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04/10/2022 04:27:04 - Farroupilha / RS
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Ata 4209 – 04/07/2022

SESSÃO ORDINÁRIA

 

Presidência: Sra. Eleonora Peters Broilo.

 

Às 18 horas a Senhora Presidente Vereadora Eleonora Peters Broilo assume a direção dos trabalhos. Presentes os seguintes vereadores: Calebe Coelho, Clarice Baú, Cleonir Roque Severgnini, Davi André de Almeida, Eurides Sutilli, Felipe Maioli, Gilberto do Amarante, Juliano Luiz Baumgarten, Mauricio Bellaver, Sandro Trevisan, Tadeu Salib dos Santos e Tiago Diord Ilha.

 

 

PRES. ELEONORA BROILO: Nós estamos iniciando com alguma música que seja importante para o nosso folclore ou, enfim, que seja importante para todos nós. Nós iniciamos hoje com a música Desgarrados do Mario Barbará que ganhou a Califórnia da Canção em 1981, a 11ª Califórnia da Canção; ela ganhou calhandra de ouro. Para quem não sabe Calhandra é uma ave semelhante à Cotovia, muito parecida com a Cotovia, então é o símbolo da Califórnia da Canção Nativa. E desgarrados, essa música maravilhosa, de Mario Barbará composta junto com Sérgio Napp, é isso, venceu então a 11ª Califórnia da Canção em 1981. Daqui para frente nós traremos sempre alguma música importante para iniciarmos a sessão. Muito obrigado vereador Ilha. Então eu declaro abertos os trabalhos da presente sessão ordinária.  Dada à verificação do quórum informo a presença de 13 vereadores nesta sessão do grande e pequeno expediente do dia 4/7 com a ausência dos vereadores Thiago Brunet e do vereador líder de governo Marcelo Broilo, ambos com algum problema de saúde então com falta justificada. Convido a todos, de pé, para fazermos um minuto de silencio em virtude do passamento do ex-vereador desta Casa professor Raul Bampi e do cidadão honorífico Osmar Roque Corá. (UM MINUTO DE SILÊNCIO). Em aprovação as atas de nº 4.199 de 30/05/22 e nº 4.200 de 31/05/22.  Os vereadores que estiverem de acordo permaneçam como estão; aprovadas por todos os senhores vereadores. Nesta noite nós temos a tribuna popular, convido para que faça parte da para que faça uso da palavra o senhor Érico Razzera pelo tempo de 10 minutos tendo em pauta a revisão dos estatutos dos conselhos municipais. Senhor Razzera, por favor, suba a tribuna. Pode, fique à vontade.

SENHOR ÉRICO RAZZERA: Olá amigos, boa noite, obrigado pela oportunidade de falar hoje aqui com vocês. Reverenciar a mesa e vários amigos aqui. Hoje um tema bem suave à gente está participando já a alguns anos dos conselhos municipais aqui do município e conversando com os integrantes eu faço parte da comissão de meio ambiente da OAB estadual e eu tive oportunidade de me encontrar com alguns conselheiros do meio ambiente de outros municípios e surgiu a ideia de se comparar os estatutos e dali que surgiu a ideia de vir aqui conversar com vocês hoje em função do número de conselhos municipais que hoje tem no município; hoje são cerca de 30 conselhos que tem. Eu tenho contato com três que é o conselho municipal de meio ambiente, o COMPAHC né referente ao tombamento do Moinho Covolan e o de agricultura também diretamente ligado com a associação. E dentro dessa atuação a gente notou que existem alguns problemas que a gente está enfrentando dentro desses conselhos em função de problemas até de estatutos serem antigos uma redação que já estaria ultrapassada né; imagina na década de 90 não existia internet né não tinha previsão de reunião online, não tinha previsão de gravação da imprensa participar. E também como município a gente observa que a restruturação aqui do regimento interno do da Câmara de Vereadores ela ajudou muito né no acesso e na e no debate aqui de ideias e a própria o próprio Executivo com a digitalização das dos protocolos e dos processos administrativos isso promoveu uma série de avanços né, e ainda acredito que ainda tem mais avanço para ser feitos tanto aqui no regimento interno como nos procedimentos da prefeitura. O que eu venho aqui hoje sugerir é que se dê uma olhada também para os estatutos dos conselhos municipais, para a organização dos conselhos municipais, para o acesso as informações que os conselhos municipais geram. Eu vejo vocês debatendo a questão do marco legal, o marco legal no conselho municipal de meio ambiente já tá sendo debatido há meses entende. Então para facilitar quem sabe essa ponte com a Câmara de Vereadores e poder legislativo quem sabe que se digitalize as atas, ou melhor, ainda vai a sugestão de que se faça a reunião dos conselhos, desses conselhos vamos dizer regulados por estatutos, transmitido pelo pela internet como é a Câmara de Vereadores aqui que deu acesso há muita gente que não tenha disponibilidade do tempo de estar aqui acompanhando, mas tá acompanhando de casa tá podendo se inteirar das ações dos vereadores; da mesma forma acredito que seria válido se estudar a possibilidade dos conselhos municipais compartilharem dessa plataforma ou compartilhar desse modelo de divulgação. Porque até mesmo participando da direção de um conselho o voluntário que está ali ele fica sobrecarregado porque ele tem que fazer a ata e numa ata que está decidindo uma área de APP que cruza o centro da cidade entende. É uma responsabilidade muito grande. E hoje em dia com o advento da internet e da tecnologia a gente pode se libertar pode se dizer da ata escrita. Então são algumas sugestões que eu queria colocar aqui. A questão das reuniões então hoje em dia a possibilidade de reunião não ser presencial ela ser online o que facilita já a divulgação nas redes sociais e na numa página num canal do Youtube, por exemplo, do que se trata nas reuniões; a divulgação das atas e das pautas até um tempo atrás no site da prefeitura a gente tinha acesso às atas do conselho municipal de meio ambiente e hoje em dia essa informação não está mais disponível. Então, eu acredito que dar acesso à informação é muito importante nos dias de hoje para a população e aí evita também de se passar pelo procedimento de fazer um pedido de informações quando a informação já tá disponível né. Então eu acredito né que dentro de um conceito mais moderno de atuação desses conselhos desses voluntários que atuam eu acho que essa migração para a parte online iria ajudar muito. Até mesmo as resoluções que se faz eu participo do COMAM que é um conselho deliberativo e muitas vezes o que se delibera lá se perde sabe não consegue se passar para o legislativo, o Executivo, até em partes, representada alguma coisa no ruído ali se perde. Então a informatização dos conselhos também acredito que seria uma medida muito importante. A parte dos estatutos aí, os colegas advogados vão poder me ajudar, a gente tem um déficit muito grande de legislação. Eu vejo ali no conselho a própria vou citar o exemplo do COMPAHC, o COMPAHC o estatuto de 1991 ele até hoje ele tá original ele está redigido à mão e a gente já avançou muito até inclusive no conselho no conceito de patrimônio histórico. Em 88 era um conceito hoje em dia em 2022 já é muito mais amplo, mesma coisa o meio ambiente. Então o que eu a minha sugestão hoje aqui é para que também se olhe para trás para os conselhos para a sociedade civil organizada. A gente viu uma evolução muito grande no Executivo uma evolução muito grande aqui no legislativo o que inclusive está me permitindo hoje vim aqui falar o advento da tribuna livre é um recurso novo, desculpa eu acho que não é tribuna livre o nome é tribuna popular, então não deixa de ser livre também, então está oportunizando da comunidade vim aqui hoje ocupar um espaço que é importante que é respeitado. E eu gostaria de ir também na oportunidade que os conselhos tiveram alguma de liberação ou algum tema que eu acredito que não exista tema que não seja pertinente aqui para o município que rode por dentro de um conselho municipal então que se facilite essa comunicação que se facilite a divulgação do que tá sendo discutido lá e se e com isso nós só vamos conseguir mais transparência mais acesso e vamos conseguir caminhar todo mundo junto, a sociedade civil organizado o legislativo e o executivo, para a construção de uma cidade melhor e mais acessível. Eu acredito pessoal que essa era a minha provocação para o semestre, eu fico à disposição para se for o caso de que se criar algum grupo para se discutir isso aí. A OAB eu já conversei com o Tiago Troes ele se mostrou interessado agora a gente precisa sentar para ver porque é uma demanda muito grande de trabalho, são diversos status cada um tem as suas especificidades, palavra grande, e é necessário então se juntar todo esse pessoal para quem sabe então conduzir essa como é que eu posso dizer essa demanda essa esse equilíbrio então vamos dizer assim da dos estatutos dos conselhos municipais com o resto da legislação aqui que a gente tem no município.

PRES. ELEONORA BROILO: Muito obrigado, senhor Érico Razzera. E agora eu passo a palavra aos senhores vereadores pelo tempo de até 3 minutos para discorrer sobre o assunto. Juliano.

VER. JULIANO BAUMGARTEN: Senhora presidente, colegas vereadores, cumprimentar os cidadãos/cidadãs que se fazem aqui presente, imprensa e em especial cumprimentar o Érico Razzera. Parabéns pela tua fala. Acho que é importante Érico vir aqui expor a sua visão referente à questão dos conselhos que os conselhos todos eles têm um papel de suma importância na nossa sociedade. Porque ali tu tenta buscar o equilíbrio entre o poder público e a sociedade civil e isso faz com que fortaleça os laços da cidadania. E quando diversas vezes conversamos disso também surgiu aquela a indicação nº 30/2022 que foi encaminhado né da autoria deste vereador para o quê? Para então o Executivo fazer uma reflexão buscar a secretaria de gestão secretário Colloda fazer algumas alterações/adequações. O exemplo obviamente mais emblemático sem sombra de dúvidas é o do COMPAHC. Faz 31 anos e como tu disse ele é manuscrito então cabe sim algumas alterações, inclusive para mim participar de uma ou duas reuniões eu acabei solicitando a permissão para evitar qualquer atrito e teve o episódio que tu mesmo foi participar e a guarda municipal foi lá tentar te tirar, enfim, coisas do gênero coisas sem sombra de dúvidas dignas de repúdio porque o conselho ele é público. E claro a gente sabe que um regimento o regula um regimento faz com que determina qual que é a função do Conselho e precisamos sim avançar em alguns conselhos. Eu acho que o caso mais emblemático é o do COMPAHC, precisamos inclusive adequar e alterar algumas alguns membros uma parte da composição que tem pessoas da sociedade civil que querem vir a se compor; inclusive a Associação Cultural Moinho que busca esse espaço uma, vamos chamar assim, uma cadeira no conselho para poder discutir essa questão dos conselhos. Também, só uma pequena lembrança, em 2017 conseguimos instituir o conselho municipal de juventude que foi um dos primeiros marcos das políticas públicas de juventude no município, depois de muita conversa de muito diálogo, buscando então um espaço para discutir essa temática. Então toda discussão ela é válida. E a gente sabe que os tempos são diferentes os atos normativos muitos deles mudaram, a publicidade tá posta e, diga-se de passagem, a tecnologia; a gente não pode retroceder e tem que buscar sem sombra de dúvidas. Então a gente endossa o teu pedido e que o Executivo veja alguns Conselhos, avalie; e que bom que tu traz também a parceria e o aval da Ordem dos Advogados do Brasil subseção de Farroupilha para contribuir. Era essa minha manifestação senhora presidente.

PRES. ELEONORA BROILO: Vereador Ilha.

VER. TIAGO ILHA: Senhora presidente, eu quero saudar a todos os meus colegas vereadores em especial a senhora por essa iniciativa de valorizar a música da nossa história né, e tu vê que são pequenos gestos que trazem uma representatividade importante para a sociedade do ponto de vista de que só sabe para onde vai quem sabe de onde veio né. Eu quero cumprimentar aqui o Érico Razzera que por bons tempos né continua sendo nosso um ativista importante principalmente das causas do meio ambiente. Nós juntos né trabalhamos muitos temas concordamos discordamos, mas sempre oportunizamos o diálogo porque quando ele é perdido se foi. E eu fico aqui pensando que a gente precisa entregar ao Érico né que vem aqui na tribuna popular para fazer jus ao nosso regimento que oportuniza, essa ferramenta fantástica, é dar mais do que aqui dizer “bah legal Érico que você veio aqui”. Eu acho que nós precisamos aqui acredito que a gente precisa levar para dentro de uma das comissões, eu acho que o presidente Amarante talvez eu estava vendo pelas comissões é a que mais se emparelha com esse assunto, e fazer um documento na comissão com todos os cinco vereadores daquela comissão apoiado certamente pela mesa diretora e depois um estudo desenvolvido pelos vereadores em conjunto com a sociedade Érico aí mandado como uma sugestão ao prefeito. Por que a gente sai com documento legislativo oficial por que se não fica uma voz perdida numa sessão da Câmara que não é isso que nenhum dos nossos vereadores quer. E que as pessoas saibam que por mais que a gente tenha uma convergência de ideias sobre o que você apresenta aqui vereador Juliano a gente não pode fazer essa mudança, o vereador não tem essa prerrogativa a não ser que o projeto venha do Executivo. E para que a gente faça um movimento apartidário com o Executivo nós precisamos levar para dentro de uma comissão que é um foro essencial onde que dispõe de todos os partidos, e se a gente consegue colocar um documento que sai dessa Casa e vai para o Executivo é uma forma de demonstrar ao Executivo o poder legislativo valida à movimentação da sociedade posta aqui por você hoje. Então eu trago esse encaminhamento acredito que a comissão pertinente para isso é a comissão presidida pelo vereador Amarante, que vai se pronunciar daqui a pouco, para que a gente possa trazer então Érico você na comissão e outras pessoas que possam colaborar para que a gente faça uma minuta né, o Juliano faz parte lá também à gente faz uma minuta e entrega ao Executivo; faça inclusive um ato e de publicidade a isso. Porque pelo menos da nossa parte o cidadão que representa a sociedade e o vereador que representa o poder legislativo fez sua parte de contribuição e a gente deixa a decisão final como é ao chefe do executivo. Obrigado.

PRES. ELEONORA BROILO: Vereador Amarante.

VER. GILBERTO DO AMARANTE: Boa noite, senhora presidente. Boa noite vereadora Clarice, os demais vereadores, as pessoas que estão nos assistindo aqui nessa Casa o Renato/Paulinho/Joel, os funcionários da Casa, os nossos sempre presentes aqui também e o nosso convidado Érico Razzera. Tu traz sim um tema que às vezes nos causa dúvida Érico, por exemplo, quando chega um projeto de lei às vezes nós temos dúvida se este projeto passou e foi discutido e qual foi a decisão dos Conselhos. Então é importantíssimo a tua fala assim como o próprio vereador Tiago Ilha citou faremos essa esse convite aos Conselhos principalmente para nós discutirmos e mandar para o Executivo uma proposta que isso seja online ou digital de alguma forma e que traga transparência do que foi decidido por vocês, pela comunidade, pela sociedade e que seja aos olhos e aos ouvidos da nossa comunidade. Porque muitas vezes me parece que hoje, me parece não hoje está restrito hoje todos os conselhos e não é nem culpa desse Executivo atual é culpa sim de nós como Executivos anteriores não ter revisado esses conselhos. Mas é hora sim de aproveitar as iniciativas tua e de outros conselhos que tem que ser manifestado da gente inclusive reorganizar os conselhos, que venha realmente representado pela comunidade como um todo né. Porque hoje às vezes os Conselhos fica na mão do Executivo e não é desse Executivo falo do Executivo anterior também. Então como nós tratarmos esses dois itens e aí sim nós montar um fazer um canal de comunicação e aí enviar para o Executivo de uma proposta de lei, enfim, e que depois possa voltar para essa Casa vereador Tiago Ilha vereador Juliano e os demais vereadores aqui em forma de que sim que a sociedade a comunidade como um todo possa participar do assunto como um todo. Até tem uma algumas situações que eu estarei pedindo inclusive para os Conselhos se determinadas leis que inclusive nós votamos nessa Casa passou pelos Conselhos; que hoje é obrigado por lei passar e ser discutido e debatido nos Conselhos. Tenho aí pedido de informação que estarei fazendo e não é nem isso já tinha decidido antes, a Fernanda já tá fazendo ou já fez esses pedidos para nós também fazer pedido para os nossos Conselhos para ver se foi debatido determinados assuntos que veio para essa Casa. Muito obrigado senhora presidente.

PRES. ELEONORA BROILO: vereadora doutora Clarice Baú.

VER. CLARICE BAÚ: Boa noite presidente, boa noite colegas vereadores, as pessoas que estão aqui nos prestigiando presencialmente, aquelas que nos assistem dos seus lares, a imprensa, nossos funcionários e em especial o Érico Razzera, meu aluno, que esteve aqui com uma excelente explanação na questão dos Conselhos. Importante sim tu teres vindo aqui colocar né esse anseio 4e essa insatisfação dos Conselhos. Acho importante o Conselho porque todo Conselho que é deliberativo é soberano inclusive nas ações judiciais, é usado muito e o quê porque ali estão membros que representam a sociedade. Então é importante sim que passam pelos Conselhos que se discuta e que se dê as deliberações, isso é uma ferramenta muito importante inclusive para o Executivo né e para as entidades. Então é louvável né a tua explanação e contém sempre né com a Câmara de Vereadores no que a gente pode aqui alcançará e auxiliar nesse sentido. E não se pode negar de forma alguma a questão da informatização, com a pandemia então já ficou claro que a gente não pode mais fugir disso né; e com isso também a gente ganha em função da agilidade das informações, mas também da transparência como tu falaste. Eu acho que a transparência é muito importante e é sim prerrogativa dos Conselhos de todos os entes principalmente público dar transparência aos seus atos. Então obrigado por ter vindo aqui e agradeço a palavra.

PRES. ELEONORA BROILO: Vereador Sandro.

VER. SANDRO TREVISAN: Obrigado presidente. Vereadora Clarice, senhores vereadores, público presente já citado, imprensa, funcionários da Casa. Cumprimentar a ti Érico, amigo já de longa data né, e dizer que sim importante esse assunto que tu trouxe até essa Casa. E vou te dizer assim que muitos projetos vêm para cá e quando a gente recebe um projeto e esse projeto vem lá atrás tem a ata do Conselho isso dá uma propriedade bem maior né senhores vereadores, a gente fica muito mais tranquilo até em votar os projetos por quê? Porque tem lá uma ata. Ah, projeto tal tem no projeto tá lá inserida/acoplada à ata do Conselho. Isso para nós vereadores aqui é muito importante à gente fica com uma, sabe, com a certeza que tá fazendo algo que não é simplesmente só muitas vezes até o nosso achismo; poxa a gente acredita, mas tem mais alguém que realmente tem conhecimento do determinado assunto falando sobre aquilo com propriedade decidindo com propriedade. Então aquela ata ela dá muita muita muita propriedade aos projetos que vem para essa Casa. Dizer que sim Érico é importante o Conselho na verdade faz parte da sociedade, a gente representa e muito muito boa essa sugestão; e ficava no passado né passa um ano passa dois passa três passa quatro agora a gente vê aí quantos anos mais de daqui a pouco tá comemorando três décadas sem uma atualização. Então acho importante sim, muito muito importante que trouxe a essa Casa Érico. E estamos ali somos solícitos a poder ajudar no que for preciso por que é sim um tipo de digo de comportamento que a gente tem que ter aqui. A gente precisa à maioria dos projetos que vier para cá principalmente com ali atrás com ata do Conselho da propriedade imensa ao projeto e tranquilidade para nós vereadores votar de maneira consciente e tranquila. Obrigado presidente.

PRES. ELEONORA BROILO: Alguém mais gostaria de fazer o uso da palavra. Vereador Roque.

VER. ROQUE SEVERGNINI: Senhora presidente, senhores vereadores, senhoras e senhores presentes, a imprensa. Cumprimento especial ao colega advogado Érico Razzera. Parabéns pela tua explanação pelo teu interesse público em defender as coisas da nossa cidade né. O Érico não precisaria vir aqui né poderia estar em casa poder estar fazendo qualquer outra questão, mas ele está preocupado com o tema e não é um tema que de visibilidade para ele né, e um tema que ele gosta de debater e um tema inclusive burocrático né os estatutos dos conselhos municipais. Os Conselhos que foram criados exatamente para propiciar a participação popular na formulação de políticas públicas para cuidar para trabalhar a questão da gestão de políticas públicas. Existem conselhos deliberativos existem conselhos consultivos, nós podemos citar aqui como exemplo de conselho deliberativo o conselho municipal da saúde que ele delibera não tem como você investir os recursos que chegam sem que haja uma deliberação do Conselho. E é muito bom sim quando a gente recebe aqui nessa Casa algum projeto que tenha uma ata acostada, mas é melhor ainda e seria e será, quem sabe, melhor ainda se nós pudermos ter acesso a um ‘link’ do Youtube para que a gente possa dar uma olhada como foi o debate sobre esse tema. Porque às vezes vem lá aprovado por maioria dos conselheiros, mas não tem o recheio da reunião o que foi debatido o que foi conversado né como, por exemplo, aqui nas sessões da Câmara se daqui um ano dois anos alguém quer recuperar uma ata aqui vai lá buscar no Youtube a sessão tal vai ver como se deu o debate disso e como cada um manifestou o seu voto. Então sim Érico concordo acho que o vereador Tiago Ilha traz uma contribuição importante, uma pena que essa Casa reduziu em três comissões permanentes para debater todos os temas. Tem uma comissão aqui que discute infraestrutura e educação e a questão social junto na mesma. Eu acho que quiseram mexer no regimento interno da Câmara e ao invés de fazer um colibri fizeram um urubu. Mas tudo bem faz parte estamos aqui também para melhorar as nossas ações do legislativo. E eu creio que os Conselhos sim precisam passar por uma por um reestudo por uma análise fazer um debate sobre os novos estatutos. O Amarante falou certo nós não estamos aqui cobrando do governo atual poderia ter sido feito inclusive no outro governo e é muito também por iniciativa dos próprios Conselhos; não é prefeito que diz para o Conselho, só para concluir, não é o prefeito que diz para o Conselho tem que melhorar o estatuto os próprios Conselhos têm que ter um nascedouro de melhoramento disto. E claro talvez precise e que bom que a OAB se empenha nisso porque eu acho que ali tem um fermento importante para fazer crescer essa massa. Obrigado.

PRES. ELEONORA BROILO: Muito bem, se mais nenhum vereador quiser fazer o uso da palavra agradeço mais uma vez ao senhor Érico Razzera e encerramos o espaço da tribuna popular. Convido agora para fazer parte da mesa o senhor Renato Tartarotti, diretor-presidente da ECOFAR, que vai explanar sobre o trabalho desenvolvido pela ECOFAR. Boa noite diretor o senhor pode usar direto a tribuna; o senhor quer falar daqui ou da tribuna? Daqui, pode sentar. O senhor tem o tempo de 30 minutos para explanar.

VER. ROQUE SEVERGNINI: Só uma questão de ordem presidente.

PRES. ELEONORA BROILO: Fale uma questão de ordem.

VER. ROQUE SEVERGNINI: Uma questão de ordem para o seguinte: nós tivemos aqui na Casa se uma aprovação ainda que verbal do pedido que viesse a secretaria do meio ambiente junto né. Eu não sei se não foi contatado ou qual foi…

PRES. ELEONORA BROILO: É que como o vereador Marcelo está doente com covid e ele tá muito mal…

VER. ROQUE SEVERGNINI: Não, não, o convite é para a secretária não para o vereador Marcelo.

PRES. ELEONORA BROILO: Nós entendemos nós entendemos, mas é o vereador Marcelo que fez o trâmite todo e aí eu não posso te responder isso; não sei.

VER. ROQUE SEVERGNINI: Então é só para registrar em ata que depois vamos ver e talvez convidamos ela numa oportunidade futura então.

PRES. ELEONORA BROILO: Provavelmente foi essa a intenção dele.

VER. ROQUE SEVERGNINI: Convidamos não só vamos analisar uma próxima vinda, convidada já está. Obrigado.

PRES. ELEONORA BROILO: O senhor tem a palavra.

