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14/12/2018 06:28:11 - Farroupilha / RS
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Ata 3860 – 30/07/2018 – Sessão Rio Burati

SESSÃO ORDINÁRIA

 

Presidência: Sr. Thiago Pintos Brunet

Às 18 horas, o Senhor Presidente Vereador Thiago Pintos Brunet assume a direção dos trabalhos. Presentes os seguintes vereadores: Alberto Maioli, Aldir Toffanin, Arielson Arsego, Eleonora Broilo, Fabiano André Piccoli, Jonas Tomazini, Jorge Cenci, José Mário Bellaver, Josué Paese Filho, Odair José Sobierai, Sandro Trevisan, Tadeu Salib dos Santos e Tiago Diord Ilha.

 

PRES. THIAGO BRUNET: Invocando o nome de DEUS declaro abertos os trabalhos da presente Sessão aqui na comunidade Burati. Em aprovação as atas nº 3856 de 16.07 e 3857 de 17.07.2018. Os Vereadores que estiverem de acordo permaneçam como estão. Aprovado por todos os Senhores Vereadores, com a ausência justificada do Vereador Raul Herpich e Vereador Tadeu Salib dos Santos. Nesse momento então gostaria de passar a palavra ao Secretário da Casa, para que faça a leitura do Expediente da Secretaria.

 

 

EXPEDIENTE

 

1º SEC. ODAIR SOBIERAI: Boa noite a todos, sejam todos bem vindos. Temos um convite. A comissão local do PDI do Instituto Federal do RS Campus Farroupilha convida para a plenária IFRSPDI2019/2023 Objetivos e ações. A plenária ocorrerá dia 02/08/2018 das 19h15minh as 21h15minh no auditório do Campus Farroupilha. Avenida São Vicente, 785 bairro Cinquentenário, Farroupilha/RS. Contamos com a presença de todos. É isso Presidente.

PRES. THIAGO BRUNET: Dando seguimento aos trabalhos da presente Sessão, nesse momento então damos inicio a uma Sessão do Manifesto Popular, de um PL aprovado por todos os Senhores Vereadores aqui desta Casa e que aos meus olhos vejo ele de suma importância para que a comunidade possa sim se aproximar da política, do Legislativo e, por conseguinte ter força lá no Executivo para que as suas reivindicações se tornem uma realidade dentro da comunidade. Então convido nesse momento, para fazer uso da palavra o Senhor Fernando Dal Ponte representando o Presidente José Inácio Gressele.

  1. FERNANDO DAL PONTE: Boa noite pessoal, então eu em nome das comunidades aqui presentes quero agradecer ao nosso Poder Legislativo hoje aqui presente. Te agradeço em teu nome Vereador Thiago e estendo a todos aqui, é uma honra isso acontecer aqui na nossa comunidade, visto o passar dos seus 140 anos de existência, acredito que tenha sido a primeira vez que temos um quórum desse grande número aqui de Vereadores na nossa comunidade e principalmente fazendo esse trabalho muito importante não só nas comunidades aqui, como nas outras que estão percorrendo, para conhecer o interior do município. Quero dizer que essa comunidade ela tem seus primeiros sinais de vida na imigração italiana pessoal, talvez alguns Vereadores são novos na cidade, como você Thiago também, alguns já são veteranos, conhecem o Burati quase desde o seu início, ouviram falar, o Vereador Alberto Maioli é veterano, já conhece bastante. Então os mais antigos diziam para nós, eu já sou a quarta ou quinta geração do Burati aqui, que foi difícil, eles vieram juntamente com Nova Milano, os primeiros pararam por lá e depois foram vindo para cá, para o Burati, todo mundo em busca dos rios. Vocês conhecem que a imigração italiana esteve nas planícies dos rios e o Rio Burati sempre foi um rio de certo porte grande na época e expressivo para a cidade que ia se formar a tal da Farroupilha. Então como os mais antigos falavam inicialmente os coronéis do exército começavam a dividir as terras em colônias, então logo aqui chegou uma das primeiras famílias que a gente tem conhecimento, não tem papel escrito hoje, mas assim, comentários que era família Burati. Ela se instalou por aqui, a família Burati, que ela era detentora de uma região grande, praticamente Monte Bérico, o Caçador, Santo Inácio, Burati e uma parte da Sertorina era quase toda dessa família, uma família grande. Aí foi se dividindo, logo depois vieram às famílias do Bíscaro que se instalou praticamente aqui atrás, toda essa região até o asfalto mais ou menos era a família Bíscaro, aí depois começaram a surgir às famílias Damiani, Piccoli, Forest, Arsego, que foram comprando as frações menores dessa família e foram povoando o Rio Burati. Aí numa segunda etapa veio a nossa família Dal Ponte, que meu avô adquiriu em 1944 aqui, os Dalsochio e outras famílias, Razzera e demais famílias que se encontram hoje presentes nessa comunidade. Então só para dizer então nossa história um pouco, que um povo sem história é um povo sem cultura, um povo que não conhece a sua base e acredito que não tem cultura nenhuma. Então a gente tem que manter o que é nosso, que a natureza nos propôs, os nossos antepassados passaram e deixaram para nós. Então essa é uma breve história do Burati. Hoje pessoal, temos aqui no grupo Burati, Nossa Senhora de Fátima, boa parte de Santo Inácio ali, mais ou menos fiz um levantamento Senhores Legislativos, 35 CNPJ inscritos aqui, vários setores, nós temos indústria, transporte, serviço, comércio, que foram se desenvolvendo, temos praticamente 35 a 36, alguns deram baixa, surgiram outros, mas fica nessa média. 35 empresas então atuando no Burati. Se nós colocarmos Monte Bérico junto, todo o Santo Inácio ali, Nossa Senhora de Fátima já está inclusa, a gente passa de 40, 50 indústrias. Então devemos lembrar que nós somos uma parcela também de Farroupilha, é o interior, é quase divisa, é, mas não dá pra se esquecer que a gente pertence e tem uma fraçãozinha de contribuição para o nosso faturamento Municipal, para o retorno de ICM, o ISS, que algumas transportadoras pagam, essa tributação toda e muitos são investidores também na cidade que revertem os tributos municipais. Habitantes, nós temos nessa comunidade aproximadamente 504 eleitores ativos, o que que eu digo que são eleitores ativos? São eleitores que estão votando na nossa urna 36, aqui no Burati. Muitas pessoas são migrantes e migrantes que moram por aqui, ficam um tempo, vão embora, então eles acabam não transferindo o título para essa comunidade. O que que se conclui? Se conclui que nós temos aproximadamente hoje um movimento, mora, fica um tempo, trabalha aqui, vai dormir na cidade e tal, 1300 pessoas, é um bairro significativo já para ser do interior do município, contando um pouco mais de Monte Bérico e Santo Inácio. Bom, fazendo esse relato um pouco da nossa comunidade, eu passo aqui a tratar do nosso objetivo, Senhores Vereadores, que vocês vieram aqui, dispor do seu tempo, transporte, vieram até aqui. Alguns pedidos que essas comunidades estão precisando para continuar essa vida de progresso, respeito, respeito à natureza, respeito ao próximo, que é muito importante a todos nós. São elencados aqui algumas coisas, eu vou começar da mais e o Antônio Forest vai elencar a principal de todas aí, que é uma reivindicação que sem essa a gente morre. Não tem como sobreviver, as outras a gente dá um jeito, por isso nós deixamos para ultimo para o Senhor Antônio esclarecer. Bom, todos viram, chegaram por aqui, vocês viram que estamos em progresso também, temos um asfalto que foi feito no ano passado, com a ajuda desse pessoal, Vereador Odair Sobierai que também ajudou muito essa obra, se impôs, ajudou a desenvolver, os demais também, todos colaboraram com aprovação de PL, a gente é muito grato por isso. E dando prosseguimento, como a verba foi um pouco restrita, ficou um pedaço para concluir, nós fomos buscar verba também e está se concluindo o resto da pavimentação. Então ali fica um ‘quezinho’, foi feita uma licitação, a Prefeitura está tendo dificuldades de cobrar desse pessoal que está executando a obra, eles estão um pouco meio sem experiência, mas o engenheiro da Prefeitura, o Diogo, ele não está medindo esforços, está vindo tentar corrigir esse problema que a gente está tendo. Vocês viram que está caindo um pedaço já antes de ficar pronto né. Então são obras. E no decorrer desse trajeto, lá perto do posto e depois o Carlos também vai falar na Nossa Senhora de Fátima, vocês vão ver na volta, que é uma área muito escura, muita penumbra ali, eu particularmente, muitos que eu vejo aqui, a gente na época de faculdade, de 2º grau, nós íamos aqui até o asfalto esperar 6h30 da manhã o ônibus, que não tinha ônibus ainda aqui dentro do trajeto, no escuro. Nunca tivemos uma iluminação condizente na nossa rua, a gente sabe que é difícil, é interior, é complicado, mas seria uma reivindicação que a gente poderia pedir para vocês, o Vereador Aldir Toffanin também atendeu várias vezes quando ele era responsável pela iluminação, a gente sempre pedia “lâmpada, lâmpada” é uma coisa que acontece frequentemente. Então nós precisamos que vocês deem uma olhada para nós na manutenção e ampliação um pouco dessa iluminação pública. Eu vejo na nossa empresa ali, se pagar um percentual considerável de iluminação pública. Então a RGE está recebendo, o pessoal está recebendo, é só vocês darem um apoiozinho para nós complementarmos isso aí. Isso então seria uma pequena reivindicação que é de importância para quem transita a noite e certamente proporciona um pouco mais de qualidade para quem passa por aí. Bom, tendo esse asfalto, a gente sabe que todo o ser humano ele não tem a consciência total de seus atos, sempre há um deslize, a gente pode ser responsável, pode ser não sei o que, mas acaba infringindo em alguma coisa, isso sou eu, todos vocês devem ter a mesma coisa. Colocamos uma via ótima, boa de trafegar e adivinha, os loucos pé-direito embaixo, altíssima velocidade. Então nós temos famílias com crianças, temos academia do seu Antônio, muitas pessoas que entram, saem e nós temos uma cultura de querer caminhar, pessoas idosas passear na pista, é interior, não é uma cidade que existe calçada, nós não temos calçada, até tem o projeto, mas enfim então fica uma coisa difícil. E muitas vezes não somos nós que moramos aqui, que residimos nessas comunidades vizinhas, são pessoas de fora, que vem e acham que estão mandando aí, em alta velocidade, aqui na frente também, muitas vezes é um desastre, tem um evento, alguma coisa, as pessoas não respeitam mesmo. Então precisamos que vocês nos ajudem a fazer um estudo para tentar inibir um pouquinho esse deslize do ser humano, que é não respeitar pelo amor de DEUS, uma velocidade do interior. A rota se não me engano é 40 por hora, ou 60, teria que ver qual que é a Legislação certa da rua aí, fiz a carteira de motorista a um bom tempo e não lembro qual é a velocidade do interior, deve ser 60 por hora, por ser asfalto e coisa assim, então um quebra-molas, algum redutor, se quiserem colocar um pardal com o retorno do valor, meio para a comunidade e meio para o município, nós colocamos aí os dois pardais, para ajudar. Então isso aí nós vamos ter que fazer um estudo, a gente pede a ajuda de vocês que são pessoas técnicas para isso, para usar um parecer e vai piorando os pedidos então. Os acessos, pessoal, acho que todos perceberam que a nossa entrada aqui no Burati, é precária, não se sabe o que fazer, vindo de Farroupilha para entrar aqui, chega a parar na direita o policial passa e multa, aí nós pensamos que é melhor ir até o posto Cavalleri, fazer o retorno, piorou. Tu não tem como sair da pista que, os buracos te absorvem o carro, é um movimento intenso, que aí cumula Rio Burati, Nossa Senhora de Fátima, Monte Bérico, por dentro Vicentina, todas as indústrias, o movimento do posto 17h30, 18h00, é calamidade, não tem o que fazer, a gente teria que fazer um estudo. Vindo de Bento Gonçalves, passa legal os pardais que foram instalados, muito bom isso, ajudou muito, muitas mortes estão sendo preservadas; só que como é que tu entra ali? Ou tu joga o carro naquela buraqueira ou tu liga o alerta e o pessoal te bate na traseira. A gente acaba não tendo um acesso para a comunidade. Fica bem precário o negócio. Isso a gente sabe que envolve o DAER, envolve outras entidades aí, mas, por favor, eu sei que vocês são competentes, vocês foram eleitos por nós e a gente quer a ajuda de vocês. Que interfiram nos órgãos competentes, nós somos pessoas aqui, que estamos vivendo, há 140 anos, progredindo e precisamos dessa melhoria, agora graças a DEUS vamos concluir o calçamento até a entrada ali, é muito importante à gente ter um acesso digno. Tem eventos, tem o pessoal do caça e pesca que vem seguido aí também reclama e tal e assim por diante. Lá no posto a gente acha que não cabe mais nas mãos dos que moram lá perto, quantas pessoas já foram atropeladas e mortes e acidentes de carros, alguns leves, outros mais graves que a gente nem fica sabendo muitas vezes né. Varias pessoas foram mortas e a gente já sabe. Então acredito que vidas já foram ceifadas e precisamos então tomar uma providencia né? Muitas vezes no Brasil as coisas acontecem quando se perde alguém, alguma morte e tal. Aí já aconteceu né? Assim como aquela ponte em curva que todos aqui sabem quantos acidentes, quantas pessoas morreram ali, pessoas jovens, famílias que iam talvez para Caravaggio rezar, vinha um caminhão desgovernado, em alta velocidade, capotava em cima deles e ficavam aí. Pessoas importantes, pessoas humildes, ser humano que trafegava livremente em sua rodovia, com seu direito de ir e vir por causa de uma curva ali, talvez na época mal projetada e o ser humano que não respeita a velocidade, mortes foram feitas. Então colocaram o pardal, graças a DEUS ficou um tempo sem funcionar, as pessoas achavam que funcionava, o símbolo dele foi suficiente por muito tempo, agora ele deve estar multando, infelizmente mais uma vez o ser humano só respeita mexendo no bolso, se mexeu no bolso ele cuida. Então esse seria mais um ponto que a gente pede para vocês nos darem uma atenção especial para que possamos um dia dizer “a gente mora no Burati, uma comunidade antiga, que existe antes do que o centro da cidade e nós temos um acesso legal”, que é um acesso que vai ser para o Burati, Nossa Senhora de Fátima, Monte Bérico, Sertorina que dá por dentro, Vila Rica se quiserem ir por dentro também dá, é o acesso aí no posto, é muito importante para nós. Mais um item, que não é pedido esse, esse é só para esclarecer e para demonstrar. Nós graças a DEUS, do Burati, algumas pessoas aqui se uniram e já acho que há oito anos nós temos a presença daquela pessoa lá atrás, com o bonezinho branco, já tiveram outros, mas ele agora é o nosso atual representante da segurança comunitária. Que nos ajuda a dar essa sensação de segurança, que faz esse policiamento ostensivo, a gente sabe que por dificuldades do estado, município, pessoas, etc., a gente não tem ele integralmente aqui, mas ele faz o seu repouso, descansa aqui, faz as suas idas e vindas, na medida do possível ele faz o seu trabalho. Então a gente quer agradecer também a vocês do Legislativo, ao município que nos ajudou no passado a colocar esse policial e estamos tendo a manutenção dele, graças a DEUS estamos conseguindo manter ele. Claro, as pessoas desacreditam um pouco, mas no momento que está acontecendo uma ocorrência digamos né, ou algo parecido “cadê o policial?” aí aperta, aí eles sabem que está ali. Então temos que valorizar, a gente agradece ao município por nos proporcionar também aquilo que compete a vocês, a manter esse policial, visto que a residência dele é um bem municipal, era a antiga escola e se sabe que é um bem municipal, então o município tem também uma parcela nesse ponto. Eu acho que de minha parte é isso, os pontos que a gente fala é isso, eu vou convidar agora o Carlos que vai falar um pouco de Nossa Senhora de Fátima, ali embaixo e antes disso queria dizer, se possível, um dia, pensar no policial, para ajudar ele, como nós somos uma rota de fuga, como eu falei, Desvio Blauth, Caçador, Monte Bérico, varas cidades divisa com outros municípios, quem sabe um dia a gente não tenta buscar com a BM um posto policial fixo, para ajuda o Morais aí. Hoje talvez seja impossível, impossível não, mas é bem difícil né. Se sabe que a turma é reduzida, os policiais são poucos, mas pensem, o município é o fim dele aqui, é um fim vasto, um fim que tem muitas ligações. É fácil do pessoal vim pra cá assaltar e fugir. Vocês perceberam os últimos dias né? Assaltam um carro e vão aonde? Caçador, Burati, Desvio para cá, largam aí para cima, se um dia nós baixamos a água da barragem à gente vai ver que tem muito ferro velho ali dentro, muito carro roubado que não aparece mais que está ali dentro e o seu Antônio vai falar depois. Mas também fica ali para vocês anotarem nas reivindicações no futuro quem sabe, nós conseguirmos transferir um pequeno posto policial fixo aqui no Burati. De minha parte eu agradeço a todos vocês do Legislativo, já agradeci em teu nome e quero estender a todos e passo a palavra agora para o Carlos falar sobre Nossa Senhora de Fátima.
  2. CARLOS: Bom, boa noite pessoal, não sou muito de falar muito não, mas eu tenho umas prioridades que o pessoal lá de baixo nos procuraram quando souberam da reunião aqui e pediram para mim colocar. Em primeiro lugar, uma florescente na entrada do salão ali, porque tem uma, mas ela é bem retirada, então tipo ficar mais na frente ali a iluminação e também a manutenção das lâmpadas, que lá embaixo a gente passa por elas e acho que elas se assustam da gente e se apagam. Aí eles pediram também a manutenção das lâmpadas. Também os negócios das lixeiras, lá embaixo não tem nenhuma lixeira, então tipo, vira aquele transtorno né, lixo espalhado para cá, lixo para lá, acaba no meio da rua aí, tipo, no mínimo umas duas, colocasse lá embaixo já ajudaria bastante. Também temos aqui a sinalização dos quebra mola, o pessoal vem tudo meio louco aí, nas paradas de ônibus tem das crianças, é meio perigoso então é bom até para o pessoal se tocar um pouco. Também temos aqui a pontezinha lá embaixo aonde a criançada lá pega o ônibus, quando chove vira um barral então, concretar aquela ponte lá, porque vira uma buraqueira lá que tá louco. E também tem a guarnição dela que está quebrada, aquilo ali se torna um perigo também. Também me pediram para colocar também sobre uma parada de ônibus ali no pardal, se tem como, porque o pessoal está reclamando de descer lá em cima na frente do posto lá e aí têm que voltar aqui embaixo, aí eles pediram para colocar também se possível. Era isso aí.

