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08/08/2022 14:25:59 - Farroupilha / RS
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Ata 4205 – 20/06/2022

SESSÃO ORDINÁRIA

 

Presidência: Sra. Eleonora Peters Broilo.

 

Às 18 horas a Senhora Presidente Vereadora Eleonora Peters Broilo assume a direção dos trabalhos. Presentes os seguintes vereadores: Calebe Coelho, Clarice Baú, Cleonir Roque Severgnini, Davi André de Almeida, Eurides Sutilli, Felipe Maioli, Gilberto do Amarante, Juliano Luiz Baumgarten, Marcelo Cislaghi Broilo, Mauricio Bellaver, Sandro Trevisan, Tadeu Salib dos Santos, Thiago Pinto Brunet e Tiago Diord Ilha.

 

PRES. ELEONORA BROILO: Boa noite, senhores. Declaro abertos os trabalhos da presente sessão ordinária.  Dada à verificação do quórum informo a presença de presença de 15 nesta sessão do pequeno e grande expediente de 20/06/22, sem ausência de vereadores. Coloco em aprovação as atas nº 4.195 de 16/05/2022 e nº 4.196 de 17/05/2022.  Os vereadores que estiverem de acordo permaneçam como estão; aprovado por todos os senhores vereadores. E convido neste momento para fazer parte da mesa o senhor Cláudio Henrique Meneghel para explanar sobre a reciclagem para reutilização de materiais. O senhor pode explanar durante 30 minutos tanto daqui da bancada como da tribuna, o senhor que decide. O senhor vai precisar que mais alguém lhe ajude? O senhor já pode solicitar que eles subam também né e os senhores dividem o espaço de até 30 minutos entre os senhores. O senhor pode chama-los então.

SENHOR CLÁUDIO HENRIQUE MENEGHEL: Boa noite a todos. Orlando e Jaime vocês querem subir e sentar aqui também conosco, por gentileza.

PRES. ELEONORA BROILO: Então participarão da Mesa também o senhor Orlando Marin e Jaime Caneda. A palavra está com os senhores.

SENHOR CLÁUDIO HENRIQUE MENEGHEL: Muito obrigado, presidente. Então boa noite a todos né. E cumprimentando então a presidente da Câmara a senhora Eleonora Broilo eu cumprimento todos os demais vereadores e quem estiver nos assistindo. Primeiro vou me apresentar então quem não me conhece sou Cláudio Meneghel sou empresário do ramo plástico aqui no município de Farroupilha e eu sou diretor estou diretor no SIMPLÁS que é a entidade é o sindicato da indústria plástica da região nordeste do Estado. Então eu recebi um convite, fiquei muito feliz quando eu recebi um convite do vereador Calebe para vir falar um pouquinho sobre reciclagem do plástico né; só que não é fácil falar da reciclagem do plástico com tudo que nós SIMPLÁS estamos fazendo. Então a gente vai passar algumas laminas aí para vocês eu quero que vocês prestem atenção quando a gente começar a passar as lâminas que a gente deu um passo além durante a pandemia. Para me ajudar nisso eu trouxe o Orlando e o Jaime; o Orlando que é o atual presidente do SIMPLÁS e o Jaime que também compõe a diretoria. É importante saber que o SIMPLÁS sempre esteve preocupado com o meio ambiente tá tanto isso é verdade que nós já fizemos aqui no município de Farroupilha inúmeras ações em momentos distintos entregando pazinhas de lixo feito de material reciclado para as crianças, banquinhos feito de material reciclado para crianças; uma das últimas ações foi a entrega das lixeiras que certamente vocês viram nas escolas nos departamentos da prefeitura aquelas lixeiras amarelas e verdes né.  Aquilo tudo foi doação do SIMPLÁS e todas essas ações em momentos distintos. No ano de 2018/2017 a gente pensou assim: bom, temos que fazer algo mais e aí a gente pensou num projeto chamado ‘plástico do bem’. Esse projeto ‘plástico do bem’ ele teve início aqui no município de Farroupilha ele foi ‘startado’ aqui no município de Farroupilha no ano de 2018 nós tivemos 22 escolas municipais que aderiram ao projeto. Todo o ano de 2018 foi utilizado para fazer a capacitação de crianças e de professores tá, então explicando qual é o plástico falando sempre assim né de resíduo doméstico, sempre falando de resíduo doméstico. Aqui vale um parêntese por que muitas vezes a gente pensa assim o resíduo industrial esse tá dominado esse a gente tem um monte de regra um monte de lei que a gente tem que seguir, esse já tem a sua cadeia resolvida, o grande problema é o resíduo doméstico. Então no ano 2018 foi feita a capacitação das crianças e dos professores aonde a gente explicava sobre o plástico quais os plásticos que permitiam ser reciclado; plástico duro/plástico mole, como é que fazia a preparação para esse plástico que muitas vezes é infinitamente mais barato tu fazer uma simples higienização num copinho de iogurte em casa do que botar ele sujo para a reciclagem; ele vai contaminar toda uma quantidade muito maior de material, vai condenar muitas vezes por que vai criar bactéria. Muito bem, no ano de 2019 a gente então começou com o projeto efetivamente aqui no município de Farroupilha. O quê que consistia esse projeto? Ele chamava na época ‘plástico do bem’; O que consistia? As famílias por intermédio das crianças levavam para as escolas os seus resíduos plásticos né, suas embalagens plásticas, eram acondicionado nos ‘bag’ e aí coletores vinham buscar esse material e pagavam no momento da coleta para as escolas o valor oriundo daquela coleta. Para vocês terem uma ideia aí chegou à pandemia e parou o negócio né parou o projeto, mas para vocês terem uma ideia 22 escolas no ano de 2019 nós coletamos 24 toneladas de material. Foi colocado direto no CPM das escolas R$ 22.000,00; R$ 21.219,60 foi colocado diretamente no caixa do CPM das escolas. É uma pena que esse projeto parou por causa da pandemia. Nós tivemos algumas reportagens nos jornais aqui da cidade né: no Farroupilha em 02/03/2018 foi a largada do projeto; no Informante em maio/2019 foi falado também das escolas e como estava o projeto nas escolas. Mas muito bem vamos para apresentação então né Jaime, então vou acompanhando daqui né. Então como é que a gente chegou aqui? Existe uma crise climática e como é que a gente chegou aqui né? Vamos ter que gastar dois minutinhos aqui para nós entender como é que nós chegamos nessa situação. Até 1900 nós tivemos de 1769 a 1900 nós tivemos a revolução industrial onde a gente criou a máquina a vapor, o uso sistemático da fonte de energia principal da época que era o carvão, tivemos a revolução energética que a gente descobriu o petróleo, a energia elétrica e a revolução da produção né quando foi criado à linha de montagem que vocês se lembram teve um cara que disse assim “que os carros podiam ser de qualquer cor desde que fossem pretos né” – Henry Ford. Muito bem, com isso a gente criou cidades parecidas com indústrias com fábricas, setores, a gente criou o que a gente chama de cidade disfuncional; a gente tem bairros de residência a gente tem distrito industrial, a gente tem bairros comerciais. A gente produz num lugar consume em outro, a gente mora nu lugar e trabalha em outro. Muitas vezes para os horários de lazer a gente sai até da cidade. Isso aí gera consumo excessivo de água, comida, energia, trânsito extremamente engarrafado e a degradação ambiental do município. Tenho aqui nessa lâmina os dados de comparativo de Farroupilha e Caxias, olha que bela foto de Caxias de Farroupilha que a gente conseguiu aqui né com a igreja matriz ao centro. 2021 nós tínhamos 73.700 habitantes voltando para 2000 foi um incremento de 33%, é importante vocês guardem esses 33% na cabeça que nós vamos ver lá na frente à relação; Caxias do Sul no mesmo período um ano mais, no caso 2022, teve um crescimento de 45%. Em toda região Farroupilha é o segundo município com maior densidade demográfica perdendo apenas para Caxias; Caxias, Farroupilha, depois vem os demais. A densidade demográfica no centro da cidade ele é praticamente igual a todas as cidades de relativo porte do brasileiro, cidades brasileiras, que é em torno de 1.000 habitantes por m2 por km2. Beleza, aí com essa evolução das cidades a gente teve a revolução das comunicações: foi internet, celular, computador. Aí mudou o jeito de comprar né então as compras virtuais vinham vindo o trabalho já existia o ‘home office’ né a tendência do futuro a gente via que era as pessoas circulando menos e as mercadorias circulando mais; a curva ela vinha ascendente, porém com a chegada do covid ela fez assim ela acelerou muito. Então aqui a gente tem uma outra lâmina onde o meu amigo Jaime diz assim “que a gente tem que salvar a natureza para salvar o couro da gente” porque as baleias vão continuar as tartarugas vão se livrar do cotonete no nariz e vão continuar, mas o ser humano está em risco. Então por isso que nós estamos cuidar do meio ambiente. Exatamente. É isso aí. Vamos falar um pouquinho da qualidade do ar depois nós vamos chegar nos resíduos tá, vamos falar um 5 minutinhos de qualidade do ar. Olha, eu confesso a vocês que quando eu vi esse número aqui de automóveis aqui em Farroupilha eu duvidei e eu fui pesquisar de novo e realmente é isso aí nós temos 33.500 carros em Farroupilha; de 2006 para 2021 nós tivemos um aumento de 91%. Caminhonetes tivemos um aumento de 376%, nós temos 4.290 caminhonetes circulando nas nossas estradas e ruas que são as mesmas, tivemos um acréscimo de 27% de caminhão, um crescimento de 52% no número de ônibus e micro, transporte coletivo; aqui quero abrir um parêntese para vocês aqui: ônibus e micro entra junto às vans escolares por isso que teve esse aumento grande aqui tá. Motocicleta também teve. Então se vocês comparar com Caxias a gente tá um pouco diferente, mas a gente não tá tão diferente assim. E essa é a realidade da média da nossa região. Vamos dar um pitaco sobre água que é um problema que a gente tem muito grande aqui no nosso município né. Tem alguns dados incríveis aqui que faz a gente pensar um monte né. De toda água existente no planeta 2,5% é agua doce isso quer dizer que cada 1.000 litros de água que tem no planeta, uma caixa d’água, nós temos 25 litros 5 galãozinho daqueles que a gente compra em mercado de água doce no planeta. Essa água doce aonde que ela está concentrada? Nas geleiras que é grande maioria né que nós não temos acesso, é muito difícil a extração de lá, nos rios e lagos que é onde a gente se abastece, água subterrânea que alguns casos existem e no solo né. Quando a gente fala em rios e lagos então se vocês entender que a cada 1.000 litros de água doce isso aqui deve ter 75 ml, nós temos 75 ml da água que nos serve que é a água de rios e lagos. Aí Jaime passando para outra lâmina vamos falar de Farroupilha. Farroupilha chove em média 2.090 mm/ano isso aí dá 2.090 litros/m2 que dá na média de 174 litros/m2 mês; o mês que menos em Farroupilha é agosto 141, o mês que mais chove é outubro 226. O quê que isso acaba gerando assim né. A gente tem assim inúmeras alternativas dentre elas dá para citar assim concreto permeável né. Porque a gente tem muita enchente? A gente não se dá conta né pessoal à gente não se dá conta, mas qualquer telhado de 50 m2 recolhe por mês 8.700 litros é muita água né. E ai se nós não temos um solo permeável da/gera alagamento. Esses dados é oriundo do climatedata.org está lá para todo mundo acessar. Consumo de água no Brasil olha como a coisa começa a ficar difícil para o nosso lado né, o consumo de água no Brasil 154,1 litros/pessoa isso uma família média aí consome 16.000 litros/mês, 16.7 m3/mês. Antigamente nossos vasos sanitários eram de 12 litros a descarga do vaso sanitária 12 litros só que desde que inventaram o vaso sanitário até hoje é a mesma tecnologia é descarte de água potável. Hoje na média são 6 litros tá a gente encontrou de 13 e de 8 e usar a média de 6. Uma pessoa normal da descarga no banheiro de 4 a 8 vezes então se nós fizer um cálculo médio de 6 litros que é a descarga do banheiro seis vezes que a pessoa vai ao banheiro são 36 litros de água potável água tratada pela CORSAN água de torneira dando descarga no banheiro, desculpe a palavra, com xixi e com cocô. Se nós pegarmos o banho, o banho nós temos assim um banho de 5 minutos ninguém responde nada, mas todo mundo pensa quem toma banho em cinco minutos? Eu consigo porque eu não tenho cabelo para lavar, Amarante também deve conseguir né Amarante 5 minutinhos a gente resolve o problema, mas quem tem cabelo mulheres não toma banho em 5 minutos; um banho médio de 5 minutos dependendo o tipo de chuveiro ele consume de 30 a 60 litros. Nós estamos falando de cinco milhões de litros de água potável entre descarga e banho aqui na cidade uma cidade como Farroupilha, por dia no município. É fácil de chegar nesse calculo é só pegar os dados e calcular. Em 2020 teve um marco regulatório né onde permite que o poder privado participe né, sobre concessão, para ajudar a resolver esses problemas né; a meta seria que em 2033 99% da população tivesse fornecimento de água potável e 90% da população com coleta e tratamento de esgoto. Naquele gráfico de crescimento se nós continuarmos olhando a curva em 2040 Farroupilha vai ter algum em torno de 100 mil habitantes. É muita água que nós vamos precisar né. Bom, a introdução sobre o nosso problema tá aqui agora vamos tentar transmitir um pouquinho do quê que é resíduo. Agora vamos entrar em reciclagem propriamente dita. Essa é uma foto oriunda da cooperativa reciclagem Paz e Bem, hoje Paz e Bem é a cooperativa Belo Horizonte ali de Caxias do Sul. Existem dois tipos de resíduos, resíduo urbano resíduo doméstico que é o resíduo orgânico e o resíduo reciclável tá. Quando os resíduos não são tratados ou bem descartados eles vão para esse lugar ali; que foto triste né. Isso aí é um lixão. Vocês sabiam que no Brasil existe cerca de 2.200 depois mais adiante nós vamos ter o número exato, mas em torno de 2.200/2.300 lixões, não aterro sanitário lixões ainda. Isso dá para dizer que a cada duas cidades mais ou menos ou um pouco mais até tem um lixão que é resíduo urbano não descartado direito, mal tratado. O quê que é reciclável? Todo material que pode se tornar um outro produto ele é reciclado tá; aquelas embalagem tetra pak lá a embalagem de leite. Aquilo hoje já tem tecnologia, até um tempo atrás bem recentemente tempo atrás não era reciclado, hoje ela é reciclado existe hoje uma tecnologia. Porque ali nós temos três materiais: nós temos plástico, papelão e alumínio; hoje temos tecnologia para separar isso aí. Latas, cartonagem, vidros e os plásticos onde a gente divide em três: os plásticos duro né o rígido, o plástico flexível e os plásticos expandidos que é o isopor. Olha que legal esse próximo gráfico aqui. Aqui tá mostrando assim que 45% de todo o resíduo sólido urbano, 45%, ou seja, 170 kg é material orgânico tá. Aí nós temos outros todos os outros materiais e tal né. Eu quero chamar atenção aqui para os rejeitos ali onde está com 14,1 isso aí é material não reciclável que é cerâmica, porcelana, resto de construção civil e alguns tecidos. E o plástico é 16,8%. Então se nós olhar esse gráfico aqui e aí todo mundo condena o plástico né o plástico é o bandido o plástico vai acabar com planeta, mas tem todo um resto aqui que ninguém dá bola para isso, ninguém fala nada desses outros materiais aqui tão poluentes quanto, alguns mais outros menos. Dos materiais recicláveis no Brasil o plástico ele tem uma taxa de 23,1% de reciclagem, ou seja, de todo o plástico doméstico descartado 23,1% é reciclado; o aço 47, as embalagens de alumínio 96. Vocês enxergam alguma latinha de alumínio na rua? Não né. Pois é, nós temos que encontrar caminho para esses outros materiais chegar perto do alumínio esse é o ideal. Nós vamos ver um videozinho aqui rapidinho vocês vão ver que existe solução, nós não estamos se comparando nós estamos dizendo que dá para chegar lá. A embalagem tetra pak aquela embalagem longa-vida a embalagem do da caixinha de leite Calebe que é uma embalagem que tá não muitos anos aí no nosso convívio hoje ela já é já se consegue reciclar quase 43% daquela embalagem. Muito bem, os resíduos sólidos urbanos em 2019 nós gerávamos 79 milhões de toneladas/ano nós reciclávamos ou nós não reciclávamos nós coletávamos 72,7 milhões de tonelada, essa 6,3 milhões de tonelada vai para qualquer lugar menos para coleta urbana; vai para o terreno vazio é jogada no rio é jogada lá no fundo do lote. Esse é um problema. Só que um outro grande problema tá aqui embaixo o resíduo sólido urbano coletado; dado de 2019: 59,5% ele tem a destinação correta, 40,5% ele é coletado, mas ele não tem destino. Por favor, Jaime.