DIRETOR-PRESIDENTE DA ECOFAR RENATO TARTAROTTI: bom, inicialmente boa noite a mesa diretora da Câmara – presidente, vereador-secretário, vereadores aqui presentes, público que está assistindo a sessão da Câmara, imprensa, meu colega de direção Paulo de Castro.  Então nós viemos aqui nessa noite para gente conversar a respeito da ECOFAR. Nós já tivemos a oportunidade numa outra oportunidade de ter feito uma reunião informal com os senhores vereadores onde a gente pôs a par dos senhores inúmeros questionamentos que estavam sendo feitos a respeito da empresa e hoje estamos aqui para de uma forma formal né passar informações né não só talvez outras informações aos vereadores como também a população de uma forma em geral. Quanto à empresa eu gostaria de dizer que faz exatamente um ano que eu assumi a empresa né, foi em julho do ano passado, e nós encontramos aí a empresa com algumas coisas alguns problemas que nós tivemos que solucionar de imediato. Uma inicialmente a questão da questão jurídica da empresa né, vejam que a ECOFAR é uma empresa de economia mista onde um sócio no município era o município e outro sócio era Associação dos Catadores; sendo que a Associação dos Catadores nunca integralizou a sua parte societária né chegando a um ponto de vir a pedir para se retirar né e a empresa assim ficando de uma forma irregular, ou seja, com apenas um sócio. Tão logo que assumimos a gente se reuniu com o senhor prefeito e senhor vice-prefeito para a gente dar andamento ao processo de regularização da empresa. E o melhor caminho que achamos foi de tornar a empresa uma empresa pública de direito privado onde a empresa seria no caso o sócio é o município, mas continuaria sendo legislada pelas as leis, ou seja, os funcionários contratados pela CLT né e todas as partes legais referentes à empresa. Dessa forma viemos trabalhando ainda estamos trabalhando não tá ainda finalizado o processo né está na junta comercial ainda né; houve alguns entraves na junta comercial alguns problemas de atas e tal que estamos solucionando, mas cremos que dentro do mês de julho provavelmente já tenhamos a empresa legalmente formada. Da mesma forma quando assumimos a gente procurou ver as questões de sistemática de trabalho como é que funcionava como é que as coisas eram encaminhadas juntamente com o engenheiro Paulo de Castro, que é o nosso diretor-operacional, procuramos mudar alguns procedimentos e depois no decorrer das perguntas dos senhores vereadores até a gente vai responder melhor e houve alguns entraves aí principalmente nós tivemos alguns problemas na questão da roçada que foi a grande crítica que nós tivemos no período do verão. Ah porque o capim tá alto e tal. Exatamente esse período nós tivemos um período de temperaturas elevadas e bastante chuvoso com isso tanto o capim quanto o inço ele aflorava em 15 dias/30 dias quando o nosso período de volta do ciclo na cidade se dava 60/75 dias para poder dar a volta. Isso realmente nos trouxe problemas nos trouxe críticas à gente reconheceu o problema e procuramos readequar as equipes sendo que para o ano que vem nós pretendemos dar uma nova formulação para que não venha mais acontecer esse problema, ou seja, de os bairros estarem sendo atendidos num período de giro menor para que não haja esse desconforto de já depois de 30/40 dias o capim estar alto e as pessoas dizendo não a cidade está suja. Que era uma outra coisa que a gente questiona: a cidade não está suja; podem questionar a questão da capina tá, mas a cidade se mantem limpa. Nós tivemos agora recebemos 240 containers já trocamos uma parte do centro, recebemos nessa semana mais 240, chegaram mais 240, então nós vamos terminar de trocar toda aquela área determinada como zona AB, vocês ser todos trocados; recolhidos os containers usados onde são selecionados aqueles em melhores condições para a gente atender as outras demandas. Nós tivemos um problema sério quanto aos containers né, realmente eu até quando assumi eu era um crítico da questão de contêineres porque eu não admitia a situação que estavam os containers – containers quebrados sem roda sem tampa né e é uma questão que a gente procurou resolver e está resolvendo. Mas nós temos um problema sério que se chama descarte irregular. Nós temos os containers e muitas vezes a gente recebe inclusive pedido dos meios de comunicação ou solicitação até de vereadores “oh tem lixo jogado em tal lugar, tem lixo em tal lugar”. Não é problema da ECOFAR o lixo jogado fora dos containers isso é um problema de educação ambiental que nós temos que evoluir tá, coisa que também nós já vamos começar a trabalhar sobre isso. As pessoas têm que se conscientizar que existem containers que é para botar o lixo adequado dentro do container adequado e não jogar as coisas da maneira com que descartados. Hoje nós somos uma cidade de pequenos lixões espalhados por toda a área do município, não é área da cidade é área do município, e a gente tem que ficar como se diz correndo atrás da máquina entende para não deixar aquilo lá proliferar. É um problema que nós temos que enfrentar como sociedade e eu aí isso nós temos consciência e vamos já iniciar esse trabalho. A própria ECOFAR agora que já até porque só para lembrar os senhores a ECOFAR no seu orçamento ela não vinha sendo reajustada nos seus preços desde 2017 entende então nós passamos aí esse ano que eu assumi aí os recursos estavam limitados entende. Então nós fomos ao Executivo e propusemos para ele uma readequação do contrato e isso foi feito foram reatualizados valores então hoje a ECOFAR está, digamos assim, numa situação bem mais confortável, onde nós vamos poder inclusive desenvolver outras ações em função de ter mais recursos também. E em vista disso nós pretendemos fazer algumas movimentações na área ambiental não é para que a gente faça a população acordar para toda essa sistemática né. Eu acho que nós não podemos se nós fomos escolhidos a 9ª cidade né de melhor de melhor índice de porte médio e a 35ª no país nós temos que dar jus a isso. Isso foi uma conquista do cidadão farroupilhense de todas as administrações entende é uma coisa que nós não podemos digamos apagar isso porque nós, alguns setores da nossa comunidade, não tem uma boa educação. Então nós estamos atentos a isso e a ECOFAR com certeza vocês ainda vão se orgulhar da ECOFAR porque ela tem no meu modo de ver um papel muito importante no município ela ser um facilitador da administração municipal em diversos serviços entende, isso ajuda bastante, como é o Pró-Saúde, por exemplo. Então nós todos temos que trabalhar e vocês podem ter certeza que a ECOFAR está sempre de portas abertas sempre recebendo todos os vereadores, quando ligam a gente está sempre à disposição; acho que nossa função é resolver problemas. Eu digo a pessoa até me perguntaram se eu estava preocupado com as críticas que a ECOFAR vinha sofrendo eu digo “olha eu não me preocupo porque a pessoa que aceita um cargo público ela tem que saber conviver com a crítica, quem não souber conviver com a crítica que não se meta a trabalhar num órgão público”. Então nós estamos aí para trabalhar e esperamos a colaboração de todos os senhores vereadores e da população para que a gente consiga realmente deixar essa população mais satisfeita com a nossa ECOFAR.

PRES. ELEONORA BROILO: Muito obrigado senhor Renato Tartarotti, senhor diretor da ECOFAR, e nós passamos então para os nossos vereadores para formularem suas perguntas pelo tempo de até 3 minutos. Vereador Roque, ah, cinco minutos o senhor tem.

VER. ROQUE SEVERGNINI: Então cumprimentar o diretor-presidente Renato Tartarotti. E vou iniciar pela fala que você faz questão de se autoproclamar em que regularizar a situação irregular da ECOFAR. Nós aprovamos o projeto de lei que então regularizou a ECOFAR em 26/10/2021, fazem 240 dias hoje e vocês ainda não fizeram o estatuto da ECOFAR? 240 dias para fazer um estatuto e não conseguiram fazer os estatutos e registrar eles; causa espanto 240 dias para fazer um estatuto e ainda não está pronto. E olha que disseram que implementaram uma gestão moderna. E isso não necessita de recursos Tartarotti apenas gente para fazer o estatuto e registrar.  Se quiser responder uma a uma para mim tudo bem.

DIRETOR-PRESIDENTE DA ECOFAR RENATO TARTAROTTI: Não. O que eu quis dizer é que nós encaminhamos à junta comercial a questão jurídica da empresa entende, que isso realmente demorou; demorou para se efetivar que já era para estar efetivada porque foi transformada numa empresa publica de direito privado quando era de economia mista entende para depois se tomar os devidos tramites. O tempo para regularizar pode até ter demorado, mas eu não vejo que isso e quando disse que regularizamos é todo o processo, todo o processo, a Câmara participou desse processo não digo que a Câmara não participou entende. É todo esse processo. Pode ter demorado? Pode ter demorado, mas as coisas estão andando para que no final das contas nós tenhamos uma empresa regularizada definitivamente.

VER. ROQUE SEVERGNINI: É, na verdade ainda não resolveu porque ainda está por fazer. Uma outra pergunta que eu lhe faço você disse que Farroupilha é a cidade dos lixões, começou aparecer diversos lixões, mas porque que tá aparecendo diversos lixões?

DIRETOR-PRESIDENTE DA ECOFAR RENATO TARTAROTTI: Bom, essa pergunta nós teríamos que fazer para aqueles que jogam o lixo em diversos lugares que não devem ser jogados né. Como é que foram aparecer esses lixões, estranho se apareceram agora ou se antes não existiam.

VER. ROQUE SEVERGNINI: Será que não está faltando fiscalização?

DIRETOR-PRESIDENTE DA ECOFAR RENATO TARTAROTTI: Não. Acho que está faltando educação.

VER. ROQUE SEVERGNINI: Mas será que a falta de educação começou agora?

DIRETOR-PRESIDENTE DA ECOFAR RENATO TARTAROTTI: É estranho.

VER. ROQUE SEVERGNINI: Tá bem. Uma outra questão que eu queria te perguntar: qual é a politica de educação ambiental que a ECOFAR ou que o governo municipal tem porque não é só a ECOFAR, ECOFAR e prefeitura é uma coisa só.

DIRETOR-PRESIDENTE DA ECOFAR RENATO TARTAROTTI: Sim. Nós estamos trabalhando na questão ambiental inclusive já sentamos com a secretária. Vocês sabem que a questão ambiental é ampla e já está sendo já estamos conversando a respeito de um plano ambiental sendo a ECOFAR vai fazer uma parte desse plano e depois o governo vai complementar né. Já estamos conversando sobre isso.

VER. ROQUE SEVERGNINI: E não seria melhor ter seguido com a política ambiental já existente; se passaram 18 meses e vocês estão pensando em construir uma politica ambiental.

DIRETOR-PRESIDENTE DA ECOFAR RENATO TARTAROTTI: Qual política?

VER. ROQUE SEVERGNINI: Tinha política ambiental anteriormente.

DIRETOR-PRESIDENTE DA ECOFAR RENATO TARTAROTTI: não, educação ambiental eu não vi nenhum programa de educação ambiental.

VER. ROQUE SEVERGNINI: Depois o vereador Tiago Ilha pode…

DIRETOR-PRESIDENTE DA ECOFAR RENATO TARTAROTTI: Tudo bem

VER. ROQUE SEVERGNINI: …discorrer sobre o assunto.

DIRETOR-PRESIDENTE DA ECOFAR RENATO TARTAROTTI: Em desenvolvimento eu não vi nenhum programa de educação ambiental.

VER. ROQUE SEVERGNINI: Não. Existia um programa de educação ambiental inclusive nas escolas. Nós tivemos recentemente aqui participando o programa do Plástico do Bem que vocês acabaram não deram amais andamento em nada. Então faz 18 meses vocês estão à frente e não conseguiram criar uma política de educação ambiental e assim como não conseguiram criar os estatutos da ECOFAR. Eu quero lhe perguntar também o seguinte: quantos funcionários a ECOFAR têm atualmente?

DIRETOR-PRESIDENTE DA ECOFAR RENATO TARTAROTTI: Nós temos em torno de 110 funcionários.

VER. ROQUE SEVERGNINI: E quantos funcionários tinha quando vocês receberam?

DIRETOR-PRESIDENTE DA ECOFAR RENATO TARTAROTTI: Olha devia ter 102, 102 funcionários. Sendo que nós tivemos nesse período agora começaram as férias porque mudou a sistemática então começar um período de férias dos funcionários e nós tivemos que contratar funcionários para suprir.

VER. ROQUE SEVERGNINI: Mas férias sempre tiveram ou se acha que no passado não se pagava férias dos funcionários.

DIRETOR-PRESIDENTE DA ECOFAR RENATO TARTAROTTI: Não, mas não da maneira que está hoje.

VER. ROQUE SEVERGNINI: Conforme regime da CLT, mesma coisa né.

Mas nós tivemos problemas com isso e nós tivemos que contratar mais gente para poder suprir.

VER. ROQUE SEVERGNINI: Não. Diretor senhor está confundindo direitos trabalhistas sempre existiram não é porque agora você assumiu a direção da ECOFAR os direitos trabalhistas são outros, sempre foram os mesmos. Mesma coisa dizer que vocês tiveram o período de verão, verão sempre existiu inverno sempre existiu não é porque vocês assumiram…

Não, mas esse verão foi atípico.

VER. ROQUE SEVERGNINI: Tá bem tá bem, esse verão foi atípico. Qual é o orçamento do…

PRES. ELEONORA BROILO: Uma questão de ordem para o vereador Sandro.

VER. SANDRO TREVISAN: questão de ordem. Eu acho que a discussão é de vocês, vocês podem fazer discussão de vocês à vontade só que tem que ser do tempo a vereador e outro… Isso aqui não pode virar um pingue-pongue.

VER. ROQUE SEVERGNINI: Mas está sendo dado.

VER. SANDRO TREVISAN: Mas assim gente o vereador fala faz as perguntas e depois o Renato responde Roque.

VER. ROQUE SEVERGNINI: Ele está respondendo tá se sentindo bem…

Não, essa é a questão de ordem…

VER. ROQUE SEVERGNINI: Se quer advogar para ele Sandro senta ali do lado. O diretor está respondendo…

PRES. ELEONORA BROILO: Ele está dando uma sugestão vereador Roque.

VER. SANDRO TREVISAN: Eu estou ainda na questão de ordem.

VER. ROQUE SEVERGNINI: Não, mas eu estou dizendo também que ele está indo bem…

PRES. ELEONORA BROILO: Uma sugestão…

VER. ROQUE SEVERGNINI: Tô satisfeito com as respostas.

PRES. ELEONORA BROILO: …que o senhor faça as suas colocações e ele responde no final.

VER. ROQUE SEVERGNINI: Sim.

PRES. ELEONORA BROILO: Como é feito todas às vezes.

VER. ROQUE SEVERGNINI: Mas ele quis responder né.

PRES. ELEONORA BROILO: Não, o senhor perguntou se ele queria.

VER. SANDRO TREVISAN: Continua o pingue-pongue.

PRES. ELEONORA BROILO: O senhor induziu.

VER. ROQUE SEVERGNINI: Bom, voltando a palavra da para entender o medo que se tem quando se questiona alguém aqui né; é realmente apavorante, estamos só no começo. Qual é atualmente o orçamento da ECOFAR?

DIRETOR-PRESIDENTE DA ECOFAR RENATO TARTAROTTI: Hoje nós estamos recebendo nós recebemos da prefeitura em torno de R$ 1.280.000,00.

VER. ROQUE SEVERGNINI: E qual era… Se ele quer responder no final pode responder, eu tô fazendo as perguntas, a diretora a presidente da Câmara aqui que decide com ele né. Qual é o orçamento do ano de 2020 quando vocês receberam que falou, quiser responder no final pode responder no final não tem problema, quer anotar aí, o orçamento de 2020. Então vamos fazer assim o orçamento 2020 para 2021 quanto foi e 2021 para 2022 quanto foi? Os funcionários já respondeste né; na minha opinião tinha menos do que esse número que você confirma né de quando assumiram era cerca de 90 hoje são 110 um aumento expressivo. E a reclamação é que a cidade né está com serviços entregues a menos né. Você mesmo disse aqui Renato que Farroupilha virou uma cidade de lixões isso é muito preocupante. Três questões eu gostaria de reforçar ditas pelo diretor da ECOFAR: Farroupilha virou uma cidade de lixões; Farroupilha está há 18 meses sem ter uma política ambiental e há 240 dias não conseguiram fazer os estatutos da ECOFAR. Essa é a gestão que temos. Obrigado.

PRES. ELEONORA BROILO: A palavra continua à disposição dos senhores vereadores. Amarante.

VER. GILBERTO DO AMARANTE: Boa noite nosso convidado aqui o Renato, coordenador da ECOFAR, seja bem-vindo. Eu sei que nós já tivemos uma discussão uma discussão secreta né vamos chamar assim ali na sala de reunião que foi muito construtiva também Renato. E na ocasião foi dito que nós não temos ou não tínhamos né um plano um plano de educação ambiental e que de repente até o senhor pediu naquela ocasião para que nós de repente desse ajuda para que isso acontecesse. E a gente trouxe a público a gente discutiu muito essa questão até porque os vereadores como um todo querem essa educação ambiental e bem, não sei se estava bem organizado, mas nós tínhamos uma educação ambiental no governo anterior. Eu lembro que era feito várias ações. Era feita ações para juntar entulho nas áreas invadidas onde a gente teve numa ocasião só a gente juntou mais de 20 caminhões até porque lá é uma região de proliferar ratos doutora Eleonora, isso é muito bom para saúde também né tira paciente de repente do nosso hospital, tem a questão do própria poluição que acaba levando para os córregos né da nossa dos nossos pluviais e aí vira uma contaminação mais generalizada e temos que cuidar. A invasão está lá aconteceu e temos que dar atenção. Uma outra questão também foi na questão de quantos funcionários até já foi respondido de quantos funcionários tem ECOFAR. Já respondeste agora até acho que nós estamos num período bom que vai entrando o inverno. Os gastos a gente vê que aumentou um pouco né. A reclamação na cidade Renato eu concordo com o senhor que nós pessoas públicas às vezes temos que conviver com a cobrança, conviver com a cobrança, mas as pessoas estão ali nos vigiando e eles pode também às vezes dar elogio para nós quando nós melhoramos né. E qual é a sua proposta clara que vai melhorar? Até o senhor disse olha nós vamos ter orgulho da ECOFAR, mas qual a proposta clara que nós vamos avançar na qualidade na qualificação de repente dos funcionários como um todo da ECOFAR e que amanhã nós podemos realmente ter orgulho desses serviços; embora que sim foi tudo terceirizado hoje a Prefeitura de certa forma até fica até tem uma dificuldade de transparência nos gastos eu acho que até nós temos que colocar de repente mais transparentes os gastos tanto da ECOFAR quanto do Pró-saúde para que todos o cidadão, só para terminar presidente, para que todo cidadão tenha essa informação diariamente. Muito obrigado senhora presidente.

PRES. ELEONORA BROILO: O senhor pode responder.

DIRETOR-PRESIDENTE DA ECOFAR RENATO TARTAROTTI: eu te diria o seguinte na questão da questão ambiental, legislação ambiental, eu te diria quando eu entrei quando eu entrei eu não achei nenhum programa em andamento na questão ambiental tá. Mas nós vamos já estamos trabalhando para gente montar esse programa; a ECOFAR vai fazer a parte dela naquilo que é pertinente de colaborar na sua amplitude. E eu quero te dizer que eu creio que vai melhorar que hoje nós estamos com mais recursos. Quando nós entramos nós estávamos com vários contratos vencendo tá então nós tivemos que fazer novas licitações dos caminhões, novas licitações do plano de saúde, novas licitações com a empresa que recebe aquele material de entulho entendem; a questão do combustível que hoje é uma coisa preocupante ele sobe que quase que diariamente. Então os nossos insumos – material de limpeza/material de trabalho – tudo isso começou a avolumar então nós tínhamos que fazer esse novo contrato com a prefeitura e exatamente foi feito tá e quando eu disse que hoje nós estamos situação melhor. E a partir daí agora nós vamos tomar providências vamos adequar equipes agora, fazer uma avaliação para não acontecer no verão o que aconteceu nesse tá e procurar trabalhar realmente para deixar; a COPASA ela tem que ser uma empresa em que as pessoas se orgulhem dela, ela tem que fazer o serviço para deixar a cidade em condições e a cidade realmente merecer o título que tem da… Não, nós estamos trabalhando né estamos trabalhando para isso. Mas a nossa intenção é essa.

PRES. ELEONORA BROILO: A palavra continua à disposição. Se mais nenhum vereador… Juliano.

VER. JULIANO BAUMGARTEN: senhora presidente cumprimento o Tartarotti. Bom, eu tenho alguns questionamentos então se quiser ir anotando presidente vai precisar. Então relatar um fato que inclusive nós trouxemos a baila neste parlamento que no dia 5/5/2022 a ECOFAR fora flagrada inclusive tendo um vídeo viralizado realizando serviços na rodovia 122; eu peço o senhor tem que prestar atenção né senão fica difícil depois ficam reclamando que fica pingue-pongue, mas eu prestei atenção quero que o senhor presta atenção aqui também. Então retomando o fato aqui o quê que acontece? Inclusive eu trouxe esse vídeo e viralizou por toda a cidade. Algumas perguntas quem deu ordem para esse serviço? Quais locais foram executados os serviços? 3) Quais foram os serviços autorizados e realizados? 4) A ECOFAR chegou a tapar buracos em Caxias do Sul? 5) Existe convênio entre a prefeitura de Farroupilha e o estado do Rio Grande do Sul para prestação desses serviços? 6) quantos funcionários foram deslocados para essa prestação desses serviços, quantos equipamentos, porque tantos? 7) Qual foi o custo do material? A prefeitura será reembolsada? Se sim quem que, eu quero saber, quem foram as pessoas que autorizaram isso porque veio algumas falas aqui para nós, mas umas falas até em tom de deboche só faltou alguém pedir para dizer que nós íamos receber o coelhinho da páscoa e o Papai Noel né. Que imagina foram emprestar um balde de cal para Caxias do Sul; a prefeitura tá tão quebrada que não tem um balde de cal. Então eu quero essas respostas presidente Tartarotti para nós ampliarmos para a comunidade. E eu quero sim fazer uma reflexão duas reuniões nós tivemos, interna, e as duas reuniões provou o quê? Que há uma dissintonia gigantesca entre a secretaria do meio ambiente e a ECOFAR. Inclusive foi apresentado um ‘slide’ que estava à cor vermelha que não havia política de educação ambiental, não havia, literalmente que não vinha inclusive foi pedido sugestões coisas que os vereadores pudessem propor. Tem o PL nº 15 que está tramitando que é de minha autoria que é para ajudar quanto à questão do descarte/uso consciente, uma campanha de conscientização obre os resíduos sólidos. Então eram essas minhas questões para esse momento Tartarotti.

DIRETOR-PRESIDENTE DA ECOFAR RENATO TARTAROTTI: Muito bem vereador, em todas as perguntas que vossa excelência fez eu tenho uma só resposta. Não houve serviço, não houve serviço. A ECOFAR não fez serviço nenhum no município de Caxias do Sul. O que aconteceu existe um termo de convênio entre a comissão organizadora da Surdolimpíadas tá e o município de Farroupilha como participante do evento sendo que a prova era a cargo do município de Farroupilha tá. O quê que houve? Uma solicitação através então não entra a prefeitura de Caxias do Sul, houve uma solicitação por parte do diretor de departamento de esportes da secretaria de educação tá que o pessoal estava fazendo a pintura, inclusive eles faziam aqui em Farroupilha também, e faltou cal; nós simplesmente fomos levar até eles um balde de água com cal para eles terminarem de pintar um trecho que fica dentro do município de Caxias porque a prova ela entrava dentro do município de Caxias.

VER. JULIANO BAUMGARTEN: cinco pessoas?

DIRETOR-PRESIDENTE DA ECOFAR RENATO TARTAROTTI: Mas estava trabalhando. Eles estavam no roteiro aí eles pegaram e foram levar o balde lá.

PRES. ELEONORA BROILO: Deixa ele responder, por favor, vereador Juliano.

DIRETOR-PRESIDENTE DA ECOFAR RENATO TARTAROTTI: Se você analisarem o vídeo quem estava pintando não era da ECOFAR tá. Se porventura as pessoas saíram do carro, entende, mas nós estávamos no trecho trabalhando tá foi pedido inclusive foi o nosso diretor o engenheiro Paulo de Castro que se leve até eles ou onde eles estão o porquê era para entregar a eles de Caravaggio, eles saíram na frente tá. Levar até eles encontrem entreguem o cal para eles terminar de pintar.  E foram encontrar eles logo depois fora lá entregaram e vieram embora. Simplesmente foi isso que aconteceu. Eu não entendo porque também fizeram uma alaúza tão grande por causa de um fato tão irrelevante tá. Não houve serviço não houve trabalho nenhum apenas houve uma participação já que existe um termo de convênio, se os vereadores quiseram tirar uma cópia, da Surdolimpíada em que a comissão organizadora no solicitou se nós poderíamos colaborar entregando que tinha acabado o material e assim o fizemos.