PRES. THIAGO BRUNET: Convido o nesse momento para que faça uso da Tribuna, o Senhor Antônio Forest, representando a comunidade.

  1. ANTÔNIO FOREST: Ouçam o som do silêncio quebrado aqui embaixo pela água que passa no rio. Ao falar isso, cumprimento o Presidente da Câmara Thiago Brunet, demais Vereadores aqui presentes, comunidade do Rio Burati, Caçador, do Santo Inácio, do Fátima e do Monte Bérico. Como é importante vê-los aqui na comunidade, porque isso para nós é uma coisa essencial, que vocês voltem para a comunidade, isso é muito importante, não apenas de quatro em quatro anos. Já isso me lembrando hoje, quem fazia muito isso eram os incas, quando eram convidados para o Presidente inca, maia ou asteca, visitar uma aldeia, ele antes via como se vestiam lá, o que eles precisavam lá, para depois ele ir exatamente visitar e não a gente recorrer ao central. Estão de parabéns, que voltem mais vezes, não apenas nessa solenidade ou de vez em quando tem, não apenas festa. Vão na comunidade aos domingos. Aqui por exemplo nas sextas-feiras de noite tem futebol. Eu sempre falo aos Vereadores quando nos procuram “venham lá numa sexta-feira de noite” como é importante vê-los aqui, para nós isso é primordial. E vou ser um pouco mais filosófico do que os outros, depois vou fazer meus pedidos. Aonde estaremos daqui a 100 anos? O que nós estamos fazendo para preservar algumas coisas que é essencial para que a gente consiga sobreviver daqui a 100 anos? Alguém me diz “estarei morto”, que pena, cadê a nossa memória, o que estamos fazendo hoje para que essa imagem ali daqui a 100 anos não esteja assoreada? Isso aí se continuarmos dessa forma, ao redor de represas, aqui de cima nós temos uma represa que é um dos últimos bombeares de água para população, nosso coração está aqui, o outro em Farroupilha está com taquicardia já. O nosso aqui tem que ser preservado a sete chaves. Nós não podemos deixar, não sei quanto que é o limite da barragem quando se pode construir, não pode vir especulação imobiliária. O bicho homem não pode entrar, esse desgraçado ele é tão agressivo, tão poluente e muito egoísta e quando ele entra, ele destrói. Nós temos ali em cima pessoas que vão pescar, evidente, é um lazer. Quantas latinhas de cerveja? Quanta sucata de carro? Quantos pneus? Quanto banho de cavalo, de cachorro? Não sei mais o que? E propriamente a gente toma banho na barragem, até quando? Bom, daqui a 100 anos alguém olhará para a gente e dirá “porque aqueles caras que viveram lá atrás não preservaram aquilo, cadê os mananciais ao redor que não podem de maneira nenhuma ser avançados?” Se a gente observar algumas fotos do passado a gente observa que essa barragem não estava tão recuada no inicio das nascentes. Ali está assoreando o rio, assoreando a represa, digamos que um milímetro, um centímetro ao ano, a represa está diminuindo, 100 anos, um metro, 500 anos, rio, estamos sem água! Vamos buscar aonde? Rio das Antas? Não. Muito longe, este som aqui embaixo tem que continuar, por isso que é muito importante que essa barragem que nós temos aqui de cima, que abastece Farroupilha e a reserva vai lá para baixo na represa do Bartarello. Que junto com o Rio Caçador e o Rio Alencastro abastece outra barragem que é o Bartarello, que vai água para Bento Gonçalves. Acabou. Se alguém souber mais um rio para represar, me digam. Não tem! Por isso que é muito importante a preservação desse manancial e aí encontrei, o Fernando me ajudou hoje também. Deixo ver se tenho por aqui, alguma coisa quer diz o seguinte. O que fazer na represa? Conservação dos recursos hídricos necessários ao atendimento à população? Acho que estamos fazendo. Conservação do uso da água e preservação dos mananciais, despoluir. Cara, mas para que despoluir? Não é mais fácil não poluir então? O custo da despoluição é muito mais oneroso do que o lucro que nós temos obtido para poluir essa água? Proteger as barragens do Burati e Julieta. Elaborar projetos para as bacias das barragens da Julieta, Santa Rita e do Burati. Algumas coisas, por exemplo, da barragem que pode ser feita aqui, isso tem que ser parque, um parque de preservação permanente; um parque onde quando alguém chegue ali, pague para entrar e esse dinheiro reverta para manter a condição ambiental preservada. Volto a repetir, o bicho homem é um cara muito agressivo, muito poluidor e extremamente egoísta. A nossa região aqui do Burati é uma bacia de captação. Ou a gente preserva ou alguém dirá daqui a 100 anos que a gente não fez nada por aqui, não existe outro local para pegar água hein. Porque não fazer um turismo ecológico com lazer educativo. Vamos começar com as crianças, passar pela barragem, mostrar o que o animal mais velho está fazendo, quando eu falo animal gente, nós somos animais, nesse sentido somos animais irracionais. Que tal começarmos com as crianças, passar por ali e demonstrar o que o bicho mais velho está fazendo. Quem sabe essas crianças comecem a perceber a importância de manter preservado todo esse manancial. Sugiro também que tem outros mananciais que devem ser preservados, sugiro que vocês ao voltarem, não voltem por aqui, aonde vieram, não acessem a 453, voltem 100 m, entrem à direita, vão passar lá pelo Rio Caçador. Vejam que local bonito que tem por ali, a estrada, muito bem conservada, por sinal, a vegetação fechando por cima da estrada, isso é 100 anos de estrada por ali, vão passar por uma gruta que também está em torno de 100 anos aquilo e essa estrada aqui até o Caçador gente, preservação permanente. Ali tem uma água do Rio Caçador que abastece junto ao Rio Burati e vai lá embaixo no Bartarello. Ali dentro existem centenas de nascentes já catalogadas. Existem muitos animais, uma vegetação extremamente rica ali, uma mata subtropical intocável. É o segundo Parque dos Pinheiros que tem que ser preservado. Isso sim gente, tem que ser feito um Projeto para que isso seja intocável, são alguns locais que a gente não pode mexer, especialmente aonde existem nascentes de água e tem muita nascente. Já dizia uma vez Benjamin Franklin “se a gente conservar a cidade e destruir o campo, a cidade se vai, agora se a gente conservar o campo, preservar o campo, a cidade ressurge”, achei esse pensamento muito interessante para que a gente comece a refletir. Fizemos tantos Projetos, tanta coisa, entretanto deixamos de lado alguma coisa que existe e em alguns sentidos a gente acaba entrando na especulação imobiliária e daí a gente acaba aterrando algumas nascentes e depois ficamos sem esse bem fundamental. Vocês viram que nós recolhemos as águas minerais de vocês, não foi provocação não, nós temos uma água de poço artesiano aqui no Rio Burati, aqui no lado. É um poço que tem 50 m de profundidade e nós pegamos água em 22, extremamente potável, podem provar. E existe uma Lei Estadual aonde a Gisele gentilmente me mandou. Cumpra-se a Lei, coloca-se cloro todo mês. Falei ontem para o cara que coloca cloro “não põe até amanhã”, água potável, mas essa Lei exige que nós coloquemos cloro na água. Se a água é potável para que cloro? E esse cloro que a gente coloca, nós gastamos R$100,00 mais ou menos por mês de cloro e mais R$300,00 para fazer análise, para que alguém assine e mande para a Prefeitura; análise custa em torno de $80 pila, o restante é burocracia. Por ano três mil e seiscentos, em 10 anos daria para abrir mais um poço artesiano. Quantos poços têm em Farroupilha? Não sei, mas eu acho um absurdo a gente ter que colocar cloro em uma água potável, hoje ela não tem cloro. As análises da água coloca ela como isenta de coliformes fecais e tudo mais. E também aproveitando o que eu desejo, que eu gostaria que estaria precisando e já tinha encaminhado em outro momento. Em 30/09/2014 fiz uma solicitação de um auxílio para ajuda de abertura de um poço artesiano, não foi deferido. Então o que eu estou pedindo para os Senhores, é mais um poço artesiano. O poço sai daqui, abastecer até lá, atrás do Cavalleri e sobe até o campo, ele tem em torno de 3000 m de comprimento, um desnível muito grande e tem famílias bem no final da linha que não recebem água. Não temos como mandar, porque a altura que tem lá e aqui dá apenas um desnível de 5 m. Então essa solicitação de ajuda para a abertura de um poço artesiano é na comunidade atrás do posto Cavalleri, em torno de umas 40 famílias. Um poço que talvez com os 40 m, 50 m de profundidade resolve o problema. Então era isso que eu tinha para colocar para os Senhores, mas especialmente, o poço artesiano é questão de uma semana, a barragem questão de dias, mas tem que ser feito algo para que não pare de bombear água para lá. Tem uma coisa até interessante que a gente comenta com a gente por aqui, mandamos água para a cidade e nós da comunidade aqui temos problema de abastecimento. Sugiro que vocês voltem mais vezes, porque essa questão de preservação aqui de cima, é crucial. Olhem por cima, olhem pelo Google por cima, vocês vão perceber que é uma bacia da sedimentação e isso ali em 100 anos, 500 anos, não teremos mais água. E a gente terá passado por aqui em vão, nós estaremos mortos com certeza, usufruindo desse bem natural, aonde a cada 1000 litros de água, 30 são de água doce, desses 30 litros de água doce, 80% está poluído, ou seja, 24 litros de água se foi, sobra 6 litros de água para a população viver 2, 3 mil anos. É complicado. Água sempre vai existir. Potável aqui de baixo. Se eu precisasse, eu tomaria essa água, talvez alguns coliformes fecais, mas ainda não está contaminada, não esta contaminada ainda por questão química. Então temos que preservar essa bacia especialmente na região superior dela. Aqui o Fernando está ainda me lembrando também a questão das APP, da fiscalização da APP. Não sei quem faz isso, nas construções próximas que tem nas barragens. Quem está construindo ali, com certeza está tudo legal, porque se está construindo tem uma escritura vai ter alguém que autorizou, com certeza. Mas tu percebe que isso não está normal, não está certo esse negócio. Vão lá, remexem toda uma região atrás de uma montanha e coisa e tal e tudo isso depois uma chuvarada vai para o rio, vai assoreando tudo. Estou lembrando agora de uma exposição que tem em Farroupilha, para nós Farroupilha parece longe, do Troitiño, aonde ele coloca “a água é indispensável à vida humana, devemos preservar a natureza”, estamos fazendo isso? Bom gente chega de tanta filosofia, o que eu preciso é de um poço artesiano, em outro momento a gente pode discutir mais amplamente a questão de nascentes de rios do 3º Distrito, não só do Rio Burati. Muito obrigado, voltem mais vezes.

PRES. THIAGO BRUNET: Bem, muito obrigado pela explanação de todos aqui, todas as lideranças que fizeram o seu manifesto. É de suma importância para nós Vereadores termos um diagnóstico do que há na comunidade para que a gente possa fazer o nosso trabalho e fazer o tratamento adequado. Assim é na vida médica, minha pelo menos, e eu tenho certeza que na política não é diferente, não temos como fazer um tratamento se a gente não fazer um diagnóstico decente e é para isso que a gente está aqui. Passamos ao espaço destinado ao Grande Expediente.

 

GRANDE EXPEDIENTE

 

PRES. THIAGO BRUNET: Nesse momento então solicito ao Vice-presidente da Casa, Vereador Tiago Ilha para que assuma os trabalhos para que eu possa fazer uso da Tribuna.

1º VICE PRES. TIAGO ILHA: Boa noite a todos, com a palavra o Ver. Thiago Brunet.

VER. THIAGO BRUNET: Boa noite a todos então, agora ocupando o espaço a qual o Regimento Interno me cede. Temos aqui direito a fazer durante 15 minutos uma fala franca, uma fala verdadeira com a comunidade. Gostaria aqui de agradecer a presença de uma enorme quantidade de gente que eu vejo aqui, muito obrigado pela presença de vocês, tenham certeza de que isso trará frutos para a comunidade. Mas eu não posso me calar e não posso deixar de enxergar um cidadão que está ali pequeninho e eu queria fazer um elogio a sua família, ao seu pai, que já tão novo traz ele para que ele possa ter essa aula de cidadania, para que ele possa já tomar gosto pela política, e sabe DEUS lá, mas futuramente talvez estar entre nós. Eu acho que assim que nós, familiares, eu acho que assim que nós comunidade devemos agir, com cidadania, com respeito e sempre participativo. Eu há pouco tempo atrás eu tive oportunidade de vir até a este mesmo salão, onde teve um almoço e eu tenho certeza que naquele almoço devia ter umas 800, 1.000. Isso mostra hoje, pelo número significativo de pessoas que está aqui, que é uma comunidade que conversa, que é uma comunidade forte, estabelecida, sabe o que quer, reivindica ações necessárias, não supérfluos. Sua fala, seu Antoninho, ela vem de encontro a tudo àquilo que eu também penso, consciência ambiental, questão da água que eu tanto tenho neste microfone aqui tentado melhorar a sua qualidade, tentado fazer com que a CORSAN entenda a dificuldade que nós temos muitas vezes, de termos uma água de qualidade, de termos o nosso esgoto tratado. Então eu sei e tenho certeza disso, de que as coisas não vão mudar do dia para a noite, mas com essa força da comunidade, com o nosso entendimento aqui, como Legislativo, não tenho dúvida de que nós prosseguiremos sempre em frente. Falar do Dal Ponte, contando a história do Burati, fazendo a sua manifestação e a sua preocupação com a segurança pública e aí ele faz uma solicitação daqui a um tempo, não agora, para que a gente cuide das nossas fronteiras e quando ele fala isso eu fico pensando “há 100 anos onde é que estava todo nosso policiamento, todo nosso exército”? Estava na fronteira. Até hoje os exércitos estão nas nossas fronteiras, porque a nossa preocupação  era nos proteger dos outros povos, hoje policiamento saiu da fronteira e está indo para o centro, porque a preocupação agora é nos proteger de nós mesmos. E isso vem ao seu encontro, seu Antoninho, onde o ser humano começa a pensar bobagem, a coisa começa a tomar uma proporção e infelizmente hoje nós estamos aí com problema gravíssimo de segurança publica. Exemplo foi esse final de semana trágica no município de Farroupilha, onde a gente teve mortes, tivemos assaltos e que a tempo não se via nessa comunidade e que nós temos sim a preocupação de tomar frente a esta situação. Gostaria aqui de falar sobre essa cumplicidade que a comunidade Burati tem, esse companheirismo entre vocês e para com a gente porque se não, não estariam aqui num dia frio nos escutando. Quero agradecer novamente a presença de vocês e dizer que a minha vida me deu muitas alegrias, na minha vida eu consegui com muito trabalho sair de casa com 14 anos, por que lá na minha cidade meus pais achavam que a educação não era a melhor possível e que eu não conseguiria conquistar meus sonhos através daquela educação. Então tive que sair com 14 anos, levei uma mala e um violãozinho que eu tenho até hoje Donante e que volta e meia eu dou uma arranhadas e que aquilo me deixa com saudade, a minha mãe é pianista, muitas vezes ela tocava piano e eu violão. Então tudo que a gente conquista é com muito esforço, nunca passei fome, nunca passei necessidade, mas muitas vezes passei saudade, saudade dos meus amigos, saudade da minha família e que sempre quando eu posso, eu vou até lá para revê-los, assim como eu fui quinta-feira passada e retornei hoje. Porque a pessoa que não tem história, que não tem família, ela não é nada. E nessa minha caminhada, eu tive a honra de conseguir um diploma de médico, que muito me orgulha, orgulha a minha família. Depois eu consegui um diploma, agora, pouco tempo atrás, de Vereador e que muito me orgulha também. Mas eu queria dizer para vocês e compartilhar com vocês aqui, que o diploma mais importante que eu tenho da minha vida eu consegui em 2010. Num hospital chamado Hospital Universitário da FAU – Fundação de Apoio Universitário e este simples diploma que eu recebi lá, era um diploma de companheiro do ano. Tinha lá, Tiago, tu escrevia lá, um hospital pequeno, tinha uns 500 funcionários, nem tão pequeno assim e tu escrevia lá quem é que era o teu companheiro esse ano. E eu fui agraciado com uma votação de quase 70% dos funcionários naquele ano, que me escolheram como funcionário e companheiro destaque do ano de 2010. Então esse sim é um diploma que eu tenho guardado lá, que para mim, sem dúvida nenhuma é o diploma mais importante que eu tenho, talvez da minha vida. Porque se a gente não for companheiro um dos outros, se a gente não escutar, se a gente não for colaborativo, nada acontece, a gente vai sempre ficar olhando sobre a nossa redoma, e olhando sobre o nosso umbigo. Se a gente não tiver esse olhar de solidariedade, o mundo hoje precisa de pessoas que tenham um coração aberto e o coração solidário para poder ajudar o próximo, poder ajudar as pessoas que por acaso estão em vulnerabilidade social. E é para isso que eu entrei na política, porque eu acredito que as ações nossas aqui, no Parlamento, possam sim mudar a vida das pessoas que precisam. Muito obrigado pela presença de vocês, tenham certeza que este Vereador, bem como todos os que estão aqui, farão o possível para que as reivindicações de vocês tenham um alto som lá dentro do Executivo, muito obrigado.