SENHOR JAIME CANEDA: Uma observação em relação a essa informação. 59,5% tem uma destinação chamada correta que são os aterros sanitários e o marco regulatório dos resíduos sólidos de 2010 previa em 2014 nós não teríamos mais os aterros sanitários. Então nós estamos defasados em relação a isso. Nós temos foi recentemente feito uma alteração na lei, mas o mais importante é que nós não investimos nisso. Independente de ser resíduos sólidos de origem reciclável ou não né esses milhões e milhões de toneladas tem que ter um destino porque se não nós vamos degradar realmente a terra e não por uma visão ecológica nós vamos ter terra para plantar e sem comida e nós não vamos ter água por que os rios serão contaminados. É um assunto muito urgente e ele precisa ser levado em consideração. Só para retirar uma última dúvida daquele material coletado que o Cláudio comentou esses 6,3 milhões de toneladas têm resíduos sólidos orgânicos e têm também recicláveis. Então o que significa? A gente tem uma ideia porque que nos rios têm embalagens plásticas têm colchões, têm peças de carro, têm peças metálicas, que algumas boias algumas afundam, mas todas elas vão parar no mar e aí a culpa a responsabilidade é meramente da indústria que o produz não importa se é vidro/plástico/metal/papelão. É isso que a gente precisa tomar muito cuidado. Muitas informações muitos gráficos, mas tem que ser feita uma análise mais correta. Enquanto a população a sociedade civil não assumir a sua responsabilidade não adianta a indústria, não adianta o poder público, não adianta o setor de saúde fazer alguma coisa para salvar a nossa espécie. Nós precisamos tomar uma atitude para isso.

SENHOR CLÁUDIO HENRIQUE MENEGHEL: Muito bem Jaime, obrigado. Então depois da lei que foi criada lá em 2010, do marco regulatório dos resíduos sólidos né, em 2022 12 anos depois foi esclarecida porque lá dizia que tinha que fazer, mas não dizia quem não dizia como não dizia as responsabilidades. No decreto de 10 de janeiro de 2022 o decreto 10.936 no artigo 3 ele diz que a responsabilidade é compartilhada por 3: população, empresas e poder público; responsabilidade compartilhada. No artigo 4 diz que cabe a população acondicionar, segregar e dar o destino correto aos resíduos sólidos, resíduo sólido como o Jaime falou orgânicos ou não. E o artigo 6 diz que o poder público o setor empresarial e a sociedade são responsáveis. Então se ele está ‘linkado’ está junto eu tenho dever eu tenho obrigação eu tenho direito não separa. Ah, cheguei no número dos lixões aqui oh eu tinha dito 2.200 não são 2.612 lixões no Brasil em 2021; talvez tenha caído um pouquinho. Aterros sanitários, compostagem, incineração são… Aterros sanitários dos males o menor né, mas compostagem e incineração é uma alternativa. Nós temos um vídeo Jaime ah, ele foi lá, nós temos um vídeo de uma usina de reciclagem no Japão; essa é uma cidade com praticamente 100% do seu resíduo… (APRESENTAÇÃO DE VIDEO). Tem solução né. Nós temos mais alguns vídeos eu acho que a gente vai passar mais para o final né Jaime. A próxima lâmina. Esta. Pessoal à informação existe olha ali não diz o local, mas diz que tipo de aterro ou lixão existe então toda área cor-de-rosa ainda é lixão toda área verde é aterro sanitário, Farroupilha tá lá oh aquela bolinha branca lá é aterro tá na área verde tá. Chega assustar um pouquinho né. A área branca que não foi informado.

SENHOR JAIME CANEDA: Complementando Cláudio essa informação que está aí tá no site justamente é da Associação de Municípios do Rio Grande do Sul. É transparente então essa informação está lá disponível a todos. O critério que foi usado aqui aonde é gerado o resíduo e aonde ele vai para destino final né então os municípios em verde são destinados a aterros sanitários e os que estão em cor-de-rosa são ainda lixões que não há controle ambiental.

SENHOR CLÁUDIO HENRIQUE MENEGHEL: Muito ainda né.

SENHOR JAIME CANEDA: Somos os melhores hein.

SENHOR CLÁUDIO HENRIQUE MENEGHEL: Tu tem a próxima, Jaime? Aqui oh pessoal a UNITAU – Universidade de Taubaté/SP fez uma pesquisa lá em 2017 com alunos até a conclusão do ensino do segundo grau, 17 anos: 26% responderam que eles se preocupam com o destino, mas não separam; 16% deixa para os adultos essa tarefa de destinar os resíduos; 11% nem sabe do quê que tão falando e olha que legal isso aqui é uma excelente notícia 47% faz a separação do lixo orgânico e utiliza composteiras domésticas/caseiras. O quê que isso aqui está mostrando para nós? Que a população quer, Taubaté/SP, o quê que isso aqui mostra para nós? Que a população participa, isso aqui é dado de 2017. Foi com esses dados aqui de 2017 que a gente criou o projeto plástico do bem na época. Bom, eu da minha parte eu vou encerrar por aqui, nós vamos entrar agora no Projeto Resíduo do Bem que é assim ele era projeto Plástico Do Bem passou a projeto Resíduo Do Bem que nem eu disse a gente convidou outros sindicatos patronais para fazer parte do projeto e possivelmente esse projeto vai mudar de nome de novo. Por que se a gente diz assim resíduo do bem a gente tá automaticamente dizendo que existe um resíduo do mal e na realidade não é isso; na realidade existe um resíduo mal cuidado um resíduo mal tratado. Então eu gostaria Jaime que tu falasse sobre o projeto do resíduo do bem que tu tá mais a par dele tá encabeçando ele.

SENHOR JAIME CANEDA: Bom, antes de iniciar isso só para tirar esclarecer uma dúvida do gráfico anterior. Aqueles resultados foram feitos no Estado de São Paulo para uma Universidade que estava na cidade de Taubaté, eles foram utilizados para nós uma referência porque se chegou à mesma conclusão de que o processo educacional é fundamental eles refletiam a situação das famílias se as crianças tinham essa atitude provavelmente as famílias os adultos são iguais porque eles replicam é natural né. Então com isso o que acontece? Se nós não mudarmos o comportamento das crianças das famílias nós não vamos conseguir uma adesão, a compreensão da população da importância desse projeto. O Plástico do Bem que se iniciou com esse nome e agora o nome não importa, mas sim os objetivos, tem por objetivo em si orientar as pessoas de como a gente pode tratar o que nós mesmos geramos; ter responsabilidade sobre isso. Essa responsabilidade recai sobre cada um de nós e a gente precisa ensiná-los né, dar responsabilidade e de como fazer as coisas. Educar as pessoas para a correta separação. Elas não sabem isso; e os nossos professores também estão sendo orientados por que eles também não têm conhecimento disso. E por último oportunizar uma geração de renda né de como o Plástico do Bem ele acabou gerando uma renda para sua associação dos pais e mestres que vai no intuito de melhorar as condições da escola para algum objetivo prioritário provando o quê? Todo resíduo ele tem valor econômico tá. Obrigado. Se houver dúvidas ou qualquer tipo de esclarecimento estamos abertos.

SENHOR CLÁUDIO HENRIQUE MENEGHEL: Deu tempo?

PRES. ELEONORA BROILO: Já deu 10 eles já usaram 40 minutos né. Ainda que a gente possa dar espaço para os vereadores né aí eu acho que eles podem ir explanando conforme houverem ou houverem perguntas.

SENHOR CLÁUDIO HENRIQUE MENEGHEL: Então só no final assim gostaria de mais alguns minutinhos para o encerramento do…

PRES. ELEONORA BROILO: O senhor vai ter mais, no final os senhores podem ter mais no seu espaço de encerramento. Bem, a palavra está disposição dos senhores vereadores, mas assim como eu sei que vai ter várias perguntas que vão ser muito semelhantes então eu gostaria que as perguntas que fossem muito parecidas que os senhores possam respondê-las em bloco para que fique mais fácil para que os senhores possam respondê-las. É, exatamente, eles vão anotando né e no final aí até eles terão mais tempo para poder responder né. Acho que será bem mais produtivo assim tá. Então eu vou passar a palavra aos senhores vereadores. Então o primeiro que solicitou a palavra é o Amarante.