PRES. ELEONORA BROILO: Nós já vimos esse nós não precisamos, nós já temos. Tá bom, obrigado. A palavra continua à disposição dos senhores vereadores. Se mais nenhum vereador quiser fazer o uso da palavra… Ilha.

VER. TIAGO ILHA: Senhora presidente, quero cumprimentar todos aqui que estão acompanhando né em especial o senhor Tartarotti que é presidente da ECOFAR. Primeiro eu quero até para ajudar na contribuição aqui Tartarotti, eu não sei se por desconhecimento seu ou talvez por falta de se informar eu acho até que o senhor deveria se informar até porque o senhor lidera uma posição muito importante né numa empresa importante do município; que foi e ouvi da tua boca hoje que a ECOFAR representa um quase que um grande espelho para nossa cidade e é muito bom porque aqui nessa Câmara muitas vezes tentando defender a ECOFAR fomos retalhados aqui porque iria trazer só prejuízo ao município né, mas entre o bom e o ruim é o bom administrado ou mal administrado. Até peguei no Google o senhor pode pegar se o senhor tiver o celular o senhor bota prefeitura de Farroupilha né cidade Farroupilha plano de educação ambiental e da ‘enter’ daí o senhor vai ver várias matérias saiu no Pioneiro, Zero Hora, nos nossos jornais todos aqui foi capa do jornal Farroupilha quando nós fizemos juntos com, não foi feito por mim eu só estava como secretário o Paulinho inclusive é sabedor desse plano nós fizemos junto com o projeto que já existia das escolas que era o projeto ‘conviver’ que também tinha uma interface com o projeto ‘Plástico do Bem’ e que foi feito muito êxito. Inclusive a semana do meio ambiente desse referido ano foi destaque estadual né porque foi trabalhado um forte trabalho. A educação ambiental é tão difícil Tartarotti que é que nem água mole em pedra dura tanto bate até que fura. Se foi deixado de lado essa falta de agenda ambiental está nítida na cidade né. Eu tenho cobrado inclusive da secretária de planejamento que acumula a função do meio ambiente que talvez tem faltado pernas para ela conseguir dar conta de tão complexa situação, porque essa situação das pessoas e esse descaso sempre vai acontecer. Mas eu quero te deixar algumas perguntas primeiro que talvez eu acho que foi a interpretação do senhor né não existe lixão na nossa cidade por que se existisse nós temos que fazer abrir no ministério público um projeto crime contra o prefeito.

DIRETOR-PRESIDENTE DA ECOFAR RENATO TARTAROTTI: Não, eu digo existem pequenos lixões.

VER. TIAGO ILHA: Ah bom. É também não seria assim.

DIRETOR-PRESIDENTE DA ECOFAR RENATO TARTAROTTI: Existem pequenos lixões formados por estes pequenos descartes irregulares. Eu considero pequenos lixões.

VER. TIAGO ILHA: Eu sei, mas essa não é a palavra depois o senhor fale com o Paulinho que é técnico que ele vai te explicar porque que não pode ser adequado nessa categoria até porque isso ele estaria ocorrendo no projeto crime por que o descarte…

DIRETOR-PRESIDENTE DA ECOFAR RENATO TARTAROTTI: O descarte não é só de resto de móveis, de sofá, eles misturam lixo com isso aí.

VER. TIAGO ILHA: Então só para concluir presidente Eleonora então sobre a questão qual que é o planejamento de educação ambiental para os próximos dois anos já que dois já se passaram; sobre a questão dos lixões quero deixar minha pergunta: qual que é o plano para o hoje o tratamento desse resíduo né, até então a gente não recebeu uma apresentação de como a gente vai tratar. Tem aqui o número da lei que foi inclusive aprovado no conselho do meio ambiente para ser foi licenciado e aprovado o lado o terreno ao lado do lixão e até hoje não foi feito nada. Sobre estamos pensando em política ambiental né isso é uma realidade precisa ser feita e que a cidade de Farroupilha precisa gastar sua energia muito em educação ambiental. Eu acho que deveria ser investido pelo menos uns 20% de tudo que é gasto ou é arrecadado com o uso do meio ambiente em educação ambiental. Sempre defendi isso não consegui nunca ter, inclusive quando fui secretário do governo que eu participei sempre tive dificuldade de defender que recursos para a educação ambiental era importante. E que espero que o senhor possa ter essa defesa. E a minha fala deixo essas três perguntas aí ao Tartarotti que ele possa nos responder: qual que é o plano de curto médio e longo prazo para os resíduos de Farroupilha que em tese aí nós juntamos aí mais de 50 toneladas/dia né Paulinho mais ou menos aproximadamente; 40 aproximadamente por dia na nossa cidade.

DIRETOR-PRESIDENTE DA ECOFAR RENATO TARTAROTTI: Eu concordo na questão que educação ambiental é investimento tá, não é gasto é investimento. Eu queria dizer que inclusive nós estamos já fazendo na questão ambiental nós o ministério público, ou melhor, a FEPAM havia notificado a ECOFAR ainda em 2019 a respeito do tratamento do chorume tá. E nós conseguimos agora a partir desse ano já resolvemos parcialmente o problema porque no primeiro lugar era para nós teria que dar destino então já foi licitado estamos transportando o chorume por uma empresa especializada. então o chorume já está sendo tratado. Ao mesmo tempo em que vamos ter agora o próximo passo é fazer uma licitação para a estação de tratamento segundo a FEPAM. O senhor é conhecedor dessas demandas né. Então isso é uma coisa que vinha desde 2019 e nós realmente efetivamos esse ano tá. Eu queria só aproveitar aqui dizer o seguinte que o estatuto já está na junta comercial tá, já está na junta comercial, uns dias para ser aprovado com toda documentação. Então foi refeito o estatuto. Quanto à questão ambiental eu vejo o seguinte como disse esses quando eu falo esses pequenos lixões porque não é só como eu disse sofá, refrigerador, eles botam lixo orgânico junto então isso acaba sendo caracterizado como um pequeno lixão entende e a gente não deixa isso proliferar. Só que nós temos que cortar as causas disso aí. Isso que eu vejo nós estamos já trabalhando e aí que eu peço além do plano municipal tem que ter o engajamento da sociedade. Como eu falei naquela reunião eu digo precisa que a Câmara de Vereadores que a União das Associações de Bairro que todo mundo esteja engajado nesse propósito senão não vamos conseguir. Simplesmente nós fazermos uma lei a lei ela não vai abolir a vontade do cidadão. Se os lixões apareceram só agora acho muito estranho né, mas a realidade é que eles hoje estão aí; esses descartes de forma irregular estão aí.

VER. TIAGO ILHA: (INAUDIVEL)

DIRETOR-PRESIDENTE DA ECOFAR RENATO TARTAROTTI: Exatamente. A gente sempre coloca quando a gente recebe essas denúncias tá a gente procura primeiro tomar providências de recolher porque não dá para deixar lá tá e segundo se passa para a secretaria do meio ambiente para eles tomarem as devidas precauções a respeito de fiscalização e notificação das pessoas.

PRES. ELEONORA BROILO: A palavra continua à disposição. A palavra à doutora vereadora Clarice.

VER. CLARICE BAÚ: Obrigado presidente. Boa noite presidente Renato Tartarotti. Quero só aqui contribuir com a fala na questão quando o senhor fala de vários e pequenos lixões em Farroupilha deu para entender muito claramente o que o senhor quis passar. Às vezes não entendem por que não convém tá, mas deu para entender realmente que são esses descartes de forma errada que sempre houveram em Farroupilha; eu moro aqui há mais de 40 anos e sempre houveram, o senhor não se preocupe que deu para entender muito bem a sua colocação. Talvez o termo técnico não seja lixões tá, mas, ou talvez resíduos né, mas deu para entender muito bem de que isso é um problema não só de Farroupilha não é privilégio da nossa cidade tá em todos os lugares existem isso em função de que a nossa população é a mesma em todos os lugares não muda só aumentam né. Então realmente ficou claro que é o fato de nós precisarmos uma educação ambiental mais efetiva da nossa sociedade. Isso é fato também. Colocaram então que havia um programa de educação ambiental o que acredito e acompanhei também essa questão, sempre houve sim um programa ambiental, mas há de reconhecermos que essa educação ambiental é para longo prazo não é para agora não é para amanhã. Toda educação leva prazo para que as coisas aconteçam. Então não adianta cobrar da gestão agora um programa de educação que começou há menos de oito anos atrás isso vai ter reflexo lá na frente. Isto é educação. Eu sou professora aposentada trabalhei muito na educação e sei que como é demorado ainda mais quando se trata de conscientização tá. E se realmente fosse tão eficaz a pequeno prazo nós não teríamos os problemas que estamos enfrentando agora. Se existia um programa ambiental e ainda temos e com os mesmos problemas é porque realmente esse programa ambiental deve ser revisto né melhorado ou realmente aguardar o tempo correto para que essa conscientização aconteça aqui em Farroupilha. E Renato estamos aqui sempre para auxiliar o bom andamento e os trabalhos da ECOFAR, em momento algum estamos aqui somente para fazer apontamentos. Pode parecer que sim, mas não tá. Conte sempre com a Câmara de Vereadores estamos aqui sim como dever de fiscalização, mas sempre no intuito de melhorar né porque a nossa bandeira realmente é Farroupilha né, às vezes não parece às vezes é promoção autopromoção ou partidária. Mas pode contar conosco que aqui nós estamos para auxiliar, dar sugestões, debater né, mas sempre no intuito de dar sugestões para que Farroupilha tenha realmente o descarte correto de resíduos e uma educação ambiental efetiva. Parabéns por teu trabalho sei que não é fácil, mas conte sempre conosco.

PRES. ELEONORA BROILO: Vereador Calebe. Ah, desculpe, o senhor tem que responder.

DIRETOR-PRESIDENTE DA ECOFAR RENATO TARTAROTTI: Não, eu gostaria só de aproveitar que eu não tinha os números em mãos colocar que nosso o orçamento da ECOFAR em 2020 foi de R$ 10.670.000,00; 2021 R$ 10.730.000,00; e 2022 vai ser R$ 13.000.000,00 devido a esse reajuste que houve dos valores que não estavam sendo reajustados desde 2017.

PRES. ELEONORA BROILO: Vereador Calebe.

VER. CALEBE COELHO: Renato, eu moro na Rua Lino Zanonatto e um pouquinho abaixo tem esquina a esquina com a Seberi né; a Seberi é uma rua que vai ficar meio ali perto de onde está sendo construído o novo posto de saúde. Acontece o seguinte que da sacada da minha casa eu olho para a esquina e eu vejo o seguinte: tem um monte de lixo, mas um monte, e aí um dia o pessoal vai lá e tira e no outro dia tem um monte de lixo. Perto da minha casa também tem a Escola João Grendene, nas duas esquinas atrás né porque assim como eu vou pelo Santo Antônio eu desço do lado né da Escola João Grendene então eu passo por duas esquinas três esquinas na verdade do Colégio João Grendene, aqui e aqui. Impressionante todo dia tirou logo depois já tem lixo de novo. E é que nem o senhor falou: é geladeira, é fogão, é cama, colchão, tudo que imaginam. Outro dia até eu vi um espelho lá um espelho grande no lixo coloquei na caminhonete fui lá cortei e o espelho, como ele é grande, serviu para minha casa ainda né. Não precisava nem ter sido descartado era só cortado e colocada uma nova moldura né. Então entendo esses lixões que estão acontecendo e fico muito indignado com isso e fico pensando que precisamos logo fazer uma alguma coisa com que a sociedade faça o seu papel de colocar o lixo no lixo né. Eu tô muito contente porque nós vamos começar o recolhimento das caixinhas de leite lá no CEAC agora né por que as pessoas sempre me ligam para entregar a caixinha de leite, entregam aqui os colegas também estão trazendo sempre né então a gente precisa realmente fazer alguma coisa. E eu queria te perguntar com relação se existe algum projeto com relação aos ao pessoal que recolhe o lixo né; porque para mim não me soa e para o pessoal para o povo também não é muito legal ver eles passando colocando lixo ali e depois passa o caminhão né. Me parecia muito melhor antes embora não entendo tecnicamente disso quando o pessoal passava e recolhia o lixo de casa em casa.  Porque acontece o quê? Como o pessoal vem fazendo aquele montinho de lixo para facilitar né aí tem cachorro tem não sei o quê, por que principalmente no meu bairro tem muito cachorro na rua né, então o pessoal a cachorrada vai lá abre o lixo né. Tem algum projeto para mudar isso ou a ideia continuar do mesmo da mesma forma. Obrigado.

DIRETOR-PRESIDENTE DA ECOFAR RENATO TARTAROTTI: Foi bom vereador foi bom colocar essa questão que é uma outra questão importante. Eu também sempre fui um crítico desse sistema de amontoar o lixo e depois recolher. Eu inclusive já muitas vezes quase passei por cima de um monte desses de lixo né. Então a gente tá procurando criar uma sistemática para porque que eles fazem isso? Porque muitas vezes existem ruas transversais para o caminhão não ter que manobrar entrar naquele pedaço de rua que demora mais tempo de percurso os catadores vão na frente recolhem botam na esquina tá e aí recolhem com o caminhão. Só que o tempo está demasiado. Isso aí eu já conversei com o Paulinho também nós estamos vendo para realmente melhorar, essa sistemática não está boa eu concordo com isso e nós temos que resolver esse problema. Nós estamos inclusive iniciando um projeto piloto acho que eu já conversei com alguns dos vereadores sobre isso, nós vamos iniciar esse projeto no Monte Verde tá que vai consistir o seguinte: como o Monte Verde é um hoje um bairro somente loteamento ele é pequeno tem o portal dos coqueiros logo atrás ele é bom para fazer esse tipo de amostragem. Nós vamos fazer colocar na área pública uma bateria de containers e vamos fazer o recolhimento de porta-a-porta com a moto, motinho com a caçambinha aquela entende; então nós vamos orientar os moradores vamos fazer um trabalho com a associação de bairros toda casa tem sua lixeira aí passa a moto recolhe o lixo e leva para os containers e o caminhão vai uma vez por dia ao bairro para recolher o lixo nesses containers. Então é uma amostragem que nós estamos fazendo que se der certo e eu creio que ela vai dar certo nós poderemos botar ela implementar elas em outros bairros né; o que favorece porque o mais importante é o seguinte cada casa tem que ter sua lixeira nos bairros. Então os bairros muitas vezes nos pedem “bah consegue um container”. Não, cada casa tem que ter a sua lixeira aí é coletado o lixo da lixeira entende. Coleta da lixeira a moto vai fazer essa coleta e vai levar onde está localizado os containers e depois o caminhão ele vai então uma vez por dia até o local para levar o lixo então para o aterro sanitário ou para. Eu gostaria de salientar também sobre esse descarte…

PRES. ELEONORA BROILO: O senhor tem mais 30 segundos.

DIRETOR-PRESIDENTE DA ECOFAR RENATO TARTAROTTI: …descarte irregular principalmente de móveis, sofá, isso aí; isso aí é ônus que o município tá pagando porque nós pagamos para a empresa receber esse descarte. Então a comunidade os bons estão pagando pelo lixo que as pessoas não descartam de forma adequada.

PRES. ELEONORA BROILO: Muito bem, vereador Felipe a palavra é sua.

VER. FELIPE MAIOLI: Boa noite a todos, senhora presidente desculpa pela minha falha, quem está em casa nos assistindo boa noite. Bom, eu sempre em alguns momentos também foi um crítico nesse meu mandato mais de algumas ações de algumas atitudes, mas sempre com muita educação com muito respeito; fui muito bem recebido pela pelos atuais gestores da ECOFAR. Quero também a público parabenizar quem estava liderando a ECOFAR do governo Paulinho, Paulo de Castro, tenho certeza que pela tua competência trabalhou muito no governo passado está trabalhando no governo atual pela tua capacidade pela tua inteligência; Micael se não me falha a memória passou também por lá dando o máximo que podia, enfim. Eu acho que as coisas não acontecem de uma hora para outra as coisas tem um período para acontecer e quero parabenizar atual presidente da ECOFAR Tartarotti e Paulo de Castro. Muitos pedidos muitas demandas já chegaram até este vereador muito já conversamos sobre ideias sobre projetos. Concordo com os vereadores quando falam em educação ambiental, mas isso não acontece de uma hora para outra isso precisa de tempo. E é muito fácil 2.920 dias em 8 anos que se passaram agora 545 dias esse número parece que é o é o top das galáxias; 545 dias não foi feito nada. Mentira! Quem sabe vamos aguardar 2920 dias, após 8 anos, e possamos fazer algumas comparações, seria mais justo. Enfim, por fim acredito que ideia se tem vontade se tem e tenho certeza absoluta que vocês estão dando o máximo e eu concordo com o senhor seu Tartarotti as pessoas ainda vão se orgulhar pelo trabalho que a ECOFAR fará. É só dar o tempo ao tempo que as pessoas verão o que está por vir. Muito obrigado e parabéns pelo trabalho de vocês.

PRES. ELEONORA BROILO: O senhor pode falar.

DIRETOR-PRESIDENTE DA ECOFAR RENATO TARTAROTTI: Eu queria aproveitar para colocar também mais uma questão que é a respeito do seguinte: a ECOFAR tanto anteriormente como uma empresa de economia mista e agora como uma empresa pública de direito privado ela precisava ter feito concurso público ou processo seletivo desde o início e nunca foi feito. E nós agora vamos providenciar em fazê-lo até exatamente que se faça mais essa correção de rumo e a gente possa ter então uma empresa totalmente nos trilhos digamos assim.

PRES. ELEONORA BROILO: Vereador pastor Davi.

VER. DAVI DE ALMEIDA: Boa noite senhora presidente. Boa noite senhores vereadores, boa noite Renato, boa noite Paulinho as boas vindas a esta Casa. E quero aqui Renato agradecer aí o trabalho a parceria que a gente, sempre tem sido solicito nas nossas demandas aqui e particularmente às vezes a gente tem algum problema manda fotos manda áudio aí e a ECOFAR tem atendido e quero te agradecer pelo trabalho. Eu tenho algumas colocações aqui Renato bem pontuais e também tenho aqui duas perguntas né. A primeira eu quero te pedir aqui quais as datas de recolhimento né que nós temos desses móveis desses sofás quando o caminhão passa até para gente poder fazer um trabalho com os nossos conhecidos de divulgação disso né, se está no ‘site ‘ se tem algum comunicado né porque eu realmente de repente tenha, mas eu não tenho conhecimento e vou me atualizar para a gente poder fazer essa divulgação pelo menos no bairro que a gente está residindo né os conhecidos que a gente tem. E se dá para planejar e eu sei que tu tens essa ideia como já colocaste aqui né um recolhimento né por bairro fazer algumas ações pontuais desses recolhimentos para não haver esse acúmulo de lixões; porque realmente as pessoas né vão colocando ali os móveis que vão trocando e vão fazendo e tal e se acumula muito isso e a gente sabe que às vezes as pessoas mesmo vão buscar e acabam espalhando o lixo né. E queria te perguntar também sobre a Rua Porto Alegre ali no Industrial, a gente eu já passei algumas vezes e tive o pedido de alguns moradores “nós não temos container na Rua Porto Alegre”. Eu gostaria que tu nos colocasse o motivo não sei deve ter com certeza só para gente trazer também porque ali é uma via que eu vejo que tem várias moradias e eu vejo que algumas casas, não são todas, tem a sua lixeira e às vezes está ali lotada né. Eu queria ver se existe possibilidade, se não existe o porquê para a gente colocar. E também quero aqui dizer que é bom essa continuidade nos projetos né e eu vejo que aquilo que é bom à gente precisa dar continuidade; tu é uma pessoa que traz continuidade tu é uma pessoa que preza pelos bons projetos a gente sabe disso. E quero encerrar na minha fala dizendo que a gente torce para que dê certo o trabalho de vocês parabenizar mais uma vez, Paulinho que está aí sempre solicito também, e que a gente possa realmente juntos construir uma Farroupilha melhor para todos. Um abraço.

PRES. ELEONORA BROILO: O senhor pode responder.

DIRETOR-PRESIDENTE DA ECOFAR RENATO TARTAROTTI: quanto às datas de recolhimento até o Paulinho depois pode deixar aqui para a mesa da câmara o cronograma e distribuir para os vereadores. Na última reunião do da UAB nós tivemos participando a gente também se colocou à disposição e isso nós vamos fazer durante esse mês; veja bem a UAB ela tem um número um grupo de Whatsapp onde todos os presidentes de bairro tem o grupo do bairro então nós ficamos de disponibilizar para eles via Whatsapp as datas dos recolhimentos tá bem como a data do período da capina e roçada. Ainda não estamos preparando o material que é exatamente para eles dispararem para os grupos dos bairros que aí eles vão ter. Porque isso foi um pedido deles na reunião disseram “nós temos um grupo de Whatsapp no bairro então nos mandem para o grupo que a gente dispara para os moradores que estão no grupo e eles ficam sabendo da data dos recolhimentos e também o período de capina”. A questão do ‘site’ também que eu gostaria de enfatizar é o seguinte: quando assumi nós estamos com nosso site ‘hackeado’ tá então nós ficamos um período longo sem publicação nenhuma até para nós podemos recuperar essa situação. A gente recuperou hoje nós temos já um portal da transparência funcionando tá se entrarem lá vocês vão ter as atualizações todas que foram feitos tá com as licitações os contratos e nós estamos agora abastecendo ainda mais o portal da transparência para as pessoas terem uma visão completa né do que é a ECOFAR. Então a ideia vereador é essa é deixar o pessoal dos bairros a par das datas para eles terem uma noção melhor porque muitas vezes fica só na informação pela rádio e isso muitas vezes as pessoas não elas querem ver. Então nós vamos mandar de uma maneira que a pessoa possa de repente imprimir botar na geladeira lá e dizer “oh eu sei que tal dia vai passar tal dia vai passar o lixo seco o lixo orgânico e tal dia”. Então esse trabalho nós estamos providenciando. Outra coisa que eu queria falar… A questão do container acontece que nos bairros não existe container, o container é mais para a zona central da cidade e nós começamos a colocar, que antes não tinha, em todas as escolas; agora com esse negócio da vinda dos containers novos a gente pegou os usados em melhor condição se distribuiu em todas as escolas do município né, escolas municipais, e também nos postos de saúde. Então estamos adequando. E nós vamos agora com a sobra de containers estudar uma maneira de ampliar a área de container, mas não hoje o bairro ele trata especificamente de lixeiras né a coleta feita de porta com a questão do lixo amontoado nas esquinas que é uma coisa que nós ainda temos que solucionar esse problema.

PRES. ELEONORA BROILO: Vereador Maurício.

VER. MAURÍCIO BELLAVER: Boa noite senhora presidente. Boa noite doutora Clarice e colegas vereadores. Boa noite Renato Tartarotti e um boa noite ao grande Paulo Castro, grande amigo aí. Eu vejo que a ECOFAR ela está crescendo cada vez mais desde 2016 em Janeiro, 2016 de Janeiro com o diretor-presidente Deivid Argenta; ela tá crescendo então eu acho que têm os altos têm os baixos tem que respeitar, mas a compra de 480 container, soma né, uma bela compra depois o senhor fala aí o valor que eu acho que é um valor bem alto também. O interior eu vejo que precisaria passar um pouco mais o caminhão de lixo só que se soma tudo é custa, seria minha ideia uma ideia que eu teria para o futuro comprar mais caminhões para girar, quanto mais caminhão gira menos lixo fica. Mas tudo é custo tem que avaliar o orçamento e tudo aí. E agradeço ao senhor e o senhor tem um belo assessor aí na manga o tal do Paulo Castro aí que é um grande cara bem entendido tá bem assessorado aí. Obrigado.

PRES. ELEONORA BROILO: Pode responder Renato.