1º VICE PRES. TIAGO ILHA: Convido para que retome os trabalhos o nosso Presidente Vereador Dr. Thiago Brunet.

PRES. THIAGO BRUNET: Convido então o Partido Republicano Brasileiro – PRB para que faça uso da Tribuna. Com a palavra o Vereador Tiago Ilha.

VER. TIAGO ILHA: Está sobrando Tiago aqui nessa Câmara, já temos mais que 10% já, viu só Doutor. Boa noite Senhoras e Senhores, boa noite comunidade aqui do Burati, as demais comunidades. Muitos amigos aqui nós já conhecemos, alguns amigos nós conversamos através do rádio no final de semana entre um mate e outro, e outros amigos eu estou conhecendo hoje pela primeira vez. E para mim é um privilégio estar aqui e como as lideranças desta comunidade aqui afirmaram, como é importante ver os poderes próximos das pessoas. Talvez algumas pessoas não entendam que esse momento aqui dentro das comunidades, ele não serve só para vim, vamos vim aqui vamos pegar as demandas e vamos resolver tudo. Não é isso. É a simbologia do poder constituído, Câmara Municipal de Vereadores estar dentro de uma comunidade. Eu acho que esse é um papel essencial e crucial nosso, quanto Poder Legislativo. Então Ver. Dr. Thiago Brunet, o Senhor está de parabéns por ter trazido essa superiniciativa, diferente iniciativa de trazer as comunidades, a Câmara para as comunidades do interior, para os bairros da cidade. Não importa quanto que custa para fazer esse momento aqui, porque esse é o momento destinado a conversar com as pessoas, isso é o papel da Câmara de Vereadores, é o papel direto da Câmara de Vereadores. Queria cumprimentar uma importante liderança dessa comunidade, meu amigo Valdemar Ferreira que esteve conosco recentemente como Vereador dessa Casa, com a sua importante votação, que o qualificou bem colocado como suplente e estava aqui assumindo e talvez acho que amanhã assume novamente aqui porque na ausência do nosso Presidente que vai estar amanhã assumindo como Prefeito em Exercício desse município. Vai ser mais uma vez um prazer dividir, Valdemar nos ganhou pela sua simplicidade, uma pessoa que sabe conversar, pessoa humilde, que sabe conversar, pessoa humilde isso é importante. Como eu qualifico e defendo pessoas que tem isso como a sua principal bandeira e Valdemar, eu acho muito importante esse teu trabalho e é fundamental. Às vezes a gente não precisa convencer ninguém com discurso e sim com ações, o Valdemar é uma dessas pessoas. Hoje eu quero falar para os Senhores, primeiro da importância de vocês estarem aqui, de terem deixado a sua casa e estarem aqui nos ouvindo e acompanhando essa Sessão, tenho certeza que vai muito além das reivindicações que foram trazidas aqui. Vai além também do compromisso que não é só o nosso quanto Vereadores nesse momento, mas também é da população de estar próximo, reivindicando e trazendo também as situações do dia a dia da comunidade. Estava acompanhamento no Zero Hora, uma pesquisa que mostrou a realidade do que como as pessoas estão vendo o cenário político atual. Que as pessoas não aguentam mais o mais do mesmo, que as pessoas não aguentam mais a velha política que está lotada em tudo que é lugar desse país. Mais de 70%, segundo a pesquisa dos gaúchos, não querem nem saber de eleição esse ano, mais de 70% segundo a pesquisa. E se você conversar com cada pessoa hoje, em vários lugares daqui da nossa cidade de Farroupilha, vão ter esse numero ou mais, esse percentual, ou mais e com razão as pessoas estão assim. Porque elas não enxergam mais, infelizmente nos homens públicos a sua grande maioria, referencia, elas não enxergam mais porque toda vez, talvez nos únicos minutos do dia, que começa cedo lá, 5h00, 4h00 da manhã, vai terminar, 9h00, 10h00 da noite, a gente tem alguns minutos e acompanha, liga televisão e é mais um escândalo em cima de outro escândalo. E é formado por quem? Por mais do mesmo. É sempre os mesmos que estão se perpetuando no poder, há muitos anos. Eu já falei aqui e eu sou totalmente contra esse negocio chamado reeleição, principalmente para cargo Executivo, porque acaba só ficando mais do mesmo. Pode ser que dê o melhor governo do mundo, mas é uma coisa que tem que ser repensada. Inclusive vai doer na carne de todo mundo que faz política, que participa do pleito eleitoral. Falei nessa Casa Legislativa e volto a afirmar, nós temos que começar a olhar não só “ah, eu vou falar do Governo Federal, do Governo Estadual”; temos que olhar também o nosso município, nós temos que começar a imaginar que esse grande coxo que é o Estado como um todo tem que diminuir, tem que enxugar e tem que enxugar na carne. Chega de tanto privilégio que a gente tem nesse país, chega de tanta coisa que inclusive vamos trazer para uma realidade nossa, para não ficar aqui dizendo “ah o Tiago está fazendo discurso que todo mundo faz”. Vamos falar aqui da nossa cidade, hoje nós temos no Poder Municipal 12 Secretarias, que hoje estão lá, são garantidos por Lei e tem 12 estruturas. Eu fiz algumas contas entre a semana passada que trouxe esse tema hoje e se nós, viesse um Prefeito maluco, maluco no bom sentido, e dissesse “agora eu vou administrar com 6 Secretarias, vou pegar 6 eixos principais e vou administrar com seis Secretarias” a primeira coisa que ele ia resolver é que quando chegasse o pleito eleitoral ele não ia ter que dar uma perna para um, a orelha para o outro, o bigode para outro e não sabe mais o que para não sei mais quem. Para poder chegar à governança municipal. Ele ia já resolver o primeiro problema de todos. Ele não ia aguentar muitas pessoas que ele olha para o lado “o que eu vou fazer com esse fulano, ele não presta nem pra isso, nem para aquilo e nem para aquilo outro, eu tenho que aguentar aquele fulano que está ali porque veio com ciclano, do partido do beltrano”. Nós temos que pensar no momento e eu acho que não está longe de acontecer isso, porque as pessoas estão acordando, hoje eu estava falando com um amigo e ele disse “Tiago, isso é utopia” não é utopia não, é a realidade, as pessoas estão enxergando a realidade que estão às coisas. E tenho certeza que para não falar do estadual, e tenho certeza que, para não falar do estadual, para não falar do Governo Federal, vamos falar do municipal em 2020. Quem trouxer essas proposições, que vim forte mostrando que pode se fazer muito mais com muito menos, tenho certeza que vai ter um impacto diferente no olhar da população. Fiz essa pequena brincadeira, e essa pequena brincadeira poderia construir em Farroupilha, só de economia e aí eu estou falando de todos outros cargos em Comissão que são CCs, reduzir o seu salário em 30%. Só essa pequena brincadeira de redução de Secretaria e redução de cargo de confiança, nós teríamos possíveis, ser construído na nossa cidade, eu fiz algumas ideias, mais de 10 escolas, mais de 20 postos de saúde e não é qualquer posto, mais de 10 escolas, mais de 20 postos de saúde, poderia asfaltar em média mais de 40 km de asfalto. Então Senhor Presidente, acompanhei pela mídia, uma decisão que o Senhor tomou nessa Casa, quero também e eu até concordo com essa decisão, do Senhor ter passado ao Poder Executivo Municipal o valor que era para comprar um ar-condicionado lá da Casa, em torno de 100 mil reais, para que possa utilizado em asfaltamento. Por mais que a gente saiba que poderia ser necessário lá na Câmara de Vereadores ter um ar-condicionado, isso eu não discuto. Mas neste momento de crise e dificuldade, eu acho que a gente tem que ir buscar acudir o que está mais importante nesse momento. Quem sabe no futuro, quando as coisas melhorarem, a nossa Câmara é uma Câmara e isso todas as presidências que passaram, é uma das mais enxutas do estado e que às vezes poucas pessoas sabem. Desde os primeiros Presidentes, esses dias eu estava até me aconselhando com o Vereador Josué Paese Filho e ele disse “Tiago, verdade, poucas Câmaras no Estado são tão econômicas que nem a nossa, em todos os sentidos”; isso não é agora, sempre foi. Então isso é um fato positivo dos Vereadores que passaram por essa Casa Legislativa e isso me honra de estar aqui, na condição de Vereador de primeiro mandato. E também hoje tive uma percepção conversando com um empresário aqui dessa cidade, que hoje vivo uma experiência nova na minha vida e que tem me trazido muitos desafios, que é também hoje estar trabalhando e atuando como empresário, nesse momento de duas empresas aqui no nosso município, auxiliando também a minha família. E eu tenho sentido também na carne e cada dia que passa e depois outro, eu fico pensando como também o olhar para o empresário tem que ser olhado a nível estadual, federal e municipal. Essa seara eu estou estudando muito profundamente e tirando as duvidas com outros colegas empresários e quero trazer alguns números e vou trazer isso nas próximas semanas. Hoje eu só quero dizer a vocês as reivindicações são muito justas dessa comunidade, também me somo com, acredito que todas as bancadas de estar também defendendo essas demandas junto ao Poder Executivo. Mas é importante também deixar claro para não enganar ninguém, que se amanhã, talvez o Thiago não porque vai ser o Prefeito, estou brincando, mas ninguém de nós amanhã vai dizer assim “Ver. Tadeu, seguinte, amanhã vocês vão lá resolve porque eu estou assinando aqui” porque nós não temos essa prerrogativa, o Vereador não tem essa prerrogativa de dizer assim “vamos lá e vamos fazer, mas obviamente ele tem o respaldado dado por vocês através do voto de ajudar que essas cobranças efetivamente aconteçam”. E que o Poder Executivo e que outras entidades que aqui também teve pedidos ligados ao Governo do Estado, ao DAER em especial, possam ser olhados para essa comunidade e essa força política Dal Ponte, é importante que aconteça e também é o nosso papel, exclusivo e privativo também do Vereador de estar fazendo isso aí. No mais eu quero dizer para vocês que tudo que a gente possa fazer dentro do nosso mandato, quando vocês enxergarem um Secretário, um Vereador, um Prefeito, Governador, Presidente dizendo “eu fui o que mais fiz, eu que mais asfaltei, eu que mais fiz educação” digam para ele o seguinte “você não fez nada mais do que a sua obrigação”. Por isso que eu digo, tudo que nós possamos fazer, em todos os minutos que estivermos aqui, não estamos fazendo nada mais do que a nossa obrigação. Esse é o nosso dever e é a nossa obrigação. Meu muito obrigado.

PRES. THIAGO BRUNET: Rapidamente eu gostaria de pedir aos pares aqui, no meu tempo regimental eu me esqueci de fazer o meu Pedido de Informação, vocês me liberam para fazer agora?O Vereador abaixo qualificado, nos termos do art. 141 do Regimento Interno da Casa Legislativa, requer a anuência dos demais pares para seja remetido ao Poder Executivo Municipal, o Pedido de Informações solicitando informações/esclarecimentos sobre o Processo de Licitação, Modalidade de Concorrência, de n°. 06/2018, inclusive sobre os questionamentos feitos pelo Observatório Social de Farroupilha sobre o certame e que foram feitos através do Ofício n° 19/2018, protocolado nesta Câmara na data de 16 de julho e cedido espaço da tribuna na Sessão Ordinária da mesma data, cuja cópia segue em anexo.” Os Vereadores que estiverem de acordo… Colocamos em votação depois. Está certo. Nesse momento aqui também, rapidamente, gostaria de explicar para a comunidade que está nos escutando, o momento do Grande Expediente é o momento que cada partido político que compõe esse Plenário, tem o direito de colocar o seu Vereador aqui durante 15 minutos para fazer a fala. Então nós do PDT temos 3 Vereadores, mas só podemos um falar. Então eu falei em nome do PDT, agradeço ao Vereador Aldir Toffanin e Ver. Raul Herpich que não está presente. Então cada partido agora nesse momento vai fazer a sua fala. O Tiago falou em nome do PRB, e agora nós vamos convidar o Partido da Rede Sustentabilidade para que faça uso da Tribuna. Com o nosso Vereador Alberto Maioli.

