm seus filhos eles querem educação, eles querem uma vida melhor e nós que somos o poder legislativo o que nós estamos fazendo realmente? Será que as discussões aqui nessa Casa o que nós temos trazido aqui toca realmente na necessidade das pessoas. É isso que nós temos que pensar. Agora nós vamos ter uma eleição a presidente e a gente vê dois candidatos que estão ali com propostas quase que nada, mas com as velhas conversas, as coisas que querem trazer para não mudar a vida das pessoas. 2024 vai ter eleições e aí os vereadores/os candidatos a prefeito vão estar falando novamente que nós vamos defender os interesses do povo, mas que interesses são esses? Essa é a pergunta que nós temos que fazer. Quais são os interesses do povo? Gente, nós precisamos é como numa culinária um feijão e arroz bem feito, o que vem depois são coisas maravilhosas. Então nós precisamos pensar que nós precisamos de escola, nós precisamos de unidades de saúde, nós precisamos ampliar a educação aqui em Farroupilha; há muita coisa a se fazer, mas nós temos que pensar que essas pessoas estão aqui vulneráveis, vulneráveis, e depois que acontecer alguma coisa não adianta fazer a correria, porque naquele lugar ali não passa nenhum caminhão de bombeiros, não passa uma ambulância ali, porque é em cima dos trilhos. Então eu trago esse assunto, não tô criticando o governo ‘A’, ‘B’ ou ‘C’ tô aqui trazendo uma ideia para essa Casa para nós nos unirmos e trabalharmos realmente pela comunidade. Cedo um aparte ao vereador Roque.

PRES. EM EXERCÍCIO CALEBE COELHO: Aparte ao vereador Roque Severgnini.

VER. ROQUE SEVERGNINI: Parabéns Davi, pela explanação. O tema ele é importante e ele é recorrente, porque ele não é de hoje não é nem de ontem, ele é de décadas que se iniciou as ocupações irregulares; e tu falou bem, entra governo e sai governo e sempre se tem uma preocupação com o social, só que o social tem andado distante da atenção dos governos. E creio que é importante falar com secretário de habitação, porque nós votamos aqui o orçamento no ano passado e foi deixado uma verba, a maior da história, para habitação por conta de um programa habitacional a ser feito. Até para a gente saber se esse projeto foi, saiu do papel como é que está, porque nós já estamos no dia 17 de outubro mais 60 dias aí se foi o ano. Então a gente conhecer também se tem algo encaminhados que talvez no surpreenda positivamente. Obrigado.

VER. DAVI DE ALMEIDA: Muito obrigado, vereador Roque. Tomara que sim, tomara que sim. Mas eu queria aqui instigar aqui os colegas e eu sei que tem aqui o Amarante, ele é construtor né e quem sabe tenha outros aqui também, tem um pouco de experiência. Fizemos aqui um pequeno cálculo tá, vamos pegar um terreno aí que custa sei lá R$ 150.000,00 de 30X12 né; se nós fizermos aí um conjunto de casas né aquelas casas que são tem o nome que fala né não lembro agora, se conjugadas não sei, a gente consegue colocar ali umas 10 famílias/8 famílias. Germinadas, obrigado, presidente. Vamos supor que sei lá uma edificação custe aí 50/60 mil reais, não sei quanto custaria. O que eu penso é que não dá para a gente passar e ver essa situação e a gente não se mobilizar. Então a ideia hoje aqui que eu trago para essa Casa é a gente analisar essa situação. Porque tem pessoas que estão morando há 10 anos, tem pessoas que estão lá a um ano e tem outras que vão chegar para Farroupilha, porque Farroupilha é uma cidade que tem emprego, Farroupilha é uma cidade acolhedora e vai acolher essas pessoas. E se não tiver condições sabe o quê que eu vi lá? Eu vi o seguinte: o seu José ele pegou uma grande terra e aí ele vai para sua cidade e ele conta as notícias de Farroupilha, Paulo. Que Farroupilha é boa que Farroupilha tem condições e aí vem o irmão, aí vem um parente, e ele vai cedendo um pedacinho daquela terra e as pessoas vão colocando a sua casinha ali, vereador Tadeu; e sabe, queridos, eles querem o melhor, eles querem dar condições para suas famílias. É claro que numa condição errada a gente sabe disso, mas agora você imagina o seguinte o que nós podemos fazer? Está aí o problema. Nós vamos ficar olhando ou nós vamos tomar uma posição; o que nós vamos fazer? Então o que eu penso é no cuidar dessas pessoas. Eu cedo um aparte ao vereador Amante.

PRES. EM EXERCÍCIO CALEBE COELHO: Aparte ao vereador Amarante.

VER. GILBERTO DO AMARANTE: Obrigado pelo aparte, pastor Davi. Seria casas sobrados, germinados, enfim, como é chamado né. Até o valor que o prefeito iria investir naquelas trinta e poucas casas seria em torno de oito milhões né com terrenos, enfim; com esses oito milhões hoje tá em custo em torno de R$ 200.000,00 o hectare de terra, em uma boa localização daria para comprar uma grande área de terra e colocar, por exemplo, com terreno de 12X24 que é o padrão daria para fazer 300/400 terrenos com este mesmo valor e aí recolocar essas pessoas. E parte também do próprio programa que eu acho que até havia visto pelo governo anterior eu acho que o Jorge Cenci até numa curta fala que nós tivemos disse que estava regularizando; aquelas pessoas que podem ficar, por exemplo, lá embaixo das redes em alguns pontos regularizar aqueles imóveis e tornar-se depois então que as pessoas possam fazer as melhorias nas condições legalizada que fica bom para elas. Muito obrigado pelo aparte, vereador Davi.

VER. DAVI DE ALMEIDA: Obrigado, vereador Amarante. Eu quero falar a todos os vereadores que antes de ir lá eu falei para o secretário Jorge Cenci aqui nessa Casa e eu disse “Cenci eu vou visitar a invasão, me chamaram lá”. Ele disse “vai, olha e depois vem conversar comigo”. Eu vou conversar, porque a gente precisa ter uma direção. Cedo um aparte a vereadora Clarice.

PRES. EM EXERCÍCIO CALEBE COELHO:  Vereadora Clarice, aparte.

VER. CLARICE BAÚ: Obrigado, presidente. Obrigado, colega, pelo aparte. Eu penso que além dessa questão da vulnerabilidade e da questão de ter programas realmente habitacionais que funcionam, também nós temos que analisar o impacto que dá essas invasões na saúde, na educação. Nós temos uma constituição que diz: “saúde para todos, educação para todos”. Só que não vem recurso para todos porque essas pessoas não estão cadastradas como habitantes aqui de Farroupilha; e o município tem que dar o hospital tem que fornecer a saúde, tem que fornecer toda essa questão de medicamentos, de escola, para todos isso é lei. E não vem recursos. Então aqueles que estão cadastrados aqui que pagam seus impostos é que estão pagando a saúde, a educação para as pessoas que estão lá de forma vulnerável. Obrigado.

VER. DAVI DE ALMEIDA: Obrigado, doutora Clarice. Amanhã eu dou continuidade a esse assunto, porque o meu tempo já esgotou. E deixo aberto para os colegas que quiserem contribuir também.

PRES. EM EXERCÍCIO CALEBE COELHO: Obrigado vereador Davi. Convido o Republicanos para que faça o uso da tribuna; vereador Paulo Telles.