DIRETOR-PRESIDENTE DA ECOFAR RENATO TARTAROTTI: Só falar que no interior existem alguns locais que têm container, principalmente nas sedes distritais né e algumas escolas também eles têm container. Mas é um trabalho o trabalho que a gente tá fazendo aí a intenção é cada vez melhorar mais. E dizer que quem adquiriu esses containers foi o município não foi a ECOFAR, eles foram adquiridos através do CISGA que é aquele consórcio intermunicipal. E para você terem uma ideia nós chegamos a comprar alguns contêineres e nós pagávamos em torno de dois mil e quinhentos reais/dois mil e quatrocentos reais tá o município fez a compra em torno de mil quinhentos e pouco cada container; o mesmo container. Então foi uma compra que valeu por ser feita pelo consórcio vários municípios adquiriram. Nós tivemos um problema no início porque a licitação uma empresa ganhou um tipo de container outra empresa ganhou outro, e a que ganhou container orgânico entregou um container de péssima qualidade e Farroupilha foi quem detectou o problema. Nós detectamos o problema não dava para usar aquele container acionamos o CISGA eles conseguiram reverter à situação da licitação, anularam aquela licitação, e a outra empresa que era a empresa seguinte posteriormente assumiu a compra e entregou. Então nós temos dois containers da mesma empresa da mesma qualidade para atender as necessidades da nossa comunidade.

PRES. ELEONORA BROILO: Vereador Sutilli.

VER. EURIDES SUTILLI: Boa noite a todos. Esse grande problema do lixo a grande fatia do problema é criado por nós mesmos. Eu vejo que digamos assim tu pegas um prédio ou um aglomerado de casas onde tu precisas de um ou dois containers durante os dias normais eles ficam aí meio quase vazio porque nós deixamos quase todas as famílias deixamos acumular em casa. Chegou o dia de feriado um final de semana aonde que tu deveria levar meia sacolinha todo dia tu leva 10, 5, 8 sacolas no fim do dia. No dia que tu tá em casa e a família resolve fazer uma limpeza fazer um geralzão aí que tá o problema, tu tem dois três containers aí eles são quase que suficiente, mas nesse feriado daí vira um caos. Hoje vindo de viagem de Santa Catarina eu vinha analisando na beira da BR onde tem as esquinas onde que os cara coloca eu entrei em duas cidades do Estado, dois clientes, e me deparei com essa situação. E eu vim comentando, tinha cliente meu, minha família junto aí em com quatro pessoas né comentando, olha o grande erro que nós proporcionamos pela nossa irresponsabilidade né. Uma que nós já temos o grande problema que o nosso descarte de lixo que hoje tipo a Alemanha que beneficia mais de 60% eles não chamam de lixo chamam de matéria-prima e nós é lixo porque nós aproveitamos de 2/3/4% de atingir isso aí. E o dia que nós conscientizar que plástico, papel, todo isso aí é reciclável, vidro, isso aí é uma matéria-prima barata cara que tu tá tu monta tua estrutura tu quase que tá recebendo o pessoal te paga para levar tua própria matéria-prima. Só que nós é lixo, lixo, lixo. O dia que nós nos conscientizarmos que isso aí é matéria-prima e nós fizer o nosso trabalho mais correto nós vamos ter um belo resultado. Temos que começar: educação nas escolas, educação nas empresas, educação em casa; o mais velho ensinando o mais o mais novo aprendendo no colégio e ensinando os mais velhos que no futuro vamos tentar atingir se nós não chegarmos até eles chegar próximo para nós se livrarmos de muitas discussão que nós temos hoje no nosso meio. Obrigado.

DIRETOR-PRESIDENTE DA ECOFAR RENATO TARTAROTTI: Então só aproveitando a oportunidade eu só lembrei agora gostaria de parabenizar o vereador Maioli por aquele ele ser parceiro naquele projeto aí do condomínio né, o Condomínio Vila Romana. Aliás, sobre os condomínios vocês sabem que condomínio todo o Minha Casa Minha Vida ele é obrigado a colocar a empresa coloca os containers de acordo com a capacidade. E nós tivemos problemas aí com alguns condomínios que toda hora reclamando do lixo entulhado, eles receberam 8 estavam com 4 e quando dava feriadão era um pavor. Então aquela vez nós entramos em com o síndico e dissemos “olha vocês receberam com container vocês têm que procurar manter os containers de vocês”. Mas essa que o senhor está ajudando a concretizar eu lhe dou os parabéns por que acho que o caminho é por aí. Se cada condomínio fizer o trabalho que está sendo feito no Vila Romana nós vamos resolver boa parte dos problemas né e como esse exemplo passa por cidadão né; se o cidadão tiver essa consciência também saber separar e saber destinar.  Inclusive em conversa com a secretária ela tem uma ideia de descentralizar aquela ela pode depois falar com mais propriedade né a questão da entrega de vidros. Se nós fizermos um trabalho desse de bairro em bairro para ser mais seguido né, cada bairro fazer a sua coleta de vidro/de metal/de madeira acho que vai ser importante. Nós também temos ideia de repente colocar um ecoponto né, mas não um ecoponto vereador como foi colocado antes que não sei se deu muito resultado que acabou virando um certo problema, mas tem que ter eu acho um ecoponto; nós estamos pensando numa localização para ter o ecoponto que as pessoas possam ir lá e em vez de jogar na calçada que peguem né o seu descarte e levem né no local adequado que a gente faz a destinação contata com as empresas que recebem esse material né. Mas parabéns pelo trabalho junto ao Vila Romana eu acho que é um belo exemplo para a cidade de Farroupilha isso aí.

PRES. ELEONORA BROILO: Vereador Tadeu.

VER. TADEU SALIB DOS SANTOS: queria cumprimentar o Renato como bem como cumprimentar também ao Paulo de Castro. A ECOFAR eu acho que tem algumas coisas das quais nós falamos, mas na prática é muito mais difícil. Nós que moramos em bairro a gente nota que nem sempre o pessoal tem a mesma preocupação que nós. O Renato falava a pouco do que deverá ser feito a nível de experiência no Monte Verde. Eu quero dizer que há 20 anos atrás eu já tinha em frente à minha casa a minha lixeirinha, eu acho que isso é uma forma de que o meu lixo que eu arrecadado ele tem o destino correto seja ele o lixo seletivo ou o outro. Renato será que não teria como hoje a gente usar os containers também com algo que pudesse dar uma informação e uma referência a quem usa? É uma forma de uma propaganda e de uma conscientização também. Porque hoje a gente vê pessoas colocando lixo orgânico junto com o seletivo e os containers aí vem exatamente o não aproveitamento do material que poderia ser reutilizado. O chorume vai acarretar em quanto mais uma obrigação que a ECOFAR terá que assumir de agora em diante?

DIRETOR-PRESIDENTE DA ECOFAR RENATO TARTAROTTI: Isso aí vereador. Exatamente. Hoje a questão do chorume ela já havia sido apontada pela FEPAM e caso não fosse feito traria consequências inclusive no ministério público, e essa é uma exigência desde 2019. Então nós quando entramos procuramos já atacar isso aí tomar as devidas providências para a gente sanar esse problema. Então como a questão da estação de tratamento precisa um tempo maior porque precisa de projeto, precisa de licitação, precisa inclusive de contratação de mais gente e nós não tínhamos os recursos necessários o primeiro passo foi de contratar uma empresa para levar embora o chorume para uma outra empresa numa outra cidade que faz o tratamento. Então de uma certa forma junto a FEPAM nós estamos por enquanto legalizados nessa parte né. Mas já temos já estamos fazendo as tratativas para fazer essa licitação para instalar a estação de tratamento e resolver definitivamente. Uma coisa que eu gostaria de falar sobre o nosso aterro sanitário casualmente o destino quis assim: em 1994/1995 eu era vice-prefeito e em 93 nos tínhamos em Farroupilha um lixão onde o Paulinho foi era um presenciou aquelas situações né, um lixão a céu aberto, inclusive com crianças indo lá famílias indo lá se abastecer do lixo. Eu, na época vice-prefeito, o prefeito Paulo Dalzochio na época ele trouxe então se procurou fazer uma licitação para a instalação de um aterro sanitário foi quando veio a CLINSUL e aí o Paulinho veio de reboque; se trouxe aqui a CLINSUL e se instalou então o aterro sanitário que hoje é exemplo para muitas cidades do Rio Grande do Sul pelas condições do aterro e pelo destino. Só que o aterro ele tem uma vida útil. Para vocês terem uma ideia ele é feito por células né o projeto total são 5 células nós estamos em quatro células e meia; mais três anos para terminar quarta célula e mais uns 15 para a quinta célula. 15 anos 18 anos se nós falarmos em questão ambiental é pouquíssimo tempo. Então a região como um todo já está se mobilizando nesse sentido inclusive já participei de reuniões no CISGA com os municípios da região que está se estudando, não é um processo fácil, de instalação de usinas para o recebimento desse lixo; usinas regionais. É o caminho que tem que ser seguido por que logo ali nós não vamos ter lugar para botar o lixo. Tá todo mundo mandando para Minas do Leão quando Minas do Leão também tem seu prazo definido. Então eu acho que as cidades o estado e o país têm que evoluir muito nesse sentido, nós temos que realmente buscar tecnologias e buscar alternativas para resolver de uma forma definitiva isso aí que a gente entregar para as próximas gerações não um problema, mas uma solução. Então eu só queria deixar vocês a par desse sentido né e que é uma preocupação constante nossa e deve ser de todos os munícipes né a questão do tratamento do nosso lixo.

PRES. ELEONORA BROILO: Muito bem, se mais nenhum vereador quiser fazer uso da palavra…

VER. SANDRO TREVISAN: Obrigado presidente, senhores vereadores. É aquela velha história né o lixo as pessoas às vezes jogam de maneira adequada algumas vezes ficam acumulados isso vem se arrastando faz u bom tempo. E essa melhora Renato acho que agora com essa quantidade de containers já também, imagina né quase 500 containers aí colocadas espalhadas na cidade, aumentando a área isso vem ajudar também; não sou o maior defensor dos containers né, mas eu acho que é uma solução que por enquanto nós temos e tem funcionado até então. Mas o que me atrai é ideia sim se no consórcio CISGA junto com os outros municípios estão pensando na possibilidade dessas usinas isso eu acredito sim que venha a ser o futuro. Ele tem que ser na minha opinião uma junção de dois fatores, uma política sim pública de conscientização que a gente tem que ter de maneira continua né para que nós possamos fazer o reaproveitamento de tudo isso. Quanto mais nós como sociedade fizermos o reaproveitamento de tudo isso é melhor a gente precisa disso, a gente precisa cada vez estar mais conscientes, a gente precisa trabalhar cada vez mais com nossas criancinhas isso é importante muito importante. E essas usinas vêm para fazer aquela sobra né e a gente tá num processo agora onde o lixo é um problema e esse lixo é energia e a sociedade demanda uma quantidade absurda de energia. Então acredito sim que esse é o futuro essa é uma das diretrizes aí que vocês estão tendo e enfatizo que acredito que é bom ficar fazendo toda hora essa análise e incentivando isso a nível de consórcio. Sabe né Renato container lixo sujeira isso é complicado, a gente entra em cada cidade nós estamos na 9ª e vamos parar para olhar Farroupilha e daí agradecer a todas as os gestores que tivemos até então, não um ou outro de maneira isolada; a população os empresários e todas as pessoas que fizeram com que Farroupilha conseguisse estar numa posição extremamente privilegiada a nível de Brasil. São aproximadamente 5.500 municípios. Nós temos aqui nossas reclamações de um governo de outro governo temos sim, mas também vamos olhar o que tem de bom aqui. Porque como o Érico falo primeiro disse “nós estamos muito bem colocado se a gente ajeitar mais algumas coisinhas que tem para ajeitar nossa isso vira Finlândia” ele disse com essas palavras. Então acredito que a gente tá no caminho certo. Acredito que todos os governos que vêm vindo vêm desenvolvendo um bom trabalho junto com comunidade junto com entidades junto com todas as pessoas, vêm se unindo e fazendo um bom trabalho. Tem coisa ainda de se ajustar de se fazer Renato? Sim, concluindo presidente, sempre vai ter. Sempre vai ter. Eu digo que se o orçamento de Farroupilha viesse o dinheiro de Caxias o orçamento de Caxias viesse para Farroupilha ainda ia ter coisa para fazer, mas que bom que a gente percebe que está bem. Continue com o trabalho esses trabalhos pilotos são muito importante para detectar o que tá dando certo e fazer cada vez o serviço ficar melhor. Obrigado. Bom serviço.

PRES. ELEONORA BROILO: Pode responder

DIRETOR-PRESIDENTE DA ECOFAR RENATO TARTAROTTI: Obrigado vereador. Só até para dizer que realmente para começar esses novos containers já deram um visual melhor na cidade né porque antes estava à fachada estava horrível, container quebrado, sem roda, todo cheio de… E uma coisa que a gente procura orientar os tanto coletores quanto os varredores do centro que passem por um container que tá a tampa aberta fecha a tampa porque como é melhor tem o container fechado. Às vezes eu vou até determinados lugares e tem um catador eu chego para o catador “faz um favor aí amigo faz um favor para tua cidade quando tu terminar fecha as tampa do container” Fica melhor do que deixar aquela tampa aberta e o lixo exposto né muitas vezes com, principalmente orgânico, com cheiro. Então é um trabalho que a gente tem que fazer, todo mundo né, tem que ser um trabalho coletivo e eu acho que a gente fazendo isso nós vamos chegar naquele ponto que eu digo que não é só se orgulhar da ECOFAR é nos orgulharmos de nós mesmos, nós mesmos como cidadão né; cada um fazendo a sua parte acho que nós vamos ter uma Farroupilha talvez a gente possa subir até muito mais do que o 9º lugar.

PRES. ELEONORA BROILO: Muito bem, mais algum vereador gostaria de fazer uso da palavra. Se nenhum vereador solicita a palavra então encerramos o espaço do convidado dessa noite. E eu agradeço muito senhor Renato Tartarotti, diretor-presidente da ECOFAR, pela sua explanação pelas suas respostas que foram transparentes e diretas, o senhor respondeu muito bem acho que não houve dúvidas, e também pela sua humildade em reconhecer onde ainda acontecem problemas. Agradeço também Paulo Castro que ajudou tecnicamente as respostas do nosso diretor. E encerro esse espaço e suspendo a sessão por dois 2 minutos para que nós possamos registrar esse momento com foto. (SESSÃO SUSPENSA). Senhores vereadores, ocupem seus lugares novamente para darmos andamento à sessão. Solicito ao vereador Tadeu Salib dos Santos, 1º secretário desta Casa, para que proceda a leitura do expediente da secretaria.

 

 

EXPEDIENTE

 

1º SEC. TADEU SALIB DOS SANTOS: Ok senhora presidente, vamos ao expediente relativo à este dia 4 de julho de 2022. Ofício – Comissão Organizadora da 1ª Romaria das Pessoas com Deficiência ao Santuário de Caravaggio; assunto: agradecimento pelo apoio. Ofício nº 111/2022 – SMGG (Secretaria Municipal de Gestão e Governo); assunto: resposta ao pedido de informação nº 51/2022. Ofício nº 112/2022 – SMGG (Secretaria Municipal de Gestão e Governo); assunto: resposta ao pedido de informação nº 52/2022.

Ofício nº 113/2022 – SMGG (Secretaria Municipal de Gestão e Governo); assunto: resposta ao pedido de informação nº 53/2022. Ofício nº 114/2022 – SMGG (Secretaria Municipal de Gestão e Governo); assunto: resposta ao pedido de informação nº 54/2022. Pedido de Informação nº 72/2022 de autoria do vereador Tiago Diord Ilha; solicita informações a respeito da arborização urbana. Pedido de Informação nº 73/2022 de autoria do vereador Juliano Baumgarten; solicita informações complementares a respeito do ofício nº 069/2022, em resposta ao pedido de informação nº 31/2022. Pedido de Informação nº 74/2022 de autoria dos vereadores Juliano Baumgarten, Gilberto do Amarante e Thiago Pintos Brunet; solicitam informações a respeito do britador. Pedido de Informação nº 75/2022 de autoria das bancadas do PDT e PSB; solicitam informações a respeito do Contrato de Prestação de Serviços nº 128/2022. Pedido de Providência nº 113/2022 de autoria do vereador Juliano Baumgarten – assunto: Instalação de poste de iluminação na Rua Antônio Hemkemaier, 709. Pedido de Providência nº 114/2022 de autoria do vereador Juliano Baumgarten – assunto: Manutenção na Rua Arcolino Andrea Forest, no Bairro América. Pedido de Providência nº 115/2022 de autoria do vereador Juliano Baumgarten – assunto: Manutenção da EMEI dos Anjos, Bairro Industrial. Pedido de Providência nº 116/2022 de autoria do vereador Gilberto do Amarante – assunto: Manutenção na Rua Arcolino Andrea Forest, no Bairro América. Pedido de Providência nº 117/2022 de autoria do vereador Gilberto do Amarante – assunto: Recolhimento dos galhos na Praça, na Rua Garibaldi, esquina com a Rua Colorado, no Bairro Bela Vista. Indicação nº 34/2022 – autor: Juliano Baumgarten; assunto: Altera a Lei Ordinária Municipal nº 3.973/2013. Estas as informações da secretaria para hoje senhora presidente. PRES. ELEONORA BROILO: Obrigado vereador Tadeu Salib dos Santos dos Santos, 1º secretário desta Casa, que procedeu a leitura do expediente da secretaria. Passamos agora a leitura destinada ao espaço do grande expediente.

 

 

GRANDE EXPEDIENTE

 

PRES. ELEONORA BROILO: Convido o Progressistas – PP para que faça uso da tribuna; fará uso o vereador Calebe.

VER. CALEBE COELHO: No último dia 6 de maio protocolei na Casa um requerimento solicitando que o Executivo disponibilizasse transporte gratuito uma vez por mês até o Hemocentro para que pessoas de nossa cidade pudessem doar sangue. Fui chamado pela secretaria de saúde e fiquei muito feliz ao ver o meu pedido atendido. No dia 22 de maio havia ônibus às 07h40min e às 13h10min para levar nossos heróis, pois estes sim são heróis, até a cidade de Caxias do Sul para doar sangue. Na minha opinião doar sangue é de uma nobreza que não tem explicação o seu sangue, a sua vida, o seu amor, a oportunidade de salvar a vida de alguém está aí com você não requer muito dinheiro para ajudar, muito esforço, requer apenas um pouco do seu tempo. Eu sempre achei que precisava muito dinheiro para poder ajudar os outros, mas um dia me dei conta que o meu sangue estava ali bem embaixo da minha pele então passei a doar regularmente e me sinto o cara, me sinto super-homem quando estou sentado naquelas cadeiras e vejo aquele sangue enchendo a bolsinha. Mas agora eis que surge então essa campanha que sonha em transformar a cidade de Farroupilha num polo de doadores, precisamos empoderar quem doa sangue; não é o caso de colocar os doadores no pedestal, mas sim fazer com que tenham todas as condições para que possam fazer este ato tão nobre. Com o transporte, a princípio uma vez por mês, me empenharei particularmente para que tenhamos o maior número de doadores possíveis a cada mês. Depois porque não sonhar um pouco mais alto e quem sabe duas vezes ao mês ou mais, gente nós temos. Não importa o seu tipo de sangue: positivo, negativo, radioativo, digestivo, chamativo, não queremos seu dinheiro queremos seu sangue. Aproveito então esse espaço para pedir a você que está nos assistindo e que gostou da ideia que entre em contato comigo pelo ‘whats’ 54-991-777-438 e me deixe os seus dados e principalmente o seu tipo sanguíneo, pois vou criar um cadastro da cidade e te deixarei a para das oportunidades de doar quando elas acontecerem; Já pensou que legal doutora se um dia alguém estiver precisando de um determinado tipo de sangue e a gente possa olhar no cadastro né e mandar uma mensagem para sei lá 100 pessoas dizendo “bom dia vamos salvar uma vida hoje, precisamos de você”. Ia ser sensacional e daí a pessoa abre a camisa tem aquela coisa do super-homem… Já pensou que legal. Desperte o herói que existe em você, gente vai ser lindo. E vem aí também a campanha de doação de órgãos e medula. Eu quero desde já agradecer a todos pela disponibilidade e agradecer também aquelas pessoas que gostariam de doar que já tentaram do ar, mas não podem por tomarem remédios problema de pressão e tal né. Vocês poderão nos ajudar muito divulgando essa campanha e de outras formas afinal quem quer ajudar encontra um meio que não quer encontra uma desculpa coloque o seu nome nesse cadastro muito bem, agora gostaria de falar sobre outro assunto muito importante muito delicado né extremamente importante. Essas pessoas essa classe trabalhadora são fundamentais e indispensáveis do nosso dia a dia. Na pandemia quase todo mundo teve que parar ninguém podia fazer nada, fique em casa a economia a gente vê depois. Mas na nossa hipocrisia não tinha problema nenhum ficar em casa se outra pessoa se arriscasse por nós e foi o que aconteceu. Enquanto a grande maioria ficava se resguardando os motoboys cruzavam a cidade milhares de vezes levando tudo que precisássemos e correndo riscos que a gente fingiu que não via, mas eles estavam lá no sol na chuva no frio no trânsito se arriscando para conseguir o seu ganha pão e nos dar conforto e segurança trazendo inclusive remédios das farmácias, alimentos e uma infinidade de outras coisas. Sem eles o caos teria sido muito maior. Nos últimos dias/semanas estamos assistindo de camarote às notícias de muitos acidentes em nossa cidade e quando acontece um acidente entre uma moto e um carro, por exemplo, sempre quem mais se machuca são os motociclistas e cada dia temos mais motociclistas nas ruas e vamos ter cada dia mais. Tenho percebido também que os carros estão cada vez mais silenciosos e com os carros elétricos isso vai piorar; um carro silencioso é muito agradável para dirigir, mas também é um perigo. Eu gostaria de falar com você motociclista/motoboy primeiro te agradecer por tudo, segundo dizer que eu gostaria de ouvi-los: quais as suas necessidades; o que podemos fazer para melhorar suas vidas? Me expliquem sobre seu dia a dia; o que eu poderia fazer como legislador para melhorar suas vidas e a do trânsito? Quero sugerir também a criação de uma associação de motociclistas e motoboys na cidade, um lugar onde vocês possam se unir e ficar mais fortes. Se vocês se unirem poderão enfrentar melhor os problemas. Uma associação constituída poderia fornecer orientação em caso de acidentes, o que fazer, onde ir buscar ajuda quando um colega é obrigado a ficar parado ou até não pode mais voltar ao trabalho como no caso do senhor Tormes que perdeu a perna. O que aconteceu com ele pode acontecer com qualquer um. Se vocês se unirem poderão ter a ajuda de um advogado para orienta-los, podem buscar valores mais baratos comprando pneus, acessórios de segurança e peças pela associação. Muita coisa pode mudar, vocês vieram para ficar. Então motoboys unam-se. Vamos conversar sobre isso? As pessoas precisam saber que atrás da viseira/do capacete tem um filho um pai de família um trabalhador que rala muito para nos dar conforto. Vocês merecem mais e podem conseguir mais da vida, e também não posso deixar de dizer se cuidem. Por favor, me mandem ‘whats’ vamos conversar sobre isso o telefone é: 54-991-777-438. Eu me preocupo com vocês e estou disposto ajudá-los no que for possível. E por fim eu estava acompanhando no site de uma na página social do ‘Face’ de uma rádio e fiquei sabendo de um rapaz que estava, de Caxias, estava na Ucrânia foi para lá para ajudar esse rapaz acabou morrendo. E uma coisa uma coisa que é surpreendente é muito triste para família não é só a perda desse jovem que foi para a Ucrânia ajudar outras pessoas, o ódio do bem em que as pessoas comentaram na tal página de que ele não devia ter ido, de que ele plantou, de que ele mereceu. E sempre assim quando as pessoas se doam resolvem fazer alguma coisa para os outros sempre tem alguém que não faz o TBC, que é o tirar a bunda da cadeira né, que vai criticar a pessoa principalmente se acontece alguma coisa de mal para elas né. Então eu gostaria de comentar que é muito triste quando as pessoas não têm respeito, que elas usam o ódio do bem ou então ficam usando o quanto pior melhor né para detonar com as pessoas com as situações com tudo que acontece na nossa vida. Trabalho diariamente nos hospitais, diariamente não, mas eu trabalho seguidamente nos hospitais e nos hospitais com pessoas que estão perdendo a vida a gente vê muita esperança enquanto a gente abre uma página de uma rede social como o Facebook de uma rádio e as pessoas usam as notícias para vomitar o seu ódio o seu rancor. Então tem muita coisa boa que veio para ficar como as redes sociais, mas quando as pessoas usam esse tipo de comentário né que não só machuca a família que perdeu como machuca todos nós a gente realmente começa não acreditar muito na humanidade. Então apenas uma reflexão para que a gente possa pensar no que realmente a nossa boca está colocando para fora porque conforme diz a bíblia a boca fala o que o coração está cheio. Obrigado.