VER. ALBERTO MAIOLI: Senhor Presidente, Senhores Vereadores, Vereadora Eleonora, quero aqui nesse momento dar uma saudação ao Senhor Fernando Dal Ponte, o Carlos, o professor Antônio, sempre aquele professor ‘bonachão’, o Vereador Valdemar e nada mais do que justo dar uma saudação tão especial a esta comunidade aqui do Rio Burati e as comunidades ao redor que estão aqui também presentes. Uma delas que eu gostaria de mencionar é a comunidade de Monte Bérico, aonde que aqui eu vejo os meus grandes amigos e companheiros de futebol com aqueles cabelos grisalhos. Que bom se encontrar, graças a DEUS, isso é muito bonito. Quantas partidas de futebol que nós fazia nos finais de semana e falar de futebol é importante salientar que Farroupilha, até há pouco tempo, nós tínhamos 57 campos de futebol e todos os domingos nós tinha jogo. Hoje um que outro já desistiu do campo, que lavraram, fizeram casa e quantos muitos dois, três jogos em 50 e poucos campos de futebol. Certamente os tempos mudaram, eu não sei se mudaram, mas na época nós éramos muito felizes, porque nós trabalhávamos toda semana e esperava que chegasse aquele domingo para nós nos reunir e jogar futebol. Que coisa boa, que bons tempos. Mas agora eu quero aqui falar dessas reivindicações do pessoal da comunidade que é muito importante fazer essas reivindicações porque a comunidade é que nem uma família, quando ela começa, que começa a fazer uma coisa de crescer, comprar um rádio, depois comprar um ‘frigidaire’, depois comprar uma televisão e sempre vai se aperfeiçoando e fazendo coisas que precisa, e assim é a comunidade. A comunidade vem aqui fazer umas reivindicações, não é muito assim, como é que eu vou dizer, difícil de serem concretizadas. São coisas boas e eu tenho certeza que o nosso líder da bancada, líder do governo, levará essas reivindicações ao nosso Prefeito Municipal para que pudessem ser feitas essas reivindicações. Agora uma coisa muito importante que também o Fernando Dal Ponte falou da instalação de redutores por causa de acidentes de ‘a’, ‘b’ ou ‘c’ e é muito importante isso dizer, por quê? Porque às vezes as coisas só vão se remediar depois que acontecem os fatos. Seria melhor prevenir do que depois remediar. Isso seria muito mais importante. A mesma coisa que ele falou da preservação das águas, que coisa boa, saber disso, aqui em Farroupilha seria um dos lugares mais lindos do Brasil, do estado do RS, pelo menos de pontos turísticos ecológicos. Nós teríamos o Balneário Santa Rita, Parque dos Pinheiros, Barragem do Rio Burati que é maravilhosa, mas teria que preservá-la, para amanhã ou depois não ter que fazer uma despoluição. Porque seria muito melhor prevenir do que remediar, mas eu não quero me alongar muito nessa minha fala de hoje, mas eu quero falar alguma coisa. Eu quero falar sobre a previdência também. Há poucos dias teve alguém que tivemos que se imobilizar para fazer uma janta, um cidadão que era 20 anos que estava encostado sem um braço e foi mandado embora da previdência. E daí ele fez uma janta para poder arrecadar, vejam bem, e que certamente esse cidadão ganharia mal e mal um salário mínimo. Porque quando eles falam de reforma de previdência, é claro que teria que fazer reforma de previdência, mas aqueles que ganham $40, $50 mil reais por mês, não um cara que está com braço cortado há mais de 20 anos e lá mandaram embora da previdência, que vergonha nesse Brasil. Agora vou falar mais uma coisa que eu já briguei muito com a UNIMED. Vem lá um cidadão essa semana e disse “Vereador Alberto, preciso de um socorro, vê o que tu pode me ajudar”, mas por quê? “Porque tem uma pessoa que paga Unimed há 19 anos e agora ela precisa ir no médico, ela já foi no médico e agora não pode mais ser atendida porque me parece que o negócio seria de psiquiatra”. Mas para que ela pagou a Unimed, o plano de saúde? Gente do céu, olha, eu vou dizer uma coisa para vocês, a coisa está mais séria do que se imagina nesse Brasil, mais séria do que se imagina nesse Brasil. E aqui eu queria também que eu me esqueci, um colapso, cumprimentar o representante da BM, que está aqui dando guarnição, mas eu não estou brabo, estou só falando forte porque é meu jeito né. Eu sou assim mesmo, que eu não gosto de coisa de falar baixinho, mas então eu queria dizer a todos vocês da alegria que eu tenho de poder estar aqui nessa comunidade, abrir meu coração e dizer algumas coisas para vocês, mas vocês vão ter o privilégio, a oportunidade de me ouvir falar muito mais coisas importantes para esse Brasil amado. E eu gostaria de dizer também que nós estamos chegando na véspera de uma grande decisão política, para escolher nossos representantes a nível de estado e a nível de Brasil e o que eu vou pedir é para que DEUS ilumine o coração de cada brasileiro, de cada gaúcho para escolher nossos representantes; que nos representassem com dignidade, com carinho, com amor e com respeito pelo menos. Que é isso que o povo precisa. Muito obrigado e que DEUS abençoe a todos nós.

PRES. THIAGO BRUNET: Convido nesse momento o partido, o Movimento Democrático Brasileiro – MDB para que faça uso da Tribuna. Com a palavra o nosso Vereador Jonas Tomazini.

VER. JONAS TOMAZINI: Senhor Presidente, Senhores Vereadores. Quero cumprimentar ao Fernando Dal Ponte, ao Forest, ao Carlos e em seus nomes cumprimentar a todos os membros da comunidade aqui do Burati, as comunidades próximas que se fazem presentes na Sessão da Câmara de Vereadores nesta noite. Quero cumprimentar também o Leandro Moraes da nossa valorosa BM, cumprimentar a imprensa que se fez ou se faz aqui presente, eu vi o Jorge do Jornal Farroupilha, o Miller da Rádio Spaço. Porque é importante que o que nós estejamos discutindo aqui nesta noite, seja também levado através da imprensa do nosso município para os outros moradores de Farroupilha para que possam conhecer as demandas, as necessidades que nós temos aqui nas comunidades que nós estamos visitando nessa noite. Quero agradecer também aos meus colegas de bancada do MDB, Ver. Arielson Arsego, Ver. José Mário Bellaver, Ver. Dra. Eleonora Broilo e o Ver. Jorge Cenci, pela cedência do espaço para utilizar a Tribuna. Para que vocês entendam então cada partido tem o espaço para usar a Tribuna, no nosso caso, a nossa bancada é composta de 5 vereadores, um dos vereadores tem a oportunidade de utilizar a Tribuna, então por isso que os demais colegas não terão a condição de fazer uso neste momento. Sobre as reivindicações da comunidade que aqui foram feitas, nós entendemos que muitas delas não são inclusive tão complicadas de serem executadas. Nós entendemos como disse tanto o Fernando, o Carlos, e o Forest também colocaram que na verdade a comunidade vem de um processo de evolução, melhorias continuas foram feitas, e novas necessidades se apresentam para que tenham a atenção do poder público e que a gente possa continuar oferecendo e melhorando as condições de vida para as pessoas que residem aqui no Burati, nas comunidades próximas. A gente já tem dito desde quando iniciou essa série de visitas que a Câmara de Vereadores faz as comunidades, que nós estamos aqui para escutar, nós estamos aqui para fazer o diagnóstico, como foi dito das necessidades da comunidade, e nós estamos aqui para representar vocês, para que o que vocês estão solicitando seja atendido. Nós vamos ter depois uma segunda etapa, que cabe principalmente ao Poder Executivo nas suas diferentes esferas, que é quem executa que é quem de fato vai poder realizar essas solicitações que estão sendo feitas. Ao Vereador cabe esse papel, ouvir a comunidade, representá-los e cobrar essas melhorias, assim como vocês estão cobrando nessa noite, nós teremos o papel de continuar cobrando o que vocês estão apresentando. E faremos isso nas diferentes esferas que a gente tem de governo, vamos fazer essas cobranças e principalmente é importante que vocês façam esse acompanhamento e essa cobrança junto a nós Vereadores, e juntos ao Poder Executivo. Claro talvez para retornarmos a essa comunidade, até porque nós temos que dar oportunidade segundo esse programa a outros locais, leve um determinado tempo para nós retornarmos, mas vocês estão automaticamente convidados para participarem das Sessões na Câmara ou em outras localidades, para continuar acompanhando as solicitações que vocês fizeram. Eu quero falar também sobre algumas situações por que, para que vocês entendam uma sessão normal da Câmara então a gente vai tratar aqui dos assuntos do Burati, mas também de outros assuntos que a gente recebeu dos nossos, dos cidadãos durante esses últimos dias. Eu recebi durante esse final de semana e fiquei muito preocupado, com duas praças do nosso município e aí vai ter no final de semana, ou até mesmo durante a semana quando vai se fazer alguma coisa, vocês podem ter crianças que vão aproveitar das nossas praças, e que tá oferecendo alguns riscos para todos, mas principalmente o que mais nos preocupa para as crianças, que muitas vezes não tem o discernimento real dos perigos que se apresentam. Então nós temos aqui o Requerimento n° 100/2018, a gente cita sobre a Praça da Matriz, a Praça da Igreja Matriz. Nós recebemos algumas fotos e recebemos também alguns vídeos, e algumas imagens vão passar aqui no telão daqui a pouquinho, aonde nós verificamos lá que nós temos tábuas, pregos expostos, muito próximos, vocês podem acompanhar muito próximos a locais aonde as crianças têm os brinquedos, e que podem provocar ferimentos. E também uma outra situação que nos preocupa, alguns fios que estão ou no chão ou numa altura muito baixa e que através inclusive aí vocês veem uma chave teste que foi utilizada nesses fios, e que demonstra que os mesmos estão energizados, não desencapados, mas energizados. Então nos entendemos que essa situação ao nível do chão e próximo dos brinquedos aonde as crianças estão, pode oferecer risco para as mesmas. E entendemos então e estamos solicitando através desse requerimento n°100/2018 para ao Prefeito Municipal, para que ele tome providencias, ou resolvendo a situação que ali está, ou pelo menos isolando de maneira adequada enquanto se realizam as devidas mudanças ou obras, para que não ofereça riscos para a população em geral, mas como eu disse antes, principalmente para as crianças que usam esses locais para brincar, para se divertir, para ficar algum tempo enquanto seus pais estão ali próximos delas. Com relação à Praça da Emancipação, e a gente sabe inclusive que há um projeto de remodelação da mesma, nós temos aí alguns brinquedos que estão interditados, que possivelmente não serão reformados, até porque pode ser que virão novos, mas tem aí algumas tabuas soltas também e como o local não está isolado na parte de baixo, as crianças acabam correndo e percorrendo esses locais e pode eventualmente acontecer algum acidente, visto que nós temos aí algumas situações que estão apenas amarradas, então daqui a pouco com o vento alguma coisa isso pode cair e machucar alguma criança e nós não queremos que isso aconteça. Então são dois pedidos que a gente faz com relação à praça centrais do nosso município, que são de fácil resolução, que nós estamos levando ao conhecimento de vocês, dos demais Vereadores para que o Prefeito tome medidas urgentes com relação a isso, antes que aconteça algum acidente. Após eu quero também falar sobre o requerimento n°102/2018 que é apresentado pela bancada do MDB, através dos meus colegas que eu já apresentei anteriormente, e também pelos Vereadores dos Progressistas o Ver. Josué Paese Filho e o Ver. Tadeu Salib dos Santos. Aonde nós estamos solicitando então, para que vocês entendam, nós temos uma das principais funções do Vereador é a fiscalização. É fiscalizar para que os recursos do município sejam bem empregados, e se nós tivermos recursos bem empregados, nós vamos ter mais recursos para investir nas demandas da comunidade, isso é o que a gente fala sempre de fazer mais com menos. Então sempre que a gente consegue economizar, que a gente consegue aplicar da maneira correta, nós vamos ter mais possibilidades de trabalhar para o bem da nossa comunidade. E essa é uma das funções do Vereador, fiscalizar o trabalho do Prefeito Municipal. Nós ganhamos alguns meses apenas agora no ano de 2018 de maneira oficial, e vocês devem ter acompanhado através da imprensa farroupilhense, o Observatório Social. O Observatório Social é uma entidade que está reunindo pessoas de diversos setores, engenheiros, contadores, advogados e também pessoas da comunidade em geral, que estão se reunindo para analisar também e também de certa forma fiscalizar o que acontece no município. Mas o Observatório Social ele tem uma atuação limitada, ele não pode muitas vezes fazer algumas ações das quais ele gostaria. E nós tivemos recentemente a visita do Observatório Social, que explanou sobre uma licitação que está sendo feita pelo município e apontou alguma possibilidade de irregularidade nessa licitação. Essa licitação prevê, vamos dizer assim uma operação de manutenção de vias asfálticas no nosso município, assim de maneira simplificada, e lá está se solicitando também um aplicativo de celular que essa empresa teria que desenvolver para avisar quando tiver buracos naquele local. A ideia como um todo é positiva e eu vou resumir, mas o município já possui um aplicativo que faz esse tipo de apontamento, que aponta os buracos, que aponta a iluminação pública, que aponta diversas outras situações. Então tem duas situações primeiro por que já tem a solução, e segundo por que dessa forma nós poderíamos estar limitando a concorrência, menos empresas poderiam participar dessa licitação. E se menos empresas podem participar dessa licitação, nós poderemos ter não o melhor preço talvez, que é aquilo que eu disse, se nós tivermos economia, nós poderemos fazer mais. Então o Observatório Social solicitou que a Câmara de Vereadores se posicionasse com relação a isso. O Prefeito Municipal já respondeu ao Observatório de certa forma dizendo que no entendimento do município e do Executivo a licitação está correta, a licitação está adequada. Nós não estamos aqui fazendo um julgamento de valor antecipado, se ela está ou se não está correta. Mas como nós temos um, vamos dizer assim uma obrigação de solicitar e de acompanhar e de ter os melhores recursos, nós entendemos de acionar através desse requerimento, um órgão técnico, que é o órgão dos Vereadores, que é o Tribunal de Contas do Estado. O Tribunal de Contas do Estado ele por lei, ele é o órgão de assessoramento dos Legislativos Municipais seja ele Assembleia Legislativa, ou seja, ele as Câmaras Municipais. Segundo o regimento do Tribunal de Contas quem pode fazer solicitação para, de consulta para o Tribunal de Contas é o Prefeito Municipal ou o Presidente da Câmara de Vereadores, isso está no regimento do Tribunal de Contas. E aí o que nós estamos fazendo aqui, através desse requerimento, é solicitando para que os demais vereadores analisem esse requerimento e que nós possamos formular em nome da Casa assinado pelo Presidente da Câmara, nesse momento o Ver. Thiago Brunet, uma consulta ao Tribunal de Contas para que verifique a licitação. A posição do Prefeito nós já conhecemos e não estamos duvidando do mesmo, nós queremos apenas mais informações para que nós tenhamos certeza da licitude e se o processo está correto. Então aqui a gente pede, o pedido de providências do Observatório Social do Brasil aonde fala de possível limitação de concorrência e aumento da criticidade dos participantes; possível violação dos princípios da isonomia; e a solicitação que já foi feita de impugnação do Edital de Concorrência por algumas empresas. Nós tivemos empresas grandes da nossa região que solicitaram a impugnação desse edital por entenderem que ele não está correto. Então nós entendemos que isso aumenta a responsabilidade de nós acompanharmos esse processo. Por fim então os Vereadores das bancadas do MDB e do Progressistas solicitam que se faça conforme o regimento do Tribunal de Contas do Estado em nome desta Câmara Municipal pedido de consulta da regularidade do Edital de concorrência n°06/2018, que se anexe a esse pedido de consulta toda a documentação do referido Edital e também o pedido de providencias feito pelo Observatório Social. Então logo após esse espaço do Grande Expediente, o Presidente vai colocar em votação essas nossas solicitações, lembrando que nós estamos aqui, como nós não estamos na ponta de executar, de fazer, de atender diretamente as demandas da comunidade, é nosso trabalho cobrar, é nosso trabalho representa-los, é nosso trabalho também acompanhar para que cada recurso que não é do Prefeito, que não é dos Vereadores, que não é dos Secretários, é de todos vocês, possa ser utilizado da melhor forma possível. Muito obrigado e boa noite a todos.

PRES. THIAGO BRUNET: Passo nesse momento então, convido o Partido Progressista PP para que faça uso da Tribuna, com a palavra o nosso Ver. Josué Paese Filho.