VER. PAULO TELLES: Senhor presidente, mais uma vez muito obrigado. Colegas vereadores, servidores da Casa, todos bem-vindos, nossa imprensa. Gente, eu venho aqui amanhã vai estar dando nós vamos estar fazendo… Presidente, eu vou pedir a gentileza todos vereadores quem puder 2 minutinhos antes se puder vir nós temos uma homenagem que nós estamos fazendo para Igreja Evangélica Assembleia de Deus que na quarta-feira está fazendo 59 anos. Então votos de congratulações amanhã aqui, como amanhã é bastante rápido aqui né não tenho muito tempo para falar, vou falar dois minutinhos. Porque não pode viu, presidente, não acho que não vai adiantar fazer um apelo aqui, mas era tão legal quando se batia uma foto junto com o pessoal que é homenageado, eu sei que não é possível, mas então antes de começar a sessão os vereadores que puder nós bater uma foto juntos aqui. Eu não sei se o nosso pastor presidente vai poder estar aqui amanhã, mas vem alguém representando a nossa igreja. Mas eu quero falar aqui rapidinho, gente, não até como vereador, mas assim como membro da Igreja Assembleia de Deus no momento de gratidão, viu, gente, desses 59 anos da Igreja Assembleia de Deus e por mais de 35 anos quem atendeu a igreja aqui foi o pastor Severino Braga Varela, saudoso Severino, um dos mais experiente que conhece. E eu desde 95/96 que sou membro da igreja e logo em seguida o pastor Severino me convidou para os trabalho da igreja também, fiquei lá até 2016, e eu sei como é duro viu, gente, os trabalhos de entidade, de igreja, está aqui o pastor Davi também, e tão importante para o município, para comunidade as nossas igrejas, as nossas comunidades. Então vai aqui minha gratidão a toda a comunidade de Farroupilha, viu gente, que abraçou que ajudaram eu acompanhei viu. O pastor Severino ele tinha essa grande, essa coisa de poder trabalhar junto com toda a comunidade e as demais religião também. Quem era o nosso grande parceiro aqui é a nossa comunidade do bairro Pio X, a comunidade de São Cristóvão né. Então nós num lado da rua, acho que Carlos Erguer, já é nossa Assembleia de Deus em frente à caixa de água, antiga matriz, e no outro lado aqui na Borges de Medeiros é a Igreja Católica. Então eram os grandes parceiros que a gente tinha, dava os congressos, enfim, algum casamento ia lá e falava com o padre. O padre prontamente. Então eu quero aqui a gratidão aqui de toda nossa comunidade de Farroupilha que nos abraçou, viu, gente, nos ajudou; hoje nós temos acho que perto de 15 congregações a maioria tudo nosso, templo nosso, eu também era um dos construtores; eu fiz toda a natureza de trabalho na igreja né pregando a palavra de Deus, visitando as famílias. E em 2016, pedi só seis meses né, relutei para não ir para a vida pública e de seis meses estou aqui até hoje. Então a vida da gente as vezes faz um plano de eu vou lá rapidinho, pastor Davi, e aí acabei de 2016, sou membro da igreja, coopero, mas não trabalhando mais como obreiro integral da obra de Deus. Mas eu quero aqui agradecer a todos aqui os senhores vereadores. Eu quero dizer que cada fase desses 59 anos da Igreja Assembleia de Deus; Deus foi levantando pessoas boas para ajudar a Igreja Assembleia de Deus. Eu podia citar aqui na década de 80/90 os prefeitos que passaram, que olharam para o pastor Severino e a Igreja Assembleia de Deus: nós vamos ajudar esse pastor aí, porque ele vai ajudar nossa comunidade também ajudando as famílias não é; e Deus foi levantando. Agora por último também antes da inauguração, Gilberto do Amarante cedeu que tinha a marmoraria né e o pastor Severino gostava muito o negócio de mármore e fez toda, acho que a maioria dos vereadores conhece a Igreja Assembleia de Deus, fez tudo de mármore. Então Deus cada fase foi levantando autoridade aqui outra ali, mas a coisa mais bonita que eu senti foi essa, pastor Davi, de trabalhar junto com todos, todas as religiões, os vizinhos, até se quem quer saber quem é Igreja Assembleia de Deus é conversar com a nossa secretária da educação a senhora Luciana, era vizinha aqui por muitos anos no Pio X aqui da nossa igreja, enfim. Então, gente, eu quero aqui agradecer e amanhã então vamos estar com essa homenagem os vereadores que puder dois minutinhos antes para nós bater essa foto, vai ser legal esse momento de gratidão a Deus. Hoje é o nosso pastor Álvaro Brau que está atendendo a igreja Assembleia de Deus de Farroupilha, faz um trabalho social, depois tem a CEAFA também que vem junto, Cento Educacional Assistencial Fé e Ação, também faz um trabalho social. Porque aqui a gente vê prática gente. Não adianta nós pregar a bíblia, a palavra de Deus, rasgar o ouvido dos ouvintes, Tadeu, e na prática não aparecer nada, fé sem obras diz que é em vão né e obra sem fé também é em vão. Então a gente tem se esforçado como igreja gente como comunidade de fazer as duas coisas né; com fé em Deus e mostrando as nossas obras, as nossas atitudes, os nossos projetos para que nós possa vencer junto com nossa querida cidade de Farroupilha certo, gente. Posso contar com vocês, então amanhã dois minutinhos antes. Outro assunto gente quero trazer aqui para senhores e me ajudem lá também aqui os vereadores. Vocês sabe que agora tivemos as eleições né eu ajudei a nossa candidata deputada Fran e fez uma boa votação aqui na cidade então eu tive que sair para rua nesses 45 dias. Eu fiquei na rua, assumi o comitê e fui para rua pedir votos. Então aí a gente sabe que vem muitos a gente também é conhecido na comunidade e questionam a gente em uma série de coisas; e uma das coisas que me questionaram, gente, e eu fui até falar com a secretária de saúde e conversando né, mostrando as necessidades é sobre o transporte da saúde da secretaria de saúde. Isso aqui tem uma reclamação muito grande. A partir desse ano a secretaria de saúde praticamente terceirizou praticamente mais da metade dos trabalhos da saúde; eu acho que o Pró-saúde levou, uma frota, doutora Clarice, de uns 12/13 carros oficial que nós tinha, eles levaram quase todos. Uma frota de carros novos gente que nós recebemos lá. Nós trabalhava em cima disso aí que tivesse para atender os nossos pacientes carros novos, manutenção em dia, isso era uma da nossa secretaria Rosane em parceria contigo. Então eu lembro muito bem que tinha essa coisa assim de nós ter esse atendimento né pacientinhos com estado terminal de saúde que precisavam de um carro exclusivo/de uma ambulância e a partir desse ano foi um ano muito difícil para nós. Quero dizer que eu tenho um carinho enorme lá pelo setor das ambulâncias, gente, e faleceu agora o Léo né, o Leozinho que é conhecido faleceu, motorista de muita experiência no SAMU então foi um sentimento, uma tristeza muito grande para nós; e para piorar ainda mais a situação gente tem um ditado que infelizmente nada é tão ruim que não possa piorar. Infelizmente tem coisas que acontece. Aí gente entra aquela questão então de terceirizar o transporte da saúde. Foi eu acho que toda nossa frota, doutora Clarice, só tem um carrinho lá da Saúde, eu nessas andanças agora de fazer a campanha para nossa deputada eu estava lá chegou uma pessoa desesperada lá que tinha uma ressonância e não sei o quê que deu, a secretaria de saúde disse que ela não atendeu as ligações, isso acontecia também de a gente tentar três quatro vezes e o paciente não atende, mas tem que tentar no outro dia. Eu tentava 10 vezes se fosse preciso, doutora Clarice. Se ligava cinco vezes hoje e não atendeu amanhã eu vou para mais cinco ligações. Se eu tenho o endereço eu pedia para o ‘motora’ lá “vai lá avisa esse paciente aí”. Porque, gente, secretaria de saúde para um paciente do SUS conseguir uma ressonância gente tem que rezar muito e pedir muito a Deus que ele seja atendido. É um milagre né, pastor. E essa pacientezinha perdeu a ressonância fiquei sabendo, gente. Tipo era uma hora da tarde a secretária ligou para ela disse que o transporte da meia hora da tarde, o ônibus que faz transporte para Caxias já tinha ido; eu liguei apavorado lá para o Pró-saúde, liguei primeiro para os ‘motoras’ lá ele disse “Paulo, tu tá sabendo que nós não temos mais carro mais aqui a saúde tá tudo no Pró-saúde”.  Liguei para o Pró-saúde e a menina atendeu lá e “já te dou o retorno”. Estou esperando até hoje esse retorno. Parece que conseguiram uma carona para essa paciente, mas ela não chegou a tempo e perdeu a ressonância, gente, tá.  Então eu quero dizer que eu fiquei muito triste, gente, com essa questão assim. Eu torço que a coisa anda bem se é para terceirizar. Agora nós temos os profissionais/os servidores muito capacitado lá na saúde gente, quem trabalha os motoras da saúde das ambulâncias lá, com todos os cursos, a secretária Rosane mais a Clarice e depois o pastor Davi investia com cursos. Eu fiquei assim um sentimento tipo foi muito ruim o meu trabalho nesse tempo de quase 5 anos lá para eles praticamente terceirizar, tirar todos os carros, e deixar de oito; nós tínhamos oito  servidores lá, motorista de ambulância todos capacitados, eu estava entre os oitos também que saiam para o trabalho e agora, doutora Clarice, tem quatro só; e dos quatros um está tirando férias e outras coisas. O quê que sobra? Ai fui ver aí e conversar com eles tem motorista tirando 120 horas, 130 ou 150 ou 100 horas e não tem muito milagre, gente. Porque agora eles foram descobrir que tem certo serviço gente que é só os servidores concursados que pode fazer, porque o hospital chama às vezes meia-noite/três da madrugada nós sem plantão, sem sobreaviso na secretaria de saúde. Eu fazia muito isso aqui. Eu era diretor de departamento/coordenador da saúde então quando dava meia-noite/3 horas da madrugada eu pegava o carro ou a ambulância e fazia esse trabalho aqui. Até porque não era justo, doutora Clarice, nós não tinha as vezes mesmo com os oitos o motorista lá se for ver o levantamento Bento Gonçalves, gente, deve ter uns 40 profissionais da saúde lá que atende lá, pastor Davi, podemos até fazer um levantamento tá, Bento Gonçalves que vamos botar que seja o dobro de Farroupilha de habitantes, mas eu acho que não dá o dobro. Deve ter uns 40 servidores lá. Agora Farroupilha ficou só em 4 profissionais, gente. Tá, já dou, aparte, só para não perder aqui o raciocínio aqui. Então ficou só quatro. E eu nessas andanças eu buscava os óbitos em casa também madrugada né, quem foi secretário sabe disso, e agora esses dias uma família muito humilde conversando com eles: “Paulo, levaram 3 horas para buscar aqui o corpo”; eu buscava, gente, não dava meia hora/40 minutos, temos que ter o maior respeito com as vidas, gente. E eu fiquei muito nessas andanças minhas aqui, muito triste. Às vezes os hospitais com os médicos parece que eles vão ficando indiferentes, ficando frios com a vida, com as famílias. Nós muita bronca botava no hospital lá, chegava com os óbitos lá e não queria receber, os médicos não queria assinar o óbito. Então assim, gente, três horas, isso que era um paciente em estado terminal de câncer, agora se fosse um paciente que estivesse com suspeita de ferimento de arma de fogo ou de faca aí é complicado tem que esperar a delegacia que me ligava, vereador Tadeu, me ligava ficava 24 horas eu me encontrei muitas vezes com o senhor nas madrugadas aqui na funerária aqui né. Então, gente, eu fico muito triste de poder trazer um assunto desse aqui e isso aqui vai estourar para os servidores lá, esses quatro que estão lá, porque estourando as horas extras deles – 130/150 – e agora vem um monte de eventos aqui para Farroupilha com as ambulâncias e são eles que tem que atender esses trabalhos aqui da ambulâncias. 12 horas ou, até agora a semana toda de  Farroupilha teve mais aqui também uns eventos que teve por aqui eu fui questionar com eles; disse gente para aí. E eu sempre defendi a coisa justa lá com os servidores. Eu nesse tempo todo que eu fiquei com eles lá eu disse eu vou bancar vocês, mas vocês não me dê bola nas costas também vocês façam a coisa certa, coisa correta, para que eu possa brigar por vocês e levar para os meus secretários que vai bancar também lá com prefeito, gente. O que nós temos que ter é secretários que banque a coisa, que as vezes tem que dar uma batidinha na mesa e dizer assim “não para aí, prefeito, a coisa tem que funcionar diferente”. Ele tem que ser, ele tem que ser político. Eu cheguei numa conclusão assim gente que os secretários ele tem que ser mais político que técnico. Eu em 2016 quando eu cheguei lá, uma secretaria muito técnica e eu não conhecia praticamente da saúde, lidando com igreja, mas deixei os profissional lá; eu fazia uma parte política dava os meus gritos, apelava para o prefeito, para gestão, eles tiveram muita calma comigo lá, porque eu sempre dava meus grito para defender os pacientes, os servidores que são trabalhadores tá. Então eu acho que tá faltando para os secretários, gente, isso aqui é ser político saber que amanhã depois eles têm que sair na rua para pedir voto. Não sei quem tinha pedido aqui; primeiro o Davi que tinha pedido.

PRES. EM EXERCÍCIO CALEBE COELHO:  Um aparte ao vereador Davi.

VER. DAVI DE ALMEIDA: Vereador Paulo, só contribuindo com a sua fala. Em muitas madrugadas né nós em contato inclusive tivemos que buscar corpo/óbito eu e você né, porque é o servidor que tem que fazer; e o mais importante é o cuidado que tu fala muito bem aqui. E dos motoristas, gente, não dá para estar mudando de motorista ou porque é continuidade, são pessoas que estão em tratamento continuo então hoje eu tô transportando eu conheço a pessoa, sei onde tem que buscar, aonde é que tem que deixar e aí daqui a pouco troca né e já se perde todo um tratamento; e os horários são estritamente rigorosos, para perder uma ressonância, para perder um exame é assim oh, e os transplantados e tanta coisa que se tem. então parabéns pela tua fala, eu acho que a gente tem que presar pelo cuidado da nossa comunidade. Obrigado.

VER. PAULO TELLES: Vereador Roque.

PRES. EM EXERCÍCIO CALEBE COELHO:  Acabou o tempo.

VER. PAULO TELLES: Obrigado, presidente.

PRES. EM EXERCÍCIO CALEBE COELHO: Obrigado, vereador Paulo. Desculpa o tempo realmente acabou com o vereador Davi falando. Convido o Partido Democrático Trabalhista. O vereador Amarante, por favor.