VER. PRES. ELEONORA BROILO: Convido o partido liberal – PL – para que faça uso da palavra; fará uso o vereador Maurício.

VER. MAURÍCIO BELLAVER: Boa noite doutora presidente, colegas vereadores, tinha o grande Luiz Carlos aí, mas ele já saiu. Colega Calebe a minha fala vai meio parecida do senhor, mas eu tenho um requerimento nº 330/2021 – novembro de 2021 – da RS 448 em São Marcos aí na proximidade pedindo uma lombada eletrônica um redutor de velocidade, mas ocorreu nada não tive sucesso. Aí pedi um contato aí para o DAER aí e chamei um engenheiro veio o engenheiro e para ele estava tudo errado. O que cresceu perto da rodovia estava toda errada ele falou, tipo as casas o estacionamento estava errado, as indústrias. Aí eu disse, mas não dá para botar uma lombada? Disse “não porque ele não se paga”. Bah eu disse, então ela tem que se pagar então. Então tá bom já estão sabendo aí; quebra-mola não pode, não podia nada, e essa placa aí que tá atrapalhando aí a entrada de quem entra aí; um motoqueiro e um auto naquela época lá tinham se misturado as tinta lá e o motoqueiro quebrou a perna eu falei para ele. Mas tudo bem era nós que estava errado. Aí eu disse para ele e aquele eucalipto lá tá caindo cara daí ele disse “é tá caindo”. Eu vou lá derrubar. Não, não pode. Vixe, então derruba tu eu disse então, o DAER. Bah não dá. Por quê? Não temos motosserra. Eu disse então deixa eu derrubo vem aí fazer o negócio aí, a sinalização. Então tá derrubei o eucalipto daí tudo certo. Porque uns dois anos atrás tinha caído um eucalipto e faleceu um cara lá, bateu. Aí eu disse, mas vamos pintar para fazer uma faixa de pedestre aí. Bah, não tem tinta.  Oxe, não tem jeito né. Aí os moradores de lá me pronunciaram “nós paguemos a tinta então agora”. Como que não tinha motosserra agora precisamos fazer uma encaminhação aí para eles autorizar para nós pintar então já que o DAER não tem nada. Tá difícil esse DAER aí meu Jesus amado; que um dia melhore né, mas não sei quando. E um outro assunto que eu trago é do interior. O interior está evoluindo a nova unidade móvel, doutora que é medica, há muitos anos atrás lá em 2000 lá eu me lembro que eu participava que tinha dentista e agora voltou essa unidade móvel aí atendimento médico. Então o Executivo ali tá de parabéns, o pró-saúde, o secretário de saúde estão olhando para o interior; praticamente é um posto de saúde móvel que vai andar pelos nossos interior afora aí e vai começar no dia 9/7 em Nova Sardenha, dia 30/7 na Vila Jansen não dia 23/7 na Vila Jansen e dia 30 em Nova Milano. Isso eu quero agradecer o todos envolvidos aí nessa unidade móvel aí eu parabenizo todo eles que estão e foram envolvido que o interior agradece ali e fica muito feliz. Muito obrigado doutora presidente.

PRES. ELEONORA BROILO: Convido agora o partido socialista brasileiro – PSB para que faça uso da palavra; fará uso o vereador Juliano.

VER. JULIANO BAUMGARTEN: Senhora presidente e colegas vereadores. Cumprimentar mais uma vez a todos que se façam presentes. Seguindo o rito legislativo quero solicitar formalmente via plenário a entrada do PL nº 16/2022 Leandro que co-oficializa o talian a 2ª língua do nosso município haja vista que ela é a segunda língua mais falada no nosso país e se formos andar no interior a gente vai ver que essa derivação do dialeto ela se mantém presente e é uma forma de tentar manter viva a memória, a identidade e a história de um povo e sem sombra de dúvidas da imigração italiana. Quero também solicitar entrada das emendas nº 1 e nº 2 ao PL nº 09; uma questão de adequar conversando com o secretário mundo com a Silvana e com o vereador Broilo para conseguirmos colocar na prática o projeto da lista dos medicamentos. Bom, essa noite eu queria falar de outros temas tem tanta coisa que aconteceu nesses últimos dias, mas vamos falar um pouquinho vamos fazer um registro não fotográfico que não foi adiante a câmera por quê? Tudo na vida é questão de prioridades e é momento. No momento que a gente vê a cidade titubeando e a gente ver diversos problemas, falta de iluminação, muitos pontos onde fica a cidade não apresenta uma questão estética plausível e equiparável ao próprio fomento do turismo e da para citar um caso que vai acontecer. Dia 7 nós teremos a abertura da Fenakiwi e nós precisamos sim um banho de cidade, refazer ajustar algumas questões então sugiro aqui que se contrate terceirizados para dar literalmente uma agilidade e melhorar porque em muitos pontos qual que vai ser a visão que o turista vai ficar da cidade de Farroupilha? Fica o questionamento. E sim foi através de uma denuncia de uma pesquisa deste vereador no portal da transparência em entrevista a uma emissora local e na qual foi cancelado; houve uma tentativa de explicar só que houve sim uma cobrança popular gigantesca e acabou se voltando atrás, cancelando, não efetuando a compra. E aí fica um questionamento o gabinete compartilhado tá dando problemas um autoriza o outro cancela. Mas há mais mistérios que estão pairando no ar e mais questões que iremos verificar in loco nos próximos dias. Eu de verdade sem demérito algum eu não gostaria de vir falar desse tema nessa noite eu queria estar falando sobre outras coisas, mas mais de dois meses que venho recebendo diversas mensagens o vereador Roque também recebeu o Amarante que estava acontecendo que a secretaria de educação no período do trabalho estava praticando esportes. É algo perplexo né quando a gente pensa numa secretaria gigantesca uma secretaria que tem uma demanda enorme e a gente recebe essas denúncias, mas não adianta jogar ao leu não adianta vir aqui dizer eu acho eu acho eu acho eu acho. Mas acompanhamos passou um dia mandaram olha soube que tu não foi vocês não foram, tal dia ela não foi, oh é tal lugar, era das 10 horas às 11 horas agora mudou o horário. Então durante esse período recebia mensagem toda semana: tá vocês vão não ver? Tá errado. Depois de tanto tempo hoje nós decidimos in loco vereador Roque, meu colega vereador advogado Roque, vereador Amarante nós fomos até o dito-cujo do local no horário e chegando lá, Rose bota a foto para nós por gentileza, chegando lá onze e vinte e poucos da manhã e pouco da manhã inclusive eu fiz foi feita essa foto com um aplicativo que pega o local que pega o endereço que pega o dia e que pega o horário. Chegamos lá antes das 11h20min e flagramos lá então a nossa secretária praticando esporte. É de suma importância né, mas em outros horários né, o exercício o esporte ele faz bem para saúde. Mas eu aqui não quero vim simplesmente dizer que ela tá certa que ela tá errada; quem sabe ela estava num horário de folga num horário de almoço ou até mesmo compensando algumas horas que é feita da carga horária ou propriamente dito poderia também estar fazendo atividade de uma forma corriqueira e errada. E aqui eu quero fazer uma analogia a uma criança quando ela é não é repreendida pelos pais e ela diz para os amigos dela “ah não vai dar nada”. No dia seguinte vai lá reproduz a mesma coisa não vai dar nada e a gente tem visto e observado e acompanhado diversos exercícios diversas atividades repetitivas. Será que não vai dar nada? Fica a interrogação. Esse assunto é um assunto que nos remete a questão da velha política onde que se tenta dar um jeitinho brasileiro para cercear algumas questões para não ser levadas para não trabalhar com seriedade e afastar as pessoas que pensam diferente. Então fica aqui uma reflexão fica aqui uma fala, algumas menções deste vereador sobre a temática. Mas eu vou falar ainda sobre a educação. Muitas reclamações eu tenho recebido há muitos e há muito muito tempo de diversas escolas municipais seja escolas EMEIS dos anjos seja escola das séries finais até o 9º ano. Um certo medo um certo temor um certo pavor de se opor a algumas coisas de não concordar e isso literalmente é uma política autoritária. O quê que é uma política autoritária? É uma política adotada embasada numa verdade absoluta e quando oposto questiona essa obediência ou o fato ocorre questões de afastamento de perseguições, coisas que causam estranheza e medo. E sim a rede municipal nunca teve tão amedrontada como está agora por isso que eu disse que não queria falar isso. Eu estive acompanhando a rede no governo passado, governo Claiton/Pedrozo, secretária Elaine depois secretário Vinícius na qual estive um curto período, uns dois meses nem isso como secretário adjunto, que onde que ouvia uma rede humanizada uma rede que pregava o bem-estar daqueles professores, o bem-estar; se fazia tudo que podia e aos poucos a gente vê que algumas coisas ficaram no passado e não foram levadas adiantes. Vou citar o NATFar inclusive em 2015 foi premiado pela FAMURS como um dos grandes prêmios voltados a formação a capacitação de professores pela amplitude, formando/trabalhando com a questão tecnológica. Inclusive uma das questões que ajudam o desenvolvimento e a formação de uma aula expositiva dialogada melhor de uma aula tecnológica é a formação continuada. Uma das disciplinas que eu cursei de mestrado na Universidade Federal do Rio Grande do Sul politicas públicas educacionais nós produzimos um artigo sobre formação continuada dos professores e eu fico triste porque isso foi por água abaixo. Se desativou uma sala equipada uma sala acolhedora aconchegante e onde que você botou o NATFar? No porão do anexo do Museu Casa de Pedra. Primeiro de uma forma irregular haja vista que aquela emenda parlamentar de R$ 250.000,00 do deputado, não lembro se ele é ou foi, Renato Molling para finalidades do museu; literalmente só tá existindo. Então não foi utilizado por uma finalidade ora por outra. E isso fica e se deixa a desejar. Sexta-feira vereador advogado Roque o senhor destes uma entrevista que lhe chegou diversas denúncias de falta de papel higiênico/materiais de limpeza, vereador Amarante também e eu também. Pois bem, na hora houve quase um pingue-pongue vereador Sandro então o Roque falou a secretária falou final do dia as escolas que estavam sem papel higiênico aconteceu um milagre apareceu papel higiênico. Mas além do papel higiênico apareceu um bilhetinho que foi mandado para todos os pais em algumas escolas amedrontando não só os professores, mas também os pais que denunciaram que procuraram os vereadores da oposição. Cedo um aparte vereador Roque para contribuir. Doutora Eleonora um aparte para o vereador Roque.

VER. ROQUE SEVERGNINI: uma das prerrogativas do vereador é fiscalizar receber denúncias e preservar as fontes da denúncia porque o vereador aqui fala em nome daqueles que não tem voz. Essa atitude da secretaria de educação de amedrontar diretores, professores, serventes e funcionários passa todos os limites ultrapassa todos os limites do bom senso. Estão aqui as informações e não irei repassar para preservar as fontes, mas estão aqui, poderei entregar ao ministério público se assim a secretaria desejar e continuar sendo ousada em desafiar a inteligência das pessoas. Ir para Miami, ir jogar beach tennis, ameaçar professores, ameaçar servidores, botando os seus representantes dentro das escolas como investigadores ao invés de resolver o problema; querem calar aqueles que denunciam o problema existente. Obrigado vereador Juliano.

VER. JULIANO BAUMGARTEN: Obrigado vereador Roque pelo aparte. E sim eu inclusive gostaria de reproduzir um dos áudios na qual eu recebi na sexta-feira após a entrevista do meu colega vereador advogado Roque só que por preservar a fonte eu não vou reproduzir esse áudio, porque o áudio o teor era assim “faz uma semana que estamos sem papel higiênico e os detergentes que estamos utilizando para lavar as louças nós fizemos uma vaquinha e compramos”. Eu nunca tinha visto isso aqui. Eu nunca tinha visto isso. Literalmente tá faltando muitas coisas: gestão/equilíbrio/controle/organização. Mas o que me estranha como eu falei aquela vez das roupas dos agentes da saúde em poucos dias apareceram as roupas dos agentes de endemia os agentes de saúde; será que está se fazendo uma economia de roupas uma economia de papel higiênico/de produtos de limpeza? É triste de verdade porque precisamos tratar com seriedade, seriedade. E quando a gente fala da educação tem que atender o básico e no momento que alguém trabalha com receio com ameaças questões com questões inerentes a sua expressão de liberdade ser cerceada não tem como trabalhar, a mordaça acabou ou será que a prefeitura tem um órgão de inteligência que fica monitorando quem pensa diferente. Pensar plural pensar faz parte do exercício da democracia e não é porque eu penso diferente que eu vou ameaçar alguém eu vou dizer não peraí tu tá errado ou tu tá certo. Então a minha fala é nesse tom e a nessa linha nós precisamos um pouco mais de seriedade e um atendimento aos nossos professores/professoras, serventes, funcionários com dedicação com atenção. Têm questões internas que podem melhorar? Pode. Tem que buscar ninguém duvida da capacidade de quem lá está só que duvidam da nossa capacidade do lado de cá. Era essa minha manifestação senhora presidente. e estamos vigilantes.

PRES. ELEONORA BROILO: (FALHA NO AUDIO); abre mão. Republicanos? Fará uso o vereador Tiago Ilha.

VER. TIAGO ILHA: senhora presidente, colegas vereadores, vereadoras, as pessoas da Casa, as pessoas que nos acompanham nas suas casas, hoje eu quero compartilhar algumas boas notícias. E a primeira delas é um trabalho que vem me surpreendendo e eu ocupei sempre essa tribuna no intuito de colaborar e ajudar, e não só mesmo de cobrar como muito já fiz, mas também de reconhecer quando as coisas acontecem. Hoje eu queria fazer dois reconhecimentos e o primeiro dele vai ao encontro ao que tenho observado de trabalho do nosso vice-prefeito Jonas Tomazini que enquanto teve prefeito, fomos colegas aqui na Casa na outra legislatura debatemos e divergimos e concordamos e convergimos muitas vezes sobre as ideias e pautas da nossa cidade, mas ele tem demonstrado realizar posturas que tem me agradado e tenho percebido que tem agradado principalmente a comunidade tradicionalista. Uma delas é o seu comparecimento em todos os eventos tradicionalistas que teve nos últimos dois anos, o vice-prefeito que investido muitas vezes até mesmo na função de prefeito esteve muitas vezes levando o seu reconhecimento à comunidade tradicionalista; não só levando o seu reconhecimento como nas suas manifestações demonstrando a sua preocupação haja vista o exemplo que eu vou contar para vocês agora. Nós conseguimos junto com o nosso deputado Carlos Gomes uma emenda para fazer o parque de rodeios tão sonhado, a volta do rodeio crioulo de Farroupilha. Nós estávamos trabalhando isso em conjunto com a gauchada e agora desde o momento em que nós chegamos e esse assunto que de outrora estava parado que chegou às mãos do prefeito muitas vezes Jonas Tomazini com respeito e habilidade ele foi levando essa construção e muitas vezes trabalhando diariamente junto com o nosso gabinete para que antes do período eleitoral pudéssemos ter a verba liberada. E olha notícia de hoje que no dia já está no edital a partir do dia primeiro deste mês o recurso para iniciar o parque rodeio está liberado. Fizemos um trabalho conjunto lá com o gabinete do deputado que pela vigência da lei eleitoral tínhamos poucos dias para conseguir essa liberação e nós conseguimos, um trabalho conjunto da prefeitura o gabinete o deputado o nosso gabinete e hoje eu tive essa notícia né confirmada lá pela pelo Ministério e já compartilhei isso com a gauchada. Então agora a licitação tá pronto o dinheiro tá pronto e liberado só falta a iniciar a obra; então nós vamos ter a obra iniciada inclusive durante o período eleitoral. Também fizemos um encontro aqui no nosso município com o deputado Carlos Gomes que garantiu já o recurso da continuidade dessa obra para que assim que termine essa a gente já emende uma segunda emenda de um valor aproximado de R$ 300.000,00 para dar continuidade. E esse parque de rodeios que eu defendo não é só mesmo para as manifestações culturais do tradicionalismo, vai servir para o encontro do agronegócio Mauricio vai poder servir para vários; hoje a festa da uva é um exemplo nato disso a cancha de rodeios que outrora recebe o tiro de laço é feito as maiores shows da região e do estado, é feito encontros dos mais diversos setores, é movimentado a economia das mais diferentes formas. É esse o parque que eu acredito que é um parque, aliás, é assim que está escrito né um parque multieventos que poderá também agregar o rodeio crioulo que tem uma importância fundamental, histórica, social e econômica. Então é possível ser reconhecido. Mas o que mais me tirou o chapéu na condução do vice-prefeito foi o cancelamento da compra da tal máquina fotográfica né que estava no edital por trinta e poucos mil reais é isso? E que depois de dado ordem a responsável pela pelo pela comunicação não sei se é do prefeito da prefeitura do gabinete ciência do prefeito para prefeitura do gabinete não sei bem a função ela esteve na imprensa e ela falou que defendeu a compra da referida máquina e que só tinha aquela para comprar não entendi muito a defesa né que era importante porque a foto saia melhor. E hoje eu vou discordar disso né todo e qualquer nossos telefones tem uma boa capacidade de fazer foto com ótima qualidade, eu falo isso como empresário e empreendedor, o que vocês veem na internet dos nossos trabalhos de foto e vídeo é feito com o meu celular né que hoje, aliás, com o meu celular com o celular dos vendedores com celular muitas vezes do próprio fornecedor que vem lá e nos ajuda a fazer né Isso não tem nada a ver com a questão de que não precisa ter uma máquina de qualidade. Mas no momento que a gente precisa investir em prioridades eu acho que é necessário sim porque vou dar um exemplo do que eu sofri na carne. Quando fui secretário do meio ambiente obviamente que responsável como secretário por todo o patrimônio da secretaria um belo dia constatei pelos meus subordinados que não estava mais o tal drone da prefeitura que foi pago Lago uma fortuna na época para comprar pelo antigo secretário que até hoje não tem solução do tal drone. Fizemos a sindicância primeiro fato registrei na polícia como secretário que eu podia fazer na época, pedir uma sindicância no mesmo minuto que eu fiquei sabendo da falta do drone e ele estava lá dentro da prefeitura. Obviamente que ele foi imagino que roubado por ter um alto valor agregado. E o município demonstrou naquele momento que não tem segurança para cuidar de patrimônios de alto vulto e ainda mais de ordem tecnológica que hoje quando desmancha vira em tudo. Porque hoje mesmo com a geolocalização que todos os drones têm nós a primeira coisa que fizemos é falar com o fabricante e pedir a geolocalização. Não tinha movimentação nenhuma por que obviamente eu devo ter imaginado que deve estar virado em peça tão rápido quanto foi sumido né. Até o presente momento a gente sofre com essa angustia. Não estou dizendo que seria feita assim com a máquina eu tô dizendo que a gente encontra maneiras melhores de fazer isso com pouco recurso né é isso que eu tô dizendo. E se o município não tem nem a capacidade de cuidar do seu patrimônio, eu não sei como é agora na prefeitura vereador Tadeu, mas na época nem as câmeras que nós pedimos para que mostrasse as imagens nem todas estavam funcionando. Não sei se hoje todos estão funcionando né, até onde eu tinha conhecimento a prefeitura tem um guarda a noite inteira como é que ninguém viu ninguém sabe né. É difícil. Então é um patrimônio público é dinheiro público. E a mesma coisa a coragem que o vice-prefeito teve quando estava de prefeito porque vocês imaginam senhores o vice-prefeito tomou essa decisão contra o prefeito, revogou uma licitação mesmo sabendo ele que dias depois ele, o vice-prefeito, a hora que volta o prefeito ele tem que ficar no cantinho dele lá e não pode falar muita coisa. Ele teve coragem de ver que estava demais a situação mesmo com a defesa da imediata do setor foi logo depois do assunto defender a compra e ele horas depois tomou a decisão contra o prefeito de cancelar a compra da dita máquina. Então a gente precisa reconhecer quando os exemplos são positivos. Eu tô aqui fazendo esse reconhecimento então o prefeito Jonas Tomazini foi o responsável pelo cancelamento da compra da máquina essa é a verdade é só olhar aí o que está aí as ordens aqui e dali que foram feitas. Então isso faz com que a gente demonstre que muitas vezes a gente precisa ter a capacidade de concordar Bellaver e também de discordar, se a coisa não vai também não precisa morrer abraçada em ninguém nós temos que ter a capacidade de que se a coisa está certa a gente apoia e se a coisa não andou bem a gente tem que dizer “tchê não andou bem vamos melhorar” a gente precisa fazer isso. Vereador Sandro nós estivemos juntos num governo que muitas vezes nós vereadores concordávamos e discordávamos, e muitas vezes a gente era massacrado por isso por pensar diferente. E hoje eu quero aproveitar essa minha fala para fazer uma analogia sobre o que eu acredito até porque como eu já deixei público vou dar uma oportunidade justa para que o nosso suplente de vereador Paulo Telles possa nos próximos dias assumir essa Casa por merecimento né, não por generosidade deste vereador e sim por merecimento. Porque acredito que a política precisa ter novas lideranças e o Paulo tem demonstrado isso e vai assumir com maestria essa cadeira daqui uns dias. Mas hoje numa conversa estava Chico e eu ali, vereador Roque e outros vereadores falando no final de uma reunião de comissão de um assunto que eu fui coincidentemente provocado hoje. Porque nós vivemos talvez o momento político da história desse país como a maior polarização de ideias possíveis, aliás, polarização extrema de ideias possíveis; que inclusive a gente tem uma dificuldade política de encontrar caminho do meio a gente não consegue não se viabiliza caminho do meio por que a gente fica ancorado nos extremos. E aí sempre tem uma discussão de botequim né Chico: sou de direita sou de esquerda apoio a direita apoio a esquerda. E eu nunca coloquei meu posicionamento sobre isso. Se um dia prefeito fosse eu iria exatamente procurar construir o alicerce do meu plano de governo com metade e metade; metade de partidos de esquerda metade de partidos da direita. Se prefeito fosse iria escolher metade dos meus secretários mulheres metade dos meus secretários homens porque eu acredito exatamente nisso porque se não eu ia correr o risco. Daí alguém me disse hoje quando eu falei isso, “mas isso vai ser uma bagunça desgraçada Tiago” e eu falei “aí que a gente cresce quando alguém te diz que não tá indo certo e você tenta convence-lo que ele está equivocado ou você se convence que ele está certo e muda de rumo e de caminho”. Isso sim é administrar é essa concepção é que eu acredito que um administrador deve ter. E vocês vão ver pela história recente da nossa cidade que nem sempre, aliás, história recente do nosso país, nem sempre o maior conhecimento técnico e administrativo nos garante bons governos e eu poderia aqui dar vários exemplos. Porque a gente um momento que a gente precisa entender que as os pensamentos diferentes precisam de algum momento estarem trabalhando conjuntamente e quando existirem uma batalha de ideias, eu vejo muito lá no tradição gaúcha isso, quando nós coordenávamos a Semana Farroupilha às vezes nós passávamos 3 horas para discutir uma coisa que não tinha convergência e eram brigas assim Tadeu intermináveis; e muitas vezes era naquela briga eu nós descobríamos um caminho para seguir. E muitas vezes concordando e discordando. Agora você imagina se eu lidero e eu e todo dia e olha que eu já vi essa história gente eu já vi ninguém me contou eu amanheço na prefeitura e alguém bate nas minhas costas “fulano que ótimo projeto você está fazendo ciclano que administração impecável tá todo mundo falando bem”. Tchê ninguém tem a coragem de dizer “tchê olha aqui oh desce do pedestal e faça diferente”. Porque todo mundo tem medo de ser retalhado. Muitas vezes a gente que é liderança não fala nossa opinião por um impacto político que vai causar, quando a gente dá declarações Felipe Maioli que a gente precisa ter novas lideranças nos partidos a gente cria um alvoroço na cidade. Por que isso? Porque a gente diferente. Pensar diferente é errado? Muito pelo contrário meus amigos; pensar diferente é natural é normal e é preciso. Porque quando a gente se encontra num campo de ideias divergentes é aí que tu vai encontrar o melhor caminho. E aí o finalizo trazendo um uma das passagens bíblicas pastor Davi que mais eu acredito e tenho estudado no livro de reis da Bíblia que conta a trajetória do Rei Salomão que pediu a Deus só uma coisa que lhe desse Paulo sabedoria, e ele como o governante daquele povo muitas vezes temos que tomar decisões difíceis e que eram quase impossíveis de ser tomada. Mas ele sempre permitiu que as ideias divergentes acontecessem porque ele com poder que tinha na época se ele quisesse esses problemas nem chegavam até ele. Muitos problemas naquele momento não precisavam passar por ele e ele tinha o poder e a prerrogativa da época de nem discutir nada. E hoje nós temos vivendo no algo que eu acho mais maravilhoso na política que existe, que é o que me encanta, a democracia e pensar diferente. Porque na tua casa na tua empresa quando tiver alguém que pensa diferente valorize porque essa pessoa que vai tirar da enrascada; se muitos lideres tivessem ouvido muito dessas histórias muitas histórias teriam sido escritas diferentes. Muito obrigado.