VER. JOSUÉ PAESE FILHO: Boa noite a todos, a todas aqui presentes, obrigado pela presença. Cumprimentar o nosso Presidente Thiago Brunet, demais colegas Vereadores de todas as Bancadas e o Ver. Tadeu Salib dos Santos que me cedeu esse espaço na Tribuna dessa noite. Eu vou me deter um pouquinho em cima do assunto que foi levantado aqui, dos representantes direto da comunidade. Eu vejo aqui, por exemplo, primeiro item: Trevo do Posto Cavalleri: passei agora lá, fui até Monte Bérico, realmente para ti sair, para depois fazer o retorno está horrível, está horrível né. Até a hora que eu passei não tinha muito movimento, por que se não tu tem que entrar nos buracos mesmo e coisa, eu quero dizer para os senhores, trevo de entrada do DAER, tem mais alguma coisa do DAER aqui? Não, eu quero dizer para os senhores, que lá em 2010, todos vocês conhecem o Trevo Santa Rita, aquilo era um suicídio passar por lá. Bairro centro, centro bairro, muitas vezes tinha que ficar lá quase meia hora, ônibus para passar era, o cara tinha que ter muita coragem. Na época nós Vereadores, lembro que tinha o Ver. José Mário Bellaver, eu acho que era só, eu acho que o Ver. Alberto Maioli também, não me lembro, tá mais, com certeza; a gente foi diversas vezes no DAER para tentar buscar uma solução naquele trevo, e não tinha jeito, um dia eu disse na imprensa, na rádio que eu ia levantar um abaixo assinado de 10 mil assinaturas. Sinceramente aquela noite eu não dormi, por que eu falei na imprensa, no dia seguinte eu sai à busca de assinaturas, muita gente, o bairro Santa Rita, pessoas que talvez passavam aí uma vez cada 15 dias, um mês, vinha buscar folhas e mais folhas, em 18 dias nós buscamos 10.741 assinaturas, em 18 dias, e foi entregue na mão, na época do Secretário Beto Albuquerque, no Parque dos Pinheiros, que ele veio dar uma palestra, entregamos uma pilha assim de folhas para ele. Eu só faltava dormir no DAER, eu não marcava mais audiência, que na época era o Engenheiro Luís Carlos, se ele não me atender eu não vou sair, foi indo, foi indo, com o Prefeito Baretta foi encaminhado o projeto, mas a burocracia é tanta, que tinha o acordo feito, mas não despachava lá embaixo. E agora então na administração do Claiton foi colocado. Então eu quero dizer para os senhores, que aonde compete ao DAER, se não tem um a mobilização muito grande, do Executivo, dos Vereadores e principalmente da comunidade, nós vamos morrer de velho, essa é a verdade. Então com o DAER é difícil trabalhar, é muito difícil, mas a gente vai levar esses assuntos. Bom, a iluminação, só depende do Executivo, a gente até pode fazer um encaminhamento, mas já está feito o encaminhamento pelos senhores, então eu peço ao Líder de Governo, aos Vereadores, principalmente da situação que tomem essas providencias. Poço artesiano, esse posto foi inaugurado, esse poço alias foi inaugurado em 1974, são 44 anos, e o nosso amigo Antônio, se eu não me engano anotei aqui, foi em 2014 que o senhor fez o pedido do novo poço, foi isso? Já se passaram 4 anos, imagina os senhores que em 74, 40 anos atrás, 44 melhor dizendo, a população do Rio Burati era deste tamanho perto de hoje; o Fernando falou aqui em torno de 35, 36 CNPJs, na época tinha quantos? 2, 3,5, então o Burati também cresceu, e a bomba que toca a agua é a mesma, o poço artesiano foi feito para aquela época. Então nada mais justo, e é uma coisa simples um poço artesiano hoje, que nem o senhor disse, é questão de dias, só falta à vontade política, e a boa vontade do Executivo de vim aqui falar com a comunidade. O problema que o senhor levantou seu Antônio, que lá em certos pontos a agua não chega, e a água o senhor falou muito bem aqui parabéns pelo seu, para a sua fala aqui nessa tribuna, sobre o meio ambiente, principalmente sobre a nossa Barragem aqui no Rio Burati. Viatura para Associação de Segurança Pública, está lá o meu amigo se me permite, o Leandro, a segurança das pessoas, e quero dizer para os senhores, vocês todos conhecem, além de fazer a segurança das pessoas, não só aqui do Burati mas da região, inclusive teve uma reunião em Vila Rica né há muito tempo atrás, para organizar aquela comunidade também, junto com nosso amigo Leandro. Esteve por diversas vezes aqui na casa dele, mas quero dizer aos senhores, que ele cuida das pessoas, a segurança das nossas famílias, mas também é uma pessoa muito dedicada Senhor Presidente, Senhores Vereadores, com os animais. Parabéns, eu fico até emocionado quando falo, por que eu sei do teu trabalho. E eu com os animais, eu tenho um canil com 84 cachorros, que as pessoas também ajudam cuidar, né Leandro? Eu vim aqui na tua casa até te ajudar a fazer piso, fazer casinha para os teus bichinhos que você cuida, parabéns mesmo pela tua atitude. Eu aqui falei também em outra lá na Linha Jansen, lá em Linha Eli, o problema da telefonia, se pegar o telefone agora aqui não consegue falar com ninguém, não consegue falar com ninguém entende. E isso aí eu quero dizer que o Ver. José Mário Bellaver foi um dos vereadores que mais batalhou, mais batalhou junto às operadoras Ver. Jose Mario Bellaver, junto com outros Vereadores claro né, mas o senhor era o que puxava, e não tivemos muito resultado né Ver. Jose Mario Bellaver? Não tivemos muito resultado. E eu sei que Rio Burati aqui, Monte Bérico, Linha Paese por aí, é difícil você, tem sair daqui, subir o morro, descer o morro e até no asfalto para conseguir ligar para alguém, então é muito complicado. Eu acho que o Burati com 35 CNPJs, eu acho que devia ter uma rede telefônica pelo menos para se comunicar, são empresas que estão aí, pequenas ou grandes, mas estão aí, trazendo recurso para o nosso município. Quero também entrar em um assunto aqui, das Secretarias que o Ver. Tiago Ilha levantou, Farroupilha com 6 secretarias. Eu respeito à opinião dele, eu respeito à opinião de todo mundo, agora eu acho que Farroupilha Ver. Tiago Ilha, poderia sim trabalhar com umas 9 secretarias; 6 é quase impossível, por que não tem como você pegar, por exemplo, a Saúde com a Educação, ou Obras com Agricultura rejuntar. Foi juntadas recentemente Assistência Social e Habitação, mas também tem que dizer que neste mandato do Prefeito e não é uma crítica, só estou levantando o assunto, que também foram criadas novas secretarias, também foi criada novas secretarias; e eu votei contra, mas passou pela Câmara, tinha 10 ou 11, hoje tem 12, ou 11, sei que aumentou as secretarias. Mas que realmente Ver. Tiago Ilha concordo com a tua ideia de diminuir ao máximo, tanto as secretarias, como os salários, e como o número de CCs. Por que a folha de pagamento hoje ela tá quase no topo, se nós não cuidar um pouquinho, nós não vamos ter mais dinheiro para investir em infraestrutura, em saúde, vai tudo para a folha de pagamento, que é o que está acontecendo com o Estado do RS, que 70% hoje é folha de pagamento, inativos e nativos. E Farroupilha está nesse caminho e outros municípios também, então nós temos que, que realmente ver essa situação. Eu sempre falei no tempo que eu era situação também, que foi feito alguns asfalto no interior, Vila Rica e em outras regiões aí, que já faz um planejamento junto com a comunidade, que nem aqui no Rio Burati. Quando fizeram o asfalto, já colocar os quebra-molas, os redutor de velocidade, quando estão fazendo o asfalto, agora vai ter que voltar as maquinas refazer em cima do que já está feito, mais custos. Então já faz um planejamento, se reúne com a comunidade, com os representantes da comunidade, olha vamos fazer o asfalto aqui, vamos botar um quebra-molas aqui, um quebra-molas lá e um lá, o que vocês acham? Não aqui não precisa, aqui precisa, já faz definitivo, agora tudo de novo, isso em outros; Vila Rica também está na mesma situação, na mesma situação, tem uma reta lá de mais ou menos 1 km, que só falta fazer km de arrancada lá, e já fizeram esse pedido dezenas de vezes e está lá o problema, e os acidentes acontecem e depois não adianta chorar. Também vi aqui o Fernando contar a História do Rio Burati, eu conheço um pouquinho, por que eu me criei aqui perto e ouvi muitas histórias do meu falecido pai, que muitos aqui dos mais velhos se lembram do Josué, ele foi Vereador em Farroupilha dos anos 64 a 69. Então ele nasceu aqui em Monte Bérico, aqui em cima, nós somos em 6 irmãos, 4 nasceram aqui em Monte Bérico, só eu e o Luiz que faleceu, faz 12 dias, perdi um mano com 68 anos, que nascemos em Linha Paese. Então a gente conhece um pouquinho da história, não tanto quanto você falou Fernando, tem coisas que eu não sabia mesmo né, então quero dizer que o Burati está de parabéns, uma comunidade que vem evoluindo e nada mais justo dessas reivindicações. Eu achei que tinha mais coisas até, vocês foram até bastante humildes, pediram só o necessário tá e nós vereadores temos a obrigação sim de continuar cobrando. Que não adianta nós virmos aqui, levar para o Executivo, a Mesa leva para o Executivo e nós, bom passamos para o Executivo. Hoje por exemplo, semana retrasada teve lá, hoje teve de novo o pessoal da Jansen, Mario, são teus vizinhos, me pedindo soluções, do que eles pediram lá. Hoje a tarde teve pessoas lá e eu marquei uma reunião com eles para a semana que vem, para levar eles até o Executivo municipal. E de um assunto muito importante que é o more legal, está em cima das mesas, por que eu estive lá e me prometeram que de 15 a 20 dias iam resolver a situação, tem três more legal na Jansen. E eu acompanhei todos esses em Farroupilha, que não foi um, não foi dois, foram diversos, Linha Paese está resolvido, Santa Catarina está resolvido, Vila Rica uma parte está resolvido e a Jansen está em cima da mesa não sai do papel. Vieram me cobrar hoje de novo. Inclusive um colega do nosso companheiro Leandro. Vai sair de Farroupilha mais um brigadiano, mais um policial já está a caminho, por falta de soluções de certas coisas que não são atendidas. Ele quer construir, ele quer fazer, colocar a sua família, e não dão o retorno para eles. Então não adianta nós vim aqui pegar esse papel, vim aqui falar bonito e depois esquecer, não nós temos que cobrar, e vocês continuem cobrando, vocês tem todo o direito. Muito obrigado e uma boa noite a todos.

PRES.THIAGO BRUNET: Convido o Partido dos Trabalhadores – PT, para que faça uso da Tribuna. Com a palavra o Ver. Fabiano André Piccoli.

VER. FABIANO ANDRÉ PICCOLI: Uma boa noite a todos, a todas. Saudação especial ao Presidente dessa Casa, o Ver. Thiago Brunet, colegas Vereadores, Ver. Eleonora Broilo, aos representantes das comunidades que fizeram uso da palavra, o Fernando, o Professor Forest, o Carlos. Ao Ver. Valdemar Ferreira, seja bem vindo de volta Ver. Valdemar Ferreira, um grande batalhador pelas demandas da comunidade, a imprensa presente, os servidores da Casa, ao Soldado Morais que por muitos anos trabalhou com as nossas crianças, no curso do PROERD. Por que é lá na sala de aula que nós temos que começar a prevenir, e a orientar as crianças dos perigos, principalmente das drogas. Bom em relação às reivindicações da comunidade como já foi falado, os Vereadores eles não tem um papel de executar, mas nós temos um papel de reivindicar e de brigar pelas demandas da comunidade. Em relação ao trevo do posto do Cavalleri, muito bem foi falado sobre a situação econômica hoje do DAER, e as dificuldades que nós temos para que os projetos, principalmente os de trevos e melhoria de rodovias saiam do papel. No ano de 2014 nós estivemos no DAER ainda quando era o governo, outro governo, pleiteando algumas melhorias nesse trevo. E lá atrás, nos foi falado que havia um projeto de duplicação, em conversas com o novo e o atual diretor do DAER, o Rogério Uberti, também é nos informado que há projeto, há ideia de uma duplicação dessa rodovia e com a duplicação um trevo vai ser estabelecido. Então em relação a este ponto sinceramente eu acho que nós temos que pressionar agora os candidatos a Governador do Estado, todos eles, para que esse trecho realmente saia do papel. Se não sair uma duplicação, mas que o trevo pelo menos saia, só que a pressão tem que ser muito grande. Por que o cobertor é curto e do Estado do RS, é mais curto ainda. E os parcos recursos que o DAER tem, muitas vezes são investidos aonde há mais pressão; o exemplo que o Ver. Josué Paese Filho trouxe em relação ao trevo do Santa Rita, que é uma briga, foi uma briga antiga, e o Vereador foi um dos percursores dessa briga que o governo passado iniciou as tratativas com o DAER para a autorização, para que o município fizesse a obra. Então o município tirou dinheiro do caixa, que poderia ser utilizado em saúde, educação, em pavimentação de obras que são responsabilidades do município, investiu em algo que é responsabilidade do Estado, para salvar vidas de Farroupilhenses, mas como nós temos uma separação de tributos, nós temos uma separação de responsabilidades também. E assim foi com o trevo da Tramontina, que foi uma obra organizada pelo município, em parceria com o DAER, quem pagou foi a Tramontina, mas o município vai devolver esse dinheiro. Nós devolveremos esse dinheiro para a Tramontina. De novo um trecho que pertence ao Estado, que deveria ser de responsabilidade do Estado fazer e aqui não é Governador ‘A’, ‘B’, ‘C’ ou ‘D’ não, a crise financeira do Estado já se arrasta por mais de décadas. Então minha sugestão quanto a este ponto Fernando e Forest, organizar a comunidade e nós temos que ir para cima do próximo governador, para que esse trecho, ahh vai ser duplicado, vai ser pedagiado, seja o que for que seja. Ou se não que se estruture para que realmente façam um trevo. Sobre as outras demandas, demanda de uma comunidade ela é permanente, se nós viéssemos aqui, a 5, 6 anos atrás, uma das principais demandas em paralelo com o trevo, era o Posto de Saúde. Posto de Saúde foi construído. Daqui 2, 3 anos nós teremos outras demandas, então as demandas das comunidades elas são permanentes e por isso tem que haver essa aproximação da comunidade, com os poderes constituídos para que essas demandas sejam atendidas; às vezes não na velocidade que a comunidade espera ou precisa, mas elas precisam ser atendidas. Assim como foi a pavimentação né Fernando, há quantos anos se brigava pela pavimentação, se conseguiu um trecho, aí vocês lutaram e conseguiram junto com o Dep. Stédile, nós temos que pontua o nome dos deputados, que através também do apoio dos vereadores do PSB, o Ver. Sandro Trevisan e o Ver. Odair Sobierai, que conseguiram junto ao Deputado a Emenda Parlamentar para a pavimentação. Também outra demanda que era muito exigida principalmente do pessoal do Caça e Pesca sinalização. Pessoal faz muito, vamos especificar ali do Caça e Pesca, muita atividade ali e diz que todo mundo se perdia. E aqui eu já falei em outras sessões, mas friso novamente , quando eu estava à frente da Secretaria de Turismo, certa vez nós fomos para a Linha 47 e nos perdemos, entre a 47 e 80 e linha Jacinto. E a gente pensou, se a gente representantes do Poder Público se perde no interior do município, imagina as pessoas que vem de fora. Então nós começamos lá em 2013 um projeto de sinalização e felizmente nós colocamos mais de 500 placas, essas plaquinhas pequeninhas que vocês encontram nos cruzamentos; mais de 500 placas em toda, todos os principais cruzamentos no interior de Farroupilha. Foi uma ação pequena, mas que ajuda muito as pessoas a se localizarem. Também uma outra demanda que tínhamos era um investimento em turismo né Fernando. Fernando tem uma história no seu negócio, que precisa ser contada, assim como a Cave antiga. E nós fomentamos, resgatamos e damos sequência a um projeto que já existia, que era um roteiro turístico e consolidou-se o Roteiro Histórias e Memorias. Confesso que eu não sei em que pé anda o roteiro, mas ele foi estabelecido, levando para dentro do roteiro, que era originalmente lá na Linha Paese, no Desvio Blauth, no Salto Ventoso, espraiando ele aqui também para o Burati. Então são demandas que aos poucos vão sendo realizadas, mas outras virão, telefonia, internet, nós temos sinal de internet? Pouca, muito pouca; quem é que hoje vive sem internet, como é que nós queremos que os jovens permaneçam no interior, se nós não temos se quer acesso a internet. Esse é um dos grandes caroços e aqui como já foi comentado pelo Ver. Josué Paese Filho, há muitos anos Ver. José Mario Bellaver e outros Vereadores lutam pela melhoria do sinal, mas muitas vezes as agências de regulação, elas estão em favor da indústria do concessionário e não da comunidade. Então é uma luta muito difícil, mas ela continua, é autorizar a venda de novas linhas é permitido. Forest quando você estava falando em relação à água, esse é um dos grandes dilemas da sociedade moderna, de um lado você tem um, uma busca feroz pela industrialização, pelas novas tecnologias, por novos produtos, por faturar, por gerar riqueza e do outro nós temos a preservação do meio ambiente. Infelizmente é muito difícil você atender essas duas frentes de forma harmônica e o que a gente vê hoje é que essa busca feroz pela riqueza, pelo dinheiro, pelo capital, ela está muito acima da ideia de preservar o meio ambiente. O que seria de nós sem água? Hoje nós temos água em abundância, mesmo tendo, não chega aos 3% de água doce e desses 3%, quantos 85% não estão acessível a nós, estão lá nas geleiras. E desses que estão acessível a nós, quanto é limpa e que não está poluída. E nós ainda ser humano não conseguiu perceber, que logo ali na frente, talvez não nós, mas nossos filhos, nossos netos não terão água potável. Então é uma preocupação permanente do governo municipal, Presidente dessa Casa tem uma luta bastante grande nesta linha de atuação e a Câmara ela está atenta, está lutando. O contrato com a CORSAN prevê muitas questões em relação à barragem do Burati, só que não são cumpridas, inclusive tem uma grande briga pela criação de um fundo, para preservar as, os limites da barragem, a beira da barragem, só que é uma luta muito difícil também. Mas se está lutando, não se esqueceu e não se tem essa preocupação, ela está na agenda permanente da Câmara de Vereadores. E outra coisa que você falou Forest em relação a nossa presença na comunidade, de nós não virmos só de 4 em 4 anos aqui na comunidade e essa é uma solicitação de todas as comunidades, mas também é uma solicitação da nossa família, dos nossos amigos, do clube de futebol, dos familiares distantes. E isso me fez lembrar o ano de 2001, 2002 quando um grande amigo Paulo Schneider era candidato, e ele bateu lá na casa dos meus pais e eu abri a porta e disse: “pô alemão tu só visita a gente de 4 em 4 anos, só vem aqui pedir votos”, eu disse para o Schneider. E o Schneider disse “Fabiano um dia, um dia eu vou falar a mesma coisa para ti”. Agora o Schneider é um grande amigo meu, da nossa família, às vezes eu consigo visitar ele uma vez a cada 8 a 10 meses E toda vez que eu vou lá , ele me chama de um nome feio que eu não vou falar aqui, “viu como é que são as coisas, lá atrás tu cobrava de mim, agora tu não vem me visitar”. Então a vida de um Parlamentar, de um Agente Público, ela tem que ser condizente com a sua vida familiar, com a sua vida profissional, com a sua vida em sociedade. Então às vezes, não é por que a gente não quer estar aqui, mas às vezes é que a gente também tem que compartilhar o tempo com outras comunidades, com a família, com os amigos, então é uma cobrança bastante justa, mas aqui eu já me justifico de que às vezes não é que a gente não queira, mas também quando tiver alguma coisa, nos convide Fernando. Fernando, “oh dia tal vai ter alguma coisa lá, aparece lá, vem lá”, que dai a gente, na medida do possível, comparece. Também queria falar sobre, na semana passada nós tivemos um encontro no Sindilojas sobre intitulado ‘Um olhar no futuro’. Não sei se alguém teve a oportunidade de participar, o Sindilojas e o Sindigêneros promovem uma vez por ano, um talkshow que eles chamam, com empresários de renome para falar sobre o futuro, semana passada tinha o Clóvis Tramontina, a Dona Nilva Bellenzier, que é dona da Bellenzier Pneus, proprietário de uma empresa de detergentes e amaciantes chamado Girando Sol, o Gilmar e o Diretor da Melissa o Paulo Pedó. E muito foi falado, Ver. Tiago Ilha, sobre o tamanho do estado. Que o estado tem que ser um estado pequeno, que os governos têm que ser mais eficientes e sempre é possível melhorar, assim como no nosso negócio, na nossa produção, sempre é possível fazer mais com menos. E a cada dia que passa os governantes terão que ter um olhar mais aguçado para as suas receitas e para as suas despesas. Eu acredito que além de olhar para a despesa, nós temos que olhar para a receita também, por que facilitar a vida a vida de quem quer empreender se faz cada dia mais necessária. E aqui uma outra ação Fernando que nós fizemos, e que ajudou muito parte desses 30, 40 empreendimentos que tem na região a se formalizar, foi no complexo do Cavalleri, com as mudanças que nós fizemos lá em 2004, numa lei aprovada pela Câmara podemos facilitar a vida de quem queria empreender, e quem estava empreendendo de forma clandestina, por que não tinha alvará, não contribuía com seus tributos e não podia gerar emprego formal. Então nós conseguimos alterar, numa semana eu liberei 5 alvarás ali daquela região, de transportadoras e de alguns outros empreendimentos. Então se faz necessário olhar para as receitas também, com olhar aguçado. E para finalizar depois eu concluo, em relação e aqui como na figura de Ex-presidente, eu preciso colocar algumas contribuições com, com essa questão desse ar condicionado que vocês ouviram algumas pessoas falar aqui. O que que acontece, no ano passado nós tivemos 77 empréstimos da Câmara de Vereadores para a comunidade de Farroupilhense, foram 77 eventos que a comunidade realizou lá dentro da Câmara de Vereadores. E uma das grandes reclamações era em relação à climatização, por que lá passaram formatura de crianças do Pré; passou a nossa posse no dia 01 de janeiro, que a Câmara estava lotada, e estava um, não era um calor não é professor, por que calor não existe, a sensação térmica, existe calor, mas não dessa forma que a gente fala né, a sensação térmica era insuportável. Então na figura de Ex-presidente nós conseguimos recursos para esse ano, para a climatização. Então a demanda maior não veio dos Vereadores; nenhum Vereador chegou para mim Presidente e reclamou que estava quente ou estava frio, mas foi a comunidade. Então era a comunidade que pressionava por essa questão; então foi conseguido os recursos, mas o Presidente por entender que o município precisa, tem prioridades maiores. Então, num gesto de bondade, vai devolver esse recurso para o município, a gente respeita, como lhe falei pessoalmente, mas só queria deixar bem claro que não teve um vereador que reclamou se estava quente ou frio, mas a comunidade reclamou bastante. Inclusive recebi cobranças no final de semana em relação a esta questão e como o dinheiro vai ser devolvido, eu faço uma sugestão para levar ao Executivo que o Senhor comentou que poderia ser usado para pavimentação e para infraestrutura. Para quem passa pelo centro, já finalizando que já passei bastante do meu tempo, a Rua Júlio de Castilhos está em obras, está em reformas, só que infelizmente tem um trecho que é entre a Rua Independência e a Rua Treze de Maio que o calçadão foi ampliado que não teve recurso para fazer o asfalto. Então ali vai precisar uns $40 a $50 mil, talvez seja uma boa, um bom destino desse recurso. Por que vai ficar tudo muito lindo, mas esse trecho não pavimentado vai dar um, um sentimento de história inacabada. Muito obrigado Senhor Presidente.