VER. GILBERTO DO AMARANTE: Boa noite, senhoras e senhores. Boa noite às pessoas que estão aqui presencialmente ainda que é as 20h. Então mais uma vez parabéns Joel, parabéns ao seu Ângelo, parabéns, Calebe, pela condução dessa Casa. Quero também falar um pouquinho aqui, pastor Davi, da questão do assunto que te trouxe aqui esta noite na tribuna. Que sim, que é possível fazer um loteamento que é possível a gente fazer um orçamento e de repente até auxiliar ou até mesmo junto com o Executivo e apresentar uma planilha de custos principalmente na questão de promover um loteamento que até mesmo este município já fez aqui, senhoras e senhores, pelos governos anteriores. O loteamento Cinquentenário, loteamento Primeiro de Maio, loteamento São José, da qual dava prazo para as pessoas pagarem seus terrenos. Claro que é uma questão que tem que ser discutido e ser trabalhado, porque hoje, por exemplo, os financiamentos que são feitos eles têm carências; tem carências para dois a três anos e pode estender essa carência para os moradores enquanto isso o município também contribui com uma parte para construção de seus imóveis. Então é possível sim fazer um programa. Agora claro tem que querer. Quando se fala aqui que todo político quando se candidata e depois se elege, diz que será feito os investimentos para quem? Para o povo sim ou para alguns, ou muitas vezes para atender os seus próprios interesses. Então são essas coisas que nós temos que ficar atentos como eleitor e como político também. Para quem nós temos que fazer investimentos? Como eu digo sempre nessa Casa, neste momento que nós estamos fazendo a Pedro Grendene de 900 metros e gastando quase 12 milhões, temos muito buracos em nossa cidade. E eu andei nessa caminhada aonde escutei muitas muitas reclamações de todas as formas; do atendimento muitas vezes na questão que o pastor Paulo trouxe aqui da saúde, do atendimento, do buscar/do levar; na questão dos buracos em nossa cidade que não está sendo feito o serviço básico neste momento. Então muitas vezes nós temos que ter sim o básico para nós nos alimentar; lá em casa: feijão e arroz; temos que ter e aqui em Farroupilha nesse momento nós não estamos tendo o feijão com arroz que é o serviço básico. Aí queremos fazer obras faraônicas. Tudo bem, podemos fazer as obras faraônicas, mas vamos primeiro atender o básico com o dinheiro público, devolvendo aquele imposto que todo mundo paga para ter o básico. E quando nós poderíamos pegar nesses 12 milhões, fatiar esse recurso de repente alargando a Rua Luciano Courtois que liga lá, que hoje tem 8 metros de largura, liga o bairro Bela Vista/o bairro Fátima/o Bairro Belvedere/o bairro São João e que lá também tem imensos engarrafamentos no final do dia. Então vamos olhar para a cidade como um todo. Como nós temos aqui a Domenico Fin que na gestão anterior tinha uma perspectiva de ligar o bairro Nova Vicenza – aonde passa o bairro São Roque/Cruzeiro/Santa Catarina – lá no bairro Medianeira, fazer uma espécie de anel viário com pavimentação asfáltica. Então serviria vários bairros ao mesmo tempo sendo contemplado com valores que, de repente, não saberia dizer o quanto, mas com certeza tudo que eu citei não chegaria aos 12 milhões. Tem uma situação também da questão da São Vicente, vereador Juliano, onde ficou lá em meia viagem; lá no primeiro de maio também tem uma rua que está em meia viagem, foi feito a primeira parte, vai ser perder aquele dinheiro a mesma coisa que jogar no lixo; a Rui Barbosa, por exemplo, é mesma coisa jogamos dinheiro no lixo. Ah, porque o outro governo fez então eu não vou terminar, muitas vezes por causa de teimosia. Eu quero dizer uma coisa para vocês, nós temos aqui em Farroupilha muitas pessoas que gostam muito de carro antigo, eu também gosto, até o momento eu não consegui ter um ainda, mas que bom que muitos podem investir 1 milhão/2 milhões um carro antigo para ter o privilégio de ter aquele carro, porque é um gosto particular, é um prazer particular. O quê que eu quero dizer com isso? Que na Pedro Grendene não é muito diferente de um carro antigo, porque nós vamos fazer uma reforma, gastar uma fortuna, porque alguém quer fazer aquilo e vai ficar uma avenida aonde tem pontos que é que tem estreitamento, aonde nós temos uma avenida antiga com largura no passeio público de 2 metros, aonde nós temos um avenida antiga que parte, que grande parte dela não terá estacionamento. Então, gente, não é por mero prazer de alguém que tem que ser gasto o dinheiro público. Tem que ser gasto de forma correta, tem que ser distribuído para todos que venham fazer uso deste bem. Claro que vai ficar bonito; o carro antigo também fica muito lindo, é maravilhoso, mas o belo prazer é para poucos. Então quando se fala aqui na questão da saúde, que foi terceirizado sim, quando veio esse projeto para essa Casa, nós debatemos o assunto; aonde a gente aonde nós pedimos para não terceirizar, porque a coisa mais fácil no poder público também é terceirizar, além de como economizar dinheiro é terceirizar. Como eu disse, economizar dinheiro é uma das coisas mais fácil que tem é só não fazer nada porque os impostos cai lá todo dia, todo mês, o ano inteiro. E a outra coisa mais fácil é terceirizar, tu manda os outros fazer e tu não tem obrigação, você não tem que fazer gestão; você manda você vai lá determina tem um grupo de trabalho eu vou cobrar como que você o valor é tanto do quilômetro rodado e tal e tal. E tem motorista sim que estão fazendo muitas horas extras, que eu não sei, eles fazem mais hora que as horas normais deles, dobram as horas, ou seja, eles trabalham 24 horas por dia; não sei como aguenta, mas tem nesta Casa, cedo sim, vereador Roque, tem já informações que veio do próprio Executivo. E só para terminar, vereador Roque, já te cedo, por exemplo, nós temos uma guarda municipal que de repente não está 100% ainda talvez com o preparo, mas gente dá para trabalhar com ela muito bem; dá para trabalhar dá para conduzir e de repente tira guarda de serviço de segurança de rua, em vez de nós melhorarmos a condição é mais fácil, pera aí, está nos incomodando tira. Então tem coisa assim como tá um áudio aí na cidade correndo em relação a isso. Cedo uma parte ao vereador Roque.

PRES. EM EXERCÍCIO CALEBE COELHO: Aparte vereador Roque.

VER. ROQUE SEVERGNINI: Vereador Gilberto do Amarante, obrigado pelo aparte. Esse tema da saúde: saúde não é só o hospital, saúde não é só o médico, saúde é um todo. O Paulo levantou muito bem, vereador Paulo, é desde o motorista que dirige ambulância é saúde, e a administração terceirizou os motoristas de saúde. E eu estive agora recentemente com o secretário de saúde, seu Clarimundo, para falar de um tema e que envolvia inclusive a questão de transportes de doentes; transportes, Paulo, a ser feito e transporte que tinha sido feito que esqueceram um paciente na Feliz. Esqueceram lá, sabe por que? Falta de comunicação. Mas é lógico se o Paulo que estava lá junto, 100% com o motorista, ainda assim havia alguns problemas, imagina agora que você se reporta a uma outra empresa para fazer os serviços. É claro que estamos tendo problema. E quanto às horas extras esse prefeito que está aí fez parte de uma administração que foi notícia regional dos escândalos das horas extras, nacional, não me estranha que tenha agora também algum escândalo acontecendo.

VER. GILBERTO AMARANTE: Um aparte para o vereador Juliano.

PRES. EM EXERCÍCIO CALEBE COELHO: Um aparte ao vereador Juliano.

VER. JULIANO BAUMGARTEN: Obrigado, meu colega vereador Amarante, pelo aparte. Não, realmente nos preocupa, porque tem umas horas extras que aqui a gente análise e tá no pedido de informações que foi feito, da minha autoria, que o pessoal é ‘Highlander’. É coisa de outro mundo. 300 horas extras num mês. Quantas horas dá somando? Aí o outro aqui 220, 150, 180, meu Deus do céu. Tá muito estranho isso aqui. Conversei com algumas pessoas e fico pensando como é que alguém consegue fazer 300 horas extras num mês. Acho que vive em estado de espírito. Não, é coisas que eu falo com o vereador Paulo e ele diz “não é verdade, não é possível”. É possível, está aqui foi registrado e foi pago foi assinado pelo secretário 300 horas. Então algo está errado. Secretaria de saúde. Então é aquele discurso economizar/terceirizar é precarização do serviço público e o preço tá aí. Obrigado pelo aparte, vereador.

VER. GILBERTO DO AMARANTE: Claro que muitas vezes nós poderíamos pensar, mas o prefeito se elegeu e ele toma as decisões pelo Executivo sim, é prerrogativa do Executivo. Mas é prerrogativa dos vereadores informar/levar ao público a forma que tá sendo gasto. Muitas vezes não é possível nos mudar como não será possível nos mudar a construção ou a modificação da Pedro Grendene, mas temos que informar a forma que é feita. Por exemplo, outro dia nós estava discutindo aqui aquele projeto do asfalto do interior aonde houve uma longa discussão na questão que foi levantado, vereador Roque, para pagar 50% da brita graduada daqueles agricultores, que ficou muito oneroso. Porque como nós falamos, na gestão anterior a prefeitura contribuía com parte do valor, tirava do orçamento do município; hoje não tira mais nada é zero somente o dinheiro do financiamento, do financiamento, e o valor que o agricultor contribuirá para a brita graduada. Porque não aliviar um pouquinho o valor aqui da Pedro Grendene, desses 12 milhões, e não tirar uma parte desse valor ou então tirar um pouco daquele dinheiro que tem lá em caixa, que diz que tem lá 50/60 milhões, e colocar à disposição desse agricultor. Ah, mas então se aquele não quer o outro quer. Então vai fazer um leilão, porque daqui a pouco algumas comunidades desistirão; então não é justo, vamos dividir vamos fazer a coisa de forma a contento para nossa comunidade. Porque eu tenho certeza que foi isso que o eleitor quando votou para o prefeito, para fazer administração de forma que venha a distribuir a contento os valores do município. Uma outra questão também neste mesmo contexto, a questão de valores daqueles pequenos serviços que não são feitos como eu já falei aqui. Aí depois, de repente, vamos deixar para fazer no último ou penúltimo ano de governo. Aí é campanha política, gente, aí não é mais distribuir o dinheiro para a população. Porque uma coisa que eu cito aqui eu alugo um imóvel para 4 anos para uma pessoa o primeiro mês, o primeiro ano ela me pagou aluguel, o segundo ano ela me pagou aluguel, aí o terceiro ano eu vou ver se eu vou entregar o imóvel e o quarto, e aqueles outros dois anos que a pessoa pagou o aluguel e aqueles outros dois/três anos que as pessoas pagaram os impostos e não receberam nada em troca só pelo belo prazer do gestor trabalhar a campanha do próximo ano. Então isso é muito triste para quem paga, para quem não recebe o serviço de uma administração pública o ano inteiro. Outro dia ouvi numa emissora de rádio, ouvi numa emissora de rádio, o prefeito que antecedeu o que está hoje, começou a trabalhar no sexto mês a fazer obras, obras de volume, e também alcançar o serviço básico para a população. Então muito obrigado, senhor presidente. Era isso que eu tinha para essa noite.

PRES. EM EXERCÍCIO CALEBE COELHO: Obrigado, vereador Amarante. Vamos ouvir então agora o Movimento Democrático Brasileiro, o vereador Joel.

