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17/05/2022 14:35:23 - Farroupilha / RS
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Ata 4171 – 14/02/2022

 

 

 

SESSÃO ORDINÁRIA

 

Presidência: Sra. Eleonora Peters Broilo.

 

Às 18 horas a Senhora Presidente Vereadora Eleonora Peters Broilo assume a direção dos trabalhos. Presentes os seguintes Vereadores: Calebe Coelho, Clarice Baú, Cleonir Roque Severgnini, Davi André de Almeida, Eurides Sutilli, Felipe Maioli, Juliano Luiz Baumgarten, Marcelo Cislaghi Broilo, Mauricio Bellaver, Sandro Trevisan, Tadeu Salib dos Santos, Thiago Pinto Brunet e Tiago Diord Ilha.

 

 

PRES. ELEONORA BROILO: Solicito que os vereadores assumam seus lugares para que possamos dar início aos trabalhos da Casa. Exatamente às 18h58s declaro abertos os trabalhos da presente sessão ordinária. Dada a verificação do quórum informo a presença de 14 vereadores nesta sessão do grande e pequeno expediente do dia 14/02/2022, ausente o vereador Amarante por questões de saúde e é uma falta justificada. Em aprovação as atas n º 4.165 de 13/12/2021 e nº 4.166 de 14/12/2021. Os vereadores que estiverem de acordo, por favor, permaneçam como estão; aprovadas as atas por todos os vereadores. Seguindo, solicito à vereadora Clarice Baú, 1ª secretária desta Casa, para que proceda à leitura do expediente da secretaria.

 

 

EXPEDIENTE

 

1ª SEC. CLARICE BAÚ: Boa noite. Então temos o Ofício nº 005/2022 – SEGG; assunto: Projeto de Lei nº 10, de 11/02/2022, que dispõe sobre a abertura de crédito especial. Temos o Ofício nº 001/2022 em que o presidente da Comissão de Finanças, Orçamento e Contas Públicas, Roque Severgnini, vem informar de que conforme ata nº 01/2022 a comissão reunir-se-á ordinariamente nas segundas-feiras às 17h30min. Nós temos a Portaria nº 016/2022 da presidente Eleonora Peters Broilo que designa o vereador Tadeu Salib dos Santos para Ouvidor Geral da Câmara de Vereadores de Farroupilha/RS. Pedido de informação nº 11/2022: O vereador da bancada do PSB, Juliano Luiz Baumgarten, que seja oficiado ao setor responsável do poder executivo municipal para que encaminhe a esta Casa a relação dos valores repassados ao Hospital Beneficente São Carlos no ano de 2021 (mês a mês e total do ano) e a destinação das respectivas verbas. Indicação nº 001/2022 – Marcelo Broilo requer a vossa excelência que seja encaminhado ao executivo municipal a sugestão de aquisição pelo município de cerca de 100 aparelhos oxímetros. Pedidos de providência de autoria do vereador Juliano Luiz Baumgarten: nº 11/2022 assunto – recolocação de calçamento no Bairro Primeiro de Maio; nº 12 assunto – conserto/troca do braço de luz na Rua Miraguaí, Bairro Imigrante; nº 13 assunto – troca de lâmpada na Rua André Pezzi, Bairro Nova Vicenza; nº 14 assunto – limpeza, roçada e recolhimento de lixo no entorno do Parque dos Pinheiros; e nº 15 assunto – sugere a criação de um WhatsApp para fins de marcação de consultas em todas as UBSs do município. Outro pedido de providência, de autoria do vereador Roque Severgnini, nº 10/2022 assunto – melhorias no recolhimento de lixo evitando o transbordamento dos mesmos. Era isso, presidente.

VER. JULIANO BAUMGARTEN: Faltou a indicação minha a nº 02.

1ª SEC. CLARICE BAÚ: Não tem aqui.

VER. JULIANO BAUMGARTEN: Acabei de solicitar para a secretária

1ª SEC. CLARICE BAÚ: Desculpa, eu que passei sem ver aqui. Então nós temos também a Indicação nº 02/2022 do vereador Juliano Baumgarten, da bancada do PSB, em que solicita o encaminha ao Poder Executivo Municipal a sugestão de projeto de lei que ‘dispõe sobre a proteção do patrimônio cultural do município de Farroupilha, e dá outras providências’.  É isso Juliano? Nada mais, presidente.

PRES. ELEONORA BROILO: Muito obrigado, vereadora doutora Clarice Baú, pela leitura do expediente da secretaria. Dando continuidade aos trabalhos desta noite passamos ao espaço destinado ao grande expediente.

 

 

GRANDE EXPEDIENTE

 

PRES. ELEONORA BROILO: Em primeiro convido a Rede Sustentabilidade para que faça o uso da tribuna; pastor Davi abre mão. Segundo, convido o Republicanos para que faça uso da tribuna; vereador Tiago Dior Ilha abre mão. Em terceiro, convido o Partido Democrático Trabalhista – PDT; abre mão o vereador Thiago Pintos Brunet. Convido o Movimento Democrático Brasileiro – MDB para que faça uso da tribuna; fará uso da tribuna o vereador Felipe Maioli.

VER. FELIPE MAIOLI: Boa noite a todos os colegas vereadores, a quem está aqui nos assistindo presencialmente e as pessoas que estão em casa nos assistindo pelas redes sociais. Vou trazer um assunto hoje para debater para que possamos debater para que possamos conversar para que possamos pensar sobre esse assunto que diz respeito aos passeios públicos né as calçadas, famosas calçadas de nossas cidades. Rose, pode colocar algumas as fotos. Bom, enquanto eu tenho algumas fotos, mas antes disso eu quero falar sobre a lei municipal de 2015, lei de 16/12/2015: “os empreendedores executores de parcelamento do solo, proprietários ou detentores diretos de imóveis que tenham frente para as ruas, avenidas e servidões das vias públicas pavimentadas do território urbano de Farroupilha, ficam obrigados a efetuar a construção, reforma ou substituição dos respectivos passeios públicos”. Bom, essa semana eu me deparei com uma moradora do bairro São José que ela me pediu para que eu não citasse o nome dela, mas ela é uma cadeirante que usa aquelas cadeiras de rodas com motor, e passando em frente a minha residência na Rua Papa João XXIII, eu observando ela andar, ela teve que fazer um movimento um tanto quanto perigoso. Passando em frente a minha casa justamente nessa foto, volta, ali, existe a calçada em frente ao restaurante e após é a Avenida Armando Antonello, passando nesse local, volta ainda, fica neste mesmo local ali ela tem que ir lá no meio da rua para poder realizar este trajeto. Pode mostrando as outras fotos agora. Aqui também na Papa João XXIII, pode indo; Avenida Armando Antonello onde o pessoal faz a caminhada aqui Avenida Antonello também, aqui também na Avenida Armando Antonello; é Armando Antonello né, Roque, tu que é um cara mais inteligente aí, mais velho. Em frente ao posto na Papa João XXIII também. Aqui já é lá no bairro São José na rua onde ela mora que é em frente à Escola Vivian Maggioni. Papa João XXIII também próximo um pouquinho antes da Metal Bez e aqui é na Vivian Maggioni também, bom, Vivian Maggioni também na escola Vivian Maggioni. Perfeito, e aqui também naquela curva que vai que passa em frente ao posto e vai em direção a Bigfer também no São José isso aí na Escola Vivian Maggioni, calçada em frente à escola. Bom, aonde quero chegar com essas fotos? Eu acho que é um assunto importantíssimo para ser debatido eu já estive no ano passado conversando com a secretária do planejamento sobre esse assunto e ela me recebeu muito bem até me passou que vai conversar com sua equipe para tomar as devidas providências o mais rápido possível, mas onde quero chegar. Calçadas públicas sempre foi um problema, o morador tem que fazer, é de obrigação dele fazer, né, alguns poderão dizer que não tem condições, enfim, esse tema é bastante amplo. Essas fotos que eu trouxe a maioria delas são de familiares meus tá é as frentes dos meus parentes então ninguém pode dizer que eu tô que eu vou ganhar voto ou perder voto; é provável que eu perca voto cobrando deles que eles façam essas calçadas tá, porque algumas, os órgãos públicos às vezes eles não fazem por quê? Porque não vão fiscalizar por que, bom, se eu for fiscalizar talvez essas pessoas não vão mais votar em mim se exigir que faça a calçada, porque é custo né. Então não estou preocupado com isso, porque aqui é um parente meu, é um tio meu que mora ali, tem condição, porque tem uma casa de esquina. Então uma casa de esquina numa localização dessa vale bastante então é só ir lá e fazer a calçada ou se ele não quer fazer por conta própria seje [sic] cobrado seje [sic] notificado, não sei se é essa palavra que podemos usar, acho que sim né, E a Papa João XXIII; aqui a Avenida é um outro tio meu que mora nessa parte aí de cima, pode ir lá cobrar deles eles têm como fazer isso; se o pessoal alegar que não tem dinheiro não é verdade o pessoal pode fazer, só tem que ter uma boa vontade para que possa efetuar tal ação. Aonde quero chegar com isso? Esse tema eu tô levantando por quê? Porque não tô preocupado com minha reeleição, eu tô preocupado com a cidade que quero deixar para as minhas filhas, para os filhos das minhas filhas, sei lá, para o futuro, para as novas gerações. Porque se nós ficarmos só naquela de se preocupar com o hoje ou só olharmos para nosso umbigo, as coisas não vão para frente. Então eu acho que esse tema é um tema que pode ser conversado entre nós, pode ser debatido e ideias poderão ser dadas. Consequentemente o poder público pode, acredito que possa efetuar a obra e depois cobrá-la através de dívida ativa, não sei se isso pode ou não pode, é uma coisa que nós podemos ver sobre isso também, analisarmos, mas, enfim, a ideia principal é que essa é uma rua principal que o um outro município ele liga Garibaldi/Carlos Barbosa a Farroupilha; é uma entrada, eu diria que para desenvolvermos a questão turística é também é legal fazer com que ela esteja completamente bonita e em condições de receber as pessoas que vem de outras cidades. Não quero que isso seje [sic] cobrado lá no bairro ‘x’ lá no interior, lá no fundo do bairro que as pessoas não tenham realmente condições. Acho que pode ser avaliado sim se a família tem condições ou não e cobrar em alguns pontos estratégicos. E em cima disso fazer com que nós pensamos grande, pensamos o que nós vamos deixar para os nossos filhos, nossos netos, enfim, acho que essa é a ideia principal. Então isso hoje estou levando esse tema, semana que vem provavelmente o Marcelo meu colega Marcelo use o grande expediente e daqui 15 dias eu vou estar aqui trazendo o tema relacionado a ações sociais. Eu posso dizer assim vamos falar sobre a quantidade de pedintes que têm na nossa cidade. Então, gente, eu vou levantar também algumas ações para que nós possamos debater e dialogar sobre esse assunto que eu me deparo constantemente talvez aonde eu moro é uma região próxima a um bairro o que tem de gente pedindo coisas não é fácil; é doações, é marmitinha, fica nos estacionamentos pedindo dinheiro. Eu acho que é um assunto muito importante para nós debatemos, por quê? Porque também temos que achar uma solução. Como? Debatendo, conversando, não esperando para administrações futuras resolver. Vamos tentar fazer com que nós nesse pleito legislativo em conjunto com o Executivo cobrando/conversando possamos achar soluções. E não tô aqui para falar de que no passado devia ter sido feito e não foi feito. Não. Esquece. O que passou, passou, vamos tentar pensar de agora em diante para tentar fazer o melhor possível. Era isso; muito obrigado.