PRES. THIAGO BRUNET: Convido então nesse momento o Partido Socialista Brasileiro – PSB para que faça uso da Tribuna. Com a palavra o nosso Ver. Sandro Trevisan.

VER. SANDRO TREVISAN: Boa noite Senhor Presidente, Senhores Vereadores. Queria cumprimentar os que estiveram aqui palestrando, Fernando, o Carlos, o Professor Antônio Forest e cumprimentando a todos vocês gostaria de cumprimentar a toda a Sociedade, e os vizinhos das outras comunidades aqui presentes. Bom, queria agradecer também ao Ver. Odair Sobierai que na verdade cedeu esse tempo, que aqui funciona exatamente dessa forma, e a pergunta que não quer calar, será que mais quantos vão falar, eu sou o último tá, fiquem tranquilos, que desse tempo eu sou no último; e dai então assim o Ver. Odair Sobierai, por exemplo, ele cedeu aparte, por quê? Porque a gente pertence a um partido, então só pode falar um do partido, como PMDB só faltou um e são em 5, nós somos em 2, quem vai falar somente sou eu, o PDT aqui nós temos o Ver. Aldir Toffanin e temos o Ver. Thiago Brunet também, então não está o Ver. Raul Herpich, só um pode falar, então é utilizado um por partido que pode falar nesse grande expediente. Queria começar a falar a respeito de algumas coisas, por exemplo, a importância de correr atrás, a importância de buscar, a importância da sociedade se unir e estar determinada em certos aspectos, e buscar certas intenções. Se vocês tem intenção de fazer alguma coisa vocês precisam buscar, um do público, o público em si ele consegue fazer isso, e a gente diz, ah demora, demora, não vem, não vem, mas uma hora chega. Por que a realidade, por exemplo, de asfalto de vocês, ou calçamento lá no final, ela é verdade hoje, então isso foi buscado, por quê? Por que teve uma determinação da sociedade, a sociedade se determinou. A questão do postinho também, por quê? Por que a sociedade foca. Eu conheço sociedades que são maiores do que aqui do Burati e não receberam asfalto algum, por quê? Por que essa determinação que vocês como comunidade têm, esse foco da comunidade junta indo buscar esses recursos isso funciona, e funciona muito. Não é uma quantidade grande de tempo que eu estou, estou nesse meio, e eu percebo que isso funciona muito, e a prova real são vocês aqui, que foram buscar e estão aqui. Gente se vocês analisarem a quantidade de valorização, por exemplo, que se tem nos terrenos na volta, esse asfalto, esse pavimento que se tem aqui entrando para a sociedade de vocês, a quantidade só de valorização que se dá nos imóveis. A comodidade de ter um asfalto, não ter aquela buraqueira todo dia para estar passando de carro, então na verdade assim, eu sei que é, às vezes é chato, a gente diz meu Deus tenho que ir buscar, tenho que correr atrás tenho que perder meu tempo, mas a gente perde tanto tempo com tanta outras coisas que muitas vezes não são significativas. Isso é muito importante, esse foco da sociedade indo exigir, indo pedir, com objetivo em comum, determinada, focada, isso é muito importante pessoal, isso é determinístico, faz a diferença com certeza. Então levem com vocês esse sentido que certas coisas valem a pena perder meu tempo, gostaria de perder muito menos tempo e conseguir ter uma eficácia bem maior nos resultados, mas infelizmente é assim que funciona, e se não correrem atrás, olha é bem difícil, as coisas se tornam muito mais difíceis. Então é esse, essa determinação que a sociedade tem em ir buscar as coisas, isso é extremamente importante. E aí justifico a vinda dos senhores até aqui, estão ali sentados poxa perdendo meu tempo, não se perde tempo nesse sentido, se demonstra força, se demonstra unidade da sociedade, e isso tem grande importância. É só assim que vocês vão conseguir as vontades de vocês. Acho engraçado também que junto com isso, eu sempre volto à mesma tecla, né Eliane a questão do professor né, a gente volta sempre lá na Educação, lá na Educação, tu faz o asfalto, agora tem que fazer o que, botar quebra-molas, por quê? Porque tem uns mal-educados, que tem gente que não consegue ter a educação suficiente, para poder entender que isso é um asfalto para beneficiar e não sair por aí que nem um louco atropelando todo mundo. Mas infelizmente, retomo, vou lá no início do problema de praticamente toda a nação brasileira, que é o que? Falta de educação, de consciência, de analise, de repente professor de pegar essas crianças e passear na barragem, mostrar para elas a importância que aquilo tudo tem. Por que me parece assim, hoje em dia o mundo está tão acirrado de tanto celular, é tanta informação, é tanta informação de certa forma né, é tanta porcaria que vem daqueles celulares, daquele monte de, dos computadores, da internet, é tanta informação que vem que as pessoas começam a ficar bitoladas, num sistema que não é a vida de verdade. Eu vejo as crianças, elas não têm concepção da realidade, elas não entendem que elas vão tomar água que vem dai de cima, da barragem. Esses tempos atrás eu discutia com um aluno meu e sabe o que ele queria? Ele queria morar, ele disse não professor, por que terra já era, o Planeta Terra já era, nós temos que ir para um outro lugar, para um outro planeta. Professor está aqui, até marte precisa só uma onda eletromagnética, ligação do celular, precisa em torno de 40 minutos para tocar o telefone em Marte, e para retornar a ligação mais 40 minutos, precisa de 80 minutos para eu dizer “alô, o cara aí de 80 minutos vai dar resposta por telefone, então precisa de 80 minutos para uma ligação ir e voltar o alô”. Isso aqui no sistema solar, se tu sair daqui e tu for próximo a Centauros, que está a 5 anos luz daqui, tu precisa de milhares de anos para ir até lá e voltar. Gente nós precisamos é ficar no Planeta Terra, não tem como sair daqui, não tem como sair daqui e aí a gente começa a entender que essas coisas de preservar, de água são extremamente importantes. A gente não vive sem isso, e a gente começa a não perceber essa importância por que é tanta turbulência, tanta coisa que vem para os nossos ouvidos que a gente parece que não percebe. Da importância da água, da importância da vida em si, as pessoas não entendem sério, eu fico louco as vezes, com a própria gurizada que estão na sala de aula, eles não entendem a importância da vida, se a gente não conseguir viver na nossa vida, não sei mais o que a gente faz. Então assim oh, a galera eu digo, a gurizada estão cada vez mais sem essa noção, e daí retoma a ideia de passear, de mostrar a necessidade disso, mostrar a importância disso tudo. O que as vezes me dá um pouco de medo, é que tem certas equações, que são equações exponenciais, por exemplo, a natureza adora equações exponenciais, e, por exemplo, essa falta de preocupação com todo o sistema, poderia desencadear, por exemplo, uma mudança total no sistema ecológico no planeta. Vocês já pensaram se a gente consegue aquecer um pouco só a água do mar na nossa região aqui, indo para 27, 28 graus que pouca diferença. E se começasse a se formar furacões aqui no litoral brasileiro; vocês imaginam se começasse a formar furacões na costa litorânea do Brasil? A gente tem estrutura para isso, um furacão desses é capaz de acabar com toda a economia do Brasil, e com isso todo um processo complicadíssimo. A gente acha que os caminhoneiros outro dia, os caminhoneiros eles ficaram quantos dias? Sei lá 15, alguns dias a mais do que isso e olha o caos que se tornou, se um sistema deste se instala, aí sim a gente vai entender o quanto paga caro por não ter esse tipo de consciência professor. Até quando que isso vai continuar desse jeito? Até quando vamos ter essa falta de consciência? Eu queria bem rapidamente também falar a respeito da reforma da previdência, bem claro, todo mundo fala bem clarinho, que é a reforma da previdência, reforma da previdência, reforma da previdência, e assim oh eu me apavorei com os números, com a estatística, me apavorei. A quantidade de recursos que sai do total arrecadado para a previdência em torno de 12 a 13 %, enquanto que os juros da dívida interna e externa estão chegando a 44% de todo o montante arrecadado. E ninguém fala dos juros da dívida externa e interna, ninguém fala dos juros. Esse ano o Governo não consegue pagar os juros da dívida, não consegue pagar os juros da dívida atualizando 44%. Para a educação 4%; para a saúde mais 4% tá; para a previdência que está quebrando o Brasil, 10, 11%. Mas é que a previdência vai tirar de quem, a previdência tu vai fazer o que, aquele montante de pessoas perder um pouquinho cada um, já os juros da dívida estão bem endereçados a quem? A banqueiros ou seja 2, 3 grupos de pessoas que detém essa quantidade de dinheiro que emprestam para o Brasil e daí fazem o que? Pagam tudo quanto é sistema para burlar e conseguir arrecadar essa quantidade imensa. Eu queria também fazer agora aqui então, a respeito do Requerimento, sobre aquele certame e já dizer que, eu voto a favor por que se for, se precisa ser encaminhado eu acho que quando o Prefeito, os Secretários fazem alguma coisa, devem fazer em função da legalidade. E tudo que devem fazer, deve estar dentro da lei, então que seja encaminhado sim, ao Tribunal de contas do Estado. Eu sou a favor, é só pôr em votação depois Senhor Presidente, então a licitação dessa concorrência. Que pode ser encaminhada então ao Tribunal de Contas do Estado, sem problema nenhum votamos a favor. Se tem algum problema que resolvam, porque foi feito então algum problema que tenha que seja resolvido, esse é meu entendimento. Então eu gostaria de dizer assim que sim, a questão do trevo lá de acesso, eu entrei aqui era muito tempo que eu não entrava, para o Burati aqui, entrei várias vezes aqui, tanto é que eu moro aqui do lado, eu vinha por cima sempre, mas eu desculpa, eu nasci aqui do ladinho, saída atrás da casa do Antônio aqui indo reto pra cima ali, se caminhar um pouco no meio do mato lá, sai aonde eu morava. Então eu morei muito tempo nessa região e entrava algumas vezes por aqui, mas vinha sempre por cima, e me apavorei com a entrada ali, é extremamente complicada mesmo. Esses tempos atrás quando eu estava no Gabinete lá do Prefeito, aí eu encontrei o Cavalleri lá que começou falar a respeito desse trevo e daí aí em uma outra ocasião estávamos em Porto Alegre com o diretor do DAER, o Rogerio, e também ele começou a contar umas histórias a respeito desse retorno, dessa provável construção que seria feita então ali, e o que eu consegui perceber é de que, o rolo é grande sabe, é um tumulto de informações, o que eu consegui tirar de informações ali, o rolo é gigante. Então de novo pensando dessa forma é mobilização gente, é se mobilizar, a comunidade se mobilizar, é a comunidade se mobilizar. Ahh, sei lá, falar com a Policia Rodoviária, organizar alguma coisa, toda ela programada, fazer uma paralização de manifesto, alguma coisa nesse sentido. É nesse sentido que eu acho que se tem uma saída, e dentro do que a gente pode ajudar sim, mas isso é DAER, os tramites lá são complicados, bem complicados. Bom eu queria dizer também que, fico contente sim, pois nessa quadra aqui de futebol, aqui eu joguei futebol há muito tempo atrás, há muito tempo atrás. Eu vinha jogar aqui com o Julinho, com o Trevisan, com mais uma gurizada aqui, isso fazem anos, então é um lugar onde praticamente é minha casa, por que eu morava logo ali em cima mesmo, embora eu não vinha tanto para cá, mas o Burati, Caçador, Vicentina, essas comunidades aqui até Caruara são as comunidades onde me criei. Então podem ter certeza que eu tenho um respeito muito, muito profundo por todo esse pessoal, porque se a gente não conseguir respeitar o local aonde a gente se criou, eu não sei mais aonde a gente pode querer respeitar né. Eu queria agradecer a todos vocês. Dizer que sim, estamos aqui, essas reivindicações que vocês fazem como eu falei na outra comunidade, eu tenho tempo ainda? Essas reivindicações que vocês fazem elas vão ser enviadas né, o Líder de Governo ele sempre fala por nós e agente está junto lá. E nos cobrem, marquem a data, venham lá falar com nós, eu falo isso em todas as comunidades. Venham lá nos cobrar, venham lá nos cobrar, ponham a data de hoje, venham lá nos cobrar, claro que não depende de nós Executivo de fazer isso, mas o que a gente pode fazer, oh nós fomos lá, nós enviamos isso é, tá na pauta, tá andando dessa forma, parou em tal lugar. Isso a gente consegue fazer e a gente consegue dar esse apoio a vocês, para que a gente possa buscar isso tudo junto. Obrigado então a comunidade. Senhor Presidente era isso, muito obrigado.