VER. JOEL CORREA: Boa noite a todos. Um pouco vazio agora no momento da minha fala, mas vou saudar as pessoas que compareceram aqui, que eu fiz alguns convites e eles vieram, infelizmente já tiveram que sair por motivos pessoais, mas que passaram por aqui; então saúdo do nosso presidente Calebe Coelho, nossos colegas vereadores, secretários municipais – Argídio Schmitz/Cris Girelli/Luciana Zanfeliz, o presidente do MDB farroupilhense Arielson Arsego, a brigada militar representada pelo comandante Becker, o major Giovani e o tenente Stassak, a guarda municipal estava representada pelo meu amigo pessoal o diretor Leandro e o meu amigo também Fábio Mezadri, secretário estadual de transporte e logística está representado na pessoa da assessora Camila Lemos, o presidente da UAB Dilço Batista e os profissionais de imprensa que estão e que passaram por aqui. Bom, eu assumo essa cadeira aos 35 anos com a certeza de que somos construções coletivas, não trata-se do Joel explanando neste microfone, credito esse dia nas pessoas que confiaram em mim através do seu voto e através de palavras amiga durante a minha trajetória. Agora sou vereador de todos os farroupilhenses. E não coloco barreiras de qualquer espécie ao nosso gabinete, as portas não estão abertas, mas sim escancaradas para atender às demandas da população. Aproveito esse momento para citar alguns nomes que me fizeram chegar até aqui: a minha amada esposa Ana que me acompanha desde a juventude, companheira incansável e incentivadora em todos os momentos e mãe dos meus três tesouros, te agradeço com a certeza de que não estaria aqui sem  o teu reconfortante abraço nos momentos de alegria e de tristeza, aos meus pais senhor Edgar e a dona Iraci, meu irmão Márcio, meu irmão Laerte; eu tenho orgulho de ser filho de sorveteiro, agradeço ao meu núcleo familiar por me ensinar, pelo exemplo, uma das grandes verdades dessa vida: não podemos nos apequenar diante das dificuldades que surgem. Chegamos juntos em Farroupilha na década de 90 e aqui, com suor e lágrimas, buscamos construir algo melhor para os netos do seu Edgar e da dona Iraci. Não venho aqui assumir o mandato tampão vou me dedicar nos próximos 30 dias para fazer uma Farroupilha ainda melhor, quero aprender com cada um dos senhores e senhoras vereadores e vereadoras e funcionários dessa Casa. Se o legislativo é o para-choque da sociedade desejo estar aqui contribuindo com cada farroupilhense a melhorar nossa cidade. Minhas bandeiras são o fomento ao empreendedorismo, uma educação pública de qualidade, uma saúde ágil e resolutiva e uma segurança pública forte e valorizada. Esclareço que pautarei minha conduta no diálogo respeitoso com os colegas, acredito na troca de ideias e posicionamento como motor que alavanca nossa Farroupilha; independente de situação ou oposição todos moramos aqui e queremos construir uma Farroupilha mais forte. Por fim, dedico esse curto período na Câmara aos meus filhos – Isabela, Henrique e Rafael – é e sempre será por eles que lutarei por um mundo mais justo. Obrigado pelo espaço. Vou falar um pouquinho mais depois aqui, mas que venham 30 dias de muito trabalho. Obrigado, colegas, por me receber aqui hoje. Por favor vereador.

PRES. EM EXERCÍCIO CALEBE COELHO: Aparte ao vereador Roque.

VER. ROQUE SEVERGNINI: Vereador Joel, já tinha te cumprimentado antes, mas te cumprimento agora no espaço que tu faz uso do grande expediente para te desejar boas-vindas. Eu sei que tu és merecedor de estar aqui, sei do teu trabalho também junto ao teu setor na prefeitura municipal, um tema delicado, sensível que é o trânsito e que nem sempre quem está executando as tarefas é bem compreendido pelo usuário e também por quem comanda; porque às vezes falta dinheiro para quem repassa e falta ações para quem necessita. Parabéns de qualquer forma pelo teu trabalho, tenha sucesso aqui nessa Casa, há muitos debates aqui, há muitas trocas de ideias, as pessoas que aqui estão e que por aqui passaram,  está aqui o Arielson que é veterano aqui, sabe que aqui se debate muito, mas é do jeito do legislativo. Então seja bem-vindo. Cumprimentar aqui seus familiares que acompanham e sucesso.

VER. JOEL CORREA: Muito obrigado, vereador. Esse é o ponto mesmo o debate o diálogo, porque a gente tá aqui todos por uma Farroupilha melhor. Gostaria de falar um pouquinho aqui, vereador, aproveitando também já tua fala sobre a Pedro Grendene né. Ouvi aqui o senhor falar, o vereador Juliano e também o vereador Amarante que essa obra está sendo muito cara, mas não quero entrar muito no mérito do valor né, porque a gente ainda não têm acesso ao projeto, mas posso ver com o vereador Marcelo; a gente veio lá de dentro agora, mas ainda não tive todo esse acesso. Mas o que eu sei, vereador, é que eu vou ter que discordar em partes com o Vereador Juliano que complementa a resposta para o senhor. Porque o vereador Juliano falou que não foi ouvida a comunidade. Eu discordo, porque nunca vi um projeto ser tão discutido. Acho que o senhor falou, vereador, que não escutaram a comunidade. Foi ouvindo a comunidade que foi modificado projeto numas quatro ou cinco vezes que chegou-se no valor que está, depois eu te dou um aparte vereador, fica tranquilo, e chegou no valor que está. Então eu acho que foi escutando a comunidade e aí chegou no valor que se tem hoje, porque foi alterando o projeto; e eu não me recordo sendo um morador farroupilhense de ter outro projeto discutido assim. Até eu tenho um exemplo familiar aqui da minha esposa onde foi feito mudanças no empreendimento que ela tinha, com a sua família, que simplesmente mudaram tudo, não pediram nada e do nada fechou o negócio. Então eu acredito que essa obra vem sendo discutida, vem sendo ouvido a comunidade e eu acredito que vai ser uma obra muito bonita vai dar uma cara para nossa cidade e quem aqui está votando contra eu acredito que vai se arrepender no futuro, porque vai ser uma obra linda aí que vai ficar marcada para história. Com certeza, vereador.

PRES. EM EXERCÍCIO CALEBE COELHO: Aparte vereador Juliano.

VER. JULIANO BAUMGARTEN: Obrigado pelo aparte já que tu me citou né. Eu acho que você me entendeu errado. Eu falei que o silêncio de alguns que antes se posicionavam é ensurdecedor e dei nome: Observatório Social, as entidades de classe. Isso eu pontuei. Eu não disse que não foi ouvido. Eu disse que é uma teimosia e que até agora não vi ninguém da Pedro Grendene favorável, isso eu disse e reafirmo e digo mais cinquenta vezes se tu quiser. Mas eu não disse que não houve diálogo. Acho que tu confundiu.

VER. JOEL CORREA: Posso ter confundido. Mas aí fica a questão que o senhor havia falado que não houve o diálogo, enfim, entendi errado, mas senhor acabou falando que então tem uma discordância maior. Mas aí daqui a pouco a gente tem que pensar também no macro, no coletivo, não somente também daqui a pouco com certeza tem que pensar em todos né; que nem já foi falado foi alterado o projeto diversas vezes ouvindo os comerciantes do local. Mas aí pensando no macro, no coletivo que é a nossa entrada principal da cidade que vai ser feita essa obra. Outro assunto aqui também foi levantado que foi sobre a guarda municipal que o vereador Amarante colocou que eles estão aí, não estão trabalhando, enfim, tenho que discordar. Porque eles estão trabalhando, eles hoje só estão com uma outra que nem gostaria que estivesse aqui meu amigo Leandro e o Mezadri, que representam a guarda, eles estão trabalhando, vereador, eles fazem o trabalho hoje de monitoramento que a gente possui 107 câmeras; saiu um deles vem saindo alguns por passar em outros concursos e tal, hoje eles são apenas nove né está limitada a função deles, porque eles trabalham 24 horas por dia em turnos revezados então eles estão sempre lá fazendo a segurança do anexo 2, anexo 3, desculpa, onde a gente tem todo equipamento de monitoramento e segurança. Equipamento caro então sempre tem dois guardas lá 24 horas por dia fazendo a vigilância e o monitoramento das câmeras né e aí fica um pouco limitado essa questão deles irem para as ruas. E também eles estão fazendo treinamentos ficando mais apteis para estar ai representando a comunidade e estar fazendo esse monitoramento em outros prédios públicos também. Mas eles não estão parados não estão deixando de trabalhar muito ao contrário estão desempenhando uma função muito importante que é a questão do nosso monitoramento que é muito elogiado em diversas cidades aqui não só no Rio Grande do Sul no Brasil; Farroupilha vem sendo um exemplo nessa questão de monitoramento tá então eles fazem essa importante tarefa do dia a dia deles que é esse monitoramento. No mais, vereador presidente, eu fico aqui eu quero muito debater muitos outros temas com vocês, vou ficar aqui sempre à disposição trazendo ideias e com certeza vim para somar. E nesses 30 dias quero contar com vocês nesses debates e estamos aí para o que precisar. Muito obrigado a todos, um forte abraço.

PRES. EM EXERCÍCIO CALEBE COELHO: Obrigado, vereador Joel, no seu primeiro e oficial pronunciamento né. Encerramos então agora o espaço destinado ao grande expediente. Nessa transição quero aproveitar e agradecer então antes de começarmos o pequeno expediente, agradecer o Adamatti pela presença aqui, Zé Theodoro também, ao casal que está saindo agora muito obrigado pela presença né, um abraço a família Malacara, quero agradecer também ao Arielson e ao Argídio que aqui estão, ao Calebe meu xará que também está aqui né, ao Edegar e ao Márcio. Então muito obrigado a todos e também ao seu Benachio. Vamos passar agora para o espaço destinado ao pequeno expediente.

 

PEQUENO EXPEDIENTE

 

PRES. EM EXERCÍCIO CALEBE COELHO: A palavra está à disposição dos senhores vereadores. Vereador Juliano.

VER. JULIANO BAUMGARTEN: Senhor presidente Calebe, bom, eu quero tratar dois assuntos nesse meu pequeno expediente aqui no espaço. Nós recebemos alguns contatos, alguns questionamentos vindo de técnicos/de empreendedores de Farroupilha que nos relataram atrasos nas emissões e autorizações de supressões de árvores nativas. E isso o quê que acontece? Acontece que tem atrasado o desenvolvimento lá de uma empresa o desenvolvimento de um lote e até mesmo algumas propriedades para outros usos como, por exemplo, o plantio e etc. Pois bem, nós gostaríamos de saber por que que isso está acontecendo e de que forma que vai se buscar estabilizar. Porque nós discutimos muito principalmente quando veio a reforma administrativa para a Ccasa e que era um tema complexo a junção de duas secretarias de um peso como, por exemplo, o meio ambiente e o planejamento que agora é denominado como urbanismo. Pois bem, a gente viu que tá faltando demanda, tá faltando articulação, ações, mas um passarinho verde pousou por aí e me trouxe então uma resposta: que o município de Farroupilha não renovou o termo de cooperação Bioma mata atlântica. O quê que isso quer dizer? Sem esse termo assinado de cooperação mediante ao governo do estado, não pode fazer supressões de vegetais para novos empreendimentos, construções ou coisas do gênero. Vejam só esse discurso patético de enxugamento da máquina pública, esse discurso de que nós vamos resolver tudo, tudo, tudo, tudo, não tá resolvendo. Então tem um pessoal empenhado aí e Farroupilha não conseguiu renovar um convênio com algo simplório. Algo gritante. Então nós precisamos que se reveja e estaremos formulando um pedido de informações para obter mais detalhes acerca dessa temática. Porque nós ouvimos muito falar em desenvolvimento, empreendedorismo e quando muitas vezes está faltando aqui o básico. O segundo assunto não menos importante que eu quero falar nessa noite, inclusive hoje eu cheguei a conversar com o Carlos Grasselli, que é o diretor administrativo do Pró-saúde, e eu fiquei preocupado. Uma cidadã me procurou que ela não consegue a algum tempo os remédios; pois bem, fui buscar informações de que remédios que se tratava e se existia distribuição na rede pública. O que obtive de respostas? Que não, que um deles tem naquela questão do convênio com as farmácias, por conta do governo federal, e os demais eram oriundos, vereador Paulo, de doações da farmácia solidária. E eu questionei então o Carlos e ele me disse assim, “mas vereador a maior parte que abastece a farmácia solidária eram os laboratórios”. Eu disse tudo bem pode ser, mas não ouvimos mais falar em ‘Solidare’ nós não ouvimos nenhum movimento, nenhuma campanha para arrecadar medicamentos, nenhuma tentativa um esforço. E essa cidadã ela me disse assim “eu tô cansada eu não sei mais o que fazer os recursos acabaram, a gente tem que tentar buscar alternativas não sei eu preciso por conta desses remédios atrapalha a minha locomoção”. Então o quê que acontece? Beleza, foi colocado foi afixado lá a farmácia tu chega lá no terminal, lá no totem tu consegue retirar a senha para qual das farmácias tu busca o atendimento, mas a parte externa a parte de captar, a parte de organizar e também aquele trabalho ativo na comunidade morreu, infelizmente morreu, vereador Paulo. Por quê? Falta de interesse? Falta de vontade? O projeto não foi levado da mesma forma, porque é da ex-primeira-dama e deputada Fran Somensi? Não sei. Mas quem tá sofrendo é a população que por muitas vezes não tem conseguido comprar remédios por conta do custo altíssimo. Então eu vejo, Marcelo, leva adiante isso ai tá na hora de chacoalhar tá na hora de fazer campanhas. Eu lembro que em 2016 eu e a vereadora Clarice éramos parceiros na coordenadoria da Juventude e a coordenadoria da mulher e inúmeras vezes fizemos campanha divulgamos e buscamos, para concluir, senhor presidente, buscamos formas de ampliar a farmácia solidaria. Obrigado.