PRES. ELEONORA BROILO: Convido o PDT – partido democrático trabalhista para que faça uso da tribuna; fará uso o vereador Amarante.

VER. GILBERTO DO AMARANTE: Boa noite senhora presidente e os demais que estão aqui ainda nessa Casa e aqueles que estão nos ouvindo através das redes sociais. Aqui nessa Casa muito nós discutimos assuntos quase 98% vereadores, ou seja, assuntos alinhados com o executivo municipal alinhados com o executivo estadual e lá no último grau alinhado com o executivo federal que são questões que é debatida aqui que é trazido para essa Casa no dia a dia pelo papel do qual nós pedimos votos se elegemos. E ali a população ali atrás ali na época de eleição nos credibilizou para estar aqui como fiscal, para ser os olhos e ouvidos da população para fiscalizar os executivos, para debater as leis que vem para essa Casa, discordando ou não. Esse é o papel de nós vereadores que muitas vezes não temos como terceirizar esta responsabilidade que foi passada pela população quando nos elegeu. Assim como usando como exemplo a brigada militar trabalha na prevenção de crimes/delitos e a polícia civil trabalha após o acontecido para também fazer a investigação; e nós vereadores somos tudo ao mesmo tempo perante aos executivos em defesa da nossa população em de vez de buscar o melhor caminho o melhor investimento. Doutora Eleonora doutora Clarice que eu não sei por que vocês sempre quando a gente tá falando parece que tem aqui aquela questão do riso da e que isso que me incomoda muitas vezes como vereador, mas eu vou seguir a minha trilha aqui. Que o papel do vereador é justamente às vezes duro, tem fazer o que nós fizemos hoje de manhã vereador Roque e vereador Juliano porque houve uma denúncia houve duas houve três assim como a gente tá investigando ou este vereador pediu muitas vezes informações em relação às vagas que foram comprada em nossa município, em relação a valor que é pago pela por essas vagas que é comprada e ao mesmo tempo os valores que são gasto pelo município. Que por exemplo eu recebi uma resposta que é em torno de novecentos e poucos reais o valor de uma vaga para ensino infantil que é Pré I e Pré II numa escola pública municipal e o mesmo valor numa escola pública estadual. Mas como assim o mesmo valor? Se naquela escola estadual só tem um professor para cuidar de 25 alunos e os demais o prédio a manutenção os demais gestores daquelas escolas são do Estado como é que vai custar o mesmo valor. Isso eu recebi no pedido de informação. Então é um pedido de informação que nos provoca para avançar com outras investigações por que não cola, eu sei fazer conta de matemática 2 + 2 é 4 e não é 5. E são isso que nós às vezes recebemos com muita dúvida e a gente vai avançando, vai avançando com investigações que é normal; papel do vereador é fazer isso muitas vezes de uma forma desconfortável que volto a dizer hoje de manhã foi muito desconfortável sim, mas atendemos o apelo daqueles que confiaram em nós. Fazer o papel que temos que fazer que é investigar e cobrar do Executivo se lá estava no seu horário de trabalho se lá estava no seu horário de folga; para nós é um horário de expediente normal, de repente estava sim no horário de folga. Por outro lado o quê que eu vejo? Eu vejo que também o nosso Executivo não está presente no dia a dia de uma forma gestora, de uma forma que eu digo sendo o timoneiro de uma abertura de uma abertura de uma estrada que leva a sua equipe ao seu lado e aquele restante que vem logo atrás para seguir o que ele tá querendo o que ele está pensando em fazer e o que a população no nosso dia espera de um gestor. Porque quando essa população elege um prefeito ela elege sim para que devolva seus impostos como não cansarei de dizer nessa Casa, devolva o dinheiro que nós pagamos em serviço os quatro anos porque não é diferente das empresas e dos negócios das prestações de serviços do dia a dia em nossa cidade. Se você faz um contrato com alguém para fazer uma prestação de serviço ou então entregar um produto ou até mesmo alimentos ao restaurante para 4 anos tu não pode dizer no primeiro e no segundo ano que eu fazer olha nesse primeiro e segundo ano eu vou entregar mais ou menos, no terceiro eu vou aumentar a qualidade e a minha produtividade. Gente, o contrato é para 4 anos a entrega tem que ser no mínimo parecida os quatro anos porque senão alguma coisa está errado. E nós acumular dinheiro, por exemplo, que hoje tem mais de 60 milhões e não prestar o serviço que volto aqui dizer que nós temos todo dia serviço básico, iluminação pública, estávamos falando da ECOFAR, estávamos falando falamos aqui recentemente de buracos; uma série de coisas que está faltando serviço básico. Não estamos nem falando daquele trabalho maior que já deveria estar acontecendo porque já fazem dez anos é dois anos tá chegando aí dois anos. E quando nós se vocês vereadores lembram primeiro tinha os seis meses vocês lembram que tinham os seis meses. Ah vamos lá esperar os seis meses muito bem. E né um recado do Executivo a gente esperou esses seis meses. E como nós estivemos em na reunião que o Executivo fez com os moradores e os comerciantes aqui da Pedro Grendene na última quinta-feira e foi apresentado o projeto da obra. Vou dizer vereador Roque o senhor se saiu melhor que o Executivo lá porque pelo menos tentou esclarecer para a população de como ia funcionar a obra da Pedro Grendene porque não houve esse esclarecimento as pessoas não entendiam. Eu entendo de projetos vocês podem dizer que não entendo, mas de projeto eu trabalhei muitos anos em desenvolvimento e tecnologia. Eu não entendi o projeto não entendi mesmo Por quê? Porque vai ser feito 200 metros ali no meio da Pedro Grendene que sim vai ser feito uma obra, é necessário, vai demorar em torno de três meses e hoje não tem o projeto ainda da parte hidráulica que seria a parte da CORSAN. E tem uma previsão de se entregar essa obra ou iniciar a obra lá em setembro, mas se não tem projeto não tem a licitação ainda pronta para fazer essa parte hidráulica para depois não ter que destruir o asfalto. Assim como também não tem essa esse essa certeza com a CORSAN se ela vai fazer ou não. E nós, eu como vereador me coloquei a disposição para inclusive descer a Porto Alegre com deputados, secretários e outros para nós agilizarmos isso, mas está aí. E a outra e os outros e as outras duas etapas da Pedro Grendene que seria etapa eu calculo que se seria a etapa 1 a primeira lá na entrada da 122 depois a etapa 2 que seria essa etapa do meio que vai ser feita e depois a etapa 3; e essas outras etapas ainda não está concluído o projeto. Cedo sim vereador Roque.

PRES. ELEONORA BROILO: Aparte ao vereador Roque.

VER. ROQUE SEVERGNINI: Obrigado vereador Amarante. Não, realmente assim a primeira coisa que tem que dizer que a obra é boa é importante fazer. Mas uma obra de uma rua fazer 3 projetos 3 etapas de licitação e ir para reunião sem as informações do que será feito na parte inferior do asfalto que não tem acerto ainda com a CORSAN; não se sabe se a CORSAN não fizer a prefeitura vai fazer por conta, mas, no entanto não tem licitação ainda para fazer essa obra da parte inferior. E uma outra situação é que o prefeito Jonas falou na rádio que obra começa em julho que tá assinado o contrato, lá os secretários disseram que a obra começa em setembro e que o contrato não está assinado; uma versão de cada. O prefeito disse no rádio de uma forma e secretários disseram de outra. E um trecho único três projeto: um tá licitado e a obra está pronta para começar, enfim, e os outros dois tem que ver o projeto para licitar depois. Então eu acho que vai causar um transtorno exageradamente, vai até o final do mandato discutindo esse projeto e executando essa obra o que causaria um transtorno deveras grande. Obrigado vereador.

VER. GILBERTO DO AMARANTE: Obrigado pela contribuição vereador Roque. E para salientar este projeto que estaria teoricamente pronto e licitado tá incompleto o projeto falta uma parte né; provavelmente ele terá que licitar aquela parte que será feito antes que é o buraco ali que é enterrado na terra que depois então será feita a camada superior. Cedo sim.

PRES. ELEONORA BROILO: Aparte ao vereador Juliano.

VER. JULIANO BAUMGARTEN: Obrigado meu colega vereador Amarante. Para complementar, estivemos lá na quinta né, o que na verdade nos preocupe é a questão do próprio da estimativa do prazo da obra. Como o Roque meu colega vereador Roque disse sim a obra é propícia e tem que dar parabéns do formato que ela vai ser executada. Sabemos que terá transtornos, as da forma como estava posta ali deliberada falada gerou uma preocupação enorme nos comerciantes por quê? Existe uma previsão que dure no máximo 90 dias cada etapa: 9×3=27; 270 dias se levar isso.  Mas a gente sabe que uma obra de grande porte a própria questão das condições climáticas, a própria questão essa quando fora falado “não, mas a CORSAN não vai fazer isso”. Não, nós temos que ir para cima da CORSAN a CORSAN tem que pagar, a CORSAN deve a esse município. E depois nós ouvimos “se a CORSAN não fizer nós vamos fazer”. Como? Nós fazemos um aditivo. Não, mas o aditivo vai ser do asfalto não da tubulação.  Obrigado pelo aparte vereador.

VER. GILBERTO DO AMARANTE: Obrigado pela contribuição vereador Juliano. E claro que essa preocupação é porque ali têm muitos comerciantes e essa obra vai rodar; roda 3 meses numa primeira etapa não sei quantos meses na segunda e não se quantos meses na terceira. E a gente sabe que o impacto de poeira/sujeira sempre aquele comprador hoje no nosso dia corre-corre nós vamos aonde está mais fácil de estacionar de chegar e eu não tenho dúvida que este comerciante que ali está vai perder. Mas o quê que teria que fazer? Agilidade, ser muito ágil. E tem um ultimo item ainda voltado a projetos que tem sim uma boa equipe no planejamento eu sei que às vezes a gente interage junto com o Executivo para executar algumas coisas e a situação do cabeamento aqui em nosso município é uma das questões que estamos avançando fizemos uma nova identificamos novas ruas/várias quadras para fazer uma nova ação, já está se já estamos programando essa questão. Mas também tem a questão que veio para nós que tá vai ser terceirizado os projetos de Meio Ambiente e outra eu acho que mais um item que vai ter um custo para os cofres do município de R$ 120.000,00 só que esse item nós temos uma boa equipe da administração pública será terceirizado pela Caixa Econômica Federal. O quê que eu quero dizer com isso? Vai ser compatível os projetos da Caixa Econômica com os projetos da prefeitura até porque mesmo os projetos da Caixa Econômica vereador Roque nós soubemos disso o vereador Thiago sabe disso tem que ser aprovada pelo município. Então fica assim muitas perguntas para a nossa população de como será a gestão como um todo. Porque quando nós falamos que nós somos sim uma das melhores cidades do Brasil para se viver esta pesquisa foi feito no início do ano de 2021 e foi divulgada agora. Não vamos e não queremos retroagir. Muito obrigado senhores.

PRES. ELEONORA BROILO: Continuando convidamos agora o movimento democrático brasileiro – MDB para que faça uso da tribuna. Convido o vereador Sutilli para que assuma cadeira de presidente para que eu possa usar os quinze minutos.

VICE-PRES. EURIDES SUTILLI: A palavra está com a doutora vereadora pelo tempo de 15 minutos.

VER. ELEONORA BROILO: Obrigado presidente Sutilli. Cumprimento a todos os vereadores em nome da vereadora Clarice cumprimentando a todos. Cumprimentando também o vereador Tadeu, nosso primeiro secretário, e cumprimentando as pessoas que ainda estão nos acompanhando, meu marido que chegou não faz muito tempo e obviamente cumprimentando também todos todo o pessoal que está aqui nos acompanhando. O Leandro Adamatti, o Bruxel, se tem mais alguém ah o Zé Theodoro é que daqui não enxergo, o Zé Theodoro, cumprimento a todos da imprensa. Bem, têm vários assuntos que me trazem aqui porque deveria ser o Marcelo Broilo, líder do governo, que estaria aqui, mas como ele está bem doente então como a mim hoje às vezes do vereador. Primeiro lugar de tudo eu queria dizer uma coisa, primeiro quero parabenizar o vereador Calebe pelo pedido que ele fez do transporte para doadores de sangue. Parabéns, parabéns mesmo por esse pedido, isto sim é algo que traz um crescimento e um benefício a nossa comunidade. Parabéns. Bom, eu gostaria também de dizer que nós vivemos numa democracia e isso eu já tenho dito várias vezes e se eu quiser olhar para a vereadora Clarice ou para qualquer outro vereador e sorrir para eles eu vou fazê-lo. A gente movimenta apenas 17 músculos para sorrir e 43 para franzir a testa e a gente gasta muito menos energia e não estou mais em idade para gasto de energia assim. Então viva o sorriso e eu vou continuar sorrindo. Fora isso, vamos às outras coisas agora. Eu vou ler para vocês que em primeiro eu quero falar uma coisa eu não pude deixar de pensar enquanto eu ouvia o vereador Juliano falando na Surdolimpíadas na história do cal né; enquanto eu ouvia eu pensava Meu Deus quanta discriminação com a Surdolimpíada né puxa vida, aí eu pensei que eu devia chamar à atenção todas as pessoas com deficiência auditiva para elas pensarem no que foi dito aqui porque afinal de contas é uma discriminação. É uma discriminação que foi feita sim com a Surdolimpíada porque eu tenho certeza que se fosse qualquer outra olimpíadas talvez não tivesse acontecido isso, mas afinal era uma surdolimpíadas né e as pessoas não podiam se expressar. As pessoas que estavam participando não podiam se expressar então ficou o dito pelo não dito o feito pelo não feito né. Bom, era só isso que queria dizer. Fora isso nesses 545 dias nós temos obras concluídas obras que foram entregues e obras que estão em conclusão. Eu vou ter que ler isso ficaria para o vereador Marcelo, mas eu vou ter que ler. Vamos começar: pavimentação da Igreja Evangélica Rua Quatorze de Julho e Rua Ludovico Merlin; construção de 25 gavetas no cemitério municipal de Nova Vicenza. Ah, antes eu quero dizer que eu participei não só eu como outros vereadores participamos na quinta-feira da inauguração do método Bobath para o SUS; é a primeira cidade do Rio Grande do Sul e uma das primeiras do Brasil a ter o método Bobath oferecido para pacientes do SUS. Porque antes este método ele acabava sendo judicializado né àqueles que conseguiam chegar a esta finalidade, a maioria não conseguia. Então eu tenho que parabenizar o Executivo por pensar nas pessoas em primeiro lugar. E também no ônibus né que é uma teteia, o ônibus ele vai fazer novamente consultórios né no interior com o mais saúde e vai novamente então levar saúde integração com a comunidade novamente para o interior porque nós não temos isso e se não me engano desde 2008 talvez? 2008, acho que não sei, eu não vou afirmar porque não tenho certeza. Continuando: construção de 72 gavetas no cemitério municipal; ciclovia Rua Papa João XXIII – bairro São José; pavimentação Rua Santiago e Antônio Grendene; 3 praças recreativas, esportivas e de lazer nos bairros Imigrantes, Industrial e comunidade Nova Sardenha; calçamento na Rua Esteio – bairro Santa Catarina, Rua Emilio Fetter – bairro Bela Vista, Rua Oscar Bertholdo – bairro Santa Catarina, Rua Vitório Dal Monte – bairro Vicentina, Rua Flores da Cunha – bairro Imigrante, Rua Geoachino Silvestrin – bairro Imigrante; tubulações: Rua Heitor Fontanella – bairro América, Rua São Jerônimo – bairro Pio X, Rua Paulo Tartarotti – bairro Farrapos, Rua Vêneto – bairro Santa Rita; asfaltos: Linha Caravageto, Linha 80, Linha 47, Linha 47 de novo, (INAUDIVEL) Linha 30, Linha Assunta, Linha Jacinto, Linha São João, Linha Rio Branco, Linha Jacinto de novo, Linha Sertorina, Linha Jacinto e recapeamento da Rua São Vicente. As obras que foram entregues: entrega da pavimentação das Ruas 14 de julho e Ludovico Merlin no bairro São Luiz, entrega de obras de asfaltamento na comunidade de Caravageto. Eu não estou lendo a extensão tá porque ia ficar enfadonho. Entrega de obra de asfaltamento na comunidade da Linha Jacinto, entrega de obra de asfaltamento na comunidade de Linha Assunta, entrega de reforma e ampliação da Escola Zelinda Rodolfo Pessin, entrega de ampliação da Escola José Chesini, recapeamento da Rua São Vicente, Linha 80, Linha Jacinto, Linha São João, Linha Rio Branco, Avenida das Indústrias, inaugurada 8ª etapa da pista de caminhada para Caravaggio e as obras em execução: creche do bairro Monte Pasqual, pista de atletismo e reforma do Parque Cinquentenário, quadra poliesportiva do bairro América, pavimentação asfáltica da Linha Palmeiro, pista de caminhada de Caravaggio 9ª etapa, melhorias nos acessos do bairro São José e São Francisco, reforma e ampliação do anexo 3, reforma do anexo 2, reforma do centro administrativo, pavimentação da Rua Vitor Roque Barbiere em Nova Milano, implantação do Food Park, pavilhão do agricultor 1ª etapa, construção de guaritas e cobertura da UPA, pavimentação da Rua Lucindo Lodi 1ª etapa, creche no bairro Primeiro de Maio, ciclovia de acesso no bairro São José, cercamento da escola de Nova Sardenha, reforma do quartel do corpo de bombeiros, pavilhão do agricultor, parque de rodeios e fechamento de quadra poliesportiva da Escola Municipal Ângelo Chiele. Bem, então nós temos muita coisa boa acontecendo muita coisa boa que vai acontecer. Claro.

VICE-PRES. EURIDES SUTILLI: Um aparte para o vereador Felipe.

VER. FELIPE MAIOLI: Todas essas obras realizadas, é uma pergunta que eu tenho, em 545 dias.

VER. ELEONORA BROILO: Posso responder?

VICE-PRES. EURIDES SUTILLI: Com certeza.

VER. ELEONORA BROILO: Sim. Essas obras todas foram realizadas no período de 545 dias tá.

VER. FELIPE MAIOLI: Muito obrigado

VER. ELEONORA BROILO: Bem, então eu acho que na realidade é bem mais fácil a gente criticar, criticar e criticar; mas eu tenho comigo que construir é melhor do que destruir. Sim, nós somos vereadores e temos que ficar de olho concordo plenamente. Somos vereadores temos de honrar a cadeira que nós sentamos temos de honrar os eleitores que confiaram na gente. Isso não inclui a destruição de imagens pessoais, mas, mas vamos avante. Eu não vou me manifestar sobre a questão da máquina fotográfica porque eu tenho a minha opinião e ela com certeza vai de encontro não ao encontro de; de encontrar a maioria das pessoas que já falaram aqui. Então isso eu vou ficar eu vou me reservar o direito de não me manifestar. Quanto a todas as outras manifestações hoje né contra o governo e neste momento eu digo contra nós porque nós todos aqui fazemos parte fazemos parte… Tem alguém com dor de barriga. Então todos nós aqui fazemos parte de uma maneira ou deste governo. Todos nós. Então quero dizer que sempre precisamos ouvir os dois lados da questão nunca um só. E de novo vou repetir o que já disse construir senhores nunca destruir. Obrigado.

VICE-PRES. EURIDES SUTILLI: convido a vereadora doutora Eleonora para assumir seu posto de presidente dessa Casa.

PRES. ELEONORA BROILO: voltando a minha cadeira cativa. Encerramos ao espaço destinado ao grande expediente e passamos ao espaço destinado ao pequeno expediente.

 

 

PEQUENO EXPEDIENTE

 

PRES. ELEONORA BROILO: A palavra está à disposição dos senhores vereadores. Vereador Roque solicitou a palavra.

VER. ROQUE SEVERGNINI: Faço uso da palavra porque a vereadora Eleonora usa o grande expediente e meio que dá uma lição em todo mundo de moral de como se deve se comportar na Casa. Acabei de receber uma mensagem que saiu no áudio que quando o vereador Juliano estava falando vossa excelência dizia “agora eu mereço ir para o céu” ironizando o verador aqui. Está aqui vamos olhar os áudios os vídeos da Casa e a senhora vai encontrar. Então assim oh faça a reflexão. Quanto às obras doutora Eleonora ninguém desconhece que o governo está terminando fazendas obras, mas reconhecer que foram todas iniciados no nosso governo e ficou dinheiro em caixa lhe daria a grandeza necessária e o recibo para constatar a veracidade dos fatos que vossa excelência afirma no expediente desse poder legislativo; mas assim não reconhecendo pouca credibilidade se tem o discurso feito e palavras ao vento todas. De todas as obras que vossa excelência levantou aqui destaco 3 que são genuinamente de vosso governo: as gaveta do cemitério, ônibus do interior que é uma boa e Avenida das Indústrias; as demais, todas doutora Eleonora, todas são obras a maioria delas inclusive licitadas com recurso em caixa projeto pronto e infelizmente tem umas que ainda estão por concluir como é o caso da estrada para linha Palmeiro né vereador Amarante, com é o caso do asfalto aqui do São José que estão fazendo a terceira pista da VRS-813 uma emenda do deputado federal Paulo Pimenta que o prefeito Feltrin fez uma postagem e eu comentei no vídeo dele falando que essa obra era emenda do deputado federal Paulo Pimenta e elogiei a atitude dele iniciar. Ele não só excluiu meu comentário como me bloqueou no Face; é um democrata é um democrata nota-se. Então é um governo que tem dificuldade de reconhecer obras que os outros iniciaram e nós estamos aqui dizendo que nós iniciamos e esse governo está concluindo; daqui uns dias começarão obras desse governo. Então meu caro vereador professor Felipe Maioli são 590 dias, parece que é isso né, de obras que estão sendo dado continuidade então essa reflexão precisa ser feita, precisa reconhecer as obras do outro governo. Não são eles e nós doutora Eleonora, somos nós. Esses dias vossa excelência se referiu aos nossos também estão convidados como que nós não fizemos parte do governo, aliás, do poder legislativo. Como diria Senador Pedro Simon “o cachimbo entorta a boca”. Nós precisamos mudar as ideias e a prática também. Achar querer condenar o que o vereador Juliano falou e dizer que ele tá querendo discriminar a Surdolimpíadas para justificar um erro da administração municipal é igual atribuir que os nordestinos não são gente sérias. Não estamos misturando não o cachimbo entorta a boca, o cachimbo entorta a boca. Dizer que… Quer um aparte doutora Eleonora?

PRES. ELEONORA BROILO: Não, muito obrigado.

VER. ROQUE SEVERGNINI: Dizer que fazer obras em outro município justifica por conta das Surdolimpíadas não, inclusive houveram dividas que foram deixadas por aí. Então alto lá dois erros não vão fazer um acerto nunca, dois erros não farão um acerto nunca. Nós sempre dissemos e continuaremos dizendo que torcemos para que esse governo vá bem. Que o prefeito Jonas o prefeito Feltrin, enfim, que faça um grande mandato. Nós o primeiro voto aqui para presidente da Câmara votamos unanimidade, aliás, só com voto contrário do vereador Juliano no vereador Tadeu. Nós dissemos aqui que tinha que respeitar os primeiros 100 dias, nós dissemos que tinha que respeitar os primeiros 6 meses, nós dissemos que tinha que respeitar o primeiro ano e continuamos respeitando, mas vamos cobrar atitude vamos cobrar obras. Nós trouxemos emenda aqui oh do deputado federal Heitor que tá liberado empenhado no caixa da prefeitura e não conseguem fazer o projeto para iniciar obras lá na colônia Maurício para fazer asfalto. Lamentamos isso lamentamos profundamente e hipotecamos aqui o nosso desejo que esse governo dê certo, mas que para dar certo precisa mudar as atitudes. A máquina fotográfica foi uma das atitudes que nós elogiamos o Jonas Tomazini, o prefeito, que revogou o ato do prefeito titular e ora que o Jonas estava como prefeito em exercício.