PRES. ELEONORA BROILO: Obrigado, vereador Felipe. Agora eu convido o Progressistas – PP para que faça uso da tribuna; Progressistas abre mão. Convido o Partido Liberal – PL para que faça uso da tribuna; PL abre mão. Convido o PSB – Partido Socialista Brasileiro para que faça uso da tribuna; vereador Roque fará o uso da tribuna.

VER. ROQUE SEVERGNINI: Senhora presidente vereadora Eleonora, vereadora Clarice, os demais vereadores; senhores e senhoras presentes, imprensa aqui através do Leandro Adamatti eu não sei se tem mais algum órgão de imprensa presente aqui eu não enxergo daqui, Zé Theodoro da Rádio Miriam e demais presentes e também as pessoas que nos assistem de suas casas. Só esperar abaixar um pouco volume aqui atrás. Gostaria de primeiramente dizer que a comissão de orçamento e finanças públicas reuniu na tarde de hoje e temos três projetos que dependem de audiência pública: um que trata do REFIS, o outro que trata da agroindústria e um outro que trata da inclusão de bares dentro de uma matriz tributária que está sendo redirecionado por parte da administração municipal. Já estamos com as três datas marcadas e oportunamente serão convidadas as pessoas então. Também gostaria de falar aqui do projeto nº 8, se não me falha a memória, que é de reposição das perdas dos servidores. O vereador Marcelo, líder do governo, me ligou hoje e agora antes também conversamos um pouco sobre isso, a Comissão de Orçamento e Finanças Públicas deu parecer ainda na última segunda-feira através do vereador Tiago Ilha, que é o relator do projeto, deu parecer e para nós na terça-feira já estava apto a votar, porque é um projeto importante, aguardado ansiosamente pelos servidores que não têm reajuste desde 2019. E não é aumento do salário, é só reposição das perdas, é meramente a reposição da inflação. O vereador Juliano que é relator da Comissão de Constituição, Justiça, Legislação, Justiça e Redação fez o parecer também ainda naquela ocasião, na segunda-feira, e acho que a comissão também poderia, todos os membros, ter dado parecer; mas por entendimento não foi dado e o vereador me comentava que possivelmente esse projeto seja votado no dia 22. Eu acho lamentável. Lamentável de todos os aspectos, porque tem tempo para dar os pareceres das comissões, o jurídico da Casa precisa ser orientado, aí eu não sei se foi se tá ou não, enfim, mas fazer uma classificação das prioridades dos projetos. Não importa se o projeto tem o nº 1, nº 5, nº 10, nº 20; talvez o nº 3 nº 4 entrou por primeiro, mas o nº 20 é mais importante. Então daqui a pouco tem que fazer uma reflexão sobre a cronologia de importância dos projetos que entram na Casa para que sejam dados pareceres tanto pelas comissões quanto pelo próprio jurídico. É o que fizemos, por exemplo, na nossa comissão que já cronologicamente está priorizado o projeto do REFIS, porque é o projeto de maior abrangência, abrange muita gente dentro do município e muitos estão esperando para renegociar suas dívidas. Saudar também aqui o Marquito da Rádio Spaço também que vejo ele agora aqui. E gostaria de passar aqui no quadro, no quadro não, no telão, sou da época do quadro da faculdade da sala de aula; eu toquei nesse tema sobre os containers cidade e sobre a limpeza da nossa cidade também em sessão passada, mas quero fazer agora com maior tempo para poder refletir um pouco. O sistema de conteinerização da cidade foi adotado na época da administração ainda do então Prefeito Ademir Baretta, que estava há pouco aqui estava aí o Arielson aqui e aproveito para cumprimentar, e de lá para cá sempre teve uma manutenção desses container, uma ampliação, eu gostaria que fosse passando as fotos, e também uma preocupação no sentido de ir repondo e está aqui o Tiago que foi secretário do meio ambiente. Só que ultimamente, pode ir passando, meu amigo Rose, vai passando, deixa as fotos andando, ultimamente a gente se depara com cenas dos containers quebrados sem tampas sem manutenção cheios e não está aumentando o número de containers pelo contrário está se reduzindo, porque tá se quebrando, não está se repondo e não está se ampliando também o perímetro de colocação de novos containers. Isso está no centro da cidade, nos locais importantes e que todos são importantes, mas o de maior fluxo de geração de lixo, de resíduo e a gente não vê a manifestação pelo menos eu não ouvi por parte da ECOFAR de que vá fazer a mudança desses container, a substituição e que possa atender os nossos usuários, mas não só os usuários, atender a cidade, porque quem se depara com determinadas cenas expõe Farroupilha ao vexame. Não é possível que o prefeito vá para a imprensa dizer que tem um superávit 50 milhões e não consegue trocar os contêineres da cidade. Então o quê que falta? Falta gestão. Não é possível. Porque se eu tenho dinheiro em caixa e eu deixo a situação ficar do jeito que está é porque está faltando gestão, está faltando determinação, isso aí não é difícil. Olha nós já estamos no décimo quarto mês de administração não é arrumando a casa; o arrumando a casa é 30 dias, 60 dias, 90 dias, 100 dias, mas depois disso bem-vindo ao mundo ao mundo natural né bem-vindo a Farroupilha da vida real. Até porque o prefeito atual já foi vice-prefeito, o secretário de, o vice-prefeito já foi secretário de finanças e tem todo um grupo veterano ali então não é gente nova que entrou inexperiente que não sabe como funciona a máquina pública. Olha essa cena aqui, volta um pouquinho essa foto aqui oh segura aí, os lixos são recolhidos pela ECOFAR aí pelas 17h/18h em determinados bairros, outro é de manhã; isso aqui é uma cena lá do bairro América perto do posto de saúde, é deixado ali e os cães arrebentam as sacolas e espalham os lixos eles vão farejar, aí arranca para comer restos, resíduos, enfim, e acaba esparramando pelo bairro. Olha como tá caprichadinho, Felipe, o passeio público ali né limpinho, bem ajeitadinho, aquilo ali o cão recém chegou; 15 após essa foto certamente aquilo ali já estava tudo rasgado. Então não tem mais como o cidadão que trabalha lá na no recolhimento do lixo de fazer/recolher depois os farelos, as sobras que tem por aí. Cedo um aparte à vereadora Clarice.

PRES. ELEONORA BROILO: Um aparte à vereadora Clarice.

VER. CLARICE BAÚ: Obrigado, vereador. Só para termos de justiça né, a gente vem acompanhando essa questão de limpeza pública e todos nós sabemos que os containers foram recebidos por essa gestão já bastante danificados ou porque não houve tempo de consertá-los, mas com grandes problemas nos containers. É uma reclamação de muito tempo da população não é de agora, não é desses 14 meses, se piorou, pode ter piorado, mas depois da tua fala na última sessão eu liguei para o presidente da ECOFAR, o diretor, ele me passou que até o final deste mês, fevereiro, estaremos com containers novos foram feitas aquisições e estamos aguardando. E a questão da limpeza nós tínhamos na verdade cinco equipes de limpeza e dessas cinco então foram feitas, foram diminuídas o pessoal e temos mais uma equipe então a tendência é que as coisas melhorem. Obrigado.