PRES. EM EXERCÍCIO CALEBE COELHO: Vereador Davi, o senhor gostaria de fazer uso do pequeno expediente?

VER. DAVI DE ALMEIDA: Senhor presidente, só dando continuidade aqui, terminou o tempo no grande expediente, então para deixar claro aos vereadores que vou então fazer uma visita ao secretário Cenci né para que a gente possa ver se já existe um projeto, se já tem alguma ideia. E a minha proposição juntamente com os vereadores que quiserem já estava falando aqui com a vereadora Clarice, falei um pouquinho aqui com o vereador Paulo, o Amarante e aqueles que quiserem contribuir para que a gente possa de uma maneira clara fazendo nosso trabalho que é sugestão que é identificar as demandas e não interferir no Executivo, mas levar de uma maneira clara um projeto para que a gente possa pelo menos apresentar a nossa comunidade trazendo senão uma solução mais uma ideia de uma construção né. Como falou aqui o meu colega Amarante existe possibilidade, cito ele, porque é um construtor né muitos anos que traz esse legado de construções e vejo que existe a possibilidade de se fazer alguma coisa, porque, veja bem, alguém que não tem um endereço ele não consegue um cartão SUS, ele não consegue ter um acesso a uma unidade de tratamento né, ele não consegue ter a sua dignidade de uma conta de luz, enfim, ele não tem condições, é uma pessoa que ele não tem acesso a nada. Quero citar aqui um exemplo de quando eu estive na secretaria da saúde nós tínhamos um problema, vereador Tadeu, aqui no Industrial, no Industrial, que era os prédios ali do Morada do Sol né em que como a unidade, vereador Paulo, de estratégia e de saúde da família é no América os moradores do Industrial não tinham acesso à saúde; não podiam consultar ali, porque não tinham endereço. O quê que nós fizemos? Pegamos então a secretaria da saúde e levamos a secretaria da saúde até o Morada do Sol; movimentamos mais de 20 funcionários e todos felizes, Alex, fomos lá e o cartão do SUS saia na hora. Então são ações assim que dão dignidade a nossa população. Então é importante isso acho que é um tema muito relevante mesmo porque se trata de educação. As crianças que moram ali, vereador Tadeu, onde é que elas vão estudar né. Nós precisamos pensar nisso, porque nós não estamos construindo uma Farroupilha pra nós estamos construindo para gerações que vem né, o crescimento que vai ter e as coisas que vão acontecer. Então eu acho que esse olhar pontual nós temos que ter né e pensar no coletivo com falou aqui o vereador Joel. Acho que essas atitudes coletivas a gente precisa pensar, no todo né, de como vai ter o acesso de como nós vamos trabalhar esse tema numa construção muito clara muito verdadeira muito transparente. então só para dizer que vou dar continuidade a esse tema e a gente vou estar identificando aqui, declarando dia de uma agenda com o secretário Cenci e tenho certeza que vamos trazer uma resposta para nossa comunidade. Obrigado.

PRES. EM EXERCÍCIO CALEBE COELHO: Obrigado. Vereador Paulo Telles.

VER. PAULO TELLES: Obrigado, senhor presidente, vou aproveitar aqui teu gancho aqui, pastor Davi, sobre habitação, gente. Eu quero dizer que eu conheço sobre cooperativa habitacional eu sei as dificuldades da pessoa ter seu terreno. Quero dizer que um trabalhador hoje que vamos botar que a indústria pague aí estão pagando acho que comércio em 1.500/1700; bota um casal que trabalha aí, vai dar lá seus três e meio/três mil vai pagar um terreno aí hoje aí 150 mil/120 mil. Eu reconheço que é muito difícil, gente. Eu tenho conversado com o Jorge Cenci e até numa prosa que tivemos com ele eu troquei uma ideia com ele e relembrei um pouco do passado de Farroupilha aonde os prefeitos nos tempos atrás, gente, eles projetavam mais a cidade. Hoje eles não estão fazendo mais isso aqui. É uma dificuldade. Eu sei que tem momento que é um drama, né não vou tocar no assunto da Pedro Grendene porque isso ai é uma obra bonita, projeto importante para o futuro, mas eu vejo que não é o momento também, gente. Tudo tem sua hora, seu momento. A Pedro Grendene eu quero dizer eu tenho conversado eu sou mais interessado, vereador Roque, dessa obra sair da Pedro Grendene, eu passo três/quatro vezes por dia ali certo. Mas gente depois de uma pandemia, de uma seca pavorosa, rumores de guerra lá no exterior, eu não sei como é que os empresários ali, o comércio vai sobreviver. Eu sou bem realista. Eu sou o mais interessado né de que saia uma obra bonita ali, porque eu uso 3/4 vezes na minha família. Mas assim, gente, uma obra daquela natureza a fortuna que tá saindo e chega lá na rodovia tranca tudo ou chega aqui na sinaleira tranca tudo, porque é via simples gente. Então tem coisas que assim que eu não vejo lógica nenhuma. É obra importante, mas o momento não é esse. Eu tenho conversado eu quero dizer, gente, que eu falei duas vezes que os moradores vieram e os empresários por duas vezes e eu confesso que fiquei meio com vergonha, constrangido, que eles vieram pedir aqui por piedade por outras palavras que não saísse a obra agora. Obra importante, mas o momento não é esse e ninguém quer essa coisa aqui, gente. Eu fico com muita tristeza de ver aqueles comerciantes um já falando em fechar entregando o seu estabelecimento, mas fazer o que, a vida temos que manter a fé é o que nos resta. E sobre habitação, presidente Calebe, eu sou morador de cooperativa habitacional é outra luta medonha também para quem quer seu terreno, mas eu vejo gente que é um caminho. A outra é fazer que nem o Primeiro de Maio 1ª etapa, 2ª etapa, 3ª e 4ª etapa; foi um projeto terreno é bairro como é que me ajuda lá popular tipo Cinquentenário. Vai fazer quase quarenta anos que estou em Farroupilha, quando eu cheguei a quase 40 anos, gente, eu olhava para aqueles prefeitos lá, mas cara isso aqui é coisa que acho que nunca vamos ocupar. Mas não é que tá pequena a nossa Farroupilha que não tem moradia que o senhor falou aqui e falou muito bem. Agora, gente, eu converso com o Jorge Cenci eu digo para ele o senhor está com uma situação aí na sua secretaria que não é fácil gente, não vamos aqui ser hipócrita. Não tem mais o que chega de moradia. Se nós tirar e para começar a prefeitura tem que programar e projetar, gente, no mínimo 50 hectares para fazer um loteamento já para começar a fazer frente senão não vai adiantar nada, gente. Fazer que nem a prefeitura tá mandando aqui para Câmara aqui botar 10/12 moradia nos bairros, gente, que logo adiante daqui 10 anos não vamos ter espaço para mais nada. Qual é o futuro nosso, gente? Qual é o futuro dos nossos bairros se estão tirando as áreas institucional dos nossos bairros para colocar habilitação que não vai resolver nada, vamos só criar um problema lá na frente. Agora o que a prefeitura e os prefeitos nem que lancem um projeto, vereador Felipe Maioli. O senhor é um vereador novo um vereador que tem projetos bacanas, seus ideais, a Câmara está renovada, gente, vamos ajudar nosso prefeito dele lançar um projeto assim de sei lá projeto daqui 15/20 anos; compra uma área de terra manda para Câmara aqui, vereador Felipe. Eu tenho certeza que vamos aprovar esse projeto aqui. Comprar no mínimo já para começar umas 50 hectares de terra. Eu não sei quantos pessoas estão na. Posso continuar, presidente? Eu não sei se fizer um levantamento, pastor Davi, o senhor que levantou essa bandeira aí, vamos fazer um levantamento. Assim eu lembro o Primeiro de Maio quantas mil pessoas tem no bairro Primeiro de Maio hoje? Acho que umas 15 mil pessoas, certo. Foi no governo eu me lembro muito bem do MDB acho que foi Cignachi. Quando cheguei nos anos 80, gente, já estava comprando aquelas áreas de terra enorme lá ai veio a 1º etapa a 2ª etapa a 3º e 4º etapa. Eles faziam e era justo o sorteio que era. Porque se nas cooperativa, vereador Calebe, eu tenho conversado é uma das minhas bandeiras é as cooperativa habitacional; mas também está difícil, porque a pessoa que tá pagando aluguel, vai pagar o carnêzinho lá também e tá devagar. Eu tenho conversado com o companheiro Dilço da preocupação que a gente tem muita coisa boa que tá andando aí, mas a gente também tá preocupante não tá fácil, não é culpa do Dilço de ninguém. Agora, gente, essa questão da habitação…

PRES. EM EXERCÍCIO CALEBE COELHO:   Concluindo vereador.

VER. PAULO TELLES: …a prefeitura vai ter que botar para a Câmara aqui; comprar 30/40 hectares de terra e começar trabalhar com essa questão de colocar essa gente aí, Davi; fazer uma coisa justa, porque vem gente muito de fora, Farroupilha ela atrai muitas pessoas. Fala em Farroupilha meu Deus uma maravilha.

PRES. EM EXERCÍCIO CALEBE COELHO:   Espaço de líder.