VER. GILBERTO DO AMARANTE: Boa noite Meneghel boa noite aos demais apresentadores aqui, parabéns. Eu acho que o tema ele muito ele é muito importante não é recente, mas muito discutido, nestes últimos anos com a preocupação camada de ozônio e tudo o resto que nós seres humanos acabamos comprometendo. Quero presidente, Clarice e os demais vereadores, Adamatti e a imprensa a minha a minha fala vai em direção as questões que você mesmo mencionaste na questão ali do Japão. Lá há uma cultura há uma educação uma motivação que vem da família, das pessoas, do governo, do Estado, dos municípios; aqui no Brasil e falo de Farroupilha também eu acho que até nós de repente Farroupilha somos um pouco mais privilegiado, Rio Grande do Sul como você mesmo mencionaste até pela questão da nossa do nosso desenvolvimento como um todo. Temos um desenvolvimento de repente um pouco mais um pouco mais avançado que alguns Estados. Mas é muito comum as famílias as crianças trazem já essa cobrança para os pais porque a escola cobra principalmente do resíduo do plástico da limpeza de fazer a separação então se faz isso e depois se coloca separado o lixo e às vezes se mistura então tem a questão do poder público; mas por outro lado também como poderíamos trabalhar para quê a essa contribuição tanto por parte do poder público no incentivo do armazenamento da água através de caixas da água, água da chuva, aguar o jardim, lavar calçadas, até mesmo a questão do banheiro, a questão da energia renovável, que tudo vem a contribuir de fazer esse fechamento. E quando nós falamos em economia hoje nós temos uma economia globalizada é que se produz na China para nós consumirmos aqui e muitas vezes nós vamos utilizar esse produto mais rápido que produzir em Caxias mesmo que lá ainda tenha que colocar em produção pela questão da globalização e isso tudo nos aproximou muito, mas não deixa de ter transporte né. Como nós fazermos esse fechamento disso tudo e conseguir num curto prazo baixar que é o que todo mundo quer a questão do resíduo e de certa forma nós salvar não o planeta, mas salvarmos a nós né que eu acho que somos os mais sensíveis nessa corrente toda. Obrigado.

PRES. ELEONORA BROILO: Vereador Roque.

VER. ROQUE SEVERGNINI: senhora presidente, cumprimentar a todos os vereadores a imprensa as pessoas que nos acompanha aqui do plenário da Casa e também de suas residências; cumprimentar o seu Jaime, Orlando, Jaime, tá bem, e o Meneghel que fizeram aí de forma partilhada uma bela de uma explanação né.  E eu gosto muito é das coisas que a gente consegue palpar, do dia a dia, por isso eu vou falar do projeto do plástico do bem que é sensacional este projeto. Eu sei por que convivo aí com a comunidade escolar em função de ter filho também que estuda em escola municipal e a gente teve uma experiência e para nós continua o projeto do plástico do bem. Porque lá em casa a gente continua fazendo a nossa parte lavando limpando levando para o colégio toda a semana e sempre a gente se impressiona da quantidade de plásticos que tem lá no colégio, não tanto como já teve. Então eu acho que as coisas que estão perto de nós é aquelas que a gente consegue fazer, é o dia a dia nosso. Nós podemos pegar exemplos do Japão que é um país superdesenvolvido, mas se a gente não fizer o primeiro passo aqui no nosso município e nas nossas escolas nas nossas casas nas nossas famílias a gente pode assistir e ler sobre o tema, mas se a gente nada fizer nada vai acontecer porque outro não vai fazer; eu acho que cada um de nós tem que fazer a sua parte. Então Meneghel eu gostaria de pedir se há possibilidade de a gente retomar esse projeto importante que iniciou lá em 2018 né 24 toneladas de plástico num ano 22 mil e poucos quase 22 mil reais na conta do CPM, mas não é só esse o resultado. O resultado é uma geração que vai se educando para praticar o bem com relação ao meio ambiente, vai se educando ambientalmente isso não tem preço é incalculável, quem faz quem auxilia quem patrocina quem está presente e dando ao plástico destino adequado. Então ao meu ver nós teríamos que conversar com a municipalidade por que não há projeto sem o apoio da prefeitura também; apoio da prefeitura da secretaria municipal de educação e eu não acredito que a pandemia tenha que ser desculpa para tudo. Passou a pandemia, acabou, não tem mais pandemia nós temos que retomar esse projeto urgentemente e começar a trabalhar com as escolas com a secretaria de educação com as famílias com os alunos porque ele é simplesmente fantástico, ela dá resultado imediato. Parabéns, conte conosco, e se puder depois na sua finalização fazer um arrazoado um pouco em termos se é possível à gente retomar isso aí. Obrigado.

PRES. ELEONORA BROILO: Vereador Marcelo.

VER. MARCELO BROILO: Obrigado senhora presidente. Boa noite a todos, colegas, imprensa, pessoas que nos assistem presencialmente, nossos assessores/assessoras e pessoal de casa. Bom, agradecer o Cláudio, Orlando e o Jaime pela explanação e aceitação do convite do nosso colega Calebe. Bom, antes da pergunta que farei para o Cláudio algumas considerações. Gostei muito da expressão da responsabilidade compartilhada, inclusive falamos aqui, e da educação como o vereador Roque também falou. E eu vou um pouco mais adiante quando falávamos da questão do trânsito talvez difícil colocar na grade do currículo, mas a gente pode avançar na filosofia e avançar nessa questão ambiental; com filosofia é algo que me encanta muito a gente pode colocar esse pensamento e a questão ambiental é bem por aí mesmo também. A questão do resíduos do bem fica uma sugestão já que a expressão tá mudada eu pensando aqui em algo para ajudar quem sabe resíduo: responsabilidade de todos. Se não for esse o nome do projeto, mas há essa conscientização; sabendo que o impossível é só uma questão de opinião dá para buscar sim. E agora Cláudio nessa questão sabendo que reciclagem é diferente de reutilização certo, são processos distintos, então me espantou a questão do plástico 23.1 de utilização sabendo que na reutilização, o pouco que eu entendi, é o uso do mesmo produto mais de uma vez independente se ele vai ser utilizado na mesma função ou não. Então é uma questão também de avançarmos em relação a esse assunto que a gente pensa de pronto que é o plástico, não é só o plástico; quando fala em materiais pensa o plástico por que tu faz a pazinha que você comentou. Então é uma questão que para nós também estamos aprendendo muito nessa noite que não é só isso pelo contrário o plástico é o menor deles. Então é uma questão de avançar também e quem sabe na questão filosófica contribuir na questão ambiental com as crianças/ensino médio e assim por diante. Muito obrigado.

PRES. ELEONORA BROILO: Vereador Maurício.

VER. MAURÍCIO BELLAVER: Boa noite doutora Eleonora e colegas vereadores.  Senhores uma bela explanação que tiveram. Eu falo mais sobre agricultura: em 2.000 sobre a água nós pulverizava os pomares nós gastava em torno de 1.000 litro de água por hectare e hoje nós estamos gastando 500 litros por hectare. Então nós avancemos mais que o vaso sanitário né. E outra temos a embalagem: nós temos a tal de tríplice lavagem, se lava 3 vezes se bota num galpão apropriado depois as empresas que venderam vem recolher. Eles recolhem e fazem aqueles que vai nas obra que passa o fio de luz dentro.

SENHOR CLÁUDIO HENRIQUE MENEGHEL: Conduíte.

VER. MAURÍCIO BELLAVER: Essa aí. E sobre o projeto do plástico do bem eu tenho duas sobrinhas elas aprenderam no colégio né e até é bonito de ver essa dizem assim “nono nono fecha a agua que no futuro vai faltar água, fecha a torneira”. “Como é que tu sabe?” “Aprendi no colégio”. Então vocês que continuem assim e ensinem mais gente para explanar mais gente aí que está um belo papel. E gostaria de ter esses dados aí para mim passar adiante. Muito obrigado.

PRES. ELEONORA BROILO: Vereador Calebe. O senhor terá cinco minutos como vereador proponente.

VER. CALEBE COELHO: Um orgulho para mim ter vocês aqui conversando sobre esse assunto tão relevante tão importante né afinal de contas isso mexe com a vida de todo mundo. E uma coisa que eu gostaria de saber de vocês, vou usar o mesmo exemplo que eu usei hoje numa outra reunião, digamos que nós temos um carro para reciclar um carro para reformar inteiro, restaurar tá, vou levar para uma pessoa que vai restaurar esse carro e aí eu vou perguntar para ele a primeira coisa: para o carro andar que tem que fazer primeiro? Aí a pessoa que restaura que é quem entende vai me dizer “tu faz isso faz aquilo faz aquele outro”. Então a questão de trazer vocês aqui é para que a gente primeiro tenha esse conhecimento e fique sabendo exatamente os fatos que precisam acontecer para que a gente possa trabalhar melhor nessa questão da reciclagem né; e segundo o ponto é o que fazer primeiro. A semana passada trouxe um outro convidado também que falou uma coisa muito importante sobre trânsito sobre normas e legislações e como é importante trabalhar com as crianças né. Porque hoje em dia tem muita criança que entra no carro e já diz “pai bota o cinto, oh cuida o sinal, olha a faixa de segurança”. Então funciona, a gente tá vendo que funciona trabalhar com as crianças para que elas possa se acostumar. A gente vem de uma geração né que a gente teve essa explosão de tanta coisa acontecendo né na indústria na economia né, mas agora como lidar com isso. Então quando vocês vêm até aqui e nos trazem esse conhecimento a gente já não é mais leigo né a gente já não é mais, se a gente não fizer alguma coisa a gente está fazendo de forma consciente e de certa forma estamos sendo omissos né. Então nós precisamos fazer. Então a minha pergunta é o seguinte: dentro do que vocês nos falaram e dentro do que nós como vereadores podemos fazer né pelo ponto de vista de vocês quais são os passos que nós devemos dar para que a gente possa produzir leis produzir algum tipo de algum trabalho que faça com que mais pessoas conheçam e se engajem nessa nova forma de vida; porque se a gente não fizer isso né a gente talvez vai demorar muito tempo para ser como o Japão. Mas dentro da nossa realidade como o vereador Roque falou o quê que nós podemos fazer? O quê que nós vamos fazer primeiro né? E muito obrigado por estarem aqui essa apresentação de vocês é digna de um material de faculdade né tá muito completa e teria muito mais coisas né seu Jaime ainda se fosse falar pena que o tempo não deu né. Mas num outro momento a gente pode voltar a falar sobre esse assunto tá. Então fica essa minha questão, muito obrigado.

PRES. ELEONORA BROILO: Bem como não há… Juliano.

VER. JULIANO BAUMGARTEN: senhora presidente e colegas vereadores.  Cumprimentar os nossos convidados desta noite parabenizar pela explanação, cumprimentar também a imprensa e os demais cidadãos presentes. Acho que é de suma importância né tudo isso que a gente ouviu tudo isso que a gente vem acompanhando e ficou muito claro né alguma reuniões de bastidores que nós tivemos que existem algumas lacunas, algumas questões a serem sanadas principalmente na questão que tange a educação ambiental que muitas vezes a gente vê que são coisas simples e que nem essas estão sendo colocadas em práticas pelos cidadãos. E às vezes é até taxativo repetitivo de ficar em cima em cima em cima em cima, bom, é um processo. O Japão obviamente que é um exemplo sem sombra de dúvidas e vocês vão lembrar em 2014 quando teve a Copa do Mundo do Brasil que após os jogos acabarem os japoneses limpavam seus vestiários, aquilo foi um choque de cultural tão grande que muitos literalmente fizeram chacota com os japoneses por quê? Porque é um hábito porque é uma cultura por que é uma questão de responsabilidade, por que uma questão de respeito. Eu acho que sim que é importante à questão de manter uma linha da educação ambiental seja nas escolas, mas na sociedade como um todo porque assim que se tu consegue conscientizar tu consegue informar. Em 2016 tínhamos um projeto chamado coletivo educador ambiental que era organizado pela secretaria municipal de meio ambiente que envolvia as entidades da sociedade civil fazia uma ponte com os convidas que são trabalhados na escola e era desenvolvido muitas questões desde a própria questão da separação do lixo de como melhor cuidar, até visitamos no caso uma escola em Guaporé, uma escola 100% sustentável me falha agora o nome dessa escola. E também nos últimos dias eu trabalhei com o assunto na qual eu vou estar apresentando/protocolando na próxima semana que é um projeto que ele vem ao encontro do que está sendo falado; que é um projeto aqui que até vou dar um ‘spoiler’ antes de protocolar que literalmente ele vem falar sobre a questão de uma campanha permanente de conscientização/orientação sobre o descarte adequado do lixo. E a gente não precisa andar duas quadras a gente vai ver que tem os containers alguns estão abarrotados e a gente vê que tem pessoas que estão jogando resíduos inadequados como, por exemplo, pedaços de parede, telhas, coisas do gênero e aí a gente vê que não consegue avançar. Então é importante trabalhar com métodos que sejam claros e objetivos não só com as crianças, mas também com os adultos; as crianças sim elas são importantes elas representam o futuro e uma mudança drástica na educação, mas a gente tem que fazer algo rápido antes que seja tarde. Obrigado senhora presidente.

PRES. ELEONORA BROILO: Como não há mais solicitação de manifestações… Ilha.