VER. ROQUE SEVERGNINI: Muito bem. Bom, te agradeço aí pelo aparte, vereadora Clarice, contribuiu e no sentido de que vai vir containers novos, mas a desculpa de que há 14 meses atrás receberam os containers com problemas, vamos supor que receberam, tiveram 14 meses para arrumar né, mas não estavam da forma com que se apresentaram em hipótese alguma. Não há mais uma política; alguém ouviu uma frase ainda, uma só frase falando de separação do lixo? Alguém ouviu uma frase falando em cooperativa de catadores de lixo? Alguém ouviu uma frase ainda de educação ambiental no nosso município? É um desafio que eu faço. Olha aquele outro exemplo também no canto de uma rua ali. E mais, o mato tomou conta da cidade. Tem uma cena ao redor do colégio, olha essa rua, tem uma cena ao redor do Colégio Ângelo Chiele, Felipe, vai deixar saudade naquele colégio, pode ter certeza, a gurizada lá gostam de ti, porque tu é um grande professor lá, mas eu quero dizer o seguinte, tem uma cena ao redor lá do Ângelo Chiele que o mato tomou conta de um passeio público que foi feito com recursos do governo federal, captado pelo nosso governo e executado neste governo. E mais, o Felipe falava da acessibilidade, se você for olhar de um lado do colégio um passeio público que a prefeitura fez, se uma criança cair ali, vai se quebrar as pernas, tomara que não caia, mas o jeito que foi feito é um desrespeito total. Mas eu volto na questão do mato, da capoeira que tomou conta da cidade, e aí tem uma lei que diz que o responsável pela limpeza e pela manutenção e pela confecção do passeio público é do proprietário, não há dúvida disso, mas nas áreas públicas estão igual ou pior, igual ou pior, olha aquela cena do lixo ali. Isso aí, doutora Clarice, eu tenho certeza que você foi uma grande líder do governo aqui na Casa e o Marcelo será também, mas é difícil defender cenas como essas com todo o recurso que tem e falavam tanto mal da ECOFAR né. A ECOFAR prestava um serviço redondinho, por quê? Porque basicamente era um serviço técnico. E eu tenho e ouso até a fazer uma pequena leitura e com chance de errar enorme, mas me arrisco a dizer o seguinte: se substituiu, vereador Thiago Brunet, a técnica pela política e a resposta veio na saúde, a saúde tiraram muita técnica, pastor Davi, e botaram muita política no meio. E não que a política seja ruim, mas às vezes os setores técnicos precisam ter setores técnicos. Setores técnicos, entendimento técnico precisa ser respeitado e acho que nesse momento falta. Olha ali isso é no bairro Industrial, mas tem uma outra cena que aparece aqui depois uma foto ali, ali botaram fogo num lixo no mesmo lugar. E incrível que pareça, vereador Maurício, tem uma placa lá dizendo que é proibido colocar lixo. Olha isso aqui isso aqui é lá no Ângelo Chiele esta vendo ali o trilhozinho no meio é uma calçada e nas laterais tem inclusive um projeto feito por essa Câmara que é o IPTU Verde, se não me engano, que trata da permeabilidade dos passeios públicos. E a permeabilidade do passeio público pressupõe que você deixa nas laterais uma parte para permeabilizar a água, mas você pode fazer um ajardinamento, plantar grama, plantar flor, roçar, manter limpo; se eu deixar isso aí na minha calçada, rapaz, eu vou receber críticas homéricas, isso aí é da prefeitura, foi feita a calçadinha as pontas do passeio público não estão concluídos. Não sei quem que é o presidente da comissão de infraestrutura aqui. Vereador Amarante, sugiro que a comissão dê uma olhada. Foi feito o projeto só que o projeto é o quê? Ele é uma quadra né e quando inicia a outra quadra vem à rua aqui quando começa a outra quadra aqui fica as pontas, os cantos, né, os canto não foram terminados porque não estava na licitação. Está lá sem terminar faz um ano praticamente. Então pegar a Secretaria de Obras ir lá com um pouco de cimento né e fazer os acabamentos final, porque não tem acessibilidade, não consegue acessar o passeio sem passar pelo chão, sem passar pelo mato.  Então eu faço aqui uma espécie de um desabafo e não é uma crítica eu não considero isso aqui uma crítica isso aqui é um auxílio ao governo, porque a cidade é nossa, então ninguém é dono da cidade; então não é porque o prefeito é dono, aliás, é prefeito que ele vai ser o dono ou que ele seja o único responsável. Tem responsabilidade minha tem a responsabilidade de cada um de nós tem responsabilidade dos moradores; mas, por exemplo, a responsabilidade do morador e pagar o imposto né tem que pagar o imposto e a responsabilidade do poder executivo municipal é oferecer o serviço de competência do executivo municipal e a nossa obrigação é legislar/fiscalizar, não ficar aqui postergando decisões e cada um no seu quadrado e trabalhar todos em prol de Farroupilha. É isso, muito obrigado.

PRES. ELEONORA BROILO: Muito bem, encerrado o espaço do grande expediente. Passamos ao espaço destinado ao pequeno expediente.

 

 

PEQUENO EXPEDIENTE

 

PRES. ELEONORA BROILO: E a palavra está à disposição dos senhores vereadores. A palavra está com vereador Juliano.

VER. JULIANO BAUMGARTEN: Senhora presidente, colegas vereadores, vereadoras, imprensa, todos os cidadãos que se fazem aqui presentes. Bom, registrar um fato que seu Menzen me passou agora no comecinho da sessão e que me preocupa, porque chama a atenção um ato que aconteceu na sua residência onde foram roubados 18 m de grade da residência lá na Paim Filho. 18 metros é muita coisa. Então ele tem as imagens, já repassou para a polícia, enfim, então é um importante a gente buscar uma ação, um mecanismo e na próxima semana também estarei encaminhando um requerimento solicitando reforço de policiamento e também que a guarda municipal se aproprie dessas questões que envolvam de fato o bem patrimonial que aconteceu furtos próximo ali ao Ângelo Chiele, aquele campo que tem, e um dos rapazes que joga me contatou e passou ficou de me encaminhar umas fotos. Então só para fazer esse registro. Uma das indicações que eu fiz hoje, a primeira do ano, é sobre a nova legislação do patrimônio; então é uma contribuição, é fruto de um estudo de um trabalho técnico, quero agradecer meu amigo meu colega historiador Vinicius Pigozzi que me ajudou na montagem, na confecção. Porque realmente a nossa legislação que envolve a questão patrimonial ela é muito defasada, faz 31 anos de existência, ou seja, de lá para cá muitas coisas aconteceram, muitas coisas se descobriram, foram estudadas e o quê que a gente vê? A gente vê pontualmente a questão onde que precisa ser feito e o caso mais emblemático que vivenciamos nos últimos dias é a questão do Moinho Covolan que infelizmente teve algumas questões particulares, que teve todo aquele litígio, toda aquela briga familiar e que acabou que um dos… Agora vou continuar. O quê que acontece? De fato teve toda essa confusão e isso só prova o quê? Se nós tivéssemos uma legislação adequada, não teríamos tido metade dessa missa, teria sido resolvido o problema. Então esse estudo que a gente fez no ano passado, essa compilação e na última quarta nós tivemos uma reunião sobre o assunto né, Kiko, então é uma contribuição e cabe lá ao jurídico cabe lá na cultura, enfim, passar e avaliar por quê? Porque é importante. E dentro dessa indicação nós temos o quê? Atualização, aperfeiçoamento, a maior possibilidade de atuação do município como agente fiscalizador dos bens culturais de protegidos que hoje não está muito claro, inclusive de proteção de bens culturais de natureza imaterial inclusive buscando classificar, buscando registrar/inventariar que é uma coisa que existe muito a necessidade, porque é um bem que se não registrado ele acaba se perdendo e quando a gente fala de patrimônio é passado de geração para geração. Patrimônio cultural abrange história, memória, a arte, desenvolvimento da humanidade e acima de tudo é uma fonte rentável e ajuda muito no fomento do turismo. Também é possível novas ferramentas de proteção de bens culturais em diferentes escalas como, por exemplo, o inventário com acabei de citar, possibilidade de concessão de incentivos aos proprietários e produtores de bens culturais para manter, para desenvolver o empreendedorismo sobre um bem cultural. Inclusive no ano passado eu encaminhei uma sugestão sobre utilizar os prédios históricos e ajudar na questão de isenção de ISSQN/ITBI/IPTU, enfim, para fomentar a economia e proteger; também sanções àqueles que não cumprem de uma forma clara e organizada. Além disso, a criação de um fundo do patrimônio que é para achar formas de angariar recursos para trabalhar com a temática e também, por fim, fiz um apanhado uma síntese e poderia falar 15 minutos. Para concluir atualização e esclarecimento de qual que é a função do Conselho. Porque hoje o Conselho também é um Conselho defasado não é paritário é um conselho público, mas que não é público, então precisa transparecer mais os atos. Então enquanto vereador, enquanto historiador, essa aqui é minha contribuição sobre essa temática para nós tentarmos salvar e manter de pé todos os bens que nos restam na cidade. Era isso, muito obrigado, senhora presidente.

PRES. ELEONORA BROILO: A palavra está com o vereador Calebe.

VER. CALEBE COELHO: Boa noite a todos. Gostaria de falar sobre um assunto um tanto quanto intimista, quando eu falo intimista é porque quero dizer que vou falar minha opinião; então opinião a gente dá e é respeitada não quero receber criticas por isso, porque quero falar de uma coisa bem delicada. Quando eu resolvi ser vereador, a gente resolve fazer alguma coisa, porque a gente está cansado de algumas coisas né, quando resolvi ser voluntário é porque eu estava cansado de ver algumas coisas e quando você quando eu faço algum trabalho voluntário é fácil, porque se alguém precisa de uma cesta básica, eu falo com os meus amigos, um da 10 outro da 15 e a gente consegue uma cesta básica e resolve; as coisas são muito rápidas quando é assim no pessoal né. Quando é na política é tudo muito demorado, sabe parece que as coisas foram feitas para não andar, isso a nível da cidade, a nível de Estado, a nível do país né. No universo, que é uma coisa gigantescamente maior, tudo funciona redondinho né, eles sabem que determinado meteoro vai cair tal dia, tal hora, em tal lugar, aqui a gente não sabe quando as coisas vão acontecer. Então é muito frustrante para um cara que nem eu que venho do voluntariado ver que as coisas, que eu achava que eu ia mudar aqui, eu não vou mudar, sabe, não tão cedo né, e eu falo de coisas muito gerais. Quem me conhece da rede social sabe que eu já reclamo a muito tempo dos galos. É história que já deu uma novela né, galos sabe, ou seja, barulho né. Uma vez eu fui reclamar com o vizinho e apanhei, porque eu estava reclamando que ele estava me incomodando e o vizinho me agrediu né. Uma outra situação, fiz o que me indicaram para fazer, fiz o BO para um vizinho de trás que eu nem sei quem é né, porque eu não conheço o vizinho de trás que tinha um galo a 3 metros da minha janela. Aí fiz o BO, quando ele recebeu a intimação ele tirou o galo e não teve mais problema depois daquilo né só que eu tive que me encontrar com ele na frente do Juiz; como eu não conhecia o vizinho, quando chegou o vizinho eu me assustei, um baita de um homem, eu pensei esse cara vai acabar comigo quando nós sair lá fora, porque… Só que daí o juiz começou a falar: “o senhor sabe que senhor incorreu no crime tal e tal, não sei o quê” e ele “sim, sim”, aí eu interrompi o juiz e disse “senhor juiz, eu queria falar uma coisinha ele já tirou agora não estamos mais tendo problema, tanto eu, quanto a minha esposa e minha filha, estamos conseguindo dormir até a hora que a gente resolve acordar”. Antes a gente acordava às 5 horas da manhã. E resolveu o problema. Eu tenho outros problemas com relação a som no lugar onde eu moro, porque pertinho da minha casa tem uma boca de fumo e tem um lugar lá onde umas pessoas se prostituem que é som até tarde. E aí acontece o quê? Eu posso resolver isso com a minha vida, porque se eu fizer um BO aquela gente sim vai acabar comigo e é isso que acontece e é isso que eu não posso mudar. Porque eu estava conversando com um amigo meu na nossa na inauguração da Fenakiwi e esse meu amigo ele mora no lugar onde só tem ele morando, tem uma praça na frente e se ele chamar a polícia como ele já fez, o pessoal que está lá até tarde da noite da madrugada, vai pegar ele. Um dia polícia teve lá tirou eles dali e o cara falou um palavrão para ele e disse pode dormir agora, mas daqui meia hora a gente tá de volta. Aí sabe o que ele fez? Ele se mudou, ele tá morando lá no outro lugar onde ele pode uma coisa básica que é dormir. Então assim, quem que vai ter coragem e a gente que é pai não vai arriscar isso, coragem de fazer um BO contra uma pessoa ou pessoas que tu sabe que podem ser criminosos e tal para pedir direito para dormir, para não fazer barulho na frente de casa. Então assim, tá errado, a pessoa que tá incomodada deveria existir uma lei que provavelmente não vai sair daqui né teria que ser uma coisa maior em que a pessoa pudesse fazer uma reclamação sem dizer o nome, depois eu vou usar o espaço tá, presidente, sem dizer o nome, por quê? Porque vai ser lógico, quando reclamei do meu vizinho que ele me bateu, se eu tivesse encrespado mais eu não estava aqui né. Então a mesma coisa, eu não vou ir lá na frente do juiz, estar de frente com um suposto marginal, vamos criar uma hipótese, porque saindo dali o cara vai me pegar e minha filha vai ficar sem pai. Então essa lei está errada. Nós deveríamos poder aí, porque…