PRES. THIAGO BRUNET: Bem, coloco então em votação o Pedido de Informação nº 10/2018 formulado pelo Ver. Presidente desta Casa Thiago Pintos Brunet. Os Vereadores que estiverem de acordo permaneçam como estão. Aprovado por todos os Senhores Vereadores. Encaminhamento de votação Ver. Arielson Arsego.

VER. ARIELSON ARSEGO: Senhor Presidente, Senhores Vereadores. Gostaria aqui de cumprimentar a comunidade, depois vou usar o meu tempo. Mas aproveitando para que esse Pedido de Informação, Senhor Presidente, nós temos a devolução de dois Pedidos de Informação que nós vamos fazer depois também e seria interessante que o Executivo não mandasse a mesma resposta que mandou para os Pedidos de Informação dos Vereadores da Bancada do MDB. E que viesse realmente uma resposta porque é de obrigação do Executivo mandar as respostas (falha no microfone) conforme é a solicitação dos Vereadores. Se nós estamos pedindo não é porque nós queremos através do site da Prefeitura ou qualquer coisa assim. Nós sabemos que tem, nós queremos a informação que venha oficial da Prefeitura, o site também é oficial, mas nós queremos os documentos. Então espero que este, que esta resposta venha realmente contemplando o pedido e nós inclusive, nós havíamos conversado e teria alguém do Executivo que viesse a Câmara de Vereadores. Nós sentimos que de repente vai demorar muito esta licitação já estaria abrindo, por isso este Requerimento feito pelo Ver. Jonas Tomazini, qual já vou colocar aqui que provavelmente na votação os Vereadores vão votar também daqui um pouco este Requerimento. É justamente porque já esta em fase de conclusão a licitação. Então acho que é interessante, acho que nós podemos votar e como já ouvi também que o Executivo teria feito uma consulta ao Tribunal de Contas e essa consulta não veio aos Vereadores. Se puder então este é o intuito da minha fala, se puder colocar no Pedido de Informações também a solicitação da resposta do Tribunal de Contas para o Executivo nós também achamos que é interessante que venha. Já que por alguns comentários eu não sei se isso é verdadeiro ou não, nós podemos colocar ‘se houver’, se for tido feito o Pedido ao Tribunal de Contas que venha a resposta do TC também junto com este Pedido de Informação. Obrigado Senhor Presidente.

PRES. THIAGO BRUNET: Encaminhamento de votação Ver. Aldir Toffanin.

VER. ALDIR TOFFANIN: Senhor Presidente, Senhores Vereadores. Referente ao Pedido de Informação nº 010/2018 assim como o Requerimento nº 102/2018, que será votado em seguida, gostaria de já deixar registrado nessa Casa que voto favorável a ambos os pedidos. Porque voto bem tranquilo entendendo que o aplicativo não causou nenhum prejuízo aos cofres públicos e sei que não estão dizendo que causou e sim informações. Por isso voto com toda a tranquilidade, voto favorável ao Requerimento e também ao Pedido de Informação 010.

PRES. THIAGO BRUNET: Então colocando em votação Pedido de Informação nº 010/2018. Os Vereadores que estiverem de acordo permaneçam como estão. Aprovado por todos os Senhores Vereadores. Coloco em votação também o Requerimento nº 100/2018 formulado pelo Ver. Jonas Tomazini. Os Vereadores que estiverem de acordo permaneçam como estão; aprovado por todos os Senhores Vereadores. Coloco em votação também o Requerimento nº 101/2018 formulado também pelo Ver. Jonas Tomazini. Os Vereadores que estiverem de acordo, encaminhamento de votação Ver. Fabiano André Piccoli.

VER. FABIANO ANDRÉ PICCOLI: Obrigado Senhor Presidente. A Bancada favorável aos ambos os Requerimentos e só em relação às praças, elas precisam ser mantidas. Varias foram revitalizadas durante os últimos anos, mas elas precisam de uma manutenção permanente porque se não tivermos esse cuidado permanente, quando tivermos que fazer uma nova revitalização vai custar muito caro. E só para informar que em relação ao Requerimento 101 que fala sobre a Praça da Emancipação nós temos um Projeto que esta em análise na Caixa Econômica Federal para a comunidade que não tem o conhecimento, de uma revitalização na Praça da Emancipação. Então nós temos muitos problemas no piso, no parquinho, na própria questão de paisagismo e com uma emenda do Dep. Pepe Vargas acreditamos que ainda este ano essa praça será revitalizada e inclusive este parquinho Ver. Jonas Tomazini será substituído por um novo. E será colocado banheiros, o projeto original contemplava banheiros, então uma demanda para quem vai lá no sábado, domingo com seus filhos os banheiros são muito importante. Então votamos favorável Senhor Presidente. Muito obrigado.

PRES. THIAGO BRUNET: Então colocando em votação o Requerimento nº 101/2018 formulado pelo Ver. Jonas Tomazini. Os Vereadores que estiverem de acordo permaneçam como estão. Aprovado por todos os Senhores Vereadores. E o último Requerimento que tem nesta mesa, o Requerimento nº 102/2018 formulado pelos Vereadores da Bancada do PMDB e do PP. Os Vereadores que estiverem de acordo permaneçam como estão. Aprovado por todos os Senhores Vereadores. Nesse momento então passamos ao espaço destinado ao Pequeno Expediente.

 

PEQUENO EXPEDIENTE

 

PRES. THIAGO BRUNET: Só para que a comunidade entenda este momento é um momento em que todos os Vereadores, se quiser, poderão se manifestar com um período regimental de 5 minutos. Apalavra esta a disposição dos Senhores Vereadores. Com a palavra o Ver. Aldir Toffanin.

VER. ALDIR TOFFANIN: Senhor Presidente, Senhores Vereadores. Agora então cumprimentando a comunidade do Burati, linha Caçador, Monte Bérico, Santo Inácio. Meu amigo Mortari que seguidamente me acorda de madrugada dizendo que esta sem luz, aí Mortari. Nosso sempre Vereador que amanhã volta a assumir uma cadeira aqui nesta Casa, Valdemar Ferreira, Borrachinha, seja bem vindo mais uma vez aí. Juliano que nos acompanha nesta noite também. Um assunto que me traz, fala neste pequeno Expediente na noite de hoje é a iluminação publica. Um assunto que após uma análise bem detalhada verificamos a situação que eu diria que é preocupante. Hoje o município arrecada da CIP, uma Lei perdoa se eu estiver errado, feita lá em 2000, 2002. Nós arrecadamos hoje, neste ultimo mês, R$ 173.485,90 e o que o município paga para a concessionária RGE neste ultimo mês R$ 197.923,07. Dando um déficit num valor, neste último mês de R$ 24.437,17; isto é preocupante que vai formando uma grande bola de neve. Atualmente o município consta conforme o ultimo levantamento da RGE com aproximadamente 11.500 pontos para ser mais exatos 11.500 luminárias na cidade. Acredito que tem mais devido ao grande numero de loteamentos aí, mas é números oficiais da RGE este. Isso se nós pegar esse valor e dividir pelo valor pago no último mês dá aproximadamente R$ 17,00 cada luminária. Está sendo, está ficando uma bola de neve, uma coisa que preocupa e muito. Acho que temos que rever a CIP aí, não aumentando. Estive verificando aí e têm muitas empresas de grande porte no nosso Município, as maiores que não pagam iluminação pública, porque compram energia de uma outra a não ser a RGE. E a RGE não tem como repassar para o Município este valor; não tem como saber o custo. Então até para os próximos dias a gente pretende trazer um estudo um pouco mais detalhado sobre esse assunto e quem sabe até um Projeto complementar, não aumentando essas contas que tem aí, mas quem sabe uma forma já que foi conversado com alguns empresários e não estão se negando a pagar, só não estão pagando porque a Lei não permite eles, não autoriza eles. A RGE não tem como cobrar então quem sabe vamos ter que estudar esses casos aí porque senão eu vejo preocupante. Se nós pegarmos este valor aqui e fazer 12 são em torno $250 mil reais aproximadamente ano e isso realmente é um valor que preocupa para manutenção. Gostaria só de deixar registrado aqui também. Este fim de semana estava visitando um colega no bairro América ao sair de sua residência foi verificado que o carro dele não estava mais do lado que eu tinha estacionado o meu. Fomos ver tinham roubado o carrinho dele também. Fui para casa e de manhã fui acordado também que um cidadão havia sido morto também no Bairro América. Hoje também para minha surpresa nas casas que a gente aprovou na Câmara até dos brigadianos aí foi encontrado um corpo lá. Então esta nos causando a grande falta de segurança, não só, me refiro aquiao bairro América, mas tem diversos bairros no Município. Isso é um fato que preocupa não só este Vereador, mas todos os Vereadores aí. Que não vem sendo casos isolados né, toda a cidade com esse problema. Então Senhor Presidente no momento era isso, depois se precisar me manifesto no espaço de liderança.

PRES. THIAGO BRUNET: A palavra esta a disposição dos Senhores Vereadores. Com a palavra o Ver. Fabiano André Piccoli.

VER. FABIANO ANDRÉ PICCOLI: Obrigado Senhor Presidente. Eu tenho dois Requerimentos. O Requerimento de nº 97 “O Vereador signatário após ouvida a Casa solicita que seja oficiado são Secretario Estadual de Saúde, Sr. Francisco Paz, para que seja enviada a esta Casa Legislativa informações de como esta a posição do recurso de R$700.000,00 que no ano passado o Governo do Estado destinou para equipamentos da UPA e num acordo entre Hospital, Gov. do Estado e Município esses R$7000.000,00 ficou decidido que vai para o HBSC. Sabemos que o ano passado teve várias etapas, várias barreiras a serem superadas e nós gostaríamos de saber em que pé esta este recurso. Se vai vir ou não vai vir. Então gostaria que o Senhor colocasse em votação esse Requerimento e que a Casa daí fizesse uma pressão no Governo do Estado para ver em que situação está.

PRES. THIAGO BRUNET: Coloco então em votação o Requerimento de nº 97/2018 formulado pelo Ver. Fabiano André Piccoli. Os Vereadores que estiverem de acordo permaneçam como estão; aprovado por todos os Senhores Vereadores. Subscrito pela Bancada toda ela da Rede, PRB, PSB também, PP também, MDB também, OK.

VER. FABIANO ANDRÉ PICCOLI: O Requerimento de nº 98é solicita que a Casa convide o Juliano André Colombo que é o Diretor Superintendente do SESI para que venha a Casa explanar sobre o projeto de implantação do “Centro de Atividades de Educação, Saúde e Convivência”. Então só para recordar o SESI participou de uma chamada publica em 2014 para implementar um centro de atividades ao lado da Bigfer. Ao lado e em frente da Bigfer onde nós temos o Centro Social Urbano e ele venceu o certame e tinha dois anos para implementar o projeto. Já se passaram dois anos, o prazo foi prorrogado e os outros dois anos devem estar finalizando também. Nós no ano passado fizemos um Requerimento e o SESI disse que estava com algumas dificuldades inclusive com o município e que não iria enquanto não resolvesse essas pendências. E as informações que nós temos é que as pendências foram resolvidas de documentos então é uma área publica. Essa Casa aprovou e o tempo esta passando. Lá em 2013 nós ouvimos de dirigentes do SESI que havia dinheiro, havia oito milhões para construção desse complexo. Que o dinheiro não era o problema que sim o maior problema era a parte burocrática; a parte burocrática foi sanada e nós como agentes fiscalizadores do patrimônio público, nós precisamos saber em que pé esta este projeto. Então esse Requerimento reforça o convite para que o Diretor venha a nossa Casa. O ano passado não vieram, esperamos que esse ano venham. Então peço que o Senhor coloque em votação o Requerimento.

PRES. THIAGO BRUNET: Coloco em votação então o Requerimento de nº 098/2018 formulado pelo Ver. Fabiano André Piccoli. Os Vereadores que estiverem de acordo permaneçam como estão; aprovado por todos os Senhores Vereadores.

VER. FABIANO ANDRÉ PICCOLI: Então para finalizar, antes acabei peço desculpas, pois extrapolei o tempo. Em relação aos gastos da Câmara de Vereadores é importante a gente saber que constitucionalmente a Câmara de Vereadores pode gastar até 7% da corrente líquida do Município. Ou seja, tudo o que o Município arrecada 7% poderia gastar. Então isso esta lá na constituição no art. 29. A nossa câmara de Vereadores, historicamente, ela é uma das mais econômicas do Estado do RS e não é do ano passado, desse ano, do ano retrasado, mas há décadas. Quando o Ver. Josué Paese Filho foi Presidente, o Ver. José Mário Bellaver foi Presidente, o Ver. Alberto Maioli foi Presidente; historicamente não passa de dois, dois e pouco por cento da receita corrente líquida. O ano passado nós gastamos 1,95% da receita corrente líquida do Município.

PRES. THIAGO BRUNET: Espaço de líder?

VER. FABIANO ANDRÉ PICCOLI: Já estou finalizando. Então somos muito econômicos e o Município quanto mais dinheiro tem mais dinheiro precisa. Obrigado Senhor Presidente.

PRES. THIAGO BRUNET: A palavra à disposição dos Senhores Vereadores. Com a palavra o Ver. Arielson Arsego.

VER. ARIELSON ARSEGO: Senhor Presidente, Senhores Vereadores. Agora sim cumprimentar o Fernando Dal Ponte que representou a comunidade assim como também o Antônio Forest. E Antônio me permita dizer: velhas recordações como colegas de aula. O Gilnei Mortari também, mais uma pessoa aqu ida comunidade que era o Amauri Razzera. Nós tivemos, nós estudamos junto então é um prazer nós, apesar de nós estarmos sempre conversando, até porque o Antônio agora é professor do meu filho né, foi professor do meu filho. Então dizer também que esta comunidade nós nos sentimos em casa porque aqui também teve as pessoas que, por exemplo, meu avô. Aqui logo do lado Caçador aonde eu vinha de bicicleta quando era muito pequeno ainda tomar banho nos riozinhos, o que tu está falando aí Antônio? E a preservação acho que ela é interessante sim. Primeiro assunto eu acho que nós devemos fazer e não esta aqui como reinvindicações, mas eu gostaria de solicitar aos Vereadores de situação que façam a solicitação ao Executivo Municipal e façam uma investigação, uma análise, uma fiscalização destas áreas aqui lindeiras, principalmente lindeiras aqui à nossa barragem para que vejam as construções que estão sendo feitas. Se realmente tem condições porque o que a gente imagina é que tenha liberação, que elas estejam autorizadas. Mas nós não sabemos se elas todas estão autorizadas. Quem sabe isso é o Executivo Municipal. Quem pode ver isso é o Executivo Municipal. Então gostaríamos que fosse além dessas reinvindicações, colocado também esta solicitação. Dizer que as reinvindicações de vocês, todos os Vereadores aqui colocaram depende do Executivo e nós seremos, claro, os porta-vozes de vocês e estaremos cobrando junto a comunidade, junto aos Vereadores lá n o Executivo. Também gostaria de falar Senhor Presidente a respeito do Posto de Saúde do bairro 1º de maio, o qual é atendimento até às 8h é agora me parece que depois de alguma reclamação nós falamos inclusive na imprensa e o Posto de Saúde até às 8h ele fica aberto, mas ele não tem atendimento para quem chega depois das 6. Então parece que mudou agora há dois, três dias, mas nós temos que ficar novamente vigilantes para que isso realmente continue. Porque não adianta dizer que ele é aberto até às 8h e funcionar até às 18h ou para quem chega até às 18h. Quem chega depois sabe que fica aberto até às 20h e vai lá. A obra da Júlio, Ver. Fabiano André Piccoli, é uma vergonha. A obra da Rua Júlio de Castilhos eu não sei, é Secretário, é Engenheiro, Prefeito, vamos botar todo mundo junto. Porque toda reclamação que já teve infelizmente aquilo não funciona, não vai para frente. Os caras me pediram se eu voltei a ser Secretário de Obras porque tem uma retroescavadeira na frente do prédio que eu moro todo dia. Porque é inacreditável, em dezembro do ano passado disseram o seguinte: “nós não vamos começar a fazer as obras em dezembro porque vai atrapalhar o comércio da cidade, as lojas da cidade”. Nós estamos em agosto e a obra não terminou; vai chegar dezembro de novo e a obra tá ali. E fora dizer que é o tipo, a qualidade de serviço feito na Rua Júlio de Castilhos principalmente da Rua Independência até a Rua 13 de maio. Quem disser que aquilo era necessário, eu não sei onde estava com a cabeça. Porque se aquilo que fizeram é necessário imagina se fizer alguma coisa que não é tão necessária assim. Porque é uma obra malfeita, mal elaborada, mal planejada e demorada. Então a questão da redução dos salários, se nós formos olhar aqui Ver. Tiago Ilha eu acho que deve ser feito sim; e a questão da redução dos salários nós sabemos que só pode ou em novos cargos que venham a ser feitos ou inclusive o Prefeito pode sim fazer um Projeto amanhã e enviar para a Câmara de Vereadores e reduzir o percentual que ele achar que tem que reduzir. Em 2005, quando nós assumimos, nós reduzimos 30% dos salários com a mesma quantidade de cargos, mas não todos preenchidos e reduzimos em 30% o valor. Nós fizemos um cálculo, tem salários aqui de R$ 4.900,00, tem salário de R$ 10.000,00, tem salário de R$ 7.500,00. Para vocês terem uma ideia tem um salário de R$ 7.500,00 que são para 53 funcionários. Se nós pegarmos aqui, eu estou falando aqui dos CCs tá, não estou falando aqui de concursado, CCs. Se nós falamos aqui dos CCs e reduzirmos 30% dos salários deles, nós iremos reduzir o valor de R$ 2.700.000,00 no ano. Sendo que de 2012, os últimos salários que tinham, para 2016, o salário aumentou por ano, R$ 20.000.000,00 por ano, R$ 20.000.000,00, por ano. Nós fizemos um Pedido de Informação e recebemos a resposta que nós achamos que está errado. Em 2016 já tinha 1.300 funcionários e recebemos agora com 1.100 funcionários. Tem alguma coisa equivocada na resposta do Pedido de Informação. Infelizmente terminou o meu tempo, mas agradeço Senhor Presidente.