VER. TIAGO ILHA: senhora presidente, colegas vereadores, vereadoras. Quero cumprimentar aqui hoje a vinda desse assunto tão importante e que essa agenda ambiental e sustentável infelizmente ela tem se colocada em segundo plano atualmente no nosso município e isso é muito triste. Nós encontramos no nosso país muitas soluções inclusive viáveis no ponto de vista econômico, social e até mesmo cultural da nossa cidade. Sandro era presidente da câmara municipal quando estivemos juntos né, eu na condição de secretário meio ambiente, em São Paulo conhecendo uma solução na empresa Carbonox no interior de São Paulo que fazia um trabalho semelhante do que foi apresentado hoje. Nós encaminhamos aqui no nosso município o primeiro centro municipal de compostagem em grande escala ao lado do nosso atual aterro né e que depois da área licenciada projeto pronto e aprovado até o presente momento ainda não foi dado nenhum tipo de encaminhamento. E que isso é muito importante porque uma cidade que não pensa no ponto de vista sustentável certamente a gente não vai ter nenhum tipo de condição de futuro nem de médio é muito pior de longo prazo. Então o assunto que os senhores trazem hoje aqui é muito importante por que versa sobre um debate que a gente já tem trazido aqui para essa Casa já há algumas semanas e que vocês percebam meus colegas vereadores que não tem uma semana que este assunto direta ou indiretamente não está aqui professor Juliano. Toda a semana. No último ano aqui olha que dá para ver quase toda a sessão ou nós estávamos falando da questão saneamento ou a questão da reciclagem. Criamos uma lei municipal da reciclagem de apoio de incentivo aos recicladores e que depois de aprovada protocolada e colocado em prática há um ano já estamos por terceiro ano sem ela ser colocado em prática. Uma lei aprovada pelos vereadores sancionada pelo prefeito e que tá guardado dentro de um armário sei lá o quê. Então essa é a parte que entristece como legislador. É muito triste. E que esses assuntos são importantes serem colocados aqui e eu só tenho a agradecer essa preocupação essa forma extremamente sabia que vocês colocaram esse assunto que poucas empresas hoje acabam se envolvendo também. Então no segmento empresarial fico feliz também de ver colegas empresários se preocupando com isso. Obrigado.

PRES. ELEONORA BROILO: Mais alguém quer fazer uso da palavra? Se ninguém mais quiser fazer uso da palavra então eu passo a palavra aos nossos nobres convidados que têm 15 minutos para expor.

SENHOR CLÁUDIO HENRIQUE MENEGHEL: Muito obrigado Eleonora. Então assim quero dizer para vocês que a gente trouxe para vocês aqui é um foi difícil montar esse material porque não porque a gente não tenha é que a gente tem muito material. Para vocês terem uma ideia eu e o Jaime nos reunimos umas três ou quatro vezes “bah, mas é importante falar isso; não, mas isso aqui não pode deixar de falar”.  Nós temos assunto para trazer para vocês aqui e ficar um dia inteiro falando com vocês. Esperamos o convite. Eu tenho uma filha ela vai fazer 15 anos eu me lembro quando ela era pequenininha ela tinha uma musiquinha que ela cantava vinha da escolinha ela cantava aquela música que dizia assim “ado a ado cada um no seu quadrado”. Pessoal vocês notaram eu não tenho o dom da oratória. Cada um cada setor cada entidade pode contribuir de uma forma, nós como sindicato como SIMPLÁS como indústria nós temos a metodologia nós temos a técnica de como dar o destino de como adicionar acondicionar de o que pode ou que não pode, mas os senhores que conseguem mudar as leis. Já que a doutora Eleonora disse que temos uns 15 minutos para tentar responder resumidamente as perguntas de vocês eu gostaria que o Jaime apresentasse, Jaime tenta ser um pouco breve eu sei que tu gosta de explicar bastante, mas tenta ser um pouco breve para o nosso projeto resíduo do bem. E viu Roque só para dizer assim por onde tem que começar o primeiro passo a gente já deu, vocês já deram o primeiro passo vocês convidaram nós para vir aqui; esse primeiro passo já foi dado temos que seguir adiante. Então eu gostaria que falasse sobre o projeto.

PRES. ELEONORA BROILO: A palavra está com o senhor.

SENHOR JAIME CANEDA: Primeiramente o SIMPLÁS, apesar do termo, ser um sindicato patronal ele gera milhares de empregos gera uma quantidade absurda de impostos o que é bom né e gera riqueza, porém se tem responsabilidade sobre tudo isso. Não existe processo produtivo no mundo desde que nós começamos a bater pedra que não haja uma consequência no meio ambiente; as indústrias estão conscientes disso existem meios existem leis existe FEPAM para permitir/controlar, existem estudos de viabilidade e de impacto em meio ambiente, mas e pela importância disso o SIMPLÁS criou um comitê de educação e focada ao meio ambiente pela razão que nós já apresentamos aqui. Que nós notamos que nossa população apesar de que foi mencionado nós não somos Japão, mas nós somos um país de 220 milhões de habitantes e não somos terceiro mundo não. Nós temos muitas muitos defeitos muito as mazelas, mas nós não somos mais terceiro mundo, nós temos uma responsabilidade muito grande somos os maiores geradores de comida desse planeta e temos uma responsabilidade muito grande pela quantidade de recursos que nós temos. A nossa população entende isso também, mas ela não foi capacitada para isso então nós temos duas responsabilidades uma o vereador aqui antes comentou nós precisamos conscientizar os adultos de agora porque infelizmente nós temos um problema esse problema nós não temos como solucionar porque ele se chama tempo. Nós não temos tempo. Tempo é algo que vivi a nos caçar a espreitar né o resto de nossas vidas. Então rapidamente o que a gente precisa fazer? Ajuda de vocês num sentido de permanentemente criar meios que a população tenha acesso a essas informações né; como? Incentivo a apresentações ou de esclarecimentos ou campanhas públicas. Segundo: porque as escolas? Porque é nosso dever por lei da Constituição de 1988 que a gestão ambiental ela está em nossa Constituição, que depois disso em 94, seis anos depois, foi determinado de que essa matéria esse assunto deveria ser levado em todo o conhecimento pelas escolas; porém só em 2006 nós obtivemos o primeiro engenheiro ambiental do país nós não tínhamos engenheiros ambientais não tínhamos capacidade mão de obra para fazer isso. Estamos 2022 o mundo em 2050 vai entrar num colapso muito interessante né uma decisão que nós vamos ter. A próxima geração que serão os filhos de vocês meus filhos, filhos do Orlando filhos que já são adultos que vão ter que administrar o nosso legado e o que nós vamos deixar de legado. O que os senhores vão deixar de legado, o que eu vou deixar de legado? Um país maravilhoso jogado ao léu? Não pode, nós sabemos como fazer temos o conhecimento; não temos uma tecnologia como o Japão? Temos. O que nós não temos é recursos infinitos e basicamente uma cultura implantada em sua população nos alunos nas crianças que possa nos permitir a aceitar essas novas ideias. Acreditem de que nós somos ricos de várias maneiras que nós temos um potencial porque nós não somos cachorro vira-lata nós não somos terceiro mundo nós somos importantes e precisamos dar importância a nós brasileiros a nós de Farroupilha a nós Caxias a nós do Rio Grande do Sul e principalmente tá as nossas ideias. Não precisar exatamente copiar lá fora. Nós temos indústria nós temos a ciência nós temos professores universidades nós temos a massa crítica para resolver isso, só nos permitam nos ajudem a fazer isso. Vocês têm limitações à gente sabe não é fácil né tratar com tanta falta de recursos com tanta falta de disponibilidade é um trabalho voluntário que vocês fazem aqui fundamental, mas que para nós o que devemos dizer é o seguinte a próprio SIMPLÁS já teve contatos com deputados estaduais com outros vereadores com secretaria de educação para possivelmente transformar ou permitir de que a o conhecimento do meio ambiente o conhecimento da responsabilidade nossa com o meio ambiente seja matéria curricular seja transversal que não importe, é importante na matemática e é importante na educação financeira de uma casa para não ter desperdício porque nós desperdiçamos 23% de toda a comida desse países e isso faz parte de estar lá no nosso lixo no nosso resíduo. Precisamos mudar esse comportamento tá. Então até peço desculpa pelo entusiasmo, mas não dá a pessoa não dá mais eu tenho um filho de sete anos uma de 31 e uma 17 eu nesse meio sou engenheiro mecânico há 43 anos trabalhando, vou fazer 60, e eu vejo o descalabro uma situação que as pessoas não têm noção. Quando falo que está na beira do abismo não é atacar cataclismo não nós estamos seriamente arriscado a ficar sem água. Um país como o nosso como ficar sem água? Um município como Farroupilha ficar sem água. Então isso é um absurdo. Então a gente precisa mudar nosso comportamento. Agora a ajuda de vocês principalmente é um apoio institucional para que possa nos ajudar a permitir que as escolas consigam transmitir esses ensinamentos, que vocês consigam permitir que a população tenha acesso a esse tipo de informação por incentivo de vocês de uma maneira tal que a gente consiga mudar a cultura. Talvez não agora em 5 anos talvez não em 10, mas a gente chega até o Japão porque eles demoraram 100 anos para conseguir isso. Eles não são melhores que nós por causa disso, eles têm uma cultura que eles adquiriram com o tempo nós também podemos fazer isso. É fundamental. Não é tecnologia e não podemos deixar na tecnologia tudo por que podemos não ter tempo de resolver todos os problemas com a tecnologia. Pessoal, lâmpadas, a gente não recicla lâmpada LED não temos tecnologia para isso, mas como faz falta de energia precisamos economizar energia precisamos substituir as lâmpadas por que senão não temos iluminação. Então a gente está resolvendo os problemas imediatos urgentes, é um problema atrás do outro nesse sentido. e o plástico pessoal à visão que se tem é muito errada muito errônea, eliminar o plástico levaríamos a todos nós 200 anos atrás, nós não teríamos comunicação nós não temos energia elétrica, nós não temos internet, nós não teríamos comida para conseguir transportar em embalagens que permitissem ir ao resto do mundo que nós fazemos isso hoje. Então não podemos simplesmente ser simplistas e colocar a responsabilidade em cima de um processo de uma matéria-prima ou de um fabricante, não importa ou lata ou alumínio ou plástico o que importa é a gente assumir a nosso compromisso e nossa responsabilidade com isso. Quanto ao Plástico do Bem resumindo em um minuto é isso nós promovemos um processo de aculturação com os professores com os alunos eles trazem o material para as escolas e aquele valor que vocês têm aí sobre os vinte e dois mil reais isso era uma realidade econômica totalmente diferente né Claudio. Hoje devido ao enorme aumento das matérias-primas, do petróleo, da energia esses valores seriam 3 4 5 vezes maiores. Porque não dar oportunidade a essa infraestrutura escolar de obter também recursos e obter também cultura. Obrigado.

PRES. ELEONORA BROILO: Eu gostaria de passar a palavra para o senhor Orlando Marin que não falou né. Então aproveitar o senhor tem 3 minutos para o seu arrazoado final.

SENHOR CLÁUDIO HENRIQUE MENEGHEL: Eleonora nós temos só no final um pequeno vídeo de dois minutos para como encerramento.

PRES. ELEONORA BROILO: Certo.