PRES. ELEONORA BROILO: Espaço de líder ao vereador Calebe.

VER. CALEBE COELHO: Porque que eu acho que as coisas são feitas para não funcionar? Porque a gente não pode propor essa lei aqui porque vai dar inconstitucional aqui não sei o que lá não sei o quê aonde sabe então é difícil isso. E nós, todos nós como ser humanos, a gente assim a gente se indigna com algumas coisas né ‘ah ficou possesso né’.  Outro dia eu me lembro que todo mundo possesso, porque alguém degolou um cachorro aí, digamos que foi na quarta, na quinta já diminuiu na sexta ninguém mais falou, hoje ninguém mais lembra. Aí teve uma outra situação, no meu caso que sou louco por pizza e aí descobri que a pizzaria que eu gosto vendia carne de cavalo podre, aí fiquei indignado duas vezes né, porque era a pizzaria que eu gostava, levei o pessoal da Câmara, sabe, a doutora teve o privilégio de não comer né carne, bendita sua ação naquele dia, aí agora o que acontece, essa Pizzaria tá cheia. Sabe, eu não vou mais lá, era a melhor pizza, na minha opinião, massa fininha e tal, só que a gente esquece né. Quer ver um outro exemplo, outro dia uma senhora foi atravessar a rua, não sei quê que deu, uma outra quase atropelou e a mulher do carro desceu e bateu na vozinha, todo muito indignado no ‘face’ né, porque ‘onde é que já se viu, porque não sei o quê, porque um Audi preto, porque… E aí? Esquecemos. Então a gente não pode eu tô aqui como vereador e não vou perder esse meu sentimento de me indignar, porque eu achei que eu ia resolver as coisas aqui sabe só que nem tudo a gente resolve e quando resolve leva um século, agora tem que falar com o Papa para mudar uma lei, para poder dar queixa na polícia sobre alguém que faz barulho e não me deixa dormir, porque se o cara souber que eu reclamei né eu vou correr risco de vida. Então assim que a gente não perca o nosso senso de se indignar diante das coisas e que a gente descubra o caminho certo de fazer as coisas que realmente aconteçam né. Para isso quero dizer então que a Câmara de Vereadores é um dos pontos de entrega de coleta né com relação a tampinhas, tanto plástica quanto de latinha aquelas de latinha né, também caixa de leite; essas caixas de leite todo mundo já sabe, eu vou fechar casas que tenham frestas e o excesso nós vamos vender né; já propus para a ECOFAR que a gente tivesse um local para receber esse material. Se a gente receber umas 35 mil caixinhas de leite por dia que é o que eu suponho que deve ir para o lixo na cidade, a gente compra um container por dia, tai a solução é só aplicar. Nós também estamos recebendo material escolar que muita gente vai receber material escolar nos próximos, porque as pessoas estão doando aqui e também na Drops de Menta né. Então a Casa do povo está à disposição do povo para recolher essas coisas né. E eu também gostaria de agradecer a assessora Fernanda pela doação de roupas né, porque ajudar é ajudar não importa quem tá fazendo né Fer; qualquer pessoa que estiver disposta a ajudar ajudem. Então se você conhece uma ONG, uma entidade, uma pessoa que faz alguma coisa, dá uma ajudinha lá, às vezes em nossa casa está sobrando né como no caso do material escolar, as nossas crianças de um ano para outro sobra muita coisa né; então leva, traz aqui que a gente vai encaminhar ou vamos pensar mais no próximo assim por que isso gente vocês eu todos nós podemos fazer isso dá para fazer hoje agora. Agora tem coisas que a gente espera fazer e vocês esperam que a gente faça aqui que é frustrante para não usar uma palavra que começa com ‘bro’ tá. É desgastante a gente pensar que vai chegar aqui vai fazer uma limpa e tal e coisa e não faz, porque a lei não passa ou se passa não acontece nada sabe. Então eu não quero perder esse sentido de me indignar com algumas coisas e isso é a política né. Que porcaria. Sabe, porque deveria ser muito mais rápido né deveria ser tão simples quanto se pudesse acontecer com o seu Adelino, mostra o vídeo lá, no outro dia já estão buscando a pessoa né, mas as coisas parecem que não fluem é um parto; parto, aliás, a gente sabe que vai acabar em nove meses, mas aqui tem coisa que a gente não sabe se vai acabar se vai conseguir. Então era isso que eu queria me indignar hoje. Obrigado.

PRES. ELEONORA BROILO: A palavra está com o vereador Marcelo

VER. MARCELO BROILO: Obrigado, senhora presidente, nobres colegas vereadores, imprensa, pessoas que nos assistem presencialmente e pessoal de casa. Comentar três pontos rápidos aqui. E um é um retorno na questão da sessão passada em relação à saúde e como naquela ocasião também me prontifiquei a auxiliá-los qualquer demanda e acho que o esforço é coletivo, vocês se lembram bem o que falei, eu quero comentar talvez ajustes que a secretaria fez. Então identificado principalmente o Primeiro de Maio e eu citei que era segunda-feira, Tadeu, que a demanda é maior, mas verifico e digo para vocês que hoje as unidades estavam dentro da normalidade e o Primeiro de Maio com seis médicos, três atendentes e duas pessoas na organização, ou seja, 11 e dentro da normalidade. Então isso é um esforço que o Executivo também faz, a secretaria, justamente em prol do nosso farroupilhense; e situações que realmente ajusta algumas coisas que porventura não estariam bem e agora começa a melhorar. E eu vejo o louvor queria dividir/compartilhar com os senhores. E por mais que também não devemos, como foi o discurso do colega Felipe, de achar culpados ou falar da de outras administrações acho que devemos fazer justiça também. Você sabe que lá no Primeiro de Maio tinha duas estruturas de saúde; então no momento que alguma tomada de decisão do passado optou por uma estrutura só é consequência que vai aumentar a demanda. Então só quero justamente, são medidas também para ajustar agora, mas é o fato que eu quis trazer a situação justa e certa e falar dessas melhorias com muito louvor com seis médicos, três atendentes e duas pessoas na organização. Aproveitando também o ensejo, vereador Juliano, tive o privilégio de estar naquela reunião com relação ao Moinho e o que você fala vem realmente bem na situação/ encontro ao que fora dito, mas também ressalto, acho que a secretária Luciana comentou, que o governo municipal também trabalha na adequação desta lei juntamente com COMPAHC o jurídico a questão cultural e também trabalhando atualização dessa legislação. Então vem a somar esforços em relação a tudo isso também. E por fim, ainda tenho dois minutos, comentar questão que falei na segunda-feira passada da harmonia da questão do respeito e na questão assim que eu prefiro agir até na questão de liderança de governo, então comentar tive, participo e fui eleito então presidente da comissão que também fez o parecer hoje, vários projeto, inclusive o nº 008 que o nosso colega Roque salienta de muita importância também, mas eu quero deixar bem claro que o esforço foi feito, não temos na pauta infelizmente para rodar e eu gostaria muito que fosse na terça-feira, amanhã, mas talvez ocorra no dia 22, senhora presidente, que é na outra terça e daí, Roque, eu tive, só um minutinho deixa eu acabar, e eu falei também com secretário Colloda e tá bem tranquilo que a gente sabe dessa situação. E para ele nessa parte de ajuste uma folha complementar ou retroativa a 1º de fevereiro vai acontecer. O que não podemos é esquecer da legalidade, da publicidade dos atos, inclusive dos pareceres, isso pode ferir o rito legislativo e eu não gostaria. Então o esforço foi feito mesmo e a gente está aqui com toda essa concentração de esforços. Então a harmonia que eu falei é isso harmonia com os poderes a gente avançar junto com tranquilidade e a gente vai avançando, conversando e assim foi também em contato com jurídico da Casa. Vamos, com certeza, os próximos dias dos próximos dias também votar esse projeto importante.

PRES. ELEONORA BROILO: A palavra está com o vereador Felipe.