PRES. THIAGO BRUNET: Pode finalizar.

VER. ARIELSON ARSEGO: Senhor Presidente eu só tenho, só tinha um Requerimento aqui se possível. Nós falamos tanto aqui em turismo, em melhorar a qualidade de vida, em receber pessoas. Eu gostaria que fosse: o Ver. Signatário solicita Vossa Excelência que envie ao Poder Executivo Municipal para que realize no Parque dos Pinheiros: manutenção e limpeza. Não vou dizer da roçada porque tá bom; conserto da cerca. Derrubaram a cerca lá na piscina e não arrumaram. Essa cerca aí é na rua; manutenção do pórtico de entrada; tem esses brinquedos aí que vocês estão vendo foi na nossa época que foi colocado, uma academia ao ar livre. Está tudo enferrujado, o Ver. Josué Pese Filho inclusive fez a solicitação junto a UNIMED também e foi a UNIMED que cedeu. Tem que arrumar; daqui um pouco as pessoas vão melhorar na saúde física e vão pegar um tétano aí, porque tá tudo enferrujado, tá caindo isso aí. Então é a solicitação que nós fizemos aqui e também a manutenção das calçadas. E eu vi que o Ver. Jonas Tomazini fez das outras praças. E infelizmente se revitalizou o Parque dos Pinheiros, mas tem que dar manutenção. Obrigado Senhor Presidente.

PRES. THIAGO BRUNET: Coloco em votação o Requerimento de nº 99/2018 formulado pelo Ver. Arielson Arsego. Os Vereadores que estiverem de acordo permaneçam como estão; aprovado por todos os Senhores Vereadores. Com a palavra o Ver. Jorge Cenci.

VER. JORGE CENCI: Boa noite a todos os colegas Vereadores. Quero saudar toda a comunidade ou as comunidades aqui presentes. Quero saudar o Fernando e o Prof. Antônio, ao Carlos representante do loteamento ou bairro N. Sra. de Fatima e apenas dizer que nós estamos aqui sim para nos colocarmos ao lado da comunidade para juntos buscarmos essas demandas. A gente sabe que não somos nós, como foi falado diversas vezes, que vamos executar ou contemplar essas expectativas, porém nós estamos aqui para nos unirmos a vocês e irmos ao DAER para buscar sim a melhoria dessa entrada que esta muito mal posicionada. E também junto ao Posto Cavalleri que precisa dar uma melhorada naquela infraestrutura e na rotatória toda e consequentemente vai contribuir também para loteamento ou bairro N. Sra. de Fatima aí. Então sendo bem rápido em si, eu vejo que está frio, e as pessoas alguns indo já a suas residências, reforço em nome de todos nós eu acredito, Jorge Cenci se coloca a disposição para juntos buscarmos essas reivindicações. Boa noite e obrigado a todos.

PRES. THIAGO BRUNET: Com a palavra o Ver. Tadeu Salib dos Santos.

VER. TADEU SALIB DOS SANTOS: Senhor Presidente, senhores Vereadores, Vereadora Eleonora Broilo. Eu quero saudar aqui a comunidade do Rio Burati na pessoa do Fernando, na pessoa do Prof. Antônio que fizeram o uso da tribuna e trouxeram aqui algumas das reinvindicações mais necessárias a essa comunidade. E dizer é claro que o que vocês pediram, vocês foram bem sensatos na verdade, até e porque o acesso de entrada é a cara que as pessoas imaginam do que vão encontrar ali na frente. Se a entrada esta daquele jeito a surpresa esta mais adiante pelo trabalho que vocês desenvolveram aqui através da reinvindicação daquilo que é de direito de retornar um pouquinho mais em termos asfáltico e os meios para se chegar melhor aqui ao Burati. E consequentemente trazer também uma beleza maior com mais facilidade a esta comunidade. Quero pedir desculpas pela minha chegada atrasada aqui, foi em função, e agora só para a gente poder descontrair um pouquinho, lá em casa quem manda são as mulheres é. Lá são, a maioria são mulheres e nos bichinhos que nós defendemos que são os4 patas; foi uma feminina que acabou me mordendo por ciúme e acabei tendo que ir a um Posto pelo rompimento de um vaso que não parava. Então por isso do meu atraso em chegar aqui e eu queria em respeito a vocês justificar de ter chegado alguns minutos atrasados. Parabéns a vocês, parabéns a esta comunidade. A história do Burati, a historia da família de vocês, de tantas outras famílias enriquece o caminho que se chega às comunidades vizinhas que estão aqui hoje também representadas. É claro que a historia familiar vem de berço tudo isso. Parabéns é por isso que vocês são a excelência em termos de participação comunitária, porque vem de uma historia de um passado muito bonito e bem construído. Obrigado Senhor Presidente era isso.

PRES. THIAGO BRUNET: Com a palavra a Ver. Eleonora Broilo.

VER. ELEONORA BROILO: Boa noite Presidente, colegas Vereadores. O Fernando Dal Ponte é um grande amigo, o Senhor Carlos, Prof. Antônio, todas as comunidades aqui representadas né. A comunidade do Burati e todas as outras, soldado Morais, imprensa, nossos assessores, as pessoas que enfim, que estão aqui ainda nesta noite fria. Bem sobre as reinvindicações eu não vou perder muito tempo porque eu acho que todas elas são muito justas e na realidade nem deveriam estar sendo, estar sendo necessário solicitá-las. Elas já deveriam ter sido feitas, já deveriam ter sido atendidas muito antes e atendidas por cada Secretaria responsável por estas solicitações. Então nem vou perder muito tempo vou apenas dizer que no que for possível podem contar também com esta Vereadora, com a nossa Bancada. Eu vou complementar a fala do Vereador Arielson Arsego no que disse o Prof. Antônio Forest sobre a barragem do Burati, sobre as edificações as margens de rios. Bem se a minha memória não me trair porque eu já sou uma Senhora de idade então, mas eu li há algum tempo sobre o código florestal brasileiro, andei lendo há algum tempo, se não me trai a memória, me parece que as áreas de preservação permanente, acho que é assim que se chama né. Bem então se for um curso de água natural em que não houve intervenção humana, qualquer coisa que eu estiver errado o Senhor, me parece que é 15 metros né. Parece que é 15 metros e se não houve 30 metros, porém da margem né de cada lado. Porém no caso de barragem, já não é esse o caso, houve intervenção e aí me parece que depende muito da largura do rio, da largura do curso. E quero crer que na largura desse aqui precisa de 100 metros, se eu não me engano né. Eu acho que são 100 metros. Então se não há esse afastamento eu acho que os Senhores tem todo o direito de exigir, de conversar, de pedir para ver se esta tudo dentro da Lei. Bem Ver. Alberto Maioli, quanto a médicos da UNIMED eu queria apenas lhe dizer que Psiquiatra normalmente não atende por convênio nenhum tá. Não atende. Não é pela UNIMED, não é por, pelo CIRCULO, TACHIMED, ou seja, que convênio for. Psiquiatras não atendem. Um que outro vai atender tá. Isso é um acordo entre eles; eles não atendem. E não é uma obrigação do médico atender por convênio, atende se quiser. Eu queria lembrar a todos, eu queria lembrar a todos que a semana passada eu falei sobre a gripe A. Eu cobrei da Secretaria da Saúde que tomasse uma atitude sobre o que esta acontecendo. Não é só em Farroupilha claro, mas a nós interessa o que esta acontecendo na nossa cidade. Passada uma semana eu não vi, eu não vi nada, nenhuma providência a ser tomada. Deu uma acalmada por causa das férias, mas daqui uma semana as aulas estão voltando né. Então só para concluir, eu estou muito preocupada com esta situação porque é bastante grave. Então vou tornar, vou solicitar de novo providências, esclarecimentos a população sobre o que esta acontecendo, sobre a gripe A. Era isso, muito obrigada.

PRES. THIAGO BRUNET: Com a palavra o Ver. Jose Mario Bellaver.

VER. JOSÉ MARIO BELLAVER: Senhor Presidente, colegas Vereadores. Uma saudação a todos. Eu gostaria nesse momento também saudar a todos os presentes especialmente as comunidades que se fazem aqui presentes. Funcionários da Casa, imprensa, ao soldado Morais que a pouco estava aí e ao suplente de Vereador, Valdemar Ferreira. Mas também gostaria de fazer uma saudação muito especial ao Fernando Dal Ponte, ao Antônio Forest e ao Carlos também, que se manifestaram e usaram a tribuna pedindo, não é favor nenhum é obrigação do Poder Executivo atende-los nessas reinvindicações. É importante sim que os Vereadores possam fazer esse elo de levar as reinvindicações ao Executivo e claro, ser atendidos. De forma bem consciente que todo mundo sabe das necessidades de todas as comunidades. Mas eu queria te parabenizar Fernando e o Antônio também e o Carlos; o Antônio com a preocupação da água, todos nós teríamos que ter essa preocupação, todos! E termos assim a responsabilidade de sempre termos uma água melhor nos nossos rios, nas nossas represas, sem poluição. A população vai consumir essas águas por isso nós temos que ter essa responsabilidade. Cumprimentos Antônio e quem sabe, que nem você falou, levar as crianças que quem sabe que no futuro não haja necessidade de tanta preocupação, que eles façam a parte deles para não ter essa poluição. Ao Fernando, o relato do Fernando da comunidade do Burati, 140 anos que existe a comunidade. É uma das comunidades mais antigas do interior do nosso Município. E me recordo muito bem quando eu era criança ainda, que meu Pai vinha vender a uva aqui na cantina do Gasperin. Há 55, 57 anos que existia essa cantina e ainda existe. Mas me recordo deve ser a empresa mais velha aqui da comunidade. Do moinho dos falecidos familiares, Moinho Dal Ponte, os Dalsochio, enfim todas essas empresas que iniciaram essa comunidade e essas famílias que você citou; cumprimentos. Mas eu queria me ater, todos os colegas falaram das reinvindicações eu queria me ater de uma reinvindicação que aqui pede a melhorias na Associação… na Segurança Publica. Eu me recordo muito bem na minha primeira legislatura lá em 1998 aonde que havia muita reclamação no interior inclusive na minha comunidade de São Marcos. Havia muitos furtos, muitos, muitas pessoas que visitavam para furtar a comunidade e foi criado o policiamento comunitário naquela ocasião, em 1998 completando 20 anos. E foi uma das primeiras comunidades que se adaptaram a esse sistema de policiamento comunitário e me recordo muito bem naquela ocasião com muito apoio do comandante da 7ª companhia que era o capitão Marinho, hoje Secretário de Segurança do Município de Bento Gonçalves. E aí que começou surgir um efeito positivo nas nossas comunidades com a segurança no interior do nosso município e ajudou muito. Até hoje o soldado Morais não está aí, mas com certeza a comunidade do Burati e região, se não tivesse o soldado aí já era um pouquinho diferente; com a presença do brigadiano na comunidade afasta sim os furtos menores. Claro que hoje a gente percebe aonde que a muita segurança nós teríamos que ter um brigadiano em cada casa e olha ainda para nós termos segurança assim de nós estarmos confortáveis nesse sentido de segurança. Mas me recordo muito bem naquela ocasião da necessidade de implantar o policiamento comunitário. Após São Marcos foi criado o policiamento comunitário na Jansen, Nova Sardenha, Nova Milano, Caravaggio, aqui no Burati e também no bairro 1º de maio que havia bastante, bastante problemas no bairro; ajudou a resolver. Mas de qualquer forma agora estão me dizendo que terminei meu espaço, quero parabenizar vocês, a comunidade inteira do Rio Burati, as lideranças por esses pedidos, essas reinvindicações e sim, não se acomodar. Continue cobrando, não é nenhum favor é obrigação do Executivo realizar essas melhorias e dar esse atendimento as comunidades. Cumprimentos, se colocamos a disposição. Muito obrigado Senhor   Presidente e a comunidade do Burati e redores.

PRES. THIAGO BRUNET: Com a palavra o Ver. Odair Sobierai.

VER. ODAIR SOBIERAI: Senhor Presidente, colegas, comunidade. Em nome do nosso Antônio Forest, Prof. Fernando, o Inácio, o Carlos. Primeiramente parabenizar pela iniciativa e mobilização da comunidade estar presente e dizer que a união faz a força. E também não desistam, se os pedidos foram feitos no passado tem que pedir de novo, continuar pedindo até que se torne realidade.  Dizer aqui tem pedidos que tem que ser feitos amanhã, já dá. Mas tem algo que eu peço ajuda aos nossos colegas Vereadores do MDB que fazem parte do Governo do Estado que se unimos e vamos junto ao DAER na questão dos trevos. Tem um Dep. junto ao Governo do Estado, podemos se unir são pedidos antigos e os pedidos se você olhar envolve vidas. Troca de lâmpadas, segurança; trevos, segurança; água gera vida. Então a comunidade nada mais nada menos que esta pedindo, clamando coisas que tem a ver com a vida. Então a comunidade esta de parabéns, não desistam. Podem contar com o apoio da Câmara de Vereadores né Presidente e te dar os parabéns pela iniciativa deste projeto de levar as Sessões às comunidades. Então hoje a gente veio para ouvir e ouvindo a gente tem que trazer algo de concreto logo, logo do pedido de vocês. Então uma boa noite a todos e parabéns a comunidade.

PRES. THIAGO BRUNET: A palavra esta a disposição dos Senhores Vereadores. Bem, se nenhum Vereador quiser fazer uso da palavra, nesse momento eu agradeço a presença de todos aqui presentes nesta noite fria. De vir aqui, nos escutar, estar próximos ao Parlamento Municipal. Tenho certeza de que esta noite não foi em vão, terão as nossas vozes, terão os nossos braços firmes e fortes lá para fazer as reinvindicações necessárias as quais foram feitas pelas lideranças aqui do Sr. Fernando Dal Ponte, Carlos Alexandre França e o Senhor Antônio Forest. Muito obrigado. Valdemar Ferreira amanhã o Senhor volta para esta Casa para permanecer como Vereador por mais 3 dias porque terei a honra, através da saída do Prefeito Claiton Gonçalves, das férias do Claiton e da saída do Pedro Ivori Pedrozo de poder assumir o Executivo por 3 dias. Então para que fique registrado nos anais desta Casa neste momento, assim como eu saio para assumir o Executivo até 6ª feira, eu quero que meu Vice-presidente, Ver. Tiago Diord Ilha, venha para esta cadeira e assuma como Presidente até 6ªfeira e aí ele dá o, encerra a Sessão já como Presidente.

1º VICE-PRES. VER. TIAGO ILHA: Declaro, em nome de DEUS, então nesse momento encerrada a Sessão e uma boa noite a todos.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Thiago Pintos Brunet

Vereador Presidente

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Odair José Sobierai

Vereador 1º Secretário

 

 

 

 

 

 

 

 

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