SENHOR ORLANDO MARIN: Saudação aí as nossas queridas senhoras, vereadores, em especial ao nosso presidente e nossos queridos senhores vereadores, nossa imprensa, enfim, e quem nos prestigia. Obrigado pelo convite. E é bom às vezes a gente ficar mais para o fim que a gente absorve tanta coisa boa. E a gente é desde os anos de 99/98 que a gente está inserido nesse trabalho que o SIMPLÁS ele é uma entidade representativa estatutariamente consolidada para interesses do setor plástico da indústria, mas, além disso, a gente foge ao estatuto e começa a se inserir na sociedade isso nos anos 2000 e passamos por muitos momentos sempre mantendo uma posição correta uma posição de que nós somos parte do problema não só deste, do meio ambiente, mas de tantos outros da relação trabalhista, do setor comercial, da economia, desta forma que a gente se insere na sociedade e cada vez a gente é reconhecido também por isso. Então neste assunto de hoje tá nós somos parte desse problema; porque que somos parte? Porque desde que se começou a borbulhar o assunto do plástico né que o plástico demora 400 anos porque o plástico polui porque tudo aquilo que a gente já sempre com muita autoridade com muita informação com muita clareza a gente sempre esclareceu os pontos tá; e a gente vive como sociedade a gente vive momentos aonde a gente vê o quanto é importante políticas públicas. Na década de 70 começou se no Brasil e no mundo a campanha contra o fumo e eu não sei presidente, mas eu acho que a gente já venceu essa etapa né que hoje praticamente não se vê mais ninguém a juventude muito pouco, começou com políticas públicas começou com vontade de se fazer as coisas; depois passamos uma outra era a parte do álcool que se não vencemos nós estamos já muito bem adiantados. E não são coisas que se resolvem numa medida provisória num decreto num projeto qualquer e sim dando tempo ao tempo, mas mostrando a sociedade que precisa mudar e que todos têm que fazer sua parte. Estamos bem adiantado eu acho que também vencemos essa parte hoje a juventude já não sai mais por aí feito doido aí com carro, nós ainda velho ainda arriscando de vez em quando. Estamos no meio de uma guerra chamada drogas que eu acho que se nós não vencemos nós já deixamos de perder também por que políticas públicas são tomadas, cidades são envolvidas, pessoas, gerações, gente pequena gente grande tá. E nós estamos agora num negócio que está caindo do céu, ou seja, já passou do tempo, mas ainda em tempo. Nós não entramos mais no supermercado para comprar 50 kg de arroz num saco de, como é que chamava lá o saco, de linhaça que durava aí 3 4 5 meses; nós não temos mais isso. A gente quer por necessidade por ambição do ser humano a gente quer ir lá comprar meio quilo de uma coisa meio litro de outra e a gente ouve de tudo a gente ouve que isso aqui polui né, mas tem uma empresa em Farroupilha que processo quase 2.000 toneladas de material reciclado e que busca material no Peru na Bolívia para vocês terem ideia né; que muitos já sabem, mas talvez alguém não saiba que uma Sulpet busca material na América Latina para poder trazer para Caxias para reprocessar isso porque não tem que chega. Que 3 4 5 dessas aqui dá um blazer desses dá uma camisa dá uma gravata. São coisas que a gente também foi descobrindo sendo e pertencendo ao SIMPLÁS. Então são coisas que a gente precisaria assim Cláudio mais uma hora, duas, três, quatro, enfim, para a gente poder mostrar que isso aqui consome 7 vezes menos energia do que o vidro, que não decepa o dedo ou a mão de alguém quando dá um acidente, nada contra o vidro, por favor, mas cada um na sua. Que isso aqui tem utilização mais alguém joga no lugar errado vai para o mar mostra lá a tartaruga lá com o canudinho então condena o canudinho. Está tudo errado isso. Mas graças a Deus tá se começando a abrir aí as grandes mídias, nós estamos num processo que tá mais fácil agora. E estando mais fácil a gente precisa sim de políticas públicas né, quem sabe aqui e porque que foi feito aqui primeiramente do que Caxias gente, vocês têm essa ideia? Não tem. Porque Caxias um promotor público questionou conosco e trancou por um determinado período por que era escravidão infantil levar o material desse para escola, acreditem senhoras e senhores que isso aconteceu lá; tivemos que desdobrar e aí começamos aqui primeiro porque o projeto era para começar lá primeiro. Então graças à imbecibilidade de alguém o projeto começou aqui e deu tanto certo. Então precisa sim pessoal juntos iniciativa privada/sindicatos/entidades né, forças da sociedade como um todo, precisa sim começar a criar políticas públicas de separação. Aqui foi falado na no Japão que foi colocado ali por vocês também, Alemanha hoje a entrega do resíduo é por código de barra, ou seja, se eu entrego plástico e no meu vasilhame lá eu botei vidro eu sou multado. Então existe maneira simples que às vezes a gente acha que não dá, mas dá vamos começar com alguma coisa né: arrumar um termo de separação residencial né que o cidadão seja obrigado a fazer isso, por projeto lei. Isso vai ser o primeiro no Brasil não tem isso ainda por que há uma força estranha que a gente não consegue perceber né, mas isso está caindo de maduro gente. Ah, mas como é que vamos fazer? Como é que a gente ia terminar com o cigarro? Começou-se e eu nem sei como é que começou, mas começou e deu certo. Então quem sabe agora a era do resíduo sim né da gente poder fazer isso. Obrigado presidente pelo espaço aí mais uma vez, obrigado por nos receber.

PRES. ELEONORA BROILO: Bom então se o senhor quer passar o videozinho né para depois nós fazermos o encerramento.

SENHOR CLÁUDIO HENRIQUE MENEGHEL: Jaime tu pode largar para nós? Tá me ouvindo Jaime? (APRESENTAÇÃO DE VIDEO)

PRES. ELEONORA BROILO: bem, então nós agradecemos muito a explanação do senhor Meneghel do senhor Marin do senhor Caneda; ajudou muito a entendermos e a podermos ajudar também na medida do que a gente puder. Eu suspendo a sessão por 2 minutos para que a gente possa registrar este momento. (SESSÃO SUSPENSA). Solicito aos senhores vereadores que retornem aos seus lugares para que prossigamos à sessão. Solicito ao vereador Tadeu Salib dos Santos, 1º secretário desta Casa, para que proceda a leitura do expediente da secretaria.

 

EXPEDIENTE

 

1º SEC. TADEU SALIB DOS SANTOS: Expediente senhora presidente desta segunda-feira 20/06/2022. Ofício nº 104/2022 – SMGG (Secretaria Municipal de Gestão e Governo); assunto: resposta ao pedido de informação nº 44/2022. Ofício nº 108/2022 – SMGG (Secretaria Municipal de Gestão e Governo); assunto: resposta ao pedido de informação nº 45/2022. Ofício nº 107/2022 – SMGG (Secretaria Municipal de Gestão e Governo); assunto: resposta ao pedido de informação nº 46/2022. Ofício nº 105/2022 – SMGG (Secretaria Municipal de Gestão e Governo); assunto: resposta ao pedido de informação nº 47/2022. Ofício nº 106/2022 – SMGG (Secretaria Municipal de Gestão e Governo); assunto: resposta ao pedido de informação nº 48/2022. Pedido de Informação nº 67/2022 de autoria das bancadas do PDT, PSB e Republicanos; solicita informações a respeito de onde serão alocadas/realojadas as atividades atualmente desempenhadas no CEAC (Centro de Atendimento ao Cidadão). Pedido de Informação nº 68/2022 de autoria das bancadas do PDT, PSB e Republicanos; solicita informações de imóvel público localizado na Rua Treze de Maio, 214A no Bairro São Luiz. Pedido de Informação nº 69/2022 de autoria do vereador Juliano Baumgarten; solicita informações a respeito de todos os estagiários do poder executivo municipal. E para finalizar Indicação nº 33/2022 – autor: Juliano Baumgarten; assunto: instituir o junho vermelho para conscientizar e estimular a sociedade sobre a doação de sangue e de medula óssea. Estas as informações da secretaria para este 20 de setembro [sic].

PRES. ELEONORA BROILO: Obrigado vereador Tadeus Salib dos Santos, nosso 1º secretário desta Casa. Com o término da leitura do expediente passamos ao espaço destinado ao grande expediente.

 

GRANDE EXPEDIENTE

 

PRES. ELEONORA BROILO: De imediato convido partido liberal para que faça uso da tribuna; abre mão. Convido o partido socialista brasileiro – PSB para que faça uso da tribuna; fará uso da tribuna o vereador Roque.

VER. ROQUE SEVERGNINI: Senhora presidente, mas ah o som tá bom aqui gostei tá reguladinho. Um som bom também faz parte do nosso trabalho né. Boa noite a todos os vereadores, vereadoras, pessoas que nos assistem, a nossa imprensa, as pessoas que assistem de suas casas. Boa à explanação aqui do pessoal do plástico, muito boa. Eu sempre tive comigo que nós precisamos trabalhar muito aquilo que está próximo de nós porque às vezes se prega tudo no mundo ideal, mas não se faz no mundo real e é o mundo real que se apresenta todos os dias para nós. Ter ideia sobre tudo é importante, mas é muito mais importante além de ter as ideias executá-las se não você fica sempre divagando divagando divagando divagando e nunca executa. E a falta de execução às vezes nos leva ao insucesso de qualquer carreira e me parece que esse projeto do Plástico do Bem que é um projeto muito bom a exemplo da educação financeira também nas escolas, da gestão financeira, esse projeto Plástico do Bem ele encontra-se parado literalmente parado, terminou nosso governo terminou o projeto, não foi mais retomado; as escolas fazem, mas fazem as suas por sua iniciativa as que ainda fazem. Como falou aqui o Meneghel eram 24 escolas ou 20… 24 ou alguma coisa, acho que estou fazendo confusão 24.000 quilos recolheram vinte dois mil foi para o CPM em torno de 22 escolas participavam desse projeto. Imagina essas escolas se tivessem só 100 alunos, seriam 2200, mas eu cito aqui o Ângelo Chiele que tem 600 alunos. E aqui o Meneghel mesmo me disse que a Escola Ângelo Chiele era um exemplo e está lá ainda funciona, mas assim devagarinho Felipe tu que foi professor lá conhece estivemos juntos muito nesse projeto do Plástico do Bem e ainda funciona, mas eu acho que precisa um incentivo por parte da prefeitura municipal. E eu quero pegar esse gancho para dizer o seguinte eu ouvi a entrevista do prefeito Fabiano Feltrin e do vice Jonas na Rádio Spaço a impressão que me deu e que eles estão olhando pelo retrovisor, tem todo um para-brisa de um carro a sua frente e ali adiante se olhar para frente vai encontrar os desafios que tem, vai encontrar o seu programa de governo, vai encontrar muitas estradas do interior em péssimas condições, vai encontrar o problema da falta de iluminação pública, vai encontrar o problema da ECOFAR que até agora não marcou para vir a esta Casa falar sobre o tema. Espantosamente e estranhamente a ECOFAR não quer vir para a Câmara falar sobre o problema da ECOFAR. Porque será? O vereador Juliano falou a semana passada eu estou falando novamente aqui: porque a ECOFAR não quer vir para a Câmara de Vereadores falar sobre a ECOFAR. Aliás, eu quero aproveitar aqui para verbalmente aqui vereador Marcelo pedir para que venha para a Casa os estatutos da ECOFAR que disseram que já estavam prontos, ficaram um tempo trabalhando no estatuto né um ano e meio, 500 dias, deve estar pronto então que venha para a Casa os estatutos da ECOFAR para que nós possamos analisa-los já que estão pronto devidamente registrado na junta comercial obviamente. Então voltando para pauta da entrevista é só olhando para o retrovisor “Ah, mas isso é problema do governo passado; ah, mas esse projeto foi mal feito; Ah, mas aquele projeto não sei o quê”. Mas e o quê que estão apresentando para a cidade. Todo aquele para-brisa para olhar para frente ou está o está olhando para o retrovisor ou está dirigindo olhando para trás; nós temos todo um horizonte para olhar e aquele retrovisor é um objeto é um acessório que a gente olha de vez em quando, mas o nosso foco é andar para frente caminhar rumo ao horizonte ainda que não possamos alcançá-lo, mas ele nos faz caminhar. Então eu acho que chega 500 dias de governo já 500 e poucos dias olhando para trás não, vamos olhar para frente. Diz o que fará diz o que fará. A Pedro Grendene a culpa não sei de quem, a outra rua a culpa é não sei do quê, ah os projetos estavam mal feitos. Olha foram executados 50 km de estradas no interior de asfalto pode ser que tenha algum projeto que não ficou muito bem feito, mas foram feitos 50 km de asfalto. Cuidado para não querer fazer tudo no mundo ideal e não fazer nada na vida real pode acontecer isso. Eu fiquei muito chateado assim do ponto de vista de eu ter me frustrado a minha expectativa porque eu te garanto ainda que perdemos as eleições eu tinha no prefeito Fabiano uma boa expectativa, mas te confesso que eu me frustrei ainda que não tenha votado nele. Torci e torço para que faça um grande governo, mas os problemas que estamos vendo são gigantes e as soluções não são apresentadas. Problema da ECOFAR tem uns 20 funcionários a mais do que nós tínhamos, o Pró-saúde há informações que tem muito mais funcionário embora seja uma empresa terceirizada. Nós temos problema na área da saúde que não é de recurso é de atendimento inclusive de atendimento no Hospital São Carlos, de mau atendimento. Nós temos problemas de planejamento na nossa administração, sim problema de falta de planejamento, eu quero que venha nessa Casa o projeto autorizou fazer aquele quebra-mola; aquele quebra-mola na Júlio de Castilhos eu duvido que tenha tido projeto para fazer aquilo lá. Eu quero que venha aqui a cópia dos empenhos do período em que a secretária de educação esteve em Miami. Eu quero que venha a essa Casa a portaria que ela disse que ou que o prefeito disse que ela estava afastada do exercício de secretária de educação; se estava afastado deverá ter uma portaria e essa portaria deverá estar divulgada no diário oficial. E se esteve afastada nesse interstício de dias não haverá nenhum documento assinado por ela. Eu ouvi se falar muito de economias e dizendo que o aluguel do CEAC, que é o centro de atendimento ao cidadão, que vai ser desativado, que ali funciona secretaria de saúde, secretaria de habitação e assistência social, secretaria de obras, secretaria de agricultura, funciona ali a coordenadoria da mulher, o conselho tutelar, o talão do produtor; a questão das fraldas, a Farmácia Solidare, a junta comercial desculpa a junta militar, a secretaria do desenvolvimento econômico tudo isso vão sair daí. Eu quero saber desde quando está alugado o novo prédio para onde vai esses equipamentos depois nós vamos fazer um comparativo se desde a época em que foi alugado até o dia que o CEAC sair quantos mil já pagaram de aluguel para sala que irá se mudar. A outra pergunta, ou melhor, o outro pedido de informação é o nº 67 e nº 68, falo agora do nº 68 é quando é que foi alugado a sala do conselho tutelar na Rua Treze de Maio? Por que contaram o conselho tutelar saiu aqui do CEAC que não estava bom, enfim, acharam um prédio melhor, quando foi alugado e nos mande o contrato desde quando se paga o aluguel daquilo. Porque é muito fácil ir para a imprensa com discurso de que a culpa era do governo anterior, leia-se prefeito Claiton e prefeito Pedrozo, e que as despesas eram altas na ECOFAR que gastava nove milhões por ano; agora parece que já está treze milhões e não tem entrega de serviço. A entrega do serviço é muito abaixo do que era entregue no nosso governo. É muito fácil dizer que vai reduzir os aluguéis do CEAC e deixar a população procurando secretarias. Vai na saúde precisa da assistente social precisa ir para um outro prédio, que precisa de obras precisa ir num outro prédio, que precisa emitir um talão que precisa ir na junta militar, que precisa ir na coordenadoria da mulher, vai ter que andar em quantos prédios. Então redução nem sempre importa em satisfação para o cidadão e além do mais nem sempre a redução que se prega é redução cito aqui como exemplo a ECOFAR que disseram que iriam reduzir e na verdade não reduziu. Então eu gostaria muito de ter ouvido uma entrevista que projetasse o futuro que falasse de quantos quilômetros de asfalto vão fazer de quanto vai investir em novas escolas de quanto vão melhorar a questão da saúde de quanto vão poder oferecer para fazer uma manutenção da nossa cidade que está deveras com sérios problemas em todos os aspectos. A gente anda pelas ruas tem sinalização com galho de árvores em buracos, tem rede de esgoto detonado, tem calçamento que está com problema, tem buraco na Pedro Grendene aqui que estão sabe mereceria fazer no mínimo no mínimo uma manutenção; disseram que vai ter o asfalto, mas fazer uma manutenção antes disso. A gente vê ali vídeos e vídeos na comunidade de Vila Rica onde que está lá né aquele asfalto que não recebe manutenção ou se recebe a manutenção é manutenção que não dura não é eficaz; e aí tiver um videozinho dizendo que tá telefonando para as pessoas no dia do feriado. Sim, mas nós somos como disse o vereador Amarante nós somos vereadores 24 horas por dia e a prefeitura tem que estar a serviço e principalmente o prefeito sempre, sempre, não precisa fazer vídeo dizendo que tá dando resposta para as pessoas como querendo dizer “olha aqui, desculpa aí, nós estamos trabalhando no feriado”. Isso é normal é normal. E volto a dizer a minha fala que eu fiz no início eu não votei no Fabiano Feltrin tínhamos os nossos candidatos a prefeito que era o Pedro Pedrozo e o Francis Casali como vice, mas desejei que fizesse um grande governo e ainda desejo e torço e ajudo e auxílio. Recentemente teve uma comunidade lá falando de uma emenda que nós conseguimos aqui através do deputado Heitor Schuch e foi dito para a comunidade essa emenda nem foi empenhada e não sei nem se vai sair. Puxa vida nós tivemos recentemente falando com o prefeito e o vice-prefeito e com os moradores a emenda tá tudo certinho tá empenhada tá lá só fazer o projeto e licitar. Ah não né, para cima de nós não né, para cima de nós não né. A gente pode até dizer que não tá conseguindo fazer o projeto dizer que está com problemas no seu setor ou o seu comando talvez seja o ‘compliance’ que não tá funcionando sabe, mas dizer para os moradores que a emenda não vai sair e que por isso que ainda não andou vereador Maurício não dá né. Aqui todos nós nos esforçamos e vamos em busca de emenda dos deputados fazer merchandising em cima das obras dos outros e além criar obstáculo para não executar as obras de emendas que nós buscamos isso fica chato; tão chato quanto à gente levanta assunto nessa Casa e faz-se reuniões com os moradores e não avisam; parabéns a que teve que o Marcelo avisou com os moradores do Farrapos e tem mais uma essa semana aí que eu vou acabar participando vou dar uma incerta e vou estar lá no momento. Obrigado.