VER. FELIPE MAIOLI: Obrigado, presidente. Como já anteriormente já fiz a saudações a todos que estão aqui; eu quero contribuir com e, para não esquecer né, de acordo com o que o Calebe falou vamos está sempre vamos começar bater na mesma tecla para que quem sabe as coisas começam a funcionar, e contribuir com a fala do vereador Roque Severgnini com relação ao lixo. Bom, meu ponto de vista: algumas ideias foram dadas, Roque, as críticas foram feitas junto com as críticas vieram possíveis soluções, possíveis soluções um tanto quanto caras foi o que me passaram. Cidade de Itu e cidade de Camboriú já possui um sistema de coleta de lixo extremamente avançado com tecnologia avançadíssima; claro que se nós formos implantar esse sistema na nossa cidade o custo é elevadíssimo com certeza, mas quem sabe um no centro da cidade que é o lixo que é subterrâneo onde o caminhão com um, através de um hidráulico depois coleta, enfim, tu resolve vários problemas. Por exemplo, desculpa a palavra, mas os catadores de lixo os catadores de latinha, coletores, que tanto bagunçam o lixo né eles reviram o lixo e no dia seguinte tá tudo na rua é complicado, eu vejo isso lá na minha rua isso ocorre muito e tu já evitaria. Bom, comprar containers ótimo como comprar container vamos trocar botar os do centro para os bairros também me disseram que isso ia ocorrer e a Clarice também está falando agora que isso vai ocorrer. Beleza, tudo tudo certo. Só que acho que o problema maior tem que ser que o problema é simples é coletar com mais frequência, porque os containers transbordando eles vão continuar acontecendo. As pessoas, se o caminhão do lixo passar duas vezes por semana para coletar o lixo seco, as pessoas se não houver campanhas de conscientização ou de reciclagem, de separação mais ativas, as pessoas não vão querer saber com certeza, vão misturar os lixos como está acontecendo. É uma realidade. Então, rapidamente para finalizar, acho que uma vinda até aqui do diretor da ECOFAR seria bem interessante para que nós pudéssemos fazer alguns questionamentos e para que ele pudesse nos expor alguns projetos ou se existem projetos e não existem projetos eu acho que seria bem interessante. Não lembro agora como é que funciona essa parte burocrática para trazer ele aqui, mas é uma ideia que eu tô dando para trazer aqui para nós questionarmos sobre algumas coisas que será bem importante, mas eu não vejo outra saída. Só finalizando, uma frasezinha, compra container, ótimo, mas se o caminhão não for lá coletar esse lixo mais vezes eu acho que o problema não vai ser resolvido. Um aparte, Roque.

PRES. ELEONORA BROILO: Um aparte ao vereador Roque.

VER. ROQUE SEVERGNINI: Obrigado, Felipe, pelo aparte. Sim, eu concordo contigo acho que seria interessante convidar o diretor da ECOFAR para vir a esta Casa até porque no aparte que eu pedi a vereadora Clarice ela falou que há um projeto, enfim, já está em andamento de colocação de novos containers. E de repente, entabular aí uma sugestão para que, bom, não nem que tenha que gastar um pouquinho mais que não será tanto mais, mas que possa recolher os lixos direto para o caminhão né. Porque esse depósito que fica ali e às vezes fica mais tempo três quatro cinco horas ali acaba prejudicando todo uma comunidade ali um entorno né. Então eu concordo contigo acho que é trazê-lo convidá-lo, enfim, que ele possa gentilmente vir a essa Casa. Oi? Isso recolhe e põe no caminhão é isso aí. Mas isso nós podemos debater na vinda do diretor. Obrigado.

VER. FELIPE MAIOLI: Tenho mais tempo, nem sei.

PRES. ELEONORA BROILO: A palavra está com o vereador Tiago Diord Ilha.

VER. TIAGO ILHA: Senhora presidente e colegas vereadores, esse é um tema que muito me agrada discutir/comentar e eu entendo profundamente a agonia que tem passado e testemunhado aqui o vereador Maioli e o vereador Calebe que são vereadores de governo que participaram, estão participando ativamente do governo municipal que foram na campanha eleitoral pedir o voto para que esse governo municipal fosse eleito pela população. E neste momento, vereadores, que vocês colocam aqui às vezes a angústia de que as coisas não funcionam como deveriam funcionar é porque às vezes a gente esquece a nossa principal prerrogativa, a nossa principal prerrogativa como vereador. Nós devíamos, independente de sermos governo ou não, e eu já estive nessa condição, nós deveríamos fazer o nosso papel fiscalizatório no ponto de vista de cobrar que o que já existe possa ser feito. Tomada de decisão: o vereador pode tomar decisão pelo prefeito? Não. Fiscalização: o vereador pode pegar o fiscal e dizer “vem aqui agora e fiscaliza aqui que a lei diz que tem que botar calçadoa eu e o meu vizinho não tá botando”.  O vereador pode ir lá dizer para o vizinho? Não. Quem pode determinar que fiscal vá? O prefeito, secretário, administração municipal. O vereador não pode chegar lá e dizer “fulano de tal, vai lá olhar que tá tudo errado”. É fiscalização. Educação ambiental: falamos aqui o vereador Roque trouxe. Gente, eu nunca fui profissional da área do meio ambiente acabei me apaixonando e depois busquei qualificação na área; fui secretário 10 meses da secretaria de meio ambiente sabe o quê que eu fiz de extraordinário? Nada. Eu ouvi os concursados que estavam lá e tinham soluções para todos esses problemas que estavam lá. E estes concursados ainda continuam lá, e eu provo para vocês. Apresentaram, aprovaram, apresentaram e virou lei, a lei de apoio à reciclagem que deveria fomentar e ajudar os recicladores com incentivos desde alimentos, treinamentos, equipamentos, EPIs. Pastor Davi, o quê que a gente fez agora e viu? Pegou fogo, o que aconteceu até agora? Qual campanha de educação ambiental tá na rua, tá nas escolas, está sendo trabalhado na internet, no portal da prefeitura, no Facebook ou até mesmo aqui na Câmara Municipal? ‘Água mole em pedra dura tanto bate até que fura’. Educação ambiental o maior problema que o país tem não é só que a nossa cidade tem. Imagine no tamanho do país que a gente tem a gente só consegue reciclar 3%; 3% de tudo que a gente gera de lixo no Brasil, com toda a capacidade que esse país tem, a gente só consegue três; não é só problema de Farroupilha. Agora se não tiver programas incentivo e eu vou dizer aqui falei no dia da aprovação aqui da mudança das secretarias, decisões, tomadas de decisão, vou fechar a secretaria do meio ambiente. Foi fechada essa que é a verdade. Falei aqui em muitas conversas que tem tido inclusive com a própria secretária, ela disse: “Tiago, eu cansei de cobrar para a ECOFAR” e saiu essa prerrogativa… Agora ficou com a ECOFAR, não é mais com a Secretaria do Meio Ambiente. Como que não é com a Secretaria do Meio Ambiente educação ambiental? Como que não é? Nós falamos aqui sobre a questão também fiscalizatória, já falei aqui na sessão em outros momentos, o fiscal da prefeitura muitas vezes pode ser um auxiliar do cidadão. Porque se o fiscal está todo dia conversando, vereador Maioli, com aquele dono do terreno ou no começo conversando, notificando e chamando uma hora ele vai ter que fazer, agora se ele não é fomentado, pensa comigo se ele vai fazer. Não vai fazer. Nós alugamos uma um imóvel que é nesta mesma rua e que nós estamos falando com o proprietário que é o dono do imóvel para que possa fazer ali até para melhorar o acesso. Então o município sim eu me somo a tua angústia, vereador, e a gente precisa que esse olhar possa ser olhado para essa questão das calçadas que há muito tempo sim estão com problemas na nossa cidade. E vamos lá por outro lado nós aprovamos, e quando acabar meu tempo quero espaço de líder, quando nós aprovamos o plano de arborização da nossa cidade né foi mandado para a Casa, foi aprovado, virou uma lei para substituir as árvores que hoje danificavam as calçadas por arvores que pudessem ser plantadas naquele local. Foi assinado um convênio com a RGE de R$ 200.000,00 para fazer isso, qual árvore a gente tem visto plantar aqui?

PRES. ELEONORA BROILO: Espaço de liderança para o vereador Tiago Diord Ilha.

VER. TIAGO ILHA: Então nós precisamos que essa agenda ambiental e aqui não é a culpa é de quem tá aqui no governo. Não, eu acho que o alerta que a gente precisa colocar aqui, vereador Broilo, nosso líder do governo, é que o município apresente uma agenda ambiental planejada, focada, com métodos, com planos, com objetivo e aí poderíamos falar da questão do saneamento da roçada da questão da educação ambiental. A gente precisa que essa agenda seja colocada como prioridade é o mínimo que a gente pode fazer quanto parlamentar nessa Casa municipal. Que o município possa olhar para essa questão dos recicladores, porque hoje, Maioli, a gente vê muito catador na rua por que ele não é abraçado pelo município. Ele não é convidado a participar de um programa de educação ambiental, ele não tem nem sequer um espaço que ele possa chegar e dizer “eu sou catador como é que eu faço aí para fazer um MEI aí, para mim ser legalizado e poder vender melhor lá o quilo do papelão que recolho”. Não tem um programa que diga vem aqui eu preciso ser orientado/treinado/fomentado né. Não tem. Nós precisamos encontrar essa solução sim e é para ontem, porque a nossa cidade padece e vou dizer que essas situações que vocês que nós todos estamos aqui na condição de vereadores não conseguimos fazer pelo município nem se nós quiséssemos independente de ser um vereador de situação ou de oposição. Ou vocês vão me dizer que vocês conseguem lá e dizer: faz assim que eu tô pedindo ou, Deus o livre, que eu tô mandando. Vereador não pode fazer isso. Isso é uma prerrogativa do Executivo. Porque sabe o que eles cobram a gente lá, vereador Maioli, “porque não fez uma lei lá para não deixar lá a calçada daquele jeito?” É isso que as pessoas nos cobram. Porque não fez uma lei lá que não sei o quê. Tem a lei, existe a lei, ela precisa ser cumprida. Quem vai fazer cumprir? Então nós temos um gestor, prefeito municipal, através dele uma grande equipe que está no guarda chuva da ECOFAR, da Secretaria do Meio Ambiente. Planejamento, obras, agricultura parte dele é apresentar isso “olha pessoal estamos com esse problema como vamos resolver”. Trazer a ECOFAR aqui pode ser que traga alguma coisa, mas eu acho que além de trazer a ECOFAR eu clamo que a gente convide o pessoal da área do meio ambiente para que explane aqui, vereador, quais os planos para a parte ambiental da nossa cidade para os próximos três ou quatro anos. Quais os planos? Olha em mais seis meses vai trocar os containers. Será que resolve? Tem um projeto aprovado/licenciado para compostar todo o lixo orgânico da nossa cidade, nós deixamos lá pronto. Tá o projeto licenciado que não custa muito dinheiro para fazer ao lado do lixão. O conselho do meio ambiente pede há muito tempo um caminhão aberto para fazer a coleta do seletivo e fazer ações sábado/domingo. Aquelas ações que a gente recolhe coisas fazer mais frequente. Usar os canais que o município tem na imprensa “olha pessoal essa semana estamos coletando vamos largar lá certinho”. Não precisa fazer um folheto botar embaixo da porta, mas pode ter uma gente visitando as famílias; o próprio agente que visita as famílias no ponto de vista de saúde poderia ter uma levada de educação ambiental. “Olha está com esse problema aqui como é que está teu lixo, tá separando?” “não, não sei”. “Olha tem uma orientação aqui do município”. “Você deixa teu WhatsApp que alguém da prefeitura vai te mandar aqui um como é que se faz”. Será que é tão difícil fazer isso? Porque só guardar dinheiro não vai resolver o problema da cidade. É importante guardar dinheiro e já dei os parabéns ao prefeito por isso, agora só economia não adianta, tem que aplicar bem o recurso público que esse é nosso dever e nossa obrigação. Obrigado.