PRES. ELEONORA BROILO: Vereador Juliano.

VER. JULIANO BAUMGARTEN: senhora presidente, já que a senhora citastes e agiu de má fé com a minha… Por gentileza som Rose. Foi. Bom doutora Eleonora já que a senhora me citaste e agiu de uma má fé e de uma leviandade gigantesca outrora não me calaria. No momento em que eu questiono um ato estapafúrdio ridículo de um governo destrambelhado que via com 5 servidores parados na rodovia na qual poderia ter acontecido um ato pior, um acidente e um deles ter vindo a óbito ou alguma fratura; cinco pessoas para entregar um galão e aí agora a senhora vem querer tecer impregnar a esse vereador a condição de preconceituoso. Tentar criar uma pecha em cima de mim. Não, aqui não, não existe isso. No passado alguém já fez algumas falas e se a gente colocar aqui no tio Google aparece aqui no UOL no Gaúcha ZH que repercutiu por todo o Brasil deste lado dentro deste parlamento.  E ora agora quer vir aqui pregar moral de cuecas só um pouquinho vamos dar uma segurada. Não precisava isso, o silêncio compensaria no restante da sua fala. Mas assim queira quer que eu leia as matérias para fazer uma memória uma lembrança ou ela é só seletiva. Eu em nenhum momento eu tentei dizer o fulano é isso o fulano é aquilo inclusive se pegarem nos anais dessa Casa vocês verão que quando eu fui visitar o vereador Felipe Gremelmaier do MDB vereador Felipe Maioli quando conversamos sobre a Surdolimpíadas e ele me falava da pomposidade inclusive um dia visitei, eu mais um amigo meu particular, com meu carro o na época então presidente da Surdolimpíadas eu fiquei fascinado; movimento da economia fomento do turismo desenvolvimento da cidade aquecer a economia. Não, não, não dá desse jeito, nós temos que falar com seriedade e manter o caráter. Não vou admitir isso aqui de jeito nenhum. Não pode ser verdade. Temos que respeitar seja um PCD seja um africano seja qualquer etnia qualquer grupo qualquer raça qualquer credo, mas não aqui vir querer criar uma pecha numa fala infeliz e horrorosa em cima desse vereador. Não me calarei até meus últimos dias de vida, não me calarei e não me incumbirei diante das injustiças sociais que perduram nesse país e aqui dentro deste parlamento. Mas como eu sou vereador e eu estou preocupado em resolver os problemas da cidade Rose vamos colocar mais uns problemas para resolver. É que é difícil defender. Posar para a foto com a câmera fotográfica dos outros é uma maravilha. Rose coloca lá vamos colocar do cemitério. O cemitério olha a situação que tá vereador Tadeu, sei que o senhor tem uma ligação. Primeiro bota o tumulo lá os caixões lá os restos cadavéricos lá empostos; não foi incinerado não foi recolhido o lixo. E o respeito? Olha ali um lixão. Agora eu associei o lixão que o vereador que o ex-vice-prefeito Tartarotti falou. Um ali no cemitério do Nova Vicenza. Pode passar as outras fotos ali na naquela da estradinha principal. Pavimentação: faz quase quatro meses que iniciaram uma obra, volta à foto Rose, e não conseguiram acabar; ganharam os paralelepípedos de uma empresa aqui da cidade, que legal, parabéns para a empresa, só que o quê que acontece. Não conseguiram executar. Seguidamente tem os vizinhos batendo na porta da minha casa eu vou começar passar o contato para o quê? Está infiltrando água nas capelinhas dos túmulos. E aí eu conversei com o responsável ele teve a cara de pau de dizer que tinha que esperar o sol, vai esperar mais uma seca. Incompetentes. Aí em vez de tentar ajudar isso aqui vem querer me acusar vem querer criar uma pecha. Não vou me calar. Era essa minha manifestação nesse momento.

PRES. ELEONORA BROILO: A palavra continua… Felipe.

VER. FELIPE MAIOLI: bom, para dar o contraponto a esses ânimos que estão exaltados vamos ir vamos partir para uma outra veia um outro viés. Primeiramente quero parabenizar ao trabalho realizado pelo Jorge do jornal Farroupilha que está aqui nos prestigiando, em nome do Jorge quero parabenizar a todos que estão presentes. Jorge eu vim preparado para usar o meu espaço no grande expediente, mas a doutora Eleonora usou com grande propriedade e atendendo, atendendo não, não é atendendo para alegria de algumas pessoas que disseram que existe vereador só para ler poemas algum tempo atrás nas redes sociais estou eu aqui para ler mais uma crônica uma que está escrita em nosso jornal O Informante e saiu na última sexta-feira dia 1º de julho de 2022. Parabéns Jorge, parabéns pelo teu trabalho a frente desse jornal. Nossa gente em movimento por Patrícia Peroni. Cada um poderá interpretar esse texto da como achar melhor, achei extremamente interessante e vem a calhar com alguns acontecimentos que acontecem durante nosso dia a dia na nossa sociedade, enfim. ‘Um fazendeiro colecionava cavalos e só faltava um de determinada raça; um dia ele descobriu que o seu vizinho tinha esse determinado cavalo’. Eu falei o Informante? Desculpa, desculpa, é O Farroupilha. Me passei pela emoção. Os ânimos extremamente exaltados e a tua presença me fez errar. Parabéns Jorge pelo jornal O Farroupilha. ‘Um fazendeiro colecionava cavalos e só faltava um de determinada raça. Um dia ele descobriu que o seu vizinho tinha esse determinado cavalo. Assim ele atazanou seu vizinho até conseguir compra-lo. Um mês depois o cavalo adoeceu e ele chamou o veterinário. “bem, seu cavalo está com uma virose é preciso tomar esse medicamento durante três dias, no terceiro dia eu retornarei e caso ele não esteja melhor será necessário sacrificá-lo”. Neste momento o porco escutava toda a conversa. No dia seguinte deram o medicamento e foram embora. O porco se aproximou do cavalo e disse “força meu amigo levanta dai senão você será sacrificado”. No dia seguinte deram o medicamento e foram embora. O porco se aproximou do cavalo disse “vamos lá amigão levanta-se senão você vai morrer, vamos lá eu te ajudo e levanta”. No terceiro dia deram o medicamento e o veterinário disse “infelizmente vamos ter que sacrificá-lo amanhã, pois a virose pode contaminar os outros cavalos”. Quando foram embora o porco se aproximou do cavalo e disse “vamos cara se levanta tô aqui pra te ajudar vamos força levanta; fantástico, corre, corre mais rápido, vamos campeão”. Então de repente o dono chegou viu o cavalo correndo no campo e gritou “milagre o cavalo melhorou isso merece uma festa vamos matar o porco”. E isso acontece com frequência no ambiente de trabalho ou em ambientes por aí. Ninguém percebe quem é o funcionário que tem o mérito pelo sucesso. Saber viver sem tem reconhecimento é uma arte. Se algum dia alguém lhe disser que seu trabalho não é o de um profissional lembra-se amadores construíram a Arca de Noé e profissionais construíram o Titanic’. Procure. Serve para todos que estão nos assistindo aí não sou ninguém para ficar dando conselho, mas procure ser uma pessoa de valor em vez de uma pessoa de sucesso. Autoria desconhecida. Esse texto foi escrito então por quem passou ele ao jornal O Farroupilha, foi Patrícia Peroni. Parabéns. E doutora Clarice que bom ver vocês felizes conversando durante a minha fala, para mim é tranquilo porque eu acho que se estamos tranquilo coração são mente sã isso não faz diferença nenhuma o mais importante é que estamos fazendo o nosso melhor trabalho. obrigado pelo espaço.

PRES. ELEONORA BROILO: A palavra continua à disposição dos senhores vereadores. Vereador Amarante.

VER. GILBERTO DO AMARANTE: Boa noite mais uma vez aos que ainda se encontram aqui o Joel, Jorge antes não tinha falado, Zé Theodoro, Adamatti, toda nossa imprensa. Queria dizer Felipe: parabéns. Eu acho que foi muito boa tua leitura o teu texto e quero dizer que me encaixo nela; por mais que de repente não seja 100%, mas eu me encaixo nela. Queria dizer também doutora Eleonora que eu acho que a senhora colocou aqui as obras e claro que são feito muitas obras e às vezes nós dizemos “ah foi o governo ‘A’ o governo ‘B’ que fez” e muitas vezes a gente vai lá e se coloca que fomos nós que fizemos. Agora quem vai dizer quem fez essas obras não é nós é a população. A população ao seu entorno daquelas obras ou o município como um todo sim que diz olha foi a gestão ‘X’ ou ‘Y’ que fez, essa aí tem a palavra certa e a palavra que é dita na cidade no dia a dia. São essas as palavras que de repente faz com que aquela população naquele momento pensa ou age com o gestor como bom gestor ou de repente não tão bom ainda, pode ser que esteja muito bom ali na frente e esperamos isso. Eu ouvi outro numa emissora de rádio que o governo anterior e eu não fazia parte do governo inclusive estava muito mais ligado aos partidos desse governo naquele período, que o governo anterior começou suas obras no sexto mês, mas começou de forma efetiva e sem dinheiro; não tinha aqueles 23 milhões que tem em caixa hoje que se deixou em caixa. Então todas as obras que a senhora citaste e que bom todas elas na grande maioria ficou licitada ficou com dinheiro ficou já com técnicos/fiscais encaminhados para tratar e cuidar e conduzir aquela obra até porque tem dessas obras. Já pensou se daqui a pouco não conseguem fazer aquilo que já estava tudo pronto e projetado, por exemplo, nós temos uma que de repente poderá acontecer: a piscina que não andou tá travado e não anda. Mas aquelas que estavam bem encaminhadas, 100%, tá andando e andou, que bom, até porque os técnicos os fiscais são os mesmos eram os mesmos que estavam antes então só deram continuidade. Mas a verdadeira a verdadeira certeza quem dá quem fez ou quem acompanhou quem conduziu os sonhos lá no começo a senhora citou aqui algumas obras, por exemplo, Zelinda Pessin, aquele pavilhão da Jansen foi aquela comunidade e quando foi inaugurado, não sei o Mauricio estava lá, citaram muitas vezes o governo anterior, mas muitas vezes, acho que de 10 vezes que citaram lá tanto a comunidade até mesmo aquele que enviou a emenda que foi o deputado Cherini ele citou muitas vezes o governo anterior. Então isso fica na memoria não por nós políticos pelas pessoas. E quero dizer sim que muitas obras que foram citado aqui foi dado uma segunda mão de tinta por esse governo, as obras estavam prontos, e aquelas que tinham que realmente conduzir e fazer não tá andando. E claro que nós nos preocupamos sim com essas novas obras que virão que tem que sair com a mesma agilidade e rapidez como vinha sendo feito aí ótimo, excelente. Porque se nós fomos ver mesmo teve 3 como o vereador Roque citou: o ônibus que foi feito para o interior que é muito bom; essa obra aqui da Avenida das Indústrias que foi feito um trecho que eu digo que ali eu acho que faltou os moradores estão pedindo não ficou passeio público o rebaixe do cordão têm algumas alegações que eles não gostaram assim como de repente algumas obras que nós fizemos também têm algumas coisas a corrigir. Então essa obra da Avenida das Indústrias que começou foi projeto/recurso desse governo, temos acho que uma outra obra que começou também a Linha Palmeiro que foi refeito a licitação que ainda não terminou já era para ter terminado. Porque o dinheiro é o seguinte se nós temos um dinheiro que é para investir e eu compro um apartamento e eu tenho lá dito que olha eu compro esse apartamento você vai me entregar no início do ano e eu estou pagando aluguel e ele só me paga só me entrega dois anos depois quem é que vai arcar com o prejuízo do aluguel desses dois anos que eu vou ter que pagar futuramente. Então é mais ou menos assim o recurso público. E claro que não poderia dizer que foi uma obra também, projeto e obra, o quebra-mola. Então são essas preocupações que nos levam sim como técnico de ficar preocupado com o que vem pela frente com as obras do nosso executivo. Muito obrigado.

PRES. ELEONORA BROILO: A palavra continua à disposição dos senhores vereadores. Se mais nenhum vereador quiser fazer uso da palavra… Vereador Ilha.

VER. TIAGO ILHA: senhora presidente, eu queria aproveitar esse espaço de vereador para comentar sobre um assunto que acredito que já é de conhecimento dos colegas vereadores sobre a decisão do governo municipal de unificar, pelo menos é o que tem sido divulgado, a Farmácia Solidária e a Farmácia Popular. Tenho ficado preocupado com essa pseudo-unificação porque no ponto de vista administrativo me parece até ser bom no ponto de vista de estar no mesmo prédio, o que me preocupa é que são dois projetos totalmente distintos e que obviamente de conhecimento de todos né muito forte e liderado pela primeira então primeira-dama hoje deputada estadual Francis Somensi. Tanto é que na última semana a Fran, autora da lei que transforma a Farmácia Solidária no Estado inteiro junto com diversos prefeitos e prefeituras inaugurou a 37ª farmácia no Estado. E aonde tudo começou e onde começou ganhar o Brasil hoje fui lá depois de uma fala de um contribuinte percebi na fachada que pelo menos no layout já está tá com uma demonstração totalmente diminuída num cantinho do vidro como se dissesse vamos deixar aqui para não ter confusão. Eu vou esperar que ela possa estar trabalhando e obviamente na nossa função de legislador porque daí cai por terra né tudo que a gente muitas vezes defende aqui. Cai por terra o que muitos vereadores inclusive da situação doutora Clarice defende. Cai por terra né porque aí o discurso não se sustenta porque aí obviamente que é um recado político né para apagar a chama que foi acesa na administração passada. Vai totalmente ao contrário do que escuto de todos vocês. Tomara que não seja isso, tomara que seja muito antes pelo contrário que seja uma forma de e outra no ponto de vista de projeto eu imagino como vai ser porque você entra na farmácia popular tem uma orientação até mesmo de organização de vigilância sanitária por mais que as duas sejam a mesma farmácia, e uma é para doação de remédio e reaproveitamento e triagem né. Eu não sou técnico farmacêutico, mas acompanho o projeto de perto e a primeira ideia no governo anterior foi de unificar para ocupar inclusive o mesmo prédio; tecnicamente vários profissionais da área não recomendaram porque as pessoas vão na farmácia popular achando que tem o remédio da solidária e vão na solidária achando que tem o da farmácia popular. Também tinha o problema de informação tecnicamente de manipulação do medicamento porque a farmácia popular ela não manipula ela recebe o remédio comprado do governo e repassa já à farmácia solidária ela tem o principal objetivo a triagem e não a manipulação perdão, a triagem do remédio que precisa ser averiguado se ainda pode ser usado ou descartado de forma correta e adequada. Cedo um aparte ao vereador Roque.

PRES. ELEONORA BROILO: Um aparte ao vereador Roque.

VER. ROQUE SEVERGNINI: Obrigado pelo aparte. Me causa bastante preocupação também vereador Tiago e imagino que principalmente às pessoas que precisam desse remédio da farmácia solidária. Ele é um projeto com uma concepção diferente é exatamente para doar para as pessoas aquele excedente de remédio que às vezes ficam nas gavetas de quem compra e sobra né. E isso aí foi um projeto idealizado pela ex-primeira-dama Fran Somensi sucesso total milhares de famílias atendidas de forma 100% gratuita com triagem do medicamento que entra na farmácia com depois com prescrição também com a farmacêutica ali atendendo; e ele é separado da farmácia popular exatamente porque as características são totalmente diferente da farmácia popular. É um remédio que vem de doação de sobras que têm nas suas gavetas que estão por aí. E ele expandiu para outros municípios e inclusive chamo a atenção que esse projeto da farmácia solidária recebeu o prêmio da FAMURS pelo grande projeto que é. Então é uma pena se isso aí vier a se perder. Obrigado pelo aparte.

VER. TIAGO ILHA: Obrigado pelo aparte vereador Roque. Tenho certeza que o senhor contribui muito com seu aparte. E que a preocupação para finalizar nossa fala porque eu acho que tinha mais uns segundos ali é de demonstrar né eu nós precisamos olhar com atenção e eu peço até um olhar dos meus colegas vereadores de situação; se puderem me trazer esse retorno se puder fazer uma visita quando já estiver funcionando. E eu vou te dizer a primeira movimentação inclusive que recebi com vereador é “como é que pode uma farmácia no prédio do prefeito?” Essa foi a pseudo-denúncia que recebi fui averiguar e obviamente que não imagino que o Fabiano Feltrin né vá alugar um prédio para ele mesmo. Eu acho que ele como empresário/empreendedor jamais faria uma coisa dessa né porque isso não tem cabimento. Mas sabe como é que é as pessoas chamam a gente tem que ir lá ver. Eu até acho desnecessário fazer um pedido de informação porque imagino que isso é o bê-á-bá da administração né não tem como eu ser prefeito e alugar para mim mesmo. Então o que eu preciso e eu fui lá e o que me chamou a atenção eu disse “senhora eu acho que a senhora está equivocada até vou me informar e tal”. Eu quero usar meu espaço de líder até para ocupar o espaço de forma bem adequada presidente, queria usar meu espaço de líder para continuar com a minha prosa aqui.

PRES. ELEONORA BROILO: Espaço de líder para o vereador Ilha.

VER. TIAGO ILHA: Senão não gosto de passar o limite que a mim é concedido. Mas então só para seguir nessa seara aí então pela pseudo-denúncia eu fui lá e olha senhora vou buscar a informação, mas acho que isso não tem nada a ver né. Até vi um zum-zum-zum na internet também logo depois, mas o que me chamou a atenção nem foi isso né porque eu acho que não faz nenhum cabimento isso, o que me chamou atenção foi enxergar lá na logotipia né na fachada a ideia da farmácia solidária em meio que de segundo plano né. E eu me preocupei enquanto vereador de criar esse alerta porque gente jogar para torcida é esperar que de ‘m’ né que o pessoal não seja atendido que o projeto seja esquecido e depois a gente vem aqui e grita né. Tô falando agora não abriu parece pelo que eu entendi ali né tá fazendo os procedimentos; dê uma olhadinha não custa né. É que nem quando eu falei aqui na tribuna sobre o Farroupilha Bem Gaúcha que já vi que tinha um zum-zum-zum que iam parar, eu falei “não façam isso gente a cidade perde esse negócio não leva a lugar nenhum deixem que o povo gosta”. E o povo gosta a farmácia solidária é consolidada deixa funcionar que o povo gosta assim. Têm remédios doados na farmácia solidária de R$ 14.000,00 tem ‘case’ na farmácia solidária dos mais diferentes foi parar no Jornal Nacional vereador Roque, destaque nacional de bons exemplos. Então a gente tem que pegar os bons exemplos Maurício e não fazer com que eles morram né. E vou dizer para vocês eu não sei se lá dentro vai ser dividido vou pra cá é farmácia vou pra cá é a popular, mas vai ter muita confusão na cabeça da pessoa porque eu me lembro que essa discussão passou no governo anterior de não entender o que é a farmácia solidária o que é farmácia popular. São duas coisas totalmente diferentes na sua concepção. Inclusive tem mais uma questão que eu acho que teria que dar uma investigada e vale a pena dar uma olhada que é a questão legal né que eu acho que o município deve ter visto e uma questão até mesmo jurídica porque quando Estado e União doam os medicamentos para o município é numa modalidade e quando a pessoa física doa um medicamento para o município tem uma outra finalidade e um outro tipo de controle no ponto de vista de entrada e saída né; que o município não pode de forma nenhum tanto é que se você chegar lá na farmácia popular com o medicamento eles vão te mandar onde? Vai lá na solidária e faça lá que tem um programa específico para este fim que é diferente do programa né, Davi foi secretário de saúde talvez saiba explicar melhor do que eu. Mas se for só uma preocupação desse vereador que bom né, só uma preocupação funcionam tudo lá e funcionam tudo bem porque o que não pode é a cidade perder esse serviço essencial. E eu jamais passou pela minha cabeça que o governo faria alguma coisa dessa até porque estava inclusive ampliando para uma farmácia pet ali que eu achei o máximo também. Então vamos dar a nossa contribuição para que os projetos sigam né porque não importa quem fez é a cidade. Têm projetos que são de vários governos e que estão aqui até hoje, até hoje fazendo né e dando a sua contribuição e são importantes para nossa cidade e eu não me canso de destacar todos que fizeram essa caminhada. Líder eu não posso tenho que seguir o regimental. Então, mas era só essa fala de uma fala aqui respeitosa de construção que vocês possam junto comigo averiguar que essa chama não se perca porque ela é muito importante para nossa cidade. Obrigado.

PRES. ELEONORA BROILO: Vereador Tadeu.

VER. TADEU SALIB DOS SANTOS: Ilha sabe que a tua fala me reporta também a imaginar algumas coisas. O tempo é o senhor de todas as coisas né, avaliação que nós fizemos emocionalmente também pode nos trazer consequências. Parabéns pela sua fala de antes quando o senhor se referiu ao drone que sumiu, sumiu. O senhor era responsável à época por aquela secretaria. Se nós colocarmos a maldade vamos perguntar “Tiago tu teve que pagar?” O roubo tornou-se nada se tu for questionado tu teve que pagar. Aí vem o Felipe… Permito claro.

PRES. ELEONORA BROILO: Aparte ao vereador Ilha.

VER. TIAGO ILHA: Até como eu falei né vereador que obviamente era o responsável quando aconteceu o referido fato. Primeira coisa que fiz foi pedir uma sindicância e abrir uma ocorrência na Delegacia, estou até hoje conversando com o senhor aguardando a resposta e se devido for farei isso com a maior tranquilidade. Estou aguardando né que o município possa fazer essa sindicância porque na minha condição e todos aqui que já foram secretários sabem a primeira coisa que a gente deve fazer é fazer o que eu fiz né, pedir uma sindicância e fazer uma fazer uma ocorrência policial né. E é triste eu me sinto impotente nessa situação viu, eu até hoje estou aguardando o resultado e até onde eu me informei ainda não tem resultado como muita sindicância na prefeitura viu. Até esse vale uma boa analise porque a sindicância é para apurar não só se a culpa da devolução é do secretário ou se a culpa era da falta de segurança da prefeitura né. Ou que se tem envolvimento de funcionários públicos, não sei, ou privados. Não sei que me apresentem. A apuração de sindicância é olhar as câmeras do dia é chamar as pessoas para conversar né. Eu gostaria de ter recebido antes de ter saído de secretário, não recebi, até onde eu sei não tem ainda né. Aliás, esse é um assunto que vale a pena a gente refletir. Eu deve ter mais de 100 sindicâncias na prefeitura de vários outros motivos que ainda não foram concluídos infelizmente.

VER. TADEU SALIB DOS SANTOS: Infelizmente. O vereador Felipe também nos leva a pensar aquilo que o senhor leu e que todo mundo podia ter lido desde que tivesse a oportunidade de chegar ao jornal. Jorge nem todos tem assinatura, nem todos vão aos meios verdadeiros. Perdão, me atrapalhei nos botões aqui…

PRES. ELEONORA BROILO: O senhor tem mais 30 segundos.

VER. TADEU SALIB DOS SANTOS: Tomara que ao final deste governo o meu coração fale mais alto, que ele tenha razão, três pessoas que eu muito amo e às vezes eu tenho que engolir algumas coisas, mas eu nunca vou rebater sem antes dar a oportunidade de que as pessoas provem aquilo que eles sempre fizeram até hoje. Se de hoje em diante eles fizerem diferente aí eu emito a minha opinião. tá dito.

PRES. ELEONORA BROILO: Vereador Davi.