PRES. ELEONORA BROILO: Convido a Rede Sustentabilidade para que faça uso da tribuna; abre mão. Convido o Republicanos; abre mão. Convido o Partido Democrático Trabalhista – PDT para que use a tribuna; fará uso da tribuna o vereador Thiago Brunet.

VER. THIAGO BRUNET: Boa noite senhora presidente, boa noite demais colegas vereadores, imprensa, funcionários da Casa e demais cidadãos que estão até o momento nos assistindo. A pergunta que eu faço para todos os companheiros aqui é: se alguém aqui já passou fome? Eu espero e acredito que não. Mas não é porque a gente não sente esse problema que ele de fato não existe. As pessoas estão ficando mais fracas com menos força energia e resistência para realizarem as suas atividades laborais As crianças estão ficando subnutridas e apresentando danos fisiológicos e estruturais no seu cérebro. Uma tragédia a conta-gotas dispersa silenciosa escondida nas periferias, tão escondida que o Brasil que come não enxerga o Brasil que tem fome. Hoje, a cada 10 famílias 6 não possuem acesso à alimentação plena. Isso representa 125 milhões de brasileiros que precisam diariamente colocar na ponta do lápis formas de como conseguir comida por semana ou para o mês seguinte. Gente, vamos colocar na prática aqui uma família com uma renda de três mil reais, três mil reais, vocês acham pagando aluguel/água/luz tem como ter uma alimentação plena/boa para uma família – duas crianças e mais o casal. Então a gente tem que começar a fazer essa reflexão por quê? Porque está aqui, 59% da população 60% tem algum grau de deficiência alimentar gente e nós estamos conversando diariamente com essas pessoas, diariamente a gente fala com elas, pastor Davi o senhor conversa com as pessoas lá na sua igreja eu converso com essas pessoas lá no meu consultório; ou a gente não quer ver ou a gente não quer perceber o que está acontecendo na nossa frente. Gente são 33 milhões de pessoas, 19% da população, com insuficiência alimentar grave, ou seja, passam fome. Quando digo insuficiência alimentar grave é quando a redução quantitativa de alimentos entre as crianças ou uma ruptura nos padrões de alimentação resultante da falta de alimento.  Quanto menor a faixa etária da fome mais repercussões ela vai ter e prejuízos a longo prazo; estamos falando de crianças que vão levar essas sequelas para o resto da vida. Nós estamos criando crianças que lá na frente não vão conseguir ser uma mão de obra laboral, não vão conseguir ser estudantes, ser cidadãos completos para colaborar com a nossa sociedade. Eles não vão ter condições porque vão ter danos estruturais gravíssimos. Mais de 10 milhões de crianças gente no Brasil hoje não tem acesso a uma alimentação. 15 milhões citaram que tiveram que adotar estratégicas estratégias consideradas inaceitáveis ou vergonhosas para adquirir alimentação; ir atrás de um lixão pedir nas casas estas questões que a gente tem visto. É impossível que só na minha casa estão batendo pedindo comida. Não é possível isso. Regredimos muito nestes dois últimos anos por que em 2020 éramos 19 milhões nessa situação de fome e hoje, repito, somos 33 milhões. Números pré-pandêmicos que já deveriam acender um sinal de alerta, mas que pioraram com a crise sanitária, econômica e social. E aí junto com toda essa desgraça nós temos aí a dificuldade que as pessoas estão tendo de conseguir alimento. Números reais trazem, por exemplo, o leite ao patamar de R$ 6,00 a caixinha, a gasolina, hoje, chegou aos R$ 7,00 que apesar de não ser item da cadeia de alimentos influencia no valor final de todos os produtos e serviços. E o gás, peças essencial no preparo de alimentos já não cabe no orçamento de tantos. Tivemos uma pandemia sofremos uma dificuldade em conseguir matéria prima o preço aumentou pela falta, lei da oferta e da procura, aumenta o preço o que o banco central faz? Dá o gatilho aumenta o juros; juros alto o quê que acontece? O cidadão que tem um poder e uma situação financeira confortável ele bota o dinheiro na poupança num lugar seguro e ele todo dia ele dorme e acorda com mais dinheiro no bolso. Essa é a realidade de quem tem hoje uma situação confortável e reserva. E o cidadão que não tem reserva? 75% da população brasileira. O cidadão que não tem reserva o quê que ele faz com uma inflação desenfreada como tá. Ele dorme e no dia seguinte ele acorda com menos poder de compra porque o produto lá aumentou, aquele dinheiro que ele tinha já não é suficiente para conseguir comer agora. Nós precisamos resolver esse problema. Como vamos resolver? A longo prazo precisamos enxugar a máquina pública precisamos fazer as reformas da previdência a tributária, mas eu acredito que a curto prazo nós precisamos hoje talvez desonerar a folha do cidadão. Como é que a gente faz isso? Hoje quem tem o contracheque aqui pega o seu contracheque lá ganhou “ah, ganhei dois e quinhentos”; desconta isso desconta aquilo desconta aquilo chega lá mil e pouquinhos pila. Essa é a realidade hoje a nossa folha tá muito onerosa para a população. Faz um projeto faz alguma coisa inclusive estava tramitando no congresso nacional um projeto para desonerar a folha que não se falou mais, sumiu; que é uma medida urgente faz com que a população que o povo trabalhador tenha o poder de compra possa ir lá e com aquele dinheiro a mais que ele tem comprar os produtos para o seu suprimento e aí sim gerar novos impostos e devolver esse dinheiro para o governo de outra forma. A gente precisa encontrar alguma solução rápida, urgente e imediata. Vindo para a nossa região, já sabemos que a entrega de cestas básicas por parte do município de Farroupilha aumentou 600% nos últimos dois anos, ou seja, seis vezes mais famílias em situação de vulnerabilidade. E fome não dá ânimo, não dá energia para batalhar. Campanhas, doações e políticas paliativas existem. Cito a distribuição dos alimentos excedentes de restaurantes a entidades e famílias carentes, cito a troca de lixo reciclável por frutas e verduras realizada pelo vizinho aqui, Caxias do Sul, entre tantos outros; mas também vejo, e cada vez mais frequente, pessoas buscando nos containers comida para sanar a sua fome. Dentro da minha luta e bandeira por um ecossistema mais sustentável e saudável ao cidadão não posso separar o tema fome de sustentabilidade. Desta forma eu cito a agenda 2030 da ONU a qual elenca 17 itens a serem erradicado até 2033. Um deles, o segundo apresentado, é ‘fome zero’. E digo por que deve ser a prioridade de atuação dos governos: porque sem fome aumentamos a chance de erradicar a pobreza, ofereceremos boa saúde, educação, emprego digno; reduziremos a desigualdade e criaremos consumidores responsáveis. Por isso, venho a esta tribuna para nos questionarmos sobre o que estamos fazendo como agentes públicos, que somos, para reduzir a fome em nossa cidade? Restaurantes comunitários, hortas comunitárias, mercados públicos, logística reversa de alimentos, entre tantos outros programas podem ser implantados em Farroupilha, algo sólido, objetivo e sustentável. Escutamos a pouco aqui que nada menos do que 23% dos alimentos vão fora então gente é só para que a gente possa fazer uma reflexão aqui. Se a gente quer se tornar pessoas importantes para a nossa comunidade a gente tem que exercer e fazer e buscar projetos que sejam importantes para nossa comunidade. Que Deus abençoe todos aqueles cidadãos que hoje por acaso estão com esse problema terrível que é a falta de alimento na sua mesa. Forneço um aparte para a doutora Clarice.

PRES. ELEONORA BROILO: desculpa, eu estava escutando. Um aparte para a vereadora Clarice Baú.

VER. CLARICE BAÚ: Obrigado presidente. Obrigado colega pelo aparte. Só para contribuir nessa questão do aumento nesses dois últimos anos né em função da pandemia do covid, todos nós sofremos e com certeza os vulneráveis sofreram muito mais e aumentou muito a questão da insegurança alimentar né. Também faço uma leitura da má gestão dessa questão onde não conseguimos ter o equilíbrio entre economia e as questões sanitárias; fica em casa. Claro, no primeiro momento foi difícil gerenciar tudo isso porque a pandemia era uma coisa nova e que veio muitas mortes e tudo, mas agora vieram os reflexos: o aumento de todos nossos alimentos, a falta da matéria-prima como o colega citou. Acho que faltou também um pouco de habilidade de nós lidarmos com essa questão da economia e a saúde né. Se priorizou muito a saúde com certeza né, mas também poderíamos ter tido mais condições de avaliar e acertar. Então eu penso que realmente a inflação é um reflexo puro da pós-pandemia. Obrigado colega.

PRES. ELEONORA BROILO: O senhor ainda tem dois minutos.

VER. THIAGO BRUNET: Era isso senhora presidente. Muito obrigado.

PRES. ELEONORA BROILO: Convido o Movimento Democrático Brasileiro – MDB para que faça uso da tribuna. Progressistas – PP para que faça uso da tribuna; abre mão. Assim encerramos espaço destinado ao grande expediente e passamos o espaço destinado ao pequeno expediente.

 

PEQUENO EXPEDIENTE

 

PRES. ELEONORA BROILO: A palavra está à disposição dos senhores vereadores. Vereador Juliano.