PRES. ELEONORA BROILO: Vereador Marcelo, havia me solicitado o espaço de liderança? Então espaço de líder ao vereador Marcelo.

VER. MARCELO BROILO: Obrigado, Felipe. Então só desculpar aí não consegui dar o aparte para o colega. E só comentar então de novo da situação que eu quero deixar bem claro e transparente do que se propomos, a questão do que desse rito todo legislativo, Roque. Então tenho bastante convicção aí que em breve a gente consegue fazer isso como os demais, inclusive, na questão como você me disse da sua comissão ali de finanças em colocar datas nos outros projetos para audiência pública. E já temos uma pauta palpável de projetos né; então verificada a pauta infelizmente não houve tempo hábil de colocá-lo para amanhã então avançamos para o dia 22 e acredito que é a minha segurança em falar para vocês e para todos também que afeta mais diretamente o projeto é que está alinhado muito certo com o Legislativo, desculpa, o Executivo na questão de rodar a folha bem certinho sabe. A questão de uma semana não mudaria esses preceitos básicos de enquadramento de uma questão de retroativo a 1º/2. Então fica esse relato da total transparência e preocupação também. Mas que a gente consiga avançar todos os eixos de legislativo/executivo a questão do jurídico da Casa para não atropelar por mais que a gente sabe de urgência de projetos a importância a importância dessas pessoas que movem a nossa cidade. E feliz também com o que conseguimos fazer de reduções na questão da gestão e podemos fazer como preparação de inflação o poder aquisitivo das pessoas e depois com os gatilhos a gente sabe que não é toda administração que faz isso formato de gatilhos, a gente sabe que não é toda administração que faz esse formato de gatilhos para depois ajuste posterior no outro ano. Então fico muito feliz com isso e exalto de novo a preocupação, o esforço, mas que a gente consiga com tranquilidade fazer os preceitos dentro da publicidade do ordenamento jurídico da Casa. Muito obrigado.

PRES. ELEONORA BROILO: Com a palavra o vereador Maurício.

VER. MAURÍCIO BELLAVER: Boa noite, senhora Presidente, boa noite colegas, boa noite imprensa e um boa noite especial para a Schérula que estava de aniversário sábado e que bastante trabalha e ajuda eu e o Chico; não levou bolo, passou liso, mas eu falei. Com relação ao lixo, um empresário de uma câmara fria para cima do trevo aí que vai para São Marcos, todo mundo levava lá, não tem nenhum morador, e um dia ele me ligou, queria prosear comigo. Aí nós paremos ele me levou bem em frente ao lixo, ele me disse a seguinte frase: “se nós pegar esse lixo que tá aqui na frente da minha empresa e jogar todo no pátio da minha empresa em nem cinco dias o meio ambiente daqui me multando”. Falou bem assim para mim “o quê que eu vou fazer?” Aí falei com a turma, recolhemos todo o lixo lá, fizemos, plantemos umas planta e tranquemo lá, ninguém mais bota lixo lá. Só que migraram mais para cima. O interior sofre o contêiner há muito tempo não tem o que dizer; tem muita gente de chácara, que é chacreiro no fim de semana vai para lá e joga o lixo lá e o caminhão do lixo e o caminhão do lixo passa a cada 15 dias. É um assunto que é para ser debatido com todo mundo eu acho, se estou errado me corrijam. Mas em outra parte, quero agradecer o prefeito, vice, secretário da agricultura, que em dezembro compraram uma Eletro para agricultura para trabalhar no interior ali dentro das propriedades que tem subsídio pagaram R$ 363.000,00. Então os agricultores agradecem aí o poder público aí que tem mais uma máquina trabalhando dentro da propriedade. Era isso, senhora presidente.

PRES. ELEONORA BROILO: Com a palavra o vereador Chico Sutilli.

VER. EURIDES SUTILLI: Boa noite a todos. Hoje estou à frente de uma entidade aqui do município, uma entidade que é muito mais conhecida e reconhecida no Estado do que no nosso próprio município. Não sei se foi pelo acontecido todos esses anos, uma entidade de mais de 80 anos né, e nós não estamos dentro do nosso município tendo uma ideia do tamanho que é essa entidade. Os fatos aí do passado deixou muitas feridas, né, a população está cada vez mais distante do nosso SER Brasil que aí fora nós somos conhecidos como Brasil de Farroupilha o gigante das Castanheiras; aqui temos que falar SER Brasil, porque está sendo pouco valorizado. Mas faço um apelo assim para a população que possa nos ajudar e no momento que nós iniciarmos as competições, hoje já estamos trabalhando muitas horas por dia, muitas pessoas envolvidas, a população em geral nos ajudar da maneira que for possível prestigiando, indo ao estádio, o empresariado que ainda confia no nosso Brasil, que confia em nós que estamos aí que confia em todos, porque o Brasil tem que ser de quase 80 mil pessoas que estamos nós aqui no nosso município não é aquelas 20/30/40 pessoas estão trabalhando lá. A gente vai na Federação quando tem as reuniões seguido e o pessoal elogia muito a nossa localização, o nosso estádio, nosso tudo, só que nós aqui nós temos que abraçar essa causa e fazer um trabalho todo junto. Que é porque é ‘A’ ‘B’ ou ‘C’ esteja na frente ou esteve que deixou as mágoas no passado, nós temos que esquecer o que aconteceu; aí já teve muita gente boa na frente, já teve problemas que não é bom citar aqui. É melhor esquecer o passado e nós nos unirmos todos e dar uma sequência que dá para colher belos frutos aqui na nossa cidade como uma categoria de base muito boa que dá para formar. Nós somos cidade referência aqui na Serra e eu peço ajuda de todos vocês para nós fazer o nosso Brasil voltar o que era no passado e dar um passinho a frente conseguir coisa melhor que nós temos grandes capacidades de poder chegar aí. Obrigado.

PRES. ELEONORA BROILO: Aparte ao vereador Juliano.

VER. JULIANO BAUMGARTEN: Senhora presidente. Colega Chico, lhe cumprimento pelo trabalho a frente do SER Brasil. É um trabalho de formiguinha vou usar essa expressão por que passa de 80 anos a  idade da sua fundação e eu tive a honra e a oportunidade de escrever um livro, uma história infanto-juvenil, porque o maior patrimônio de um clube de uma instituição são os agentes envolvidos e no caso de um clube de futebol quem que é? O torcedor. E como é que a gente faz para resgatar isso? Buscando lá na base. Um salto que o Brasil de Farroupilha deu foi voltar com as categorias de base que eu acho que é importante trazendo de volta talentos, fomentando a cidadania e acima de tudo buscando a integração de grupos e de família. Então eu acho que é importante essa cultura e nós temos que nos espelhar em Carlos Barbosa onde que a ACBF é unânime dentro da comunidade. Então nós temos um problema cultural gravíssimo na cidade, as coisas daqui não prestam, as coisas de fora prestam. Muito obrigado pelo aparte.

VER. EURIDES SUTILLI: Obrigado, colega.

PRES. ELEONORA BROILO: Com a palavra o vereador Tadeu.

VER. TADEU SALIB DOS SANTOS: Senhora presidente, bem como quem está lhe secretariando vereadora doutora Clarice, aos amigos colegas vereadores. Hoje parece que nós estamos tentando de alguma maneira limpar a nossa cidade. Tiago, tu esteve no meio ambiente, entre o que se pensa e o que se executa tem condições; se encontrando lá é bem diferente bem diferente. Eu me deparei semana passada, o lixo seco ele é recolhido na quinta-feira pela manhã e eu coloquei ele um pouquinho mais cedo e para minha surpresa uma caminhonete, uma besta, veio logo que eu botei o lixo para fora aí olhei aqueles senhores, eram dois senhores e eu notava que pela manhã o nosso lixo seco não estava lá quando passava a ECOFAR; aí quando eles recolheram logo após eu ter posto, eu disse, “por favor, o que os senhores fazem para colocar um veículo e pessoas a trabalhar”. Aí ele disse “nós já sabemos aonde tem aquilo que a gente pode reaproveitar”. A consciência de, modo geral, é do pessoal descartar sem imaginar o quanto bem faria para a humanidade em descartar o nosso lixo com qualidade. Eu não tenho vergonha de dizer, lá em casa se eu colocar alguma coisa no lixo seco sem a devida higienização o bicho pega, o bicho pega. Da mesma forma, a separação não é tão difícil, a gente compra um tonelzinho e compra uma lixeirinha; o que está faltando talvez é a consciência das pessoas. Olha, na minha rua eu quero dar os parabéns, porque o que a gente vê na quinta-feira pela manhã, na quarta-feira à noite, é algo incrível o que as pessoas estão fazendo. Eu não sei se era feito há muito tempo, mas eu lembro que a tempo a gente colocando, vai na vizinha fala alguma coisa, vai na frente fala alguma coisa e contribuirmos para que a sociedade faça o seu papel. Em contrapartida, falei com o presidente Renato Tartarotti não faz muitos dias e foi comprado, vereador Roque, uma quantidade expressiva de containers e foi feito uma entrega equivocada, vamos usar esse termo né, não foi, não veio parte do que tinha sido negociado; então foi contatado com a empresa fornecedora e voltou esse material. Deve estar chegando, se já não chegou, o material segundo o que a ECOFAR alega. Então tomara que se resolva isso para que nós tenhamos, quem sabe, uma ampliação e realmente uma notícia boa em termos de containers. Obrigado, senhora presidente.