VER. DAVI DE ALMEIDA: mais uma vez boa noite a todos que permanecem conosco.  Vamos bater às 22h e eu quero aqui presidente comunicar o pagamento de uma emenda parlamentar para atenção básica a qual o meu colega deputado federal Maurício Dziedricki enviou para a cidade para que a gente pudesse fazer a ampliação da atenção básica aqui nessa cidade. Aí eu quero só fazer um pequeno comentário a vossa excelência presidente de que vejo pelas redes sociais e hoje vejo a senhora comentar sobre o ônibus que dá acesso a saúde no nosso interior, que foi uma pauta que eu muito levantei e na eleição todos os candidatos todos os candidatos compraram essa ideia de que nós precisávamos trazer, os candidatos a prefeito, precisávamos trazer a saúde no interior. Foi uma pauta que eu sempre defendi e levantei e defendo e acho muito bom. Parabéns ao Executivo. E também trago que eu não recebi um convite para estar nessa na inauguração ou na entrega desse ônibus, não recebi o convite, o meu gabinete não recebeu, pedi a minha assessora, mas não recebemos. E também ao método Bobath que muitas vezes tive que judicializar para alcançar as crianças que nós tanto prezamos também não recebi um convite. Peço a vossa excelência que recebendo o convite se assim vier do Executivo que nos envie porque são pautas importantes para nós estarmos; nós estamos trabalhando por essa cidade e o meu compromisso com Farroupilha vai além de qualquer partido político. Eu defendo a causa das pessoas e é por isso que eu estou aqui. E quero contribuir aqui com a Farmácia Solidare e quero dizer que é um ‘case’ de muito sucesso, muito sucesso. A deputada Fran teve a felicidade de inaugurar a primeira Farmácia Solidare aqui nessa cidade que é um ‘case’ de sucesso. Eu recebia pessoas de todas as cidades para vir aqui conhecer esse trabalho e tenho e espero sinceramente que a gente dê continuidade a esse trabalho. Essa expectativa eu tenho porque conheço o prefeito Fabiano Feltrin e o vice Jonas e sei do compromisso que eles têm com a nossa comunidade. Não vejo problema em estar no mesmo lugar vereador Tiago Ilha, mas precisa haver uma diferença de trabalho. Havia um projeto para o prédio da UPA quando nós fizemos a sugestão de ser um centro especializado que é o que está no ministério da saúde hoje, vereadora Clarice sabe disso, e tinha um projeto para estar a Popular naquele prédio a Farmácia Solidária e a Farmácia Viva que tinha uma verba de R$ 440.000,00 que estava ali para se trabalhar a Farmácia Viva. Não sei que destino se deu se voltou para o ministério da saúde, mas não foi dado o andamento no projeto. Um projeto lindo que foi feito né e foi deixado no planejamento, não sei né se está lá ainda. Mas, enfim, eu faço essa contribuição e acho bom que tenha um lugar para que as pessoas possam ir vereador Maioli e estar naquela que lugar; a Popular se é o remédio da Popular se é um remédio da Farmácia Viva, enfim, porque todos contribuem e esse deslocamento né em vários lugares prejudica né haja vista que precisamos otimizar tempo e tantas coisas. Mas vejo que é assim de a gente dar continuidade né a Farmácia Solidária haja vista a ampliação que vem passa de uma para 37 farmácias então é um ‘case’ maravilhoso que sai da nossa cidade a qual é referencia neste formato. Muito obrigado senhora presidente.

PRES. ELEONORA BROILO: Vereadora Clarice. Ah, antes da vereadora falar nós precisamos aprovar a prorrogação da sessão porque já são quase 22h. Todos estão de acordo? Sim. Então aprovada à prorrogação da sessão além das 22h. Com a palavra a vereadora Clarice.

VER. CLARICE BAÚ: Obrigada Presidente. Só no sentido de colaborar nessa questão Farmácia Solidare que o colega Tiago fala e pastor Davi eu iniciei com a deputada Fran hoje, na época primeira-dama, o projeto solidário. Fizemos inclusive a divulgação em todas as escolas na questão pedagógica desse projeto muito importante. E com certeza né como o Pastor Davi falou não se pode acreditar que o nosso Executivo não tenha a sensibilidade de continuar um trabalho belíssimo que alcance e alcança tantas pessoas inclusive de vulnerabilidade. Eu lembro que quando eu auxiliava lá como voluntária eles diziam “olha esse medicamento poupei R$ 400,00 poupei R$ 500,00” né. É importante sim que eles tenham acesso de alguma forma dos medicamentos que estão precisando então pode ter certeza que isso foi uma bandeira de campanha e está sendo visto agora na postura de executivo dar continuidade as obras. Então aqui há uma discussão: quem começou quem terminou quem fez. Nossa senhora a gente até se sente mal numa sessão dessas numa disputa de quem é o pai da criança. Vamos ter um pouco mais de maturidade não interessa quem começou/quem iniciou vai ser dado continuidade. E claro que nós temos que estar vigilante aqui para que as coisas aconteçam, isso é verdade, então assim dos dois lados né a gente tem que ter maturidade de que a bandeira é Farroupilha não é partidária. Então, só deixa eu complementar, então assim eu acho que a gente tem que dar continuidade sim à gente tem visto que está sendo dado continuidade. Então com certeza aqui tem uma apoiadora nessa questão da farmácia solidária porque eu conheço o projeto desde o início e sei dos benefícios que traz para a população. Então acho que isso a gente tem que defender as coisas boas para o município. Outra questão também que fico muito triste com essas sessões nossas aqui esses ataques desnecessários e que trazem um processo de 5 anos atrás onde a nossa presidente foi absolvida, então a gente tem que cuidar muito para não induzir a população ao erro; é uma indução ao erro colocar as reportagem que saíram há 5 anos atrás e não deslinde final desse processo houve uma absolvição, estou falando, houve uma absolvição. Então assim os ataques desnecessários né se alguém falou alguma coisa depois conversa, mas assim esse bate-papo não nos leva a nada esses ataques não faz com que as nossas sessões ficam mais interessantes, a gente nota que a gente tem poucas pessoas que veem nos assistir ou que nos assistem nas redes sociais. Será que nós temos que questionar nossas posturas também. Vamos deixar os ataques e vamos pensar realmente em melhorar as condições de Farroupilha. Então acho que nós temos é uma solicitação que eu faço e nós fizermos uma reunião interna aqui para nós fazer esses ajustes porque acho que não fica bem como representantes do povo essas posturas que a gente tem visto nestas sessões. Acho que nós temos que trazer pautas significativas, é um fórum de discussão sim é um fórum onde têm divergências de opiniões sim, importante, por isso que existe a votação de projetos. Se todo mundo pensasse igual não precisava nem votação né. Então acho que sim nós temos que nos preparar melhor para as sessões focar na pauta realmente e acima de tudo né vamos se respeitar que eu acho que é importante. Essa é uma leitura que eu faço independe sempre digo que respeito à leitura de todos né, mas acho que a gente tem que ter um pouquinho mais de atitude aqui pró Farroupilha né; questões de pessoalização isso acho que não representa bem a casa legislativa os quais nós a representamos. Obrigada. Apart para o… Não? Tá bom.

PRES. ELEONORA BROILO: a palavra continua à disposição. Vereador Sandro.

VER. SANDRO TREVISAN: Obrigado presidente, senhores vereadores. Quero primeiro parabenizar o Tiago Ilha. Tiago não é fácil à gente falar numa coisa que aconteceu que é o calo do cara né tchê, alguma coisa que aconteceu que tu era o responsável aí e te parabenizar por ter puxado assunto e dizer “eu estava lá e sumiu e sindicância e se uma hora tiver que pagar isso aí vou ter que acabar pagando”. Então é muito muito grande a sua manifestação no sentido de pode acontecer né, e que acontece para quem está lá né Tiago. Não seria comigo que iria acontecer porque eu não era o secretário daquela pasta não teria como acontecer comigo, acontece com quem é o secretário. Vai acontecer coisas boas? Vão acontecer com certeza muitas coisas boas, mas vai sempre acontecer algum perrengue né. Então e com… Já te dou aparte. E também a questão sim da farmácia né solidária que pode ter certeza que alguma coisa que os vereadores daqui vão chegar lá no Executivo e falar a respeito dessa questão Tiago porque essa questão eu acho que é importante e o que é importante para Farroupilha é realmente importante para Farroupilha tá. Então pode ter certeza que nós defendemos a farmácia porque ela é algo de bom e tem que ser reconhecido por quem fez. Era uma inciativa da primeira-dama naquela época, da Fran Somensi, e o que tem de bom tem realmente de bom. Se quiser aparte posso te ceder vereador.

VER. TIAGO ILHA: Não, eu acredito que a gente precisa de resposta do Executivo não só para esse caso, mas outros casos né; ficamos sabendo do rompedor de R$ 1.400.000,00 né que se é difícil sumir um drone imagina um rompedor né. Então o que eu quero dizer para vocês e que dê minha parte tanto que fui eu que puxei esse assunto para mim sempre encarei com naturalidade isso, inclusive isso nunca foi provocado nem mesmo ser chamado pela sindicância até hoje né. E outra faria com maior prazer quem sabe a gente não precisaria ter comprado a máquina né de trinta mil. já dava para comprar uma máquina boa. Então a gente precisa saber que não é sobre tu imagina o que é o prefeito então né Sandro, o prefeito que administra tudo e não sabe de tudo Maioli do que acontece nessa prefeitura só que é o responsável né. Então eu e o prefeito da época eram os responsáveis simples assim e eu particularmente nunca fugi disso só que nem chamada para a sindicância fui. Obrigado.

VER. SANDRO TREVISAN: Não vereador e é sério mesmo não tem nenhum deboche aqui com certeza a respeito também da minha manifestação. Parabenizo porque estive presidente desta Casa durante um tempo e todos os presidentes que passam por aqui ficam esperando um tempo e tu tem certeza que tu tentou fazer o teu melhor fazer da melhor possível fazer tudo dentro do que é certo, mas aqui já é amplo e assim aí a gente fica esperando para que venha as contas para que seja aprovada sem nenhuma ressalva então imagina um secretário um prefeito a quantidade de responsabilidade de todos eles é extremamente grande. E a gente às vezes fica de fora olhando e não tem noção acredito que não tem noção a quantidade de problemas. E sim vejo que eu estive no governo que passou e gente eu sei de muita coisa eu sei de bastante coisa no sentido de que coisas que aconteceram que estão vindo que vieram ao público que vem a público e daí então eu tenho que manifestar no sentido de que pode existir algum problemas nessa administração. Pode. Existe. Existe, mas gente eu estava lá existiam problemas e não era um. Eu cansei de tomar lhe pau vendo aquelas lixeiras porque eu era situação e eu tomava nós tomava um pau né Tiago. Colocavam ali as lixeiras cheias, problema. É uma coisa assim que tem que ser resolvida vem se resolvendo eu acredito que ela vem se desenvolvendo o sistema vem melhorando com o passar do tempo e nós vamos ter cada vez melhor e daí o Amarante fala de aluguel Amarante. Um aluguel da casa de máquina pagamos R$ 600.000,00 só por incompetência e eu estava junto. CISGA foi pago aqui foi eram 3 anos para tu entrar, se tu entrasse a partir do que tu entrou eram 3 anos para sair. Ah entrou não precisou saiu com BTI, foi comprado só BTI, eu estava junto minha culpa também foi aprovado nessa Casa.  Então é difícil é complicado. E os governos vêm sucedendo, terminando presidente tá, sucedendo um outro, mas não que o governo anterior era essa maravilha não, eu estava lá também. E esse vai ser uma maravilha? Não, é difícil é complicado é pesado. Vocês vão achar coisa para bater o tempo inteiro? Vão porque é amplo. E quem é que tem a responsabilidade de fazer que assume a culpa. Obrigado presidente já me estendi, desculpa.

PRES. ELEONORA BROILO: Vereador Calebe.

VER. CALEBE COELHO: Eu acho que já não faz mais diferença quem fez ou quem deixou de fazer o quem vai fazer ou quem começou ou quem terminou. As pessoas elas só querem reclamar. Tem uma musica do Raul Seixas que dizia isso né “eu também vou reclamar”. Que ver um exemplo semana passada tipo 8 horas da manhã começou uma reportagem numa rádio dizendo dos buracos da Avenida Santa Rita; teve 124 comentários xingando dos buracos. Aí lá pela 13h/14h sei lá que horas o pessoal foi lá e tapou os buracos, no mesmo dia, e ali nós tivemos 139 reclamações porque foi tapado o buraco com asfalto frio. Eu não sei o quê que as pessoas esperavam que tipo às 8 horas reclama do asfalto as 9 faz a licitação as 11 tá lá a usina de asfalto para fazer um novo recapeamento na Avenida toda; tem que fazer um tapa-buraco com o que dá. As pessoas não querem saber se tem buraco ou se não tem as pessoas querem é reclamar. Acho que hoje a gente está assim a gente tá aqui hoje querendo saber e não quer saber quem fez quem não sei o quê, a gente quer é reclamar sabe. Eu me sinto envergonhado de estar aqui.  Porque assim eu trabalho com situações muito diferentes eu trabalho com sonho no meu trabalho normal que é música né, que é as pessoas verem poesia transformar acordes em poema sabe. Daqui a pouco tu tá aqui discutindo por esse tipo de coisa é ridículo.

PRES. ELEONORA BROILO: A palavra continua à disposição dos senhores vereadores. Se mais nenhum vereador quiser fazer… Espaço de líder com o vereador Felipe que pediu antes.

VER. FELIPE MAIOLI: sem problemas se tivesse que ceder ao nosso doutor. Admiro a fala do Tiago e eu acho que é por aí mesmo que nem diz os gaúchos né Tiago ser assim com essas atitudes é o senhor é pau não é graveto não é. Vamos levar na paleta e já era. Importante é ser gaúcho macho. E eu concordo com os colegas também, quem iniciou as obras é obvio que o governo que vai se chegar vai ter que concluir senão se não fizer nem em isso enrola a bandeira e vaza né. Importante que faça o que já foi programado e que tente fazer novos investimentos, isso é uma coisa lógica. E vamos deixar que a sociedade se encarrega de analisar quem tem que ser valorizado por tal; deixa que a sociedade se encarrega. Podem ter certeza que a sociedade não é burra a sociedade vê tudo ainda mais com as redes sociais, fiquem tranquilos. Então esse debate essa briga aqui dentro também acho que não leva a nada; bom, porque tem que me valorizar porque eu iniciei; bom, porque eu não tenho que falar nada porque gente não leva a nada também concordo. Eu acho que existem méritos dos que passaram e grandes os méritos não são poucos os méritos, ficaram oito anos isso a gente não pode negar. Concordo com o Sandro erros aconteceram? Erros aconteceram sim. Vão acontecer erros agora? Sim, mas vamos nos respeitar que eu acho que é a grande conquista porque todos nós vamos para o mesmo local é só questão de tempo. Todos nós vamos cair lá naqueles lugar lá que o Juliano mostrou ali né Juliano, que ninguém quer aparecer ninguém quer chegar lá, mas todos nós vamos lá. Então não adianta nada um querer ser melhor do que o outro que não vai levar a lugar nenhum. A sociedade se encarrega de julgar. Muito obrigado.

PRES. ELEONORA BROILO: Espaço de líder para o vereador Roque.

VER. ROQUE SEVERGNINI: Senhora presidente, eu quero fazer a seguinte ponderação. Primeiro que não vejo mal algum como disse o Felipe Maioli, vereador professor, de ser referir a quem iniciou a obra quem tá concluindo a obra porque nós estamos aqui para isso. Qual é o mal que tem. Eu quando assumi a secretaria de obras tinha um projeto lá na Avenida Armando Antonello que sentamos, inclusive lá com os familiares do Felipe que passava ali, para nós discutir a conclusão daquilo e não ficou para 2dois três anos depois foi no mesmo ano, no 1º semestre inclusive. Era uma obra que o prefeito Baretta tinha começado e nós concluímos; o Monte Verde era uma obra que o prefeito Baretta tinha começado e nós concluímos. Nunca, nunca deixamos de reconhecer. Então é bonito a gente reconhecer quem tá fazendo e quem fala que está fazendo reconhecer quem iniciou. É uma questão de lealdade. É o mínimo que se faz quando se tem lealdade se tem lealdade por inteiro, não adianta você querer ser desleal com alguém e esperar a lealdade do outro lado que não vai ter. Então isso para mim é ponto pacífico, acho que é importante sempre esclarecer a comunidade. A questão que eu acho boa do governo é esse caminhão que vai atender agora o interior, mas dizer que estava sem atendimento no interior nós construímos dois postos de saúde né; construímos um na Vila Esperança e um no Burati exatamente para atender também o pessoal do interior. Agora com o caminhão, desculpa, desculpa, com o ônibus, ônibus, podia ser um caminhão uma carreta né, mas com ônibus vai auxiliar ainda mais que talvez um erro do nosso governo foi não ter comprado um ônibus novo porque o que tinha lá já estava desativado não tinha mais serventia. Um outro uma outra demonstração vereadora Clarice de que a bandeira é nossa é aquilo que o vereador Davi falou agora a pouco; quer dizer têm as inaugurações têm os programas, enfim, e não são convidados os vereadores. Que há exatamente por parte do executivo uma1 divisão né e isso não faz bem para o Executivo só faz mal, pra nós não faz nada, mas para o Executivo só faz mal né. Tivemos agora sexta-feira passada na reunião lá para discutir a obra da Pedro Grendene, foi quinta né, da Pedro Grendene, mas por quê? Porque os moradores nos convidaram. Convidaram a mim, um morador lá um empresário me ligou eu fui e convidaram Amarante e o Juliano, não sei se mais algum vereador foi convidado talvez não pode ir, mas a gente estava lá. E se formos convidados à gente continuará indo. E que bom né, aliás, tinha uma questão que eu achava importante no nosso governo que quando tinha uma inauguração de obra tinha que se convidar todos; todos os eventos que eu coordenei em função da minha secretaria sempre convidei todos os vereadores e inclusive nós tinha uma briga com o protocolo para que no protocolo fosse citado os vereadores nominalmente quem estivesse lá. Esses dias até estivemos da Janssen a menina que fez o protocolo fico toda constrangida porque ela não citou nem os vereadores citou todo mundo menos os vereadores, não citou o ex-prefeito, e quando o deputado foi falar o deputado falou e quando o prefeito Jonas foi falar o prefeito falou. Às vezes quem faz o protocolo ou quem dá as opiniões ou quem dá os conselhos vereador Tadeu aconselha mal porque não põe o município acima de tudo, põe a sua vontade pessoal. E às vezes quando a sua vontade pessoal está acima dos interesses da comunidade prejudica inclusive a própria administração. Então eu acho que tem que se despir disso. Todas as audiências que nós fizemos aqui sempre tentamos contemplar o máximo, inclusive na última que teve audiência aqui para discutir RGE eu pedi para nossa assessora Ana convida prefeitura inclusive diz que eles vão ser chamado para fazer parte da Mesa porque eu acho que é um poder; é o poder executivo o poder legislativo o poder judiciário, são esses poderes legalmente constituído no nosso país nosso país. E temos uma emenda vereador Maurício e eu falo contigo porque tu é lá daquela região do interior, é uma emenda de R$ 250.000,00 do deputado federal Heitor Schuch para fazer um asfaltamento entre Santo André e Santo Antônio. E a prefeitura não fez o projeto ainda e vem o período eleitoral. Poderia ter feito por que essa emenda tá com dinheiro na conta: banco nº 104 – agência 27928 – conta 6672012 não vou falar o ultimo digito aqui. Está aqui está depositado. E esses dias teve uma reunião, para concluir, teve uma reunião com moradores na prefeitura e disseram para eles que não estava empenhada a emenda. Isso fica ruim também; mais uma vez a vontade pessoal de alguém está acima da bandeira do município. Obrigado.

PRES. ELEONORA BROILO: Vereador Mauricio.

VER. MAURÍCIO BELLAVER: então Roque como nós estamos na frente aí da agricultura vamos conversar e vamos pedir e se informar e vamos cobrar ali do governo essa emenda.

VER. ROQUE SEVERGNINI: (INAUDIVEL)

VER. MAURÍCIO BELLAVER: Tá, bem tranquilo. Tiago sabe que eu sou teu fã então seus exemplos aí eu levo para casa sempre e tento cumprir aí, sempre foi sempre te escutei aí. E diz o meu amigo prefeito de Pinto Bandeira Adair Ferrari tu vai entrar na política que tu vai aprender muita coisa tu vai ver os teus amigos aí. Muito obrigado aí doutora.

PRES. ELEONORA BROILO: Mais algum vereador? Se nenhum vereador então quiser fazer uso do pequeno expediente passamos ao espaço de comunicação importante, dois minutos.

 

 

ESPAÇO DE COMUNICAÇÃO IMPORTANTE

 

PRES. ELEONORA BROILO: Vereador Juliano.

VER. JULIANO BAUMGARTEN: Só fazer então um comunicado amanhã, às 17h30min, na sala de reuniões vamos dar mais um passo adiante com o código de posturas; faremos uma reunião escolha de presidente/vice/secretária, enfim, essa parte institucional/regimental que cabe. E também vou encaminhar impresso um documento para cada vereador vai analisar e estudar e bem como algumas sugestões inerentes ao projeto para darmos celeridade bem como envolvermos os agentes nesse processo. 17h30min. Coisa rápida. Obrigado senhora presidente.

PRES. ELEONORA BROILO: vereador Felipe.

VER. FELIPE MAIOLI só para ocupar esse espaço, então obrigado, comunicar que o nobre colega vereador Juliano passa a presidir então o legislativo em ação com o vereador Amarante sendo secretário, que já era antes também. Então só para fazer esse comunicado. E esqueci de falar antes que essas discussões saudáveis eu não tinha isso como prioridade há tempos atrás, mas agora com o passar do tempo à gente percebe que essas discussões esses debates esses embates eles são extremamente importantes saudáveis dentro da política, oposição/situação, acho que tem que ter mesmo dentro de uma normalidade. O futebol com VAR perdeu a graça, se aqui acabar as discussões bom aí nós estamos morto mesmo. Obrigado.

PRES. ELEONORA BROILO: Vereador Amarante.

VER. GILBERTO DO AMARANTE: bem rapidinho presidente, então só para comunicar que amanhã nós temos uma reunião da comissão de infraestrutura, obra e bem-estar social que trataremos do treinamento junto com a secretária municipal, o conselho dos autistas, o pastor Davi vai se fazer presente, para justamente tratar da de profissionalizar ou por parte do Executivo trazer treinamento para esses profissionais que hoje atendem os autistas nas escolas municipais. Muito obrigado. Eu quero aqui também dizer Felipe parabéns pela tua fala de hoje e o Tiago também que de repente vai logo ali na frente se ausentar por um período. Então muito obrigado e boa noite a todos.

PRES. ELEONORA BROILO: Mais algum vereador? Se nenhum vereador quiser fazer uso desse espaço entra agora o espaço do presidente de 5 minutos.

 

 

ESPAÇO DO PRESIDENTE

 

PRES. ELEONORA BROILO: E eu tenho dois então assuntos. Primeiro é um convite da comissão de assuntos municipais: a comissão de assuntos municipais gostaria de convidar vossa senhoria para participar de audiência pública; data: 12 de julho de 2022 – hora: 09h30min na Assembleia Legislativa – plenarinho/3º andar. Audiência pública para tratar da cadeia Vitivinícola principalmente a alta carga tributária incidente nos produtos nacionais como vinho, espumante e suco e o seu impacto na concorrência com produtos importados. O requerimento de audiência pública nº 17/2022 proposto pelo deputado Eduardo Loureiro foi aprovado na comissão em 28 de junho de 2022. Assim todos os vereadores estão convidados a participar desta audiência pública certo. Então dia 12/07 às 09h30min no plenarinho da Assembleia Legislativa. O outro assunto é que a vereadora doutora Clarice Baú solicitou de urgência uma reunião com duração bem rápida na sala de reuniões secreta ali para discutir alguns assuntos, aliás, um assunto e ela mesmo vai conduzir a sessão agora neste momento. Neste momento vereadora Clarice. Nada mais a ser… Ah, desculpe, encaminhamos as comissões de legislação, justiça e redação final e infraestrutura, desenvolvimento e bem-estar o projeto de lei do legislativo nº 16. Nada mais a ser tratado declaro encerrados os trabalhos da presente sessão ordinária.

 

 

 

Eleonora Peters Broilo

Vereadora Presidente

 

 

 

 

 

Tadeu Salib dos Santos

Vereador 1º Secretário

 

 

 

OBS: Gravação, digitação e revisão de atas: Assessoria Legislativa e Apoio Administrativo.