VER. PAULO TELLES: Eu tenho viajado, eu sou do interior gente, agora já faz uma semana que eu fui para o interior, eu gosto muito do interior; então é bom para gente conhecer a realidade né do interior que é uma vida mais difícil. A gente vem para Farroupilha, gente, eu há quase 40 anos, a primeira vez que eu vim, vereador Tadeu, eu me encantei com Farroupilha. A gente tinha dificuldade de uma roupa nova, um dinheirinho no bolso, meu irmão mais velho veio a frente, eu já ninguém me segurou mais com 14 anos. A gente lutou batalhou pagando aluguel caro com dificuldade. A vida gente não é bem assim também nós vamos ter que equilibrar, porque não tem país que aguente, município nenhum que aguente se recomeçar com assistencialismo também descontrolado, gente; não adianta nós se iludir aqui também não tem prefeito que aguenta. Ou vocês acham que aguenta o nosso Brasil gente nós continuar assim. Eu sei que as pessoas merecem ótimo se o país fosse um país de primeiro mundo, gente, desse moradia/terreno no mínimo uns 200 m2 para as pessoas, uma coisa digna, perfeito, sobrados, sobradinhos conjugados o que eu tô dizendo. Agora o nosso Brasil, gente, os moradores vão ter que contribuir com a sua parte também. Não é. A prefeitura lança esse projeto, dá o terreno, tem que ter crédito para esse pessoal também poder fazer sua casinha. Isso é gratificante, Davi. Poder dizer assim, vereadores, eu tô na minha casinha aqui mas eu lutei trabalhei ele dá valor por aquilo, gente, porque ele lutou/batalhou botou metas, botou a gurizadinha tudo lá, tem que chamar a família, gurizadinha aqui oh: vamos ter nossa moradia aqui vamos ter parceria com o poder público e nós vamos ter que enxugar aqui as despesas aqui, gente, vamos ter que construir também. Vamos botar por mês uma meta para nós construir aí todo mundo vai bem, gente, porque se não vai ficar difícil. Eu tenho conversado com o secretário aí eu disse, ó secretário, a situação não é fácil a sua secretaria ai; a gente vê as necessidades, mas o município não vai aguentar também se tirar 100 famílias de lá, se não tiver uma fiscalização no outro dia já amanhece mais 30/40/50 e ninguém tira mais. Eu quero aqui me solidarizar com essas pessoas que estão lá, mas eu digo por mim, pastor Davi, a gente veio para Farroupilha lutou contra tudo e contra todos lutando, batalhando, Deus foi bom com a gente botou pessoas boas no nosso caminho, a gente foi adquirindo o terreninho pagando por mês a cooperativa, poder público na parceria ajudando. Está aí Farroupilha crescendo uma cidade bonita. E quem vem de fora tem que saber também que chega aqui e ele vai ter que se enquadrar aqui nas normas/nas regras né, porque senão qualquer pessoa chega aí, os imigrantes aqui e aí e eles vão se colocando e como é que faz? Tem ruas aqui que eu vejo que de um lado as pessoas pagam tudo certinho os impostos e eles castigam, senão pagar luz e água, os impostos, eles castigam né o poder público tá aí e no outro lado ninguém paga nada, luz roncando, às vezes. Então, gente, eu acho que nós temos que se ajudar, o momento é para todos, os vereadores e prefeito, se poder ajudar eu dei ideia para o Jorge Cenci. Eu não concordo com certos projetos que a prefeitura e as cooperativas já tão tudo ouriçada aí como diz o gaúcho aí, estão ouriçada, porque se vai começar a desenvolver as cooperativos aquelas áreas institucional que é para futuramente um colégio uma creche a prefeitura vai querer botar moradia no meio desses bairros aí que não vai resolver também. Não vai, gente, porque daqui 20 anos/15 anos nós temos um problema muito sério de crescimento na nossa cidade. Então obrigado, presidente, seria para cooperar aqui com nosso, pode contar comigo viu, vereador Davi conte nessa caminhada é uma das minhas bandeiras habitação e é sagrada a moradia tem que tem que ter moradia, a família né e aí por diante. Obrigado.

PRES. EM EXERCÍCIO CALEBE COELHO: Obrigado, vereador Paulo. Estamos no pequeno expediente e o espaço está aberto. Algum vereador que queira? Espaço de líder para o vereador Davi.

VER. DAVI DE ALMEIDA: Não é questão de ser repetitivo, mas o quê que eu vejo de interessante nisso, Paulo? Hoje nós estamos recebendo os imigrantes de outros países, nós não temos mais só os haitianos né, os senegaleses, agora nós temos os venezuelanos né. Eu recebi só essa semana 3 famílias de venezuelanos pedindo por auxílio, pedindo por comida, pedindo por roupas. Hoje à tarde nós estávamos na ação social da igreja separando roupas, Paulo, separando móveis, ajudando. Porque nós vamos fazer o quê? Agora as pessoas já estão aqui. Que políticas, aí a gente precisa falar de um âmbito um pouco maior, o Estado ou Brasil, estão trabalhando para que a gente possa garantir pelo menos a moradia para os nossos brasileiros; porque os imigrantes vêm, nós vamos acolhê-los sim, vamos abraçá-los, mas daqui a pouco toma uma proporção que não se tem o que fazer. Então o quê que eu acho relevante aqui? Daqui a pouco a gente cria uma comissão especial para falar sobre habitação e a gente pode construir isso, mas de uma coisa muito concreta, muito clara para gente debater esse tema e contribuir com o poder executivo, com o secretário Jorge Cenci, que eu sei que vai acolher e a gente vai poder trabalhar. Porque a cooperativa se tem ali você vai pagando um pouquinho por mês né e vai daqui a pouco você tem a sua terra, mas a dificuldade hoje do ganho, do custo de vida né que a gente tem não é fácil, Paulo, não é fácil. Você tem uma família com três filhos, por exemplo, vereador Tadeu, o senhor que já criou seus filhos não é fácil; você pega roupa, comida né, os preços que a gente tem. Mas então nós precisamos de políticas públicas claras. Eu vejo que chega um tema a essa Casa que vem mexer com todos nós né, a gente vem debatendo muitos temas e todos são importantes né, mas eu vejo que bate um tema aqui que é a nossa moradia. Agora pegamos a outra área invadida, vereadora Clarice, né aqui no Industrial, ali né no meio Industrial, quantos anos aquela área ali, quantos anos; pessoas que estão ali há mais de 20 anos e o quê que se foi feito? Nada. Nada se foi feito né.  E é claro as pessoas vão invadindo se não tem a fiscalização e às vezes a fiscalização, não estou dizendo aqui que é isso que acontece ou que é, mas às vezes eles dão uma passada de olho meio por cima assim, porque não tem às vezes nem como tirar. Vai botar esse pessoal aonde? Então eu vejo que a gente precisa se unir né como legislativo, fazer o nosso papel, daqui a pouco montamos uma comissão, criamos uma proposta clara, exequível e vamos adiante com esse tema. Muito obrigado, senhor presidente.

PRES. EM EXERCÍCIO CALEBE COELHO: Obrigado, pastor Davi. Está aberto o espaço a algum vereador que queira se manifestar. Vereador Marcelo Broilo, por favor.

VER. MARCELO BROILO: Obrigado, senhor presidente. Bom, deixa eu ver se eu me entendo aqui, porque eu anotei. Interessante, palavras ao vento, e a gente não tem outro lado né para argumentar. Mas vamos, lá acredito que tá bem contemplado o que eu vou falar.  Bom, antes de mais nada, Joel, seja muito bem-vindo, parabéns pela tua fala e com grande propriedade você falou muito bem da guarda municipal né. Você conhece. Então de novo acho que o nosso colega Amarante acho que ficou bem respondido. E eu fico mais entristecido quando esse mesmo assunto de novo eu não gosto de referenciar governo anterior, mas tem que falar porque foi falado muita coisa e eu não concordo com muita coisa também. Vocês instruíram/instituíram a guarda municipal e nem treinamento deram. Agora imaginar tem que fazer isso fazer aquilo vamos lá né. Parabéns Joel, parabéns como tu conduziu o assunto da guarda municipal. Vereador Juliano, a questão de renovação do contrato com a Mata Atlântica e você na sua fala falou falta demandas; que bom né falta demanda quer dizer que a gente tá atendendo super bem, mas acho que é uma questão coloquial que você colocou. Mas eu falei com o Nestor, da área, e vamos lá, vamos contrapor aos fatos. De novo, pessoal, vou usar a fala de um colega vamos pensar em Farroupilha para que essa quantidade de ofensas, quantidade de palavras ao vento sem saber outro lado. Vamos lá: por que que não foi renovado ainda o contrato de 2017 a 2021? Falta informações. Quem era o governo? Fale com o Nestor ele tá lá para te responder também. Ele tá conciliando. Quando nós assumimos já tinha o governo do estado cobrando isso então concorda fazer um licenciamento sem legalidade não dá. Por isso que você falou demora para uma árvore retirar para realocar, enfim, é por isso. É por isso. Por isso que não foi renovado ainda. Ele disse que está em vias tá, está em vias de conseguir tudo que o Estado pediu, vereador Tadeu, está conseguindo. Que bom né quando a gente sabe o outro lado da história. De novo é comunidade TV Serra tá aqui, a verdade tem que ser dita e não por ser líder de governo, mas é uma questão de justiça. Vamos lá. Mas em relação ao medicamento ali, Juliano, eu gostaria que tu me passa depois vou ver com Carlos, agora falar que não está ativo, sem interesse, por favor né. Vamos avançar na questão da saúde: até um mês atrás era referenciada até pelos colegas. Agora um atendimento, e que pena desmorona tudo, mas vamos lá. Prerrogativa do prefeito de terceirizar e os carros sim foram para o Pró, carros novos/carros bons, ficamos com um veículo na secretaria da saúde e estamos com ambulâncias; o transporte de ambulância é feito pela secretária de saúde carro pequeno pelo Pró. Horas extras, colega, eu gostaria de saber, mas isso aqui que você falou imagina uma situação de covid. Essas horas extras não é desse mês; mas então com covid. Olha só, os aparelhos do Verita foram estragados, segundo o secretário os veículos/os motoristas então tinham que ir a Caxias/Porto Alegre, enfim, por causa de aparelho do hospital/da clínica, enfim, com diálise e tudo mais. Então eu acredito que se porventura for essas horas não é de agora; segundo elas estão bem reduzidas e adequadas. E esse montante foi, porque eles não paravam mesmo não paravam nos atendimentos pastor Davi, as ambulâncias, enfim, e não temos mais horas extras, porque está com o Pró-saúde. É simples a conta, Sandro, é matemático concorda, está lá com o Pró-saúde. Mas igual do medicamento você me passa e dessas horas extras também tá. Só quis fazer o contraponto, é necessário, é necessário, Maurício, Felipe. Usar até as palavras do vereador Roque que foi justamente para o Joel: nem sempre quem executa é compreendido. Eu quero espaço de líder. Nem sempre quem executa compreendido e isso vale para o nosso prefeito municipal. Pedro Grendene vamos lá de novo, feito edital, falo o valor de onze milhões e pouco numa obra totalmente estruturada e por alguns colegas diz faraônica que Farroupilha não merece. Merece sim, e mais que essa vai ser uma obra impactante. Não se fala que a retirada desse calçamento vai ajudar em outras localidades. Tem um custo pronto. E tem que é uma obra, que fala-se do gás, vereadora Clarice, até de pintura de parada de ônibus; não é uma qualquer obra, não é qualquer obra.

PRES. EM EXERCÍCIO CALEBE COELHO: Espaço de líder.