PRES. ELEONORA BROILO: Muito bem, vereador Tadeu. Agora passo a palavra ao pastor Davi.

VER. DAVI DE ALMEIDA: Boa noite, senhora presidente, boa noite senhores vereadores, todos que estão na Casa, os nossos assessores, a imprensa. Hoje eu quero dar aqui os parabéns a todos os professores que retornaram as aulas hoje, dizer que eles tenham um ótimo ano os alunos também é um recomeço. Ainda temos a presença desse vírus que aos poucos ainda exige um grande cuidado, mas aos poucos vai se dissipando, mas a gente precisa ainda cuidar. Então desejar um bom retorno a todos que a gente possa ter um excelente ano letivo. E quero falar aqui ao nosso excelentíssimo vereador Marcelo sobre o bairro Primeiro de Maio né, sobre a saúde no Primeiro de Maio. Hoje ainda a gente vê e recebe as notícias de algumas filas ainda no Primeiro de Maio, mas como a gente já fala nessa Casa, as demandas da saúde elas são infinitas né; por mais que se abram mais postos de saúde, por mais que se tenha mais exames à disposição, sempre vai haver uma demanda gigantesca na saúde né a gente pode confirmar isso no nosso dia a dia. Mas lá na no Primeiro de Maio, existem duas estratégias de saúde da família com os agentes comunitários e foi transferido então o PA para a UPA. Eu acho que é essa colocação né, vereador, que a gente traz para a comunidade de se mantém as duas estratégias de saúde e se coloque então à disposição o PA ali juntamente na UPA. Então a saúde é uma área que a gente sempre vai ter que fazer investimentos, sempre vai ter que fazer; hoje quando alguém sai do hospital alguém está internado né e a gente vai ter sempre isso. O que importa é que o secretário da saúde ou a gestão tenha esse olhar e eu vejo que nós precisamos sempre estar atentos a isso, porque é uma área de muita necessidade né. E nesses locais aonde a gente vê uma maior vulnerabilidade social, em alguns locais aqui da nossa cidade a gente vê que essas demandas ainda são muito maiores. Então eu deixo esse registro aqui, vereador, para que a gente possa acompanhar de perto. Vejo que há uma necessidade muito grande da ampliação de estratégias de saúde né, os agentes comunitários, a gente precisa ampliar e eu sempre cito aqui a estratégia de saúde né que foi fechada no Industrial e que há uma promessa de reabertura, mas que então a estratégia foi para o América, mas o América não tem cobertura de estratégia de saúde então os agente se deslocam até o Industrial. Mas creio que os investimentos que precisam fazer serão notados esses detalhes, porque são pequenos detalhes que causam grandes diferenças na saúde da população. E vejo sim também no assunto do meio ambiente, vereador Tiago Ilha, é o quanto tu tens essa preocupação e eu concordo contigo hoje aqui que a educação ambiental é o necessário; ações concretas né que a gente já sugeriu nessa Casa, que a gente já falou nessa Casa. Mas tenho que concordar com o vereador Calebe também que é moroso né a gente gostaria que fosse ágil que a coisa acontecesse com maior agilidade, mas a gente encontra essas barreiras né. Mas eu vejo que todos estão preocupados com essa morosidade, então cabe a nós daqui a pouco né trazer sei lá de uma maneira né esses protocolos, essas coisas que precisam ser rapidamente ultrapassadas né. Sim, um aparte ao vereador Tiago.

PRES. ELEONORA BROILO: Aparte ao vereador Tiago.

VER. TIAGO ILHA: Para contribuir, vereador, e até trago uma sugestão, vereador Tadeu e Broilo. Quem sabe o gabinete da primeira-dama né pega a Nani, uma pessoa muito inteligente, competente, organizada, para liderar um projeto de educação ambiental; conversar com a comunidade, dizer que é importante e como deve ser feito. Uma sugestão aí.

VER. DAVI DE ALMEIDA: Excelente sugestão né. Muito obrigado. Boa noite.

PRES. ELEONORA BROILO: Com a palavra o vereador Roque.

VER. ROQUE SEVERGNINI: Senhora presidente, gostaria de falar aqui sobre o assunto que levantei há poucos dias na Câmara e tenho tratado constantemente que é a questão da falta de energia elétrica, do fornecimento de energia elétrica por parte da RGE. Nós aprovamos nessa Casa um documento para que a RGE venha até essa Casa fazer suas manifestações e tratar do tema de modo especial na falta de fornecimento de energia, e conversava aqui com a Sandra, que é a nossa assessora da Casa aqui também, que tem tido dificuldade, porque a RGE, ela não tem, as pessoas que trabalham lá parecem que não tem mais vida própria né não tem mais autonomia não tem mais capacidade de decidir nada; do tipo perguntando quais seriam os clientes que estão com problema informe, por favor, a fatura e o código de cada cliente. Mas, gente, onde é que nós andamos? Vamos começar a procurar um por um fazer um levantamento né, Calebe, e ver quem é que tá com problema qual é o código qual é a fatura. É a legítima estratégia de burocratizar tudo para que nada possa resolver e nada possa funcionar. Aliás, está aí a resposta talvez, porque que não resolvem os problemas. Eu conversei com um morador aqui da Sertorina, me ligou sábado, sobre um problema na empresa dele na casa dele que foram trocar um poste na quarta-feira e o poste, substituir um poste de madeira por um de concreto, e fizeram aquela furadeira o furo e não deu certo não perfurou corretamente pegaram uma retroescavadeira escavaram botaram poste dentro botaram ergueram a alta tensão e deixaram o poste de madeira com a baixa. O que aconteceu? O poste pendeu, encostou na baixa, estourou, caiu, arrebentou os fios e aí no sábado de manhã vieram lá então para resolver. Aí subiu num outro poste que tem o transformador com peso da escada o poste encostou mais ainda queimou tudo, queimou o relógio digital que o cara tem na entrada da casa que ele tinha colocado a energia solar, o transmissor, talvez você não seja o nome correto transmissor, o conversor que converte a energia, pegou fogo e pegou fogo na casa. Se o cara não tem extintor, queimava casa. E a pessoa da RGE quer saber o código do cliente da fatura do cliente, porque pensa que é um caso isolado que tem em Farroupilha que está sendo mal atendido pelo RGE. Mas isso beira o ridículo né. Lhe cedo um aparte, vereador.

PRES. ELEONORA BROILO: Um aparte o vereador Calebe.

VER. CALEBE COELHO: Só para contribuir, não vou tomar muito seu tempo, também fiquei indignado essa semana, mas olha muito indignado oito meses pedindo para a RGE trocar um poste. Aí um senhor amigo nosso, gaiteiro, não vou falar o nome não sei se posso, ligou para lá; 24 horas, Roque, 24 horas eles trocaram o poste. Só que por quê?  Porque foi para a rádio. A RGE tem um pavor da rádio quer dizer eu espero que tenha por que a gente pode usar disso né. A gente pede com protocolo não consegue, vai para rádio daí acontece, mas vai esperar o quê. Na casa da frente tem um poste caindo também vai dar porcaria lá. Obrigado.

VER. ROQUE SEVERGNINI: Obrigado pelo aparte. Acho que é rádio e justiça né que são duas questões que eles entendem bem. E eu queria fazer um pequeno comentário sobre o projeto nº 8, vereador Marcelo, que era isso que ia falar no aparte que o senhor não me deu. Nós tivemos o projeto nº 36/2021 que o senhor não falou naquela noite que estava quebrando o ritmo, a ordem, procedimento que nós votamos aqui com um acordo de cavalheiros liderado pela vereadora Clarice e na noite votamos para incluir no calendário de evento oficial do município com a anuência do vereador presidente Tadeu. Votamos num acordo, incluímos em pauta e votamos; importante projeto, mas muito importante esse projeto de reposição das perdas. Então acho que como grande líder coordena esse processo para amanhã nós incluir em pauta e votar. Te garanto que é mais fácil nos fazer um acerto entre nós do que convencer todo o RH da prefeitura de prorrogar a folha. Dá muito mais serviço lá. Comentaram que o senhor disse que o prefeito até pagaria hora extra para os servidores fazerem a folha, é muito mais barato nós fazer aqui uma reunião entre nós e decidir e votar amanhã né. Então era essa a contribuição que eu queria dar no aparte que vossa excelência não me deu. Obrigado. Se for possível, doutora, colocar em votação ou nós conversar depois sobre essa possibilidade.

PRES. ELEONORA BROILO: Com a palavra no espaço de líder, o vereador Sutilli.

VER. EURIDES SUTILLI: Nessa quarta-feira passada, dia 9, nós tivemos uma perda muito grande no nosso município que foi a partida da nossa da dona Ruth Colombo a esposa do seu falecido Adelino Colombo, fundadores da loja Colombo uma empresa de muita representatividade no Brasil e no mundo. É uma perda muito lastimável, mas todos nós temos nossa hora. Era isso, presidente.

PRES. ELEONORA BROILO: Muito bem. A questão que levantou o nobre vereador Roque Severgnini de que se votasse, eu gostaria que todos os vereadores se reunissem, logo após terminada a sessão, na salinha numa reunião entre nós tá. Pode ser, líder? Pode ser? Então vamos nos reunir imediatamente certo. Se nenhuma mais vereador quiser fazer uso da palavra… Juliano com espaço de líder.