VER. JULIANO BAUMGARTEN: Senhora presidente e colegas vereadores. Usar então esse espaço e fazer um paralelo bem breve e bem objetivo numa situação que me aconteceu hoje pela manhã, Hospital São Carlos e falar da UPA né algo bem sucinto. Mais uma vez né quando tu busca atendimento fica literalmente faz liturgia aquilo que a população fala que busca o atendimento que é confuso que é desorganizado. Na semana passada a gente fez alguns fez uma visita, eu o vereador Calebe vereador Amarante pastor Davi infelizmente não conseguiu se fazer presente, mas é aquilo né falta muita organização e tem problemas gravíssimos na gestão principalmente ali do pronto socorro. Hoje pela manhã a minha mãe precisou de atendimento hospitalar eu fui procurei o hospital entramos pela porta direita da emergência no que eu coloquei ela na cadeira de rodas a enfermeira levou para o outro lado então ficou uma novela não tinha ninguém para distribuir senha daí fui eu e peguei. No fim quando me chamaram para fazer a ficha, enfim, a inscrição eu disse não melhor pegar botar dentro do carro levar para UPA porque aqui não ia dar em nada. Nós íamos ficar horas e horas e horas e horas e não ia ter resolução nenhuma. Pois bem, foi o que eu fiz levei na UPA e foi muito bem atendida, muito bem, tem que dar os parabéns para o pessoal para os profissionais da UPA os médicos, enfermeiros, enfim, literalmente é um espaço que não pode ser fechado em hipótese alguma. Se tiver que fazer suplementação se precisar recurso para UPA não pode fechar que o atendimento sim é totalmente diferenciado e se acontecer isso vai se gerar um caos. Se depender do Hospital São Carlos nesses casos de atendimento a tendência é piorar. Então quero aqui me manifestar dando os parabéns para o atendimento; atendimento rápido/objetivo tratamento diagnóstico de uma forma bem precisa. Então é aquilo que eu sempre falei quando é o certo é o certo o justo é o justo e cabe sim fazer um reconhecimento. E fica mais uma vez a interrogação o quê que tá acontecendo no hospital. O quê que precisa para achar uma solução? Afinal a gente ouve a gente busca recursos e parece que é um literalmente um saco sem fundo e não tem uma solução no pacote. Pois bem, eu quero também falar de uma ação depois eu não sei se tu acho pode colocar depois Rose as fotos essas da sessão. Nós tivemos um ato muito importante hoje de manhã e eu quero aqui enaltecer a liderança e o protagonismo puxado pelo nosso colega presidente da comissão vereador Amarante endossado e apoiado por toda a comissão de infraestrutura e por esta casa legislativa nas ‘trocentas’ reuniões que fizemos. Perdemos a conta de quantas reuniões que fizemos para discutir o problema da poluição visual dos cabeamentos. Então hoje de manhã, 07h, estávamos lá né vereador Amarante e conseguimos fazer do trecho do bar do Bolacha até na esquina do Rossi. Então se vocês forem pegar foi uma quantidade num pouco tempo e o resultado foi literalmente como pode ver existiam muitos cabos obsoletos e de fato esse foi o primeiro, foi o ‘start’ e agora em breve vamos nos reunir fazer uma avaliação do trabalho né vereador Amarante, presidente da nossa comissão, para dar sequência. Eu sei que o clamor da população é em todos os bairros a gente sabe que todos os bairros tem problema com cabos soltos, mas não vai ser da noite para o dia que isso vai se resolver. Não, a ideia é ser progressivo primeiro nós tínhamos que fazer, não, amanhã não, então hoje literalmente foi um teste foi um piloto deu muito certo e com vocês podem ver a quantidade de cabos que foram recolhidos mostra o quê? Sim, tinha muita coisa parada que muitos deles fazia muito tempo que estava parado. E por fim a melhor parte né no que tange a isso a questão que nenhum desses cabos era energizado isso também facilitou o trabalho correu muito bem teve cobertura de todas todos os segmentos da imprensa. Isso é importante para o quê? Para trabalhar para comunidade e mais uma vez enaltecer que sim o poder legislativo é importante o poder legislativo tem voz e o poder legislativo tem trabalhado e pautado temas de suma importância para nossa comunidade. Obrigado senhora presidente.

PRES. ELEONORA BROILO: A palavra continua à disposição dos senhores vereadores. Vereador Amarante.

VER. GILBERTO DO AMARANTE: Boa noite senhora presidente, mais uma vez, imprensa, os demais que estão aqui nos assistindo, o nosso amigo lá do Caravageto que hoje está presente aqui também. Quero dizer que esta ação de hoje Juliano dando até continuidade na tua fala agradecer; agradecer a todas as empresas que participaram que se somou ali no final 9 operadora de internet de telefonia que esteve presente que esteve junto nessa ação, o Executivo através do Diogo, do Joel, o Gasolina passou por lá, o secretário Schmitz, a RGE que deu a cobertura fez a segurança dos trabalhos nessa em possíveis socorros que poderiam haver de enrosco de fio na nos fios energizados; inclusive foi aproveitada e também feito algumas podas de árvore nesse percurso de cinco quadras. Eu até queria sempre né Juliano fazer muito mais e, mas a gente sabe que é um processo mais lento, as empresas estão limpando tinham já feito uma pré-limpeza e depois então hoje foi dado aquela feito aquele trabalho mais amplo vem trabalhando na parte do principalmente aqui do centro que já anteriormente algumas empresas a OI e outras tirando alguns fios obsoletos. Mas claro que ficou bom ficou muito bom ali na Júlio acho que é isso que a comunidade quer é esse trecho como modelo, mas a gente sabe que por si só não vejo que as empresas vão fazer sem esse fomento sem esta cobrança do Executivo do legislativo da comunidade em geral, da imprensa. Para isso a gente até protocolou uma lei aqui de nº 18 que seria uma proposta de lei para o Executivo com os termos de auxiliar, alias, o Executivo vai fazer uso dessa lei que a gente até conversou com as entidades têm tratado com as entidades com o próprio planejamento com o Executivo presente e com demais vereadores e na comissão mandamos, mandaremos para o Executivo então uma proposta ajustada na próxima semana estarei protocolando nessa Casa para que depois então o Executivo retorne em forma de lei. Que aí sim o Executivo tem o poder de fiscalizar e aí fazer esse rastreamento junto a essas empresas e claro que continuaremos como o Executivo faremos outras ações aí junto com RGE, estaremos já encaminhando nessa próxima quarta-feira, mas em posse dessa lei eu tenho certeza que todos nós poderemos ser muito mais fiscais. Claro que o Executivo vai ter que fazer um trabalho de operação de fiscalização de contribuição e até em alguns momentos essa lei permite que vá lá e tire esses cabos que estão amarrado em placas/postes/plantas como hoje é muito comum nós vermos nas nossas ruas nos nossos passeios públicos e aí inclusive daí multar essas empresas que estão irregular que não estão aí nas normas da ANEEL; que às vezes tem aí algumas contradições que teria que ter só cinco companhias nos postes, ou seja, cinco operadoras, mas também esta mesma resolução diz que não pode retirar aquelas empresas que estão ligados. Mas dá poderes sim para o município assim como já tem em Barbosa, Carlos Barbosa, o município de Carlos Barbosa, Bento Gonçalves e outros municípios de São Paulo que já fizeram já tiveram essas experiência antes de nós e que lá deu o resultado; e com certeza Bento Gonçalves é uma cidade que, conversando com essas companhias que estavam presentes, tem cobrado muito lá através do Executivo tem se empenhando muito para a limpeza, tem sido lento, eu vejo que não é um processo rápido.  E vamos claro continuarmos aqui conto com os demais vereadores e com toda a equipe que esteve presente, o vereador Juliano muito presente sempre, para que nós tenhamos muito mais êxito, que os olhos da comunidade vejam: olha isso está bom podemos daqui para frente aceitarmos e depois só monitorar. Muito obrigado senhora presidente.

PRES. ELEONORA BROILO: Vereador Davi.

VER. DAVI DE ALMEIDA: Boa noite senhora presidente. Boa noite senhores vereadores. Quero cumprimentar aqui a imprensa todos que já foram citados no protocolo. Também na continuidade dessa fala dessa ação que ocorreu hoje né da poluição visual movimentando a RGE, enfim, todos as empresas já citadas aqui quero parabenizar o vereador Amarante né que iniciou através da frente parlamentar que por ele é presidida e depois então essa comissão que envolveu legislativo/executivo e envolveu todas as pessoas das empresas e hoje um grande sucesso. Estive presente também lá na ação e pude ver o comprometimento do poder executivo né colocando a disposição recolhimento do cabeamento o comprometimento das empresas, algumas não compareceram, mas o importante vereador Amarante que a gente possa dar continuidade a esse trabalho e tu tens promovido isso com muitas discussões e a gente então vai estar junto para essa continuidade. Também cito aqui senhora Presidente que hoje eu recebi no gabinete a Josi, mãe do Pedro, que já luta por uma causa muito nobre né que a neurofibromatose e agora juntamente com a Flávia vem assumir o MOAB, que é esse movimento de orgulho autista do Brasil, lutando por esta causa. E a gente vê e ela traz ao meu conhecimento a necessidade de que a gente possa juntos construir uma política pública de treinamento das equipes das auxiliares que estão auxiliando os professores no cuidado aos autistas que estão nas escolas regulares e a gente vê que há uma grande necessidade disso. Então quero trazer a esta Casa essa preocupação que ela nos coloca e nós sim vamos conversar com alguns vereadores, já conversei com alguns nos bastidores aqui, mas vamos dar continuidade a esse trabalho para que a gente possa de repente, se necessário, até uma frente para nós trazermos uma sugestão ao nossa Executivo nesse trabalho. Então deixo aqui já o ‘startar’ desse trabalho com o MOAB para que a gente dê continuidade e possa auxiliar no tratamento, auxiliar no cuidado essas crianças que tanto necessitam. Muito obrigado. Um aparte…

PRES. ELEONORA BROILO: Aparte ao vereador Juliano.

VER. JULIANO BAUMGARTEN: Senhora presidente, obrigado pelo aparte meu colega vereador Davi. Hoje pela tarde na nossa reunião da comissão de infraestrutura nós tratamos dessa temática onde recebemos a Flávia a Aline da AMAFA e também a Cláudia Maggioni, presidente do conselho municipal de educação. Debatemos com afinco essa questão e existe sim alguns problemas relacionados à questão dos monitores porque e o quê que acontece? Existe uma lei que ampara na qual os monitores eles devem ter pelo menos o ensino médio completo para trabalhar com os casos relacionados ao espectro do autismo e também é necessário uma formação. E ficou evidente nas manifestações e a busca também pelo apoio na secretaria da educação que existe uma lacuna que existe um problema. E nós fizemos também referencias na discussão está registrado na ata da reunião. E buscaremos também somar forças para tentar achar uma alternativa, para concluir, para que essas crianças possam ser atendidas da melhor forma possível. Muito obrigado pelo aparte vereador Davi.

PRES. ELEONORA BROILO: o senhor continua com a palavra.

VER. DAVI DE ALMEIDA: Um aparte ao vereador Amarante.

PRES. ELEONORA BROILO: Vereador Amarante um aparte.

VER. GILBERTO DO AMARANTE: Obrigado pelo aparte pastor Davi. Então hoje eu acho que nós tivemos uma ampla conversa e principalmente o depoimento aí muito bom muito conhecedor principalmente desse setor por ser mãe, a Claudia a mesma que falaste com o senhor, em relação do seu filho autista. E diante disso tivemos posse de vários documentos pela mãe pela presidente do conselho escolar, a Cláudia Maggioni, a gente já deixou agendado uma próxima conversa; assim como tinha também a AMAFA com a presença da Aline que também foi muito importante no contexto no conteúdo do nosso da nossa conversa e na busca de solução da questão. E também comentamos muito que hoje o Rio Grande do Sul tem falado muito na questão do autismo pelas barbárie que às vezes tem acontecido nas escolas, só para concluir senhora presidente, e não se vê uma solução plausiva [sic] rápida dos poderes público. Então buscamos sim, engajamos contigo pastor Davi nessa questão. Muito obrigado.

PRES. ELEONORA BROILO: A palavra continua com o senhor.

VER. DAVI DE ALMEIDA: Senhora presidente, só para concluir aqui então, hoje tiveram essa reunião eu paralelo tive essa com a Josi então vejam a importância de nós atentarmos para este assunto haja vista que eu presencio o trabalho da minha esposa que atende né crianças autistas e já se passaram mais de três auxiliares que trabalham e daqui a pouco troca por falta de conhecimento/falta de treinamento. Então vejam daí a importância de nós criarmos aqui e unirmos forças para nós então atendermos essa grande demanda. Muito obrigado.

PRES. ELEONORA BROILO: Vereador Marcelo.