VER. MARCELO BROILO: E digo mais, existe, olha o edital, uma contratação de pessoa jurídica sobre o regime de empreitada por preço unitário; vai ter livre concorrência esse é o teto máximo que foi colocado, vai ser menos que isso. Já estão definindo que vai ser onze milhões e pouco, meu Deus do céu, deixa o processo acontecer. Outra coisa falou em edital: erro. Não foi erro, não foi erro. O que foi decidido retirado por quê? Vocês lembram bem ia ser feito em três etapas, melhorou-se não é erro, melhorou-se uma etapa só executa, porque também este governo ouve. E nesse preço, o Joel falou bem, ele incrementou devido aos ajustes feitos também por acolhimento de nós vereadores com a população com os lindeiros da Pedro Grendene e vamos pensar no coletivo, vamos pensar no coletivo, literalmente desculpa dizer, mas tem pessoas que não querem que saia. Por quê? Porque quem executa é mal compreendido né. Vamos lá. Vai ser chamado, falei com o secretário, um a um se for interferido um metro, se tem que indenizar, se aquela casa não teve impacto tudo bem se teve vai ser falado com cada um. Não é colocar no balaio e porque não incidência, porque isso não valorizou porque não teve. Vai ser chamado um a um se tiver que indenizar esse um metro vai ser indenizado. Outra coisa, os insumos subiram, os insumos subiram. Amigos, falar do Observatório Social, do comitê gestor com essa voracidade, por favor, também eles fazem seu trabalho está ali muito transparente. E não é teimosia e não é teimosia do prefeito em querer fazer obras que vocês falam sempre que era do governador anterior que bom e foi dado andamento, se fosse teimoso não tinha dado andamento a algumas obras. Então de novo né, já falei dessa palavra o discurso é uma coisa a prática é outra né. Pessoal, vamos avançar, qual o momento, Paulo, de fazer? Você disse agora qual o momento? Vereador Amarante, você falou de uma rua tal e tal porque tu não fez? Tu estava lá? É simples. De novo questão de justiça tá passando e me cobra se as obras vão ser em 2024 que você falou de ser eleitoreiro aí. Estão saindo as obras é 2022, um ano e dez meses de governo muitas obras. Qual o momento, Paulo, te pergunto. Aproveitando também, desculpa, vereador Roque, com todo respeito, o nosso amigo, no início de sua fala do Chico Sutilli, você referenciar que ruim que tá porque pediu que o atestado médico e abriu mão; abriu mão que eu entendi da vice-presidente. Ele está doente, ele está mal, eu não falei mais com o Chico agora relacionar pelo amor de Deus o estado de saúde dele com o governo. Vamos falar a verdade. Não, você falou isso, você falou aqui, vereador Roque, não você falou que tá ruim se o vereador pediu. Não, o que eu entendi foi isso e eu sou um bom entendedor e entendi isso. Agora coitado se ele teve uma questão pessoal, uma questão pessoal, eu entendi isso, agora você está falando isso. Então olha só, se ele está doente, não sei se ali a secretaria da Casa acolhe o seu pedido de licença, enfim, e não compareceu hoje fiquei entristecido pelo fato, colega Maurício, se não está bem. Então cada um cuida da sua vida e sabe o melhor e a gente torce que ele se recupere logo para voltar a essa Casa. Mas não tem que relacionar, vereador Roque, desculpa, o vereador ali com a questão governo, por que que ele tomou essa atitude que eu acredito que foi a questão de saúde. Entro em defesa aí, porque é uma questão primordial da vida dele e ele tomou essa atitude, enfim, e a gente também eu fiquei surpreso; esperava o Chico Sutilli para hoje. Então não sei o que houve. Coitado. Que ele melhore se recupere bem, vereador Tadeu. Se não está bem nossas orações para ele, mas não, desculpa, não tem como relacionar ele à questão governo. Esse é meu entendimento.

PRES. EM EXERCÍCIO CALEBE COELHO:  Vereador Felipe Maioli, por favor.

VER. FELIPE MAIOLI: Boa noite a todos. Só para fazer algumas colocações também é bom esses debates, é bacana. Eu ia falar já estava aqui escrito aqui também sobre as questões que envolveram a questão de fala do nobre colega vereador usando a tribuna que é a segunda pessoa né que não que se licencia da mesa diretora. Bom, tem que deixar claro as coisas, ‘existe rumores existe alguma coisa no ar do que está acontecendo’. Clarice se explicou, soubemos o porquê que tu não quis ficar, concorda comigo? Chico Sutilli tá doente, depressão, atestado médico. Então não vamos criar que existe algumas coisas que não é verdade; tá tudo bem explicado eu preciso deixar isso bem claro. Segundo ponto: pastas na secretarias: enxugamento da máquina pública; tem que reduzir sim, tem que diminuir a secretária sim e tem vereadores aqui que votaram a favor do enxugamento da máquina pública, da redução das secretarias ou não tem e eu estou mentindo. Têm vereadores que votaram, todos votaram, não, se não me engano acho que foi um que não votou, mas não vem ao caso. Foi aprovado que as secretárias fossem reduzidas e foi aprovado teve vereadores que votaram a favor; então não votem mais a favor, gente. Se não tem se não quer seguir a linha votem contra, porque agora é fácil falar ‘eu sempre disse que agora não era para reduzir eu sempre disse’, mas votou a favor da redução para quê? Para ficar de bem com o povo? Assuma. Eu sou a favor da redução de secretaria sim, enxugamento da máquina pública sim. Vamos assumir posição né, gente, é o mínimo. Todo mundo criticou todo mundo ouve ligações e um monte de gente liga questiona. Sim, é verdade, porque uma cidade com 80.000 habitantes é difícil tu chegar a algum denominador comum a curto prazo e tu consegue atender aos anseios de todos. Bom, eu também recebo ligações que elogiam o atendimento da UPA/covid onde é a UPA/covid agora; as pessoas muito bem atendidas, muito bem recebidas pelos atendentes. Hospital São Carlos pessoas que mães que ganham seus bebês no Hospital São Carlos muito bem atendidos também. É óbvio, só que eu só ouço aqui; aqui é o lugar da, essa palavra eu vou receber de volta alguma coisa, é o lugar da politicagem, bem politicagem. É fato isso, é fato isso vamos deixar bem claro isso aí. Então vamos botar os pingos nos ‘is’ e vamos agir de acordo com as verdades. Têm problemas? Tem. O Paulo fala muito bem nisso. Paulo, me dá orgulho de te ver falar porque tu é um cara que mantém uma linha, segue um raciocínio, se tiver que meter pau mete pau, mas fala das coisas que estão ocorrendo de uma maneira bem tranquila e correta. É fácil tu ir para Porto Alegre meter pau com megafone contra governos, hoje os caras estão tudo adesivado aí a favor dos governos que antes metiam pau. É incrível isso, gente. Muito obrigado.

PRES. CALEBE COELHO:  Vereador Amarante.

VER. GILBERTO DO AMARANTE: Bom, deixa eu só repetir, falar aqui uma questão vereador Broilo. Eu quero dizer que foi feito entorno de 80 km no primeiro governo; então se vocês alcançar isso 40 km no primeiro 4 anos vai ser muito bom vai ser aplaudido. E se não deu para fazer aquelas ruas que foi começada, por exemplo, Domenico Fin depois até o Medianeira que foi começado aquele anel viário era para a próxima gestão terminar né; inclusive aqueles moradores esperam por isso. E quando se começa uma obra em um governo se termina né. Que nem uma casa muitas vezes eu vejo obras faraônicas aí de governo e governo que ficam lá só o esqueleto, investiu muito dinheiro, mas não se termina se deixa lá, porque trocou o governo né. Quanto a Pedro Grendene não é que não queira sair. A questão de valores, volto a dizer, a melhor coisa que tem para fazer é economizar dinheiro é só não fazer ou fazer no final de governo que aí a gente sabe o que é. A questão, Felipe, às vezes também a questão de politicagem pode ser interpretada pela população de esclarecimento. Nós não estamos aqui para ser ficar calado, estamos aqui para esclarecer aquilo que o Executivo, o governo do estado, todos os governos estão fazendo; estamos aqui para esclarecer. E se eu voto algo lá do interior que ele quer o asfalto, eu procuro esclarecer o máximo a forma que está sendo feito. A questão de governos de apoiar ‘A’ ou ‘B’ um dos lados a gente tem que apoiar até porque só tem dois e o meu partido nesse momento não está concorrendo a nenhum governo; e está nesse momento do lado de um governo, mas eu às vezes até não sigo muito teoricamente o governo mais o partido, mas procuro seguir até porque se não eu vejo muitos partidos do Brasil afora que sentam em todas as cadeiras então as vezes se dividem né; oh parte tua apoia tal e parte tua apoia tal para nós, nosso partido estar de bem com todos, porque lá na frente nós vamos dividir o bolo, o bolo do orçamento, o bolo de orçamento secreto, bolo de do daquele lá que vem para dividir para os partidos. Então no final divide para cada partido pega o seu pacote e fica de bem com todos. Então uma parte partidos grandes fazem isso mesmo, partidos pequenos já têm que decidir um lado né, porque se não já é pequeno então por isso que só para deixar claro. A questão às vezes da guarda municipal eu ouvi aqui dos guardas que esse governo disse para eles, isso é público, em reuniões que esse projeto não era desse governo; então portanto eles ficassem num cantinho lá, Joel, desculpa, com todo respeito que eu tenho a vossa pessoa, e nós sempre se comunicamos muito bem, que era para ficar no canto deles lá sem muitas ações que estava tudo certo. E recentemente aqui no dia da corrida domingo tem um vídeo aí circulando de alguém do governo que disse que o guarda que a guarda não funcionava quer dizer cara depreciando. Ah, agora foi exonerada, mas tudo bem, mas é eu que circula lá dentro do Executivo no dia a dia. Então eu acho que falta sim entendimento por parte do Executivo. Então acho que falta postura muitas vezes de ter um norte né, nós queremos seguir esse caminho, nós queremos andar por aqui; quem é que faz esse norte? Talvez esteja faltando gestão como nós já falamos muito aqui. Às vezes falta um pouco faltou antes de repente pode ter faltado um pouco. Mas quando se fala no governo anterior, Marcelo Broilo, foi feito muita obra então se fizer tanto quanto o que fez anterior muito bem. E digo mais, só para terminar presidente, o partido do PDT com seus aliados e composição política que eu falo, sempre fez muitas obras de infraestrutura nesse município. Muito obrigado, senhor presidente.

PRES. CALEBE COELHO: Vereador Roque.

VER. ROQUE SEVERGNINI: Eu gostaria de frisar aqui vamos tirar aqui os assessórios que não dialogam muito com as importâncias macros da cidade. Quem tá nos assistindo quem está aqui presente na Casa vamos fazer uma reflexão: funcionário que ganha 300 horas extras num mês, vereador Marcelo, é razoável para ti? Não é né. Não cabe no bom senso de ninguém. 300 horas extras por mês isso significa que há no mínimo uma falta de gestão. Nos dias úteis esse funcionário tem que ter trabalhado 18:40, vereador Paulo, sobrando-lhe menos de 6 horas de repouso; não é razoável, não é crítica para o governo, isso aqui é alerta para o governo é alerta para o governo 300 horas extras, mas tem de 220 tem de 150 tem 180. Sabe qual é o período? Não é no período pandêmico. 15 de maio a 14 de junho desse ano aqui. Está lá no pedido de informação nº 90 do vereador Juliano. 300 horas extras. Quero pedir a um empresário da nossa cidade você pagaria 300 horas extras para um funcionário? A resposta com certeza seria não; até porque a lei nem permite, nem é permitido. Tem algo errado nisso. Tem algo errado nisso. Se é difícil ouvir uma crítica pode ser que de repente uma CPI ajude melhor. Nós aqui estamos rejeitando os requerimentos para secretário vir aqui na Casa, nós aqui estamos preocupados, porque o vereador levanta uma crítica de uma obra de mais de R$ 11.000.000,00 né. Aqui levantado pelo vereador Davi e pelo vereador Paulo nós temos hoje problemas seríssimos de habitação né. Vai e vem aqui na Pedro Grendene poderia se fazer a Borges de Medeiros, poderia se fazer a Silveira Martins, poderia concluir a Rua São Vicente, poderia concluir a Rui Barbosa, poderia concluir a rua lá no Primeiro de Maio a Antônio Sachet que estão se esfarelando; mas o governo não quer fazer, porque foi iniciado pelo outro governo. Vereadora Clarice, teus programas que tu fez na secretaria de saúde com certeza tu gostaria que fosse continuados, os programas que nós implementamos se fossem continuados quem ganha? A população. Quanto à questão do vereador Sutilli, extremamente injusta tua crítica, Marcelo, eu não falei dele pedir licença por tratamento de saúde eu falei da renúncia do cargo na mesa que não tem nada a ver com se licenciar para tratamento de saúde. Renúncia é para sempre é até dia 31 de dezembro, foi esse o questionamento que eu fiz e inclusive fiz também da vereadora Clarice que é o segundo e é não é mentira. Tem as explicações tem, mas por algum motivo renunciou. É somente isso, vereador Marcelo. Não se preocupe, não se preocupe que a coisa tá muito boa ainda, a coisa tá muito boa ainda; essa Casa tem sido generosa e se a gente fosse levantar aqui todas as denúncias que chegam até nós, nós passaríamos aqui horas e horas falando. Então nós não estamos aqui preocupado em fazer simplesmente denuncismo agora é nossa obrigação. Se tem alguém que tá fazendo politicagem é quem dá 300 horas extras para um funcionário, é quem dá 220 horas extras para um funcionário, é quem reiteradas vezes dá, alcança isso, e não oferece para a população um serviço adequado. Então não é razoável isso e por isso há as críticas, e as críticas são importante por quê?  Porque dá um alerta para o governo, é o alerta que estamos dando.