VER. JULIANO BAUMGARTEN: Senhora presidente, então quanto à questão do lixo vamos falar um pouquinho sobre isso. Eu acho que nós temos um problema já interno né que dá uma conferida e observando que passo um bom tempo do meu dia aqui na Câmara acho que nem aqui é feito a separação. Então se nós não conseguimos separar aqui na casa legislativa o lixo, não dá para reclamar lá fora. Quando a gente num dos cochichos aqui enquanto falavam eu estava pensando e analisando, nós estamos num momento tão delicado da sociedade por diversos problemas que nós estamos discutindo uma pauta do século passado: separação de lixo. Quando a gente olha para trás e a gente vê que o Brasil é um país que não avança, que não desenvolve, a gente vê que um dos problemas que está atrelado é o lixo. E do lixo dá para ser feito luxo. Quanta geração de renda, emprego e sustentabilidade pode ser feito. Mas quando há um programa, quando há um fomento e quando há essa separação. E quando se fala nisso, vereador Calebe, às vezes a gente tem que estar repetindo diversas coisas, chato, um exemplo, outro para contextualizar: faixa de segurança. Todos aqui têm uma CNH qual que é uma das coisas recorrentes que se fala? Para na faixa de pedestre, deixa o cidadão passar, CTB – código de trânsito brasileiro. O quê que acontece? Complicado. Excesso de velocidade e assim por diante. Porque que eu quis dizer que é uma pauta passada/ultrapassada? Porque nós poderíamos ter avançado enquanto sociedade, enquanto discussão aqui. É triste a gente estar discutindo algo que poderia ter sido feito. Muitas das coisas dos pedidos de providência que eu trago a essa Casa eu não gostaria de trazer, porque realmente eu gostaria de estar discutindo um tema amplo/complexo/visionário que fosse pensar uma política pública, que fosse pensar uma estratégia, que fosse pensar e desenvolver; que tivesse início meio e fim. Só que muitas vezes a gente empaca no quê? Numa lâmpada queimada, um lugar onde que não foi recolhido o lixo e eu não sei qual que é o problema, mas tá feia a cidade, tá feia a cidade. E não é que, mas antes não cortava não sei o quê e não sei o quê. A gente sabe que é um período de estiagem e a tendência é que o mato cresça. Vai plantar né, Maurício, o alimento não vem, mas o mato vem. E quando a gente entra na cidade, a gente se depara ali com a Pedro Grendene e vem costeando, tá feia a coisa; nós temos buracos diversos e acima de tudo, problema de mato que não foi cortado, vários lugares onde que não foi recolhido o lixo. Para ter uma noção eu não bati a foto que eu acabei me esquecendo, sábado quando eu fui passei ali, na ponta do morro, na divisa entre o Nova Vicenza e o Cinquentenário, onde que foi colocada a pedra com a placa da inauguração da São Vicente, as capoeiras estão mais alto que a placa. Basta ir lá olhar não sou eu que estou falando por falar. Então é importante que se venha e que, vereador Felipe Maioli, é um requerimento vamos fazer eu me proponho a assinar junto para chamar, porque nós temos que ter saber essas coisas por que as pessoas nos perguntam “e aí o que está acontecendo?” Vou fazer um pedido de providência e é moroso o processo. Quanto à saúde hoje o posto Primeiro de Maio, recebi fotos de manhã, ainda filas por isso trouxe uma indicação. Eu relatei, apontei e estou trazendo uma sugestão. Nós temos que fazer do limão uma limonada, ou seja, temos uma ferramenta, temos que usar ela e eu trouxe essa indicação. Então muitas das cosas precisa um pouquinho mais de atitude, atitude. Sair um pouquinho do gabinete, dar uma olhada ver umas coisas que podem ser feitas. Limpar a cidade, limpar a cidade, está muito feio. E se nós ficássemos, botássemos uma caixinha no ‘stories’ do Instagram ou na outra rede social pedindo fotos, viria diversas, diversas, diversas. Então tem dinheiro em caixa eu sugiro faça um mutirão abra uma contratação temporária manda um projeto aqui votamos favorável e damos sequência. Então era essa minha manifestação; obrigado senhora presidente.

PRES. ELEONORA BROILO: Seguindo damos a palavra à vereadora doutora Clarice Baú.

VER. CLARICE BAÚ: Uma boa noite a todos. Eu fico impressionada com esses jogos políticos. Eu sempre digo, eu não eu não sou política, eu estou na política, porque eu me nego dizer que eu sou política da forma que a política é posta. Nós fizemos parte da outra administração 8 anos e esses problemas que são colocados agora já existiam, às vezes piores. Eu acompanhei toda a questão do lixo na gestão passada, porque eu fazia parte e as dificuldades eram as mesmas; eram containers com problemas, eram pessoas que não separavam, mesmo com toda a conscientização ambiental que se fazia. Educação ambiental não é de hoje se faz nas escolas, desde que eu era diretora. Então não existe porção mágica, não existe, os problemas são sempre os mesmos, independente dos gestores. Uns fazem uma gestão mais rápida, outros menos, mas os problemas são os mesmos. Então eu acompanhei de perto esse problema, colocavam sim fogo nos containers, depois lá pelas tantas veio uma empresa lá do Ceará, bom daí como diria meu pai ‘foi o boi com a corda’.  Piorou, piorou, porque nem higienizado comentários eram que recebiam e não faziam higienização dos containers, eram falta de containers, tiravam não faziam reposição e tudo isso pode estar acontecendo agora também. Se fosse para trazer fotos como o Juliano fala, nós teríamos do outro tempo também de outra gestão são problemas crônicas e não é privilégio de Farroupilha, de muitos municípios, porque não é difícil de entender isso. Então jogos políticos, demagogia, não vão, esse discurso que querem na verdade dar opiniões para chegar a soluções, não se enganem. Se fosse fácil achar as soluções, com certeza os gestores que procuram também ser políticos e se reeleger, não deixariam a situação crítica como está ou como sempre esteve. Então assim não podemos incorrer e nos deixar manipular e induzir ao erro, são situações sim que sempre existiram, sempre tivemos problemas da limpeza pública igual ou pior do que está hoje. Sempre tivemos problema de saúde. Eu fui secretária da saúde adjunta e lá nós tínhamos filas nos postos, nós tínhamos falta de cotas para exames. Isso já eram problemas que vem vindo não é novidade dessa gestão. Então demagogia, não jogo político não. Nós temos que encarar a realidade. Temos problema sim, temos que achar as soluções sim, temos que dar sugestões sim, mas apontar como se fosse só agora que está acontecendo isso. Nossa que milagre. Não é verdade e todos nós sabemos. É difícil induzir ao erro pessoas inteligentes e a população é muito inteligente, tem memória também e sabemos sim que temos que achar as soluções, que nós vereadores temos que sim fiscalizar. E não pensam que nós não nos reunimos, nós situação, com o executivo e cobramos tudo isso. Eu ligo direto para o secretário da saúde ligo direto para o Renato Tartarotti e nós estamos cobrando sim, e quem sabe a gente consiga melhorar a situação. Mas fazer parecer que essa situação é de agora, isso não, isso é jogo político, por isso eu me nego a dizer que sou política; enquanto essa política é posta dessa forma eu estou na política. Existe o certo e o errado, só quer enxergar o errado quem quer. Então vamos ser justos são problemas sim são problemas crônicos temos que melhorar sim como todas as gestões tiveram que melhorar e fizeram o seu possível. Com certeza essa fará o seu possível com a nossa contribuição com certeza. É isso, presidente.

PRES. ELEONORA BROILO: Muito bem, vereadora Clarice. Se nenhum mais vereador quiser fazer o uso da palavra, considero encerrado o espaço destinado ao pequeno expediente. Dois minutinhos espaço de comunicação ao vereador Juliano.

 

 

ESPAÇO DE COMUNICAÇÃO IMPORTANTE

 

VER. JULIANO BAUMGARTEN: Doutora Eleonora senhora presidente, bem rapidinho dois comunicados importantes. Amanhã então às 16h aqui na nossa sala de reuniões convocar a comissão especial da análise do regimento e da lei orgânica para a gente definir a sequência dos trabalhos. E também aqui comentar um pouquinho da reunião que tivemos semana passada com a doutora Denise Brambilla que é auditora do Ministério do Trabalho e que discutimos o processo da aprendizagem e muito importante seguindo a lei da aprendizagem, que ela existe desde a década de 40 e ela foi reformulada no início dos anos 2000, as empresas de pequeno, médio e grande porte elas têm obrigação e isso está previsto na lei até 5%, o mínimo 5% dos quadros da vaga para jovens aprendizes. E ela nos trouxe um trabalho aqui, dados, que aqui no município para nós fecharmos esse número de 5% que é o número seguindo a legislação tem cerca de 158 vagas abertas. Ou seja, nós vamos trabalhar para tentar almejar, inserir esse jovem nesse espaço de ensino-aprendizagem bem como o mercado de trabalho e faremos mais uma reunião da frente parlamentar em defesa das políticas públicas para juventude no dia 22 às 16h ou 17h, 16h aqui nessa casa legislativa. Muito obrigado, senhora presidente.

PRES. ELEONORA BROILO: Bem, agora estamos com o espaço do presidente. Cinco minutos para avisos e informações sobre assuntos institucionais do Legislativo.

 

 

ESPAÇO DO PRESIDENTE

 

PRES. ELEONORA BROILO: Bem, então eu gostaria de dizer que terça, dia 15, amanhã, após a sessão, teremos uma reunião da mesa diretiva, certo? E na próxima semana estaremos marcando uma reunião com todos os vereadores para outra semana. Já vou deixar avisado, à semana que vem será marcado uma reunião para a outra semana com todos os vereadores, certo. Por último, não menos importante, presidente gostaria de informar que a Casa está adquirindo máscaras N95 para fornecer não só aos vereadores, mas a todos os funcionários se assim o quiserem enquanto nas dependências desta Casa para sua proteção e dos outros devido a grande número que nós temos de contaminação da ômicron. E de acordo com tudo que nós temos visto, a única máscara realmente efetiva e efetiva mesmo é a N95. Essas máscaras serão, essas máscaras serão de uso dentro das dependências, elas devem ficar nas gavetas, dentro do seu saquinho, elas duram o senhor deve saber muito bem disso, vereador, elas duram em torno de 9 dias; não é nove dias de uso é nove dias depois de aberta então nós poderemos usá-las por 4 sessões o que dará nós conseguimos essas máscaras por um preço muito bom, porque compramos em maior quantidade. Então nós achamos que a Casa oferecendo será muito bom para todos nós. E sendo isso, nada mais a ser tratado, declaro encerrada a presente sessão do dia 14 de fevereiro. Boa noite a todos e aguardo, senhores, então na sala de reuniões.

 

 

 

 

 

Eleonora Peters Broilo

Vereadora Presidente

 

 

 

 

Clarice Baú

Vereadora 1ª Secretária

 

 

 

 

 

 

OBS: Gravação, digitação e revisão de atas: Assessoria Legislativa e Apoio Administrativo.