VER. MARCELO BROILO: Obrigado senhora presidente. Agradecer a presença do nosso amigo Alexandre seja bem-vindo a esta Casa e as demais pessoas já anunciadas no protocolo inicial. Bom, algumas questões me fizeram comentar algo, não usei grande expediente até porque tinha referenciado bastante no anterior a questão da saúde e da educação; mas, enfim, algumas considerações que acho pertinentes. Colega Juliano, que bom né ter ah, está aqui eu vi que tinha uma cadeira virada ali, estar na presença do nosso secretário Clarimundo diretora Silvana em outra pauta, mas o que você referenciou em questão de atendimento e muito rápido né a questão já referenciada ao nosso secretário, inclusive muito solidário muito proativo em questão solucionar a questão de ser empenhar ao máximo no atendimento aos nossos munícipes. Então importante momento né início da tarde que você pode referenciar in loco com o secretário então. Colega Amarante, nessa questão do que você deu prosseguimento no dia de hoje me lembro bem a sua fala na questão colaborativa do Executivo nosso amigo sempre vereador Arielson disposto e isso você já referenciou e que bom né na questão de recolhimento dos cabos e tudo mais. Então é uma questão de avançarmos juntos no que é melhor para nossa cidade e deixar as pessoas felizes com menos riscos nessa questão de parte elétrica e questão de embelezamento também. Então faço de você exemplo na referência ao nosso Executivo e do Arielson ok. Vereador colega Roque também escutei atentamente seu discurso ele é colaborativo em muitos momentos e você vê que eu anoto bastante. Então a gente leva ao conhecimento do Executivo trago algumas informações pertinentes a todos e quem nos acompanha também pelas redes sociais. Lucindo Lodi, uma questão de muitos anos, foi dado o pontapé inicial na semana passada pelo nosso prefeito para prosseguimento e início das obras; Lucindo Lodi tão importante via e estrada. Pedro Grendene fora feita licitação houve empresa vencedora a gente sabe que o aumento dos insumos como dificulta e a primeira etapa em breve vai ser dado início. Então questão tapa-buracos importante até que a obra se consolide e digo aos nobres pares o quão importante vai ficar também as entrada do município com as três etapas que vão ser dada ser dadas desculpa prosseguimento e questão de 20 dias, 20 e poucos dias, o projeto da segunda etapa também estará concluído depois licitação e assim tudo mais. Sabendo que a Pedro Grendene amigos é recursos próprios do município também oriundos das economias da gestão, e quando eu falo isso é importante o que fizemos nessa casa legislativa com a reforma da previdência, isso no ano anterior, quanto nos ajuda também. E acho que é um todo acho que é um todo. E projetos propositivos do nosso executivo já em número de 26 em apenas este ano de 2022 e essa semana a vinda de mais 3 projetos importantes para apreciação para estudo e para aprovação desta Casa. Estamos a passos largos de tentarmos até 30/06 esses recursos federais que o colega referenciou de tentar desobstruí-los e trazê-los a nossa cidade sabendo que as obras iniciadas mesmo com esse período 30/06 o que está em andamento continua, porém início de algumas que tem a emenda parlamentar é importantíssima até 30/06 prazo legal devido às eleições. Colega Felipe talvez posso usar o espaço?

PRES. ELEONORA BROILO: O senhor tem o espaço de líder de governo…

VER. MARCELO BROILO: OK. Vamos com esse espaço então.

PRES. ELEONORA BROILO: …então não precisa usar o espaço de…

VER. MARCELO BROILO: Está bem. E avançarmos na busca desses recursos que por ventura estão chegando na nossa cidade para ajudar bastante no quesito obras. Pedidos de informação sempre importantes que os colegas também formulam é uma prerrogativa do…

PRES. ELEONORA BROILO: Agora pode começar a usar seu espaço.

VER. MARCELO BROILO: Obrigado. …do vereador e tenham a certeza da transparência da legalidade quanto às respostas plausíveis aos colegas para gente mantermos os bons propósitos e tudo que se propõe a fazer também. O assunto quebra-molas né referenciado novamente a gente humildade de saber que não fomos bem no dimensionamento da obra/realização e em contato com o secretário eu acredito que em 15/20 dias vamos finalizá-la como tem que ser colega Thiago Brunet e realmente deixar aquele trecho como tem que ser e os nossos munícipes também felizes né com esse termino; já passou um pouquinho à gente sabe disso, mas questão de legalidade fez com que atrasasse, vocês sabem bem na questão do serviço público talvez demande tempo na questão de licitar uma obra e fazer como tem que ser feito. Colaboração dos nobres colegas é sempre bem-vindo e por isso que atento a tudo isso me coloco a disposição como fora referenciado em trazê-los em comentá-los de pautas importantes. quero aqui destacar, também aproveito esse espaço senhora presidente para conclamá-los com o nosso colega Joel, do setor de trânsito, em não mais para o horário das 16h30min e sim 16h amanha para ouvir a nossa casa legislativa Amarante para avançarmos na sugestão dos colegas, fatos que houveram dias atrás para minimizá-los, trazer alternativas; e em conversa hoje com Joel ele está feliz e contente com o convite e quer agregar que trazer boas notícias também do que o setor de trânsito está fazendo inclusive em pontos que sinaleira talvez seja necessário, mas que podemos num curto espaço de tempo quem sabe alternar a via mudar o sentido. Isso ele vai nos trazer amanhã. Então tenham a certeza que esse vereador que está colaborativo quer trazer a transparência e não me em nenhum momento sabe procuro congestionar ou não trazer o entendimento das nossas secretarias nosso secretário e avançarmos cada vez mais. Importante vereador Roque você fala também de olharmos para o para-brisa importante sim e tenha certeza que o faremos, comparações você sabe que também acontece né números também são importantes, mas não é o caso nesse momento a gente tem que avançar passou já um ano e meio estamos com bons propósitos e reitero as palavras do nosso prefeito municipal não só na entrevista em rádios locais ou TV, mas que vem muita coisa boa colega Juliano colega Tiago também em relação a obras e tenham certeza disso. E que bom também ouvi-los na questão da torcida. E a gente torce né. Aquela história do avião que talvez não gostamos do piloto, mas a gente não vai torcer que ele caia né Juliano e Roque. Então é nesse objetivo que a gente avança porque assim como eu disse antes ninguém acorda de manhã “eu vou errar hoje”, ninguém, ninguém amigos. Hoje eu acordo para errar hoje eu vou errar. Não. A gente quer acertar quer fazer o nosso melhor e não só o nosso possível então nessa questão reitero. E vou avançar na parte da ECOFAR colega Roque do vosso requerimento o que posso lhe trazer em termos desse atendimento desse pedido tenha certeza disso também. Da minha parte encerro por aqui, muito obrigado pelo espaço senhora presidente e colegas vereadores. Muito obrigado.

PRES. ELEONORA BROILO: Mais alguém gostaria de fazer uso da palavra. Se ninguém quiser fazer uso da palavra eu gostaria de convidar o vereador Sutilli para assumir o meu lugar para que eu possa usar os cinco minutos como vereadora.

VICE-PRES. EURIDES SUTILLI: A palavra está com a doutora vereadora doutora Eleonora por o tempo de 5 minutos.

VER. ELEONORA BROILO: Muito obrigado presidente Sutilli. Obrigado senhores vereadores, senhora vereadora doutora Clarice Baú, a imprensa que nos acompanha, as pessoas que estão aqui, meu marido que chegou agora e todas as pessoas que nos acompanham de casa. São dois os motivos que vou falar hoje. O primeiro é porque todo mundo fala quando é para meter um pouquinho de pau no hospital, mas eu acho que é uma justiça quando as coisas dão certo eu acho que é uma justiça à gente falar bem também. Eu falei na semana passada no atendimento que foi dado a minha pequena paciente Paola de 34 dias de vida que foi atendida e muito bem atendida pelo pediatra até eu chegar porque eu não estava na cidade. E até eu chegar ele com certeza salvou a vida dessa criança e eu quero agradece-lo doutor Leo muito obrigado, a equipe de enfermagem do hospital muito obrigado porque bem nesse horário chegou também aquele acidente da moto em que os dois chegaram foi tanto o atropelamento né seu Bettu quanto a pessoa que o atropelou. E eu vi porque a sala de emergência vermelha da pediatria é ao lado da sala vermelha de adultos e eu pude acompanhar também o atendimento que deram aos acidentados e eu só tenho a dizer parabéns pelo atendimento. E este fim de semana o meu filho e minha nora necessitaram de um atendimento de urgência no hospital e eles foram extremamente bem atendidos, eu tenho que agradecer a doutora Rosangela eu tenho que agradecer a equipe de enfermagem que estava no centro obstétrico, eu tenho que agradecer a todos pelo pronto atendimento e pelo carinho com que eles foram recebidos. E notem senhores que eu não entrei junto com eles inicialmente então eles foram atendidos por eles e não por mim. Bem, um outro assunto que eu quero falar não se não era hora de falar sobre isso, mas como o vereador Thiago trouxe para falar sobre isso sobre a troca solidária que é feito em Caxias, no nosso vizinho logo aqui, que é a separação do lixo sólido né dos resíduos por hortifrutigranjeiros; 4 quilos dão 1 quilo. Quatro quilos que são recolhidos por famílias são trocados por 1 kg de hortifrutigranjeiros produzidos por no caso produtores locais. Bem, eu gostaria de dizer que nós estamos trabalhando nisso junto com as secretarias cabíveis, já há algum tempo nós já estamos trabalhando nisso e acredito que em breve nós teremos boas notícias aí nesse respeito. E nós só ainda não apresentamos o projeto porque ainda nos falta ver de onde vão vir verbas etc. e tal pelo menos para o início de projeto. Mas já estamos trabalhando nisso há algum tempo. Então era isso não vou tomar mais tempo até porque não tenho muito mesmo. Então muito obrigado e boa noite a todos.

VICE-PRES. EURIDES SUTILLI: Convido a vereadora dona Eleonora para assumir seu posto de presidente dessa Casa.

PRES. ELEONORA BROILO: Muito bem, então passamos agora ao espaço de comunicação importante por dois minutos.

 

ESPAÇO DE COMUNICAÇÃO IMPORTANTE

 

PRES. ELEONORA BROILO: Vereador Juliano.

VER. JULIANO BAUMGARTEN: Senhora presidente, de uma forma bem sucinta e objetiva eu quero solicitar retirada da Casa em definitivo do projeto nº 11/2022. Conversando com nossa procuradora discutimos algumas questões inerentes ao projeto onde que faremos uma adequação textual e não tem como fazer emenda nem modificativa nem supressiva ou qualquer que seja. É importante então registrar aqui nessa Casa e posteriormente estaremos entrando com outro projeto da mesma matéria da mesma temática, pois é algo muito importante e inclusive o próprio projeto consta um parecer da associação, perdão, do conselho municipal das pessoas com deficiência. Ou seja, são pequenos passos para a inclusão e acho que essa Casa pode e deve fazer mais esse Amparo. Atendendo então um pedido do vereador Marcelo Broilo nós tínhamos programado na semana passada uma reunião da frente parlamentar às 16 horas por conta daquela outra reunião com a presença do diretor de trânsito nós vamos atrasar um pouquinho, para registrar aqui também, fica às 16h30min na sala de reuniões onde que vamos aprovar um documento que encaminharemos ao Executivo pela frente parlamentar. Era essa minha manifestação senhora presidente, muito obrigado.

PRES. ELEONORA BROILO: O espaço continua à disposição dos senhores vereadores. Vereador Amarante.

VER. GILBERTO DO AMARANTE: Senhora presidente, até eu quero aproveitar pedir aqui para o Marcelo Broilo lá no final da Lucindo Lodi eu pedi há tempos atrás, fiz um requerimento depois fiz um pedido de informação, de quando seria posto uma placa de final de rua. Até eu conversei já mais de uma vez com o Joel, estivemos no local com o Joel, e os moradores esse final de semana aí hoje ou no dia de hoje contrataram uma máquina particular porque eles não tinham mais condições de sair de casa para arrumar a rua. E porque que acontece isso? Justamente as pessoas se perdem no final da Lucindo Lodi e ao retornar é muito íngreme e eles cavocam e fazem buraco e não consegue mais aí nem os moradores que residem lá conseguem sair de suas casas. Então eu não sei. Então os moradores disseram que se não colocar até o final dessa semana como eles pagaram a máquina para consertar a rua eles também vão comprar essa placa e vão colocar. Então é de extrema importância resolver o problema desses moradores só botar placa lá: Rua sem saída. Pelo menos se alguém se perder lá está à informação que hoje não tem. Então muito obrigado senhora presidente.

PRES. ELEONORA BROILO: A palavra continua à disposição dos senhores vereadores. Se mais nenhum vereador quiser fazer uso deste espaço encerro o espaço de comunicação importante. Espaço do presidente.

 

ESPAÇO DO PRESIDENTE

 

PRES. ELEONORA BROILO: Eu gostaria apenas de dizer aos senhores que os espaços reservados aos convidados até o final do ano está totalmente lotado, portanto eu gostaria que se fosse possível os senhores deixassem para fazer os requerimentos de convite para o próximo ano se for possível; apenas para dizer que está lotado e os senhores podem conferir isso com o secretário Duilus. Com certeza concordo plenamente com o senhor. Nada mais a ser tratado nesta noite considero encerrada a presente sessão ordinária.

 

 

 

 

 

Eleonora Peters Broilo

Vereadora Presidente

 

 

 

 

Tadeu Salib dos Santos

Vereador 1º Secretário

 

 

 

OBS: Gravação, digitação e revisão de atas: Assessoria Legislativa e Apoio Administrativo.