PRES. CALEBE COELHO:  Vereador Felipe Maioli.

VER. FELIPE MAIOLI: Bom, colega amigo Roque, se tem as denúncias tem que fazer as denúncias não tem que esconder por pena dos colegas ou por pena de alguém. Faz, tem que fazer as denúncias. Se nós estamos aqui para defender o povo tem que pegar e fazer. O senhor mesmo falou agora que tem muita coisa ainda por vir tem que fazer. Eu não sou contra eu não sou favor que escondam as denúncias, porque se são reais as pessoas que fazem coisas erradas têm que ser punidas. É fato, eu acho. Se tem denúncias temos que fazer. Porque se não dá impressão será que tem ou não tem? Vamos fazer as denúncias. Que se tiver que votar alguma coisa a gente tem que votar, infelizmente, não vou poder votar contrário se as denúncias são comprovadas. A minha opinião. É mesma coisa que as horas extras, se tem coisa errada ali, tem que trazer realmente e tem que chegar aos finalmente. Se têm denúncias, tem que fazer não tem que esconder por pena de ninguém meu ponto de vista. Eu não gosto também de fazer comparações, mas tem que ser feito algumas comparações e nem é comparações é o que eu ouço que não está sendo feito nada. Podemos questionar as posturas de algumas pessoas sem dúvida nenhuma e a forma de conduzir como nós conduzimos nossas empresas, como nós conduzimos as nossas famílias, tem que respeitar quem está conduzindo e cada um tem o seu estilo, lado pessoal estou falando. Parte técnica: todos falam sobre a pandemia, ah que já passou o tempo de desculpa com a pandemia. Realmente primeiro ano pandemia. Segundo ano quadra do bairro América tá pronta não tá? Beleza. A reforma do posto saúde/creche/CRAS no Primeiro de Maio estava abandonada ou estou errado? Estava abandonada. Beleza, tá sendo feito. E eu vou dizer mais hein não me interessa se é emenda parlamentar ou não é, é prerrogativa fazer, se é emenda parlamentar ou se não é isso, todos os governos vai ter isso aí não é defeito nenhum e nem qualidade de ninguém tá ali tem que usar. Entrada do bairro São José alargado ficado tá bem melhor do que estava falta fazer iluminação pública e vai ser feito. Volto a frisar: Moinho Trevisan, pau na administração, porque tinha que ser feito alguma coisa na cultura. Dois milhões. Covolan, desculpa, obrigado; tem o Trevisan também. Dois milhões comprou não é uma obra não é uma obra né, mas acho que vai ser muito bom para esse segmento da sociedade que patrimônio cultural isso aí umas coisas muito muito bacanas. Dois milhões. Eu não tô falando nada de errado por enquanto, está provado isso? Beleza. Ciclovia Caravaggio dando continuidade ao que o governo anterior fez. Bacana. Fechamento da quadra Ângelo Chiele; vamos ser justo, emenda parlamentar Stédile conquistada parada no FNDE. Eu ajudei muito através dos deputados e o prefeito também esteve lá e conseguiu a liberação para que tivesse sendo fechada a quadra do Ângelo Chiele. Beleza. Stédile do nosso amigo Roque ali, méritos não interessa de quem é os méritos está sendo feito. Posto de saúde do Industrial vai ser feito Marcelo? Vai ser feito né? Tudo certo. Pavilhão do agricultor: projeto diferente do que estava tá, gente, foi refeito o projeto, eu vi o projeto anterior quatro palanque e uma cobertura; agora já está sendo feito é uma obra ou não é obra? É obra? É obra. Food park é uma obra? É uma obra está sendo feito. Isenção no aumento do IPTU: secretaria de finanças gerida pelo Plínio sem palavras. Secretária de finanças sendo gerida por um exímio profissional que podem ter certeza o dinheiro não vai pro ralo tá, gente, e vou dizer mais se a prefeitura tem milhões em caixa e não feito obras beleza para o próximo governo; vai estar com o caixa explodindo não sei quem vai ser o próximo governo se a população achar que esse não tá legal, já pensou os próximos vereadores dizendo: ah, mas nós deixamos tanto no passado por isso que vocês estão fazendo obras. Obrigado.

PRES. CALEBE COELHO: Muito bem. Vereador Joel, por favor.

VER. JOEL CORREA: Obrigado, presidente. Só para complementar aqui a questão da guarda municipal, porque se não a gente vai ficar daqui a pouco em outras sessões falando também num diz que me diz que fica essa coisa que a guarda municipal não é bem vista pela administração, coisa, vereador Amarante, que não condiz com a realidade né; tem um vídeo; oi? Os guardas estavam aqui hoje né se fosse algum desafeto que eles estivessem, porque eu representava até semana passada a atual administração, eu estava lá e eu representava o prefeito então, e eles estão aqui hoje me prestigiando. Se tivesse algum desafeto com certeza não estariam aqui. E já vieram até aqui explanar também sobre os planos/os projetos deles isso uma coisa que o prefeito, a administração sempre apoiou. Falar aqui então que esse vídeo é um é um pensamento, é uma crítica de uma pessoa exclusiva dela não representa o que é administração pensa sobre a guarda municipal tá tanto é que foi exonerada hoje né, porque não condiz com o que a gente pensa sobre a guarda; que nem eu falei a gente valoriza a guarda, hoje eles têm hoje não esse mês eles receberam duas viaturas novas, estão recebendo armas não letais, estão recebendo treinamento para utilizar essas armas não letais, estão recebendo treinamento para defesa pessoal, para estar aptos a estarem na rua. Coisa que eles deviam ter recebido, vereador, lá em 2017 quando foi feito o curso, o curso deles né e eles não tiveram. E a gente está apurando ainda, vereador, só para ficar claro aqui a única coisa que a gente apura de errado na guarda municipal é que nem o vereador Felipe falou aqui eu não gosto de comparativo, mas na gestão passada eles faziam coisas irregulares – multas pelo whatsapp, enfim, coisas desse tipo que é o que está sendo apurado hoje através de sindicâncias. Fora isso, vereador, a guarda municipal ela é muito bem representada ali pelas pessoas que estavam aqui e é muito bem vista pela atual administração tanto que a gente investe na nossa guarda municipal. Estamos aqui hoje, que nem eu falei, se tivesse algum problema com certeza eles não estariam aqui me prestigiando que foi que nem eu falei hoje eles me consideram como amigo de tão bem tratados que eles foram enquanto eu estive ali representando o poder executivo. Se vem alguma coisa até vocês, não chega até nós, não sei qual é o guarda que fala com vocês, não sei, mas então o senhor tem que falar para ele vir falar com nós né ou mandar para nós para a gente ter a ciência, porque o chefe deles estava aqui hoje e assim não tem nada demais né os servidores são muito bem tratados, que nem eu falei, tem viaturas novas, tem armas chegando para eles, treinamentos para que eles estejam aptos a voltarem para rua e estarem ai hoje monitorando todos os prédios públicos que a gente tem. Hoje eles estão no trabalho que é muito importante o monitoramento que eu considero um trabalho assim essencial no município, pena que não tá aqui o nosso coronel Becker aqui eu convidei também o nosso amigo delegado Ederson que eles utilizam muito isso e muito eles utilizam imagens que a guarda municipal fornece para eles que é o serviço da guarda municipal. Eles pegam as imagens, pode questionar o delegado quem fornece as imagens para ele? A guarda municipal. A guarda municipal faz download lá e passa as irregularidades onde a polícia civil faz as investigações. Então eu acho que a guarda municipal, eu só queria falar isso, porque eu acho que esse assunto de repente vai ficar batendo aqui eu ficar 30 dias aqui e a gente vai ficar falando falando sobre a guarda municipal o que eu acho desnecessário sabe, porque a guarda municipal não tem nada de errado. É muito bem tratado pelo Executivo e assim que nem eu repito se fosse alguma coisa ao contrário do que eu estou falando eles não estaria aqui hoje prestigiando aí que eles me consideram como um amigo. Obrigado, presidente.

PRES. CALEBE COELHO: Obrigado Joel. São 21h22min estamos no pequeno expediente e a palavra está à disposição. Se nenhum vereador quiser mais fazer uso da palavra está encerrado o espaço do pequeno expediente. Espaço de comunicação importante por dois minutos.

 

ESPAÇO DE COMUNICAÇÃO IMPORTANTE

 

PRES. EM EXERCÍCIO CALEBE COELHO: Vereador Juliano.

VER. JULIANO BAUMGARTEN: Senhor presidente e colegas vereadores. Bom, amanhã nós teremos mais uma mais uma reunião da nossa comissão especial que tá tratando do código de posturas e amanhã nós receberemos então a participação do tenente-coronel Becker onde que nós vamos trabalhar, vereador Joel, sobre a perturbação do sossego público. Nós já fizemos uma discussão prévia e naquela audiência que teve aqui ele trouxe algumas sugestões/algumas indagações e amanhã então nós convidamos ele para se fazer presente aqui na Casa para gente debater e discutir. Então o convite fica a todos a partir das 16h na sala de reuniões. Também referendar que hoje nós tivemos mais uma reunião ordinária da comissão de infraestrutura, desenvolvimento e bem-estar social recebemos a presença do conselheiro Claudiomiro da Silva onde que discutimos PL nº 25 de iniciativa parlamentar da minha autoria; que e discutimos então, buscamos a compreensão e entendimento de que forma na prática se coloca. Então fica o registro dessa reunião, dessa forma como fora falado/discutido e também a reiterar convite então amanhã publicizando os atos. Então era essa minha manifestação, senhor presidente.

PRES. EM EXERCÍCIO CALEBE COELHO: Mais algum vereador gostaria de se manifestar? Se nenhum vereador quiser fazer mais uso da palavra então está encerrado o espaço de comunicação importante. Espaço do presidente, cinco minutos para aviso e informações sobre assuntos institucionais do legislativo.

 

ESPAÇO DO PRESIDENTE

 

PRES. EM EXERCÍCIO CALEBE COELHO: Não vou usar. Informamos aos nobres pares que devido a renúncia do cargo de 1º cargo de 2º secretário do cargo de 1º vice-presidente né da mesa diretora, amanhã teremos eleição para o cargo de 2º secretário em conformidade com o artigo 37 parágrafo 4º do nosso regimento interno. Encaminhamento de proposições: às comissões de Legislação Justiça e Redação, Infraestrutura Desenvolvimento e Bem-Estar o projeto de lei do legislativo nº 26/2022 e o projeto de lei do executivo nº 60/2022; às comissões de Legislação Justiça e Redação, Orçamento, Finanças e Contas Públicas a mensagem retificativa ao projeto de lei do executivo nº 57/2022. Nada mais a ser tratado nessa sessão declaro encerrados os trabalhos da presente sessão. Obrigado. Boa noite a todos.

 

 

 

Calebe Coelho

Vereadora Presidente em exercício

 

 

 

Sandro Trevisan

Vereador 1º Secretário

 

 

OBS: Gravação, digitação e revisão de atas: Assessoria Legislativa e Apoio Administrativo.